Falha em Google Apps causa comoção na web


Confusão bloqueia vida virtual de usuário pagante do aplicativo Google Apps. Problema foi resolvido após alguns dias, mas levanta a questão de dependência dos serviços de uma só empresa e lança dúvidas sobre o modelo “Software as a Service”.

Hoje muitos usuários mantém suas vidas online em produtos da empresa Google. Email, processador de texto online, comunicador instantâneo, calendário online e armazenamento de fotos são apenas alguns dos serviços oferecidos, mas um evento recente levanta a questão da dependência e aposta nas soluções de uma única empresa, ou ainda no armazenamento em um único lugar.

O debate começou com um evento isolado: Nick Saber, presidente da CrossTech Media, voltava do almoço na segunda-feira quando tentou se conectar novamente à sua conta no Gmail. Um aviso mostrou que isto não seria possível, já que sua conta havia sido bloqueada. Por usar um mecanismo único de autenticação, isso significava que Saber estaria sem acesso a qualquer uma das aplicações web da empresa, chamadas Google Apps.

Segundo o blog Boing Boing, o executivo, que pagava por uma conta avançada nos serviços, enviou um email à Google e recebeu como resposta a informação de que uma investigação havia sido realizada sem sucesso e que nenhum outro detalhe poderia ser dado.

O assunto que gerou comoção na web, felizmente teve solução, mesmo que demorada. Em contato com o usuário, a Google explicou que sua conta havia sido bloqueada por questões de segurança e uma cobrança suspeita de US$ 490,30, realizada pelo serviço de pagamento online “Google Checkout”, conforme pode ser lido no blog de Chris Brogan, colega de trabalho de Nick Saber e que cobriu todo o caso em seu site. [leia mais].

Seminário reúne especialistas em web analytics


As últimas evoluções do marketing on-line e as novas tecnologias para medir as tendências comportamentais do consumidor em portais de e-commerce são tema do Seminário Internacional Web Analytics, que acontece em São Paulo dia 12 de agosto, indo no dia 13 para Brasília e dia 14 para o Rio de Janeiro.

A programação reúne alguns dos maiores especialistas em análise de estratégias on-line (Web Analytics) dos EUA e do Brasil. Entre eles está o norte-americano Sean Broining, engenheiro de inovações da empresa global WebTrends, uma das líderes em tecnologia de monitoramento de tendências do consumidor no ambiente da Internet, que traz o título Web 2.0 and Web Metrics.

Web e mensagens impulsionam receita de celulares


Segundo a Vivo, “o serviço que mais vende continua sendo o SMS pessoa a pessoa”, ou a troca de mensagens entre usuários. As mensagens respondem por quase metade de toda a receita gerada em dados para a companhia, mas a Vivo relata que a rubrica também é alimentada pelo envio de emails, navegação na Internet e acesso a jogos e conteúdos personalizados, como boletins de notícias.

CLARO CREDITA SUCESSO AO 3G A transmissão de dados também foi destaque no resultado da Claro que, apesar de ter capital fechado no Brasil, tem seu desempenho divulgado no balanço da controladora América Móvil.

Enquanto a receita líquida total da operadora cresceu 17,2 por cento no trimestre sobre igual período de 2007, a receita de dados saltou 57,8 por cento e hoje equivale a quase 9 por cento do total.

Segundo o balanço da América Móvil, o crescimento na receita de dados “atesta a grande aceitação que os serviços de terceira geração têm tido, especialmente o uso de banda larga móvel”. A Claro lançou os serviços de terceira geração em novembro e hoje cobre 70 municípios do Brasil com a nova rede, que permite acesso à Internet em alta velocidade.

A receita de transmissão de dados também foi destaque no balanço da TIM, divulgado nesta quinta-feira. A companhia informou que os dados passaram a 10 por cento da receita de serviços, frente a 7 por cento há um ano e 8 por cento nos três primeiros meses de 2008.

Enquanto a receita líquida total da companhia cresceu 4,1 por cento sobre o mesmo trimestre do ano passado, a de dados saltou 49 por cento, chegando a 397 milhões de reais.

Na Brasil Telecom, que lançou serviços de terceira geração em 30 de abril, a receita da área de dados cresceu 36,8 por cento no segundo trimestre em relação a 2007, para 35,8 milhões de reais –montante que equivale a 8,5 por cento da receita total de serviços.

Com a queda dos preços de voz, o crescimento dos dados poderá elevar as margens de rentabilidade das companhias.