Sol para jovens empresas


icomuni-consultoria-mic-olinda-solEntre as alternativas criadas pela Microsoft para não perder mercado, principalmente para pequenas e médias empresas, está o chamado programa Sol. Ele beneficia jovens empresas com três anos de licenças de softwares sem custo inicial. As companhias utilizam estes programas e pagam, no final do tempo, cerca de US$ 100 pelo uso.

flammarion-cysneiros-workshop-inovacao-sebrae“O projeto está ajudando bastante no desenvolvimento de nossa empresa, principalmente no momento em que mais precisamos, que é no início dos negócios. Ele nos dá acesso a determinadas tecnologias que não teríamos dinheiro para pagar e ainda melhora nossa infra-estrutura”, conta o empresário pernambucano Flammarion Cysneiros, da Icomuni,  consultoria beneficiada pelo Sol desde outubro de 2008.

Para saber mais sobre o programa, acesse www.microsoftsol.com.br.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/04/29/info3_0.asp

PLANTÃO PRIME – sábado e domingo 25 e 26 de abril


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PLANTÃO PRIME
na ICOMUNI Consultoria

Serviço de consultoria para empresas que querem participar do Prime

  1. O serviço é gratuito.
  2. A empresa agenda através do e-mail prime@icomuni.com.br ou pelo telefone (81) 3445.2956 e agenda um horário.
  3. A consultoria é realizada na sede da ICOMUNI
  4. Faremos um plantão sábado (25/04) das 9hs às 12hs e 14hs às 17hs
  5. Plantão no domingo (26/04) das 9hs às 12hs
  6. Nesse plantão poderemos atender até 08 empresas, (06 no sábado e 02 no domingo)
  7. 1 hora de consultoria para cada empresa
  8. A medida que as empresas que forem ligando, iremos marcando e agendando
  9. Cada empresa terá 1hora de consultoria
  10. É importante os empreendedores trazerem a proposta simplificada já preenchida em arquivo word

Terão prioridade as empresas que:
1. Já possuírem CNPJ a menos de dois anos.
2. Que já possuírem proposta simplificada preenchida em arquivo word
3. Realizarem o agendamento através do e-mail prime@icomuni.com.br ou pelo telefone (81) 3445.2956

PLANTÃO PRIME


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Empresa de consultoria oferece assessoria gratuita para empreendimentos que desejam participar do Programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME)

Até o dia 30 deste mês, recentes e inovadoras empresas tem a oportunidade de se inscrever no programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME). O projeto tem o objetivo de investir e apoiar os novos empreendimentos voltados para o setor de desenvolvimentos tecnológicos. Desta forma o Governo Federal junto com a Financiadora de Estudos e Projetos do Governo Federal (Finep), estão financiando esta iniciativa a fim de obter crescimento nesta área de mercado pernambucano. Serão oitenta empresas com alto teor de inovação que vão ser beneficiadas através de recursos no valor de R$120.000 cada.

flammarion-cysneiros-prime-inovacao3Visando incentivar e orientar esses empreendimentos a Icomuni Consultoria dará neste fim de semana plantão de assessoria gratuita para empresas que já estiverem com a proposta simplificada preenchida em word e possuir CNPJ a menos de dois. Cada assessoramento terá a duração de uma hora onde os consultores irão checar e avaliar a proposta a fim de torná-las aptas à participação do PRIME. No sábado dia 25 o objetivo é atender até seis empresas e no domingo dia 26 mais duas terão esse serviço, vale ressaltar que é necessário o agendamento com antecedência através do prime@icomuni.com.br

Atualmente a Icomuni Consultoria está disponibilizando esse trabalho para a inovadora Web 360Graus, que está no mercado com o desenvolvimento de sistemas embarcados e mobile de auditoria médica para o Arranjo Produtivo Local (APL) de Saúde.  O outro empreendimento que também está sendo assessorado é a Lupa Tecnologia e Soluções Inovadoras, voltada para desenvolvimento de sistemas GPS integrados com API do Google Maps.

Mais informações:

ICOMUNI Consultoria: (81) 3445-2956 / http://prime.incubanet.org.br/

Apesar da crise, Porto Digital de Recife espera crescer


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Polo de referência no setor de tecnologia de informação, que reúne 117 empresas, espera faturar R$ 500 milhões em 2009. Investimentos podem chegar a R$ 16 milhões.

Enquanto empresas do Agreste pernambucano enfrentam problemas de qualificação de mão de obra, o que tem representado um entrave na busca de alternativas para driblar os efeitos da crise econômica mundial, em Recife um setor altamente qualificado espera faturar R$ 500 milhões este ano. É o setor de tecnologia de informação e comunicação (TIC), um dos mais desenvolvidos do País.

O Porto Digital, polo de referência em TIC, fica no bairro do Recife, parte antiga da capital pernambucana. Ele reúne 117 empresas, além de duas incubadoras, em uma área de cem hectares, encravada em uma região portuária.

“Para o setor de tecnologia da informação, os momentos de crise são especiais, porque as tecnologias representam o principal fator de melhoria dos padrões de eficiência produtiva”, diz o presidente do Núcleo de Gestão do Porto Digital, Francisco Saboya Neto. Segundo ele, “as empresas que inovam no campo de tecnologia de informação e de comunicação ficam mais competitivas”.

Saboya diz que a área de tecnologia de informação e comunicação é menos exposta aos problemas da economia. “Em momentos de crise, as empresas precisam aumentar o padrão de produtividade para sobreviver e recorrem à tecnologia. Por isso, o setor de TIC fica menos vulnerável à crise, porque ele é uma das condições para sair dela”.

Nas empresas do Porto Digital trabalham cerca de quatro mil pessoas. Do total, 90% são profissionais com nível superior, 46% têm até 25 anos e o salário médio é de R$ 2,5 mil. Entre as empresas instaladas no parque tecnológico, 49% são micros, 40% pequenas e 11% médias e grandes. Com a crise, diz Saboya, os investimentos vão continuar para dar mais robustez às empresas do parque tecnológico. “O próprio Porto Digital tem hoje R$ 16 milhões para investir no fortalecimento das empresas”.


Sistema Brasileiro de Tecnologia – Sibratec


tvdigital_21O Sibratec é uma rede de inovação, de serviços tecnológicos, de adaptação e de transferência de tecnologias, que visa reunir institutos tecnológicos, universidades e outras entidades de pesquisa, federais, estaduais e privadas já existentes. Foi criado em novembro de 2007 para atender às demandas específicas de setores empresariais e estratégicos do País, estabelecidas no Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional 2007-2010 (Pacti) e na Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).

Além das Redes de Serviços Tecnológicos, o sistema possui as Redes de Extensão Tecnológica, cujo objetivo é promover a assistência técnica especializada ao processo de inovação, em todos os seus aspectos, por meio de arranjos de instituições para, entre outras coisas, ampliar e facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas às informações e aos conhecimentos disponíveis nos institutos de pesquisa tecnológica (IPTs) e nas instituições científicas e tecnológicas (ICTs).

As redes de Serviços Tecnológicos que estão sendo estruturadas vão atuar nas seguintes áreas:

1. Produtos para a saúde
2. Insumos farmacêuticos, medicamentos e cosméticos
3. Sangue e hemoderivados
4. Rede de Segurança Sanitária e Fitossanitária de Produtos para Alimentação: Análise físico-química e microbiológica para alimentação humana, Identificação genética e material de multiplicação animal, Sementes e mudas, Ensaios e análise em fitossanidade e saúde animal
5. Saneamento e abastecimento dágua
6. Radioproteção e Dosimetria
7. Equipamentos de proteção individual
8. Produtos e dispositivos eletrônicos
9. Tecnologias da Informação e Comunicação aplicáveis às novas mídias: TV Digital, comunicação sem fio, Internet
10. Geração, transmissão e distribuição de energia
11. Componentes e produtos da área de defesa e de segurança
12. Biocombustíveis
13. Produtos de manufatura mecânica
14. Produtos de setores tradicionais: têxtil, couro, calçados, madeira e móveis
15. Instalações prediais e iluminação pública
16. Monitoramento ambiental
17. Transformados plásticos
18. Gravimetria, orientação magnética, intensidade de campo magnético e meteorologia, compatibilidade eletromagnética.

Inovação e empreendedorismo: as duas faces da nova moeda


Presidente da Anprotec elogia criação do programa Primeira Empresa Inovadora e defende que uso do número de patentes para medir grau de inovação pode gerar distorções.

primeNa ocasião dos 25 anos de políticas públicas de estímulo ao empreendedorismo inovador no Brasil registramos o início efetivo do programa Primeira Empresa Inovadora (Prime). Os editais lançados pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) apoiam a criação e o desenvolvimento inicial de quase duas mil empresas que, tendo a inovação em seu DNA, contribuirão para o revigoramento do tecido empresarial do País. Essa iniciativa é especialmente auspiciosa no presente processo de transição para uma nova ordem econômica mundial.

O Programa contempla o apoio a 5,4 mil empresas inovadoras nascentes nas diversas regiões do País, o que é desejável e valoriza o expressivo potencial que se tem revelado também fora dos centros tradicionais de produção acadêmica. Caçula das formas de subvenção econômica, o Prime decorre da recente legislação nacional que preconiza o estímulo à inovação nas empresas, em especial nas micro e pequenas. Previsto no Plano de Ação 2007-2010 de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional, leva em conta a experiência de outras nações.

O Prime é um nutriente da inovação que encontra nas incubadoras de empresas brasileiras terreno fértil e boas safras já colhidas. As 1.500 empresas graduadas faturam anualmente R$ 3 bilhões, geram 33 mil postos de trabalho (a maior parte qualificados) e retornam em impostos, a cada ano, praticamente todos os recursos públicos aportados ao longo das duas décadas anteriores. Mantendo estreitos laços com universidades e institutos de pesquisa, constituem também um espaço singular de aprendizagem para o(a)s estudantes, ao lhes permitir vivenciar o triângulo do conhecimento (educação, pesquisa e inovação interagindo) durante o seu período formativo. Saiba mais

Finep disponibiliza R$ 14 mi para criação de novos produtos


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Programa Juro Zero pode financiar micro e pequenas empresas com recursos reembolsáveis entre R$ 100 mil a R$ 900 mil para o desenvolvimento de projetos e produtos inovadores.

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As micro e pequenas empresas inovadoras paranaenses contam com um fundo de R$ 14 milhões para o desenvolvimento de novos produtos. O recurso, reembolsável, é proveniente Programa Juro Zero, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e que no Paraná é gerenciado pelo Sistema Federação das Indústrias (Fiep).

O Programa foi criado em 2005 com a finalidade de estimular o desenvolvimento das empresas com faturamento anual entre R$ 330 mil e R$ 10,5 milhões, nos aspectos gerenciais, comerciais, de processos ou de produtos e serviços, viabilizando o acesso ao crédito. Os financiamentos variam de R$ 100 mil a R$ 900 mil e os projetos devem ser executados em até 18 meses. Até agora, empresas paranaenses captaram R$ 4,5 milhões para o desenvolvimento de produtos.