Palestra sobre redes sociais e e-commerce oferecida pelo Sebrae em Pernambuco 14 abril, 2011
Posted by stefanibcb in Dicas, E-commerce, eventos, Inovação, Internet, Redes sociais, Sebrae, Tecnologia.Tags: E-commerce, facebook, Flammarion Cysneiros, ICOMUNI, PE, Sebrae, Twitter
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Acontece amanhã, no Sebrae em Pernambuco (sede), dia 15/04, palestra-piloto gratuita sobre Mídias Sociais e E-commerce ministrada por Flammarion Cysneiros, diretor da INCUBATIC Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento/Sócio e diretor da Cysneiros e Consultores Associados e diretor da ICOMUNI Comunicação e Mídias Interativas.
O evento será de 08h às 12h com foco nas redes sociais e 13h às 17h com foco em e-commerce, no CEE do Sebrae.
Os interessados devem mandar e-mail para redessociais@pe.sebrae.com.br com nome, telefone, CPF e e-mail para contato.
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Outsourcing: afinal, o que é isso? 8 abril, 2011
Posted by stefanibcb in Qualidade, Tecnologia.Tags: fornecedor, Oportunidades, Outsourcing, Planejamento
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Por Augusto Gomes
Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de “outsourcing” costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como “terceirização”. Convém então, e antes de tudo – diferenciar uma coisa e outra.
Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do “core business” (a “vocação” da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.
O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o “core business”, muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.
Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um “boom” do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.
Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por “aventureiros do mundo do outsourcing”? Considerar os seguintes aspectos:
- Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso. Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente “fazem bem feito”), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.
- Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem “terceirização” de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.
- Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.
- Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.
Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva
entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.
E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:
- Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;
- Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?
- Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.
Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece!
Augusto Gomes é diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e TI
Regras para a nova bolha de investimento em startups 5 abril, 2011
Posted by stefanibcb in Inovação, Tecnologia.Tags: análise, bolha, economia, internacional, Investimento, lean, macro, negócios, opinião, ppt, startups, tendência, vídeo
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Creio que nem toda catástrofe gere polêmica, nem toda polêmica gere catástrofe. Mas ainda não achei uma conjugação satisfatória em toda essa conversa de “nova bolha de investimentos” em startups.
Gostei dos fatos apresentados recentemente por Paul Carr e Sarah Lacy, na Techcrunch TV. Para eles, o aumento da valorização de algumas startups – o assunto que virou alvo de especulações pela mídia – não chega a ser perto do que aconteceu na virada do milênio. Clique na imagem e assista.
Afinal, bolha foi quando se jogou – e gastou – montes de dinheiro indiscriminadamente na Bolsa de Valores. Agora, as startups super valorizadas (Facebook, Zynga, Twitter, LinkedIn, GroupOn, etc) nem chegaram a fazer seus IPOs (oferta pública inicial, abertura de capital na bolsa). Além disso, essas startups apresentam faturamento crescente.
Em todo caso, achei um ponto de vista defensável. Aliás, é defensável porque é uma perspectiva, apresentada pelo ex-empreendedor, agora professor universitário, autor e mentor de “lean startups” Steve Blank.
Para Blank, há uma nova fase no mundo das startups. Ele mesmo chama de bolha, mas o fato é que ele apresenta um framework para uma abordagem interessante de novos negócios. Em post recente, Blank explica os sinais de que há uma bolha e esclarece alguns cenários. Abaixo, faço uma tradução livre e resumida.
Caminhos para a liquidez: uma breve história dos investimentos em startups
- Anos Dourados (1970 – 1995): construa um negócio crescente com lucro consistente comprovado (no mínimo um ano) e abra na Bolsa quando chegar a hora;
- Bolha Ponto.com (1995-2000): “qualquer coisa serve”, já que os mercados clamam por ideias, promessas vagas de crescimento futuro, e as IPOs acontecem independentemente de lucratividade ou história consistente;
- Lean Startups/De volta ao básico (2000-2010): venture capital limitado, falta de confiança e de fundos: poucas aquisições, fusões e IPOs;
- A nova bolha (2011 – 2014): E lá vamos nós outra vez…
Clique na imagem e assista.
Regras para a Nova Bolha: 2011-2014
- Sinais: desde o ano passado, as avaliações para capital semente e crescimento estão inflando rapidamente; e contratar talentos no Vale do Silício está cada vez mais difícil desde a bolha de 2000; investidores estão perguntando abertamente onde isso vai parar.
- Escala de tirar o fôlego: nunca antes na história do comércio houve forças de mercado tão grandes: startups já podem pensar em um Mercado Disponível Total de bilhões de usuários (smart phones, tablets, PDs, etc);
- As novas saídas: em 1998 ou mesmo 2008, as regras para se criar uma empresa são diferentes. As saídas (retiradas de capital) nos próximos três anos vão incluir IPOs e aquisições. Diferente da bolha anterior, as startupsde agora tem faturamento real, mas mesmo assim esse movimento vai atrair startups com números menos estelares, a qualidade dos IPOs vai diminuir rapidamente e as startups vão estourar, explodir. Ao mesmo tempo, as oportunidades de aquisição vão aumentar, enquanto grandes companhias que não conseguirem manter o ritmo da inovação nos mercados emergentes da Internet, vão fazer inovação aberta comprando startups. Finalmente, novas formas de liquidez estão emergindo, como “private-market stock exchanges for buying and selling illiquid assets” (tipo SecondMarket, SharesPost, etc).

- Ordem da batalha: cada mercado tem um número finito de aquisidores, proponentes, negociantes. Cada um procura preencher buracos específicos em seus produtos ou mercados. Então, não é um problema incalculável determinar com quem você vai falar.
- Larga adoção: as startups a vencerem a bolha serão as que conquistarem larga adoção (seja com freemium, crescimento viral, custos baixos, etc) e distribuição massiva (marketplace do Facebook, Android, Apple, etc). Elas vão focar primeiro em bases de usuários massivas, e deixar o faturamento seguir depois.
- Visibilidade: durante a era das lean startups, o conselho foi claro – foque em construir a empresa e evite o hype. Agora o conselho mudou. Como toda bolha, esta é uma dança das cadeiras. Enquanto você ainda precisa de foco em clientes para seu produto, precisa também estar em todo lugar e parecer maior do que na vida real. Apareça e fale em conferências, esteja em vários blogs, use redes sociais e construa uma marca. Na nova bolha, Relaçõs Públicas pode ser seu novo melhor amigo, então invista nisso.
O que aprendemos: diferente da última bolha, esta não é sobre conceitos e visões; você precisa entregar, e isso requer construir uma empresa.
FONTE: Startupi
XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação 11 março, 2011
Posted by stefanibcb in eventos, Tecnologia.Tags: Congresso, CSBC, SBC
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O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação nacional e internacional. Desde sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante local para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, tanto de cunho puramente acadêmico e científico quanto social.
Nas últimas décadas, os impactos da Computação estão levando a uma contínua quebra de paradigmas sociais, econômicos, científicos, educacionais e culturais. A mobilidade, a disseminação e a ubiquidade da informação, assim como os mecanismos de cooperação proporcionados pela Computação, estão revolucionando a vida em sociedade de formas inesperadas e surpreendentes. A SBC definiu, em 2006, os Grandes Desafios Científicos da Computação para a próxima década, que exigirão esforços de pesquisa de longo prazo, por grandes equipes interdisciplinares, na solução de problemas de significativa relevância para o Brasil e para a humanidade.
Em 2011, o tema do XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será Computação para todos: No caminho da evolução social. Durante o período de 19 a 22 de julho, a cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, será palco de um fórum privilegiado para a ampla discussão e análise da revolução científica associada aos Grandes Desafios, à luz dos impactos que as suas soluções trarão para a sociedade em todas as suas dimensões. Nesse período, os debates e discussões sobre os avanços na área da Computação vão reunir cientistas, técnicos, profissionais, além de estudantes, com o objetivo de trocar informações e experiências entre as comunidades científicas de todo o país.
O CSBC 2011 está sendo organizado pelo Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e será realizado no Centro de Convenções de Natal, localizado nas proximidades dos principais hotéis e atrativos turísticos da cidade, contando com excelente acesso e infraestrutura para a realização de eventos de grande porte, como o CSBC.
Plataform Contact Center estrutura sede no Porto Digital em Recife 9 fevereiro, 2011
Posted by stefanibcb in Call Centers, Economia, Incubadoras, Inovação, Mídias Sociais, Plataform Contact Center, Tecnologia.Tags: Contact center, Plataform, Porto Difital
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A Plataform Contact Center, reconhecida nacionalmente como fornecedora de soluções de qualidade voltadas para CRM, contact centers e integração com telefonia CTI e marketing multicanal através de redes sociais, intensifica sua presença nacional com a reestruturação de sua sede no Porto Digital no Recife.
Com alto investimento na operação de expansão, tem expectativa de crescimento de 35% dos negócios até o final do ano. Com o escritório no Porto Digital em Recife, a empresa espera dobrar o volume de negócios na região e iniciar uma linha de produção local. O objetivo é fortalecer a base de negócios nos dois Estados, estabelecer novos canais e atender de forma plena os clientes dessas regiões, em suas soluções\de marketing multicanal, redes sociais, voip, pesquisa de mercado, cobrança extra judicial e fidelização de clientes.
A Plataform Contact Center tem como foco a inovação e atendimento de clientes nos novos meios de comunicação através das redes sociais, que tem sido uma grande oportunidade de interação com o cliente em tempo real, especialmente para a nova gereção.
Segundo estudo da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group, de 2010, a grande maioria dos funcionários e consumidores prefere utilizar redes sociais para a comunicação. O estudo mostrou que a satisfação dos clientes com as atuais interações de negócios via mídia social era, em meados de 2010, de apenas 65%.
Em 2011, este cenário já vem se configurando de uma nova maneira. Cada vez mais empresas veem neste nas redes sociais uma oportunidade para atingir metas por meio da inovação. “As metas que traçamos este ano para a Plataform Contact Center são bem desafiadoras. Com o lançamento do Redes Sociais e a consolidação de nossos produtos de CRM e CTI no mercado, aliados ao crescimento e estruturação de toda a equipe, temos tido excelente desempenho, o que aponta para um resultado bastante animador e ampliação do marketshare no Nordeste para 2011″, afirma Flammarion Cysneiros, diretor de negócios da Plataform.
Plataform Contact Center
telemarketing ativo e receptivo | webchat | CRM | tecnologia
Porto Digital
O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas. Em uma região atrativa para inovação, instituições, empresas, universidades e governos fomentaram mudanças econômicas e sociais que estão gerando riqueza, emprego e renda.
O marco zero dessa nova economia é o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software, que está situado no Recife, capital de Pernambuco, no nordeste brasileiro.
Artista plástica adotou e-commerce para divulgar arte amazônica 31 janeiro, 2011
Posted by stefanibcb in Cases, E-commerce, Negócios na Web, Tecnologia.Tags: artesanato, E-commerce
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O que uma empresa pode esperar do futuro de suas vendas? Certamente essa questão é feita por grande parte dos empresários que querem aprimorar e expandir seu negócio nos próximos anos. Porém, prever os rumos de suas vendas não é algo tão difícil assim, basta casar as tendências do mercado e os passos de seus concorrentes com bom senso e know-how de seus produtos.
Que as redes sociais caíram nas graças dos consumidores já não é nenhuma novidade. Elas são utilizadas constantemente para consultar preços, procurar melhores e diferentes produtos, boas oportunidades e trocar experiência com outros consumidores. Dessa forma não é difícil entender que a empresa precisa estar com seu produto na Internet e isso é feito através do e-commerce. Institutos de pesquisa revelam que 2011 será o ano do mercado virtual em âmbito nacional e internacional e o empreendedor que não tem um site de vendas vai ser passado para trás.
Um negócio chamado arte
Os grandes sites vendem de chocolate à geladeira, tudo sem ver a cara do consumidor e na maioria das vezes sem problemas no processo de venda / compra / entrega. Mas imagine vender obras de arte e souvenires direto do Mato Grosso para o Brasil e para o mundo? Recentemente a artista plástica Mari Bueno adotou o e-commerce como ferramenta para divulgar seu trabalho e vender suas obras, todas feitas com cunho ambiental e social. A profissional, formada em letras e pós-graduada em Arte na Educação e Arte Sacra e Espaço Litúrgico Celebrativo mudou-se para o Mato Grosso há 30 anos, exatamente na época da divisão entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
“Há 15 anos as pessoas não estavam tão integradas ao meio ambiente como estão hoje. Dá para sentir isso no mercado a nível nacional e local. A valorização da Amazônia que temos hoje ajuda não só a preservação, mas também à divulgação do meu trabalho”, conta Mari Bueno. O processo criativo de suas telas é baseado na fauna e flora amazônica e no dia-a-dia da região.
O envolvimento com a arte fez com Mari fosse convidada para pintar a Catedral do Sagrado Coração de Jesus de Sinop, cidade onde mora. “Faço uma coisa chamada enculturação, ou seja, mesclo elementos da arte sacra com elementos regionais. Tudo que pinto tem um pouco da minha infância e principalmente a vida nessa região”, afirma a artista plástica.
Amazônia e e-commerce
Há 10 anos Mari Bueno abriu sua galeria onde expõe e vende seus trabalhos. Porém ela percebeu que muitos turistas queriam levar suas obras para casa e pelo tamanho da tela não conseguiam. A partir de uma dificuldade ela encontrou um diferencial: vender suas obras pela internet. O site que já existia e funcionava como mostruário foi totalmente reformulado e passou a abrigar parte de suas obras para venda, contendo descrição, preço, tamanho, peso e todas as informações necessárias para que o usuário estivesse seguro de sua compra. “Quanto mais detalhes do produto colocamos mais temos compras fechadas. O internauta precisa se sentir seguro de que está comprando exatamente o que precisa. Para que chegássemos ao site atual passamos fizemos pesquisas de mercado eletrônico e regional, planejamento, escolha de design, logística, etc”, conta.
Além de suas telas, a empresária vende também souvenirs como canecas, roupas e artigos domésticos. Esses produtos são estampados com imagens das obras da artista plástica e tem dois tipos de acabamento: laca e rústico. “Os souvenirs são uma forma de trazer mais do meu trabalho para perto das pessoas. Algumas vezes o cliente gosta do quadro, mas não pode pagar. Transportando a imagem para uma almofada, por exemplo, ele consome da mesma forma a cultura e é isso que importa”, complementa Mari.

Para abrir o e-commerce a artista plástica contou com a ajuda de uma equipe de profissionais indicada pela Karen, da Papinha da Vovó, que já esteve aqui na Voz do Empreendedor do Pensando Grande. Depois de pronto, o mercado é monitorado por uma única pessoa, a mesma que cuida da galeria física. “É tudo muito fácil. O cliente seleciona o produto, escolhe a forma de pagamento e insere o CEP para que o frete seja calculado. Recebemos todos esses dados automaticamente, separamos o produto e o enviamos pelos Correios. Esta é a forma mais rápida, segura e barata de se enviar, seja por Sedex ou PAC”, finaliza Mari Bueno que voltou há pouco tempo do Museu do Louvre, em Paris, onde expôs três de suas obras em uma exposição coletiva brasileira.
Dicas e motivação
“Sempre há muito o que explorar. Tenho sorte de estar numa área que estimula sempre a gente. A arte motiva nossa cabeça e faz com que tenhamos várias ideias novas que funcionam como uma turbina de otimismo. Respiro arte e tenho um papel artístico e social grande para desempenhar. O site está me ajudando a ter mais negócios e oportunidades e o que falta é elaborar um plano de marketing mais avançado”, conta a profissional que assim como todos os empresários já pensou em desistir.
Fonte: Pensando Grande
Sebraetec lança edital para empresas de consultoria 17 janeiro, 2011
Posted by stefanibcb in Consultoria, Editais, Sebrae, Tecnologia.Tags: Consultoria;, Edital, Sebraetec
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Com o intuito de facilitar o acesso das pequenas empresas aos serviços tecnológicos, visando a melhoria de sua capacidade competitiva, o Sebrae criou em 1982 o Programa Sebraetec (Serviços em Inovação e Tecnologia). No próximo dia 20 de janeiro, será lançado um edital, no site do Sebrae Alagoas, para selecionar empresas prestadoras de serviços de consultoria tecnológica, que possam atender às demandas existentes. O objetivo é que estas empresas, em 2011, atendam 1300 MPE do estado de Alagoas.
O edital é válido para empresas de consultoria de Alagoas, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia. Para participar é necessário ter CNPJ, Certidão Negativa, Contrato Social, Atestado de Capacidade Técnica, entre outros quesitos divulgados no edital.
O Sebraetec serve de elo entre as empresas de consultorias e os empresários, disponibilizando de 50% a 80% dos custos que o empresário teria com as empresas consultoras. “Como o serviço de consultoria tem um custo elevado, o Sebraetec aparece para ajudar à micro e pequena empresa, que precisa desses serviços, mas não tem como custear. Entre 50% a 80% dos recursos são disponibilizados pelo Sebraetec e o restante fica para os empresários”, disse a analista da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia, Silvia Chamusca.
A Rede Metrológica de Alagoas (Rmal) já faz parte do Sebraetec há 2 anos, prestando consultoria para as empresas. A rede atende cerca de 90 empresas por ano. Segundo a secretária executiva da Rmal, Norma Acioli, o Sebraetec contribui para que a rede cumpra sua missão. “Nós já somos um parceiro do Sebrae e através do Sebraetec nós difundimos todas as ferramentas do TIB – Tecnologia Industrial Básica para as empresas, o que contribui para o cumprimento de nossa missão”, disse ela.
Já o empresário Afrânio Lages, da Aeroturismo, buscou o programa para melhorar o atendimento interno da sua empresa. Segundo ele, com as consultorias, os resultados melhoraram rapidamente. “Já notamos uma grande melhoria na nossa empresa, mudando a forma de atendimento, nós mudamos outras estruturas internas o que agregou valor à nossa gestão”, disse ele.
Ainda segundo Afrânio, o Sebraetec oferece boas oportunidades para o empresário das MPE. “É muito importante esse incentivo que o programa dá ao diminuir o custo que teríamos com uma empresa de consultoria. Nós melhoramos nossa estrutura, melhoramos o nosso atendimento e assim acabamos melhorando nossos serviços e aumentando nossos lucros”, completou.
Entre as áreas de conhecimento selecionadas no edital são Planejamento Empresarial, Gestão de Produção, Gestão de Qualidade – Adequação dos critérios de excelência da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Propriedade Intelectual, Gestão Ambiental, Adequação à Legislação Ambiental, Eficiência Energética, Segurança Alimentar, Produção Integrada, TIB – Tecnologia Industrial Básica, Design e Prospecção Tecnológica.
Sebraetec
O Sebraetec atende às micro e pequenas empresas dos setores do comércio, serviços, agronegócios e indústria com faturamento anual inferior a R$2,4 milhões. O projeto será ampliado em 2011 e pretende atender, em todo Brasil, 48 mil empreendimentos. Para isso, só neste ano, serão investidos cerca de R$ 85 milhões em projetos que busquem ampliar estes pequenos negócios, promovendo mais competitividade e sustentabilidade.
Ao todo, o projeto que vai de 2011 a 2013, tem um orçamento de R$ 787 milhões. Mais informações pelo 82 4009-1751 ou no site http://www.al.sebrae.com.br.
Fonte: Sebrae/AL
Mercado de call center cresce 16,7% 7 janeiro, 2011
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O mercado brasileiro de serviços de call center cresceu 16,7% em 2009, chegando à marca de R$ 7,8 bilhões. O número faz parte do estudo Call Center Services no Brasil, realizado pela IDC.
Após um período de suspense vivido em 2008, com a aplicação da Lei do SAC e o surgimento do “Do not Call” em um momento de fragilidade financeira global, a performance do mercado em 2009 era uma incógnita. Porém, o que se percebeu foi um reposicionamento dos contratantes e contratadas que trouxe transformações positivas, de acordo com Célia Sarauza, gerente de consultoria e especialista em Segurança da Informação da IDC.
“Enquanto a Lei do SAC conseguiu agilizar o amadurecimento dos processos e as operações de atendimento ao consumidor em busca de maior qualidade e eficiência, o Do not Call serviu de filtro para que as empresas não precisassem mais ligar para um público pequeno e que não desejava ser importunado com ações de telemarketing”, declara Célia.
Segundo o estudo da IDC, o número de PAs (posições de atendimento) próprias instaladas no Brasil cresceu 10%, atingindo 153,8 mil posições. Essa expansão reflete dois movimentos: crescimento da demanda por serviços de terceirização de call center, principalmente em crédito e cobrança, retenção e serviços de back-office relacionados à BPO (Business Process Outsourcing); e aumento da oferta de serviços de BPO por parte dos provedores de serviços para atender à demanda por soluções que deem visibilidade do processo como um todo para o cliente.
“O crescimento de PAs próprias só não foi maior em 2009 porque houve, neste período, um forte aumento da demanda por terceirização somente de infraestrutura”, completa a analista da IDC. A maior concentração de PAs está em São Paulo, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Ainda de acordo com a IDC, as perspectivas econômicas para o mercado brasileiro de call center são otimistas para os próximos anos. Muitos projetos de terceirização que haviam sido colocadas na gaveta em 2008/2009, começam a ser retomados em 2010.









