Mandamentos do e-commerce


Mandamentos do e-commerce

A seguir, você tem alguns mandamentos do e-commerce elaborados pelo consultor do da Camara-e.net, Edilson Flausino.

Boa navegabilidade: Sites muito pesados dificultam o acesso a muitos sites;

Design: Site bonito e sem complicação, que facilite o cliente a achar o que deseja;

Identificação: Os contatos de telefone, endereço e e-mail da empresa, além do telefone de serviço ao consumidor, são indispensáveis;

Segurança: Garantir que os dados de conta bancária, CPF, cartão de crédito, entre outros, serão mantidos em sigilo e segurança;

Divulgação: Divulgação em sites de busca, pesquisa de preços e lojas virtuais;

Credibilidade: Garantir prazos e qualidade do produto oferecido;

Pesquisa: Colocar em seu site dispositivos que possibilitem saber quem é o seu cliente, para melhorar o trabalho de divulgação e vendas.

Porque ignorar a web 3.0 e apoiar a web 2.0


O nome web 2.0 criado em cima do conceito de um novo paradigma é repleto de polêmicas, tanto que no meio dos “entendidos” é preferível falar em mídias sociais e colaboração do que no temido nome, que pode gerar reações de imprevisíveis conseqüências por parte do público ouvinte.

No entanto, sempre defendi e ainda defendo o termo web 2.0, pois ele foi um conceito necessário para que as pessoas que lidam com a internet de alguma maneira (todas as pessoas e de todas profissões praticamente) saibam separar o joio do trigo.

Isso significa para quem trabalha com tecnologia saber que deve se pensar nas pessoas e na simplicidade, enquanto para o mercado significa perceber que os projetos de web devem ser encarados de uma forma diferente, mais aberta à participação das pessoas. Para os profissionais de marketing saberem que banner é uma coisa e “buzz em blogs” é outra e até para o usuário que acessa para diversão de casa se acostumar a colocar conteúdos na web em vez de só visualiza-los.

Esse termo, apesar da chiadeira, foi importante pois tornou claro e didático um novo paradigma para todos, desde quem programa sites, pertence ao RH das empresas, lidera uma equipe ou simplesmente gosta de por vídeos engraçados no Youtube.

É impressionante quando se explica sobre web 2.0 para algumas pessoas que ainda têm dúvidas e não raramente dizem “interessante, pena que a maioria das pessoas da minha empresa têm uma cabeça 1.0”. Que legal! Não estamos falando de uma nova moda, mas sim de um novo paradigma que se encaixa perfeitamente no dia-dia da sociedade, das empresas e até da pessoa como individuo.

Mal a polêmica em torno da web 2.0 veio e surgiu a web 3.0 para desespero geral da nação dos amantes de tecnologia e dos que acompanham as tendências da web em geral. Trata-se da web semântica que seria a capacidade de sistemas diferenciarem os sentidos das palavras, um nível a mais na indexação de informação além da palavra simples.

Também ultimamente o termo web 3.0 é associado ao uso de computadores em nuvem, podendo qualquer um gerar um aplicativo na web e pagar centavos de acordo com o seu uso, o que torna acessível criar tecnologias para qualquer um.

Porém, dessa vez o termo realmente é apenas uma modinha desnecessária. Por um simples motivo: a chamada web 3.0 é um novo paradigma tecnológico e não social e de relacionamento entre pessoas, algo que impacta apenas as pessoas de tecnologia de forma significativa.

Ela é o que se chama tecnicamente de “transparente” para as pessoas comuns que não estão escovando bits. Nesse caso faz mais sentido chamar simplesmente de web semântica e computação descentralizada. Assim, esses dois conceitos serão e já estão sendo de grande impacto para os usuários da web só que ao contrário da web 2.0 ela acontece de forma discreta e quase invísivel.

Em contrapartida, a idéia de web 2.0 precisa ser cada vez mais amadurecida entre todos para aumentar o sucesso de nossos projetos e de nossas tarefas, assim como diminuir os riscos que ela traz pela super-exposição de milhões de pessoas com o microfone na mão.

Google Brasil assume responsabilidade pelo Orkut


Da Califórnia para Belo Horizonte. É essa a novidade apresentada nesta quinta-feira pelo Google, que transferiu à filial brasileira a responsabilidade de planejar e administrar o site de relacionamentos Orkut.

A decisão foi tomada em conjunto com o Ministério Público e vai dar mais autonomia às autoridades brasileiras no julgamento de crimes cometidos no site.

Conforme o anúncio, a parte de desenvolvimento e engenharia será compartilhada com a divisão indiana da companhia. A exemplo do Brasil, a Índia também é um grande pólo para o site.

A diretoria da empresa também sofreu mudanças. Alexandre Hohagen deixa a presidência do Google Brasil e assume o cardo de diretor-executivo para América Latina.

Apesar da migração, a infra-estrutura ainda permanecerá nos EUA, onde o Google permanece armazenando os dados, embora tenha se comprometido a replicar em servidores brasileiros o conteúdo criado por internautas no Brasil.