Consultoria em Design Thinking para Criar e Inovar nos Negócios


Você quer otimizar a sua Gestão em apenas 4 fases?

 

Experimente o DESIGN THINKING

 


Por que DESIGN THINKING?

 

Adotado por indivíduos e organizações no mundo dos negócios, o Design Thinking tem visto sua influência crescer entre diversas disciplinas na atualidade, como uma forma de abordar e solucionar problemas.

 

No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido, com grandes players como o Itaú, Bradesco, Whirlpool, Mapfre e outros desenvolvendo capacidades de gestão empresarial.

 

“Métodos gráficos ajudam empresário a testar negócio
Ferramentas de baixo custo identificam gargalos, possibilidades e lacunas”
FSP de 2/12/2013
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1379321-metodos-graficos-ajudam-empresario-a-testar-negocio.shtml

 

Como surgiu o DESIGN THINKING?

 

O DESIGN THINKING (“modo de pensar graficamente”) foi desenvolvido pela SAP em parceria com a Universidade de Stanford/EUA, como abordagem que coloca as pessoas no centro da geração de soluções e resultados de impacto.

 

O que é o DESIGN THINKING?

 

DESIGN THINKING implica em quebrar mesm!ce

 

DESIGN THINKING ajuda a “pensar e atuar fora da nossa caixa”

 

DESIGN THINKING utiliza a criatividade de forma colaborativa em equipes multidisciplinares, na busca de diversas perspectivas para a solução de problemas.

 

DESIGN THINKING é uma abordagem que eleva o nível de inovação.

 

Para detalhes vide o Artigo “Como inovar a inovação”
http://www.wkprisma.com.br/treinamento-empresarial/educacao-corporativa/inovar-e-agora-1.html
“Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias”
Tim Brown

 

O que diferencia o DESIGN THINKING?

 

DESIGN THINKING tem como fim(!) a otimização de uma solução, em vez de começar com análise das causas de um problema; é uma forma de pensar baseada em soluções, com um objetivo inicial, em vez de começar com um determinado problema.

 

Fonte: BIOLCHINI, Clarissa, PIMENTA, Marcelo e OROFINO, Maria Augusta et al. São Paulo, 2012
Disponível em http://www.bmgenbrasil.com, Licença Creative Commons.

 

DESIGN THINKING busca soluções a partir das necessidades dos stakeholders – é a sua situação real que deve estimular o pensamento divergente entre os colaboradores.

Qual é o papel do DESIGN THINKING?

 

Design Thinking é um método prático-criativo de solução de problemas.

 

Design Thinking estimula a criatividade para adaptar as soluções às necessidades reais dos stakeholders.

 

Qual é a sacada do DESIGN THINKING?

 

Design Thinking coloca as pessoas no centro da geração de soluções, criando assim resultados que são mais desejáveis para elas, mas que, ao mesmo tempo, são financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de ser transformados em realidade.

 

Design Thinking busca diversos ângulos e perspectivas para solução de problemas, priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares em busca de soluções inovadoras.

 

Pessoas de formação e experiência diferentes fornecem maneiras diferentes de pensar e agir; é uma forma inteligente para valorizar as pessoas num ambiente colaborativo.

 

O grupo mapeia os processos no dia a dia das organizações para ganhar uma visão mais completa e, assim, melhor identificar as barreiras e gerar alternativas para transpô-las.

 

As organizações orientadas pelo Design Thinking colocam esse mindset no coração da gestão empresarial, visando orientar a melhoria contínua das práticas empresariais, reconhecendo que essa orientação conduz à diferenciação.

É na paixão pela diferenciação que as organizações devem e podem maximizar o seu potencial produtivo.

 

Qual é o processo do DESIGN THINKING – aplicado para a construção de um Modelo de Gestão?

 

 

 

 

Fase 1 – Discover: Mobilizar para um projeto bem sucedido

 

Passo 1 – Nomear o líder do projeto com ampla experiência em gestão empresarial, capaz de articular ideias, de bom relacionamento com pessoas e com um profundo comprometimento com a inovação através de um Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 2 – Antes de tudo, envolver um membro da alta direção para patrocinar o projeto – um apoio visível para sinalizar a importância do Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Reunir uma equipe multidisciplinar composta por pessoas das áreas chave da organização (marketing/vendas – engenharia/produção – materiais – serviços/logística – administração/finanças – tecnologia de informação e comunicação), de diferentes níveis hierárquicos; uma equipe multidisciplinar ajuda a otimizar ideias e superar eventuais resistências à implantação.

 

Passo 4 – Sensibilizar a equipe da necessidade de um modelo de gestão empresarial, orientando sobre o papel de Modelos de Gestão Empresarial e sua importância sobre o processo de inovação; seja prático, embasando sua mensagem com casos, fatos e números de sucesso (ao invés de conceitos).

 

Passo 5 – Descrever, numa linguagem comum, a justificativa por trás do trabalho.

 

Passo 6 – Entender o contexto do problema da não existência de um Modelo de Gestão Empresarial através de entrevistas com membros-chave da Organização (Inspiração).

 

Passo 7 – A partir dos dados coletados, criar insights para análise e síntese para compreender o problema; é essencial fazer perguntas ( “e se”, “por que não”, “e senão” ) e gerar ideias para identificar uma grande variedade de soluções.

 

 

Fase 2 – Define: Compreender os elementos necessários para o desenho de um modelo de gestão empresarial

 

Passo 1 – Estimular a equipe para desenvolver uma boa compreensão do contexto, onde o Modelo de Gestão empresarial deve evoluir, definindo o que é Gestão Empresarial.

 

O GOOGLE traz mais de 600.00 respostas; sugerimos entender gestão empresarial como o processo de alinhar (apenas) seis passos: Definir Objetivo – Elaborar Estratégia – Estabelecer Prioridades – Desenvolver Pessoas – Desenhar Organização – Monitorar Resultado.

 

Passo 2 – Entrevistar os stakeholders da organização para identificar problemas, necessidades e expectativas deles de uma “boa” Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Realizar sessões de co-criação (brainstorming) com o público acima para gerar ideias ou sugestões.

 

Passo 4 – Enxergar além dos padrões e estudar cases de Modelos de Gestão Empresarial inovadores bem sucedidos.

 

Passo 5 – Analisar a viabilidade de ideias (Feasibility Review).

Para ganhar adesão das soluções às suas expectativas reais perguntar profissionais da área em questão se:

a) As ideias são interessantes para eles que serão “servidos” pelas soluções criadas?

b) As ideias são viáveis (técnica- e financeiramente)?

 

Passo 6 – Documentar as ideias consensadas (Brief)

 

 

Observação: Evite análise excessiva (“paralisia da análise), demonstrando progresso e aprendizado para a Alta Direção.

Fase 3 – Develop: Adaptar o Modelo de Gestão Empresarial em resposta à reação da Organização.

 

É a fase de revisar ideias, onde for necessário (Concept Review).

 

Passo 1 – Desenvolver a capacidade de quebrar mesm!ce, simulando caminhos para chegar na melhor alternativa; organizações estabelecidas tendem a barrar ideias ousadas; para enfrentar, articule as vantagens da proposta: potencial de mais receita/lucro, etc.

 

Passo 2 – Consultar especialistas externos; comentários como “isso não vai dar certo” ou “os stakeholders não precisam disso” indicam resistência potencial; questionamentos adicionais podem ajudar a refinar o Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Transformar as informações acima em soluções pilotos que possam ser testadas.

 

Passo 4 – Após um questionamento intensivo de cada protótipo, selecionar os mais satisfatórios.

 

 

Fase 4 – Deliver: Colocar as soluções validadas em prática e testá-las até acertar – o que funciona (“energiza”) e o que não funciona (“mata”) – Prototipagem.

 

Passo 1 – Implementar na Organização o protótipo do Modelo de Gestão Empresarial.

 

– Definindo os mapas dos projetos,

 

– Especificando marcos,

 

– Conduzindo uma comunicação interna e de alta visibilidade, anunciando o novo modelo.

 

Passo 2 – Adaptar o Modelo de Gestão Empresarial em resposta à reação dos stakeholders.

 

– Avaliando de forma contínua como se comporta o modelo no dia a dia da Organização,

 

– Promovendo workshops regulares com membros chave da Organização, para avaliar se o modelo precisa de ajustes.

 

 

Note que cada etapa do Design Thinking permeia a outra, fazendo parte de um todo, coerente entre si.

 

 

 

Caso de Sucesso

 

Um caso de sucesso recente é a SAP, que vem usando globalmente a metodologia de DESIGN THINKING e, desde 2011, utiliza a mesma na SAP Brasil, na criação de soluções específicas para clientes.

 

Para Alberto Oppenheimer, diretor de soluções da SAP Brasil, o uso da metodologia DESIGN THINKING ajuda a descobrir os desafios do cliente de forma colaborativa, identificando o valor oculto para o negócio dele e alavancando o portfólio de inovação da SAP para transformar as ideias em soluções tangíveis. “No modelo tradicional, tínhamos sapatos em nosso estoque e o cliente tinha que escolher qual servia nele. Com o DESIGN THINKING fabricamos o sapato mais confortável para os pés de nossos clientes, baseados na experiência deles”, compara.

 

Observação: O DESIGN THINKING pode ser utilizado em qualquer empreendimento, em qualquer segmento, de qualquer porte.

 

Por que  adotar o DESIGN THINKING?

O DESIGN THINKING é a melhor forma para aproveitar soluções.

 

Para otimizar a visualização deste processo, utilize o CANVAS, uma ferramenta prática em formato de cartaz, com uma sequência lógica de passos para criar, revisar ou avaliar um Modelo de Gestão Empresarial

Com o CANVAS você é capaz de alinhar os elementos da gestão empresarial de acordo com os interesses dos stakeholders da Organização – tudo de forma flexível, de mente aberta, erro e acerto para agilizar o aprendizado e facilitar a aplicação.

 


 

 

Você quer visualizar sua Gestão Empresarial
em apenas 6 módulos?

 

Experimente uma nova aplicação do CANVAS

do brainstorming
para um gamestorming

Pesquisas revelam que 45% da receita de uma organização
são gerados pelos melhores gestores da empresa.

Um dos maiores problemas para os gestores empresariais vem sendo a excessiva ocupação voltada para as operações do dia a dia, ou seja, menos orientada para a gestão executiva – mais voltada para resultado.

 

Do outro lado existe um consenso:

O gestor empresarial capacitado faz toda a diferença.

 

“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite.”
Peter Drucker

 

Como sair disso?

 

Assim como um arquiteto utiliza uma planta para construir uma casa, um gestor empresarial deve desenhar um Modelo de Gestão Empresarial – antes de gerenciar.

No mundo dos negócios, modelos inovadores são emblemáticos nos dias de hoje; apesar disso, continuam pouco compreendidos.

Alguns gestores empresariais têm telas cheias de avisos e lembretes; outros têm quadros na parede e têm aqueles que têm mapas cheios de alfinetes coloridos

Mas o que é cada vez mais comum encontrar nas paredes é o Business Model Generation – BMG(Geração de Modelo de Negócio) – Canvas, inicialmente proposto por Alexander Osterwalder.

 

O BMG é uma ferramenta que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio.

O Canvas é um mapa visual pré-formatado, contendo os blocos do respectivo modelo de Negócios.

Em 2011, Alex Osterwalder e Yves Pigneur publicaram o livro “Business Model Generation”, apresentando uma nova forma de descrever e visualizar Modelos de Negócios.

 

2 – Gostaria de apresentar aqui o Modelo de Gestão Canvas uma nova forma de visualizar Modelos de Gestão Empresarial.

Partimos da premissa de que gestores empresariais são cobrados por resultados.

Se você está sentindo a crescente pressão para que a geração de resultado se torne prioridade na sua agenda, sugerimos aplicar o Modelo de Gestão Canvas; um modelo que estimula o gestor e sua equipe a remarem na mesma direção: planejar, atuar e monitorar de maneira a atrair e reter os seus stakeholders (colaborador – cliente – fornecedor/parceiro – comunidade – investidor).

 

O Modelo de Gestão Canvas é uma ferramenta simples na sua utilização, apesar de ser eminentemente estratégica, fácil para resumir as práticas principais da gestão empresarial e implementar modelos de gestão empresarial; ou seja, ideal para auxiliar o gestor empresarial ao elaborar a “bússola” da sua gestão empresarial.

 

O que é Gestão Empresarial?

Como Gestão Empresarial podemos entender o processo de alinhar (apenas) 6 passos: Definir Objetivo – Elaborar Estratégia – Estabelecer Prioridades – Desenvolver Pessoas – Desenhar Organização – Monitorar Resultado.

 

Por que utilizar o Canvas?

 

Adotado com êxito por organizações na Educação Corporativa e Educação Executiva, o CANVAS está crescendo como metodologia avançada para elevar o nível de inovação em soluções na Gestão Empresarial.

No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido, com grandes players como o Itaú, Bradesco, Whirlpool, Mapfre e outros, desenvolvendo capacidades de gestão empresarial.

“Métodos gráficos ajudam empresário a testar negócio
Ferramentas de baixo custo identificam gargalos, possibilidades e lacunas”
FSP de 2/12/2013
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1379321-metodos-graficos-ajudam-empresario-a-testar-negocio.shtml

 

 

Qual é o papel do CANVAS?

O mais importante é entender cada parte do Modelo de Gestão Canvas e compreender como ele pode ajudar nos questionamentos da sua gestão empresarial.

O conceito do CANVAS baseia-se na ideia do LEGO, onde peças se encaixam, permitindo inúmeras combinações, aqui na hora de criar os seus modelos de gestão empresarial.

Podemos destacar as características do CANVAS como segue:

CANVAS é uma abordagem para resolver problemas complexos,

CANVAS é uma aplicação estruturada e instigante,

CANVAS é um exercício interativo na busca de resultados de impacto.

 

 

 

Enfim, você consegue entender muito rápido o que quer dizer Gestão Empresarial, só olhando no Modelo de Gestão Canvas.

 

O que diferencia o CANVAS?

 

O CANVAS visualiza sua gestão empresarial em uma única(!) folha.

 


O CANVAS é a melhor forma para modular práticas de gestão empresarial até as peças se encaixarem.

 

O CANVAS é uma ferramenta que fomenta o entendimento, a discussão, a criatividade e a análise.

 

O CANVAS é um puzzle instigante, efetivo e lúdico.

 

O Modelo de Gestão Canvas permite aos gestores empresariais planejar, desenhar, visualizar, atuar e monitorar resultados de impacto para os stakeholders, de forma colaborativa.

 

Como aplicar o Modelo de Gestão Canvas?

Para aproveitar o máximo esta ferramenta, aqui algumas dicas na busca de um trabalho efetivo na sua equipe:

 

Fase 1 – O Modelo de Gestão Canvas, na sua formatação base, sugere montar um quadro com seis vigas distintas, que servem de ponto de partida para que gestores empresariais possam descrever sua gestão empresarial, gerando seu modelo de gestão empresarial.

 

> Objetivo: Crescer – com lucro – de forma sustentável

> Estratégia: Obter vantagem competitiva a partir da diferenciação

> Prioridades: Montar uma Agenda de Prioridades – de impacto

> Pessoas: Tornar se um Gestor cobiçado

> Organização: Desenhar uma Organização que aprende

> Monitoramento: Gerenciar resultado – com soluções de TIC

 

São estes os blocos, seqüenciado como o processo da gestão empresarial, com sua respectiva interpretação, prontos para que a equipe envolvida possa desenvolver elementos inovadores que garantam que a empresa crie ou mantenha vantagens competitivas.

 

Fase 2Imprima o quadro do Modelo de Gestão Canvas numa grande superfície, recomendo tamanho A 1, para grupos de pessoas começarem a esboçar e discutir elementos do modelo de gestão empresarial.

Estruturados em uma única(!) tela, de maneira visual e objetiva, os seis blocos dão uma visão geral de todos os aspectos envolvidos no dia a dia da gestão empresarial.

 

Fase 3 “Pense com as mãos”, partindo de perguntas-guia, descrevendo o que imagina para cada um dos blocos em adesivos (tipo post-it ou os modernos stattys notes magnéticos – vide WWW.stattys.com) que permitem que as ideias sejam colocadas, movidas ou descartadas;

 

 

Fase 4 – Use cores e desenhos para construir uma narrativa que ajude a compreender o seu modelo de gestão empresarial (storytelling);

 


Fase 5 – Use técnicas como brainstorming para gerar o máximo de ideias sobre como buscar resultados de impacto e como se diferenciar dos seus concorrentes, para construir, alterar ou avaliar sua gestão empresarial; não é necessário responder todas as perguntas, mas responder o suficiente para visualizar a sua gestão empresarial de forma macro; não tenha medo de colocar ideias “loucas” no quadro.

 

Fase 6Analise criticamente o modelo criado para refiná-lo e torná-lo prático o suficiente para implementá-lo.

O melhor de tudo: você vai vivenciar um momento instigante e envolvente – maios do que um brainstorming é um gamestorming!

Não há uma versão final – a ferramenta é dinâmica e será constantemente revisada ao longo do tempo.

 

O Modelo de Gestão Canvas é uma ferramenta viva, que pode mudar todos os dias, variando conforme mudanças no ambiente externo e interno da empresa ou expectativas do stakeholders.

A montagem do Modelo de Gestão Canvasé só o primeiro passo para criar o modelo de gestão empresarial da sua empresa, unidade, área ou projeto.

Depois de colocar as ideias, elas precisam ser validadas; é o momento de sair do escritório e conhecer os seus stakeholders.

 

Como a aplicação do Modelo de Gestão Canvas pode ajudar na carreira do gestor empresarial ?

A cada aplicação do Modelo de Gestão Canvas você vai aprendendo com a realidade e não somente com seus pensamentos.

A partir de questionamento contínuo, é possível aprender – sempre.

Não devemos ter medo de tentar o novo. Pode dar certo como pode dar errado. Seja como for, tentando é que se gera aprendizado.

Através do aprendizado podemos descobrir coisas que nos fazem deixar de ganhar dinheiro e coisas que permitem ganhar mais dinheiro – ponto de partida para incrementar a nossas ideias – plataforma para inovar – sempre….

 

O CANVAS é a melhor forma para visualizar soluções

Convidamos você para uma vivência instigante e envolvente para construir, alterar ou avaliar sua Gestão Empresarial.

“Saber o que fazer, mas não saber COMO, significa não saber”
Sabedoria Oriental

 

O que presumimos

1 – A empresa precisa escolher seu Modelo de Gestão.

2 – Pessoas empreendedoras fazem toda a diferença.

3 – O Mercado Internacional abre espaços lucrativos.

4 – O homem de negócios internacionais busca domínio intercultural.

5 – As soluções da TIC facilitam a gestão de resultado.

 

Pergunte a si mesmo se tem problemas quando o assunto é:

1 – Gerar resultado.

2 – Facilitar a sua carreira.

3 – Internacionalizar marketing e vendas.

4 – Negociar com interlocutores interculturais.

5 – Maximizar lucratividade.

 

Links:

Modelo de Gestão Empresarial – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gestao-empresarial-mge-canvas

 

2 – Como facilitar a sua Carreira

Modelo de Gestão VOCÊ – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gesto-voc-canvas

 

3 – Como internacionalizar Marketing e Vendas

Modelo de Internacionalização de Marketing e Vendas – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-internacionalizao-de-marketing-e-vendas

 

4 – Como negociar com interlocutores interculturais

Modelo de Negociação Intercultural – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-negociao-intercultural

 

5 – Como maximizar a lucratividade

Modelo de Gestão de Resultados através do Balanced ScoreCard – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gesto-de-resultado-atravs-do-bsc

 

 

Observação

Caso você tenha um tema específico, que não esteja relacionado acima, entre em contato conosco para que possamos desenvolvê-lo especialmente para sua necessidade.

 

A Cysneiros e Consultores Associados desenvolve consultoria em Design Thinking.

 

Palestra on-line: Você ao Vivo com seu Cliente.


Periscope e YouTube - Facebook Flammarion

Vídeos para atrair novos clientes e alavancar Vendas. Apps de transmissão em tempo real é a mais nova tendência digital. Pré-Inscrição gratuita em: bit.ly/voceaovivo

Fatos relevantes:

  • Os APPs de vídeos atingiram a marca de 10 milhões de usuários.
  • Cresce o número de visualizações de videos na internet
  • Internautas preferem vídeos a fotos ou textos
  • Importante criar novos canais de relacionamentos de baixo custo com seus clientes.
  • Os APPs de vídeos atingiram a marca de 10 milhões de usuários.
  • A taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas que investem em marketing digital é maior.
  • A maior dúvida é sempre como começar. É o que veremos nessa palestra.

 

Temas abordados:

Essa palestra se aplica perfeitamente para o momento em que os empreendedores precisam usar a criatividade e de inovações para divulgar sua Marca junto aos seus clientes. Gerar resultados a partir do marketing digital.

 

» Novidades facebook Live , Periscope e Youtube

» A primeira transmissão ao vivo

» Como chegar a mais fãs?

» Criar vídeos atrativos para ter grande alcance

» Aumentar fãs e  Vendas

» Análise estratégica das estatísticas

» Publicidade eficiente

» Redes Sociais

» Interação com os fãs

 

Público Alvo:

  • Empreendedores e Empresários que pretendem alcançar e atrair novos clientes para a sua empresa

 

Duração:

  • 1 hora (em casos especiais pode ser até 2 horas)

 

Palestrante:

  • Flammarion Cysneiros Jr.
  • Consultor Sênior de Inovação e Empreendedorismo (SEBRAE)
  • Mestrando em Inovação e Desenvolvimento (FG – Laureate University)
  • MBA em Empreendedorismo e Gestão Empresarial (FGV/SENAC/SEBRAE)
  • Sócio da Cysneiros e Consultores Associados
  • Ministrou mais de 100 palestras em todo Brasil e América Latina.

Flammarion-Cysneiros-Palestrante-Consultor

Recursos necessários:

  • Data-show
  • Flipchart
  • Caixa de som e microfone
  • Internet Wi-fi (Para divulgação marketing Digital)

Contratação:

  • Boleto ou depósito bancário
  • Banco Itaú: Agência: 3175 | Conta Corrente: 11024-0
  • Cysneiros e Consultores Associados
  • Cnpj: 05.826.156/0001-40

Contatos e reservas:

Leve para sua cidade!

PALESTRA Bela - Recatada e Empreendedora Cysneiros

Palestra: Bela, Recatada e Empreendedora


PALESTRA Bela - Recatada e Empreendedora Cysneiros

Fatos relevantes:

  • Cresce o número de mulheres empreendedoras no Brasil. Entre os novos negócios, participação das mulheres chega a quase 50%.
  • Brasil tem mais de 5 milhões de mulheres empreendedoras.
  • Um dos motivos para o empreendedorismo feminino é a maternidade.
  • A taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas lideradas por mulheres também é maior.
  • A maior dúvida é sempre como começar. É o que veremos nessa palestra.

 

Temas abordados:

Essa palestra se aplica perfeitamente para o momento em que as mães têm que conciliar o trabalho, empreendedorismo com seu tempo de mãe. Para você “mãe” se conhecer melhor e crescer na vida pessoal e no trabalho. Dicas de empreendedorismo, trabalho e comportamento.

Público Alvo:

  • Mulheres e Mães que têm que conciliar a vida profissional com a pessoal

 

Duração:

  • 1 hora (em casos especiais pode ser até 2 horas)

 

Palestrante:

  • Flammarion Cysneiros Jr.
  • Consultor Sênior de Inovação e Empreendedorismo (SEBRAE)
  • Mestrando em Inovação e Desenvolvimento (FG – Laureate University)
  • MBA em Empreendedorismo e Gestão Empresarial (FGV/SENAC/SEBRAE)
  • Sócio da Cysneiros e Consultores Associados
  • Ministrou mais de 100 palestras em todo Brasil e América Latina.

Flammarion-Cysneiros-Palestrante-Consultor

 

 

Recursos necessários:

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  • Flipchart
  • Caixa de som e microfone
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DESIGN THINKING PARA NEGÓCIOS


design-thinking-Cysneiros-E-Consultores-Associados-006Infográfico mostra os processos e as abordagens de como aplicar os conceitos no nosso dia a dia.

 

O design thinking ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para criar projetos de melhor qualidade.

Veja alguns casos práticos no infográfico abaixo.

 

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Fazer escolhas e resolver problemas. Esse é um dos principais desafios na vida de um empreendedor. Para facilitar essa tomada de decisões, muitos estão buscando a ajuda do design thinking, um conjunto de métodos e processos para lidar com obstáculos e analisar soluções. “A abordagem é focada no ser humano. Isso significa que partimos sempre do que é ‘desejado’ pela pessoa”, afirma Mônica Puoli, especialista no assunto e responsável pela Escola Design Thinking. “Procuramos descobrir as reais necessidades em vez de criar soluções ou produtos a partir de pressuposições.”

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Você também pode aplicar algumas dessas práticas à sua startup. Veja como:

Crie um ambiente adaptável
Um ambiente de trabalho baseado no modelo mental de design thinking deve se adaptar às necessidades do time no momento e não o oposto. ‘’Hoje nós nos adaptamos aos ambientes, quando o que deveria acontecer é o contrário: os ambiente deveriam facilitar os processos que acontecem ou acontecerão nele’’, diz a Mônica.

Pense com empatia
Isso significa refletir sobre suas decisões levando em consideração as perspectivas dos outros. “A maior dica aqui é despir-se dos seus pressupostos e estar disponível para o outro, para o inesperado e o acaso”, afirma Mônica. Ao gerar empatia abrimos as portas para insights poderosos, que possibilitam a criação de soluções, produtos e serviços que realmente façam sentido e impactem a vida das pessoas.

Trabalhe em conjunto
Inteligências somadas têm uma força muito maior do que cada uma delas individualmente. “Um dos pilares do design thinking é estar em uma equipe multidisciplinar que possa gerar trazer perspectivas diferentes, para depois chegar a uma solução comum”, diz Mônica.

Vá para a prática
Os adeptos do design thinking acreditam no aprendizado pela prática, ou seja, experimente transformar as suas ideias em soluções o quanto antes. ‘’Ao transpor o papel para o mundo real, evitamos os grandes erros, cometendo pequenos erros constantemente’, afirma Mônica.

People in a Meeting and Think Concepts

People in a Meeting and Think Concepts

Assim, um processo de design thinking pode ser dividido, mas não sequenciado, em:

Imersão Dividida em duas parte, preliminar e em profundidade, é quando uma equipe se aproxima de um problema, a partir das mais diversas perspectivas e pontos de vistas. A imersão preliminar é quando o problema é entendido, a partir de um enquadramento e de pesquisas, tanto de campo inicial (pesquisa exploratória) quanto de referências, locais e globais (pesquisa desk). Nessa fase, os mais diversos atores do processo são identificados, além do escopos e limites de um projeto, fornecendo insumos para a fase seguinte, a de imersão em profundidade[10] .

A imersão em profundidade inicia-se com um Projeto de Pesquisa, seguindo de uma exploração do contexto do problema, muitas vezes, utilizado técnicas emprestadas da antropologia, como entrevistas, trabalho de campo, etc. A partir dos dados coletados, cria-se cartões de insights com reflexões e conclusões geradas durante a fase de imersão, de forma a facilitar a consulta e o manuseio. Dessa formas, é possível criar insumos para a etapa de análise e síntese.

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Análise e síntese Os dados coletados na fase de imersão, organizados em cartões de insights, devem ser submetidos a uma fase de análise e síntese, de forma a serem organizadas e criar padrões identificáveis, dentro de uma lógica que permita a compreensão do problema em questão[11] . Nessa etapa, várias ferramentas podem ser usadas como cartões de insight, diagramas de afinidades (organização e agrupamento de cartões de insight com base em afinidades, similaridades, dependências ou proximidades, gerando um organograma),mapas de conceitual (visualização gráfica, construída para organizar dados coletados em trabalho de campo), critérios norteadores (diretrizes balizadores do projeto), etc.

Ideação ou ideation É a fase onde o perfil de um público alvo é definido, daqueles que serão “servidos” pelas soluções criadas, a partir de ideias inovadoras para um tema do projeto em questão. Para tal, utiliza-se como insumo a síntese criadas a partir das fases anteriores. Nessa fase, além da equipe multidisciplinar envolvida em todo o projeto, outro sujeitos são incluídos como usuários (público) e profissionais da área em questão, de forma a obter várias perspectivas e um resultado mais rico e diverso[12] .

Nessa fase, brainstormings são realizadas, além de sessões de co-criação com o público e profissionais da área, gerando ideias que serão capturadas. Aqui ideias ousadas são bem-vindas, de forma que se evita qualquer julgamento de valores. Por isso o senso crítico não pode inibir os sujeitos envolvidos, sendo promovido apenas para o debate de ideias.

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Prototipação ou prototipagem É o momento que ideias abstratas ganham conteúdo formal e material, de forma a representar a realidade capturada e propiciar a validação de todo o conteúdo apreendido. E apesar de ser apresentado como fase final do processo de design thinking, ele pode permear todo projeto, de forma a acontecer simultaneamente com a imersão, análise e síntese, e ideação[13] . Nessa fase que as soluções inovadoras devem ser criadas, criando oportunidades de negócios, no caso de uma empresa

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De acordo com Marcos Hashimoto (professor de empreendedorismo da ESPM)

Insight: Aprender com a vida alheia. Quando nos deparamos com um problema, devemos nos livrar das amarras impostas pelas soluções baseadas na forma tradicional de pensar. Os insights são descobertas que surgem repentinamente depois de um momento de reflexão e contemplação sobre a situação que queremos resolver. O insight é decorrente de muita observação do comportamento das pessoas e da forma como elas lidam com a situação problema, como improvisam, como reduzem o impacto, como contornam de diversas formas as limitações impostas. Para transformar essas observações em insights, é preciso também se colocar na pele do outro e tentar “viver” o mesmo problema. Essa empatia ajuda o design thinker a explorar as perspectivas de quem está “dentro” do problema, suas interações com o ambiente e suas limitações na visualização de caminhos inovadores.

● Mapa mental: O paradoxo entre o pensamento convergente e divergente. O design thinking é uma jornada por diferentes estados mentais. Nela, é preciso desenvolver o pensamento divergente, um modelo mental de busca de alternativas, caminhos, soluções, respostas, possibilidades que sejam, sempre que possível, criativas, lógicas, estruturadas, estranhas, factíveis, duvidosas, de todo tipo, para então explorar o pensamento convergente, no qual se usam critérios práticos para decidir entre as alternativas, comparando-as umas com as outras e testando algumas delas. Os modelos mentais são muito diferentes, e o maior desafio é considerar os dois lados do cérebro para pensar, ora de forma analítica, ora de forma sintética.

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● Prototipagem: Construindo para pensar. Um protótipo é uma versão física de um produto antes de ser fabricado. Ao fazer um protótipo, estamos pensando com as mãos, explorando fisicamente o abstrato, abrindo a mente para novas possibilidades e comparando pontos de vistas diferentes. Muitas coisas surgem a partir de um protótipo, mas não apareceriam numa versão em duas dimensões, no papel. O protótipo pode ser algo malfeito, barato, terminado rapidamente e até improvisado – o que importa é a sua capacidade de aprimorar uma ideia. Coisas intangíveis podem ser prototipadas também. O storytelling da indústria cinematográfica, as experiências simuladas nos ramos de serviços ou as maquetes de projeções do futuro para o desenvolvimento de estratégias organizacionais são bons exemplos.

● Pensamento integrativo: Tirando a ordem do meio do caos. É uma habilidade típica de pessoas que exploram ideias opostas para construir uma nova solução, ao contrário da maioria, que só leva em consideração um modelo por vez. Os pensadores integradores sabem como ampliar o escopo das questões relevantes ao problema e resistem à lógica do “isso ou aquilo” para favorecer a lógica do “isso E aquilo” e veem relações não lineares e multidirecionais como uma fonte de inspiração, não de contradição. Quem se destaca como “pensador integrativo” recebe a desordem de braços abertos, admite bem a existência da complexidade, pois consegue identificar padrões no meio da complexidade e sintetiza novas ideias a partir de fragmentos. Para isso, ele às vezes dá alguns passos atrás para conseguir ver o todo de forma contemplativa, na esperança de que seu cérebro identifique algo que se sobressaia diante da complexidade e do excesso de variáveis que compõe esse todo.
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● Pensamento visual: A ciência do guardanapo. Algumas pessoas só conseguem se expressar ou entender a partir de desenhos, gráficos, imagens ou qualquer representação visual que vá além de palavras e números. Muitas grandes ideias de hoje começaram com um esboço de um modelo em um guardanapo de papel numa conversa entre duas pessoas, regada a cerveja ou vinho. Nem é preciso saber desenhar, o importante é conceber uma imagem mental da ideia. É como se fosse uma etapa anterior à do protótipo, só que em duas dimensões apenas.

Através desse conceito e das ferramentas associadas a ele, a Ideo vem ajudando empresas a encontrar soluções para negócios, como formas de aumentar a retenção de clientes, proporcionar experiências inesquecíveis ao saborear um prato ou minimizar o risco de uma excessiva exposição de imagem corporativa. Sempre são situações e desafios que exigem que a solução vá além do óbvio e, de certa forma, surpreenda a ponto de transformar algo extremamente negativo em algo extremamente positivo. Para isso, a Ideo reúne toda a sua capacidade criativa, antes usada para desenhar novos produtos, para agora desenhar novas soluções de negócios, entre elas a forma como esses produtos são usados ou que valor representam.

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Papa Francisco: “Somos todos Igreja”


Papa Francisco lembra que «todos somos Igreja» e pede compromisso no testemunho cristão

O papa vincou esta quarta-feira que todos os fiéis fazem parte da Igreja, tendo pedido aos católicos que a amem como a uma mãe e se comprometam no testemunho cristão, com vista a levar o Evangelho aos extremos do mundo.

Perante dezenas de milhares de fiéis presentes na Praça de S. Pedro, no Vaticano, para a audiência geral semanal, Francisco recordou o vínculo existente entre os católicos e a Igreja, e destacou a importância do Batismo.

Excertos da intervenção:

«Uma mãe gera a vida, traz no seu ventre durante nove meses o próprio filho, e depois abre-o à vida, gerando-o. Assim é a Igreja: gera-nos na fé, por obra do Espírito Santo que a torna fecunda, como a Virgem Maria. A Igreja e a Virgem Maria são ambas mães, e o que se pode dizer da Igreja pode dizer-se também de Nossa Senhora, e o que se pode dizer de Nossa Senhora pode dizer-se da Igreja.»

FotoAP Photo/Alessandra Tarantino

«A fé é um ato pessoal: “eu creio”, eu respondo pessoalmente a Deus que se faz conhecer e quer estabelecer amizade comigo. Mas eu recebo a fé dos outros, numa família, numa comunidade que me ensina a dizer “eu creio”, “nós cremos”. Um cristão não é uma ilha! Nós não nos tornamos cristãos em laboratório, nós não nos tornamos cristãos sozinhos e com as nossas forças, mas a fé é um presente, é um dom de deus que nos é dado na Igreja e através da Igreja.»

«Quantos cristãos recordam a data do seu batismo? (…) Quantos de vós – cada um responde no seu coração – recordam a data do próprio batismo? (…) A data do baptismo é a data do nosso nascimento na Igreja, a data na qual a mãe Igreja nos deu à luz. É belo… E agora, um trabalho a fazer em casa: quando hoje regressardes a casa, procurai bem a data do vosso baptismo, (…) para a festejar, para agradecer ao Senhor por esse dom.»

FotoREUTERS/Tony Gentile

«A Igreja, como boa mãe, (…) acompanha o nosso crescimento transmitindo a Palavra de Deus, que é uma luz que nos indica o caminho da vida cristã; administrando os sacramentos. Alimenta-nos com a Eucaristia, traz-nos o perdão de Deus através do sacramento da Penitência, sustenta-nos no momento da doença com a Unção dos Doentes. A Igreja acompanha-nos em toda a nossa vida de fé, em toda a nossa vida cristã.

Podemos então fazer algumas perguntas: que relação tenho eu com a Igreja? Sinto-a como mãe que me ajuda a crescer como cristão? Participo na vida da Igreja, sinto-me parte dela? A minha relação é formal ou vital?»

FotoREUTERS/Tony Gentile

«Amamos a Igreja como se ama a própria mãe, sabendo também compreender os seus defeitos? Todas as mães têm defeitos, todos nós os temos. Mas quando se fala dos defeitos da mãe, nós protegemo-la, amamo-la… E a Igreja também tem os seus defeitos. Amo-a, como à minha mãe? Ajudamo-la a ser mais bela, mais autêntica, mais de acordo com o Senhor?»

«A Igreja não é só os padres: a Igreja somos todos. E se tu dizes que crês em Deus e não crês na Igreja, estás a dizer que não crês em ti mesmo, e esta é uma contradição. A Igreja somos todos! Todos! Daquela criança recentemente batizada que estava ali, até aos bispos, ao papa: todos. Todos somos Igreja e todos somos iguais aos olhos de Deus. Todos.»

FotoREUTERS/Tony Gentile 

«Cada um de nós pergunte-se: que faço eu para que outros possam partilhar a fé cristã? Sou fecundo na minha fé ou estou fechado? Quando repito que amo uma Igreja que não esteja fechada no seu espaço, mas capaz de sair, de se mover, mesmo com algum risco, para levar Cristo a todos, penso em todos, em mim, em ti, em cada cristão! Penso em todos. Todos participam da maternidade da Igreja, todos somos Igreja: todos; para que a luz de Cristo chegue aos extremos confins da terra. E viva a Santa Madre Igreja!»

FotoAP Photo/Alessandra Tarantino

Nota: tradução não oficial.

Sementes de Bem: https://www.facebook.com/SementesDeBem

Case de Sucesso – A história da Barbearia Meu Chefe


A história da BARBEARIA MEU CHEFE deu início em 2015, quando o empreendedor Fagner Oliveira decidiu ser empresário e abrir seu próprio negócio.

Fagner Cysneiros é recifense , casado com Wanessa Cysneiros, que aos 18 anos, após o período de alistamento, teve a oportunidade de ingressar como Oficial R/2 nas forças armadas “Exército Brasileiro”. Foi uma carreira promissora porém com tempo para terminar, uma vez que esse período é limitado por lei a 7 anos. Durante esse período no exército, Fagner acostumou-se logo cedo a ter uma renda fixa, que para os padrões de mercado superava os 8 salários mínimos mensais, muito atrativo para um jovem quem não possuía um curso superior.

 

Durante o período o Fagner morou em Caicó, uma cidade no interior do Rio Grande do Norte e  ingressou na faculdade de ciências contábeis. Após 5 anos concluiu o curso formando-se em contabilidade. Investiu em um terreno e na construção de uma casa, na cidade de Caicó/RN. Porém o com o tempo Fagner percebeu que não ficaria feliz em permanecer no exército e aguardou seu tempo de exército finalizar.

 

Ao sair das forças armadas fez diversos cursos no Sebrae, e atuou com agente de orientação empresarial (AOE) por 3 meses. E nesse período percebeu que sua realização estaria em montar um negócio onde pudesse vivenciar a transformação dos seus clientes. Decidiu em investir no segmento de serviços em um nicho de mercado que está crescendo “Salão de Beleza” para homens. Fez cursos no SEBRAE e também na área de barbearia pelo SENAC, EDUK e workshops de corte de barbearia onde conheceu outros alunos que pretendiam trabalhar nesse segmento.

 

Procurou uma consultoria, elaborou um plano de negócios, fez uma pesquisa de mercado, identificou um bom lugar para o ponto comercial, e formalizou como MEI Empreendedor Individual.

 

Procurou um BNB para uma linha de empréstimo de reforma, e com seu network contratou uma arquiteta, por um preço compatível com sua realidade para desenvolver o projeto conceitual.  Percebeu que havia uma tendência para Barbearia retrô, pesquisou um case de sucesso em MG a Barbearia Seu Elias SP a barbearia Corleone e inspirou para desenvolver o conceito da Barbearia Meu Chefe.

Os clientes acomodam-se nas cadeiras e desfrutam de um momento de relaxamento por conta das toalhas mornas que fazem parte do processo de barbear, neste processo muitos clientes chegam até a dormir logo recebem toalhas mornas para relaxar pele durante o serviço.

 

Nesse conceito inovador a barbearia possui diversos atrativos e diferenciais para os clientes. Possui um ambiente agradável, climatizado, com 4 cadeiras para atendimentos simultâneos. A decoração do ambiente é uma volta ao tempo com placas dos anos 60 e 70. O espaço conta com uma mesa de sinuca pra manter o cliente mais tempo na barbearia e também com um freezer com diversos rótulos de cervejas especiais artesanais para criar um espaço de ponto de encontro adequado ao público masculino. O espaço conta com uma cafeteria Express, conceito cápsulas fácil de manusear  e disponibiliza acesso à internet wifi. E tem um espaço que pode servir de um coworking nos horários comerciais. Funciona de segunda à sábado das 9hs até às 21hs.

 

Suas fontes de receitas advém dos serviços corte, barbearia, manicure, vendas de cervejas, cafeteria, kits para barba e  cabelo, etc. Também conta com uma parceria na venda de assessórios, e uma mini bomboniére no checkout. Adquiriu uma maquineta da PagSeguro para as transações de cartão de crédito.

O empresário Fagner criou uma identidade visual própria com um designer, para a logomarca, placa. Utilizou as redes sociais Facebook, Instagram, WhataApp pra divulgação, além de inserir a Barbearia no Google Places uma vez que é importante a encontrabilidade, já que os clientes precisam vir até o local para consumir os serviços e produtos.

A Barbearia Meu Chefe está há 15 dias em funcionamento e já atendeu às expectativas do empresário, pois soube planejar, estudar o mercado, buscar informações, articular seu networking, fazer parcerias estratégicas e já possui uma noção que com 10 cortes diários mantém seu ponto de equilíbrio. Em 10 meses o empresário migrará para micro empresa pois de acordo com o planejamento ultrapassará a cota de faturamento de 60mil anuais.  O próximo passo é negociar a compra do ponto comercial, hoje alugado e futuramente criar uma rede de franquias. Link: https://www.facebook.com/barbeariameuchefe

 

Instituições e projetos que apoiaram o empresário em capacitação, consultorias e planejamento do negócio:

 

Programa ALI 2 tem encerramento com êxito em Trindade


Programa ALI - Ciclo 2 - Araripina Trindade 002

Katlin Machado (Gestora Programa ALI 2), Maria Lucélia Souza (Gerente Sebrae Araripina), Werson e Silva (Gestor do Projeto Gesso) e Flammarion Cysneiros (Consultor Sênior)

Em parceria com a Prefeitura Municipal de Trindade e Secretaria de Indústria e Comércio, o SEBRAE realizou o Programa Agente Local de Inovação – ALI.  O encerramento na última terça-feira (26) transformou-se em marco de uma nova etapa cumprida com os empresários do gesso de Trindade e cidades vizinhas.

O objetivo do ALI é levar a semente de inovação para dentro das empresas e desmistificar a inovação. De acordo com a Gerente do SEBRAE, Lucélia Barros é possível inovar a pequena empresa e transformá-la grande. As cidades que participaram do Programa foram, além de Trindade, Ipubi, Araripina e Ouricuri.

A coordenadora Estadual do Programa, Katlin Machado disse que escolheram fazer o encerramento em Trindade devido ser a cidade que mais conquistou empresários para participar deste importante programa de visão empreendedora.

O Secretário de Indústria e Comércio do município, Charles Gerlane falou em nome do prefeito Dr. Everton Costa da importância em participar de programas como este. “A visão deste novo governo que Trindade conquista, apresenta junto ao SEBRAE um novo formato de visão estratégica e de reconhecimento empreendedor para o setor gesseiro, fortalecendo a cadeia produtiva. É preciso aprimorar, inovar e trazer novas ideias para dentro da classe empresarial do gesso, pois sabemos da forte contribuição econômica que este setor tem gerado para as famílias que precisam de melhorar sua renda e obter oportunidades de trabalho”, destacou o secretário.

A equipe do Programa Agente Local de Inovação está a 02 anos trabalhando na região do Araripe com os empresários do Comércio e Indústria do Gesso e continuará com novas etapas.

ASCOM – TRINDADE (Fotos: Lusmar Barros)

Fonte: http://www.trindade.pe.gov.br/programa-ali-tem-encerramento-com-exito-em-trindade/#comment-10342