A pequena empresa como fonte de desenvolvimento 28 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Dicas, Economia, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Inovação.Tags: Empreendedorismo, Inovação
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Apenas para incorporar o contingente de jovens que vai entrar no mercado de trabalho nos próximos cinco anos será necessário gerar 50 milhões de novos empregos. E isso acontecerá em um momento em que a grande maioria das empresas estará preocupada em reduzir custos e eliminar mão de obra. Uma forma inteligente para se resolver esse dilema é estimular a capacidade empreendedora do brasileiro dando-lhe condições de criar e manter o seu próprio negócio, evitando que ele vá tentar se colocar como empregado nas grandes ou médias empresas. Mas para isso muita coisa precisa mudar no mundo das pequenas e microempresas.
A começar pelo fato de que hoje nada menos que 75% dos novos empreendimentos brasileiros sucumbem em menos de cinco anos. Algo errado está acontecendo com o universo de 5,8 milhões de micro e pequenas empresas que são 99,1% do total de empresas registradas no Brasil. Pois, apesar delas gerarem 53 milhões de empregos, são responsáveis por menos de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Esse índice é um dos mais baixos do mundo. Na grande maioria dos países elas têm uma participação muito maior e, na Itália e na Espanha, por exemplo, respondem por mais da metade dos respectivos PIBs.Mesmo na América Latina a média é de 35%. Se olharmos para sua participação nas nossas exportações os números são ainda piores: Enquanto na Itália as micro e pequenas empresas respondem por 43% das mesmas, no Brasil elas são responsáveis por apenas 1,2%.
Onde está o problema? Uma pesquisa da FEA/USP, concluída recentemente, constatou que a principal razão é a baixa produtividade. Isso é consequência de vários aspectos que afetam não apenas as pequenas, mas também a totalidade das empresas. Bons exemplos de causas para essa baixa produtividade são a taxa de juros ou a alta carga tributária, mas essas são causas que afetam todos os tipos de empresas. No entanto, a pesquisa apontou que existem três fatores que são específicos e que afetam primordialmente a micro e a pequena.
O primeiro destes fatores é que os brasileiros, em sua maioria, optam por estabelecer atividades em negócios já testados e com baixo nível de inovação tecnológica. Em outros países, é comum, o empreendedor, quando abre seu negócio, tentar introduzir uma inovação tecnológica no mercado enquanto no Brasil isso é raro acontecer. A grande maioria do empreendedor brasileiro abre seu negócio não porque teve uma ideia inovadora, mas por que precisa sobreviver.
O segundo fator importante é de ordem cultural e está relacionado ao fato do pequeno empresário brasileiro enxergar no seu concorrente um inimigo que deva ser abatido, mas nunca um possível aliado para, por exemplo, em conjunto, realizarem exportações que seriam muito difíceis para quem atua sozinho. A união é a razão do sucesso da microempresa italiana, mas isso não existe no Brasil. Na Espanha, com frequência, as micros de um determinado setor se unem e criam um centro de pesquisas que as atenda e beneficie a todas. Finalmente, o terceiro fator é a falta de informação do pequeno empresário. A pesquisa constatou que a grande maioria desconhece desde a existência de linhas de financiamento especiais até os cursos de capacitação gratuitos.
Esses três fatores estão ligados ao fato de se ser pequeno. Como superar isso? Temos um bom modelo baseado em se ajudar quem é pequeno e que funciona muito bem em nossa agricultura que é o modelo da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Nossa agricultura é uma das mais eficientes do mundo, em boa parte graças a essa empresa que foi criada há 38 anos. O modelo ali adotado se baseia na própria Embrapa fazer a pesquisa necessária, desenvolver a tecnologia e disseminar esse conhecimento para os agricultores. Mas não é justamente isso que está faltando alguém fazer para as micro e pequenas empresas? Evidentemente não seria necessário criar uma nova estatal, basta identificar qual das inúmeras instituições que já atuam ligadas à micro e pequena empresa poderia melhor desempenhar esse papel.
Durante a campanha eleitoral a presidente Dilma Rousseff por diversas vezes externou a necessidade de se apoiar muito mais vigorosamente a micro e a pequena empresa brasileira. Ao assumir o governo tem reiterado que sua meta mais importante é extirpar a miséria em nosso país e há poucos dias reafirmou que vai criar o Ministério da Micro e da Pequena Empresa. Os dois temas estão totalmente interligados ou alguém ainda acredita que seria possível gerar empregos para todos os excluídos que queremos incorporar à nossa economia? A saída está em desenvolver o empreendedorismo. Isso significa eliminar a burocracia, facilitar o acesso á credito, reduzir taxas de juros mas principalmente educar e capacitar essa imensa massa de brasileiros desvalidos para que possam ter e administrar o seu próprio empreendimento.
Ajudar a pequena empresa brasileira a ser inovadora, facilitar a realização de consórcios entre elas e disseminar informações importantes que melhorem sua gestão são os fatores que vão criar as condições fundamentais para que elas tenham condições de superar sua crônica baixa produtividade. Só com um segmento de pequenas e micro empresas produtivo e competitivo poderemos atingir o almejado desenvolvimento sustentado.
Paulo Feldmann é professor da FEA USP, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Fecomércio e diretor da Câmara de Comércio Brasil Israel.
FONTE: Valor Econômico
Curso de e-commerce para pequenos empreendedores 25 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Capacitação, E-commerce.Tags: Mercado Livre, Pqueno Empreendedor
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Micro e pequenas empresas representam 54% das vendas realizadas pelo Mercado Livre em 2009
O Mercado Livre entrou no universo da capacitação. O site de vendas lançou o Circuito de Capacitação para E-Commerce, programa inédito de educação a distância para vendedores e empreendedores da web. A solução atende a novos usuários, que ainda estão conhecendo as oportunidades de ganhar dinheiro por meio do comércio eletrônico, e também os mais experientes, interessados em profissionalizar e incrementar seus negócios.
“Temos como missão democratizar o comércio eletrônico para que seja rápido e com uma política de preço agressiva. Criamos soluções para que o empreendedor anuncie, venda, compre e tenha segurança. Tudo isso muitas vezes de maneira gratuita”, afirma o diretor geral de operações da empresa no Brasil, Helisson Lemos.
São 19 cursos voltados para quem quer vender no site, com diversas técnicas de construção e gestão em e-commerce. Para participar do programa, o interessado deve preencher o cadastro no site http://www.mercadolivre.com.br/circuito e fazer sua matrícula no curso desejado. A taxa de inscrição pode ser paga pela plataforma de pagamentos online MercadoPago e varia de acordo com o nível desejado, iniciando com cursos gratuitos e chegando ao valor máximo de R$ 69,90 para os cursos avançados.
Os números do MercadoLivre impressionam. São 50 milhões de usuários cadastrados em 13 países, 9 milhões de compradores e 3 milhões de vendedores. O alvo principal da gigante de compras online nos últimos meses têm sido os empreendedores e as micro e pequenas empresas. O segmento representa 54% das vendas realizadas no site, em 2009.
Pesquisa realizada pela Nielsen a pedido do MercadoLivre revela que hoje existem na América Latina 52 mil famílias cuja renda depende exclusivamente das vendas no site de compra e venda. O levantamento mostra também que nos próximos seis meses 9 mil postos de trabalho deverão ser criados. A média de cada lojista no site é de 3,4 empregados.
A empresa recentemente lançou o Mercado Shops, uma plataforma gratuita de desenvolvimento de comércio eletrônico. “As lojas virtuais recebem publicidade do MercadoLivre. O nosso objetivo é gerar conhecimento”, diz Lemos. Para quem quer uma página sem publicidade, mais limpa e com suporte, pode optar por uma versão paga de R$ 99 por mês. Segundo Lemos, já foram desenvolvidas milhares de lojas online.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias – AL
Estudo revela que empresas também precisam de networking 22 fevereiro, 2011
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Pesquisa da Universidade Municipal de São Caetano do Sul com o Polo de Noivas do ABC mostra que conexões devem ser melhoradas
São Paulo – O networking para quem está empregado é fundamental para a sobrevivência profissional. Não é diferente no meio empresarial, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas. No mundo globalizado, fazer parcerias e ser conhecido na cadeia produtiva do seu negócio pode fazer toda a diferença no faturamento do final do mês.
Um estudo denominado Social Network Analises, realizado pelos professores-doutores da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Milton Farina e Marco Antonio Pinheiro da Silveira, no Polo de Noivas no Grande ABC paulista, revela que os relacionamentos entre as empresas precisam ser melhorados. O polo nasceu com o apoio do escritório regional do Sebrae na região do ABC.
O estudo, segundo o professor Silveira, tem o objetivo de contribuir para identificar ações que visem à melhoria das relações do grupo, buscando ações conjuntas. “A interação e a integração são importantes para que eles atinjam seus objetivos”. Os primeiros resultados deste trabalho foram apresentados recentemente no campus da Universidade de São Caetano do Sul.
Um dos resultados, segundo o pesquisador, é que o nível de conexões entre as empresas participantes não é ruim, mas pode ser melhorado. “Os empresários sugeriram confraternizações esporádicas fora do polo para que possam se conhecer melhor e também o trabalho que realizam”, disse.
Tudo para a noiva
Em uma região onde são realizados aproximadamente 20 mil casamentos oficiais por ano e uma média de 55 casamentos por dia (IBGE/2007), o Polo de Noivas tem um papel fundamental na economia da região.
Começou em 2008 com 53 empresas. Hoje são 88 empresários de 20 diferentes segmento, abrangendo as sete cidades do ABC paulista. “A iniciativa é inovadora e tem trazido resultados aos participantes, como aumento de vendas e na carteira de clientes”, diz a gestora do projeto no Sebrae em São Paulo, Ana Claudia Banin.
Bons resultados já foram sentidos pelo empresário Edésio Mandelli, proprietário da Elegance Veículos Especiais e presidente grupo. “Depois da criação do polo aumentei em 20% o tíquete médio. As noivas perceberam que as empresas trabalham conjuntamente e garantem a credibilidade do negócio”, diz.
As empresas são reunidas em várias células, que vão desde eventos, flores, buffets até fotógrafos e dia da noiva. “Sem mexer na individualidade de cada empresa, conseguimos nos tornar parceiros. A concorrência existe. O segredo de produção, como o tempero das coxinhas, é de cada um”, brinca.
Em relação ao estudo, Mandelli diz que há muita coisa ainda a ser melhorada. “Nós sabemos que muitos negócios deixam de ser feito por falta de networking e comunicação entre as empresas. Vamos mudar isso com o estudo em mãos”.
Segundo o professor Silveira, cada empresa receberá uma planilha com todos os seus contatos de networking, e a diretoria, sugestões de ações para melhorar a comunicação.
Por Beth Matias, Agência Sebrae de Notícias
Programa do Sebrae ajuda empresas a adotarem modelos avançados de gestão 14 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Capacitação, Consultoria, Dicas, Pequenas e médias empresas, Sebrae.Tags: Empresas Avançadas, Empretec, Sebrae Mais
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Sua empresa está consolidada no mercado e você pensa em evoluir seus negócios? Conheça o programa que apoia o processo de crescimento de pequenas empresas. O Programa Sebrae para Empresas Avançadas, Sebrae Mais, apresenta diversas soluções que ajudam empresas a adotarem modelos avançados de gestão empresarial, a ampliarem rede de contatos e a implantarem estratégias para estimular a inovação.
O Sebrae Mais foi criado para empresários, que têm mais de dois anos no mercado, mais de dez funcionários e que já conseguiram resolver problemas básicos de gestão e agora querem crescer, evoluir. Esse universo é composto por trezentas mil empresas, que precisam reinventar a fórmula do sucesso, inovando nos modelos de gestão, quebrando paradigmas e mudando o patamar de desenvolvimento. O crescimento é sempre uma meta a ser atingida e o Sebrae está à disposição para auxiliar nesse processo
O programa é divido em seis módulos: Estratégias Empresariais; Gestão da Inovação – Inovar para Competir; Planejando para Internacionalizar; Gestão Financeira – do Controle à Decisão; Encontros Empresariais; e Empretec.
No módulo de Estratégias Empresariais são abordados temas sobre como tornar as decisões estratégicas mais eficientes, a partir da avaliação dos ambientes interno e externo dos empreendimentos. Em Gestão da Inovação, os participantes recebem informações sobre tipos e estratégias de inovação, o que é fundamental para a competitividade.
“Depois que participei do Estratégias Empresariais, aprendi a avaliar melhor o meu empreendimento e a utilizar ferramentas como planilhas eletrônicas para o cálculo de honorários de profissionais e do custo do atendimento. Outro ganho foi que, com as mudanças organizacionais e comportamentais, passei a visualizar melhor as oportunidades de negócios”, afirma Aderson Luz, da Hidrofisio.
Ainda segundo o empresário os conhecimentos adquiridos e as técnicas implantadas na empresa permitiram um crescimento no faturamento. “Nosso faturamento aumentou em 30% em apenas quatro meses, com o mesmo número de profissionais e de equipamentos e os mesmos serviços. O que fizemos foi otimizar a produtividade”, acrescenta Luz.
A elaboração de um plano de internacionalização acontece durante o módulo Planejando para Internacionalizar, num passo-a-passo de como tornar uma empresa global e deixá-la preparada para o mercado internacional. O módulo de Gestão Financeira apresenta técnicas para controlar, analisar, planejar e simular informações financeiras dos negócios, para a eficiente tomada de decisões.
Para a empresária Juliana Davis, da Radical Tênis, participar do curso de Gestão Financeira permitiu a ela conhecer ferramentas para mensurar melhor os resultados e ver as coisas com mais objetividade. “Tudo isso teve reflexo direto no meu faturamento. As mudanças já são visíveis. Quebrei paradigmas e coloquei em prática dicas repassadas no curso”, destaca.
Juliana ressalta ainda que, durante o treinamento, enxergou a necessidade de mudar a política de crédito de sua empresa. “Vi que o percentual do cartão de crédito era muito alto e que não se adequava à realidade da minha empresa. Hoje só trabalho com cartões de débito, e isso já tem reflexo direto nos resultados”, completa a empresária.
Nos Encontros Empresariais, as pessoas responsáveis pelas decisões nas empresas reúnem-se e trocam experiências acerca de temas de interesse comum, fortalecendo uma rede de relacionamento e compartilhando erros e acertos.
O EMPRETEC
Outro módulo do programa é o Empretec, uma metodologia da Organização das Nações Unidas, ONU, aplicada há quase vinte anos no Brasil pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae. O Empretec se propõe a promover mudanças no comportamento dos empreendedores, para que desenvolvam habilidades de negociação e gestão, e tenham maior segurança na tomada de decisão, aumentando as chances de sucesso da empresa.
Segundo levantamento encomendado pelo Sebrae ao Instituto Ver, o Empretec ajuda a aumentar a renda pessoal e impulsiona a carreira profissional dos participantes, já que 79% dos entrevistados afirmaram isso. A pesquisa, realizada de julho a agosto de 2010, nas cinco regiões brasileiras, revela ainda que no Nordeste, 67% dos empreendedores que participaram do seminário, ganham mais desde então. Foram entrevistadas 1.347 pessoas em todo o país.
Ainda de acordo com a pesquisa, o rendimento médio das empresas aumentou de R$ 54 mil para mais de R$ 74,5 mil após a participação dos gestores no treinamento e o número de funcionários de nove para onze. Os entrevistados dizem que esse crescimento veio porque, após o treinamento, eles aprenderam a preparar melhor metas, planos e projetos; se reeducaram para se relacionar com os clientes, passaram a ter uma melhor visão do mercado e maior facilidade para identificar oportunidades, investiram na melhoria da qualidade de produtos e serviços, além de exercerem uma melhor gestão sobre resultados e recursos humanos.
Outro índice que mostra a eficácia desse treinamento é que a mortalidade das empresas brasileiras em que os gestores participaram do Empretec é bem menor. Na China, que juntamente com o Brasil faz parte do grupo de trinta e dois países onde a metodologia é aplicada, 80% das empresas que tiveram acesso ao seminário se tornaram exportadoras. Das 180 mil pessoas capacitadas no mundo através dessa metodologia, 154 mil são brasileiras.
Maiores informações sobre o Sebrae Mais, visite a página do Programa no Portal do Sebrae.
Plataform Contact Center estrutura sede no Porto Digital em Recife 9 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Call Centers, Economia, Incubadoras, Inovação, Mídias Sociais, Plataform Contact Center, Tecnologia.Tags: Contact center, Plataform, Porto Difital
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A Plataform Contact Center, reconhecida nacionalmente como fornecedora de soluções de qualidade voltadas para CRM, contact centers e integração com telefonia CTI e marketing multicanal através de redes sociais, intensifica sua presença nacional com a reestruturação de sua sede no Porto Digital no Recife.
Com alto investimento na operação de expansão, tem expectativa de crescimento de 35% dos negócios até o final do ano. Com o escritório no Porto Digital em Recife, a empresa espera dobrar o volume de negócios na região e iniciar uma linha de produção local. O objetivo é fortalecer a base de negócios nos dois Estados, estabelecer novos canais e atender de forma plena os clientes dessas regiões, em suas soluções\de marketing multicanal, redes sociais, voip, pesquisa de mercado, cobrança extra judicial e fidelização de clientes.
A Plataform Contact Center tem como foco a inovação e atendimento de clientes nos novos meios de comunicação através das redes sociais, que tem sido uma grande oportunidade de interação com o cliente em tempo real, especialmente para a nova gereção.
Segundo estudo da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group, de 2010, a grande maioria dos funcionários e consumidores prefere utilizar redes sociais para a comunicação. O estudo mostrou que a satisfação dos clientes com as atuais interações de negócios via mídia social era, em meados de 2010, de apenas 65%.
Em 2011, este cenário já vem se configurando de uma nova maneira. Cada vez mais empresas veem neste nas redes sociais uma oportunidade para atingir metas por meio da inovação. “As metas que traçamos este ano para a Plataform Contact Center são bem desafiadoras. Com o lançamento do Redes Sociais e a consolidação de nossos produtos de CRM e CTI no mercado, aliados ao crescimento e estruturação de toda a equipe, temos tido excelente desempenho, o que aponta para um resultado bastante animador e ampliação do marketshare no Nordeste para 2011″, afirma Flammarion Cysneiros, diretor de negócios da Plataform.
Plataform Contact Center
telemarketing ativo e receptivo | webchat | CRM | tecnologia
Porto Digital
O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas. Em uma região atrativa para inovação, instituições, empresas, universidades e governos fomentaram mudanças econômicas e sociais que estão gerando riqueza, emprego e renda.
O marco zero dessa nova economia é o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software, que está situado no Recife, capital de Pernambuco, no nordeste brasileiro.
Da crise à oportunidade 7 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Cases, Economia, Pequenas e médias empresas.Tags: Caso de Sucesso, Maranello
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“Quando montei o bar, os amigos começaram a dar pitaco novamente. ‘Mas você vai colocar um petisco, não é?’. Petisco não, para não sujar o bar. Mas uma castanha, um amendoin, quem sabe”. Para construir a cozinha, Sérgio transferiu o almoxarifado para outra sala. Toda vez que propunha uma intervenção no espaço, a arquiteta brigava. “Mas fazer o quê? A gente vai deixar de executar uma ideia, porque não a teve antes? Não”. Sérgio construiu a cozinha. Depois, vieram os amigos e deram mais um monte depitaco. “Porque você não coloca um almoço aqui? Veja bem, a gente almoça, deixa o carro aqui e você até pode abrir outro negócio”, disseram alguns colegas.
Sérgio nunca deixou de ouvir a clientela, mas não tinha espaço para as mesas. “Disse: só tem mais uma sala que é a minha”. E lá se foi a sala de Sérgio. “Incorporei a minha sala e abrimos um restaurante para 40 pessoas”, afirma. Sugeriram que procurasse o chef Artur Coelho, carioca que fez escola de gastronomia na Alemanha e pós-graduação na França, e estava em Natal há algum tempo. Artur conheceu o bistrô e elaborou um cardápio específico para o Maranello.
Transição
“As pessoas gostaram do bistrô e começaram a pedir para realizar aniversário, casamento aqui. Foi aí que entramos no ramo de eventos”, explica. Para realizar as festas, Sérgio movia portas e paredes de vidro. “Era um trabalho imenso”, relembra. Com o passar dos anos, a demanda aumentou ainda mais. “Aí eu disse: ‘não dá para continuar assim’”. E não deu. O Bistrô mudou de endereço em 2007. Hoje, ocupa um prédio a pouco mais de 100 metros do antigo.
Logo após a mudança, um cliente sugeriu entrar em sociedade. Sérgio cuidaria do bistrô e o colega, do auto spar. A sociedade durou pouco tempo e Sérgio acabou deixando o ramo automotivo. Mas não se arrepende. “Vi que era um ramo que tinha mais possibilidade de crescimento”. Para o empresário, a narrativa cronológica mostra que o sucesso do Maranello Bistrô foi casual. “As coisas foram acontecendo. Eu não disse ‘vou parar de fazer isso para fazer aquilo’”.
Atualmente, ele aluga o espaço para eventos fechados – desde churrasco a casamentos – e também realiza festas abertas ao público com apoio de Múcio Neto, sócio desde 2008. As festas voltadas para o público começaram em junho de 2008. “Na época, quase fico louco. Não tínhamos estrutura. Mas o negócio deu certo”. O projeto deu tão certo que a parceria permanece até hoje e as festas também. No final de 2008, a dupla começou a realizar festas fora do bistrô com capacidade para até 2,5 mil pessoas. “Acabouque deu muito certo e conseguimos fixar uma marca”.
Além do espaço, o Maranello, casa especializada em house (ritmo eletrônico) também organiza festas, disponibilizando som, iluminação, bufê, segurança, serviço de manobrista. “A gente pode cuidar de tudo, se o cliente quiser, tanto dentro daqui como fora”. Os preços dependem dos serviços requisitados e do número de convidados. Quem paga pelo bufê, por exemplo, não paga aluguel do espaço. O Maranello realiza de cinco a oito festas por mês – de 60 a 100 por ano. Um bom número para o que já foi uma sala de estar.
Fonte: Diário de Natal
Aprenda a planejar de três maneiras diferentes 4 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Dicas, Estratégias.Tags: Planejamento
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Bem que às vezes tentamos, mas não há como escapar: planejar é a melhor maneira de obter resultados concretos e mensuráveis, de forma que se saiba quando e como obtê-los. Mas como devemos começar a planejar, quais as ferramentas e métodos úteis e necessários para dar início às primeiras linhas de um planejamento bem sucedido, seja ele financeiro, pessoal ou profissional?
O primeiro passo é saber que tipo de planejamento você deve aplicar. Segundo o diretor regional da Business Partners Consulting, Carlos Contar, há 3 tipos de planejamento: o estratégico, o tático e o operacional, e cada um difere do outro por apenas um fator: tempo.
“O estratégico ocupa-se das grandes questões e requer visão de futuro, pois cuida do que se deseja que aconteça nos próximos anos. O tático interpreta as decisões estratégicas e traça planos concretos a serem aplicados nos próximos meses, ou um ano, no máximo. E o operacional desdobra a tática em ações do cotidiano”, explica Contar.
Planejar ou fazer planos?
Apesar de implícita, há uma diferença nos termos. Se você simplesmente almeja algo, seja material ou simbólico, e não dispõe de métodos para atingir os objetivos sonhados, você não está fazendo nada, apenas planos. Mas quando os sonhos e desejos são sucedidos de imediato por ações concretas e direcionadas para realizá-lo, aí sim, há planejamento.
Não que o plano ou sonho não tenha uma importância menor do que o planejamento, na verdade ele é o ponto de partida, embora não represente nada sozinho. Carlos afirma que, para começar a planejar, são necessários dois passos simples:
1. Definição dos objetivos: ‘este ano, quero comprar um carro’ (sonho, desejo)
2. Traçar as metas necessárias para realizar os desejos: ‘para comprar o carro que eu quero, vou economizar R$ 200 por mês da seguinte forma…’ (planejamento tático)
Também não adianta ser ganancioso demais e achar que tudo vai ser resolvido com um planejamento. “O importante é traçar metas arrojadas, porém possíveis de se realizar. A preocupação também deve estar ligada ao prazo estipulado por você mesmo. Se você fez ou irá fazer um planejamento, vale ressaltar que é preciso seguir à risca. Suas ações irão refletir no seu futuro”, conclui Carlos.
Por Eber Freitas , http://www.administradores.com.br






