Wikipedia quer chegar a 1 bilhão de usuários em 2015 14 janeiro, 2011
Posted by stefanibcb in Internet, Sites, web 2.0.Tags: usuários, Wikipedia
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Fonte: EXAME.com
O novo objetivo do Wikipedia é chegar a 1 bilhão de usuários até o ano de 2015, disponibilizando o acesso em outros idiomas e países, como Índia e Brasil, revelou o co-fundador da enciclopédia virtual, Jimmy Wales.
“Uma enciclopédia gratuita para cada cidadão do planeta em seu próprio idioma sempre foi nossa missão desde o primeiro dia. E é um objetivo que perseguimos de modo obsessivo”, sustentou Wales, em declarações ao jornal “Financial Times” por causa do 10º aniversário de criação do Wikipedia.
Com visitas de mais de 400 milhões de usuários ao mês, o Wikipedia, que é uma organização sem fins lucrativos, presume já ser o quinto site mais popular do mundo, e projeta abrir um escritório na Índia este ano e em breve outro no Brasil.
Quase a metade dos US$ 16 milhões que a enciclopédia virtual arrecadou no mês passado será como destino investimentos em tecnologias como a criação de um segundo banco de dados para facilitar o acesso fora dos Estados Unidos e na Europa.
Wales é otimista sobre o potencial dos computadores com telas táteis, que possibilitarão maiores contribuições de
países em desenvolvimento, onde os telefones celulares, às vezes a única forma de acesso à internet, são pequenos e frágeis.
Nos Estados Unidos, alguns colaboradores veteranos do Wikipedia expressam seus desejos para atrair jovens: um deles disse ao “Financial Times” que suas ferramentas de edição, que eram revolucionárias em 2001, “atualmente já são arcaicas”.
Wales reconhece a necessidade de melhorias, mas não se diz preocupado pelo débil crescimento do número de contribuintes: “acho que vamos bem. Temos uma comunidade bastante robusta”.
Mas sua prioridade neste momento, acrescenta, é aumentar a diversidade de seus contribuintes.
Wikipedia está desenvolvendo agora uma interface chamada WYSIWYG, que é o acrônimo da expressão em inglês “What you see is what you get”, cuja tradução remete a algo como “O que você vê é o que você obtem”.
Um problema persistente, diz a publicação, é o fato de decidir quem pode redigir as páginas mais polêmicas como os perfis de políticos importantes, sobre os quais divergem opiniões.
Wales, ex-operador de mercados de futuros e de opções, de 44 anos, não se diz preocupado pelo futuro do Wikipedia: “Não está em minha natureza pensar nos concorrentes. Não me importa o que fazem outros”.
Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas 28 julho, 2010
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet, Mídias Sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Eleições, Mídias Sociais, Redes sociais
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Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.
Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.
“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.
Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.
Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.
Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.
O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.
Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.
Mundo atual permite difundir inovação por meio de redes sociais 17 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Inovação, Redes sociais, web 2.0.Tags: Inovação, Redes sociais
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A utilização e disseminação de ferramentas colaborativas, como a Web 2.0, é uma tendência nas organizações. As redes sociais influenciam tanto a difusão de inovações quanto a propagação da informação e do conhecimento. De acordo com Cláudio Terra, CEO da Terraforum, a mudança de paradigma das empresas para a denominada Inovação Aberta traz benefícios significativos para empresas que a utilizam de forma estruturada. Terra foi o palestrante do encontro quinzenal realizado pela FNQ, no dia 25 de junho, transmitido via webcast.
O conceito de Inovação Aberta foi criado por Henry Chesbrough, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos. O acadêmico propõe uma nova abordagem para a organização da pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas, que não deve se limitar a usar apenas recursos internos como fontes de inovação, mas também aproveitar redes de cooperação entre parceiros para partilhar recursos e conhecimento.
De acordo com Terra, este conceito entende o processo de inovação como uma atividade difusa, que pode envolver e integrar, por meio de redes sociais, uma ou mais empresas, universidades e institutos de pesquisa. “A Web 2.0 vem desempenhando um papel significativo neste novo contexto. No Brasil, a Inovação Aberta ainda começa a se tornar um conceito aceito. Ela, potencializada pela Web 2.0, demonstra uma grande capacidade para aumentar o entendimento das oportunidades, diminuir os custos de desenvolvimento e aumentar a probabilidade de sucesso e aceitação pelos usuários finais”, disse Terra.
Gestão
De acordo com o executivo, a inovação não é necessariamente o produto, ela extrapola a tecnologia e está associada ao resultado. “É muito importante a empresa estar aberta a processos alternativos de produção e ideias inovadoras, independentemente da posição hierárquica do funcionário. As ideias podem vir de qualquer lugar”, afirmou. “É necessário tornar a inovação uma missão permanente e alavancar todos os tipos de conhecimentos disponíveis, sejam eles tácitos ou explícitos, internos ou externos, tangíveis ou intangíveis”, completou.
Informação, conhecimento e processos são, segundo Terra, essenciais para a inovação. “Inovar é fundamental para a sustentabilidade do negócio. É preciso suportar os passos que levam à inovação contínua. É preciso gestão”. Para ele, há muitos desafios, mas somente uma visão sistêmica gera o resultado esperado. “É preciso um processo de gestão eficaz que gere, capture, organize, avalie, desenvolva, implemente, comercialize, reconheça e mensure a inovação”.
O executivo salientou que se não houver processos estruturados e transparentes não existe inovação. “As ideias não caminham sem processos. Eles estimulam, facilitam e apoiam a inovação”, declarou. Terra ressaltou que os processos não são burocracia e podem estimular a criatividade e inovação, especialmente quando facilitam o alinhamento organizacional; trazem disciplina e métricas associadas; ajudam a criar um ambiente mais seguro para o novo; alavancam o conhecimento organizacional e institucionalizam valores. “A intenção é inovar de maneira recorrente e, por isso, os processos não aliados da inovação, não inimigos. Gestão da inovação é o futuro das empresas”, concluiu.
Clique aqui para acessar a apresentação completa feita por Cláudio Terra.
TI na Web: PayPal, Expo GPS, Web 2.0, Imagine Cup 2009, Chrome 14 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Tecnologia da Informação, web 2.0.Tags: Imagine Cup 2009, web 2.0
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PayPal abrirá plataforma para desenvolvedores criarem aplicativos
Com as APIs do sistema de pagamentos online, será possível transferir dinheiro pela web por meio de transações personalizadas.
O sistema de pagamentos online PayPal abrirá sua plataforma para desenvolvedores, permitindo que eles criem aplicativos com várias opções para transferir dinheiro pela web, informou o eBay, dono do serviço, nesta quarta-feira (8/7).
O PayPal está desenvolvendo o que chama de Adaptive Payments Service, um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs) que permite a troca de informações entre programas.
No dia 23 de julho, as APIs serão apresentadas na sede do PayPal, na Califórnia, Estados Unidos. “Acreditamos que a oferta de uma plataforma global de pagamentos abrirá possibilidades para os desenvolvedores inovarem e criarem receita”, diz o diretor de desenvolvimento de produtos do PayPal, Damon Houghland.
Um documento apresentado pelo blog TechCrunch aponta recursos como o pagamento paralelo. Com ele, um comprador envia apenas um pagamento, que pode ser dividido entre duas ou até seis pessoas. É diferente do pagamento em “corrente”, onde o contato é feito apenas com o primeiro receptor do dinheiro.

Expo GPS apresenta tendências das tecnologias de rastreamento em São Paulo
Congresso acontecerá entre os dias 21 e 23 de julho reunindo especialistas da área de localização, além de novos produtos e serviços.
As vantagens do uso de serviços ligados à geomobilidade serão apresentadas na segunda edição do Expo GPS, congresso latino-americano de localização e rastreamento, realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
O evento é voltado para profissionais que atuam no mercado de mobilidade em geral e desejam se atualizar sobre as principais tendências em produtos e serviços da área.
O evento reunirá mais de 70 palestrantes e debatedores que vão trazer palestras como “soluções e proposições das tecnologias de rastreamento e monitoramento” e “trânsito e as novas soluções para navegação”. A programação completa está disponível no site do Expo GPS.
Os interessados em participar devem fazer as inscrições no site do Expo GPS. Quem se credenciar até o dia 17/7 pagará 600 reais – após esta data o valor será de 650 reais.
O Expo GPS acontece entre os dias 21 e 23 de julho, das 12h às 19h, no Centro de Convenções Imigrantes que fica na Rodovia dos Imigrantes, km.1,5, São Paulo – SP.
A era do “beta” acabou
O termo “beta” é um ícone da era Web 2.0.
Tim O’Relly, que cunhou a expressão Web 2.0, escreveu que a nova fase da internet era um “eterno beta”.
Para quem não sabe, beta é uma palavra usado por profissionais de tecnologia para designar um produto que ainda não está pronto ou está em fase de testes pelos usuários.
Ouvi de uma executiva do Google, durante um evento de Web 2.0 em São Paulo, uma definição curiosa do termo. “A gente tem o privilégio de fazer as coisas mais ou menos”, disse ela, definindo “beta”.
O anúncio do Google de que está entrando na área de sistemas operacionais para competir com a Microsoft é mais um sinal de que não dá mais para fazer “as coisas mais ou menos”.
O próprio Google já está revendo a sua política. O status de beta foi retirado de seus principais serviços, como Gmail, Google Calendar, Google Docs, Google Talk, e Google Video for Business.
Antes, pressionado pelos fabricantes de computadores, foi obrigado a remover o beta do navegador de internet Chrome, que se recusam a instalar um browser considerado inacabado.
A aventura do Google na arena dos sistemas operacionais não é só o fim da era do beta. É o mais forte desafio contra a rival Microsoft.
Pouco a pouco, o Google foi lançando alternativas aos produtos da Microsoft. Primeiro foram aplicativos online, que competem contra o pacote de automação de escritório Office.
Depois, foi a vez de um sistema para celulares, batizado de Android. Em seguida, entrou no segmento de browsers com o Chrome.
Agora, quer roubar uma fatia do ainda lucrativo mercado de sistemas operacionais da Microsoft. Com isso, enterra de vez a era do beta e começa uma nova fase de competição no mercado de internet.
Será que o Google é a nova Microsoft?

PE duas vezes campeão na Imagine Cup 2009
Equipes venceram competição, no Egito, em Desenvolvimento de Jogos e Interoperabilidade
Comemoração é o que não vai faltar no setor pernambucano de TI. As duas equipes que viajaram para o Egito para representar o Estado na final mundial da copa de softwares da Microsoft Imagine Cup 2009 venceram em suas categorias. O resultado da competição, cujo tema são as oito metas do milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), saiu ontem.
O grupo Levv IT, de Edgar Figueiredo (UFPE), Victor Nascimento (Unibratec), Vinícius Ottoni (IFPE, antigo Cefet-PE) e Luciano Firmino (Unicap) levou o primeiro lugar na categoria Desenvolvimento de Jogos, com o game Choice. O jogo mistura raciocínio e desafios com o dinamismo do estilo arcade, e foi construído tendo como mentor o ganhador da Imagine Cup 2007 Diogo Burgos.
A outra taça é da equipe Proativa – que tem incubada de mesmo nome no Centro de Inovação Microsoft, da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (Etepam). O grupo é composto pelos alunos Lucas Mello, João Paulo Oliveira, Amirton Chagas e Flávio Almeida, todos do Centro de Informática (CIn) da UFPE, na categoria Interoperalidade, com a solução ProLearning. A plataforma vencedora busca evitar que seus usuários não se sintam sozinhos no ensino a distância, através da interação em redes de relacionamento durante os cursos.

Google já fechou acordo com fabricantes para uso do sistema Chrome
Em lista similar à dos colaboradores do Android, Google planeja anunciar fabricantes que desenvolverão novo sistema operacional.
O Google planeja anunciar dentro dos próximos dias os nomes dos fabricantes de Taiwan e China que já se comprometeram a trabalhar com seu novo sistema operacional Chrome, afirmou uma porta-voz da companhia nesta quarta-feira (7/7).
A lista será similar à feita para o Open Handset Alliance, com os colaboradores de seu sistema operacional móvel Android.
O novo Chrome OS competirá com o Windows em netbooks, notebooks e desktops. Ele será baseado em Linux e chegará aos ultraportáteis na segunda metade de 2010 – a demonstração da interface de usuário será feita no final de 2009.
O Chrome OS rodará em computadores com diferentes microprocessadores, incluindo os de arquitetura x86 usados pela Intel e AMD, e de arquitetura ARM, comumente encontrada em dispositivos móveis.
O porta-voz da Intel na Ásia-Pacífico, Nick Jacobs, declarou que o novo sistema operacional do Google também valida a categoria de netbooks como dispositivos móveis. Ele aponta o Chrome como exemplo de inovação, criando oportunidades na indústria de tecnologia da informação e oferecendo mais escolhas para os consumidores.
A Acer, terceira maior fabricante de PCs do mundo, e a Asus, foram procuradas pelo IDG News Service, mas não comentaram o assunto.
Saiba quem são as 10 pessoas mais importantes da internet 4 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet, Internet 2, web 2.0, Web 3.0.Tags: CEO, Internet
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Veja quem são os responsáveis pelo que você lê, assiste, escuta, escreve, compra, vende, se relaciona e tudo o mais na web.
Não fossem as pessoas criadoras dos YouTubes, Orkuts e MySpacess do mundo, muito do potencial da rede se perderia em sites spam e outros detritos online.
Então, quem causou o maior impacto no mundo da internet? Levamos em conta centenas de bloggers, organizadores, idealizadores, empresários e inovadores para descobrir aqueles cujas contribuições lapidaram a forma como usamos e usaremos a web.
A partir dessas contribuições, fizemos uma lista com as 50 pessoas mais importantes. E se conseguir um pouco mais de visitas a seu site, talvez ano que vem você faça parte desta lista também.
1. Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin
Executivos, Google
Quando suas ações chegam ao preço de 500 dólares, você vale coletivamente 33 bilhões de dólares e ainda por cima é dono do mecanismo de busca mais usado na internet, bem, você pode fazer praticamente qualquer coisa. O pequeno projeto que Sergey Brin e Larry Pages elaboraram na faculdade se transformou na casa de máquinas mais comentada de mundo e um dos poucos nomes que se transformaram em verbos (pelo menos nos EUA). Eric Schmidt deixou a Novell para se integrar à mesa diretora do Google em 2001 e logo se tornou o CEO da empresa. Depois de conquistar o mundo dos anúncios online, a empresa foi atrás de um brinquedo novo: a aquisição do YouTube marcou um grande passo na direção da completa dominação da rede.
2. Steve Jobs
CEO, Apple
Provavelmente todos já estão cheios de ouvir falar do CEO da Apple, mas quando o apelo de um homem em prol dos direitos livres da música digital reverbera no mundo inteiro, fica difícil ignorar seu poder de influência. Jobs popularizou os downloads legais de música, filmes e programas de TV. E apesar do iPhone ainda não ser um produto de massa, ele se encaminha para finalmente popularizar a navegação na internet via aparelho móvel.
3. Bram Cohen
Co-fundador, BitTorrent
Sistemas usuário-usuário como o KaZaA e o eDonkey são coisas do passado. O futuro (até agora) pertence ao BitTorrent, idéia genial do mago da matemática e programador precoce Bram Cohen. O BitTorrente, desenvolvido em 2001, ganhou popularidade como meio de baixar arquivos grandes (como filmes) dividindo o trabalho entre o hardware e a banda larga. A adaptabilidade da tecnologia em lidar com grandes arquivos deixou Cohen com problemas com a Motion Picture Association of America, que ordenou que o BitTorrent retirasse conteúdo protegido de sua rede. Mas esse empecilho pouco atrapalhou: mais de um terço de todo tráfego na web provém de clientes BitTorrent. Desde então, o programa e os pesos pesados do entretenimento mundial juntaram forças. A recentemente lançada BitTorrent Entertainment Network apareceu com milhares de filmes aprovados pela indústria, além de programas de TV, jogos e músicas para venda.
4. Mike Morhaime
Presidente, Blizzard Entertainment
No universo dos games online, há o World of Warcraft e o resto. Com oito milhões de jogadores em todo o mundo, a Blizzard fatura cerca de 1,5 bilhão de dólares por ano com o jogo. E cada jogador agradece a Mike Morhaime pela chance (se ela vier) de obter a Lâmina da Justiça Eterna. Assim como o Second Life, um mundo (real) de negócios se constrói com base no game. Entretanto, diferentemente do Second Life, esses negócios (que exploram a economia e a jogabilidade do game) não são totalmente bem-vindos.
5. Jimmy Wales
Fundador, Wikipedia
Muitos internautas fazem da enciclopédia virtual Wikipedia sua primeira e última parada para uma pesquisa; e seu conteúdo gerado pelos usuários se tornou tão confiável que a revista Nature a considerou “próxima à (enciclopédia) Britannica” em precisão. O site foi citado como fonte de informação em mais de 100 decisões dos tribunais americanos desde 2004. Mas a popularidade levou o site a ser alvo de spammers, tanto que a Wikipedia teve de bloquear o Qatar (o país mesmo) inteiro de fazer intervenções temporariamente. Para combater os spammers, Wales decidiu direcionar tags “não-rastreáveis” em links externos, informando aos mecanismos de busca para ignorar os links e assim evitar uma inflação artificial do mecanismo de busca enquanto o mesmo ordena os links procurados. Essa estratégia garante que a proeminência da Wikipedia continue a crescer nos resultados de busca. Mas talvez a Wikipedia seja somente o começo para Wales. Recentemente ele lançou seu próprio mecanismo de busca, o WikiSeek, que procura somente em sites mencionados na Wikipedia.
6. John Doerr
Investidor, Kleiner, Perkins, Caulfield & Byers
Ex-vendedor da Intel, John Doerr têm sido o rei do capital de investimento do vale do silício há quase três décadas, com “passagens” pela Sun Microsystems, Amazon.com e o Google. Jeff Bezos (personalidade número 24) descreveu Doerr como o “centro gravitacional da internet”. Ele também colocou seu dinheiro por trás de suas políticas, apoiando controversas iniciativas eleitorais na Califórnia envolvendo energia alternativa e pesquisa com células-tronco.
7. Craig Newmark
Fundador, Craigslist
Seu site não tem anúncios, cobra absurdamente pouco dos poucos visitantes, possui um domínio “.org” e emprega 23 pessoas. Apesar da aparência pobre, o Craigslist teve 14,1 milhões de pageviews em dezembro de 2006 e foi o 52º site mais visto daquele mês, de acordo com a comScore Media Metrix. A Craigslist de Newmark se tornou um vício para muitos, que impulsivamente atualizam a lista ‘coisas gratuitas’ e anúncios pessoais enquanto matam o tempo no trabalho. E mais importante: a lista nocauteou, sozinha, o negócio de classificados offline. Somente na área da baía de San Francisco (EUA), um estudo descobriu que o site suga até 65 milhões de dólares anuais dos anúncios de “precisa-se” dos jornais locais.
8. Peter Levinsohn
Presidente, Fox Interactive Media
A Fox Interactive Media, da News Corporation de Rupert Murdoch, é uma das entidades mais poderosas da rede, controlando 13 sites super acessados (desde o MySpace até o FoxNews.com). Um complemento às propriedades tradicionais da News Corp, essa divisão de internet ficou entre as dez propriedades mais visitadas no mundo em dezembro de 2006, de acordo com o comScore World Metrix. E provavelmente haverá mais, já que, de acordo com a TechCrunch (ver personalidade número 30), a Fox Interactive ainda tem 2 bilhões de dólares para torrar em aquisições.
9. Marissa Mayer
Vice-presidente para pesquisa de produtos e experiência de usuário, Google
A rainha dos produtos Google fiscaliza a lista de serviços e ferramentas cada vez mais diversificadas do gigante de busca, como o Google Maps, Google Desktop e o serviço e-commerce Google Base. A primeira dama do Google se juntou à companhia como primeira engenheira mulher, em 1999 (ela era a empregada #20, mais ou menos) e trabalhou no desenvolvimento da interface amigável e minimalista do Google. Mas não tente acusá-la de viciada no trabalho. De acordo com o site da empresa, é ela quem organiza as noites de cinema dos funcionários.
10. Chad Hurley e Steve Chen
Fundadores, YouTube
Apesar da aquisição da empresa por parte do Google, os fundadores do YouTube – Chad Huley (CEO) e Steve Chen (CTO) – parecem que irão agitar o mundo um pouco mais. Os reis dos vídeos na internet anunciam planos de pagar aos usuários pelos vídeos. Também fecharam diversas parcerias com grandes donos de conteúdo de mídia (MTV, NBC, Warner Music e outros). O sócio co-fundador Jawed Karim deixou a empresa para continuar um mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .
Virtual Target integra Twitter as ações de email marketing 3 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Redes sociais, Twitter
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A partir de agora, a plataforma apresenta nova funcionalidade que visa potencializar as ações de marketing online pelas redes sociais e unificadas.
Acompanhar tendências é uma das prioridades da VIRID Interatividade Digital, que se destaca continuamente pelas constantes atualizações em sua plataforma de envio e gestão de email marketing, a Virtual Target, que hoje atende a 2,7 mil usuários ativos, dedicados a relevância do relacionamento digital com seu público-alvo.
Aproveitando este momento em que empresas ganham força em sua relação com o target através das redes sociais, utilizando os infindáveis recursos da web para trocar informações, ouvir sugestões e tomar decisões sobre sua marca, a VIRID amplia esta oportunidade ao mercado corporativo e lança uma nova funcionalidade na plataforma: a integração ao Twitter.
O objetivo é oferecer uma solução integrada, voltada para empresas de qualquer porte e segmento, para que aumentem a abrangência de suas campanhas através das mídias digitais e, agora, sociais e obtenham o melhor retorno sobre seus investimentos.
“Hoje, as redes sociais permitem que empresas e clientes compartilhem interesses, aumentando as possibilidades de negócios. Com a novidade na plataforma, potencializamos este processo. O compartilhamento das campanhas fortalece as ações, fazendo com que seja vista por mais e mais pessoas”, enfatiza Veruska Reina, CMO da VIRID, empresa desenvolvedora da plataforma Virtual Target.
Para que uma campanha de email marketing seja seguida por twitters, basta que a empresa acione o botão de integração ao Twitter, disponível na Virtual Target, quando estiver preparando o envio do email marketing. Uma vez acionada esta integração, automaticamente o assunto e o link da campanha disparada são postados no Twitter e o conteúdo passa a ser dividido com os “seguidores” da empresa que, provavelmente, têm interesses em comum.
Segundo Ricardo Ramos, CIO da VIRID, ao clicar no link, o usuário visualiza o email marketing em seu browser e a ação, integrada ao Twitter, pode ser mensurada através de relatórios. “A Virtual Target pode avaliar a performance dos acessos à rede social por meio de 12 relatórios, que consideram dados como: dia e horário de visualização e cliques no link, o grau de lealdade dos seguidores e o assunto mais clicado. Ou seja, compara a audiência vinda do Twitter, em diferentes campanhas”.
Esta integração, assim como os relatórios disponíveis na plataforma, faz parte da Virtual Target e não tem investimentos adicionais.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. A microsoft deu uma cartada estratégica ao indexar em realtime o twitter algo que o google não faz.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”
Veja também
- Bing adiciona posts do Twitter em buscas
- Redes sociais invadem o mundo corporativo
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- Lifestreaming: Será que os blogs estão com os dias contados?
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- Como ganhar dinheiro com o Twitter?
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Redes sociais invadem o mundo corporativo 2 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Redes sociais
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Rede social oferece relacionamento de pessoas com marcas favoritas
Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?
Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas marcas que um grupo de executivos de Joinville (RS) criou a Drimio, uma rede social entre pessoas e marcas.
Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular a mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as marcas mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville – além das marcas consideradas “comerciais”, o Drimio considera como marcas universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.
Diferente de outras redes sociais onde as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” da marca, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados à marca, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.
É possível, inclusive, entrar no perfil de um outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vinculados em comum.
“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um hub das marcas, ou seja, um lugar que centralize todo o conteúdo sobre elas que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias – é possível assinar os feeds para receber as notícias ria RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial da marca no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.
O modelo de negócios da rede social é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a empresa quiser realizar.
Outra opção de serviços a empresas, explica Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.
O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. “Se ele segue uma marca como a Timberland, por exemplo, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.
Twitter reformula lista de seguidores
Página que mostra perfis seguidos e seguidores ganha funções como envio de SMS.
O Twitter fez mudanças nas páginas que apresentam os seguidores e os perfis seguidos pelos usuários. O fundador do microblog, Biz Stone, publicou na terça-feira (30/6) um post no blog do Twitter informando sobre a atualização do design dessas páginas – que podem ser acessadas pelos links “following” e “followers”, logo abaixo da foto na página inicial.
Além da aparência, as páginas deixaram de ser apenas uma lista e receberam novos recursos. Agora é possível enviar SMS (para usuários que conectam o serviço com seus celulares), deixar de seguir um determinado perfil (dar unfollow), mencionar, bloquear e enviar mensagens diretas (DM).
A lista também está disponível para o usuário ver todos os perfis seguidos por qualquer outro usuário.
Co-fundador do YouTube assume cargo na área de engenharia do Google
Porta-voz afirma que Steve Chen ainda está envolvido com o YouTube, mas confirma sua participação em projetos de engenharia.
O co-fundador do YouTube, Steve Chen, não trabalha mais no site de vídeos, mas sim em projetos não especificados de engenharia do Google, informou o jornal New York Times nesta quarta-feira (01/7).
Um porta-voz do YouTube aponta que Chen ainda está envolvido com o YouTube, que fundou em 2005 em parceria com Chad Hurley – que ainda é o principal executivo da empresa -, e Jawed Karim, que saiu da empresa para estudar.
Pouco depois de um ano de vida do YouTube, o Google comprou o site de vídeos por 1,65 bilhão de dólares.
A saída de Chen, informada em primeira mão pelo blog AllThingsDigital, não havia sido confirmada oficialmente.
Flickr ganha integração com Twitter
Usuários do site de imagens do Yahoo podem enviar links de conteúdos ao microblog.
O Flickr, site de compartilhamento de fotos e vídeos do Yahoo, está integrado ao microblog Twitter. A partir desta terça-feira (30/6), os mais de 30 milhões de usuáiros do Flickr, no mundo todo, podem atualizar seus seguidores com ‘twitts’ contendo links diretos para imagens do serviço do Yahoo.
De acordo com o Yahoo Brasil, a integração entre Flickr e Twitter está disponível deste a tarde de hoje. A função também está disponível para celulares – ao se cadastrar-se no serviço, o usuário recebe um endereço de e-mail específico para twittar fotos do Flickr pelo dispositivo móvel.
Antes de usar o serviço, o internauta deve cadastrar seu perfil no Twitter em sua conta do Flickr. Conforme testou o IDG Now!, basta acessar uma foto, clicar no campo “Compartilhar” (“Share This”) na lateral direita da página do Flickr, acessar o campo “Blogar” (“Blog it”) e selecionar a opção Twitter.
Para quem possui mais de um perfil no Twitter, vale lembrar que o Flickr seleciona automaticamente o perfil ao qual o internauta está conectado no momento do cadastro. Se quiser modificar ou cancelar o registro do Twitter, o usuário deve acessar a página de sua conta (“Your Account”) e a aba “Extending Flickr”.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. Os blogs são ferramentas estratégicas de marketing para divulgação de informações no modelo de uma assessoria de imprensa digital.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”
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Rede social oferece relacionamento de pessoas com marcas favoritas
Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?
Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas marcas que um grupo de executivos de Joinville (RS) criou a Drimio, uma rede social entre pessoas e marcas.
Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular a mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as marcas mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville – além das marcas consideradas “comerciais”, o Drimio considera como marcas universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.
Diferente de outras redes sociais onde as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” da marca, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados à marca, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.
É possível, inclusive, entrar no perfil de um outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vinculados em comum.
“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um hub das marcas, ou seja, um lugar que centralize todo o conteúdo sobre elas que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias – é possível assinar os feeds para receber as notícias ria RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial da marca no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.
O modelo de negócios da rede social é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a empresa quiser realizar.
Outra opção de serviços a empresas, explica Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.
O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. “Se ele segue uma marca como a Timberland, por exemplo, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.














