Delta TIC´s Polo Tecnológico e Delta de Bem Projeto Social para Jovens #EmpreendedorismoSocial #Inovação


A comunidade da planície litorânea do Piauí ganha um espaço de promoção tecnológica, de inovação e de ciência. A Prefeitura de Parnaíba inaugurará nesta sexta-feira (17/04), o Polo de Desenvolvimento Tecnológico de Parnaíba no Dunnas Shopping.

No próximo dia 17 de abril, sexta-feira, a planície litorânea do Piauí vai ganhar um novo espaço voltado para a promoção tecnológica, inovação e ciência. O Polo de Desenvolvimento Tecnológico de Parnaíba irá funcionar no Dunnas Shopping e já começa com 09 empresasinstaladas.

O local será um espaço propício para incubação de projetos e lançamento de Startups, projeto social Delta de Bem, espaços estratégicos para o desenvolvimento econômico e, a estimativa dos envolvidos na gestão do Polo sinalizam que lá será um espaço de representatividade, promoção e qualificação de inovação, tecnologia e conhecimento.

Hoje, apenas em se tratando de tecnologia, só na cidade de Parnaíba as empresas margeiam o faturamento de 2 milhões. Parceiros como a Prefeitura de Parnaíba, o Governo do Estado do Piauí e o SEBRAE acreditam que o incentivo ao setor contribuem fortemente para o desenvolvimento, fortalecimento e promoção da sustentabilidade e do ecossistema que se faz necessário desenvolver na região, considerando principalmente o déficit apresentado pelo observatório Softex, onde destaca que até 2022 este déficit será de mais de 400 mil profissionais capacitados na área.

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De acordo com o SEBRAE, ações deste tipo só sinalizam que o desenvolvimento da região é fato, e que este marco garante ainda mais que a prosperidade, garante a melhoria da gestão das empresas e promoção da inovação e da sustentabilidade na região.

“Este é o caminho. Não há desenvolvimento sem apoio e integração de interessados neste desenvolvimento. Na região, a integração entre empresas, governo e academia já sinaliza que o Polo tem grandes chances de se tornar uma referência nacional assim como em outros estados que o SEBRAE também apoia iniciativas do gênero”, ressalta o Gerente do escritório de Parnaíba Élcio Lima.

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Será um espaço com custo zero para as empresas, que terão aluguel, condomínio, água, luz e internet de 50 MB por quatro anos. O projeto que é uma parceria da prefeitura com o Governo do Estado terá ainda apoio da ATI (Agência de Tecnologia da Informação do Estado) e da FAPEPI (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí).

Uma das contrapartidas vem do projeto Delta de Bem idealizado por Paulo Cesar e Flammarion Cysneiros de Recife, que utilizara a metodologia code.org para formar programadores em comunidades carentes. A meta é que as parcerias a serem desenvolvidas no polo sejam transformadas em ações reais e de benefício à população.

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Com informações da Assessoria

Publicado Por: Apoliana Oliveira

Polo de Desenvolvimento Tecnológico de Parnaíba/PI


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Com sua obra pronta e já entregue aos lojistas o shopping começa a preparação para sua inauguração. Seguindo uma tendência nacional, o Dunnas Shopping cria em suas dependências o “Espaço Serviços”, e fecha uma grande parceria com a Prefeitura de Parnaíba e o Governo Estadual.

Com a presença do Governador do Estado, Wellington Dias e do Prefeito de Parnaíba Florentino Neto, no dia 17 de abril, o shopping ganhará em seu “Espaço Serviços”, a Superintendência de Desenvolvimento Econômico, o Polo de Desenvolvimento Tecnológico integrado a uma Incubadora de Empresas. O objetivo é reunir em um único local empresas que desenvolvam tecnologias, com o intuito de promover empresas incubadoras, fomentar a  pesquisa e gerar inúmeras oportunidades para comunidade local, como absorção de egressos da área de Tecnologia da Informação, geração de renda, desenvolvimento regional e inclusão digital.

O polo também visa o fortalecimento das empresas locais no ramo de Tecnologia da Informação para que estejam preparadas ao atendimento das necessidades das empresas que a Prefeitura de Parnaíba está estimulando instalação na cidade, como por exemplo, aquelas cujo projeto está aprovado  na ZPE de Parnaíba.

 

Fonte: folhadeparnaiba

Grátis: Cartilha apresenta um passo-a-passo para você criar uma página empresarial no Facebook


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Cartilha orienta o relacionamento da empresa com seu público, usando uma das mais poderosas ferramentas de compartilhamento de informações em rede: o Facebook.

Os brasileiros estão entre os que mais acessam as redes sociais pela Internet no mun­do. No Brasil, a cada quatro minutos gasto na Internet, um deles é utilizado em redes sociais.

Com todo esse público presente no mundo virtual é essencial sua empresa ter uma estratégia organizada de relacionamento por meio da Internet. Já temos mais de 80 milhões de brasileiros usuários da Internet, um mercado pujante e cada vez mais confiável tecnicamente.

Com o poder de venda migrando também para as classes C e D, as micro e pequenas empresas estão à frente de uma excelente oportunidade de alavancagem de seus negócios.

O Facebook tem uma ferramenta que permite a seus usuários criarem páginas de cunhos empresariais, as chamadas páginas de fans ou fanpages.

Esta Cartilha apresenta um passo-a-passo para você criar uma página empresarial no Facebook e desenvolver estratégias de divulgação e relacionamento com seus clientes.

Baixe aqui o arquivo completo em .pdf 

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Versión española:
Folleto de guía a la relación de la empresa con su audiencia, usando una de las más poderosa red de herramientas de información que comparten: Facebook. Los brasileños están entre las redes de acceso de la mayoría social, a través de Internet en el mundo. En Brasil, cada cuatro minutos empleados en Internet, uno se utiliza en las redes sociales. Con toda esta audiencia en el mundo virtual es esencial su empresa tiene una estrategia organizada de la relación a través de Internet. Ya tenemos más de 80 millones de usuarios de Internet en Brasil, un mercado vibrante y cada vez más confiables técnicamente. Con el poder de venta también la migración a las clases C y D, las micro y pequeñas empresas están por delante de un excelente apalancamiento su oportunidad de negocio. Facebook cuenta con una herramienta que permite a sus usuarios crear páginas de negocios dados, las páginas de los llamados de ventiladores o fanpages. Este folleto presenta un paso a paso para que pueda crear una página de Facebook de negocios y desarrollar estrategias de difusión y las relaciones con sus clientes.

Descargue aquí el archivo completo en .pdf

III Fórum Empresarial do Pólo Econômico de Goiana e entorno


O instituto Fecomércio e a AD Goiana, em parceria com o SEBRAE realizarão no próximo dia 10 de abril o III Fórum Empresarial do Pólo Econômico de Goiana e entorno, este evento tem por objetivo disseminar informações de interesses empresariais sobre o grande desafio para a micro e pequena empresa e as perspectivas econômicas para a Mata Norte, reunido as principais entidades de qualificação e apoio ao desenvolvimento da MPE. Na oportunidade será divulgado um estudo da Fecomércio realizado na região com o objetivo de traçar diretrizes e recomendações visando uma maior internalização dos benefícios esperados com a implantação das novas empresas.

Evento: III Fórum Empresarial do Pólo Econômico de Goiana e entorno

Local: SESC LER – Goiana

Data: 10.04.2015

Horário: 9h às 12h

Informações e inscrições : (81) 3231- 6635  forumdedebates@fecomercio-pe.com  – Inscrições gratuitas

III Fórum Empresarial do Pólo Econômico de Goiana e entorno

III Fórum Empresarial do Pólo Econômico de Goiana e entorno

6 lições inspiradoras de Jorge Paulo Lemann


Se você pudesse fazer uma pergunta ao maior empreendedor do Brasil, qual seria? Confira os conselhos que Jorge Paulo Lemann deu a um grupo de empreendedores apoiados pela Endeavor.

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“Acho que seu sonho de conquistar os mercados do Brasil e América Latina é um pouco limitado… eu olharia para o mundo”. Foi assim que Jorge Paulo Lemann respondeu um empreendedor que perguntava sobre a expansão de sua empresa em uma sessão de mentoria coletiva promovida pela Endeavor na última semana.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles são donos de algumas das maiores empresas do mundo e praticam diariamente o lema “Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”. Ele diz ter três metas de vida: deixar algum marco significativo na área de educação, empresas sólidas com possibilidades de se perpetuarem e uma família produtiva que tenha responsabilidade sobre aquilo que receber.

Lemman acredita profundamente na educação e no empreendedorismo como a base para um país andar para frente. Não é à toa que se dedica a projetos como a Fundação Estudar, Fundação Lemann, Khan Academy e a própria Endeavor. Em uma sessão de mentoria coletiva com alguns Empreendedores Endeavor, Jorge Paulo ouviu desafios e perguntas, compartilhou histórias e deu conselhos com uma simplicidade admirável.

Confira os principais aprendizados dessa conversa:

  1.       Crise não é motivo de desespero

“O Brasil nunca é tão bom quanto poderia ser, mas também não é tão ruim quanto falam. Podemos não estar no melhor momento, mas as maiores operações que tivemos foram em época de crise. O mercado e os empreendedores do Brasil são muito bons, então é melhor olhar para frente, ver como aproveitar qualquer dificuldade e o que é possível fazer a mais”.

  1.       Quando for buscar investimento, não olhe só para o dinheiro

“Gosto de sócio que trabalha e contribui. Como empreendedor, eu olharia para um investidor de Private Equity ponderando se ele quer apenas colocar dinheiro ou se será um sócio que vai trazer algo a mais – algum know how específico, se tem um outro investimento parecido que possa trazer experiências… Quanto ao momento certo para abrir as portas, quanto mais conseguir engordar o porquinho antes de buscar dinheiro dos outros, melhor. E se for buscar, não olhe só para o dinheiro, entenda o que de valor ele poderá agregar ao negócio”.

  1.       Equilibre a vida pessoal e profissional

“Sou um cara muito organizado e disciplinado. Sempre pratiquei esporte, pelo menos uma hora por dia, seja o que estiver acontecendo no mundo. Além disso, sempre fui muito participativo com a minha família, deu tempo de fazer e criar seis filhos. Um certo equilíbrio é importante. Delego muito: nunca fiz questão de ser o cara que fazia tudo. Gastei mais tempo escolhendo e formando gente muito boa, para eventualmente dar oportunidades a eles e ter mais tempo para mim.

O segredo talvez seja ter uma mistura de disciplina e regras com base no que se quer fazer (e pessoas são diferentes, então tem que fazer regras que façam sentido para você) e ter equipes que possam transformar uma empresa”.

  1.       Formar gente boa é o melhor negócio que se faz

“O empreendedor tem que dar grande importância ao tópico de gente. Geralmente, ele olha mais para custos e vendas e contrata alguém de RH para se ocupar do assunto. Gente é algo em que o dono tem que estar envolvido.

Na época do banco, eu entrevistava 1.000 pessoas por ano e as acompanhava. Hoje em dia, a AB InBev tem 150 mil pessoas e, até quando vai para a China, o Conselho vai tomar café com os trainees de lá; é essencial essa mentalidade de que gente é realmente importante. O Carlos Brito, CEO, também é extremamente ligado: ele sabe de cor a lista dos ‘High Potentials’ da empresa, tem uma ideia de quais são os trainees bons, onde estão, e como estão evoluindo. O Conselho discute uma vez por ano as 500 principais pessoas da empresa, o que elas têm de bom e em que precisam evoluir.

Gente é tão importante quanto vender, é tão importante quanto produzir barato. E se delegar para alguém, provavelmente não vai dar certo”.

  1.       Cultura não se impõe, cria-se em conjunto

“Nós temos programas de trainees nos EUA, China, Europa… Então apesar de sólida e firme, nossa cultura nem é mais brasileira, mas sempre foca em formar gente boa.

Sempre dedicamos um esforço enorme para treinar pessoas novas. Quando fomos para a Argentina (na compra da Quilmes), mandamos vários brasileiros que tinham sido ‘criados em casa’. Para os EUA, foram 100 pessoas de todo o mundo, mas já dentro da nossa cultura. No entanto, em nenhum lugar chegamos impondo que ‘nossa cultura vai ser assim’. Falamos ‘a nossa é assim, como é a de vocês?’, e a partir daí desenhávamos uma cultura organizacional comum.

Toda empresa tem gente boa e gente ruim: você tem que saber diferenciar o quanto antes e tomar as medidas necessárias, mesmo que termine em demissão. Em uma fusão nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistamos as 400 pessoas do topo da empresa e ficamos com 200, mais ou menos.

O foco é remar junto, e tem funcionado bem assim”.

  1.       Venda seu sonho grande

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.

Fonte:  Endeavor
A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Modelo amplia potencial de captação de recursos


Estudo integra a gestão de portfólio e a captação de recursos de fomento à inovação na Natura.

De um lado, projetos de inovação da Natura e, de outro, programas e editais de fomento para a criação de novas tecnologias e soluções.

Para transformar esses dois fatores em elementos de uma mesma equação, a Inventta e a indústria líder no mercado brasileiro de cosméticos, fragrâncias e higiene pessoal somaram competências e desenvolveram um instrumento capaz de correlacionar características e dinâmicas próprias a cada um deles.

A partir desse trabalho, foi concluído, no final de 2010, o desenho do modelo para captação de recursos de fomento. Trata-se de uma metodologia de apoio à tomada de decisão para a escolha das fontes de financiamento mais adequadas às propostas de inovação da empresa.

Foi necessário construir uma metodologia para sistematizar a identificação das melhores fontes de recursos e das principais oportunidades de sucesso de captação”.

Adriano Jorge, gerente de Fomento e Parcerias Internacionais da Natura

“Devido à diversidade de instrumentos de apoio disponíveis e ao nosso histórico de utilização dessas oportunidades, foi necessário construir uma metodologia para sistematizar a identificação das melhores fontes de recursos e das principais oportunidades de sucesso de captação, considerando uma carteira com um grande número de projetos de inovação”, explica Adriano Jorge, gerente de Fomento e Parcerias Internacionais da Natura.

Foco acertado

Os estudos conduziram à criação de um modelo com base em requisitos e critérios de priorização e seleção. Primeiramente, foram apuradas as exigências contidas nos editais que tornam os projetos elegíveis na disputa por recursos de fomento, bem como as principais características necessárias para sua aprovação e aumento do potencial de vencer a concorrência.

Entre outros, foram diagnosticados critérios como grau de inovação, impacto no mercado e na sociedade, transferência de tecnologia e viabilidade técnica. Para contemplar tais itens, foram propostas algumas dimensões de análise dos projetos, como novidade, potencial de retorno, abrangência do problema solucionado, impacto competitivo da tecnologia, e potencial de parcerias e de propriedade intelectual.

Natura: Captacao de Recursos de Fomento à inovação e gestão de portfólio

De acordo com Eduardo Toma, analista da Inventta, o segundo passo envolveu a avaliação das características do processo de inovação e do perfil dos projetos da Natura sob a ótica da captação de recursos. Nesse sentido, o modelo prevê ações para superar os principais desafios e dificuldades encontradas na busca por financiamentos. Para evitar retrabalho na elaboração de propostas de captação de fomento, por exemplo, deve-se avaliar o planejamento dos projetos – cronograma, plano financeiro e de trabalho – frente às diretrizes e prazos das seleções.

Outra demanda apontada pelo estudo é a necessidade de agrupar projetos para editais que requerem iniciativas de maior porte. Como solução, o modelo sugere a elaboração de mecanismos para reunir projetos com possibilidades de sinergia na execução e aderência aos temas dos editais.

Processo sistematizado

A definição das propostas a serem inscritas em programas de fomento deve abranger uma análise prévia de todos os projetos do portfólio, identificando seu nível de adequação, bem como uma avaliação detalhada, assegurando seu potencial êxito na obtenção de recursos (veja infográfico abaixo).

Modelo de Caotação de Recursos de Fomento à inovação na Natura

“Desenhamos um fluxo simples e dinâmico de atividades, capaz de se adaptar facilmente à redefinição de procedimentos mais amplos. Ou seja, um dispositivo que evolui conforme o contexto”, destaca Eduardo Toma. Ainda em suas palavras, a maturidade da Natura na área de inovação é fundamental para que o modelo possa funcionar de maneira contínua.

O modelo promove a integração da gestão de portfólio de projetos com a captação de recursos de fomento à inovação”.

Adriano Jorge, gerente de Fomento e Parcerias Internacionais da Natura

Adriano Jorge acredita que o modelo promove a integração da gestão de portfólio de projetos com a captação de recursos de fomento à inovação, tornando o processo mais analítico e objetivo à medida que automatiza e reduz a demanda de análises individuais de projetos. Ao investir na construção de um modelo, a Natura pressupõe maior seletividade e precisão na captação dos recursos, garantindo alinhamento estratégico.

Entre os próximos passos estão previstas a construção de uma ferramenta para sistematizar esta avaliação, bem como o desenho das interfaces do processo de identificação de oportunidades com os outros processos da empresa.

Reconhecimento

Apresentado durante o III Simpósio da Inovação, em dezembro de 2010, no Canadá, o modelo foi bem avaliado pelo público. “É um evento de expressão mundial, que reuniu representantes do meio acadêmico e empresarial de 46 países. Ter a oportunidade de divulgar nosso trabalho na conferência representa o reconhecimento de sua qualidade e potencial de aplicação”, avalia Adriano Jorge. O simpósio é promovido pela Sociedade Internacional de Profissionais de Gestão da Inovação (ISPIM, sigla em inglês).

Modelo de captação de recursos foi apresentado em simpósio da ISPIM, no Canadá.

Segundo o gerente da Natura, o fórum ofereceu oportunidade para discussões relacionadas ao futuro da área deopen innovation e de diferentes sistemas de inovação existentes, além de perspectivas sobre a relação entre instituições de ensino e empresas para o desenvolvimento de tecnologias e soluções.

Fonte: http://inventta.net/radar-inovacao/cases

Inovação como estratégia competitiva da micro e pequena empresa


Flammarion-Cysneiros-Junior-Especialista em Inovação
É importante termos em mente que inovação não é apenas criar um produto novo, e a partir daí entendermos porque é tão importante para empresas de todos os tamanhos, não devendo se restringir à agenda de grandes empresas.
As micro e pequenas empresas desempenham um papel fundamental na geração de emprego e renda, o que as credencia como instrumentos indutores do desenvolvimento econômico. Inseridas em mercados cada vez mais competitivos e globalizados, as empresas de micro e pequeno porte dependem cada vez mais da capacitação tecnológica e da geração de inovações para garantir a sua sobrevivência e o seu sucesso.
A inovação funciona então como uma porta para a diferenciação no mercado. A qualidade da inovação vai definir o quão longe sua empresa se distanciará da concorrência e por quanto tempo, até que seja imitada. Mesmo empresas que trabalham com foco em preço devem estar atentas. Inovar a organização das operações, criar novos processos e novas formas mais baratas para fazer o mesmo produto pode ser a chave de competitividade em mercados orientados por preço.
Dificuldades para inovar
Segundo Caron (2004), as principais dificuldades enfrentadas pelas pequenas e médias empresas para inovar são, em ordem de importância, a falta de:
  • – recursos para investir em inovação;
  • acesso a financiamento para inovação;
  • informações sobre entidades de apoio à inovação tecnológica
  •  pessoal capacitado;
  • máquinas e equipamentos;
  • informações sobre mudanças tecnológicas;
  • confiança em parcerias e alianças para inovação tecnológica;
  • informações sobre mercados.
Outras dificuldades que também podem ser apontadas são a alta burocracia e a falta de pessoal capacitado. Além disso, de acordo com Izarra, 47% das MPEs altamente inovadoras desconhecem os incentivos à inovação.
Para sanar ou diminuir alguns destes problemas, o governo Brasileiro tem criado incentivos às pequenas empresas, estimulando a cooperação entre empresas e principalmente com as instituições de ensino ou centros de pesquisa. Uma lei criada é a Lei Geral das micro e pequenas empresas, que determina que elas recebam 20% de tudo o que for destinado pelo setor público para ciência, tecnologia e inovação.
FORMAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Dado o caráter estratégico da inovação no aumento da produtividade, competitividade empresarial e na geração de riqueza para o país, o apoio à inovação tem sido uma prioridade de diversos agentes de fomento no Brasil. Nessa perspectiva, destacam-se as seguintes modalidades de captação de recurso:
  • Financiamento bancário
  • Subvenção econômica
  • Capital semente
  • Venture capital
  • Private equity
  • Crowdfunding
A captação de recursos financeiros é uma fase crucial na busca pela viabilização econômico-financeira de um projeto de inovação. Para ser bem sucedido, o projeto deve apresentar uma significativa atratividade aos agentes de financiamento.
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Referências:
  • SEBRAE
  • Inventta
  • Jogo da Inovação