A nova e difícil fronteira das empresas de TI 24 janeiro, 2011
Posted by stefanibcb in Softwares, Tecnologia da Informação.Tags: Softwares, TI
1 comment so far
A consolidação do mercado de tecnologia da informação no País, que resultou na criação de várias gigantes locais com faturamento acima de R$ 1 bilhão, permitiu que empresas nacionais dessem nos últimos anos os primeiros passos rumo ao mercado internacional. Nesse cenário, as companhias especializadas em prestação de serviços concorrem com um sem-número de empresas indianas, enquanto as desenvolvedoras de soluções de hardware e software disputam com grupos internacionais como Microsoft e Oracle.
Em dezembro, a prestadora de serviços Stefanini adquiriu a americana TechTeam por US$ 94 milhões e tomou a dianteira da expansão internacional entre as companhias de TI brasileiras. Segundo o sócio-fundador da empresa, Marco Antonio Stefanini, o negócio ampliou a atuação da companhia de 17 para 27 países. O empresário espera que 40% do faturamento de R$ 1 bilhão previsto para este ano venha do exterior. Das receitas externas, a metade vem nos Estados Unidos.
Com 12 mil funcionários, um terço deles fora do País, a Stefanini ainda luta contra a falta de tradição no exterior – algo que os prestadores de serviço em TI indianos têm de sobra.
Para convencer grandes clientes a trocar a Índia pelo Brasil, o empresário investe na contratação de profissionais com perfil mais sênior e na oferta de serviços customizados às empresas. Outra estratégia é apostar nos mercados onde as indianas não têm a vantagem do idioma. “Eles são muito fortes nos países de língua inglesa”, explica.
Com a compra da TechTeam, a Stefanini também reforçou seu portfólio de clientes globais, uma poderosa carta de apresentação na hora de disputar novos negócios. “Temos hoje 30 clientes mundiais. Um dos mais recentes é a Johnson & Johnson, fechado há três meses”, conta o empresário. De acordo com Stefanini, o fato de o mercado internacional crescer abaixo da média brasileira também pode ser um celeiro de oportunidades: “A Stefanini ainda pode fazer aquisições no exterior, além de enxergar um crescimento orgânico significativo.”
Mercado interno. Enquanto a Stefanini navega o mercado externo a todo o vapor, outras companhias do setor testam a temperatura das águas internacionais, preocupadas em não negligenciar o Brasil em um momento de rápido crescimento interno. O diretor de fusões, aquisições e planejamento estratégico da Tivit, André Frederico, diz que a situação das prestadoras de serviço brasileiras é diferente da realidade indiana: “Aqui, o mercado interno é bastante atraente, enquanto lá o foco está muito mais no exterior.”
Por isso, a estratégia internacional da empresa ainda está restrita a duas filiais, nos Estados Unidos e na França. Essas
duas operações atendem clientes de 16 países, mas a participação internacional na receita é pequena, de 10% do faturamento anual de R$ 1 bilhão. Apesar de estar atenta a negócios no exterior, a companhia diz que a prioridade ainda é aproveitar as oportunidades de aquisições no Brasil. “Existem diversas oportunidades para a Tivit adquirir uma tecnologia específica ou entrar em um segmento em que não atua. O mercado (brasileiro) ainda continua bastante pulverizado”, diz Frederico.
Serviços integrados. Conhecida principalmente pelas soluções e pela produção de equipamentos bancários e PCs, a Itautec também tem uma forte área de serviços, que movimenta mais de R$ 400 milhões por ano, ou cerca de 30% do faturamento total. De acordo com Silvio Passos, vice-presidente da área de serviços, embora a empresa tenda a vender um pacote de soluções – equipamentos, mais manutenção e consultoria -, as chances de expansão no exterior são maiores para a oferta isolada de serviços.
Segundo ele, ao contrário do hardware e do software, que podem ser fabricados em qualquer lugar e distribuídos para todo o mundo, o serviço exige maior conformidade com as especificidades locais. E é nesse aspecto que aumentam as chances das companhias brasileiras de concorrer com os rivais indianos. “A Índia avançou mais em serviços remotos, como call centers, e tem mão de obra qualificada e relativamente barata, além da vantagem em mercados de língua inglesa. Mas eles têm dificuldades em outros locais, o que pode ser uma oportunidade para o Brasil.”
Conhecida pelo desenvolvimento de soluções, a Totvs se prepara para dar passos mais firmes em direção ao mercado externo. Ao contrário das empresas de serviços, a companhia – um símbolo da consolidação do mercado de TI no País, tendo participado de 40 processos de fusões e aquisições nos últimos oito anos – tem o desafio de enfrentar a concorrência de pesos pesados como Microsoft e Oracle.
Segundo José Rogério Luiz, vice-presidente da Totvs, a empresa é a sétima maior produtora de software do mundo e tem faturamento superior a R$ 1 bilhão. A companhia tem subsidiárias na Argentina, México e em Portugal, que respondem por 5% de seu faturamento. Sem revelar detalhes, Luiz diz que a empresa pretende “botar uma energia mais forte” em sua atuação externa nos próximos dois anos. Ele adianta, porém, que a base da expansão será inicialmente o mercado latino-americano.
Incubadoras reduzem risco de mortalidade entre startups 6 janeiro, 2011
Posted by stefanibcb in Incubadoras, Inovação, Sebrae, Tecnologia da Informação.Tags: Incubadoras, Inovação, Tecnologia, TI
add a comment
Reproduzido do EXAME.com
O ambiente de uma incubadora, como o nome sugere, é ideal para ajudar um empreendedor a amadurecer sua ideia e ser capaz, depois de um tempo, de caminhar com as próprias pernas. Há 28 anos no Brasil, o movimento de incubação de empresas evoluiu, mas ainda é menor do que em outros países, como Estados Unidos.
Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. (Anprotec), o Brasil tem mais de 400 incubadoras distribuídas em 25 estados. Para a vice-presidente da instituição, Francilene Procópio Ferreira, “nos últimos 25 anos, o Brasil tem assimilado cada vez mais que as incubadoras são um viés importante para o desenvolvimento do empreendedorismo inovador”. Já o diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Risola, acredita que “o momento não é de expansão, o compasso é de manutenção”.
Mais de 6300 empresas participam desse ambiente e geram um faturamento médio anual de 2,5 bilhões de reais e, sem benefícios tributários, as empresas pagam 500 milhões de reais em impostos. As incubadoras mais conhecidas são as de base tecnológica, que exigem algum tipo de inovação envolvendo tecnologia. Há também incubadoras tradicionais, mistas, sociais e culturais.
Quem pode entrar
De acordo com a Anprotec, 10 mil negócios inovadores devem ser graduados até 2020. O Ningo, site que agrega comparação e compra online, é um delas. “A incubadora traz visibilidade e transfere credibilidade para a empresa, porque são projetos que já passaram por um crivo, foram avaliados por analistas em uma pré-seleção”, diz Paulo Rogério Vieira, cofundador do Ningo e que faz parte do Cietec. Além do espaço físico, as incubadoras oferecem cursos para capacitar os empreendedores que têm um projeto inovador
Estudantes, cientistas e empreendedores que tenham uma ideia e queiram fazer parte de uma incubadora precisam certificar-se de que seu projeto é inovador antes de participar do edital. “Entra quem tem um projeto inovador, já que a incubadora acaba sendo um elo entre a empresa e a instituição de conhecimento para ajudar a desenvolver o produto”, explica Evelin Astolpho, consultora do Sebrae/SP.
Entre os pré-requisitos está a demanda por um plano de negócios. Além disso, existe a necessidade de analisar as
condições econômicas para o negócio surgir e crescer. “O ponto de entrada passa pela identificação do plano de negócios”, diz Francilene. Cada incubadora abre o edital para a seleção de empresas em uma data própria. Para participar, os empreendedores pagam uma taxa mensal que varia conforme a região e o local de incubação. No Cietec, em São Paulo, por exemplo, a taxa custa entre 950 e 1760 reais.
As áreas mais buscadas em incubadoras de base tecnológica são biomedicina, biotecnologia, multimídia, educação à distância, energias alternativas, tecnologia da informação, internet, instrumentação, automação, laser, mecânica de precisão, fitoterápicos, meio ambiente, novos materiais, química fina, softwares especialistas, telecomunicação e aplicações técnicas nucleares.
O processo tem dado bons resultados nos últimos anos. “O objetivo é investir em inovação e aumentar a longevidade dessas empresas, diminuindo o risco de uma morte súbita. Nas incubadoras, a mortalidade está abaixo de 30%”, diz a representante da Anprotec.
Desafios
As incubadoras são mantidas com o apoio de políticas públicas e outros parceiros, como o Sebrae, a FIESP e associações comerciais. Mesmo tendo atingido uma maturidade, as incubadoras ainda têm dois grandes desafios para ultrapassar.
Um deles é a sustentabilidade. “As incubadoras ainda são muito dependentes de recursos públicos. O que falta acontecer é uma revisão do modelo de gestão da incubadora, um processo interno, que envolve o entorno de onde ela está instalada”, diz Francilene.
Outro desafio é a criação de mais parcerias na rede de empresas. “Como elas estão se relacionando? Precisamos atuar em rede, aprendendo e trocando ideias para maximizar a capacidade desses negócios no mercado interno e externo”, explica.
As novas apostas do Porto Digital 28 julho, 2010
Posted by Flammarion Cysneiros in Incubadoras, Inovação, Tecnologia da Informação.Tags: C.A.I.S do Porto, Inovação, Porto Digital
add a comment
O Porto Digital apresentou, na manhã de ontem, as primeiras empresas escolhidas para desenvolverem suas atividades na nova incubadora Cais do Porto. Dos 62 projetos inscritos para incubação, treze foram selecionados. Um 14º nome ainda será indicado através do prêmio Pernambuco Inovador. Eles terão como objetivo elaborar soluções para os principais desafios dos setores produtivos primários de Pernambuco, economia criativa, cultura e entretenimento. Além de incentivos fiscais, as empresas poderão utilizar toda a estrutura do local, como pontos de trabalho, notebooks, internet banda larga, data center, salas de reunião, vídeo conferência e suporte gerencial.
O responsável pela elaboração do projeto Redu, André Diniz, um dos selecionados para a nova incubadora, aproveitará a ação do Porto Digital para aprimorar as soluções. “Vamos utilizar ao máximo a estrutura local e lançar a versão definitiva do nosso aplicativo até setembro”, diz André, que desenvolveu a solução para ensino à distância baseada em redes sociais. Já Eduardo Cruz, responsável pela elaboração do projeto Rise, focou as atividades no aumento da produção da Tecnologia da Informação local. “A solução tem como objetivo a reutilização do software, proporcionando a redução de custos”, afirma.
Segundo o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, a intenção não é oferecer apenas o espaço. “Hoje, mais da metade das empresas brasileiras oferecem somente a infraestrutura para a incubação. O diferencial do Cais do Porto está na ênfase que será dada a formação dos negócios”, diz Saboya, sobre o direcionamento dos projetos. “Os candidatos passaram por um processo rigoroso de seleção e nos apresentaram ideias que poderão ser transformadas em soluções, em cima dos problemas do Estado de Pernambuco e da sociedade”, completa.
Os setores priorizados no processo de seleção, de acordo com o gerente da incubadora, Eiran Simis, são as áreas de saúde, energia e economia criativa, que também suportam soluções para eventos de grande porte. “Durante um ano e meio, as empresas passarão por uma capacitação teórica, depois haverá o design do negócio, o desenvolvimento das soluções e, por último, a saída da incubadora, que é a fase mais importante”, afirma Simis.
Conheça os projetos:
1. Opará (Gustavo Monteiro)
Solução focada na modernização do ciclo de frutas do Vale do São Francisco.
2. Rise (Eduardo Cruz)
Projeto que visa a reutilização do software, possibilitando a redução de gastos com licenças.
3. Bid Corp (Ricardo Farias)
Solução para leilões corporativos online.
4. Tocaê (Daniela Talmon)
Plataforma para a venda de músicas digitais, voltada ao público que não pode adquirir músicas através da operadora.
5. Bluwhee (André Britto)
Dispositivo criado para o envio de conteúdo via bluetooth.
6. In Mídia (Silvio Oliveira)
Aplicativo focado na utilização de mídias interativas.
7. Carnaval Digital (Juliano Dubeux)
Serviço que facilita a comunicação em grandes eventos. O aplicativo fornecerá informações de controle fluxo, por exemplo, via celular.
8. Seu Ticket (Antônio Inocêncio)
Plataforma para a compra e venda de ingressos. A solução será disponibilizada via SMS e pela internet.
9. Redu (André Diniz)
Ferramenta baseada em redes sociais, que permite a integração entre alunos de ensino à distância.
10. Mobiclub (Tiago Leite)
Solução de pagamentos que tem como ojetivo a eliminação de filas em restaurantes, por exemplo. O prótotipo já foi desenvolvido.
11. Ahimsa (Edmilson Rodrigues)
Serviço de negócio social para pagamentos. Segundo o responsável pelo projeto, a solução ainda é segredo.
12. Retriever (Lúcio Ribeiro)
Ferramenta que visa a automatização da logística entre distribuidores de proteses ortopédicas
13. Portal da Locação (Ronaldo Barros)
Solução que tem como objetivo ligar as empresas de construção civil e as empresas de locação de equipamento.
Tire suas dúvidas sobre o Projeto Lan House do Futuro do Sebrae 26 março, 2010
Posted by Flammarion Cysneiros in Editais, Inovação, Tecnologia da Informação.Tags: Lan House, Projeto Lan House do Futuro, Sebrae
4 comments
Inclusão digital, promoção da gestão, divulgação do empreendedorismo e impactos na vida de comunidades do Brasil inteiro. Resultado de parceria entre o Sebrae e o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o projeto terá entre suas ações um mapeamento das lan houses no país.
O gerente de Atendimento Individual do Sebrae, Enio Pinto, explica que a iniciativa se desenvolverá por três eixos. “Primeiro, faremos um mapeamento das lan houses, para saber onde elas estão e que necessidades apresentam”, explica o gerente.
Segundo o CDI, existem aproximadamente 110 mil lan houses no Brasil. Esse tipo de negócio atinge um público em torno de 30 milhões de pessoas. Apenas na região Nordeste, conforme dados do comitê, 70% das pessoas que navegam pela internet o fazem por meio das lan houses.
Enio Pinto conta que, em uma segunda etapa, a partir do levantamento, o Sebrae levará capacitações sobre gestão empresarial e formalização aos proprietários das lan houses. A terceira fase vai envolver inclusão digital das comunidades onde os empreendimentos se localizam. “Isso será importante até para que muitas pessoas possam ter acesso às nossas soluções digitais, como o Desafio Sebrae e a Educação a Distância”, diz Enio.
Programas educativos
A coordenadora nacional do projeto pelo Sebrae, Márcia Matos, revela que o programa acontecerá, em um primeiro momento, em caráter piloto por quatro meses em três cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, onde será lançado no dia 30 de março, e Marabá (PA) – a partir de 6 de abril.
“Este primeiro momento será de adequações. Depois, por mais quatro meses, o projeto estará aberto a cidades que queiram participar. Esta será uma fase de refinamento das ações”, diz Márcia Matos. A terceira e última etapa de implementação do projeto prevê que ele se estenda pelo Brasil inteiro.
Bernardo Faria, gestor do projeto pelo CDI, aponta que a iniciativa pode causar um grande impacto na vida de milhões de pessoas por conta da inclusão digital. “Esses empreendimentos também têm condições de se tornar centros de capacitação, para programas educativos de instituições como o Sebrae e órgãos de governo”, diz Faria.
Estudo empresarial
No final de 2009, o Sebrae realizou um estudo de atividade empresarial, abrangendo 35 lan houses de três estados – Paraná, Sergipe e Mato Grosso do Sul. O objetivo foi conhecer as características e as peculiaridades do negócio, os parâmetros de como são utilizados os recursos existentes e a sua operacionalização. O documento serve de referência para as ações no projeto Sebrae-CDI-Lan.
Para troca de informações sobre o projeto, o Sebrae colocou em sua blogosfera, o Mundo Sebrae, um endereço destinado ao projeto das lan houses, que pode ser acessado pelo endereço http//lanhousedofuturo.wordpress.com.
Fonte: Sebrae
Mais informações, serviço:
–
=================
Projeto Lan House 2010
ICOMUNI Consultoria
Fone/Fax: (81) 3445-2956
E-mail: lanhouse@icomuni.com.br
=================
Acesse:
http://flammarion.wordpress.com/2010/03/26/tire-suas-duvidas-sobre-o-projeto-lan-house-do-futuro-do-sebrae/
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, este Projeto Lan House do Futuro, será o catalizador da inclusão e educação digital no País.
A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacitará empresas e dará assessoria à proprietários de Lan Houses a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
” A formalização do empreendimento é fundamental. A categoria de Empreendedor Individual é aconselhada como ponto de partida no processo. Vale a pena investir nesta idéia.” Ressalta Flammarion Cysneiros
Tendências para o mercado de e-commerce em 2010 10 fevereiro, 2010
Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Tecnologia da Informação.Tags: E-commerce
2 comments
Quem apostava no fracasso da venda de mercadorias diversas pela internet, lá no seu comecinho, no final da década de 90, apostou errado. A força do comércio eletrônico cresce em progressão geométrica, e o mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais.
Mas o que explica esse sucesso? Vários fatores: praticidade, confiança do consumidor, possibilidade de aquisição de produtos não encontrados em determinadas regiões, comodidade, facilidade de pagamento… a credibilidade dos grandes primeiros shoppings virtuais deram à nossa geração uma forma atraente de fazer compras: de madrugada, sem sair de casa, sem pressão de vendedores e com calma para analisar as qualidades do produto a ser adquirido. Qualidades estas imprescindíveis em nossa movimentada sociedade moderna.
Os números não mentem: segundo dados da E-bit, o faturamento total em e-commerce no Brasil no primeiro semestre de 2009 foi de cerca de R$ 4,8 bilhões de reais (27% a mais que em 2008), e esta tendência nem parece querer diminuir, mesmo em tempos de recuperação de crise econômica. Neste panorama, as micro e pequenas empresas emergem rapidamente: segundo dados da Associação Comercial de São Paulo, em 2010 o comércio eletrônico destas empresas corresponderá a cerca de 30% do total, com faturamento de cerca de R$ 15,4 bilhões.
Serão 150 milhões de internautas no Brasil ano que vem, graças aos programas de inclusão digital do governo. O melhor de tudo, 150 milhões de consumidores em potencial!
O momento é agora! Se você estava em dúvida sobre criar o seu negócio on line, tenha certeza de que a hora propícia é agora. E se você já possui uma loja na internet, atente-se às tendências da web 2.0. Uma tecnologia não pode ficar parada no tempo, ela precisa evoluir, assim como seus clientes evoluem e os métodos de abordagem também.
MPE deve representar 30% do e-commerce até 2010
“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.
A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.
O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.
TI na Web: PayPal, Expo GPS, Web 2.0, Imagine Cup 2009, Chrome 14 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Tecnologia da Informação, web 2.0.Tags: Imagine Cup 2009, web 2.0
1 comment so far

PayPal abrirá plataforma para desenvolvedores criarem aplicativos
Com as APIs do sistema de pagamentos online, será possível transferir dinheiro pela web por meio de transações personalizadas.
O sistema de pagamentos online PayPal abrirá sua plataforma para desenvolvedores, permitindo que eles criem aplicativos com várias opções para transferir dinheiro pela web, informou o eBay, dono do serviço, nesta quarta-feira (8/7).
O PayPal está desenvolvendo o que chama de Adaptive Payments Service, um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs) que permite a troca de informações entre programas.
No dia 23 de julho, as APIs serão apresentadas na sede do PayPal, na Califórnia, Estados Unidos. “Acreditamos que a oferta de uma plataforma global de pagamentos abrirá possibilidades para os desenvolvedores inovarem e criarem receita”, diz o diretor de desenvolvimento de produtos do PayPal, Damon Houghland.
Um documento apresentado pelo blog TechCrunch aponta recursos como o pagamento paralelo. Com ele, um comprador envia apenas um pagamento, que pode ser dividido entre duas ou até seis pessoas. É diferente do pagamento em “corrente”, onde o contato é feito apenas com o primeiro receptor do dinheiro.

Expo GPS apresenta tendências das tecnologias de rastreamento em São Paulo
Congresso acontecerá entre os dias 21 e 23 de julho reunindo especialistas da área de localização, além de novos produtos e serviços.
As vantagens do uso de serviços ligados à geomobilidade serão apresentadas na segunda edição do Expo GPS, congresso latino-americano de localização e rastreamento, realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
O evento é voltado para profissionais que atuam no mercado de mobilidade em geral e desejam se atualizar sobre as principais tendências em produtos e serviços da área.
O evento reunirá mais de 70 palestrantes e debatedores que vão trazer palestras como “soluções e proposições das tecnologias de rastreamento e monitoramento” e “trânsito e as novas soluções para navegação”. A programação completa está disponível no site do Expo GPS.
Os interessados em participar devem fazer as inscrições no site do Expo GPS. Quem se credenciar até o dia 17/7 pagará 600 reais – após esta data o valor será de 650 reais.
O Expo GPS acontece entre os dias 21 e 23 de julho, das 12h às 19h, no Centro de Convenções Imigrantes que fica na Rodovia dos Imigrantes, km.1,5, São Paulo – SP.
A era do “beta” acabou
O termo “beta” é um ícone da era Web 2.0.
Tim O’Relly, que cunhou a expressão Web 2.0, escreveu que a nova fase da internet era um “eterno beta”.
Para quem não sabe, beta é uma palavra usado por profissionais de tecnologia para designar um produto que ainda não está pronto ou está em fase de testes pelos usuários.
Ouvi de uma executiva do Google, durante um evento de Web 2.0 em São Paulo, uma definição curiosa do termo. “A gente tem o privilégio de fazer as coisas mais ou menos”, disse ela, definindo “beta”.
O anúncio do Google de que está entrando na área de sistemas operacionais para competir com a Microsoft é mais um sinal de que não dá mais para fazer “as coisas mais ou menos”.
O próprio Google já está revendo a sua política. O status de beta foi retirado de seus principais serviços, como Gmail, Google Calendar, Google Docs, Google Talk, e Google Video for Business.
Antes, pressionado pelos fabricantes de computadores, foi obrigado a remover o beta do navegador de internet Chrome, que se recusam a instalar um browser considerado inacabado.
A aventura do Google na arena dos sistemas operacionais não é só o fim da era do beta. É o mais forte desafio contra a rival Microsoft.
Pouco a pouco, o Google foi lançando alternativas aos produtos da Microsoft. Primeiro foram aplicativos online, que competem contra o pacote de automação de escritório Office.
Depois, foi a vez de um sistema para celulares, batizado de Android. Em seguida, entrou no segmento de browsers com o Chrome.
Agora, quer roubar uma fatia do ainda lucrativo mercado de sistemas operacionais da Microsoft. Com isso, enterra de vez a era do beta e começa uma nova fase de competição no mercado de internet.
Será que o Google é a nova Microsoft?

PE duas vezes campeão na Imagine Cup 2009
Equipes venceram competição, no Egito, em Desenvolvimento de Jogos e Interoperabilidade
Comemoração é o que não vai faltar no setor pernambucano de TI. As duas equipes que viajaram para o Egito para representar o Estado na final mundial da copa de softwares da Microsoft Imagine Cup 2009 venceram em suas categorias. O resultado da competição, cujo tema são as oito metas do milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), saiu ontem.
O grupo Levv IT, de Edgar Figueiredo (UFPE), Victor Nascimento (Unibratec), Vinícius Ottoni (IFPE, antigo Cefet-PE) e Luciano Firmino (Unicap) levou o primeiro lugar na categoria Desenvolvimento de Jogos, com o game Choice. O jogo mistura raciocínio e desafios com o dinamismo do estilo arcade, e foi construído tendo como mentor o ganhador da Imagine Cup 2007 Diogo Burgos.
A outra taça é da equipe Proativa – que tem incubada de mesmo nome no Centro de Inovação Microsoft, da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (Etepam). O grupo é composto pelos alunos Lucas Mello, João Paulo Oliveira, Amirton Chagas e Flávio Almeida, todos do Centro de Informática (CIn) da UFPE, na categoria Interoperalidade, com a solução ProLearning. A plataforma vencedora busca evitar que seus usuários não se sintam sozinhos no ensino a distância, através da interação em redes de relacionamento durante os cursos.

Google já fechou acordo com fabricantes para uso do sistema Chrome
Em lista similar à dos colaboradores do Android, Google planeja anunciar fabricantes que desenvolverão novo sistema operacional.
O Google planeja anunciar dentro dos próximos dias os nomes dos fabricantes de Taiwan e China que já se comprometeram a trabalhar com seu novo sistema operacional Chrome, afirmou uma porta-voz da companhia nesta quarta-feira (7/7).
A lista será similar à feita para o Open Handset Alliance, com os colaboradores de seu sistema operacional móvel Android.
O novo Chrome OS competirá com o Windows em netbooks, notebooks e desktops. Ele será baseado em Linux e chegará aos ultraportáteis na segunda metade de 2010 – a demonstração da interface de usuário será feita no final de 2009.
O Chrome OS rodará em computadores com diferentes microprocessadores, incluindo os de arquitetura x86 usados pela Intel e AMD, e de arquitetura ARM, comumente encontrada em dispositivos móveis.
O porta-voz da Intel na Ásia-Pacífico, Nick Jacobs, declarou que o novo sistema operacional do Google também valida a categoria de netbooks como dispositivos móveis. Ele aponta o Chrome como exemplo de inovação, criando oportunidades na indústria de tecnologia da informação e oferecendo mais escolhas para os consumidores.
A Acer, terceira maior fabricante de PCs do mundo, e a Asus, foram procuradas pelo IDG News Service, mas não comentaram o assunto.
Arranjo produtivo de TI no Paraná comemora avanços 14 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Arranjo Produtivo Local, Tecnologia da Informação.Tags: Arranjo produtivo, Tecnologia da Informação
add a comment

Associativismo impulsiona setor na região de Londrina, que terá laboratório-modelo para testes de software e Unifil é credenciado para análise do PAF-ECF
Um grupo de empresários da área de Tecnologia da Informação (TI) no norte do Paraná encontrou no associativismo uma alternativa para impulsionar seus negócios. Com a parceria de instituições de ensino, entidades de classe, associações e poder público, os empresários aceitaram o desafio proposto pelo Sebrae/PR e estruturaram, no final de 2006, o Arranjo Produtivo Local (APL) de Tecnologia da Informação de Londrina e Região, que vem trazendo grandes benefícios aos participantes.
Após três anos de atuação, o APL de TI acaba de obter duas grandes conquistas que tornam mais competitivas as empresas desenvolvedoras de softwares na região: o credenciamento do Centro Universitário Filadélfia (Unifil) para a análise de um programa que controla o funcionamento de impressoras que emitem cupons fiscais e a instalação, em Londrina, de um laboratório-modelo para a realização de testes de software. “O APL de TI quer ser reconhecido como um centro de referência em tecnologia da informação no País”, diz o consultor do Sebrae/PR em Londrina, Joel Franzim Junior.
Credenciamento
O processo de credenciamento do Unifil foi concluído no final de junho e o Centro Universitário passou a ser um órgão técnico para análise funcional do Programa Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal (PAF-ECF). O PAF-ECF é um software que controla o funcionamento de impressoras que emitem cupom fiscal, utilizadas por diversos estabelecimentos comerciais.
O Unifil e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), empresa pública com sede em Curitiba, são as duas únicas entidades credenciadas no Estado a emitir laudos de análise funcional de PAF-ECF.
O uso do PAF-ECF para gerenciar a emissão dos cupons fiscais nas transações comerciais do contribuinte passa a ser obrigatório a partir de 1º de outubro de 2009. A determinação é do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e objetiva padronizar as normas seguidas pelos desenvolvedores do Programa Aplicativo Fiscal de todo o País para adequação à legislação tributária nacional.
João Carlos Monteiro, presidente do APL de TI de Londrina e Região, comenta as vantagens da cidade ter uma entidade certificadora. “Se não houvesse uma certificadora em Londrina, a empresa desenvolvedora de software interessada em homologar um Programa Aplicativo Fiscal teria que se deslocar até a capital e arcar com todas as despesas da viagem, inclusive os custos dos serviços dos profissionais envolvidos”, esclarece.
Joel Franzim destaca a importância do APL para o setor de TI de Londrina e Região. “O fato do setor estar organizado em um APL permite o desenvolvimento conjunto de soluções como foi o caso do PAF-ECF em muito menos tempo e toda a cadeia de TI ganha com isso”, opina.
Laboratório-modelo
Atendendo a um edital para projetos de inovação, o Senai Londrina, a Audare, companhia especializada em engenharia de software, e a Identech, empresa líder em identificação de chamadas telefônicas, todos integrantes do APL de TI, conquistaram no dia 26 de junho a implantação do primeiro laboratório-modelo de testes de software embarcado.
Softwares embarcados são programas que controlam o funcionamento de equipamentos como telefones celulares, aeronaves, automóveis, navios, geladeiras, televisores etc.
Rosmar Aparecido da Luz, técnico de ensino e coordenador do curso técnico em Informática do Senai, comenta detalhes do projeto. “Neste segundo semestre, nos dedicaremos à montagem do laboratório, que funcionará nas dependências do Senai Londrina, e à aquisição de equipamentos e softwares específicos. Temos um prazo de 18 meses para desenvolver uma metodologia pioneira para teste de softwares”, revela.
De acordo com Rosmar da Luz, o novo laboratório de testes de Londrina é o único na rede Senai e o primeiro do Brasil nesses moldes. Ele explica que o aumento do uso de sistemas embarcados nos últimos anos exige que as empresas reduzam o tempo de desenvolvimento do sistema e aumentem a qualidade dos produtos.
“Até o momento, cada empresa isoladamente realiza testes em softwares desenvolvidos por elas. A vantagem do laboratório, que irá atender todas as empresas interessadas, está no aumento da produtividade, na redução dos custos e na diminuição das falhas na produção dos softwares, o que resulta em maior competitividade do setor”, avalia Rosmar da Luz.
Sobre o APL de TI
O objetivo do APL de TI é ser reconhecido como um centro de referência em tecnologia da informação no País. Isso só é possível porque empresários, entidades de apoio e instituições de ensino e pesquisa atuam de forma integrada na busca da inovação e na geração de novos negócios.
Essas parcerias envolvem, entre outras atividades, o desenvolvimento conjunto de produtos ou serviços, projetos para atração de investimentos, participação em eventos, visitas a centros de referência, rodadas de negócio e a realização de treinamentos.
O APL tem a adesão de 60 empresas e várias instituições que atuam na área da TI estabelecidas no eixo entre Apucarana e Cornélio Procópio. O norte do Paraná reúne cerca de 140 empresas da área de TI.
Recursos para ciência e tecnologia somaram R$ 2 bi em 2008 14 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Inovação, Subvenção Econômica, Tecnologia, Tecnologia da Informação.Tags: Ciência e Tecnologia, Inovação, recursos
add a comment

Recursos para pesquisa
“Eles têm aumentado consideravelmente. O principal fundo de apoio à pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia, fora das universidades, é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientifico Tecnológico (FNDCT). O fundo teve em 2002 R$ 350 milhões executados. Em 2008 esse número já alcançou R$ 2 bilhões. Os recursos estão aumentando. Tivemos esse ano, uma crise econômica mundial. Apesar da crise econômica mundial, os recursos para ciência e tecnologia não estão diminuindo esse ano em relação a 2008.”
Fomento para novas empresas
“Temos avançado muito nesse setor. Empresas tradicionais não têm a cultura de fazer inovação, de investir num processo de investigação, porque isso demora tempo, mas estamos de qualquer maneira ampliando as ações para empresas tradicionais. O grande campo no Brasil é exatamente estimular novas empresas de tecnologia, aquelas que são criadas por pesquisadores das universidades, por técnicos e estudantes.”
Primeira Empresa Inovadora
“O programa Primeira Empresa Inovadora (Prime) oferece recursos para empresas criadas até dois anos. São recursos não-reembolsáveis. Para recebê-los, as empresas entram numa competição muito grande. Para fazer essa competição em todo o País, a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) credenciou 17 incubadoras de empresa. Existem mais de três mil empresas inscritas no Programa. As empresas novas estão recebendo apoio para o financiamento.”
Monitoramento da Amazônia
“O controle do Brasil sobre a Floresta Amazônica melhorou muito nos últimos dez anos em grande parte porque hoje temos um sistema de satélite, desenvolvido junto com a China, que é o CBERS. Ele passa a cada 1h40 pela mesma latitude em torno da Terra, dando 13 voltas por dia, fotografando, mandando eletronicamente as imagens para uma estação que tem em Cuiabá. Não é um monitoramento diário porque a cada hora o satélite passa por um local diferente. A cada 15 dias temos o retrato da Amazônia. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) fornece aos órgãos de fiscalização a imagem do que está ocorrendo. Pelo controle do Inpe houve um aumento do desmatamento há um ano e meio. Há dois anos, o governo tomou medidas não só de fiscalização, mas de restrição. Por exemplo: atualmente os bancos oficiais estão exigindo certificação da origem do gado para que os frigoríficos tenham financiamento.”
Base de Alcântara
“O programa brasileiro tem dois principais componentes: um é o de fabricar satélites, e no momento o Inpe já tem a competência para fabricar satélites de observação da Terra, e está fazendo isso. A outra linha é a de colocar um satélite em órbita. A base de Alcântara tem essa finalidade: soltar foguetes que coloquem o satélite em órbita. Ocorre que para lançá-lo precisa ter o domínio do combustível e o Brasil ainda não domina completamente essa tecnologia. A torre que havia em Alcântara era usada experimentalmente para lançar foguetes, que não conseguia colocar o objeto em órbita. Eram foguetes experimentais, que subiam um certo número de quilômetros e caíam no mar e eram estudados. Houve aquele acidente sério e tivemos muitas dificuldades desde 2004 porque foi realizada uma licitação para uma empresa reconstruir a torre. A empresa que perdeu entrou na justiça. Só agora a torre de Alcântara está sendo reconstruída e estará pronta antes do final do ano. Isso atrasou os testes. Fizemos um acordo com a Ucrânia e criamos uma empresa binacional que chama Alcântara Cyclone Space. Ano que vem, receberemos um foguete feito na Ucrânia, grande fornecedora do programa espacial da União Soviética. O primeiro foguete será inteiramente ucraniano, mas o segundo já terá componentes nacionais. “
Formação de Mestres e doutores
“O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) foi criado em 1951. Nas décadas de 50 e 60 e um pouquinho em 70 a maior parte dos bolsistas iam para o exterior. Atualmente, o CNPQ tem cerca de 70 mil bolsas de pós-graduação e, dessas, apenas duas mil para outros países. Passamos a ter no Brasil programas de mestrado e doutorado de qualidade internacional. Muitos bolsistas nem querem ir para o exterior. E, aqueles que querem, entram numa competição muito grande, porque o número de bolsas é pequeno. Há uma expansão do Sistema Universitário. Empresas estão contratando, principalmente mestres, mas também doutores e em muitas áreas faltam pessoas. Em 1987, o Brasil formou aproximadamente mil doutores e quatro mil mestres. No ano passado, formamos cerca de 40 mil mestres e doutores. Em 21 anos, aumentamos o número de mestres e doutores por um fator dez.”
Ciência nas escolas
“O Ministério da Educação tem um programa de colocar laboratórios de informática em todas as escolas públicas de todos os níveis. São poucas federais, mas são muitas estaduais e municipais. Já há laboratório de informática em cerca de 70 mil escolas de ensino médio em operação. Elas estão sendo gradualmente interligadas à internet por um programa que o governo federal lançou no ano passado. Teremos até o final deste ano cerca de 50 mil escolas públicas ligadas e alguns governos estaduais estão tomando iniciativas para melhorar isso. Como a Educação ficou meio desassistida durante muito tempo, não se resolve o problema da educação de uma hora para outra. É preciso um conjunto de programas. Há uma melhora considerável no uso de tecnologias e no resultado do ensino público no Brasil.”
Opinião da Cysneiros Consultores:
Para Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, esta fluxo contínuo de incentivo à inovação no Brasil, já têm gerado resultados positivos, e vai colocar o País em destaque no cenário mundial nos próximos anos. “
A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, potencializa o surgimento e crescimento de empreendimentos inovadores no estado de Pernambuco, e planeja ampliar sua atuação para os demais estados da Região.
Contato: inovacao@icomuni.com.br
Veja também
- PRIME: Programa Primeira Empresa Inovadora
- Mais de 490 empresas gaúchas inscrevem-se no Inova RS
- Laboratório de nanotecnologia pesquisa plásticos biodegradáveis
- Empresários do PR descobrem a importância da inovação
- Tecpar investe R$ 14 milhões em reestruturação tecnológica
- Fundação Certi recebe R$ 6 mi para montar Centro de Referência
- Santa Catarina bate o martelo para a Inovação
- Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
- Inovação tecnológica terá linha de crédito com juro de 1% ao ano
- PROTEC lança livro que ensina a elaborar projetos de inovação
- Financiamento de R$ 200 mil a empresas inovadoras
- Sem inovação, Brasil corre risco de “apagão tecnológico

Consultoria aponta 5 requisitos para escolher fornecedores de tecnologia 14 julho, 2009
Posted by Flammarion Cysneiros in Tecnologia da Informação.Tags: Tecnologia da Informação
add a comment

Relatório da consultoria Forrester indica as cinco melhores práticas de negociação para empresas na escolha de software.
Adquirir um sistema, seja ele ERP (de gestão corporativa), CRM (de gestão do relacionamento com os clientes) ou, BI (inteligência de negócios) é mais uma atividade no escopo das obrigações da área de Tecnologia da Informação. “Mas dentre todas as aquisições realizadas pelas companhias, a operação de compra de soluções tecnológicas representa a que traz mais dificuldades às empresas”, diz Ray Wang, vice-presidente e diretor de análise da Forrester Research.
Mesmo colocando de lado o estresse gerado pela negociação com fornecedores, a complexidade das novas ofertas (como SaaS – software como serviço – e virtualização, por exemplo), somada às mudanças constantes no mercado de fornecimento de tecnologia da informação, torna a aquisição ainda mais difícil. E é nisso que a empresa de pesquisas se baseou para elaborar a segunda versão de relatório que indica as melhores práticas de negociação entre as empresas envolvidas.
“Antes de assinar um contrato, os gestores devem negociar cinco quesitos com seus fornecedores”, comenta Wang, que complementa: “São eles: seleção, implementação, utilização, manutenção e migração para novas versões”. Segundo o especialista, CIOs e outros profissionais ligados à tecnologia e negócios devem incorporar essas etapas aos relacionamentos com fornecedores e estratégias de contratação.
Estes são os cinco pré-requisitos que as companhias devem exigir antes de efetuar uma aquisição de software:
Seleção: suporte de operação e para novas versões do software;
Implementação: fornecedores devem provar que executivos confiáveis estão por trás do negócio;
Utilização: permissão para que os clientes compartilhem uns com os outros as modificações que realizaram na solução;
Manutenção: exigência de que fornecedores busquem melhores opções de suporte para a companhia;
Migração: possibilidade de evolução para outras versões do mesmo software sem custo ou estresse.
Por que tudo isso é importante? De acordo com Wang, agora é a hora de as empresas buscarem a reestruturação de suas operações para resolver problemas gerados no passado e ganhar fôlego para crescer. “A maneira como elas se relacionam com os fornecedores é determinante para o sucesso dessa fase de mudanças nas companhias”.







