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Plataform Contact Center estrutura sede no Porto Digital em Recife 9 fevereiro, 2011

Posted by stefanibcb in Call Centers, Economia, Incubadoras, Inovação, Mídias Sociais, Plataform Contact Center, Tecnologia.
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A Plataform Contact Center, reconhecida nacionalmente como fornecedora de soluções de qualidade voltadas para CRM, contact centers e integração com telefonia CTI e marketing multicanal através de redes sociais, intensifica sua presença nacional com a reestruturação de sua sede no Porto Digital no Recife.

Com alto investimento na operação de expansão, tem expectativa de crescimento de 35% dos negócios até o final do ano. Com o escritório no Porto Digital em Recife, a empresa espera dobrar o volume de negócios na região e iniciar uma linha de produção local. O objetivo é fortalecer a base de negócios nos dois Estados, estabelecer novos canais e atender de forma plena os clientes dessas regiões, em suas soluções\de marketing multicanal, redes sociais, voip, pesquisa de mercado, cobrança extra judicial e fidelização de clientes.

A Plataform Contact Center tem como foco a inovação e atendimento de clientes nos novos meios de comunicação através das redes sociais, que tem sido uma grande oportunidade de  interação com o cliente em tempo real, especialmente para a nova gereção.

Segundo estudo da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group, de 2010, a grande maioria dos funcionários e consumidores prefere utilizar redes sociais para a comunicação. O estudo mostrou que a satisfação dos clientes com as atuais interações de negócios via mídia social era, em meados de 2010, de apenas 65%.

Em 2011, este cenário já vem se configurando de uma nova maneira. Cada vez mais empresas veem neste nas redes sociais uma oportunidade para atingir metas por meio da inovação. “As metas que traçamos este ano para a Plataform Contact Center são bem desafiadoras. Com o lançamento do Redes Sociais e a consolidação de nossos produtos de CRM e CTI no mercado, aliados ao crescimento e estruturação de toda a equipe, temos tido excelente desempenho, o que aponta para um resultado bastante animador e ampliação do marketshare no Nordeste para 2011″, afirma Flammarion Cysneiros, diretor de negócios da Plataform.

Plataform Contact Center

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Serviços contact center | call center | atendimento ao cliente

Redes Sociais | Social Media I Network | Fidelização

marketing multicanal | SMS | MMS | mail marketing | VoIP,
pesquisas de mercado e opinião | soluções em cobrança

telemarketing ativo e receptivo | webchat | CRM | tecnologia

Twitter: @plataform
Skype: plataform
Fone: 55 (81) 3052-1775
Brasil | Pernambuco | Recife | Porto Digital

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Porto Digital


O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas. Em uma região atrativa para inovação, instituições, empresas, universidades e governos fomentaram mudanças econômicas e sociais que estão gerando riqueza, emprego e renda.

O marco zero dessa nova economia é o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software, que está situado no Recife, capital de Pernambuco, no nordeste brasileiro.

Edital MCT/SETEC/CNPq Nº 75/2010 – RHAE Pesquisador na Empresa 21 janeiro, 2011

Posted by Flammarion Cysneiros in Editais, Incubadoras, Inovação.
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I – EDITAL

O Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq tornam público o presente Edital e convidam os interessados a apresentarem propostas nos termos aqui estabelecidos, e em conformidade com o anexo REGULAMENTO, parte integrante deste Edital.

I.1 – OBJETIVO

O presente Edital tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do País. As propostas devem observar as condições específicas estabelecidas na parte II – REGULAMENTO, anexo a este Edital, que determina os requisitos relativos ao proponente, cronograma, recursos financeiros a serem aplicados nas propostas aprovadas, origem dos recursos, itens financiáveis, prazo de execução dos projetos, critérios de elegibilidade, critérios e parâmetros objetivos de julgamento e demais informações necessárias.

I.2 – APRESENTAÇÃO E ENVIO DAS PROPOSTAS

I.2.1 – As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, a partir da data indicada no subitem II.1.2- CRONOGRAMA do REGULAMENTO.

I.2.2 – As propostas devem ser transmitidas ao CNPq, até às 18 (dezoito) horas, horário de Brasília, da data limite de submissão das propostas, descrita no subitem II.1.2 - CRONOGRAMA do REGULAMENTO. No entanto, o sistema eletrônico (servidor de rede) receberá propostas com tolerância de mais 24 (vinte e quatro horas), encerrando-se, impreterivelmente, às 18h (dezoito horas) do dia posterior à data limite de submissão das propostas, horário de Brasília. O proponente receberá, após o envio, um recibo eletrônico de protocolo da sua proposta, o qual servirá como comprovante da transmissão.

I.2.3 – As propostas devem ser apresentadas em conformidade com o descrito no subitem II.2 -CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE – do REGULAMENTO, contendo rigorosamente todos os itens previstos neste Edital. O arquivo contendo o projeto de pesquisa deve ser gerado fora do Formulário de Propostas On line e anexado a este, nos formatos “doc”, “pdf” “rtf” ou “post script”, limitando-se a 1Mb (um megabyte). Caso seja necessário utilizar figuras, gráficos, etc, para esclarecer a argumentação da proposta, estes não devem comprometer a capacidade do arquivo, pois as propostas que excederem o limite de 1Mb não serão recebidas pelo guichê eletrônico do CNPq.

I.2.4 - Não serão aceitas propostas submetidas por qualquer outro meio, tampouco após o prazo final de recebimento estabelecido no subitem I.2.2 acima. Assim, recomenda-se o envio das propostas com antecedência, uma vez que o CNPq não se responsabilizará por propostas não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamentos.

I.2.5. – Caso a proposta seja remetida fora do prazo de submissão, ela não será aceita pelo sistema eletrônico. Por este motivo e, no cumprimento do disposto no caput do art. 41, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, não haverá possibilidade da proposta ser acolhida, examinada e julgada.

I.2.6 – Será aceita uma única proposta por proponente. Na hipótese de envio de uma segunda proposta pelo mesmo proponente, respeitando-se o prazo limite estipulado para submissão das propostas, esta será considerada substituta da anterior, sendo levada em conta para análise apenas a última proposta recebida.

I.2.7. – Em se constatando propostas idênticas, todas serão desclassificadas.

I.3 – ADMISSÃO, ANÁLISE  E JULGAMENTO

A seleção das propostas submetidas ao CNPq, em atendimento a este Edital, será realizada por intermédio de análises e avaliações comparativas. Para tanto, são estabelecidas as seguintes etapas:

I.3.1. – Etapa I – Análise pela Área Técnica do CNPq

1.3.1.1. Esta etapa, a ser realizada pela área técnica do CNPq, consiste na análise das propostas apresentadas quanto ao atendimento às disposições estabelecidas nos itens do REGULAMENTO, relativos ao subitem II.1.4 - ITENS FINANCIÁVEIS, subitens II.2.1-QUANTO AO PROPONENTE E EQUIPE DE APOIO, subitem II.2.2.1 a) do subitem II.2.2.- QUANTO À PROPOSTA e II.2.3- QUANTO À INSTITUIÇÃO DE EXECUÇÃO, dos CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE.

I.3.2 – Etapa II – Análise, julgamento e Classificação pelo Comitê Julgador

I.3.2.1. As propostas serão avaliadas e classificadas nesta etapa considerando a análise da etapa anterior e os CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE, indicados no subitem II.2.2.- QUANTO À PROPOSTA, e de JULGAMENTO, indicados no subitem II.3., do REGULAMENTO, que serão pontuados pelo Comitê Julgador.

I.3.2.2. A pontuação final de cada projeto será aferida conforme estabelecido no item II.3 – CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO do REGULAMENTO.

I.3.2.3 – Após a análise de mérito e relevância de cada proposta e da adequação de seu orçamento, os Comitês, dentro dos limites orçamentários estipulados pela Diretoria Executiva do CNPq, poderão recomendar:

a) aprovação, com ou sem cortes orçamentários; ou

b) não aprovação.

I.3.2.4 – O parecer do Comitê sobre as propostas, dentro dos critérios estabelecidos, será registrado em Planilha Eletrônica, contendo a relação das propostas julgadas, recomendadas e não recomendadas, com as respectivas pontuações finais, em ordem decrescente, assim como outras informações e recomendações julgadas pertinentes.  Para propostas recomendadas, será definido o valor a ser financiado pelo CNPq. Para propostas não recomendadas, será emitido parecer consubstanciado contendo as justificativas para a não recomendação. A Planilha Eletrônica será assinada pelos membros do Comitê.

I.3.2.5.– Não é permitido integrar o Comitê Julgador o pesquisador que tenha apresentado propostas a este Edital, ou que participe da equipe do projeto.

I.3.2.6 - É vedado a qualquer membro do Comitê julgar propostas de projetos em que:

a) esteja participando da equipe do projeto seu cônjuge, companheiro ou parente, consangüíneo ou afim,  em linha reta ou na colateral, até o terceiro grau; ou

b) esteja litigando judicial ou administrativamente com qualquer membro da equipe do projeto ou seus respectivos cônjuges ou companheiros.

I.3.3 – Etapa III – Análise pela Diretoria Executiva (DEX) do CNPq

Todas as propostas analisadas pelos Comitês serão submetidas à apreciação da Diretoria Executiva do CNPq, que emitirá a decisão final sobre sua aprovação, observados os limites orçamentários deste Edital.

I.4 – RESULTADO DO JULGAMENTO

I.4.1. A relação das propostas aprovadas com recursos financeiros do presente Edital, será divulgada na página eletrônica do CNPq, disponível na Internet no endereço www.cnpq.br e publicada no Diário Oficial da União.

I.4.2. Todos os proponentes do presente Edital terão acesso ao parecer sobre sua proposta, preservada a identificação dos pareceristas.

I.5 – RECURSOS ADMINISTRATIVOS

I.5.1. Caso o proponente tenha justificativa para contestar o resultado do julgamento das propostas, poderá apresentar recurso em formulário eletrônico específico, disponível na Plataforma Carlos Chagas (http://carloschagas.cnpq.br), no prazo de 10 (dez) dias corridos, a contar da data da publicação do resultado no Diário Oficial da União e na página do CNPq, desde que esteja disponibilizada ao proponente o parecer do Comitê Julgador na Plataforma Carlos Chagas.

1.5.2. O recurso deverá ser dirigido à Comissão Permanente de Análise de Recursos – COPAR que, após exame, encaminhará o resultado para deliberação final da Diretoria Executiva do CNPq.

I.5.3. Na contagem do prazo excluir-se-á o dia do início e incluir-se-á o do vencimento, e considerar-se-ão os dias consecutivos. O prazo só se inicia e vence em dias de expediente no CNPq.

I.5.4. A norma específica, Resolução Normativa nº 006/2009 , que estabelece os procedimentos necessários para interposição de recursos está disponível na página do CNPq, no endereço eletrônico http://www.cnpq.br/normas/rn_09_006.htm.

I.6 – CONTRATAÇÃO DAS PROPOSTAS APROVADAS

I.6.1. As propostas aprovadas serão contratadas na modalidade de Auxílio Individual, em nome do Coordenador/Proponente, mediante assinatura de Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto de Pesquisa Científica e/ou Tecnológica.

I.6.2. A firmatura do Termo de Concessão ficará subordinada à existência prévia de Protocolo de Cooperação Técnica, celebrado entre a instituição de execução do projeto e o CNPq, conforme previsão contida na alínea “a” do item 5 do Anexo I da Resolução Normativa nº 024/2006 (http://www.cnpq.br/normas/rn_06_024.htm), e que, nos termos da Cláusula Segunda, item 3 –  Das Competências da Instituição, do referido Protocolo, não haja veto da instituição.

I.6.3. A existência de alguma inadimplência do proponente com a Administração Pública Federal direta ou indireta constituirá fator impeditivo para a contratação do projeto.

I.7 – CANCELAMENTO DA CONCESSÃO

I.7.1. A concessão do apoio financeiro poderá ser cancelada pela Diretoria Executiva do CNPq, por ocorrência, durante sua implementação, de fato cuja gravidade justifique o cancelamento, sem prejuízo de outras providências cabíveis em decisão dvidamente fundamentada.

I.8 – PUBLICAÇÕES

I.8.1. As publicações científicas e qualquer outro meio de divulgação de trabalho de pesquisa, apoiados pelo presente Edital, deverão citar, obrigatoriamente, o apoio das entidades/órgãos financiadores.

I.8.2. As ações publicitárias atinentes a projetos e obras financiadas com recursos da União, deverão observar rigorosamente as disposições contidas no § 1º do art. 37 da Constituição Federal, bem assim aquelas consignadas na Instrução da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República – atualmente a IN/SECOM-PR nº 02, de 16 de dezembro de 2009.

I.9 – IMPUGNAÇÃO DO EDITAL

I.9.1. Decairá do direito de impugnar os termos deste Edital o proponente que não o fizer até o segundo dia útil anterior ao prazo final estabelecido para recebimento das propostas. Ademais, não terá efeito de recurso a impugnação feita por aquele que, em o tendo aceitado sem objeção, venha apontar, posteriormente ao julgamento, eventuais falhas ou imperfeições.

I.9.2. A impugnação deverá ser dirigida à Diretoria Executiva do CNPq, por correspondência eletrônica, para o endereço: presidencia@cnpq.br .

I.10 – REVOGAÇÃO OU ANULAÇÃO DO EDITAL

I.10.1. A qualquer tempo, o presente Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, seja por decisão unilateral da Diretoria Executiva do CNPq, seja por motivo de interesse público ou  exigência legal, em decisão fundamentada, sem que isso implique direito a indenização ou reclamação de qualquer natureza.

I.11 – PERMISSÕES E AUTORIZAÇÕES ESPECIAIS

I.11.1. É de exclusiva responsabilidade de cada proponente adotar todas as providências que envolvam permissões e autorizações especiais de caráter ético ou legal, necessárias para a execução do projeto.

I.11.2. Coordenadores brasileiros de projetos de pesquisa, relacionados à biodiversidade, devem observar a legislação em vigor (MP nº  2.186-16/2001, Decreto nº 3.945/01, alterado pelo Decreto nº 4.946/2003, Decreto nº 98.830/90, Portaria MCT nº 55/90) para autorizações de acesso, coleta e remessa de amostras e concessão de vistos de entrada no País aos estrangeiros participantes do projeto.

I.12 – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

I.12.1. Durante a fase de execução do projeto, toda e qualquer comunicação com o CNPq deverá ser feita por meio de correspondência eletrônica à Coordenação responsável pelo Comitê Julgador do Edital (coctc@cnpq.br).

I.12.2. Qualquer alteração relativa à execução do projeto deverá ser solicitada ao CNPq por seu coordenador, acompanhada da devida justificativa, devendo a mesma ser autorizada antes de sua efetivação.

I.12.3. Ao final da vigência, o proponente deverá apresentar a prestação de contas financeira e os relatórios técnicos, em conformidade com o que estiver estabelecido no Termo de Concessão e demais normas do CNPq.

I.12.4. Durante a execução, o projeto será acompanhado e avaliado, em todas as suas fases, de acordo com o estabelecido no Termo de Concessão.

I.12.5. O CNPq reserva-se o direito de, durante a execução do projeto, promover visitas técnicas ou solicitar informações adicionais visando aperfeiçoar o sistema de Avaliação e Acompanhamento.

I.12.6. As informações geradas com a implementação das propostas selecionadas e disponibilizadas na base de dados do CNPq serão de domínio público.

I.12.7. Caso os resultados do projeto ou o relatório em si venham a  ter valor comercial ou possam levar ao desenvolvimento de um produto ou método envolvendo o estabelecimento de uma patente, a troca de informações e a reserva dos direitos, em cada caso, dar-se-ão de acordo com o estabelecido na Lei de Inovação, nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 5.563, de 11 de outubro de 2005 e pela RN-013/2008 (http://www.cnpq.br/normas/rn_08_013.htm).

I.12.8. O presente Edital regula-se pelos preceitos de direito público e, em especial, pelas disposições da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e, no que couber, pelas normas internas do CNPq.

I.13 – DOS ESCLARECIMENTOS E DAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS ACERCA DO CONTEÚDO DO EDITAL E PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PROPOSTA ONLINE

Os esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo deste Edital e sobre o preenchimento do Formulário de Proposta On line poderão ser obtidos por intermédio do endereço eletrônico e telefones indicados em item específico do REGULAMENTO.

I.14- CLÁUSULA DE RESERVA

A Diretoria Executiva do CNPq reserva-se o direito de resolver os casos omissos e as situações não previstas no presente Edital.

Brasília, 13 de dezembro de 2010

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Edital MCT/CNPq Nº 75/2010 – RHAE Pesquisador na Empresa

II – REGULAMENTO

O presente REGULAMENTO tem por finalidade definir as atividades a serem apoiadas financeiramente, e as condições para implementação do apoio, mediante a seleção, por edital, de propostas para execução de projetos.

II.1. DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS

II.1.1.DO OBJETO

Apoiar as atividades de pesquisa tecnológica e de inovação, por meio da inserção de mestres ou doutores, em empresas de micro, pequeno e médio porte, atendendo aos objetivos do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (Plano CTI 2007-2010 – http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/66226.html) e as prioridades da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP – http://www.mdic.gov.br/pdp/index.php/sitio/inicial).

Seguindo o que é definido na PDP como Programas Estruturantes para Sistemas Produtivos, e as áreas de interesse dos Fundos Setoriais financiadores deste Edital, as propostas de projetos devem abordar os setores industriais, dentro dos seguintes temas:

- Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas (Tecnologias de Informação e Comunicação, Nanotecnologia, Biotecnologia, Complexo Industrial da Defesa, Complexo Industrial da Energia Nuclear e Complexo Industrial da Saúde), bem como a indústria aeroespacial.

- Programas Para Fortalecer Competitividade (Complexo Automotivo, Indústria de Bens de Capital, Indústria Naval e de Cabotagem, Indústria Têxtil e de Confecções, complexo de Couro, Calçados e Artefatos, setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, setor de Madeira e Móveis, Indústria de Transformados Plásticos, Complexo Produtivo do Biodiesel, a Agroindústria, Construção Civil e Complexo de Serviços).

- Programas para Consolidar e Expandir Liderança (Complexo produtivo do Bioetanol, Complexo industrial do Petróleo, Gás e Petroquímica, Complexo Aeronáutico e Complexos produtivos de Mineração, Siderurgia, Celulose e Carnes)

Serão aceitas propostas de projetos de desenvolvimento tecnológico de produtos ou processos que visem ao aumento da competitividade das empresas por meio de: inovação; adensamento tecnológico e dinamização das cadeias produtivas; incremento, compatível com o setor de atuação, dos gastos empresariais com atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico; atendimento à relevância regional; e cooperação com instituições científicas e tecnológicas.

II.1.2. CRONOGRAMA

Atividades Data
Lançamento do Edital no Diário Oficial da União e na página do CNPq na Internet 15 de dezembro de 2010
Disponibilização do Formulário de Propostas On line 27 de dezembro de 2010
1ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 18 de fevereiro de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir de abril de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de abril de 2011
2ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 3 de junho de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir de agosto de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de agosto de 2011
3ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 2 de setembro de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir novembro de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de novembro de 2011

II.1.3. RECURSOS FINANCEIROS

II.1.3.1 – As propostas aprovadas neste Edital serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais), a serem liberados, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq

II.1.3.1.1 – Parcela mínima de 30% dos recursos será, necessariamente, destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste, incluindo as respectivas áreas de abrangência das Agências de Desenvolvimento Regional (Lei nº 11.540/2007).

II.1.3.2 – Os recursos destinados a este edital são provenientes do FNDCT/Fundos Setoriais. As informações sobre os fundos setoriais (documentos básicos, diretrizes estratégicas, legislação básica etc.) estão disponíveis no sítio do MCT, em http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/725.html.

II.1.3.3 – Por projeto, o valor máximo a ser solicitado ao CNPq é de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), somente em bolsas, nas modalidades descritas neste Edital e com vigências limitadas a 24 (vinte e quatro) meses.

II.1.3.4 – PARCERIAS

A parceria esperada para a proposta, com vistas à agregação de recursos financeiros e/ou não financeiros para execução do projeto, abrange os setores públicos, privados e não-governamentais. A parceria não é obrigatória, entretanto, se existente, será item avaliado no julgamento da proposta, conforme item II.3.1.D. deste Regulamento.

II.1.3.5 – CONTRAPARTIDA

As instituições proponentes ou executoras deverão aportar ao projeto a contrapartida mínima de 20% do valor do projeto, em recursos financeiros ou não financeiros, efetivamente necessários para a execução da proposta e que possam ser economicamente mensuráveis e demonstráveis. Como aportes, serão aceitos recursos do tipo:

- Custeio: salários, passagens e diárias, auxílio-moradia e seguro-saúde de pessoal ligado diretamente ao projeto; material de consumo, serviços de reprografia;

- Custeio das despesas relativas à participação na Reunião de Avaliação e Acompanhamento definido no subitem II.4.2.2 b do anexo REGULAMENTO, no valor de até R$ 4.000,00 (quatro mil reais);

- Capital: equipamentos, material permanente e material bibliográfico.

II.1.4. ITENS FINANCIÁVEIS

II.1.4.1. Serão financiadas somente bolsas, que devem estar diretamente relacionadas ao objeto e às atividades do projeto, compreendendo as modalidades:

a) SET (Fixação e Capacitação de Recursos Humanos – Fundos Setoriais), níveis:

- A, B e C (para doutores)

- D, E e F (para mestres)

- I (para alunos de graduação)

b) DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial), todos os níveis;

c)  EV (Especialista Visitante), todos os níveis;

d)  ATP (Apoio Técnico em Extensão no País), todos os níveis.

II.1.4.2. É obrigatório que a proposta solicite, no mínimo, uma bolsa SET para mestre ou doutor, ou seja, nos níveis A, B, C, D, E ou F, no decorrer do projeto.

II.1.4.3. Ressalte-se que os recursos referentes às bolsas deverão ser incluídos no formulário eletrônico de submissão, no orçamento do projeto.

II.1.4.4. Para informações mais detalhadas sobre as modalidades, critérios, níveis e valores das bolsas, consultar as normas específicas das bolsas de Fomento Tecnológico em http://www.cnpq.br/normas/rn_10_015.htm, respeitando as modalidades citadas  nas letras a), b), c), d) e e) do subitem II.1.4.1. deste regulamento.

II.1.4.5. A duração das bolsas, limitadas a 24 (vinte e quatro) meses, não poderá ultrapassar o prazo de execução do projeto. As bolsas não poderão ser utilizadas para pagamento de prestação de serviços, uma vez que tal utilização estaria em desacordo com a finalidade das bolsas do CNPq.

II.1.4.6. Caberá ao coordenador fazer as indicações dos bolsistas tão logo seja assinado o Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto de Pesquisa Científica e/ou Tecnológica.

II.1.4.7. A empresa executora, a título de contrapartida, poderá conceder, conforme seus critérios, auxílios complementares aos bolsistas, tais como, auxílio transporte, auxílio moradia, auxílio instalação, seguro-saúde e qualquer outra forma que não caracterize vínculo empregatício.

II.1.5. PRAZO DE EXECUÇÃO DOS PROJETOS

As propostas a serem apoiadas pelo presente Edital deverão ter seu prazo máximo de execução estabelecido em 30 (trinta) meses. Este prazo, superior à vigência máxima das bolsas, vislumbra o período necessário para a seleção de candidatos às bolsas do projeto contemplado. Excepcionalmente, mediante apresentação de justificativa, o prazo de execução dos projetos poderá ser prorrogado.

II.2. CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE

Os critérios de elegibilidade indicados abaixo são obrigatórios. O atendimento aos mesmos é considerado imprescindível para o exame da proposta, seu enquadramento, análise e julgamento. A ausência ou insuficiência de informações sobre quaisquer deles poderá resultar na desclassificação da proposta.

II.2.1. QUANTO AO PROPONENTE E EQUIPE DE APOIO

II.2.1.1. O coordenador do projeto, que é necessariamente o proponente, será responsável, junto ao CNPq, pela gestão do projeto. A figura do coordenador técnico, quando presente, será responsável pelos aspectos técnicos e pela execução do projeto. Caso o coordenador técnico não seja citado no projeto, assume-se que as funções de coordenador e coordenador técnico serão desempenhadas pela mesma pessoa, o proponente.

II.2.1.2. O proponente (coordenador do projeto), responsável pela apresentação da proposta, deve atender obrigatoriamente aos itens abaixo:

a) ter seu currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br/) do CNPq até a data limite para apresentação das propostas;

b) ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto na qualidade de sócio, dono ou funcionário. Esta informação deve estar explicitamente declarada em seu CV Lattes, no campo “Atuação profissional”.

II.2.1.3. O coordenador técnico deve atender aos itens abaixo relacionados:

a) ter seu currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br/) do CNPq até a data limite para apresentação das propostas;

b) ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto na qualidade de sócio, dono ou funcionário. Esta informação deve estar explicitamente declarada em seu CV Lattes, no campo “Atuação profissional”.

II.2.1.4. Não é permitido, nem ao coordenador e nem ao coordenador técnico, atuarem como bolsistas no projeto.

II.2.1.5 – A equipe técnica (não bolsistas) poderá ser constituída por pesquisadores, alunos e técnicos. Outros profissionais poderão integrar a equipe na qualidade de colaboradores.

II.2.1.6. Somente deverão ser incluídos na equipe técnica do projeto aqueles que tenham prestado anuência formal escrita, a qual deve ser mantida sob a guarda do Coordenador do projeto.

II.2.1.7. O mesmo proponente não pode coordenar mais de uma proposta para este Edital.

II.2.1.8. Ao apresentar a proposta o proponente assume o compromisso de manter, durante a execução do projeto, todas as condições de qualificação, habilitação e idoneidade necessárias ao perfeito cumprimento do seu objeto, preservando atualizados os seus dados cadastrais juntos aos registros competentes.

II.2.2.  QUANTO À PROPOSTA

II.2.2.1. A proposta deve atender aos seguintes requisitos e condições, de forma a permitir sua adequada análise:

a) o projeto, documento anexado ao formulário de propostas On Line, deverá adotar obrigatoriamente o modelo descrito no Anexo “Roteiro Detalhado do Projeto” deste Edital. Discrepâncias entre os dados fornecidos no Formulário de Proposta On Line e os constantes do arquivo do projeto de pesquisa podem provocar o desenquadramento da proposta;

b) apresentar projeto de desenvolvimento tecnológico e de inovação, em consonância com o objetivo deste Edital;

c) especificar as atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica a serem desenvolvidos na empresa, descrevendo a participação dos bolsistas. Não é necessário citar os nomes dos bolsistas no projeto.

d) mostrar a existência de condições materiais para a sua execução, seja com recursos próprios de contrapartida ou com recursos captados de outras fontes de financiamento;

e) relacionar as atribuições específicas de cada instituição (executora do projeto e parceiras), descrevendo a forma de articulação entre elas, tendo em vista o objetivo comum do projeto;

f) mostrar a alocação, pelos parceiros, de recursos suficientes para o desenvolvimento do projeto;

g) descrever a forma de acompanhamento e a avaliação do desenvolvimento do projeto;

II.2.2.2. A proposta não deve incluir solicitação de apoio para:

a) atividades de rotina ou administrativas;

b) formação de recursos humanos em cursos de pós-graduação;

II.2.2.3. Quanto ao orçamento, a proposta deve conter:

a) Recursos em bolsas, conforme as modalidades solicitadas.

b) Contrapartida mínima de 20% do valor da proposta.

II.2.3. QUANTO À INSTITUIÇÃO DE EXECUÇÃO (EMPRESAS ELEGÍVEIS)

II.2.3.1. A instituição de execução do projeto será aquela onde será desenvolvido o projeto de pesquisa e com o qual o proponente deve apresentar vínculo e será doravante denominada “Instituição de Execução do Projeto”, podendo ser microempresa, empresa de pequeno porte e média empresa, privada, conforme definição a seguir:

Porte Definição
Microempresa Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal º. 10.406, de 10 de janeiro de 2002, cuja receita bruta anual seja igual ou inferior ao limite de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais), estabelecido no inciso I do art. 3º. da Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
Empresa de pequeno porte Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal nº. 10.406, de 2002, cuja receita bruta anual seja superior a R$240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), conforme limites estabelecidos no inciso II do art. 3º. da Lei Complementar Federal nº. 123, de 2006;
Média empresa Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal nº. 10.406, de 2002, cuja receita bruta anual seja superior ao limite máximo de R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), e igual ou inferior a R$90.000.000,00 (noventa milhões de reais).

II.2.3.2. A instituição de execução do projeto deverá ser constituída sob as leis brasileiras e ter sua sede e administração no País.

II.2.3.3. A instituição de execução do projeto deverá estar devidamente cadastrada no Cadastro de Informações Institucionais (CADI) (http://di.cnpq.br/di/cadi/consultaInst.do) até a data limite para apresentação das propostas, segundo o cronograma.

II.3 – CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO

II.3.1 – São os seguintes os critérios para classificação das propostas quanto ao mérito técnico-científico e sua adequação orçamentária:

Critérios de análise e julgamento Peso Nota
A Clareza, objetividade da proposta e sua relevância para as áreas definidas no edital. 3 0 a 10
B Grau de inovação e impacto tecnológico 3 0 a 10
C Perfil da equipe e das bolsas solicitadas. 2 0 a 10
D Adequação dos arranjos cooperativos ao desenvolvimento da proposta (parcerias com outras instituições). 1 0 a 10
E Viabilidade técnica, mercadológica e econômica. 1 0 a 10

II.3.2. Para estipulação das notas poderão ser utilizadas até duas casas decimais.

II.3.3. A pontuação final de cada projeto será aferida pela média ponderada das notas atribuídas para cada item.

II.3.4. Em caso de igualdade na pontuação final, será utilizado como critério de desempate a pontuação obtida pela soma dos critérios de análise e julgamento “A” e “B” do subitem II.3.1.

II.4 – AVALIAÇÃO FINAL/PRESTAÇÃO DE CONTAS

II.4.1. O Coordenador do projeto deverá encaminhar em Formulário on line específico, no prazo de até 60 (sessenta) dias após o término da vigência do projeto, em conformidade com o Termo de Concessão e demais normas do CNPq:

a) relatório final do projeto;

b) avaliação das atividades dos bolsistas.

II.4.2. O acompanhamento e a avaliação da execução dos projetos contemplados poderão ser realizados em duas modalidades:

II.4.2.1. À distância:

aplicação de formulários de acompanhamento/avaliação do projeto. Esta etapa constitui-se no preenchimento de formulários de avaliação do projeto pelos seus coordenadores.

II.4.2.2. Presencial:

a) visitas técnicas in loco

Esta etapa prevê a realização de visita técnica ao projeto, quando necessária, por técnicos do CNPq responsáveis pelo processo de acompanhamento e avaliação, que poderão ser assessorados por consultores escolhidos pelo CNPq.

b) Reunião de Acompanhamento e Avaliação

Esta etapa prevê Reuniões de Avaliação e Acompanhamento, onde os coordenadores dos projetos e membros de equipe poderão ser convidados a apresentar ao MCT e ao CNPq os resultados das atividades desenvolvidas durante o projeto.

II.4.3. O CNPq reserva-se o direito de, durante a execução do projeto, solicitar informações adicionais visando aperfeiçoar o sistema de Avaliação e Acompanhamento.

II.5 – ESCLARECIMENTOS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS ACERCA DO CONTEÚDO DO EDITAL E PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PROPOSTA ONLINE

II.5.1 -Esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo deste Edital podem ser obtidos encaminhando mensagem para o endereço: rhae@cnpq.br

II.5.2 -O atendimento a proponentes com dificuldades no preenchimento do Formulário de Propostas Online será feito pelo endereço atendimento@cnpq.br ou pelos telefones (61) 2108-9004 ou 2108-9354, de segunda a sexta-feira, no horário de 8h30 às 18h30.

ANEXO I – Roteiro Detalhado de Projeto

INCUBADORA

A INCUBATIC – Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento, estimula empreendedores a participarem dos Editais de Inovação que abrirão em 2011, entre eles o RHAE Cnpq e o PRIME  e PAPPE da Finep.

A INCUBATIC está selecionando projetos para 2011, as solicitações de inscrições podem ser enviadas para o e-mail: incubatic@icomuni.com.br

Serão 05 (cinco) vagas para empresas inovadoras, com 03 (três) baias cada. A infraestrutura conta ainda com internet banda larga de 15MB, recepção, telefone / Fax, sala de reunião para 10 lugares, e copa/lanche. Além de um propício ambiente de inovação favorável as Startups.

Serviço:

INCUBATIC – Porto Digital

Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento

Fone: (81) 3052-1775

O Programa INCUBATIC tem por objetivo pré-incubar empresas nascentes com projetos inovadores e viabilizá-los no mercado oferecendo suporte para gestão de negócios e administração organizacional.

Os empreendedores submetem um projeto para avaliação, onde são avaliados a viabilidade do projeto, e o perfil empreendedor dos sócios por um especialista.

Nesta avaliação tenta-se perceber o know-how técnico da equipe e o expertise para o segmento que o projeto visa atender.

Após a empresa ser pré-incubada, capacita-se para uma metodologia para gerenciamento de projetos ágeis SCRUM e PMI.

O programa de pré-incubação contempla também: capacitação em gestão e empreendedorismo; capacitação técnica para gerenciamento de projetos. A maior parte dos cursos e palestras são ministrados pelo Sebrae, como Gestão, Empreendedorismo e Liderança. Com relação a gerenciamento de projetos opta-se também pela metodologia SCRUM, muito difundida atualmente para empresas de Tecnologia da Informação.

Esse método visa o gerenciamento de projetos com agilidade e coletividade, onde o colaborador é seu próprio gerente sendo acompanhado pelo SCRUM MASTER (Supervisor).

O programa de Pré Incubação INCUBATIC, é operacionalizado pela ICOMUNI Consultorias e atualmente conta com 2 empresas pré-incubadas, a WEB360Graus e a Lupa Soluções Inovadoras.

Maiores informações pelo telefone: 81 3445-2956

Incubadoras reduzem risco de mortalidade entre startups 6 janeiro, 2011

Posted by stefanibcb in Incubadoras, Inovação, Sebrae, Tecnologia da Informação.
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Reproduzido do EXAME.com

O ambiente de uma incubadora, como o nome sugere, é ideal para ajudar um empreendedor a amadurecer sua ideia e ser capaz, depois de um tempo, de caminhar com as próprias pernas. Há 28 anos no Brasil, o movimento de incubação de empresas evoluiu, mas ainda é menor do que em outros países, como Estados Unidos.

Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. (Anprotec), o Brasil tem mais de 400 incubadoras distribuídas em 25 estados. Para a vice-presidente da instituição, Francilene Procópio Ferreira, “nos últimos 25 anos, o Brasil tem assimilado cada vez mais que as incubadoras são um viés importante para o desenvolvimento do empreendedorismo inovador”. Já o diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Risola, acredita que “o momento não é de expansão, o compasso é de manutenção”.

Mais de 6300 empresas participam desse ambiente e geram um faturamento médio anual de 2,5 bilhões de reais e, sem benefícios tributários, as empresas pagam 500 milhões de reais em impostos. As incubadoras mais conhecidas são as de base tecnológica, que exigem algum tipo de inovação envolvendo tecnologia. Há também incubadoras tradicionais, mistas, sociais e culturais.

Quem pode entrar
De acordo com a Anprotec, 10 mil negócios inovadores devem ser graduados até 2020. O Ningo, site que agrega comparação e compra online, é um delas. “A incubadora traz visibilidade e transfere credibilidade para a empresa, porque são projetos que já passaram por um crivo, foram avaliados por analistas em uma pré-seleção”, diz Paulo Rogério Vieira, cofundador do Ningo e que faz parte do Cietec. Além do espaço físico, as incubadoras oferecem cursos para capacitar os empreendedores que têm um projeto inovador

Estudantes, cientistas e empreendedores que tenham uma ideia e queiram fazer parte de uma incubadora precisam certificar-se de que seu projeto é inovador antes de participar do edital. “Entra quem tem um projeto inovador, já que a incubadora acaba sendo um elo entre a empresa e a instituição de conhecimento para ajudar a desenvolver o produto”, explica Evelin Astolpho, consultora do Sebrae/SP.

Entre os pré-requisitos está a demanda por um plano de negócios. Além disso, existe a necessidade de analisar as condições econômicas para o negócio surgir e crescer. “O ponto de entrada passa pela identificação do plano de negócios”, diz Francilene. Cada incubadora abre o edital para a seleção de empresas em uma data própria. Para participar, os empreendedores pagam uma taxa mensal que varia conforme a região e o local de incubação. No Cietec, em São Paulo, por exemplo, a taxa custa entre 950 e 1760 reais.

As áreas mais buscadas em incubadoras de base tecnológica são biomedicina, biotecnologia, multimídia, educação à distância, energias alternativas, tecnologia da informação, internet, instrumentação, automação, laser, mecânica de precisão, fitoterápicos, meio ambiente, novos materiais, química fina, softwares especialistas, telecomunicação e aplicações técnicas nucleares.

O processo tem dado bons resultados nos últimos anos. “O objetivo é investir em inovação e aumentar a longevidade dessas empresas, diminuindo o risco de uma morte súbita. Nas incubadoras, a mortalidade está abaixo de 30%”, diz a representante da Anprotec.

Desafios
As incubadoras são mantidas com o apoio de políticas públicas e outros parceiros, como o Sebrae, a FIESP e associações comerciais. Mesmo tendo atingido uma maturidade, as incubadoras ainda têm dois grandes desafios para ultrapassar.

Um deles é a sustentabilidade. “As incubadoras ainda são muito dependentes de recursos públicos. O que falta acontecer é uma revisão do modelo de gestão da incubadora, um processo interno, que envolve o entorno de onde ela está instalada”, diz Francilene.

Outro desafio é a criação de mais parcerias na rede de empresas. “Como elas estão se relacionando? Precisamos atuar em rede, aprendendo e trocando ideias para maximizar a capacidade desses negócios no mercado interno e externo”, explica.

FINEP lançará nova edição do Prime até o final de 2010 17 dezembro, 2010

Posted by stefanibcb in Incubadoras, Inovação, Pequenas e médias empresas, PRIME, Tecnologia.
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A FINEP lançará, até o final de 2010, uma nova edição do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Por meio de carta-convite serão selecionadas incubadoras que atuarão como operadoras descentralizadas em todo o País.

O  Prime entrou em operação no início de 2009 e seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos. O Programa é voltado ao apoio de empresas inovadoras de base tecnológica que tenham até dois anos e estejam formalmente legalizadas e vai financiar empreendimentos que se destaquem pelo caráter inovador de seus produtos ou serviços. Cada projeto selecionado vai receber, inicialmente, R$ 120 mil em recursos não reembolsáveis, que serão aplicados na estruturação de planos de negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Em 2009, o Prime teve 3.154  empresas inscritas em todo o País, com um total de 16.116 postos de trabalho.  Foram selecionadas 17 incubadoras em nove estados, que atuaram como agentes operacionais descentralizados. Os três setores da economia mais presentes nas inscrições foram Informação e Comunicação (37,53%); Atividades Profissionais Científicas e Técnicas (19,48%); e Indústrias de Transformação (17,96%). Veja aqui mais detalhes de edição 2009 do Prime.

 

Fonte: Ministério da Cultura e Tecnologia

Mídias sociais: Uma excelente oportunidade para as vendas e acesso à mercados 16 novembro, 2010

Posted by Flammarion Cysneiros in Incubadoras, Inovação, Mídias Sociais.
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Elas são conhecidas como redes de relacionamento e compartilhamento, usadas para a interação dos usuários sobre os mais diversos assuntos. Mas, além disso, as famosasmídias sociais vêm sendo utilizadas cada vez mais para atrair a atenção dos consumidores para a venda de produtos e serviços. Afinal, o processo de venda também é um processo de relacionamento.

A questão é como são lançados os apelos nas redes, uma vez que nelas as pessoas querem conversar, trocar opiniões, fazer críticas, se divertir. Ninguém está interessado em ficar vendo aquelas insistentes “propagandas”, pelo menos não naquele modelo tradicional…

Com linguagem adequada ao público e às características próprias de cada mídia social, elas se tornam excelentes meios para se aproximar dos consumidores,oferecendo ótimas oportunidades e se tornando um poderoso canal de vendas.Mas, é fundamental saber onde o seu público está (Twitter, Orkut, Facebook, etc.) para não desenvolver ações sem retorno.

A vantagem é que as mídias sociais são fáceis de usar, permitem constantes atualizações, são extremamente populares, e não exigem grandes investimentos, nem sistemas exclusivos. Portanto, são excelentes para aspequenas e médias empresas!

Blog Corporativo, por exemplo, é totalmente propício para falar de produtos e serviços, oferecendo informações atualizadas, releases, podendo ser usado para apresentá-los de modo mais completo – O blog da ICOMUNI Consultoria ilustra bem este caso.

Albúns de fotos, como o Flickr também são excelentes, pois funcionam como uma verdadeira vitrine. Contudo, precisam ser divulgados para que as pessoas saibam que podem ver fotos dos seus produtos na internet. A integração das redes sociais nos blogs ajuda bastante neste sentido.

Flickr da Cisne Calçados e Confecções, implantando e atualizado pela SmartIS.

O Orkut e o Facebook possuem aquelas visualizações de atualização que são ótimas para chamar a atenção dos consumidores sobre as novidades. Por meio deles é possível postar fotos, informar sobre promoções, disponibilizar meios de contato, divulgar outras redes da empresa, entre outras oportunidades.

Já o Twitter permite informar os seguidores e responder a suas perguntas em tempo real (funcionando como um SAC), tornando a sensação de “novidade” ainda maior, fora a possibilidade de colher opiniões e poder se defender de ataques.

Existem inúmeras possibilidades de vendas que as mídias sociais podem estimular. Por isso, é fundamental acompanhar sempre as tendências em comunicação digital, conhecendo novas redes, novos recursos e comportamentos que irão direcionar as suas ações para obter resultados de negócios reais a partir da internet.

 


O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital – Bairro do Recife 16 novembro, 2010

Posted by Flammarion Cysneiros in Call Centers, Incubadoras, Mídias Sociais, Rede Social, Redes sociais, Tecnologia da Informação.
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O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital - Bairro do Recife

O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital - Bairro do Recife

Será lançado ainda este ano no Porto Digital, o primeiro Contact Center, com atendimento e relacionamento com o cliente, 100% baseado na redes sociais.

A estratégia é gerenciar os atendimentos aos clientes, através das redes sociais, que se tornaram os principais canais de relacionamentos das empresas.  E que projetam um aumento de 50% ao ano.

 

Contact Center Social Media  Porto Digital Recife ICOMUNI Consultoria Redes Sociais

 

A ICOMUNI Consultoria está projetando uma expansão em 50% ainda no primeiro trimestre de 2011. Os clientes já adiantaram as demandas, o que ajudou no planejamento e antecipação do lançamento aida para dezembro de 2010.

Contact Center Social Media

Informações acesse: www.icomuni.com.br / (81) 3052-1775

As novas apostas do Porto Digital 28 julho, 2010

Posted by Flammarion Cysneiros in Incubadoras, Inovação, Tecnologia da Informação.
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O Porto Digital apresentou, na manhã de ontem, as primeiras empresas escolhidas para desenvolverem suas atividades na nova incubadora Cais do Porto. Dos 62 projetos inscritos para incubação, treze foram selecionados. Um 14º nome ainda será indicado através do prêmio Pernambuco Inovador. Eles terão como objetivo elaborar soluções para os principais desafios dos setores produtivos primários de Pernambuco, economia criativa, cultura e entretenimento. Além de incentivos fiscais, as empresas poderão utilizar toda a estrutura do local, como pontos de trabalho, notebooks, internet banda larga, data center, salas de reunião, vídeo conferência e suporte gerencial.

O responsável pela elaboração do projeto Redu, André Diniz, um dos selecionados para a nova incubadora, aproveitará a ação do Porto Digital para aprimorar as soluções. “Vamos utilizar ao máximo a estrutura local e lançar a versão definitiva do nosso aplicativo até setembro”, diz André, que desenvolveu a solução para ensino à distância baseada em redes sociais. Já Eduardo Cruz, responsável pela elaboração do projeto Rise, focou as atividades no aumento da produção da Tecnologia da Informação local. “A solução tem como objetivo a reutilização do software, proporcionando a redução de custos”, afirma.

Segundo o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, a intenção não é oferecer apenas o espaço. “Hoje, mais da metade das empresas brasileiras oferecem somente a infraestrutura para a incubação. O diferencial do Cais do Porto está na ênfase que será dada a formação dos negócios”, diz Saboya, sobre o direcionamento dos projetos. “Os candidatos passaram por um processo rigoroso de seleção e nos apresentaram ideias que poderão ser transformadas em soluções, em cima dos problemas do Estado de Pernambuco e da sociedade”, completa.

Os setores priorizados no processo de seleção, de acordo com o gerente da incubadora, Eiran Simis, são as áreas de saúde, energia e economia criativa, que também suportam soluções para eventos de grande porte. “Durante um ano e meio, as empresas passarão por uma capacitação teórica, depois haverá o design do negócio, o desenvolvimento das soluções e, por último, a saída da incubadora, que é a fase mais importante”, afirma Simis.

Conheça os projetos:

1. Opará (Gustavo Monteiro)

Solução focada na modernização do ciclo de frutas do Vale do São Francisco.

2. Rise (Eduardo Cruz)

Projeto que visa a reutilização do software, possibilitando a redução de gastos com licenças.

3. Bid Corp (Ricardo Farias)

Solução para leilões corporativos online.

4. Tocaê (Daniela Talmon)

Plataforma para a venda de músicas digitais, voltada ao público que não pode adquirir músicas através da operadora.

5. Bluwhee (André Britto)

Dispositivo criado para o envio de conteúdo via bluetooth.

6. In Mídia (Silvio Oliveira)

Aplicativo focado na utilização de mídias interativas.

7. Carnaval Digital (Juliano Dubeux)

Serviço que facilita a comunicação em grandes eventos. O aplicativo fornecerá informações de controle fluxo, por exemplo, via celular.

8. Seu Ticket (Antônio Inocêncio)

Plataforma para a compra e venda de ingressos. A solução será disponibilizada via SMS e pela internet.

9. Redu (André Diniz)

Ferramenta baseada em redes sociais, que permite a integração entre alunos de ensino à distância.

10. Mobiclub (Tiago Leite)

Solução de pagamentos que tem como ojetivo a eliminação de filas em restaurantes, por exemplo. O prótotipo já foi desenvolvido.

11. Ahimsa (Edmilson Rodrigues)

Serviço de negócio social para pagamentos. Segundo o responsável pelo projeto, a solução ainda é segredo.

12. Retriever (Lúcio Ribeiro)

Ferramenta que visa a automatização da logística entre distribuidores de proteses ortopédicas

13. Portal da Locação (Ronaldo Barros)

Solução que tem como objetivo ligar as empresas de construção civil e as empresas de locação de equipamento.

Jovens encontram apoio para projetos em incubadoras 8 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Incubadoras.
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Incubadora_ovo

No Brasil, 25% dos empreendedores são jovens; incubadora é espaço para aprender a gerenciar um negócio

Brasília – Jovens antenados e que acreditaram nos projetos criados em plena faculdade a ponto de transformá-los em um negócio inovador. Assim podem ser apresentados os empreendedores Marcos Passos, 19 anos, e Frederico Biehl, 27 anos, que hoje têm empresas incubadas no Micro Distrito Industrial de Base Tecnológica (Midi Tecnológico), de Florianópolis (SC).

Eles são exemplos de jovens que têm aumentado sua participação na atividade empreendedora a cada ano, segundo dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2008. De acordo com a GEM, o Brasil alcançou o terceiro lugar no ranking mundial de países com grande número de jovens empreendedores. De todos os empresários do País, 25% são jovens. O Brasil fica apenas atrás do Irã (29%) e Jamaica (28%). São cerca de 3,82 milhões de jovens brasileiros à frente de negócios.

Marcos Passos é sócio e criador da Bookess, uma editora e biblioteca virtual. Nesse ambiente, o usuário pode criar o próprio livro. Lá também são encontradas obras de domínio público cujos direitos econômicos não são de exclusividade de nenhum indivíduo ou entidade. Por isso, é possível encontrar livros de Machado de Assis e de Antoine de Saint-Exupéry, como ‘O Pequeno Príncipe’.

Quando tinha 17 anos e entrou para a faculdade de Ciência da Computação, Marcos começou a desenvolver a Bookess. A idéia veio quando se programou para terminar de ler o livro ‘Fortaleza Digital’, durante uma viagem que fez. “Fiz tantos planos que acabei esquecendo o livro em casa. Aí percebi que se ele estivesse disponível na internet poderia lê-lo”, conta.

Solução

Esse problema acabou virando uma grande oportunidade. Marcos começou a trabalhar no desenvolvimento de uma ferramenta que possibilitasse a leitura de livros pela internet e foi além: criou também a função de biblioteca. O site Bookess foi lançado em abril do ano passado.

Na busca de aprimorar o serviço, em setembro do mesmo ano, ele enviou um plano de negócios para investidores. O processo, composto por um período de longa análise, entrevistas e testes, foi concluído no início deste ano, quando a Bookess conseguiu o aporte de capital.

O investimento trouxe muitas mudanças. Marcos mudou-se do Rio de Janeiro para Santa Catarina porque o contrato prevê que a empresa e o empreendedor devem estar num raio de 200 quilômetros do investidor. E, por isso, também teve que fazer transferência para outra faculdade.

Além disso, a empresa que já funcionava na incubadora MIDI Tecnológico, em Florianópolis, como incubada virtual, com menos benefícios, passou a ser incubada presencial. Isso trouxe além de mais benefícios, menos taxas. “Incubadora é um ambiente legal, rodeado de projetos inovadores. Estar em uma incubadora ajuda a empresa a se estruturar sem muitos gastos e também é aqui que temos acesso a uma série de serviços, como assessoria jurídica, assessoria de imprensa e de marketing”, destaca.

Nesse ambiente da incubadora, a cada dia o site Bookess é aprimorado. Já são três mil livros publicados. “As pessoas entram e enviam seus livros gratuitamente e é feita a publicação no site. Hoje, os três livros mais lidos ganham uma versão impressa. É a realização daqueles que sonham em ser escritores e não tiveram ainda uma oportunidade no mercado editorial”, ressalta. Quando um livro é publicado, não é apenas a impressão que o autor ganha, mas todo um processo para torná-lo oficialmente um autor no Brasil. A pessoa fica com registro no sistema internacional ISBN que identifica numericamente os livros segundo título, autor, país e editora.

Os serviços do site são totalmente gratuitos. Daqui a três meses, cada pessoa vai poder enviar o livro e recebê-lo impresso. Para isso, será cobrado apenas o custo de produção de um livro. O cálculo será feito em cima do número de páginas e pela impressão colorida ou preto e branco.

Para Marcos, o fato de ser jovem não gera preconceitos quando está à frente dos negócios. “Se às vezes a pouca idade pode parecer uma desvantagem na hora de conseguir investimento, é preciso buscar vantagens para suprir isso, como responsabilidade, idéia boa e original e a crença de que é possível concretizá-la”, diz. “O mercado sempre busca soluções para problemas antigos”, completa.

Na política

Frederico Biehl é outro exemplo. Seu negócio surgiu de um trabalho para a conclusão da graduação em 2005. A idéia veio do pai, que é político. “O objetivo era usar a tecnologia para atender ao cidadão, intensificando a interação do agente político com a sociedade”, explica. Trata-se de ferramenta on line que é usada pelos políticos, uma espécie de escritório virtual, para gerenciar informações no ambiente político. A ferramenta é chamada de Inteligência Política (Ipol).

Após o término da graduação, Frederico decidiu melhorar esse sistema para transformá-lo em produto. O site Ipol foi colocado no mercado em meados de 2007, quando a empresa Sintonia já estava incubada no Midi Tecnológico. Atualmente, 15 agentes políticos utilizam a ferramenta. Segundo ele, todo o crescimento que tiveram desde o lançamento do site vem do apoio da incubadora. “Não é em qualquer ambiente que você sai da sua sala e encontra um gênio na sala ao lado. Na incubadora, isso é possível. Já ocorreram várias situações em que o apoio de colegas ajudou muito. Apesar do foco dos negócios serem diferentes, estamos todos trabalhando com tecnologia”, destaca.

Programa de incubação vai apoiar dez empresas da Mata Sul do Estado 8 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Editais, Incubadoras.
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www.ideiape.com.br

A unidade do Sebrae Mata Sul lança o Programa de Incubação de Empresas (I.D.E.I.A.) no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. 

O objetivo da iniciativa é selecionar dez empresas das áreas de Tecnologia da Informação (TI) e comércio. A coordenadora do I.D.E.I.A., Andréa Viana, explica que serão feitos dois tipos de seleção. “A empresa que ainda não tem um plano de negócios pronto deve se candidatar primeiro para a pré-incubação, ou seja, para a incubação de projetos e ideias. Ela será encaminhada para o projeto PROPRIO do Sebrae, e depois que apresentarem viabilidade serão incubadas”, diz.

As empresas prontas poderão se inscrever diretamente no edital de Incubação de Empresas, preenchendo o formulário que vai estar disponível no site do I.D.E.I.A. “Vamos avaliar o resumo executivo dessas empresas para selecioná-las”, afirma Andréia. Atualmente existem três empresas incubadas, uma de design, logística e uma de softwares e sistemas.

O gerente da unidade Sebrae da Mata Sul, Gustavo Aguiar, explica que o projeto de incubação visa reduzir as estatísticas de abandono dos empreendimentos – segundo ele, atualmente, mais da metade nos novos negócios fecha nos primeiros dois anos.

“A incubação para a empresa é análoga à incubação do ser humano: quando um bebê nasce mais frágil, ele vai para uma incubadora, recebe medicamentos. Na incubadora, a empresa tem todo suporte técnico de consultoria e capacitação, principalmente em gestão empresarial, para que ela torne mais competitiva do mercado”. 

Ainda segundo ele, as empresas escolhidas não terão custo nenhum com o projeto. “Se o empresário tem uma ideia, ele vai colocá-la no papel, em um plano de negócios, e vamos analisar a viabilidade dela – concorrentes, fornecedores, clientes, faturamento mínimo para cobrir custos fixos e variáveis, retorno e como essa empresa vai remunerá-lo”.

A ação acontecerá no Auditório do Sebrae Mata Sul, que fica na Rua Vigário João Batista, 154, centro do Cabo de Santo Agostinho e é gratuita. Mais informações pelo telefone (81) 3521-2270.

Site: http://www.ideiape.com.br

Erros e Acertos dos novos Empreendedores pós crise 8 junho, 2009

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Balança

Dos computadores para os grelhados

O economista João Böer, 44 anos, desesperou-se quando soube que perderia seu emprego como diretor de vendas da Oracle, multinacional de tecnologia em que trabalhava havia uma década. “Só conseguia pensar em arranjar um emprego parecido, mas o telefone da minha casa não tocava”, conta. Em meio à crise e sem enxergar uma saída a curto prazo, Böer tomou uma difícil decisão: ele, que jamais havia pensado em ter o próprio negócio, resolveu investir algo como 500 000 reais num restaurante de grelhados em São Paulo. Isso depois de analisar dezenas de possibilidades. “Comida está dando dinheiro”, diz o economista, que já entendia o suficiente de finanças para montar uma empresa – mas nada de comida. “Fiz um curso para aprender, literalmente, o feijão com arroz.”

Onde ele acertou: optou por abrir sua empresa num dos setores que mais crescem no país – o de alimentação.

Onde ele errou: dispensou um processo seletivo mais demorado e já precisou trocar três dos 22 funcionários.

A crise fez surgir no Brasil um novo tipo de empreendedor. É gente que jamais havia pensado em ter o próprio negócio até perder recentemente o emprego e se ver sem perspectiva de arranjar outro. Eles ocupavam bons cargos em grandes corporações e, juntando o fundo de garantia à rescisão de contrato, receberam, ao sair, dinheiro suficiente para começar uma empresa. Um novo estudo da consultoria DBM, uma das maiores em recolocação de executivos do mundo, dimensiona o fenômeno no Brasil – que repete, numa escala menor, o cenário nos Estados Unidos. O levantamento mostra que, desde outubro passado, o momento mais agudo da crise, cresceu em 60% o número de brasileiros que, uma vez demitidos, decidiram partir para um negócio próprio. Até agora, são algo como 100 000 pessoas. Eles não têm perfil aventureiro: 90% procuram alguma espécie de assessoria antes de montar sua empresa. Ainda que suas experiências no antigo emprego possam ser de grande valia, reconhecem que muitas das situações que se apresentam agora são inteiramente novas – não apenas porque se tornaram donos de um negócio pela primeira vez, mas também porque a maioria mudou de área. É o caso do engenheiro Raul Bonan, 38 anos, e de sua mulher, a advogada Christiane Magalhães, 35, hoje à frente de duas lanchonetes especializadas em servir chá-mate no Rio de Janeiro. Diz a ex-executiva de banco: “É um desafio começar uma nova carreira a esta altura da vida”.

O surgimento dessa nova geração de empreendedores ajuda a explicar por que o número de pequenas empresas no país já subiu tanto neste ano – o crescimento foi da ordem de 20%, de acordo com um relatório recém-consolidado pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio. Os negócios tocados por esses novatos, no entanto, têm indicadores bastante diferentes daqueles que marcam, tipicamente, o empreendedorismo no Brasil. A começar pelo capital investido de saída, até 500 000 reais, bem mais do que os 20 000 reais com os quais se inicia, em média, um negócio no país. Com diploma de ensino superior e, em muitos casos, até com MBA no currículo, os novatos também contribuem para o aumento na escolaridade dos empresários brasileiros – em geral, muito baixa. Para se ter uma ideia, apenas 17% dos donos de empresa no país pisaram numa universidade. “Esses ex-executivos têm um perfil bem raro entre os empreendedores no Brasil”, diz Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae. Eles estão, sem dúvida, em melhores condições para vingar num cenário em que um terço das empresas abertas no país fecha antes de completar um ano. “Com mais dinheiro para investir e preparo para levar um negócio adiante, têm infinitamente mais chances de prosperar”, afirma o economista Maílson da Nóbrega.

Ainda que iniciem o negócio em vantagem, a curta experiência dos novos empreendedores aponta para algumas dificuldades. Não é fácil para eles, antes de tudo, desistir de procurar trabalho em empresas. Até chegar a esse ponto, João Böer, 44 anos, ex-diretor de vendas da Oracle, uma das gigantes da internet, passou três meses esperando o telefone tocar, depois de espalhar currículos no mercado. “Foi complicado aceitar a ideia de que o mais sensato era iniciar um negócio, coisa que jamais havia cogitado”, diz Böer, que, apesar da assumida inaptidão para a cozinha, se tornou dono de um restaurante de grelhados em São Paulo. Justamente a segunda dificuldade para ele e os outros foi escolher em que investir. A lição nesse campo é simples, embora pouco aplicada no país: para a empresa dar certo, ela deve atender a uma demanda real da economia, ainda que seja numa área nova para o dono. Os empreendedores da crise, apesar de algum sofrimento para enfrentar mudança tão radical, demonstram pragmatismo. Estima-se que pelo menos a metade deles foi parar no ramo de alimentação, um setor que cresce. Resta, porém, um obstáculo que pode atrapalhar os novatos. “Como não escolheram esse caminho, talvez lhes falte o espírito de liderança e a obstinação necessária”, pondera Rodrigo Teles, diretor da Endeavor, instituto que incentiva a cultura empreendedora. “Só vão dar certo os que não pensarem apenas na sobrevivência – mas em crescer.”

A essas dificuldades somam-se aquelas que qualquer brasileiro enfrenta ao abrir um negócio. O processo é dolorosamente lento e burocrático. Um ranking de 181 países organizado pelo Banco Mundial traz o Brasil entre aqueles onde é mais penoso montar uma empresa, na 127ª posição. Para abrir um negócio, é preciso esperar, em média, 152 dias e ainda ter paciência para cumprir dezoito procedimentos burocráticos. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos a empresa sai do papel em seis dias e a burocracia tem um terço do tamanho. O crédito também é mais caro e escasso no Brasil, o que obriga as pessoas a fazer uso da poupança – ela fornece em torno de 70% do capital inicial investido em uma empresa no país. Por fim, pesa contra os profissionais uma alta carga de impostos, que chega a abocanhar 52% do lucro das empresas. Mais de dois terços dos empreendedores brasileiros são informais – outro ponto em que os novatos decidiram agir de forma diferente. Entre eles, praticamente inexiste a informalidade.

Foi depois de passar por todos esses entraves que o engenheiro químico Marcio Bastos, 60 anos, recém-demitido de uma multinacional petrolífera, tomou a decisão de criar um negócio voltado para prestar assessoria a iniciantes como ele: “É um aprendizado. Vi logo que não dava para replicar os processos de uma multinacional numa empresa pequena”. Um alto grau de empreendedorismo é vantajoso para qualquer país. O economista Joseph Schumpeter (1883-1950) dizia que, sem isso, não haveria inovação tecnológica e os países estariam fadados a uma posição de equilíbrio estático, em que o crescimento da economia seria nulo. O Brasil é o 13º país mais empreendedor do mundo, mas o que se vê ainda é distante daquele cenário pintado por Schumpeter: predominam aqui negócios minúsculos, sem grande inovação, que são varridos do mapa na mesma velocidade com que surgem. “Esses negócios não se traduzem em aumento de vagas no mercado de trabalho, maior oferta de serviços ou preços mais competitivos, como ocorre quando o empreendedorismo é de alto nível”, avalia Valentino Carlotti, presidente no Brasil do banco Goldman Sachs. Daí a relevância do aparecimento desse novo grupo de empreendedores, do qual faz parte a administradora de empresas Clara Barreiros, 54 anos, dona de um MBA e de longa experiência no laboratório francês Sanofi-Aventis. Lá, ela gerenciava toda a logística envolvida na manutenção do prédio da multinacional. A empresa que acaba de abrir é da mesma área. Diz a administradora, que pensa de forma parecida à dos demais novatos: “Sofri muito com a demissão, mas agora já não me vejo em outra vida”. Bom para ela – e para a economia do país.

Aposta na inovação

O engenheiro eletrônico Antonio Gutierrez, 34 anos, anda ansioso. Desde que abriu sua empresa, em março, ainda não viu nenhum dinheiro entrar. Só teve gastos. “O começo é muito difícil, mas estou apostando alto”, diz. Depois de ser demitido de uma empresa especializada em licenciamento de softwares, na qual trabalhou por cinco anos, Gutierrez resolveu aproveitar seu conhecimento para tentar avançar numa área bem específica: a de criação de quiosques eletrônicos de autoatendimento (aqueles utilizados em aeroportos e supermercados). Sabe que há mercado para isso: “Enquanto no Brasil existem quatro fabricantes desse produto, nos Estados Unidos são mais de 100″.

Onde ele acertou: está investindo em inovação. Custa caro, mas as chances de retorno são altas.

Onde ele errou: não procurou um especialista para se informar sobre o processo de abertura de uma empresa – e a sua levou mais de seis meses para sair do papel.

Velhos contatos na vida nova

A administradora de empresas Clara Barreiros, 54 anos, precisou passar por dezenas de processos seletivos até se conformar com a dura realidade: apesar do currículo impecável e de sua longa experiência no laboratório francês Sanofi-Aventis, arranjar emprego em meio à crise parecia improvável. Foi aí que ela teve a ideia de abrir uma empresa na mesma área em que trabalhava. Como gerente de facilities, Clara cuidava dos equipamentos e da infraestrutura da multinacional – das cadeiras dos funcionários à fachada do prédio. Entendia tudo disso, mas nada de negócios. “O jeito foi fazer cursos para aprender o básico”, diz ela, que tem a seu favor uma extensa rede de contatos. “Eu me sinto segura.”

Onde ela acertou: fez cursos específicos sobre empreendedorismo antes de se arriscar na carreira-solo.

Onde ela errou: firmou parcerias para executar serviços aos clientes sem se certificar da idoneidade dos sócios – e precisou voltar atrás.

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