Aplicativo para Orkut permite ‘comprar’ e ‘vender’ seus próprios amigos


 

Um jogo criado para usuários da página de relacionamentos Orkut, do Google, permite que os usuários ‘negociem’ seus próprios amigos. O aplicativo, batizado de ‘Buy your friends’ (compre seus amigos, em português) foi criado pelo programador indiano Divyansh Sharma. 

Internautas brasileiros cadastrados no Orkut podem usar aplicativos criados para o site desde o dia 10 de julho. Em sua estréia no Brasil, haverá apenas 20 ferramentas em português. Mas os internautas do Orkut também poderão acessar os chamados widgets disponíveis em outras línguas, que somam cerca de 300.

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Google vai digitalizar jornais históricos na internet


Notícias serão reproduzidas na web seguindo seus formatos originais.

Em um blog da companhia do Vale do Silício, o Google informa que quer tornar os jornais antigos disponíveis de forma on-line através de parcerias com as editoras responsáveis pelas publicações para digitalizar milhões de páginas de arquivos de notícias.

O esforço envolve os arquivos de vários títulos de jornais e amplia o empenho de dois anos do Google em trabalhar com os dois maiores jornais norte-americanos — o “New York Times” e o “Washington Post” — para indexar antigas notícias no Google News Archive.

TV alcança 98% dos jovens e web, 86%, indica estudo


Dados do 4º Dossiê Universo Jovem, estudo promovido pela MTV Brasil, mostram que a TV aberta e o rádio são os meios de comunicação que mais atingem os jovens: 98%. Mas, de 2005 para cá, cresceu de 68% para 86% a fatia de internautas entre esse time. O setor se defende. Argumenta que o consumidor em questão tem o hábito de ligar o computador sem desligar a TV. O estudo da MTV foi encomendado ao Datafolha, que ouviu gente entre 12 e 30 anos pelos quatro cantos do País, das classes A, B e C.

Na TV, o maior alvo de interesse dos entrevistados é a programação de filmes (79%), seguida de jornalismo (64%), novelas (59%), clipes e programas musicais (46%), humorísticos (45%) e seriados (41%).

Um em cinco empresas investiga vida de candidatos na Web


Referências escritas podem se tornar coisa do passado entre os executivos de pessoal, já que um em cinco deles diz usar sites de redes sociais para pesquisar sobre candidatos a empregos, e um terço dos quais descartam candidatos com base naquilo que descobrem.

Uma pesquisa do site de empregos online CareerBuilder.com entre 3.169 executivos de pessoal constatou que 22 por cento deles usam perfis em sites de redes sociais para pesquisar sobre candidatos a emprego, ante 11 por cento em 2006.

Outros nove por cento afirmaram que no momento não usam sites de redes sociais como o Facebook ou o MySpace para verificar possíveis candidatos a emprego, mas planejam começar a fazê-lo. [Leia mais]

Preços de produtos na internet caem 0,23% em setembro


Os preços de produtos na internet tiveram uma queda de 0,23% em setembro em relação a agosto, o que reforça a tendência de redução dos valores na rede. Segundo o índice e-Flation, medido pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), a queda foi motivada principalmente pelos itens do grupo “Telefonia e Celulares”, que teve seus preços reduzidos em 3,04%.

No ano, os valores de produtos na rede acumulam uma redução de 6,14% –o índice vinha de quatro meses seguidos de queda até agosto, quando houve uma alta de 1,29%.

Para o Provar, a variação negativa está ligada a lançamentos e promoções em alguns itens. “O grupo ‘Telefonia e Celulares’ encabeça as ações promocionais do período, gerando a ligeira deflação dos valores praticados no comércio on-line”, afirma Cláudio Felisoni de Angelo, coordenador-geral do programa, em nota.

Depois da telefonia, as outras quedas ocorreram no grupos “Cine e Fotos” (1,60%) e “Linha Branca” (0,20%).

Entretanto, houve aumento de preços de livros (1,70%), brinquedos (1,45%), eletroportáteis (0,91%), eletroeletrônicos (0,48%), perfumes e cosméticos (0,39%), informática (0,13%) e CDs e DVDs (0,09%).

O e-Flation de setembro foi avaliado a partir da segunda quinzena de agosto até a primeira do mês em questão. A inflação para automóveis nas vendas on-line não é incluída na pesquisa, pois é elaborada à parte.

Qual é a diferença entre uma web de documentos e outra de dados?


Existem muitas diferenças. Pegue, por exemplo, os seus dados financeiros. Existem duas formas de observá-los. Se olhar numa página normal na web, eles parecem com uma folha de papel. A única coisa que se pode fazer é lê-los. Mas se observá-los num site da Web 3.0, você poderá, por exemplo, usar um mecanismo de busca para alterar a ordem dos dados, obtendo desta forma um acesso muito melhor aos mesmos.

Hoje, antes de realizar uma tarefa como pagar seus impostos, você precisa de um programa de gerenciamento financeiro. Ao fazê-lo, os dados não são carregados como uma página na web, mas como arquivos de dados. Esta é a diferença entre documentos e dados. Quando você procura documentos nos seus dados bancários, só é possível lê-los. Quando procura dados, pode descobrir o quanto de impostos está devendo ou qual é o total das contas a pagar. Não podemos fazer isso na web atual.

Se fosse possível, as informações reunidas nos seus dados bancários seriam convertidas num padrão que só funcionaria com bancos. Mas haverá padrões totalmente diferentes, padrões para uso em agendas, por exemplo. Hoje não se pode perguntar ao computador: “Quando foi que eu preenchi este cheque? Qual é o nome da função? Quando eu fui naquela reunião?” Não se podem conectar itens em diferentes arquivos de dados, a não ser que se use a Web Semântica. Ela é muito mais poderosa, porque nela é possível conectar dados sobre pessoas que tenham a ver com um determinado local e um determinado momento.

Por que cada vez mais as empresas estão investindo na Internet?


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