Software pode elevar produtividade local


A idéia do projeto surgiu após uma pesquisa realizada com 42 empresas de TI, no Estado, onde foi identificada um considerável defasagem tecnológica

As empresas de Tecnologia da Informação (TI) e pequenos empreendimentos dos Arranjos Produtivos Locais (APL) poderão aumentar a produtividade e ser mais competitivas, com o lançamento do programa de desenvolvimento de softwares com certificação e inteligência mercadológica. O objetivo é potencializar a competitividade dos arranjos produtivos nas áreas de gesso, fruticultura e confecção. O projeto está sendo desenvolvido pelo Sebrae em parceria com Porto Digital, SoftexRecife, Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro) e Sindicato das Empresas de Processamento de Dados de Pernambuco (Seprope). Com a iniciativa, a expectativa é de que, em 12 meses, o faturamento das empresas aumentem em 10%.

A idéia do projeto surgiu após uma pesquisa realizada com 42 empresas de TI, no Estado, onde foi identificada um considerável defasagem tecnológica. Além disso, foi constatada a necessidade de desenvolver softwares que pudessem atender a demanda das pequenas empresas de Pernambuco. Por isso, o formato do programa comporta 16 cursos de capacitação oferecidos a 43 turmas no período de um ano. Segundo o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Murilo Guerra, a idéia é suprir a demanda através dos cursos de capacitação, visando suprir as carências de profissionais especializados na áreas de qualidade na produção e gestão e empreendedorismo.

“Queremos aumentar a inserção digital destes três setores dos APLs. Esse projeto atenderá 70 empresas do setor de Tecnologia da Informação, com isso, queremos beneficiar 150 pequenos e médios empresários das áreas de gesso, fruticultura e confecções, além de, uma associação com 18 mercadinhos, já que na maioria das vezes esses empreendedores não conseguem ser contempladas nos processos de contratações das grandes empresas que estão chegando no Estado”, explicou a gestora do projeto de TI do Sebrae, Érica Piro.

O que é internet 2?


A Internet2 é projeto de colaboração entre mais de 100 universidades americanas para desenvolver aplicativos de pesquisa e aprendizado avançados através da rede. Como o ensino e pesquisa pode requerer multimídia em tempo real e consquentemente uma elevada taxa de transferência, uma das prioridades da I2 é prover estrutura suficiente para que isso aconteça. Mas a I2 não é só isso, com ela pretende-se também desenvolver novos usos para a estrutura de internet e internet2 com propósitos educacionais. Apesar de a Internet2 não ser vista como uma substituta para internet, seus organizadores esperam dividir suas descobertas com outros tipos de rede, incluindo a internet. As instituições envolvidas pretendem ainda usar a internet para funções mais simples, como e-mail, newsgroups ou acesso à páginas da www.

Os colaboradores da Internet2 planejam usar ferramentas do “Quality-of-Service (QoS)” de modo que os participantes possam reservar e usar uma banda mais larga para eventos especiais ou em determinados períodos de tempo. Estas são algumas possibilidades previstas para Internet2:

Módulos distribuídos da aprendizagem: Os professores e estudantes podem dividir seus materiais através da internet, com outros estudantes auto-didatas. Internet2 prevê ferramentas que facilitariam a criação do que se pode ser chamado de “LearningWare”, usando metodologias de programação orientada à objeto existentes. Internet2 pode também ajudar realizar o Sistema de Gerência Instrutivo(SGI), um processo padrão para usar o Internet no desenvolvimento e entrega de pacotes de aprendizado e ainda acompanhar os resultados. Podemos ver o SGI como uma maneira mais estruturada de explorar os materiais da aprendizagem na web.

Novas maneiras de planejar e obter informação: No futuro, os modelos de texto puro de hoje poderiam ser substituídos por retratos interativos da estrutura da informação (compare textos e índices com ilustrações interativas sobre um animal, por exemplo). Com conexões de alta velocidade da Internet2, as experiências em tal nível gráfico serão possíveis; e as idéias novas podem ser tentadas. Nos ambientes onde a informação atualizada é valiosa, a informação pode ser servida para os usuários prontamente.

Compartilhamento do ambiente virtual: Às vezes chamada de tele-imersão, os participantes das teleconferências poderiam compartilhar a percepção de que todos se encontram no mesmo espaço físico, possivelmente com modelos virtuais (reais, na medida do possível) do trabalho compartilhado como modelos de arquitetura ou storyboards multimedia. Você seria capaz de “estar” com outros em uma sala de conferência remota, conversando e talvez manipulando objetos.

Laboratório virtual: Um laboratório virtual permitiria que cientistas em diferentes partes do planeta, cada um com sua especialidade, tecnologia e/ou dados colaborasse eficientemente não simplesmente em uma reunião mas de maneira contínua. Na prática, tal projeto combinaria esforços e recursos em torno de objetivos comuns. Por exemplo, um grupo de astrónomos e de técnicos de computador nos centros dos Estados Unidos está tentando compartilhar experiências e conhecimento sobre a origem do universo. A observação de possibilidades alternativas poderia resultar em ainda mais alternativas ou até em melhoramentos nas já existentes. Os laboratórios virtuais seriam usados também em projetos de grande porte, como design e construção de aviões ou o estudo e predição de padrões climáticos.

EUA querem ‘reconstruir’ a internet por US$ 350 milhões


Projeto quer permitir que pesquisadores repensem a estrutura da web.
Nessa rede, eles poderão fazer testes que visam segurança e eficiência.

Os Estados Unidos pretendem colocar em prática um projeto de “reconstrução” da internet que vai custar inicialmente US$ 12 milhões do governo. Muitos pesquisadores querem repensar a arquitetura da internet, argumentando que apenas dessa forma poderá ser garantida a segurança dos usuários e resolvidos desafios que surgiram desde o nascimento da rede, em 1969.

O projeto pode ser colocado em prática em cinco anos e, até sua conclusão, deve consumir US$ 350 milhões — o Congresso norte-americano ainda precisa aprovar esse valor. Os US$ 12 milhões iniciais serão usados no desenvolvimento de protótipos dessa estrutura.

Representando o governo norte-americano, a empresa BBN Technologies está inspecionando o planejamento do projeto que ganhou o nome de Geni (sigla em inglês para Ambiente Global para Inovações na Rede), uma rede na qual pesquisadores poderão testar novas idéias sem impactos à internet utilizada hoje em dia.

Os responsáveis pela iniciativa explicam que o Geni não vai substituir a web. “O propósito é testar diversas idéias de pesquisa em comunicação de dados e sistemas. Conforme essas idéias amadurecerem, podemos adaptar a internet para incorporá-las ou encontrar uma nova infraestrutura de comunicação que seja construída junto com a internet. Qualquer um desses resultados será considerado um sucesso.”

A ênfase, continuam, é em permitir que pesquisadores testem estruturas radicais de rede, de uma maneira muito mais realista do que as possibilidades atuais. As pessoas envolvidas no projeto poderão construir suas próprias versões da internet ou estudar a rede de maneiras impensadas usando o Geni.

Internet ultra-rápida

Para os testes, duas instituições com acesso ultra-rápido à internet vão fornecer acesso aos pesquisadores do Geni.

A Internet2 (consórcio que reúne universidades e empresas) vai contribuir com 10 gbps (gigabits por segundo) de banda larga dedicada, para que os pesquisadores não tenham de usar o tráfego normal de internet em seus experimentos. Já a organização National LambdaRail vai oferecer outros 30 gbps, mas essa capacidade não ficará disponível o tempo todo.

Essa largura de banda é milhares de vezes mais rápida que a conexão de banda larga padrão – seria suficiente, diz a Associated Press, para transferir 30 filmes de alta qualidade simultaneamente.

Fiscalização nos call centers será intensificada


Com a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do decreto que institui regras para o funcionamento dos call centers, os Procons, órgãos estaduais de defesa do consumidor, começaram a traçar suas estratégias para fiscalizar o seu cumprimento assim que entrar em vigor. O diretor do Procon do Distrito Federal, Peniel Pacheco, foi taxativo. “Não adianta ter um decreto com regras boas sem fiscalização porque vai acabar virando letra morta e isso é o que não queremos”, disse, logo após a solenidade no Palácio do Planalto.

Pelas novas regras, as empresas terão, entre outras coisas, de atender pedidos de cancelamento de serviços no primeiro telefonema feito pelo consumidor, de manter os serviços de call center funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana e ainda serão obrigadas a dar uma resposta às reclamações dos clientes num prazo máximo de cinco dias.

O ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou, durante a assinatura do decreto, que as novas regras permitirão uma “inversão” nas relações entre consumidores e fornecedores de serviços. “Hoje, o consumidor é objeto, enquanto a empresa é o sujeito?, disse. “Mas, na metodologia criada por esse decreto, o cliente se tornará o sujeito.” Na avaliação de Genro, a necessidade de melhoria no atendimento das empresas aos clientes poderá incentivar mais contratações de empregados formais: “As regras podem gerar mais empregos, porque os fornecedores terão que aumentar seus quadros para atender melhor aos consumidores.”

O decreto presidencial deverá estar publicado hoje no Diário Oficial da União e dá 120 dias de prazo para que as empresas dos setores regulados (telefonia, aviação civil, energia elétrica, abastecimento de água, planos de saúde, transportes terrestre, operadoras de TV a cabo e acesso a internet) se adaptem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Quer saber mais? Ouça aqui

Pesquisa mostra que consumidor está insatisfeito com call centers


Essa é a conclusão de uma pesquisa obtida pelo ‘Fantástico’, que ouviu 3,6 mil pessoas.
Cada vez mais pessoas procuram serviços de defesa do consumidor para reclamar.

O brasileiro está cada vez menos paciente com a ineficiência no telemarketing. Essa é a conclusão de uma pesquisa que ouviu 3,6 mil pessoas em oito capitais. O estudo analisou o comportamento do consumidor desde 2002. O jogo de empurra é uma das coisas que mais irritam o consumidor, segundo a pesquisa que mediu o nível de satisfação com os serviços de atendimento. Seis anos atrás, a cortesia era o que mais contava. Agora, o cliente prefere a eficiência.

Veja o decreto com normas para o setor call center

As empresas prestadoras de serviço vão ser obrigadas a manter atendimento telefônico 24 horas por dia, sete dias por semana. Terão que contratar mais gente, investir em tecnologia e treinar mão-de-obra.

Baixe aqui a pesquisa completa sobre o seviço de call center

Veja o site do Fantástico

A web é o único caminho para o mercado de softwares? Eles continuarão a ser vendidos em caixas?


Não diria que é o único caminho, mas é definitivamente a direção natural. As pessoas estão cada vez mais na web e buscam mais praticidade nos aplicativos online. Os softwares em caixa não desaparecerão, mas estão condenados a falar mais com programas da web.

Filhos têm poucos dias para compras pela internet


Prazos de entrega devem ser observados para que presente não chegue depois do Dia dos Pais

É normal que para o Dia dos Pais, muitos filhos fiquem em dúvida sobre qual presente escolher. Uma estratégia para evitar filas e correrias de ultima hora é recorrer às opções oferecidas pela internet. Mas os filhos devem ficar atentos, não apenas à qualidade do presente, mas também aos prazos para a entrega.

Apesar das lojas virtuais trazerem mais comodidade para quem compra, os pedidos devem ser feitos com antecedência para evitar que o presente chegue fora da data esperada. Normalmente, os prazos para entrega são de até quatro dias úteis, a contar da data de confirmação do pagamento da encomenda. Portanto, antes de recorrer à comodidade verifique os prazos de entrega nas lojas virtuais.

O estudante e também pai, João Marcos Varella, 20 anos, para não correr riscos, se antecipou na compra do presente de dia dos pais. O notebook escolhido por ele foi pedido pela internet, chegou dentro do prazo prometido pelo site e pôde ser parcelado em 10 vezes. “Agora está garantido o presente do paizão, mesmo que com muita antecedência”, se orgulha.

Sites de compras on-line, como o Submarino e Saraiva, prometem entre dois a três dias úteis para a entrega de produtos, contados a partir da confirmação de pagamento.
Quanto à forma de pagamento, aceitam cartões de débito, crédito e do próprio site, boleto bancário ou débito on-line.  Os parcelamentos variam, normalmente são feitos entre 10 e 12 vezes. O frete pode ou não ser grátis.

Entre as ofertas selecionadas pela reportagem, há presentes a  partir de R$ 19,90. O DVD Tropa de Elite, sai por R$ 19,90 (Saraiva Online).
Para os pais que seguem mais a linha high tech, o celular Nokia N73 com câmera 3.2MP, mp3 player , cartão de 1GB e fone estéreo , sai por R$ 799,00 (em até 12 vezes sem juros),www.submarino. com.br/  .