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INFORME 29 agosto, 2014

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Recuperação Capital Investido

BNDES Automático está reembolsando investimentos financiáveis realizados nos últimos 12 meses, desde que o Projeto (implantação, modernização, ampliação, relocalização) esteja concluído/implantado. O prazo máximo de amortização é de 03 anos, já incluso um ano de carência. O custo total dos recursos é de 11% a.a. O reembolso é apenas para Pequenas Empresas.

As Médias Empresas – Faturamento até R$ 90 Milhões – passaram a poder considerar os investimentos realizados nos últimos 12 meses como contrapartida dos recursos próprios, ou terem os investimentos dos últimos 06 meses reembolsados.

Maiores informações, clique aqui

 

Banco da Amazônia – FNO

Diferentemente do Banco do Nordeste, financia capital de giro, associado até 50% dos investimentos fixos, com juros de 7,06% a.a.

Financia também Capital de Giro isolado para grandes empresas, com juros de 12,36% a.a.

A participação máxima do FNO para investimentos fixos ou mistos é de até 90% para grandes empresas.

Implantação, relocalização, modernização e/ou ampliação de revenda de automóveis ou caminhões, nacionais ou importados, são financiadas com prazo de amortização de até 12 anos.

 

Capital de Giro Caixa – CEF

O Giro Caixa Fácil agora é de R$ 2 Milhões por Empresa, independente de participar de Grupo Econômico, e o prazo máximo de amortização de 48 meses.

Só exige um cadastro simplificado, que apresente capacidade de pagamento e garantia imobiliária – Alienação Fiduciária.  

 

Excesso de oferta imobiliária

Atualmente não é recomendável comprar imóveis, e muito menos alugar, tendo em vista que o mercado imobiliário continuará com forte impacto de excesso de oferta. Apenas no final de 2016, após os ajustes econômicos do novo Governo, os preços estarão efetivamente ajustados – valores reduzidos. “Investir” em escritório, apart hotel/flat para locação ou pool hoteleiro, apresenta perspectiva de rentabilidade menor do que a poupança, haja vista a perspectiva de desvalorização dos valores aplicados nas aquisições e depreciação dos imóveis.

 

Bancos Repassadores BNDES

Além do Banco do Brasil e Caixa – CEF, os Bancos mais atuantes, na Região, como repassadores de BNDES – PSI, PROGEREN, AUTOMÁTICO – são: Itaú, BBA Itaú, Santander, Votorantim, Safra , Daycoval e Bradesco.

Assim sendo, são o que as Empresas devem dar preferência no desenvolvimento dos seus negócios e serviços bancários, pois o histórico de crédito e reciprocidades são fundamentais para a concessão de limite de risco de crédito – longo prazo.              

Site BNDES

Visite www.bndes.gov.br – É um Portal atualizado e interativo, com informações e esclarecimentos completos sobre as diversas linhas de financiamentos e total transparência quanto a critérios, normas e procedimentos.

 

Fonte: Di Cavalcanti

 

Banco do Nordeste lança edital de seleção de projetos culturais 23 julho, 2014

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 O Banco do Nordeste do Brasil (BNB)  acaba de lançar o seu edital de seleção de projetos culturais 2014/2015, com dotação orçamentária de R$ 4,5 milhões, oriundos de incentivos previstos na Lei nº 8313 (Lei Federal de Incentivo à Cultura, denominada Lei Rouanet).

Gratuitas, as inscrições poderão ser realizadas até 31 de agosto de 2014. Serão aceitas, exclusivamente, inscrições pela internet, no endereço http://www.bnb.gov.br/edital/programasccbnb.

A análise e seleção dos projetos acontecerão de 1º de setembro a 04 de outubro de 2014. A divulgação acontecerá até o dia 05 de outubro, no portal do Banco do Nordeste (www.bnb.gov.br/cultura). O edital contempla os seguintes segmentos: artes cênicas (teatro, dança, performance, circo); artes visuais (exposição); humanidades (apresentações literárias, publicação de livros de arte e ações de incentivo à leitura); música (erudita e instrumental); e cinema (mostras e festivais).Serão selecionados somente projetos realizados nos municípios da área de atuação do Banco do Nordeste (Nordeste, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo) e para a programação dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, no sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano).

Os critérios de seleção dos projetos inscritos são: a) relevância e qualidade conceitual e temática: concepção e argumentação que evidenciem importância histórica, cultural e artística para o Nordeste, em consonância com o eixo curatorial; b) contribuição ao fortalecimento da diversidade cultural brasileira: diálogo com as diversas manifestações e/ou expressões das culturas populares; c) impacto social: características socioeconômicas da população envolvida, além de duração e profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação; d) viabilidade técnica: demonstração de capacidade de realização e do envolvimento de profissionais com notória especialização; e) adequação financeira: compatibilidade com parâmetros de preços praticados no mercado cultural; f) no caso de projetos para a programação dos Centros Culturais Banco do Nordeste, será necessária a adequação física, ou seja, adaptabilidade aos espaços (dependências dos Centros Culturais Banco do Nordeste e de outros locais de sua área de atuação).

Os projetos serão avaliados por uma comissão interna do BNB, composta por técnicos dos Centros Culturais Banco do Nordeste, dos Ambientes de Marketing e de Comunicação, e serão homologados pelo comitê de patrocínios do Banco do Nordeste e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM/PR). Poderão participar do edital dois tipos de proponentes: a) proponentes pessoas jurídicas, necessariamente de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos – instituições, empresas, fundações ou associações sob controle acionário, estatutário ou majoritário de brasileiros natos, naturalizados ou de estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos, ser legítimo detentor ou representante dos direitos de realização do projeto a ser inscrito; e b) proponentes pessoas físicas, que sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos.

O prazo de vigência do edital será de dois anos a partir de sua publicação. Os projetos serão selecionados para realização no período de novembro/2014 a dezembro de 2016.

 

APP da Radio Agnus Dei – Terra da Misericórdia 23 julho, 2014

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app

Mais uma novidade para nossos ouvintes, RÁDIO AGNUS DEI.

Rádio Agnus Dei Terra da Misericórdia
Estação de Rádio
Serra Das Varas (Terra Da MISERICÓRDIA), Arcoverde, PE, Brasil

Baixe na Google Play.

Prêmio internacional seleciona startups brasileiras para concorrerem a 20 mil euros 22 julho, 2014

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start up

Startups de Brasil, China e Portugal podem participar da terceira edição do programa de empreendedorismo Energia de Portugal 2014. Os interessados podem se inscrever até 9 de setembro. A empresa que tiver o projeto mais inovador levará o prêmio de 20 mil euros. O objetivo é encontrar projetos de tecnologia, cidades, produtividade, energia, mobilidade, inovação, ambiente, comunidade em clean tech nas cidades de São Paulo, Pequim e Lisboa, com a pré-seleção dos projetos por meio de aceleradores locais.

A competição será dividida em etapas regionais. Os 15 ganhadores locais serão convidados a participar de quatro bootcamps de aceleração em Portugal, pela Fábrica de Startups. A metodologia utilizada será a Fast Start. Depois, será a etapa do Investment Pitch, que contará com a presença de investidores, e que constitui a primeira final mundial do Energia Portugal.

Para mais informações, acesse o site aqui. http://expresso.sapo.pt/tem-uma-ideia-como-concorrer=f872699.

(Agência Gestão CT&I, com informações da Agência Fucapi)

Organizações beneficentes criam projetos com Google Glass 11 julho, 2014

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Google Glass: aparelho será usado para desenvolver projetos de caridade

 

Cinco associações sem fins lucrativos foram escolhidas pelo Google para colocar em prática ideias de como utilizar o Google Glass para atingir seus objetivos beneficentes.

Os ganhadores que vão participar do projeto do Google foram selecionados entre 1.300 propostas de organizações beneficentes dos Estados Unidos, e receberão da empresa 25.000 dólares cada um e orientação dos engenheiros da gigante da tecnologia.

As propostas vencedoras incluem o uso do Glass para que estudantes vejam por meio dos olhos de atletas paralímpicos, fomentando, assim, a empatia pelas pessoas com deficiência.

Outras ideias são estimular as crianças a aprender matemática e ciências, e melhorar a comunicação com as pessoas com autismo, perda de audição ou problemas com a fala.

O Google Glass -muito esperado por alguns e temido por outros- está à venda no mercado americano desde maio por 1.500 dólares.

O fabricante tenta melhorar a imagem do dispositivo, que tem despertado preocupações relativas à privacidade, já que o dispositivo é capaz de registrar imagens e vídeo.

O Google Glass se conecta à internet por meio de pontos Wi-Fi, ou por smartphones, sem necessidade de cabos. As imagens ou vídeos captados pelo dispositivo podem ser compartilhadas pela rede social Google +.

 

Font Fonte: Exame .PME 

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Google lança ferramenta gratuita para pequenas empresas 10 julho, 2014

Posted by robsonicomuni in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Pequenas e médias empresas, Tecnologia da Informação.
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São Paulo – O Google anunciou o lançamento do Google Meu Negócio, uma plataforma gratuita voltada para donos de pequenas e médias empresas. “É possível cadastrar sua empresa no mundo online em cinco minutos”, afirma Alessandro Andrade, diretor de PMEs do Google.

A plataforma utiliza o Google Maps e o Google+ para gerar uma interface com os dados da pequena empresa. Com a ferramenta, o empreendedor também poderá monitorar quantas pessoas clicaram na sua página e aumentar o nível de engajamento com os consumidores.

O objetivo da solução é democratizar a presença online dos pequenos negócios de uma forma simples e barata. Empreendedores podem acessar a ferramenta por meio do computador ou do smartphone.

Nome da empresa, endereço, CEP, telefone e horário de funcionamento são as informações necessárias para se cadastrar.

De acordo com Andrade, um dos diferenciais do Google Meu Negócio é que o pequeno empresário poderá contar com uma equipe de consultores para tirar suas dúvidas por meio do telefone, e-mail, chat ou vídeoconferência. “Temos uma equipe de 60 pessoas que atua como consultores de marketing para ajudar os empreendedores”, conta.

Em um ano, a expectativa é de que a solução possa ajudar os 6 milhões de pequenos negócios brasileiros.

 

*Fonte: Exame-PME

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O caminho certo para divulgar seu e-commerce 10 julho, 2014

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O caminho certo para divulgar seu e-commerce 
Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital

 

Já conhecemos bem o potencial do comércio online. Os consumidores brasileiros cada vez mais se adaptam a esse novo modelo de compra, que em 2014 deve movimentar 53,1 bilhões de reais, segundo o E-consulting.

É uma excelente oportunidade para empreendedores, mas se destacar em meio a tantos players de todos os tamanhos não é tarefa fácil. Na hora de criar a loja, a maioria se preocupa com aspectos tecnológicos e de design, mas esquecem de pensar em como vão atrair público. Aqui vão quatro passos para a sua loja se destacar em meio à multidão.

1. Invista em tráfego pago: as mídias pagas são muito importantes para trazer volume de tráfego qualificado. Uma grande vantagem para quem esta começando é que você pode ter bons resultados desde o primeiro dia de campanha. Os principais canais para se comprar mídia são o Google Adwords e o Facebook Ads.

No Google o usuário demonstra claro interesse no seu produto, enquanto no Facebook você busca despertar esse interesse em um grupo segmentado para o seu nicho de mercado.

Um ponto chave aqui é sempre medir os resultados. Você tem de ter consciência de quantas pessoas está atraindo e o lucro que elas estão efetivamente trazendo. Com isso em mãos, você poderá testar e ajustar as suas campanhas, cortando o que não for realmente lucrativo.

Em ambos os casos é interessante usar o retargeting, com isso você consegue “marcar” os usuários que já demonstraram interesse em algum produto da sua loja e começar a expor para eles ofertas relacionadas em outros sites.

2. Produza conteúdo e seja uma referência: a informação hoje vale muito, tanto para o usuário como para os mecanismos de busca. Apenas 5% das lojas online trabalham estratégias de conteúdo. Trazer comparações entre produtos e outras informações que agreguem valor para o consumidor irá te colocar como autoridade no tema.

É importante que os novatos foquem a produção de conteúdo. Ser referência em um nicho de mercado te posicionará bem nos motores de busca e atrairá mais tráfego para a sua loja.

3. Aposte em mídias sociais: as redes sociais possibilitam que você tenha um contato direto com os consumidores. Use-as para criar um relacionamento e gerar vendas.

Aproveite para criar promoções e conteúdos interessantes, que tenham apelo e estimulem a viralização. Clientes satisfeitos devem ser incentivados para que virem evangelizadores da sua marca. Premie as pessoas por exporem suas boas experiências de compra. Dessa forma você pode criar uma relação de lealdade e ainda crescer a sua base de contatos exponencialmente.

4. E-mail e automação de marketing: ao contrário do que muitos pensam, o e-mail marketing ainda traz ótimos resultados, tendo uma taxa de cliques muito maior do que as redes sociais (desde que feito adequadamente). No e-commerce ele deve ser usado para se relacionar e fidelizar. Clientes que compram com você mais de uma vez trazem lucro a um custo de aquisição muito menor do que um cliente novo. Use as informações que você tem para ofertar outros produtos e manter esses clientes ativos.

Uma boa prática para crescer sua base é oferecer algum benefício para o consumidor em troca do seu contato. Ferramentas de automação de marketing te possibilitam interagir de forma coerente e personalizada, trazendo um ótimo retorno sobre investimento se devidamente utilizado. O importante é utilizar os e-mails de forma segmentada e inteligente, entendendo o perfil e o momento de compra dos seus contatos. Interações não pensadas e fora de timing viram spam e prejudicam o relacionamento.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

 

*Fonte: Exame-PME

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6 passos para vender mais pela internet 10 julho, 2014

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6 passos para vender mais pela internet
Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital

 

“O que fazer com os leads que minha empresa gerou?” “Temos o contato de várias pessoas, mas qual é o próximo passo para torná-las clientes?” Essas dúvidas são bastante recorrentes empequenas empresas que usam estratégias de marketing digital e já têm – ou estão construindo – uma boa base de leads.

Isso acontece porque conseguir que pessoas deixem seus contatos no seu site não é o suficiente para garantir vendas – e contar apenas com o talento dos seus vendedores também é uma estratégia arriscada. É preciso criar um processo bem definido para atingir os resultados esperados.

Uma pessoa que preencheu um formulário no site da sua empresa pode estar em qualquer um dos seguintes estágios do processo de compra: interesse pelo tema/aprendizado, descoberta do problema/oportunidade, avaliação de soluções e comparação de alternativas/fechamento. Bons vendedores – com a ajuda de ferramentas adequadas – conseguem entender rapidamente o estágio e adequar a sua abordagem para garantir máxima receptividade no contato.

1. Filtro (Lead Scoring): Se a sua empresa gera um bom número de leads mensalmente, é preciso estipular um filtro e alinhar entre as equipes de marketing e vendas qual é o perfil adequado para um lead estar pronto para ser abordado para a venda. Com isso, evitamos passar para os vendedores Leads ruins ou muito imaturos.

2. Pesquisa: O vendedor precisa saber com quem estará falando para elaborar uma abordagem mais direcionada para cada potencial cliente. É importante procurar informações na internet sobre a pessoa (seu cargo, interações com a sua empresa, número de conversões) e sobre o seu negócio.

3. Conexão: Estabeleça uma conversa rápida, primeiramente para avaliar melhor se o lead realmente tem potencial e quais são seus problemas e necessidades.

4. Avaliação: O vendedor entende mais a fundo as dúvidas, interesses e a situação do lead e explica como o seu produto ou serviço pode ajudá-lo a resolver suas necessidades.

5. Apresentação: Aqui é feita a apresentação da solução (produto ou serviço). Em alguns casos pode ser feita uma demonstração, acordado um período de amostra grátis para teste, entre outras possibilidades.

6. Negociação e Fechamento: comece as conversas sobre pacotes, valores, opções de pagamento, etc. Se tudo correr bem, a venda é realizada.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

 

*Fonte: Exame-PME

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Como as mídias sociais revolucionaram o SAC 10 julho, 2014

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Como as mídias sociais revolucionaram o SAC 
Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital

 

Por muitos anos o canal padrão para os clientes fazerem reclamações ou tirarem dúvidas com as empresas foi o teleatendimento. Todos nós já vivemos várias frustações sendo atendidos por serviços que tomam nosso tempo, ineficientes e, por vezes, até desonestos.

As redes sociais têm afetado bastante essa dinâmica. Temos inúmeros casos em que as experiências dos clientes com as empresas – para o bem ou para o mal – são amplificadas e viralizadas. Levadas principalmente pelo medo de uma reação negativa, as empresas estão aprendendo a monitorar com afinco as redes sociais e agir de forma mais adequada para resolver o problema do cliente.

Os consumidores também estão aprendendo que usar as mídias sociais como canal de atendimento tem sido muito mais eficiente do que ligar para o 0800 da empresa. Resultados: as redes sociais viraram um dos principais canais de Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Essa mudança impõe às pequenas empresas um desafio: saber utilizar a oportunidade para atender com excelência, tirar dúvidas e reconhecer os erros.

Lidar com a disseminação da informação em um ritmo mais rápido do que nunca faz com que as empresas se forcem a ser bem mais eficientes na resolução do problema. Agir rápido, além de agradar ao cliente, evita manchar a reputação bem como conviver com as implicações judiciais que o mal atendimento poderia provocar.

Quem explora bem esse dinamismo larga na frente. O atendimento bem feito nas redes sociais possibilita uma conexão no nível emocional, podendo transformar a impressão de um problema em uma ótima experiência de atendimento.

Na prática, o que a empresa precisa fazer é garantir um bom monitoramento dos diferentes canais através de um software adequado, estabelecer uma prática de atendimento rápido e eficiente (e realmente resolver o problema do cliente) e ter uma forma pré-definida de lidar com situações onde a reclamação pode fugir do controle.

Há diferenças entre o monitoramento de grandes marcas e pequenas empresas. As grandes geralmente precisam medir enormes volumes de menções, fazer análises quantitativas de “sentimento”, tirar relatórios detalhados, entre outros. Em essência o que uma PME precisa fazer é garantir um bom monitoramento e agir quando for necessário, já que o número de interações diárias é muito menor. Mantenha a prática simples para garantir a sua aplicação no dia a dia.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

 

*Fonte: Exame-PME

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Sua empresa precisa de uma equipe de marketing digital? 10 julho, 2014

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Sua empresa precisa de uma equipe de marketing digital?
Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital

Muitas pequenas empresas que estão vendo o potencial do marketing digital se perguntam o que vale terceirizar ou não fazer e o que vale absorver e criar com uma equipe própria. Para responder a essa dúvida, é importante quebrarmos e analisarmos separadamente algumas das principais atividades do marketing digital.

Há empresas que confiam praticamente 100% do seu marketing digital a uma agência e se limitam a acompanhar alguns relatórios periódicos. Esse é um risco grande. Normalmente nenhum terceiro tem o conhecimento de mercado que sua empresa tem e essa falta de suporte pode ser desastrosa.

De forma geral, recomenda-se que algum gestor dedique-se pelo menos parcialmente à área de marketing digital. A gestão e estratégia sempre precisam de um direcionamento que vem de dentro da empresa.

Em mídias sociais, é improvável que alguém de fora toque perfeitamente o relacionamento por conta própria. Se a empresa já possui uma audiência grande e essa necessidade de interação é muito recorrente, faz sentido fazer internamente, mesmo que um funcionário se dedique apenas parcialmente a isso.

A produção de conteúdo é uma tarefa que exige tempo e, quando não é central na empresa, pode acabar sendo terceirizada sem muitos problemas.

Vale a pena cuidar internamente quando é necessária uma profundidade técnica grande. Se o budget for problema para ter alguém na função ou contratar um terceiro, uma saída é distribuir a responsabilidade de escrever para vários funcionários da empresa, tornando a tarefa mais viável para todos. Ter alguém experiente na empresa fazendo o papel de editor é essencial para bons resultados.

De todas as tarefas do marketing digital, a compra de mídia provavelmente é a opção mais terceirizada entre as empresas. Como não é fácil encontrar profissionais com essa experiência, a escolha faz bastante sentido. Vale internalizar quando a empresa está investindo uma quantia extremamente alta.

Se o modelo de negócios se baseia muito em marketing digital para aquisição de clientes, pode ser muito arriscado manter a operação terceirizada. Também vale pensar na questão de custos: quando a demanda é relativamente pequena, é mais barato contar com a estrutura de um terceiro.

Nos casos em que a empresa decide internalizar, contar com o apoio de consultorias especializadas e treinamentos é essencial para tornar a equipe 100% capacitada, já que nem sempre é simples encontrar profissionais prontos para essas funções.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.

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