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Peter Senge participa de webcast do Grupo Santander Brasil 1 junho, 2009

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A Liderança Necessária para a Sustentabilidade
Pensamento sistêmico

No dia 01 de junho, Peter Senge, um dos maiores especialistas do mundo em aprendizagem organizacional e autor do livro A Quinta Disciplina, participará do Encontro de Sustentabilidade, promovido pelo grupo Santander Brasil, com o apoio da FNQ. O tema da palestra de Senge será: Liderança Necessária para a Sustentabilidade.

Pela primeira vez o evento será transmitido ao vivo, via webcast, das 19h30 às 21h. A condução dos trabalhos ficará por conta de Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, e contará com a participação de Fabio Barbosa, presidente do Grupo Santander Brasil.

Peter Senge ministrou palestra durante o 6º Fórum Empresarial, promovido pela FNQ em junho de 2008, em Campinas/SP. Para ele, a liderança em alta performance está ligada à satisfação pessoal e ao envolvimento intenso com o ambiente em que se vive. Assim, o líder passa a ser não apenas um cargo, mas um estilo de vida capaz de gerar profundas mudanças na sociedade.

Realizados desde 2003, os Encontros de Sustentabilidade visam promover a reflexão e o debate entre especialistas e a sociedade acerca da construção de um mundo sustentável. Entre os palestrantes que já passaram pelos eventoss estão John Elkington (consultoria Sustainability), Karl Henrik Robert, (organização The Natural Step) e Muhammad Yunus, (Banco Grameen e Prêmio Nobel da Paz em 2006).

Para acompanhar a transmissão em português, clique aqui. 
Para acompanhar a transmissão em inglês, clique aqui.

Em Pernambuco a Presidente da SBGC – PE, Maria de Fátima Torres, em parceria com o IEL-PE.  viabilizará a transmissão no auditório da FIEPE – primeiro andar .

Empresários discutem parcerias com a África 1 junho, 2009

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Ministério do Desenvolvimento pretende focar negócios e cooperação em ramos diversos.

Um grupo de 90 empresários brasileiros embarca para a Nigéria, Gana, Senegal e Guiné Equatorial para um roteiro de cinco dias em busca de oportunidades de comércio na África Subsariana. A viagem é organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que pretende focar negócios e cooperação nos ramos de alimentos, bebidas, máquinas e equipamentos, tecnologia da informação, têxteis e calçados; além dos setores de energia, defesa, infraestrutura e mineração.

A missão é a segunda que o ministro Miguel Jorge lidera este ano no continente. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento levou os empresários brasileiros à Argélia, Líbia, Marrocos e Tunísia. A volta à Africa foi uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião realizada em fevereiro, em Brasília, com os embaixadores brasileiros lotados nos países da costa ocidental africana.

O governo brasileiro tem se empenhado em aumentar o comércio com o outro lado do Atlântico. Entre 2003 e 2008, as trocas comerciais com o continente quintuplicaram e atingiram US$ 26 bilhões. Segundo o embaixador Fernando Simas Magalhães, diretor do Departamento da África do Ministério das Relações Exteriores, o conjunto dos países africanos já é o quarto parceiro comercial do Brasil.

A aproximação é estratégica, segundo o diplomata. A África é riquíssima em petróleo e minerais e tem um vasto território formado por 53 países interessados na tecnologia agrícola brasileira, inclusive aquela utilizada na lavoura de cana de açúcar para a fabricação de etanol. Os negócios sucro-alcooleiros com os africanos são fundamentais para que haja um maior consumo de biocombustível no planeta e para que o produto seja considerado uma commoditie no mercado internacional.

“A África precisa de vocês, mas vocês precisam da África. A hora de cooperação é agora. Vocês tem grandes concorrentes entre os chineses e indianos que estão fazendo muitos negócios lá na África”, disse o embaixador do Senegal no Brasil, FodéSeck, aos empresários brasileiros em reunião na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) realizada no ano passado.

Senegal

No último dia 26, Seck voltou à Fiesp, dessa vez levando o presidente senegalês, Abdoulaye Wade, que, além de São Paulo, esteve na Bahia em visita oficial. No país de Abdoulaye Wade, os empresários brasileiros participarão dos dois eventos mais importantes que ocorrem durante a missão. O Itamaraty promoverá um ciclo de palestras sobre biocombustíveis, segurança alimentar e tecnologia da informação no Fórum Brasil-África Subssariana: Empreendedorismo para o Desenvolvimento.

Além das palestras, será realizada no Senegal a exposição Agri-Solutions, uma feira brasileira com máquinas e implementos agrícolas, equipamentos para a produção de etanol e alimentos industrializados. A Agência Brasil acompanhará a missão empresarial na África Subsariana a convite do MIDC.

Portal do Sebrae Nacional sobre serviços financeiros 1 junho, 2009

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simulador SEBRAE

Acesso a informações, com base em 100 instituições do País, estão mais ágeis.

Dia 1º de junho, entra no ar o novo site da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros (Uasf) do Sebrae Nacional (www.uasf.sebrae.com.br). Entre as novidades está a utilização de tecnologia mais avançada, que permitirá ao internauta uma navegação mais rápida e simplificada. O visitante também poderá acessar o Relatório de Mercado Focus do Banco Central, que relata semanalmente as principais variáveis macroeconômicas do Brasil, tendo como base os dados de 100 instituições financeiras do País.

Outra novidade da nova página é a criação de um espaço interativo destinado a fóruns temáticos. Um dos primeiros temas a ser debatido será ‘Acesso a Serviços Financeiros no Agronegócio’, com foco no Plano Safra 2009/2010. A tendência é que sejam realizados vários fóruns paralelos sobre temas diversos. Para participar das discussões, basta que o visitante se cadastre na página. Ao criar um login (nome) e cadastrar uma senha, o internauta poderá participar do fórum de seu interesse.

“Esta mudança no portal Uasf faz parte das ações previstas no planejamento estratégico da unidade. Um dos objetivos é a ampliação e a disseminação das informações sobre acesso a serviços financeiros”, diz o coordenador nacional do site Uasf, João Augusto Pérsico. O site atual registra cerca de 8 mil acessos por mês. Com as mudanças, espera-se aumentar esse número em 10% ao longo do ano.

No novo site, o visitante também poderá fica informado sobre notícias e eventos relacionados ao tema serviços financeiros, tendo como fonte os principais jornais e sites de notícias do País. Ainda serão disponibilizadas matérias veiculadas nos canais de TV.

A página eletrônica contará com informações institucionais da área de acesso a serviços financeiros do Sebrae, convênios em vigor com instituições parceiras e textos especializados produzidos por analistas financeiros da Instituição. Para os menos familiarizados com a linguagem utilizada no meio econômico, o portal disponibilizará um amplo glossário e publicações.

Os visitantes também terão acesso a todas as informações relacionadas às frentes de atuação do Sebrae na área de acesso a serviços financeiros, que são: Sistemas de Garantia, por meio das Sociedades de Garantia de Crédito e o Fundo de Aval das Micro e Pequenas Empresas (Fampe); Microfinanças, com foco no microcrédito e cooperativismo; e Meios Eletrônicos de Pagamento.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7138 e 2107-9362
www.agenciasebrae.com.br
Site Uasf – www.uasf.sebrae.com.br

Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Sebrae Metropolitana: (51) 3216.5006

Programa de iniciação científica contemplará 26 empresas no Ceará 1 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Inovação.
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Vinte e seis projetos serão desenvolvidos no Ceará durante seis meses, em micro e pequenas empresas industriais, comerciais e de serviços.

Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE) inicia hoje, 1º de junho, às 15h00, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a 9ª edição do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas (Bitec). Estarão presentes empresários, professores-orientadores e bolsistas.

Vinte e seis projetos serão desenvolvidos no Ceará durante seis meses, em micro e pequenas empresas industriais, comerciais e de serviços. Essas empresas terão bolsistas para realizar pesquisas, diagnósticos e estudos para solucionar problemas previamente identificados.

Cada estudante, de curso superior ou superior tecnológico, receberá uma bolsa no valor de R$ 300 mensais. Eles terão a orientação de um professor para desenvolver projetos direcionados para o empreendedorismo, inovação tecnológica e melhorias de gestão. As áreas contempladas nesta edição são agronegócio, biotecnologia, engenharias, gestão ambiental, gestão tecnológica, produção alimentícia, produção de design, informação e comunicação, controle e processos industriais, saúde e segurança do trabalho, energias renováveis e eficiência energética.

Realizado em todo o país, o Bitec é desenvolvido no Ceará pelo IEL/CE em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O programa possibilita mais interação entre instituições de ensino superior e as micro e pequenas empresas para estimular a transferência de conhecimento. Nas oito edições anteriores, o Bitec beneficiou 260 empresas cearenses.

Serviço

Mais informações pelos telefones (85) 3421-6516 e 3421-5435.

Empreender requer estudo 1 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial.
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A chance de sucesso do empreendedor profissional é infinitamente maior que a do empreendedor aventureiro.

empresa
Diferentemente do Brasil, o ensino médio nos Estados Unidos não se caracteriza por buscar uma alta bagagem de conhecimentos, sejam matemáticos, históricos ou geográficos. A escola norte-americana é pratica, além disso, procura, antes de tudo, formar cidadãos decididos, com fortes doses de auto-estima e confiança em si mesmos.

Se, nos Estados Unidos os jovens são educados desde cedo para se tornarem donos de seu próprio negócio, o brasileiro é preparado para ser empregado. É uma visão talvez um pouco cruel, mas uma realidade histórica. Desde os ano 70, quando teve início o crescimento dos cursos de economia e administração, a maioria daquela geração foi treinada para ser, no máximo, bons gerentes, quem sabe bons diretores e, se Deus ajudasse, bons presidentes de empresas. Mas isso tem mudado.

Em sala de aula

Cada vez mais, gerações de estudantes estão com uma visão diferente, já sonham com sua própria empresa e, acima de tudo, já trabalham em busca disso, dentro das salas de aula. Há pessoas com forte espírito empreendedor. No entanto, é preciso dar uma forcinha para formar futuros criadores e mantenedores de produtos e serviços de negócios diferenciados e bem-sucedidos.

A primeira lição que o país precisa aprender é que empreendedorismo deve ser ensinado em sala de aula, abrindo a mente, a visão e a força de vontade do aluno para um futuro distante do cartão de ponto. Ser empreendedor é ter uma cabeça diferente, que nos liberte das amarras do emprego tradicional, em queda livre em praticamente todo o mundo. Se você deseja enveredar pela trilha do empreendedorismo, saiba que terá sucesso se souber imaginar, conceber e criar algo novo.

O que é?

Podemos entender como novo um produto ou um serviço diferente do que já existe, visando a atender um público disposto a adquirir este produto ou serviço. E mais: não esqueça que os consumidores, cada vez mais, têm exigido algo que, além da qualidade, também forneça valor. Além da capacidade de ser muito criativo e ativo, o empreendedor precisa ser um bom administrador do tempo. Uma pessoa que seja dona do próprio nariz e do próprio negócio.

Empreendedor não é e nunca foi um cargo. Não conheço ninguém que seja Gerente Empreendedor de Marketing ou Diretor Empreendedor de Finanças. Ser empreendedor é uma questão de atitude. É a busca constante pela mudança, por coisas novas, mesmo em cenários cada vez mais mutantes e incertos. Cada vez mais, jovens estão se decidindo por esse caminho, que a cada dia se torna mais uma tendência mundial.

Empregado

A crise financeira global demonstrou que as próprias empresas têm sérios problemas estruturais e até de inovação. Além de reverem seus negócios, muitas estão demitindo grandes quantidades de funcionários, o que reabriu a questão sobre o futuro do emprego. Na opinião do pesquisador nessa área, Vicente Verdú da Universidade de Sorbonne, o emprego tradicional está com seus dias contados. Segundo o pesquisador, o emprego não vai acabar totalmente, mas terá uma drástica redução. Já o trabalho, vale lembrar, é algo bem diferente. Você pode trabalhar – e trabalhar muito – sem necessariamente estar empregado. Pode trabalhar prestando um serviço específico e pontual dentro de um prazo determinado, pode trabalhar desenvolvendo um projeto, empreendendo um novo negócio, entre outras muitas possibilidades. A partir desta ótica, o termo trabalho é muito mais abrangente do que o emprego.

Curiosamente, é nos tempos da chamada “crise” que nascem grandes idéias, que se transformam em grandes projetos e que acabam criando grandes negócios. O que diferencia o empreendedor profissional do aventureiro de passagem é que o aventureiro tem uma pequena chance de obter sucesso. Mais ainda, mesmo obtendo este pseudo-sucesso, normalmente a prática dá conta de que o sucesso não é sustentável. Na prática, um conjunto de fatores diferencia o sucesso contínuo do temporário e a palavra mágica é “conhecimento”.

Fonte: Guia Econômico

Disseminação das estratégias 1 junho, 2009

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 webcast
Aprendizado organizacional

Assista o webcast sobre Disseminação das estratégias apresentado por Ricardo Vacaro, diretor-geral da RL Sistemas de Higiene.

Vacaro apresentará as práticas relacionadas à disseminação das estratégias que contam com o envolvimento de todos os colaboradores e cujos resultados proporcionaram uma visão menos departamentalizada e melhor entendimento das estratégias.

Clique aqui para assistir agora

Case NASA: Mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento 1 junho, 2009

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Nasa Knowledge Management

Mensagens em tempo real no Twitter sobre a sonda espacial Phoenix em Marte ou sobre as missões da Nasa são os grandes exemplos da rapidez e transparência das mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento. Para contar como incluiu definitivamente a Nasa nas redes sociais, Jeanne Holm, Arquiteta da Informação da agência, apresentou palestra em São Paulo, no dia 26 de maio, durante o Global Make Conference (GMC), evento de gestão do conhecimento.

Até pouco tempo atrás, muitos americanos achavam que o trabalho realizado pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, se limitava às missões espaciais para outros planetas e o envio de satélites para fotografar Marte. Mudar esta percepção foi um dos principais desafios encontrados por Jeanne Holm. “Além de notícias de missões espaciais, precisávamos divulgar aos cidadãos os projetos voltados para a própria Terra, entre eles as pesquisas sobre o meio ambiente e desenvolvimento de tecnologias que em breve serão utilizadas no dia-a-dia das pessoas”, afirmou a profissional.

redes_sociaisPara isso, há cerca de quatro anos, Jeanne Holm começou a utilizar as mídias sociais para compartilhar, arquivar e trocar informações com os americanos, além de desenvolver conteúdo que seja realmente relevante à população. Atualmente, a agência conta com mais de 32 perfis oficiais no Twitter, 23 comunidades no FaceBook, cinco perfis no MySpace, 12 canais no YouTube e quatro ilhas no mundo virtual Second Life. Para isso, a Nasa conta com um time de profissionais que trabalham na agência. Pelas contas de Jeanne, o acesso ao site da agência pode chegar a 350 milhões de pessoas por ano.

Participação

Para incentivar a participação dos usuários, além dos fóruns, a agência criou perfil de seus astronautas e das missões em andamento, permitindo maior interação com o público a partir da facilidade de uso das redes sociais. “Por exemplo, no FaceBook temos o perfil de nossos principais astronautas em missão e que, além de tirar dúvidas, contam um pouco do que está acontecendo no espaço e se tornam amigos dos usuários. Já no Second Life organizamos eventos com astronautas em que as pessoas podem participar e conversar com os profissionais”, disse Jeanne.

De acordo com ela, a seleção das redes sociais em que a Nasa participa hoje é bastante criteriosa e leva em conta não só o número de participantes, mas também a busca por conhecimento e aprendizado, despertada em cada uma delas.

“Estamos presentes em redes sociais onde a população americana está e, principalmente, que tenha o propósito de aprendizado e troca de informações. Algumas redes sociais são muito “sociais” e a maioria dos participantes não está muito interessada em aprender. Tais comunidades não se encaixam no perfil das que a Nasa procura”, explicou.

Encontro discute expansão de incubadoras no Centro-Oeste 1 junho, 2009

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erinco

Com a parceria do Sebrae em Goiás, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e a Fundação de Desenvolvimento da Tecnologia (Funtec) realizam em Goiânia o 6º Encontro Regional de Incubadoras do Centro-Oeste (Erinco), nos dias 4 a 6 de junho.

Segundo a entidade organizadora do evento, o encontro deve promover a integração e a troca de experiências entre incubadoras de empresas do Centro-Oeste brasileiro, seus profissionais e instituições interessadas. Para a presidente da Rede Goiana de Inovação (RGI), Maria Inês Miranda, o Erinco é uma oportunidade para a apresentação de novos mecanismos para o desenvolvimento e a sustentabilidade das incubadoras.

“O evento associa-se à expansão das incubadoras no Centro-Oeste do País e suas estratégias junto aos mercados interno e externo”, explica a presidente, que estima receber aproximadas 150 pessoas, entre representantes de cerca de 40 incubadoras de empresas dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, além de estudantes de administração de empresas de universidades e faculdades goianas.

Empreendedorismo

Maria Inês lembra que uma incubadora de empresas estimula o empreendedorismo, ao preparar e fortalecer micro e pequenas empresas (MPE) para sobreviver no mercado. “Uma incubadora pode oferecer apoio estratégico às MPEs durante os primeiros anos de existência, principalmente, tempo crucial para o progresso do empreendimento”, observa.

Segundo a Anprotec, as primeiras incubadoras de empresas no Brasil surgiram na década de 80, somando dez unidades em 1991. Atualmente, o País conta com cerca de 400 incubadoras em todo o território nacional. A associação registra as regiões Sul e Sudeste como líderes no número de incubadoras de empresas, com cerca de 130 unidades cada. Enquanto isso, o Nordeste e o Norte brasileiros apresentam cerca de 70 e 14 incubadoras, respectivamente.

Os dados da Anprotec mostram que 32% das unidades estão em municípios com menos de cem mil habitantes, e somente 25% em cidades com mais de um milhão de habitantes. Para a associação, 70% das empresas incubadas são de base tecnológica. A taxa de mortalidade gira em torno de 20%, ao longo de três anos.

Segundo Maria Inês, o principal objetivo de uma incubadora de empresas é reduzir a taxa de mortalidade das pequenas empresas, observando que, segundo números do Sebrae, mais da metade das MPE e médias empresas (56%) fecha suas portas até o terceiro ano de vida.

Fonte: Sebrae

Liderança e constância de propósitos

Prêmio da Finep distribuirá R$ 29 milhões para inovação 1 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Inovação.
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Micro e pequenas empresas de todo o País interessadas em projetos de inovação têm até 10 de setembro para se inscreverem no Prêmio Finep de Inovação. O prêmio foi criado para incentivar esforços inovadores realizados por empresas, instituições de ciência e tecnologia e organizações sociais brasileiras, desenvolvidos e aplicados no Brasil e no exterior.

Segundo o edital, são consideradas inovadoras empresas e instituições que introduziram novidades ou aperfeiçoamentos no ambiente produtivo ou social com o objetivo de lançar novos produtos, processos ou serviços nos últimos três anos. As pessoas físicas também podem concorrer na categoria especial ‘Inventor Inovador’, na qual são escolhidos os inventores que mais se destacaram. O prêmio é realizado regionalmente. As propostas vencedoras em cada categoria de cada região concorrem entre si à premiação nacional, realizada no fim do ano em Brasília.

Além do troféu, os vencedores poderão receber financiamentos da Finep para a implementação de projetos de inovação, que variam de R$ 500 mil a R$ 10 milhões. No total, devem ser distribuídos R$ 29 milhões em financiamentos pré-aprovados pela Finep, divididos entre os vencedores das etapas regionais e nacional. Serão até R$ 9 milhões em recursos não-reembolsáveis e até R$ 20 milhões em recursos reembolsáveis do programa Finep Inova Brasil. O regulamento está disponível no site www2.finep.gov.br/premio

Quem pode participar

Categoria Micro/Pequena Empresa – Empreendimentos brasileiros com faturamento bruto em 2008 até R$ 10,5 milhões, representados pelo conjunto de suas ações inovadoras nos últimos três anos. Etapas regional e nacional.

Categoria Média Empresa – Empreendimentos com faturamento bruto em 2008 entre R$ 10,5 milhões e R$ 60 milhões, representados pelo conjunto de suas ações inovadoras nos últimos três anos. Etapas regional e nacional.

Categoria Grande Empresa – Empreendimentos brasileiros com faturamento bruto em 2008 superior a R$ 60 milhões representadas pelo conjunto de suas ações inovadoras nos últimos três anos. Etapa Nacional.

Categoria Instituição de Ciência & Tecnologia – Instituições públicas ou privadas, sem fins lucrativos, que desenvolvam atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico, tais como: centros, laboratórios e agências de inovação pertencentes a entidades de ensino e/ou pesquisa, departamentos ou núcleos de inovação tecnológica (NITs) e escritórios de patentes vinculados a essas instituições, por meio do conjunto de suas ações de relacionamento com o mercado e de fomento à atividade inovadora nos últimos três anos. Etapas Regional e Nacional.

Categoria Tecnologia Social – Instituições de Ciência e Tecnologia, públicas ou privadas, isoladas ou em parceria com organizações não-governamentais, cooperativas e instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos, por meio de experiências inovadoras implantadas nos últimos três anos. Etapas Regional e Nacional.

Categoria Inventor Inovador – Inventores (pessoas físicas) que possuam pelo menos um registro de propriedade intelectual (invento, modelo de utilidade, desenho industrial, registro de programa de computador etc.), concedido ou reconhecido no Brasil pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), e que tenham efetivamente comercializado sua criação nos últimos três anos. Etapa Regional e Nacional.

Fonte: Sebrae

Cultura da inovação

Conferência discute oportunidades do Brasil no cenário global 1 junho, 2009

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oportunidades do Brasil

No dia 9 de junho, São Paulo sediará conferência sobre os desafios e oportunidades do Brasil no novo cenário global. O evento, que se realiza no Unique Hotel, integra a série Latin American Cities Conferences, é promovido pela Sociedade Americana (American Society), pelo Conselho das Américas (Council of the Américas) e Movimento Brasil Competitivo (MBC). 

Entre os temas que serão discutidos na conferência estão o relacionamento do Brasil com o novo governo americano, a liderança brasileira em iniciativas de energia e mudanças climáticas, perspectivas de investidores externos para o Brasil e as novas tendências em governança corporativa e seus efeitos no mercado de ações brasileiro.

A conferência contará com palestras de Thomas McLarty, presidente da McLarty Associates, Marvin Odum, presidente da Shell Oil Company, Alan Thompson, diretor de investimentos e América Latina da Temasek Holdings, Elcio Aníbal de Lucca, presidente do Conselho Superior do MBC, Roberto Rodrigues, co-presidente da  Comissão Inter-Americana de Etanol, Susan Segal, presidente e CEO da Americas Society/Council of the Américas e John Wilcox, presidente do GWM Group.

Informações e inscrições para o evento podem ser obtidas pelo e-mail jserrano@counciloftheamericas.org.

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