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Desafio Brasil 5 abril, 2011

Posted by stefanibcb in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, eventos, Inovação, Prêmios, Sebrae.
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Empreendedores de todo o País já podem inscrever seus projetos de inovação tecnológica para concorrer a mais de R$100 mil em prêmios, mentoring e participação nas etapas internacionais do Desafio.

Oferecida pela Intel Brasil, dentro dos seus programas de fomento ao empreendedorismo, coordenada pelo GVcepe (centro de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas) com o apoio da Microsoft, Derraik Advogados e Helice Consulting, a sexta edição da competição oferecerá mais de R$100 mil em prêmios e vinte horas em mentoring com profissionais da indústria local e do Vale do Silício, assessoria jurídica e consultoria em plano de negócios.

Além da premiação nacional, os primeiros colocados do Desafio Brasil terão a oportunidade de representar o País na etapa América Latina do Desafio Intel. Caso o projeto seja um dos vencedores latinoamericanos, a equipe será classificada para concorrer com todas as despesas pagas ao Intel® Global Challenge 2011 at UC Berkeley – competição mundial da Intel entre startups, que acontece em novembro, na Califórnia, EUA, concorrendo a prêmios em dinheiro, exposição em mídias internacionais e acesso a fundos internacionais de venture capital.
Os interessados devem ler o regulamento disposto no site www.desafiobr.com.br e submeter seus projetos até 20 de maio. Estão aptos a participar, empreendedores e startups que não tenham recebido mais de US$500 mil em subsídios governamentais e não disponham de mais de US$300 mil em recursos aportados por investidores.

Siga no twitter.com/desafiobrasil ou #desafiobr

Para a competição de 2011, o número de estados brasileiros que sediarão as etapas regionais foi expandido para dez – Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Com o apoio dos Centros de Inovação da Microsoft nestas localidades, a expectativa dos organizadores é receber mais de 200 projetos na primeira fase. Todas as empresas que se inscreverem contarão ainda com acesso a software e suporte técnico e de negócios do Microsoft BizSpark, programa mundial de apoio ao empreendedorismo para empresas de base tecnológica.

“O Desafio Brasil é uma competição que oferece a empreendedores, pequenos empresários e estudantes da área de tecnologia a oportunidade de desenvolverem o empreendedorismo estratégico necessário para transformar um projeto de inovação tecnológica em um negócio viável ao mercado. A participação da equipe em todas as fases de mentoring visa prepará-los para a apresentação adequada para um possível investidor e por isso, a participação no Desafio Brasil não se trata apenas de competição, mas de preparação do talento e potencial destes participantes”, explica Rubem Saldanha, gerente de Educação da Intel Brasil.

A etapa nacional da competição é dividida em três fases, nas quais os inscritos apresentam e defendem seus projetos para investidores da indústria de venture capital, professores e empreendedores de sucesso. Os projetos são avaliados de acordo com uma série de fatores, tais como viabilidade do negócio, modelo de receitas, escalabilidade, grau de inovação e aplicação de tecnologia, atratividade para investimentos e, fundamentalmente, viabilidade em tornar-se um negócio global.

“Além do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam nesta experiência é a interação com o mercado de venture capital, a interação com outros empreendedores e a oportunidade de ter acesso às principais empresas da área de tecnologia do Vale do Silício”, afirma Márcio de Oliveira Santos Filho, coordenador do Desafio Brasil 2011.

“A Microsoft apoia a indústria nacional de software e a produção de inovação tecnológica de ponta por meio de programas de apoio a startups, além de realizar investimentos em pesquisa e fomentar a criação nacional de projetos. O Desafio Brasil reforça essa estratégia da companhia ao reconhecer o empreendedorismo brasileiro e contribuir para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas no País”, explica Silvia Valadares, gerente de Desenvolvimento da Economia Local de Software.

“Os pontos mais relevantes da competição são promover o empreendedorismo, colocar empreendedores inovadores do Brasil em contato com experts da área de investimento de empresas do Vale do Silício e também de outros empreendedores de outros países da América Latina” explica Nuno Simões, diretor de Assuntos Corporativos para a América Latina da Intel. “Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar diretamente com a experiência de apresentarem projetos para representantes de fundos de private equity e venture capital. Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro”.

Finalistas do Desafio Brasil 2010

Durante a última edição, 162 projetos de todo o País se inscreveram para participar da competição que cresce a cada ano. Entre os projetos participantes, foi possível verificar a presença de iniciativas em desenvolvimento de softwares inteligentes que visam à otimização de processos e o aproveitamento de ferramentas da internet como as mídias sociais para o uso mercadológico. A tecnologia 3D e estações WiMax, Wi-Fi Mesh e LTE também estavam inseridas nos projetos das empresas concorrentes, da mesma forma que foram apresentados alguns projetos de biotecnologia como sistemas automatizados que extinguem os vetores da dengue e podem ser utilizados para a disseminação de inseticidas agrícolas. Confira os projetos finalistas:

1º lugar: Motofog (RJ): O motofog é uma ferramenta que opera no combate à dengue e na aplicação de inseticidas agrícolas. O sistema foi desenvolvido para ser instalado em uma motocicleta, possibilitando o controle e prevenção de vetores em áreas de difícil acesso onde carros fumacê não têm penetração. Na agricultura, o Motofog apresenta grandes vantagens na aplicação de inseticidas, com a possibilidade de transitar entre plantações com passagens estreitas.

Empresa startup: Fumajet Comércio de Equipamentos Ltda.
Premiação do primeiro colocado: R$5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, R$30 mil em consultoria de planejamento estratégico e marketing para startups inovadoras da Helice Consultoria, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

2º lugar: VPl (SP): O projeto apresentado oferece um serviço em que é utilizada a tecnologia de caracterização da água coletada pelo sistema pluvial e feito um estudo para adequar e destinar o volume armazenado para o uso específico de cada cliente, customizando para atender as particularidades de cada caso.
Empresa startup: VPI – Vorsprung Projetos Industriais.
Premiação do segundo colocado: R$2,5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

3º lugar: Taw Itech (SC): A equipe apresentou tecnologias para interação e tem como carro-chefe o desenvolvimento de lousas digitais com diferencial de agregar tecnologia a esta solução proveniente de um software para interface e hardware em caneta.
Empresa startup: Taw Itech
Premiação do terceiro colocado: Software oferecido pela Microsoft e carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

4º lugar: Pligus (RJ): O Pligus é um serviço de comunicação e colaboração online em tempo real que roda em qualquer navegador. Nele, todos podem editar colaborativamente imagens, desenhos, textos e mapas – e ainda compartilhar a tela. Tudo isso enquanto os usuários se comunicam via webcams, microfones e mensagens instantâneas.
Empresa startup: Pligus
Premiação da quarta colocada: Carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro

No Brasil, a campanha “Apaixonados pelo Futuro” reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o País para o futuro – por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.

Fonte: Startupi

A Copa do Mundo em 2014 e os bons negócios 9 março, 2011

Posted by Flammarion Cysneiros in Casos de Sucesso, Consultoria, Desenvolvimento sustentável, Dicas, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Gerência de Projetos, MICROEMPREENDEDOR Individual (MEI), Pequenas e médias empresas, Plataform, Plataform Contact Center.
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O maior evento do futebol vai movimentar vários setores da economia e gerar oportunidades para pequenas empresas. Os preparativos para o evento devem movimentar cerca de 30 bilhões de reais e gerar quatro milhões de empregos, segundo o SEBRAE.

O programa prevê a construção de estádios, hotéis, restaurantes e apoio logístico para receber milhares de turistas que torcem e vibram com o futebol. Um estudo encomendado pelo SEBRAE mostra os benefícios que o evento traz para a economia brasileira. Quase oito mil micros e pequenas empresas devem fechar algum negócio gerado pela Copa do Mundo. As possibilidades são mais fortes em nove setores: construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção, agronegócio, madeira e móveis, têxtil-confecção, comércio varejista e serviços.

Segundo o estudo, as pequenas empresas deverão ficar com 15% do dinheiro investido na Copa. E, segundo informações do novo presidente do SEBRAE, Luiz Barretto,  estão sendo mapeadas as possibilidades de cada setor. Além disso, o SEBRAE vai promover seminários empresariais em cada uma das 12 cidades-sede da Copa: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador. O objetivo é melhorar o nível de gestão das pequenas empresas.

Para isso o SEBRAE vai investir 48 milhões de reais. De acordo com Luiz Barretto, presidente do SEBRAE, o importante é inserir as pequenas empresas nesse contexto, com qualidade e competitividade. Só no ano da Copa, o país espera receber oito milhões de visitantes, sendo 600 mil apenas no mês do mundial. O número de brasileiros que deve viajar pelo país durante o evento esportivo deve chegar a três milhões.

Só o setor hoteleiro pretende investir dois bilhões e meio de reais na construção de noventa e dois estabelecimentos. Um programa vai qualificar mil e trezentos hotéis e pousadas para 2014. É neste ramo que o empresário Francisco Castro Júnior deseja entrar. Ele é dono de uma pequena construtora em Brasília. A empresa dele tem 18 anos de mercado e no momento constrói casas populares. O empresário deve aumentar em 50% o faturamento da empresa com a Copa do Mundo. E para resolver o problema das construtoras com a falta de mão-de-obra qualificada, o SEBRAE, o SENAI e as empresas do setor fizeram uma parceria para capacitar e reciclar os funcionários.

O SEBRAE também vai desenvolver ações para que os estrangeiros visitem várias cidades com atrações turísticas, durante a Copa de 2014.

CONTATOS:

SEBRAE

Central de Relacionamento: 0800-570-0800

www.sebrae.com.br

Consultorias:

ICOMUNI CONSULTORIA.

Tel.: (81) 3445.2956

Rua Helena de Lemos, 330, Sala 103, Empresarial Ilha do Retiro

CEP: 50750-630 – Recife – PE

icomuni@icomuni.com.br

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CYSNEIROS E CONSULTORES ASSOCIADOS LTDA.

Tel.: (81) 3051-1775/ Cel.: (81) 9916-9550

Rua Mauro Borrione, 55, 03

CEP: 50750-000 – Recife – PE

flammarion@cysneiros.com.br

======= Contact  Center =======

PLATAFORM TELECOM CONTACT CENTER

Tel.: (81) 3051-1775

Porto Digital – Recife – PE

comercial@plataform.com.br

======= Incubadora de Empresas =======

INCUBATIC – Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento

Tel.: (81) 3051-1775

Porto Digital – Recife – PE

incubatic@icomuni.com.br

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DRAKAR ENGENHARIA LTDA

Empresário: Francisco Castro Jr.

Tel.: (61) 3361.8099/ Cel.: (61) 9982.1346

SIA Sul Quadra 5 C , número 135 – sala 206

CEP: 71200-055 – Brasília – DF

drakarjr@ig.com.br

Reportagem:

Pequenas Empresas Grandes Negócios

  • Programa 966
  • TV Globo
  • No ar – Inédito – Domingo – Dia 06/03/2011 – 07h30

Reapresentações

Globo News

  • Domingo – 06/03/2011 – 09h05

Canal Futura

  • Segunda-feira – Dia 07/03/2011 – 07h30
  • Terça-feira – Dia 08/03/2011- 04h00

A pequena empresa como fonte de desenvolvimento 28 fevereiro, 2011

Posted by stefanibcb in Dicas, Economia, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Inovação.
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Por Paulo Feldmann 

Apenas para incorporar o contingente de jovens que vai entrar no mercado de trabalho nos próximos cinco anos será necessário gerar 50 milhões de novos empregos. E isso acontecerá em um momento em que a grande maioria das empresas estará preocupada em reduzir custos e eliminar mão de obra. Uma forma inteligente para se resolver esse dilema é estimular a capacidade empreendedora do brasileiro dando-lhe condições de criar e manter o seu próprio negócio, evitando que ele vá tentar se colocar como empregado nas grandes ou médias empresas. Mas para isso muita coisa precisa mudar no mundo das pequenas e microempresas.

A começar pelo fato de que hoje nada menos que 75% dos novos empreendimentos brasileiros sucumbem em menos de cinco anos. Algo errado está acontecendo com o universo de 5,8 milhões de micro e pequenas empresas que são 99,1% do total de empresas registradas no Brasil. Pois, apesar delas gerarem 53 milhões de empregos, são responsáveis por menos de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Esse índice é um dos mais baixos do mundo. Na grande maioria dos países elas têm uma participação muito maior e, na Itália e na Espanha, por exemplo, respondem por mais da metade dos respectivos PIBs. 

Mesmo na América Latina a média é de 35%. Se olharmos para sua participação nas nossas exportações os números são ainda piores: Enquanto na Itália as micro e pequenas empresas respondem por 43% das mesmas, no Brasil elas são responsáveis por apenas 1,2%.

Onde está o problema? Uma pesquisa da FEA/USP, concluída recentemente, constatou que a principal razão é a baixa produtividade. Isso é consequência de vários aspectos que afetam não apenas as pequenas, mas também a totalidade das empresas. Bons exemplos de causas para essa baixa produtividade são a taxa de juros ou a alta carga tributária, mas essas são causas que afetam todos os tipos de empresas. No entanto, a pesquisa apontou que existem três fatores que são específicos e que afetam primordialmente a micro e a pequena.

O primeiro destes fatores é que os brasileiros, em sua maioria, optam por estabelecer atividades em negócios já testados e com baixo nível de inovação tecnológica. Em outros países, é comum, o empreendedor, quando abre seu negócio, tentar introduzir uma inovação tecnológica no mercado enquanto no Brasil isso é raro acontecer. A grande maioria do empreendedor brasileiro abre seu negócio não porque teve uma ideia inovadora, mas por que precisa sobreviver.

O segundo fator importante é de ordem cultural e está relacionado ao fato do pequeno empresário brasileiro enxergar no seu concorrente um inimigo que deva ser abatido, mas nunca um possível aliado para, por exemplo, em conjunto, realizarem exportações que seriam muito difíceis para quem atua sozinho. A união é a razão do sucesso da microempresa italiana, mas isso não existe no Brasil. Na Espanha, com frequência, as micros de um determinado setor se unem e criam um centro de pesquisas que as atenda e beneficie a todas. Finalmente, o terceiro fator é a falta de informação do pequeno empresário. A pesquisa constatou que a grande maioria desconhece desde a existência de linhas de financiamento especiais até os cursos de capacitação gratuitos.

Esses três fatores estão ligados ao fato de se ser pequeno. Como superar isso? Temos um bom modelo baseado em se ajudar quem é pequeno e que funciona muito bem em nossa agricultura que é o modelo da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Nossa agricultura é uma das mais eficientes do mundo, em boa parte graças a essa empresa que foi criada há 38 anos. O modelo ali adotado se baseia na própria Embrapa fazer a pesquisa necessária, desenvolver a tecnologia e disseminar esse conhecimento para os agricultores. Mas não é justamente isso que está faltando alguém fazer para as micro e pequenas empresas? Evidentemente não seria necessário criar uma nova estatal, basta identificar qual das inúmeras instituições que já atuam ligadas à micro e pequena empresa poderia melhor desempenhar esse papel.

Durante a campanha eleitoral a presidente Dilma Rousseff por diversas vezes externou a necessidade de se apoiar muito mais vigorosamente a micro e a pequena empresa brasileira. Ao assumir o governo tem reiterado que sua meta mais importante é extirpar a miséria em nosso país e há poucos dias reafirmou que vai criar o Ministério da Micro e da Pequena Empresa. Os dois temas estão totalmente interligados ou alguém ainda acredita que seria possível gerar empregos para todos os excluídos que queremos incorporar à nossa economia? A saída está em desenvolver o empreendedorismo. Isso significa eliminar a burocracia, facilitar o acesso á credito, reduzir taxas de juros mas principalmente educar e capacitar essa imensa massa de brasileiros desvalidos para que possam ter e administrar o seu próprio empreendimento.

Ajudar a pequena empresa brasileira a ser inovadora, facilitar a realização de consórcios entre elas e disseminar informações importantes que melhorem sua gestão são os fatores que vão criar as condições fundamentais para que elas tenham condições de superar sua crônica baixa produtividade. Só com um segmento de pequenas e micro empresas produtivo e competitivo poderemos atingir o almejado desenvolvimento sustentado.

Paulo Feldmann é professor da FEA USP, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Fecomércio e diretor da Câmara de Comércio Brasil Israel.

FONTE: Valor Econômico

Empresa lança desafio de R$ 1 milhão para ideias inovadoras 19 janeiro, 2011

Posted by stefanibcb in E-commerce, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Inovação, Tecnologia.
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Fonte: Terra

 

Na última terça-feira, a empresa Buscapé anunciou na Campus Party que vai lançar um concurso de ideias inovadoras de startups dentro de duas semanas. Ao todo, o vencedor ganhará o equivalente a R$ 1 milhão: terá 30% da sua empresa comprada por R$ 300 mil e receberá R$ 700 mil para investir em parceria com o Buscapé.

De acordo com a organização, a ideia é reposicionar a empresa no mercado online e modernizar o contato com os usuários. “O Brasil tem muitos empreendedores bons, mas faltam oportunidades e, principalmente, capital para investimento”, afirmou o representante da empresa no evento, Guilherme Stocco.

Para Stocco, o Brasil não possui a cultura do empreendedorismo e a empresa espera ajudar a despertar esta vontade. Os projetos selecionados deverão fazer parte das áreas de mobile, e-commerce e social commerce.

Campus Party Brasil 2011
Nascida na Europa, em 1997, a Campus Party é um dos maiores eventos de tecnologia, entretenimento e cultura digital do mundo que, em 2011, chega a sua quarta edição brasileira. Além do Brasil, são tradicionais os encontros realizados na Espanha, na Colômbia e no México. A Campus Party Brasil acontece de 17 a 23 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Para este ano, são esperados mais de 6,8 mil participantes – ou campuseiros – sendo que dentre esses, mais de 4,5 mil ficam acampados no local. Além de atividades como oficinas e exposições, a Campus Party Brasil 2011 terá inúmeras palestras. Entre os confirmados, estão o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, Tim Berners-Lee, pai da “WWW”, e Jon Maddog Hall, presidente da Linux International, e muitos outros.

Sebrae vence X Prêmio ABT em três categorias 25 outubro, 2010

Posted by stefanibcb in Cases, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Prêmios.
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O Sebrae venceu três categorias do X Prêmio ABT, promovido pela Garrido Marketing em parceria com o Cenpro – Centro de Estudos da Comunicação com o Mercado, da Fundação Getulio Vargas (FGV). A premiação, que reconheceu três iniciativas de relacionamento com clientes desenvolvidas pela organização, foi na noite da última terça-feira (19) em São Paulo.

Mais de mil profissionais da área de marketing, de diversos estados brasileiros, participaram da cerimônia de premiação, realizada no Memorial da América Latina.

O Sebrae ganhou o Troféu ABT Ouro na Categoria Serviço de Atendimento ao Público (SAP); o Troféu ABT Ouro na Categoria Operação Internacional e o Troféu ABT Bronze, na Categoria Contribuição em Recursos Humanos.

Os cases premiados foram, respectivamente, “Central de Relacionamento Sebrae – Informação e Orientação Gratuita ao Alcance da Mão Empreendedora”, sob a execução do Sebrae Nacional; “Central de Relacionamento – Dekassegui Empreendedor”, do Sebrae no Paraná; e “Sebrae Sul – Unidos para Atender Melhor!”, executado pelas unidades do Sebrae  no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Reconhecimento

O Prêmio ABT é uma iniciativa que visa distinguir e reconhecer, anualmente, as melhores práticas de atendimento via multicanais que contribuem para a excelência no relacionamento com o cliente, desenvolvidas por corporações estabelecidas no Brasil e na América Latina, diretamente ou por empresas que terceirizam os serviços de operações, tecnologia, recursos humanos e processos integrados.

Além do Sebrae, foram premiados trabalhos desenvolvidos por marcas reconhecidas nacionalmente e internacionalmente, como Telefônica, TIM, Sky, Bradesco, Mapfre Seguros, Mercedes-Benz, Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Magazine Luiza e Fiat, entre outras.

“É muito importante esse reconhecimento, pelo mercado, do trabalho desenvolvido pelo Sebrae junto aos seus clientes e potenciais clientes”, destacou a coordenadora nacional da Central de Relacionamento do Sebrae, Romilda Torres. Segundo ela, a premiação do Sebrae em três categorias mostra que a entidade está no caminho certo.

Fazer a diferença

Romilda Torres classificou como acertada, por exemplo, a estratégia do Sebrae de unificar o seu 0800, tornando-o gratuito e descentralizado, em todo o País a partir de julho de 2008. “Ganhamos em escala, os atendimentos melhoraram muito, passaram a ter mais qualidade e saltamos de uma média anual de atendimentos de 500 mil, em 2008, para 2 milhões em 2009.”

A coordenadora nacional da Central de Relacionamento do Sebrae informou que somente em 2010, até setembro passado, já foram realizados mais de 4,5 milhões de atendimentos, por telefone e por multimídias. Um bom atendimento, na avaliação de Romilda Torres, pode fazer toda a diferença nos negócios das micro e pequenas empresas.

“O tempo é um fator bastante escasso para os empreendedores e empresários de micro e pequenas empresas. Um bom atendimento substitui um deslocamento até o Sebrae. Isso pode significar uma otimização do tempo, mais vendas e mais lucros”, assinalou a coordenadora nacional da Central de Relacionamento do Sebrae.

Romilda Torres destacou a vitória do Sebrae com o projeto “Central de Relacionamento – Dekassegui Empreendedor”, executado pelo Sebrae no Paraná. “O governo federal tem uma política de apoio aos dekasseguis e o projeto da Central de Atendimento – Dekassegui Empreendedor é um braço importante de apoio ao nipo-brasileiros que trabalham no Japão, juntam economias e retornam ao Brasil, muitos com o objetivo de abrir um negócio”, afirmou.

“Gratuitamente e por telefone, os dekasseguis que vivem no Japão puderam, em 2009, tirar dúvidas sobre o mercado brasileiro, bem como receber consultorias a distância. Isso deu mais segurança e confiabilidade. Os dekasseguis, pela distância, nem sempre estão atualizados sobre o empreendedorismo e as oportunidades de negócios no Brasil. Por isso, foi criada toda uma campanha institucional com o objetivo de divulgar o serviço oferecido pelo Sebrae.”

Gente qualificada

A coordenadora nacional da Central de Relacionamento do Sebrae também comemorou o troféu bronze, obtido pelas unidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o case “Sebrae Sul – Unidos para atender melhor!”. Para Romilda Torres, foi fundamental a iniciativa conjunta dos Sebrae da Região Sul de capacitar seus teleatendentes durante o 1º Encontro Centrais de Relacionamento Região Sul, uma imersão de dois dias, realizada em 2009, em Florianópolis.

“Atendimento não é só tecnologia, mas é gente qualificada, é gente preparada para bem atender. A iniciativa dos Sebrae do Sul é um exemplo a ser seguido, um modelo para nos inspirarmos nacionalmente”, disse a coordenadora, anunciando que planeja para o próximo ano um evento nacional, nos mesmos moldes do de Florianópolis, reunindo teleatendentes das centrais de relacionamento do Sebrae de todo o País.

“As centrais de relacionamento do Sebrae são a voz e o ouvidos dos clientes, ou seja, dos empreendedores e empresários de micro e pequenas empresas”, reforçou. “Vencer o Prêmio ABT em três categorias é um motivo de orgulho para o Sebrae, sobretudo porque a organização tem como missão fomentar o empreendedorismo e desenvolver micro e pequenas empresas sustentáveis. Um bom atendimento ao cliente é a melhor forma de promovermos isso”, assinalou Romilda Torres

Sua Empresa na Economia Digital! 13 outubro, 2010

Posted by stefanibcb in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, eventos, Inovação.
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O Ciclo MPE.net é um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

A cidade de Macapá faz parte deste ciclo e quer ajudar os empresários locais a aumentar a participação na economia digital. Confira a programação e participe!

MANHÃ
9h30 às 12h15

•09h30 Credenciamento
•9h45 Abertura: CORREIOS e SEBRAE

Infraestrutura e Conectividade

•10h00 Soluções de Publicidade Online – Terra
•10h45 Bolsa de Negócios do Sebrae
•11h30 Provedor de Serviços de Pagamento -CobreBem

12h15/ 13h30 – Intervalo Almoço

TARDE
13h30 às 15h30

Meios de Pagamento On-line, Logística e Controle de Riscos

•13h30 Gestão de riscos e vendas com Cartão de Crédito – ClearSale
•14h15 Logística Global para o Comércio Eletrônico – Correios
•15h00 Vendas pela Internet – Marketing Digital – Finisart/Agiste

15h30 – PERGUNTAS E ENCERRAMENTO

Endereço: Av. Ernestino Borges, 740, Julião Ramos, CEP 68908-198 Macapá – Amapá

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Tendências para o mercado de e-commerce em 2010 10 fevereiro, 2010

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Tecnologia da Informação.
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Quem apostava no fracasso da venda de mercadorias diversas pela internet, lá no seu comecinho, no final da década de 90, apostou errado. A força do comércio eletrônico cresce em progressão geométrica, e o mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais.

Mas o que explica esse sucesso? Vários fatores: praticidade, confiança do consumidor, possibilidade de aquisição de produtos não encontrados em determinadas regiões, comodidade, facilidade de pagamento… a credibilidade dos grandes primeiros shoppings virtuais deram à nossa geração uma forma atraente de fazer compras: de madrugada, sem sair de casa, sem pressão de vendedores e com calma para analisar as qualidades do produto a ser adquirido. Qualidades estas imprescindíveis em nossa movimentada sociedade moderna.

Os números não mentem: segundo dados da E-bit, o faturamento total em e-commerce no Brasil no primeiro semestre de 2009 foi de cerca de R$ 4,8 bilhões de reais (27% a mais que em 2008), e esta tendência nem parece querer diminuir, mesmo em tempos de recuperação de crise econômica. Neste panorama, as micro e pequenas empresas emergem rapidamente: segundo dados da Associação Comercial de São Paulo, em 2010 o comércio eletrônico destas empresas corresponderá a cerca de 30% do total, com faturamento de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Serão 150 milhões de internautas no Brasil ano que vem, graças aos programas de inclusão digital do governo. O melhor de tudo, 150 milhões de consumidores em potencial!

O momento é agora! Se você estava em dúvida sobre criar o seu negócio on line, tenha certeza de que a hora propícia é agora. E se você já possui uma loja na internet, atente-se às tendências da web 2.0. Uma tecnologia não pode ficar parada no tempo, ela precisa evoluir, assim como seus clientes evoluem e os métodos de abordagem também.

MPE deve representar 30% do e-commerce até 2010

“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.

A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.

O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Sebrae abre preparativos para a Copa com encontro nacional 27 novembro, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Gerência de Projetos.
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A preparação do País para a Copa do Mundo de 2014 é tema de reunião hoje, na sede do Sebrae Nacional em Brasília. O encontro, que começou ontem, reúne diretores, secretários, técnicos e representantes da Instituição, dos ministérios do Turismo, Cidades e Esportes, e das 12 cidades-sede onde vão ocorrer os jogos.

A Copa do Mundo 2014 será um marco na história do Brasil e representará oportunidade ímpar para o desenvolvimento do País, e, em especial para as micro e pequenas empresas. Elas são a grande maioria nos setores de turismo, comércio e serviços, entre outros segmentos, que serão fortemente beneficiados com a realização do megaevento esportivo. Há cerca de dois meses, o Sebrae constituiu os comitês técnico e diretivo para lidar com o tema. A reunião em andamento tem como objetivo aprovar o Programa Nacional do Sistema Sebrae e a Copa do Mundo 2014, elaborado pelo comitê técnico. “Esse documento vai direcionar as ações do Sebrae antes, durante e depois da Copa”, diz Luiz Carlos Barboza, diretor técnico do Sebrae, na abertura da reunião.

A ideia central do programa, que foi apresentado aos participantes do encontro, é apresentar quais serão as prioridades do Sistema Sebrae no processo de preparação dos pequenos negócios para a Copa, segundo o diretor. O Sebrae Nacional viu R$ 36 milhões em seu Plano Plurianual para que sejam aplicados nos projetos voltados à Copa, sendo R$ 12 milhões para 2010, 2011 e 2012, respectivamente, informou Barboza. Os recursos do Sebrae poderão ser ampliados, ao longo da realização dos projetos, assim como os prazos, adiantou o diretor. As unidades estaduais da Instituição ficarão encarregadas de articular parcerias com os governos estaduais, municipais, empresas e terceiro setor.

Segundo o chefe-de-gabinete do ministro de Turismo, Carlos Silva, desde abril passado o órgão está preparando o plano do Governo Federal para a Copa, a ser lançado pelo presidente Lula em dezembro. Estão previstos investimentos da ordem de R$ 155 bilhões pelo Mtur nos preparativos do megaevento esportivo, informou Silva na reunião.

As ações do plano do Mtur estão baseadas em quatro eixos: promoção da imagem do País (dentro e fora do Brasil); hotelaria; infraestrutura dos destinos turísticos priorizados (65 municípios indutores de turismo); e capacitação e qualificação. Nesse último eixo, o Sebrae é parceiro fundamental do Mtur, segundo Silva. As ações de capacitação e qualificação contarão com um total de R$ 440 milhões, a serem aplicados até 2014.

Alguns projetos já estão em andamento, como o programa Olá, Turista, desenvolvido em parceria com a Fundação Roberto Marinho, informou o chefe-de-gabinete do Mtur. “Até 2014, 306 mil trabalhadores envolvidos no atendimento direto ao turista terão sido capacitados”, afirmou Carlos Silva.

Gestão

“O papel do Sebrae é preparar e aperfeiçoar a gestão das micro e pequenas empresas. Os projetos voltados para a Copa devem contemplar essa premissa. A preparação da mão de obra será feita por nossos parceiros, que têm esse papel”, ressaltou o ministro. O Sebrae dispõe de um amplo conjunto de soluções e poderá, a partir da qualificação das empresas, contribuir bastante para a realização da Copa 2014 e, ainda, gerar resultados a serem agregados às Olimpíadas 2016, acrescentou.

Empreendedorismo sustentável é tema do Internacional Avape de Reabilitação e Inclusão 24 novembro, 2009

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Empreendedorismo Social: Soluções em Tempos de Crise é o tema  do Encontro Internacional de Empreendedorismo Sustentável.

O evento faz parte do 3º Congresso Internacional Avape de Reabilitação e Inclusão  da AVAPE em São Paulo .

Políticas Públicas para Geração de Emprego e Renda no painel Parcerias Intersetoriais e Ações em Rede Gerando a Inclusão.

O encontro estima receber cerca de 500 profissionais da iniciativa pública, privada, organizações não governamentais e fundações que atuam nas áreas de reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência, educação, gestão de organizações sociais, diversidade, responsabilidade social e programas sustentáveis e inclusivos.

Prêmio Técnico Empreendedor 2009 24 novembro, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Inovação, Prêmios.
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Iniciativa contempla projetos inovadores de instituições de ensino técnico e tecnológico.

Os projetos selecionados estão nos sites do Sebrae (www.sebrae.com.br), do Ministério da Educação (www.mec.gov.br), do Banco do Brasil (www.bb.com.br) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br), instituições parceiras na realização do prêmio.

Os projetos concorrem nas categorias Técnico (Ensino Médio) e Tecnólogo (Ensino Superior), nos temas Livre, Inclusão Social e Cooperativismo. Cada equipe reúne até três alunos e conta com um professor orientador. Este ano, houve a inscrição de 280 trabalhos. Os primeiros colocados na etapa nacional receberão R$ 8 mil; os segundos, R$ 6 mil; e os terceiros, R$ 4 mil. Já os professores orientadores dos primeiros, segundos e terceiros lugares receberão, respectivamente, R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil.

Na categoria Técnico se classificaram em Tema Livre: Caprytos – Produtos da Carne Caprina (PE), Minhocas do Vale (GO) e MROUTES (PA). Em Inclusão Social os classificados foram BIO – ICTION (RJ), Coleção Artedaki (AP) e Turismo Ambiental e Inclusão Social na Chapada do Araripe com Trilhas Ecológicas (CE). Em Cooperativismo foram Cooperar – Cooperativa de Reciclagem e Indústrias de Telhas Ecológicas (GO), Coopmuriti – Cooperativa de Mulheres para Beneficiamento de Frutos do Buriti (GO) e Cooperativa de Piscicultores de São Domingos (DF).

Na categoria Tecnólogo, em Tema Livre, foram classificados os projetos Adesuv (SC), Ecobloco (SP) e Equipamentos para obtenção do ácido pirolenhoso e sua aplicabilidade (MG). Os projetos Librasystem (PB), MIG – Material Inclusivo para Genética (PA) e Tropix – Néctar de Frutos Tropicais (PE) foram classificados em Inclusão Social. Já os projetos Caminhão SOS Mulher (PR), Cooperativa Educacional Sopa de Letrinhas (SE) e Cooperativa dos Produtores de Óleo Essencial de Vetiver (MG) foram classificados em Cooperativismo.

A coordenadora nacional do Técnico Empreendedor pelo Sebrae, Denise Marques, elogia o nível cada vez mais instigante dos projetos recebidos. “O prêmio pretende estimular o empreendedorismo, e a inovação entre os estudantes e os projetos avaliados trazem justamente conceitos inovadores, com idéias surpreendentes”, elogia Denise.

O Programa Técnico Empreendedor compõe-se de três ações: o prêmio; uma parceria com a entidade Junior Achievement para capacitação de estudantes de escolas técnicas em oito estados e a capacitação de incubadoras de empresas de escolas técnicas.

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