Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas 28 julho, 2010
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet, Mídias Sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Eleições, Mídias Sociais, Redes sociais
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Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.
Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.
“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.
Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.
Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.
Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.
O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.
Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.
Saiba quem são as 10 pessoas mais importantes da internet 4 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet, Internet 2, web 2.0, Web 3.0.Tags: CEO, Internet
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Veja quem são os responsáveis pelo que você lê, assiste, escuta, escreve, compra, vende, se relaciona e tudo o mais na web.
Não fossem as pessoas criadoras dos YouTubes, Orkuts e MySpacess do mundo, muito do potencial da rede se perderia em sites spam e outros detritos online.
Então, quem causou o maior impacto no mundo da internet? Levamos em conta centenas de bloggers, organizadores, idealizadores, empresários e inovadores para descobrir aqueles cujas contribuições lapidaram a forma como usamos e usaremos a web.
A partir dessas contribuições, fizemos uma lista com as 50 pessoas mais importantes. E se conseguir um pouco mais de visitas a seu site, talvez ano que vem você faça parte desta lista também.
1. Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin
Executivos, Google
Quando suas ações chegam ao preço de 500 dólares, você vale coletivamente 33 bilhões de dólares e ainda por cima é dono do mecanismo de busca mais usado na internet, bem, você pode fazer praticamente qualquer coisa. O pequeno projeto que Sergey Brin e Larry Pages elaboraram na faculdade se transformou na casa de máquinas mais comentada de mundo e um dos poucos nomes que se transformaram em verbos (pelo menos nos EUA). Eric Schmidt deixou a Novell para se integrar à mesa diretora do Google em 2001 e logo se tornou o CEO da empresa. Depois de conquistar o mundo dos anúncios online, a empresa foi atrás de um brinquedo novo: a aquisição do YouTube marcou um grande passo na direção da completa dominação da rede.
2. Steve Jobs
CEO, Apple
Provavelmente todos já estão cheios de ouvir falar do CEO da Apple, mas quando o apelo de um homem em prol dos direitos livres da música digital reverbera no mundo inteiro, fica difícil ignorar seu poder de influência. Jobs popularizou os downloads legais de música, filmes e programas de TV. E apesar do iPhone ainda não ser um produto de massa, ele se encaminha para finalmente popularizar a navegação na internet via aparelho móvel.
3. Bram Cohen
Co-fundador, BitTorrent
Sistemas usuário-usuário como o KaZaA e o eDonkey são coisas do passado. O futuro (até agora) pertence ao BitTorrent, idéia genial do mago da matemática e programador precoce Bram Cohen. O BitTorrente, desenvolvido em 2001, ganhou popularidade como meio de baixar arquivos grandes (como filmes) dividindo o trabalho entre o hardware e a banda larga. A adaptabilidade da tecnologia em lidar com grandes arquivos deixou Cohen com problemas com a Motion Picture Association of America, que ordenou que o BitTorrent retirasse conteúdo protegido de sua rede. Mas esse empecilho pouco atrapalhou: mais de um terço de todo tráfego na web provém de clientes BitTorrent. Desde então, o programa e os pesos pesados do entretenimento mundial juntaram forças. A recentemente lançada BitTorrent Entertainment Network apareceu com milhares de filmes aprovados pela indústria, além de programas de TV, jogos e músicas para venda.
4. Mike Morhaime
Presidente, Blizzard Entertainment
No universo dos games online, há o World of Warcraft e o resto. Com oito milhões de jogadores em todo o mundo, a Blizzard fatura cerca de 1,5 bilhão de dólares por ano com o jogo. E cada jogador agradece a Mike Morhaime pela chance (se ela vier) de obter a Lâmina da Justiça Eterna. Assim como o Second Life, um mundo (real) de negócios se constrói com base no game. Entretanto, diferentemente do Second Life, esses negócios (que exploram a economia e a jogabilidade do game) não são totalmente bem-vindos.
5. Jimmy Wales
Fundador, Wikipedia
Muitos internautas fazem da enciclopédia virtual Wikipedia sua primeira e última parada para uma pesquisa; e seu conteúdo gerado pelos usuários se tornou tão confiável que a revista Nature a considerou “próxima à (enciclopédia) Britannica” em precisão. O site foi citado como fonte de informação em mais de 100 decisões dos tribunais americanos desde 2004. Mas a popularidade levou o site a ser alvo de spammers, tanto que a Wikipedia teve de bloquear o Qatar (o país mesmo) inteiro de fazer intervenções temporariamente. Para combater os spammers, Wales decidiu direcionar tags “não-rastreáveis” em links externos, informando aos mecanismos de busca para ignorar os links e assim evitar uma inflação artificial do mecanismo de busca enquanto o mesmo ordena os links procurados. Essa estratégia garante que a proeminência da Wikipedia continue a crescer nos resultados de busca. Mas talvez a Wikipedia seja somente o começo para Wales. Recentemente ele lançou seu próprio mecanismo de busca, o WikiSeek, que procura somente em sites mencionados na Wikipedia.
6. John Doerr
Investidor, Kleiner, Perkins, Caulfield & Byers
Ex-vendedor da Intel, John Doerr têm sido o rei do capital de investimento do vale do silício há quase três décadas, com “passagens” pela Sun Microsystems, Amazon.com e o Google. Jeff Bezos (personalidade número 24) descreveu Doerr como o “centro gravitacional da internet”. Ele também colocou seu dinheiro por trás de suas políticas, apoiando controversas iniciativas eleitorais na Califórnia envolvendo energia alternativa e pesquisa com células-tronco.
7. Craig Newmark
Fundador, Craigslist
Seu site não tem anúncios, cobra absurdamente pouco dos poucos visitantes, possui um domínio “.org” e emprega 23 pessoas. Apesar da aparência pobre, o Craigslist teve 14,1 milhões de pageviews em dezembro de 2006 e foi o 52º site mais visto daquele mês, de acordo com a comScore Media Metrix. A Craigslist de Newmark se tornou um vício para muitos, que impulsivamente atualizam a lista ‘coisas gratuitas’ e anúncios pessoais enquanto matam o tempo no trabalho. E mais importante: a lista nocauteou, sozinha, o negócio de classificados offline. Somente na área da baía de San Francisco (EUA), um estudo descobriu que o site suga até 65 milhões de dólares anuais dos anúncios de “precisa-se” dos jornais locais.
8. Peter Levinsohn
Presidente, Fox Interactive Media
A Fox Interactive Media, da News Corporation de Rupert Murdoch, é uma das entidades mais poderosas da rede, controlando 13 sites super acessados (desde o MySpace até o FoxNews.com). Um complemento às propriedades tradicionais da News Corp, essa divisão de internet ficou entre as dez propriedades mais visitadas no mundo em dezembro de 2006, de acordo com o comScore World Metrix. E provavelmente haverá mais, já que, de acordo com a TechCrunch (ver personalidade número 30), a Fox Interactive ainda tem 2 bilhões de dólares para torrar em aquisições.
9. Marissa Mayer
Vice-presidente para pesquisa de produtos e experiência de usuário, Google
A rainha dos produtos Google fiscaliza a lista de serviços e ferramentas cada vez mais diversificadas do gigante de busca, como o Google Maps, Google Desktop e o serviço e-commerce Google Base. A primeira dama do Google se juntou à companhia como primeira engenheira mulher, em 1999 (ela era a empregada #20, mais ou menos) e trabalhou no desenvolvimento da interface amigável e minimalista do Google. Mas não tente acusá-la de viciada no trabalho. De acordo com o site da empresa, é ela quem organiza as noites de cinema dos funcionários.
10. Chad Hurley e Steve Chen
Fundadores, YouTube
Apesar da aquisição da empresa por parte do Google, os fundadores do YouTube – Chad Huley (CEO) e Steve Chen (CTO) – parecem que irão agitar o mundo um pouco mais. Os reis dos vídeos na internet anunciam planos de pagar aos usuários pelos vídeos. Também fecharam diversas parcerias com grandes donos de conteúdo de mídia (MTV, NBC, Warner Music e outros). O sócio co-fundador Jawed Karim deixou a empresa para continuar um mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .
Virtual Target integra Twitter as ações de email marketing 3 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Redes sociais, Twitter
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A partir de agora, a plataforma apresenta nova funcionalidade que visa potencializar as ações de marketing online pelas redes sociais e unificadas.
Acompanhar tendências é uma das prioridades da VIRID Interatividade Digital, que se destaca continuamente pelas constantes atualizações em sua plataforma de envio e gestão de email marketing, a Virtual Target, que hoje atende a 2,7 mil usuários ativos, dedicados a relevância do relacionamento digital com seu público-alvo.
Aproveitando este momento em que empresas ganham força em sua relação com o target através das redes sociais, utilizando os infindáveis recursos da web para trocar informações, ouvir sugestões e tomar decisões sobre sua marca, a VIRID amplia esta oportunidade ao mercado corporativo e lança uma nova funcionalidade na plataforma: a integração ao Twitter.
O objetivo é oferecer uma solução integrada, voltada para empresas de qualquer porte e segmento, para que aumentem a abrangência de suas campanhas através das mídias digitais e, agora, sociais e obtenham o melhor retorno sobre seus investimentos.
“Hoje, as redes sociais permitem que empresas e clientes compartilhem interesses, aumentando as possibilidades de negócios. Com a novidade na plataforma, potencializamos este processo. O compartilhamento das campanhas fortalece as ações, fazendo com que seja vista por mais e mais pessoas”, enfatiza Veruska Reina, CMO da VIRID, empresa desenvolvedora da plataforma Virtual Target.
Para que uma campanha de email marketing seja seguida por twitters, basta que a empresa acione o botão de integração ao Twitter, disponível na Virtual Target, quando estiver preparando o envio do email marketing. Uma vez acionada esta integração, automaticamente o assunto e o link da campanha disparada são postados no Twitter e o conteúdo passa a ser dividido com os “seguidores” da empresa que, provavelmente, têm interesses em comum.
Segundo Ricardo Ramos, CIO da VIRID, ao clicar no link, o usuário visualiza o email marketing em seu browser e a ação, integrada ao Twitter, pode ser mensurada através de relatórios. “A Virtual Target pode avaliar a performance dos acessos à rede social por meio de 12 relatórios, que consideram dados como: dia e horário de visualização e cliques no link, o grau de lealdade dos seguidores e o assunto mais clicado. Ou seja, compara a audiência vinda do Twitter, em diferentes campanhas”.
Esta integração, assim como os relatórios disponíveis na plataforma, faz parte da Virtual Target e não tem investimentos adicionais.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. A microsoft deu uma cartada estratégica ao indexar em realtime o twitter algo que o google não faz.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”
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Redes sociais invadem o mundo corporativo 2 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Redes sociais
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Rede social oferece relacionamento de pessoas com marcas favoritas
Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?
Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas marcas que um grupo de executivos de Joinville (RS) criou a Drimio, uma rede social entre pessoas e marcas.
Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular a mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as marcas mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville – além das marcas consideradas “comerciais”, o Drimio considera como marcas universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.
Diferente de outras redes sociais onde as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” da marca, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados à marca, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.
É possível, inclusive, entrar no perfil de um outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vinculados em comum.
“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um hub das marcas, ou seja, um lugar que centralize todo o conteúdo sobre elas que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias – é possível assinar os feeds para receber as notícias ria RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial da marca no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.
O modelo de negócios da rede social é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a empresa quiser realizar.
Outra opção de serviços a empresas, explica Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.
O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. “Se ele segue uma marca como a Timberland, por exemplo, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.
Twitter reformula lista de seguidores
Página que mostra perfis seguidos e seguidores ganha funções como envio de SMS.
O Twitter fez mudanças nas páginas que apresentam os seguidores e os perfis seguidos pelos usuários. O fundador do microblog, Biz Stone, publicou na terça-feira (30/6) um post no blog do Twitter informando sobre a atualização do design dessas páginas – que podem ser acessadas pelos links “following” e “followers”, logo abaixo da foto na página inicial.
Além da aparência, as páginas deixaram de ser apenas uma lista e receberam novos recursos. Agora é possível enviar SMS (para usuários que conectam o serviço com seus celulares), deixar de seguir um determinado perfil (dar unfollow), mencionar, bloquear e enviar mensagens diretas (DM).
A lista também está disponível para o usuário ver todos os perfis seguidos por qualquer outro usuário.
Co-fundador do YouTube assume cargo na área de engenharia do Google
Porta-voz afirma que Steve Chen ainda está envolvido com o YouTube, mas confirma sua participação em projetos de engenharia.
O co-fundador do YouTube, Steve Chen, não trabalha mais no site de vídeos, mas sim em projetos não especificados de engenharia do Google, informou o jornal New York Times nesta quarta-feira (01/7).
Um porta-voz do YouTube aponta que Chen ainda está envolvido com o YouTube, que fundou em 2005 em parceria com Chad Hurley – que ainda é o principal executivo da empresa -, e Jawed Karim, que saiu da empresa para estudar.
Pouco depois de um ano de vida do YouTube, o Google comprou o site de vídeos por 1,65 bilhão de dólares.
A saída de Chen, informada em primeira mão pelo blog AllThingsDigital, não havia sido confirmada oficialmente.
Flickr ganha integração com Twitter
Usuários do site de imagens do Yahoo podem enviar links de conteúdos ao microblog.
O Flickr, site de compartilhamento de fotos e vídeos do Yahoo, está integrado ao microblog Twitter. A partir desta terça-feira (30/6), os mais de 30 milhões de usuáiros do Flickr, no mundo todo, podem atualizar seus seguidores com ‘twitts’ contendo links diretos para imagens do serviço do Yahoo.
De acordo com o Yahoo Brasil, a integração entre Flickr e Twitter está disponível deste a tarde de hoje. A função também está disponível para celulares – ao se cadastrar-se no serviço, o usuário recebe um endereço de e-mail específico para twittar fotos do Flickr pelo dispositivo móvel.
Antes de usar o serviço, o internauta deve cadastrar seu perfil no Twitter em sua conta do Flickr. Conforme testou o IDG Now!, basta acessar uma foto, clicar no campo “Compartilhar” (“Share This”) na lateral direita da página do Flickr, acessar o campo “Blogar” (“Blog it”) e selecionar a opção Twitter.
Para quem possui mais de um perfil no Twitter, vale lembrar que o Flickr seleciona automaticamente o perfil ao qual o internauta está conectado no momento do cadastro. Se quiser modificar ou cancelar o registro do Twitter, o usuário deve acessar a página de sua conta (“Your Account”) e a aba “Extending Flickr”.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. Os blogs são ferramentas estratégicas de marketing para divulgação de informações no modelo de uma assessoria de imprensa digital.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”
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Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?
Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas marcas que um grupo de executivos de Joinville (RS) criou a Drimio, uma rede social entre pessoas e marcas.
Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular a mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as marcas mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville – além das marcas consideradas “comerciais”, o Drimio considera como marcas universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.
Diferente de outras redes sociais onde as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” da marca, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados à marca, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.
É possível, inclusive, entrar no perfil de um outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vinculados em comum.
“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um hub das marcas, ou seja, um lugar que centralize todo o conteúdo sobre elas que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias – é possível assinar os feeds para receber as notícias ria RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial da marca no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.
O modelo de negócios da rede social é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a empresa quiser realizar.
Outra opção de serviços a empresas, explica Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.
O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. “Se ele segue uma marca como a Timberland, por exemplo, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.
Lifestreaming: Será que os blogs estão com os dias contados? 30 junho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Inovação, Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Blog, Inovação, Lifestreaming, Redes sociais, web 2.0
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O especialista em marketing e comunicação digital, Steve Rubel, decidiu abandonar seu blog Micro Persuation e publicar seus diferentes tipos de conteúdos em um serviço de ‘lifestreaming’ com a página Steve Rubel Lifestreaming.
“Blogar parece antiquado. Publicar conteúdos hoje tem tudo a ver com o fluxo. O (serviço) Posterous, minha nova casa, se assemelha mais a esse fluxo e é para onde a web está indo”, comentou Rubel, em seu post de despedida na quinta-feira (25/6).
O executivo, que atua como vice-presidente sênior da divisão Insights, especializada em novas mídias, na agência Edelman, será um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0, promovido pelo Now! Digital nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.
Rubel conta que tomou a decisão de deixar o blog para voltar a ter um ritmo diário de publicação de conteúdos de forma mais prática, direcionando suas energias a um único lugar, além de manter seus perfis no Twitter e nas redes sociais Friendfeed e Facebook.
O Posterous se define como um serviço online que facilita a publicação de textos, vídeos, fotos e arquivos de áudio em um único lugar. O serviço lançado em julho de 2008 segue a linha do lifestream Thumblr, que inspirou o Yahoo a desenvolver o Yahoo Meme, em testes desde maio pelo Yahoo Brasil.
Evoluir do blog para o lifestream “parece ser a coisa certa a fazer” disse Rubel ao se despedir de seu blog. Os arquivos, segundo ele, poderão ser acessados por meio de buscadores e o endereço do blog vai redirecionar os internautas para sua “nova casa” na internet.
Fonte: IDG
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. Os blogs são ferramentas estratégicas de marketing para divulgação de informações no modelo de uma assessoria de imprensa digital. O lifestreaming é uma evolução desta plataforma e inova com as integração das mídias. É um fato novo que vale a pena conferir.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”
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Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade 26 junho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet 2, Redes sociais, web 2.0, Web 3.0.Tags: Eleições 2010, Redes sociais
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Reforma eleitoral propõe uso de blogs, redes sociais e Twitter para campanhas online, mas restringe anúncios e prevê direito de resposta.
A proposta de reforma eleitoral, que entrará na pauta da Câmara dos Deputados na próxima semana, permitirá que candidatos usem blogs, contas em serviços de vídeo, grupos em redes sociais e perfis no Twitter para fazer campanha, mas restringirá a compra de publicidade online.
A informação foi divulgada pelo coordenador do grupo de trabalho responsável pelas alterações do projeto, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) em entrevista ao IDG Now!.
O novo texto das leis 9.504/97 e 9.096/95 derruba a restrição imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que candidatos das Eleições 2008 poderiam atuar apenas sob uma página oficial, identificada pelo domínio “can.br“, que era cancelado após o pleito, inviabilizando a manutenção do conteúdo da campanha.
Ainda segundo a resolução 22.718/2008 do TSE, o site oficial do candidato teria de ser retirado do ar dois dias antes da eleição.
Segundo o deputado, o novo texto permite que candidatos divulguem informações sobre suas campanhas além do próprio site oficial, que não exigirá mais o sufixo “can.br” – campanhas poderão ser feitas em endereços de sites que contenham as terminação “.com.br” ou “.com”, por exemplo.
“Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo”, afirmou Dino. A liberação significa que candidatos poderão criar perfis no Twitter, promover encontros de correligionários em redes sociais como o Orkut ou Facebook, informar eleitores por mensagens de SMS e promover blogs próprios.
As doações online também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor. O valor foi alterado por Dino após o texto original da reforma eleitoral ser criticado por permitir doações máximas de mil reais por eleitor.
Entre as restrições de atuação, a nova lei eleitoral obriga candidatos a bloquearem o envio de mensagens para eleitores que expressarem o desejo de não recebê-las e proíbe o que Dino chamou de “propaganda paga” – a compra de publicidade, seja ela em forma de banners, links patrocinados ou posts pagos, como parte da campanha eleitoral.
A medida difere da legislação norte-americana, que permitiu, por exemplo, que o então candidato do Partido Democrata, Barack Obama, comprasse links patrocinados atrelados a buscas sobre o boato de ser mulçumano. A estratégia foi usada para oferecer links a conteúdos que esclareciam a religião e a história pessoal do candidato.
A reforma eleitoral também prevê direito de resposta em veículos que sejam considerados culpados pelo TSE dos crimes de calúnia, injúria ou difamação. A medida, afirma Dino, valerá tanto para sites grandes como para blogs.
A punição para o desrespeito a alguma das restrições prevê multas que variam entre 5 mil reais e 30 mil reais e, em casos mais graves, a impugnação da candidatura do postulante.
Dino afirmou que as alterações estarão presentes no texto final das 9.504/97 e 9.096/95, que serão apresentadas na próxima semana e entrarão na pauta da Câmara dos Deputados para votação.
Caso seja aprovado na Câmara, o texto vai para o Senado. Em outro caso de aprovação, a lei pode ser promulgada, editada ou negada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para que guie a campanha online nas eleições presidenciais de 2010, a lei tem de ser aprovada até o começo de outubro, calcula o deputado.
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais serão a grande arma da disputa eleitoral em 2010.
“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria para partidos políticos e para os candidatos das eleições. As assessorias de imprensa são capacitadas para potencializar os benefícios da rede nas campanhas partidárias.”
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HTML 5 ameaça padrões web como Flash e Silverlight, dizem especialistas 18 junho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Internet 2, Tecnologia da Informação, web 2.0, Web 3.0.Tags: Html 5, web 2.0
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Evolução da linguagem padrão para web pode eliminar necessidade de plug-ins para aplicações multimídia em navegadores
O HTML 5, evolução da linguagem padrão da web, pode mudar o jogo do desenvolvimento de aplicações multimídia e tornar obsoletos padrões estabelecidos no mercado como as tecnologias Flash, da Adobe, Silverlight, da Microsoft, e JavaFX, da Sun.
A nova versão da linguagem proposta pelo consórcio World Wide Web (W3C), responsável por desenvolver tecnologias compatíveis para a evolução da web, se volta ao desenvolvimento de aplicações online que não foram bem resolvida nas encarnações anteriores do HTML, reconhece o W3C. Agora, o HTML 5 volta para preencher as lacunas que ficaram a cargo de linguagens como Flash, Silverlight e JavaFX.
“O HTML 5 é a segunda onda da web” afirma Dion Almaer, co-diretor de ferramentas de desenvolvimento da Mozilla, criadora do browser Firefox. A nova especificação, segundo ele, inclui funções para atender a oferta de vídeos e gráficos na web, além de um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs na sigla em inglês).
Na avaliação de Ben Galbraith, co-diretor de ferramentas da Mozilla e co-fundador do site Ajaxian ao lado de Almaer, tecnologias viabilizadas pelo HTML 5 como o Canvas – para desenhos 2D -, o armazenamento de conteúdos no desktop permitirão que “usemos mais o browser do que nunca”.
As aplicações web ficarão mais divertidas, opina o gerente de projetos do browser Chrome, do Google, Ian Fette. “Elas serão mais rápidas e vão oferecer uma experiência melhor ao usuário, fazendo com que não exista uma diferença entre aplicações online e offline.”
Após cinco anos de trabalho, uma versão de testes do HTML 5 foi finalizada no início deste ano, mas a versão final está prometida para 2012.
A especificação já é compatível com browsers como Chrome, Safari, da Apple, e Internet Explorer 8, da Microsoft, e em versões que estão por vir, como o Firefox 3.5, da Mozilla, e Opera 10, da Opera.
Fim dos add-ons
Enquanto Adobe, Microsoft, e Sun disputam a oferta de suas tecnologias para o desenvolvimento de aplicações multimídia na web, o HTML 5 tem potencial para arrasar os concorrentes por oferecer experiências de web baseadas em um padrão da indústria.
Uma das vantagens do HTML 5 é deixar de lado tecnologias proprietárias na web como Flash, Silverlight e JavaFX, afirma Ian Hickson, co-editor da especificação HTML 5 e funcionário do Google – o co-editor do HTML 5 trabalha na Apple.
“É sempre um problema quando você fica preso a um único fornecedor de software – especialmente se eles decidem abandonar o produto que você está usando, ou cobrar por ele. Com uma plataforma aberta não há tal risco” afirma Hickson.
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