Qual melhor tipo de Blog para sua empresa?


Segue abaixo diversos tipos de  Blogs corporativos:
1. Venda de Produtos: conteúdo que tem o objetivo de levar o visitante a conhecer mais sobre os produtos da empresa e levá-los até páginas de pedidos e contatos.

2. Pós-Venda: blog que serve como canal de contato pós-venda para clientes, dando sugestões, dicas, consertos e outras informações importantes que os clientes já compraram.

3. Divulgação de Conhecimento: usado especialmente por consultores e empresas de serviços, este tipo de blog tem como objetivo mostrar um profundo conhecimento do autor sobre um tema específico.

4. Conteúdo Útil para o Cliente: blog que não tenta vender um produto ou serviço, mas reforça sua marca e a quantidade de visitas divulgando informações que ajudam a clientes em assuntos relacionados à atividade da empresa.

5. Blog do Presidente: espaço no qual o dono ou presidente da empresa publica artigos, divulga informações importantes da empresa e estreita relacionamentos com clientes, investidores, fornecedores e o mercado em geral.

6. Bastidores da Empresa: relato do dia a dia da empresa, desenvolvimento de produtos, novidades e notícias e outras informações que levem o visitante a conhecer melhor a organização.

7. Responsabilidade Social: blog que divulga as iniciativas de responsabilidade social, ética e ambiental da empresa.

8. Mistura de Tipos: é meu tipo favorito – uma mistura inteligente de todos os tipos acima, diversificando o conteúdo e incentivando o visitante a conhecer diferentes aspectos da empresa.

Defina o seu!

Shopping Difusora é inaugurado em Caruaru


Segundo o empreendedor Luciano Ferreira, o centro de compras abre com cerca de 50% das lojas operando.

Com expectativa de receber mensalmente um fluxo de 200 mil pessoas, o grupo LVF inaugurou ontem o Shopping Difusora, no município de Caruaru. O investimento no local chega a R$ 50 milhões para abrigar espaço para 104 lojas – que se transformaram em 70 operações – além de um empresarial que deve ser aberto em agosto. O empreendimento está situado em uma das mais movimentadas avenidas de Caruaru, a Agamenon Magalhães, com estimativa de circulação diária de 20 mil veículos.

Segundo o empreendedor Luciano Ferreira, o centro de compras abre com cerca de 50% das lojas operando. A meta é que até o dia 20 esse número chegue a 70%. Isso por causa das obras na parte interna das lojas, já que praticamente todos os espaços já foram locados, mesmo em meio à crise financeira.

Ontem, faltando poucas horas para a abertura ao público, que ocorreu por volta das 19h, o empreendedor Luciano Ferreira previa um público de oito mil pessoas querendo conhecer o shopping no primeiro dia. Por causa dessa expectativa, o empresário decidiu manter o centro aberto até as 23 horas. “Mas o horário normal do shopping será das 10h às 22h. Há uma expectativa muito grande na região por conta do projeto. Além das lojas âncoras, como a Eletro Shopping, a Esposende e a própria McDonald’s, temos o auditório da Difusora que por si só já desempenha o papel de atrair um grande público”, comenta Ferreira. Nos dias 15, 16 e 17 de julho, o local já vai receber a Super Mix, uma feira do setor de atacado. A convergência de consumidores de cidades vizinhas para Caruaru é outro fator que deve auxiliar na consolidação do empreendimento. O Shopping Difusora chegou a atrair grandes empresas, como as Lojas Americanas, mas a empresa terminou adiando a negociação por, pelo menos, um ano em virtude do atual momento da economia. A praça de alimentação tem lugar para 550 pessoas e deve ser um dos pontos de grande fluxo. Além da McDonald’s, já se instalaram a Jullieto e Iang Chao. O empreendimento possui 700 vagas de estacionamento.

Inovação no Design 2.0 das Logos – Case Google


Logos Google

O Google reinventa a cada dia sua logomarca, e frequentemente nos deparamos com as diversas formas de se escrever Google.

Esta técnica criativa é uma nova tendência da velocidade da “Era da Informação 2.0”.

Há décadas atrás as logomarcas se reinventavam em cada 10 anos.   Exemplo disto temos a evolução da logomarca da TV Globo.

Mas o Google tem imprimido um novo ritmo a esta evolução, o que tem levado as empresas re-inventar o Design das Logos.

E você quando vai re-inventar a sua?

Veja mais logos do Google!

Internet2 via satélite


internet2 via satélite

O desenvolvimento mundial das redes de alto desempenho

Observa-se no cenário mundial uma crescente aproximação de grupos de pesquisa, empresas, operadoras de serviços de  telecomunicações e fabricantes de equipamentos de telecomunicações e de informática. Esses grupos buscam definir
uma arquitetura padronizada, baseada em tecnologias de sistemas computacionais distribuídos, que permita a introdução rápida e flexível de novos serviços sobre a infra-estrutura de telecomunicações, incluindo facilidades para o gerenciamento integrado tanto dos serviços como da própria infra-estrutura de redes.

Como resultado desses movimentos prevê-se que no futuro próximo os serviços de telecomunicações deverão assegurar Qualidade de Serviço (QoS) baseada em Contratos de Níveis de Serviço. Tanto a confiabilidade quanto a disponibilidade de tais serviços, oferecidos sobre uma infra-estrutura comum de redes de banda larga, deverão ser suficientemente altas para garantir o nível de desempenho estabelecido nos diversos níveis de serviço contratados.

A comunidade acadêmica mundial, percebendo a necessidade de retomar a liderança das pesquisas tecnológicas na área, vem desenvolvendo tecnologias de última geração, com ênfase nas aplicações avançadas com características interativas
e uso de tecnologias multimídia e de tempo real .

Os projetos Internet 2, nos Estados Unidos, e TEN-34, na Europa, são exemplos  dessa iniciativa do meio acadêmico. Inicialmente restritos a este setor, esses projetos vêm sendo apoiados e subsidiados por empresas e governos em diversos países. A formação destes consórcios visa o desenvolvimento de ferramentas e aplicações para redes eletrônicas de alto desempenho. O objetivo final dessas iniciativas não é somente o desenvolvimento de pesquisas exclusivamente voltadas para a área acadêmica, mas também a transferência, ao setor comercial, das tecnologias desenvolvidas e testadas ao longo da execução dos projetos.

Google inova mais uma vez e cria algoritmo para contratação de profissionais.


Google Comemorative Logos

A Google sempre foi uma empresa inovadora. Dessa vez a empresa esta modificando seus métodos de contratação de profissionais.

“Conforme crescemos, achamos cada vez mais difícil encontrar profissionais suficientes para preencher nossas vagas”. Comenta Laszlo Bock ao jornal New York Times. “Com os métodos tradicionais estamos deixando escapar alguns dos melhores candidatos.”

Dessa forma, os engenheiros da empresa desenvolveram um algoritmo que analisa as respostas do candidato utilizando diversas fórmulas, criadas pelos matemáticos da Google, e calcula o resultado – de zero a 100. Assim, a empresa pode definir, sem erros, se o profissional tem os pré-requisitos necessários para ingressar na sua caótica e competitiva cultura.

Enquanto a Google tenta admitir mais pessoas, mais rápido, a empresa tem que ter a certeza que o candidato esta preparado para viver sua “cultura de liberdade”. Apenas 4% dos funcionários deixam a empresa anualmente, um número bastante reduzido comparado as outras empresas do Vale do Silício – que tem uma média de 9% de demissões no seu quadro de colaboradores anualmente.

Isso ocorre devido aos diversos incentivos que a Google oferece aos seus funcionários. Comida grátis, tempo para trabalhar em projetos pessoais, opções de compra de ações, bônus e outros benefícios.

Por isso não é de se espantar que dentro da cultura googleniana onde a participação humana em uma busca deve ser a mínima possível, seus colaboradores sejam escolhidos roboticamente por um robusto e perfeito software de “head hunting”.

Você pode obter mais informações em: New York Times

Programa Ferramentas de Gestão Avançada


Empresario

O SEBRAE/PE desenvolveu o Programa Ferramentas de Gestão Avançada para fortalecer a gestão das empresas com mais de 2 anos.

Ferramentas de Gestão Avançada é um programa completo para empresas que buscam otmizar resultados e expandir seu negócio de forma sustentável, por meio de uma gestão mais moderna.

É composto por workshops e consultorias personalizadas que apresentam soluções integradas para impulsionar o crescimento, obter resultados diferenciados, alavancar a competitividade e acompanhar, de forma sistemática, indicadores e metas do seu plano empresarial.

Um programa para quem aceita o desafio de crescer.

O programa é composto por 127 horas de consultoria personalizada, além de cursos e encontros empresariais, que totalizem 211 horas.

Programa Ferramentas de Gestão Avançada

Empresas mostram projetos inovadores bem-sucedidos


Inovação MPE

Segundo Ricardo Espinosa,a maioria dos empreendedores das micro e pequenas empresas olha com desconfiança a questão da inovação”, comentou o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em Araçatuba.

Cerca de 100 empreendedores dos setores de agricultura, indústria e serviços de tecnologia participaram do workshop “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação?”, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), no auditório do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), em Araçatuba, no último dia 20. O grupo compartilhou iniciativas bem-sucedidas já adotadas.

“A maioria dos empreendedores das micro e pequenas empresas olha com desconfiança a questão da inovação”, comentou o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em Araçatuba, Ricardo Espinosa Covelo. Segundo ele, os empresários percebem a inovação como algo desnecessário, ou mesmo arriscado, e alegam, muitas vezes, que não têm tempo para pensar em possíveis modificações. No entanto, Covelo afirma que os empreendedores que adotam atitudes inovadoras abrem novas oportunidades.

É o caso de Elizabete Maria Foline Buono, dona de uma fábrica de tênis, Márcia Ranalli, proprietária de um negócio de ovinocultura, e Gustavo Brito Fernandes, proprietário de uma empresa de inovações tecnológicas que, por suas trajetórias inovadoras, foram convidados a compartilhar as suas histórias no evento.

Elizabete contou que, no início, não se preocupava muito em buscar modelos com design próprio para seus produtos. Descobriu, no entanto, que teria mais chances se concorresse no mercado com produtos diferenciados. A partir disso, investiu em novos estilos e, como resultado, ganhou mais espaço entre os consumidores.

Márcia era dona da Fazenda Caramuru, dedicada à plantação de cana e criação de gado. Os ovinos eram quase um hobby. Há dois anos, ela resolveu investir na produção de cordeiros com qualidade. Apoiada na consultoria do Sebrae-SP, melhorou a qualidade do rebanho e adotou uma série de ações que permite o abate mais cedo, e com melhor peso. Atualmente, a ovinocultura tem grande destaque no retorno de seus negócios no agrobusiness.

A empresa GP Painéis, de Gustavo Brito Fernandes, nasceu dentro da incubadora de empresas de Araçatuba. Fernandes começou a produzir painéis eletrônicos para informações dinâmicas luminosas. Sempre atento às perguntas de seus clientes, ele nunca descarta as sugestões, considerando-as com cuidado, para estudar as possibilidades de inovação. Com essa atitude, conseguiu fazer adaptações em produtos que resultaram em retorno para a empresa.

Outro exemplo de inovação é o de Caio César Pimentel Ferraz Jr., que trabalha com o pai na empresa da família, fundada há 50 anos por seu avô, produzindo tubos e outras grandes peças de concreto para obras públicas e de construção civil. Em uma visita rotineira em canteiros de obras de clientes, ele observou um procedimento que era feito nas peças, pelos operários, para facilitar a colocação de quadros de energia elétrica.

“Voltamos para a fábrica, fizemos um novo desenho para os tubos, adaptando novas aberturas de acordo com as necessidades que vimos na obra e tivemos um excelente resultado com o novo produto”, diz. Segundo ele, além de oferecer um produto diferenciado, a imagem institucional da fabricante saiu fortalecida, pois se mostrou atenta às necessidades de seu cliente. Outra vantagem foi a economia de matéria-prima trazida com a inovação, uma vez que as aberturas nas peças de concreto se revertem em custo menor de produção.

O gerente do Sebrae-SP insiste que não existe uma receita pronta para se tornar inovador. “Normalmente busca-se inovação por causa de uma crise, durante a qual ideias surgem para resolver problemas pontuais”, diz, orientando a afastar-se um pouco da rotina da produção, estudar todos os detalhes internos e ficar atento aos concorrentes.

ERP para Micro e Pequenas Empresas


ERP tecnologia

Hoje, os mercados tradicionais de ERP na Europa Ocidental e EUA estão ficando saturados: o centro de gravidade está mudando tanto para o leste como para o mercado intermediário. Sorbie, presidente de uma companhia que se orgulha de ter respostas rápidas para os novos mercados, diz que seus clientes deverão agora vir mais dos setores de defesa, segurança nacional e energia do que do setor de manufatura. “Não estamos prevendo crescimento nos EUA e na Europa Ocidental para os sistemas de ERP voltados para o setor industrial. Essa demanda mudou para o Leste Europeu e a região da Ásia-Pacífico”.

Portanto, para empresas como a SAP e a Oracle, o truque vem sendo reescrever seus sofisticados sistemas para que eles se encaixem nas companhias menores, ao mesmo tempo em que enfrentam outros fornecedores, como Microsoft, IFS, Infor, Epicor e Sage, que veem o mercado intermediário como seu território de caça natural.

“Inside-ERP”, um guia de compras dedicado ao mercado de companhias médias e publicado pela Tippit, observa que os vendedores estão reduzindo a complexidade de seus sistemas. Ele afirma: “Os vendedores estão facilitando o uso das soluções de ERP e simplificando sua implementação, além de reduzir o grau de personalização necessário para que elas se encaixem nas necessidades do cliente, principalmente com a criação de características que suportam certos aspectos dos negócios que são comuns a organizações de médio porte de um determinado setor. Por exemplo, um sistema de ERP desenvolvido para a indústria da moda precisa usar matrizes específicas para roupas, como tamanhos, cores e estilos”.

Os ERPs modernos são formados por um conjunto de módulos centrais, normalmente de inteligência empresarial, gerenciamento de relações com os clientes, administração financeira, gerenciamento de capital humano, operações de produção e gerenciamento da cadeia de fornecimento. São programas, segundo Sorbie, que pegam todas as informações complexas associadas a um projeto e as apresentam de uma maneira que permite a alguém da cúpula administrativa ver rapidamente onde a empresa está, em vez de recorrer a uma infinidade de planilhas.

O guia Inside-ERP sugere que um sistema de produção enxuto, a administração dos processos de negócios, o gerenciamento dos ativos da empresa e a administração das relações com os fornecedores são possibilidades adicionais. A publicação observa que “a queda dos custos dos equipamentos, da tecnologia de infraestrutura e dos programas de ERP colocam uma versão moderna desses outrora pacotes épicos de gerenciamento empresarial ao alcance de qualquer companhia de médio porte”.

E as vantagens são reais. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, 76% das empresas consultadas na América do Norte e no Reino Unido disseram que os sistemas de ERP contribuíram para a vantagem competitiva e o valor estratégico de suas organizações.

Inovação para expansão da TI nas Micro e Pequenas Empresas


infraestrutura de tecnologia da informação

Com porte médio, a ITW tinha dificuldades em atualizar o parque constantemente e ocupava os recursos humanos da área de tecnologia com manutenção de máquinas.

Com o acirramento da concorrência no setor de telecomunicações, a terceirização da infraestrutura de tecnologia da informação chega às pequenas e médias empresas. O serviço atraiu a ITW Chemical, subsidiária brasileira do grupo americano ITW Illinois Tool Works, que contratou a solução Ponto Informático da Telefônica para atualizar seu parque de máquinas e, a partir daí, modernizou toda a área de tecnologia e telecomunicações. “A principal mudança que sentimos foi no atendimento. O consultor da operadora veio à empresa, analisou nossas necessidades e trouxe soluções para locação de máquinas”, afirma Wilson Rabelo, diretor administrativo e financeiro da empresa.

Com porte médio, a ITW tinha dificuldades em atualizar o parque constantemente e ocupava os recursos humanos da área de tecnologia com manutenção de máquinas. Também geria a central telefônica com 50 linhas analógicas, contratadas da Telefônica, e a conexão de banda larga. “A atualização significa compra de equipamentos, mobilizando investimentos que muitas vezes são necessários em outras áreas. Com o aluguel, tudo fica mais simples.”

Ele explica que a Telefônica propôs a locação de computadores, que incluíam sistemas básicos (como operacional e antivírus), seguro, manutenção 24 horas e conexão à internet. Entre as vantagens contábeis, a ITW destaca o registro do aluguel como despesa, o que traz ganhos finais na conta do imposto da companhia. “Ao terceirizar, também nos livramos da manutenção, que passou para a operadora”, afirma. Com isso, o departamento de tecnologia pode dedicar-se mais aos sistemas que servem os negócios da ITW, deixando tarefas básicas para a prestadora de serviços. “Temos um contrato de nível de serviço, que prevê multas para a operadora se as máquinas não forem arrumadas no prazo estabelecido”, conta.

Para adquirir o serviço, é necessário firmar um contrato de longo prazo com a Telefônica, mas as vantagens compensam, de acordo com Rabelo. Para testar, a ITW contratou 20 computadores em curto prazo. Como gostou do atendimento e do serviço, elevou para 50 o número de máquinas. “Apenas os notebooks não são da Telefônica, que somam dez máquinas”, afirma o executivo.

A relação estreita da operadora com o cliente motivou outros projetos. A Telefônica percebeu que, para garantir a qualidade dos serviços que presta à ITW, teria de dar conta da infraestrutura de telecomunicações. Tratou de digitalizar a central com 50 linhas, trazendo novos troncos, e de melhorar conexão à internet, trocando o ponto de cobre (ADSL) por fibra óptica, que permitiu a oferta de um link de 4 Mbps. “Estamos na cidade de Embu e, por aqui, não havia fibra. A Telefônica cabeou a região por conta do nosso projeto.”

A fibra óptica também permitiu a instalação de um PABX digital em sistema de comodato. Ou seja, a ITW não teve de pagar pelo aparelho, que é da Telefônica. “Sem investir de forma imediata, conseguimos recursos como teleconferência, que são ótimos para a companhia. Além disso, nossa conexão à internet melhorou muito.”

Ele lembra que as informações devem ser claras e o contrato muito bem feito para o relacionamento dar certo. “É uma relação de longo prazo e é preciso entender que todos ganham, a empresa e a operadora, que será remunerada com a prestação de serviços.”

Com recursos mais avançados de tecnologia e telecomunicações, a ITW pode comprovar a melhor vantagem da atualização: a redução de custos. Ao avaliar os gastos, percebeu que a conta não sofreu acréscimo, apesar da incorporação de serviços mais modernos. “Com ao dinheiro que sobra da redução conta telefônica e dos custos com manutenção, pagamos o aluguel das máquinas. Com isso, temos um parque atualizado sem sair do orçamento”, confirma o executivo.

Ao término dos contratos, que têm duração entre 25 e 36 meses, a ITW acredita que continuará com a terceirização. “Quando as máquinas não servirem mais para a gente, solicitaremos a troca, de forma simples e rápida”, finaliza o executivo.

Sebrae e IEL firmam parceira para capacitar fornecedores


IEL SEBRAE

Teve início nesta quarta (27), em Brasília, o ‘I Encontro dos Gestores do Programa Sebrae/IEL de Desenvolvimento de Fornecedores’.

Grandes empresas precisam de fornecedores qualificados, ágeis e tão competitivos quanto elas. Excelentes oportunidades de negócios e de evolução empresarial existem em torno desse segmento para centenas de micro e pequenas empresas de diversos setores produtivos em praticamente todas as regiões do País.

Pensando nisso, Sebrae e Instituto Euvaldo Lodi (IEL) firmaram convênio para desenvolver o Programa de Desenvolvimento de Fornecedores, que abrangerá todas as unidades da Federação. Para capacitar técnicos das duas instituições, teve início na manhã desta quarta-feira (27), em Brasília, o ‘I Encontro dos Gestores do Programa Sebrae/IEL de Desenvolvimento de Fornecedores’. Os cerca de 60 técnicos das duas instituições ficarão reunidos, até a sexta-feira (29), com o objetivo de estruturar as ações, conceitos, metodologias e critérios de acompanhamento da implementação dos projetos e resultados, que serão implantados nas unidades da Federação a partir dos próximos meses.

“Essa é a maior parceria estabelecida entre IEL e Sebrae em termos nacionais, até o momento”, disse o diretor-técnico do Sebrae, Luiz Carlos Barboza, na abertura do encontro. O Programa Sebrae/IEL de Desenvolvimento de Fornecedores conta com a simpatia da diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e das federações estaduais da indústria. “Porque o empresário terá voz ativa na governança local dos projetos a serem desenvolvidos nas unidades da Federação”, afirmou o superintendente do IEL, Carlos Cavalcante.

“Já temos experiências positivas de ações conjuntas do Sebrae e IEL, voltadas ao fortalecimento das pequenas empresas, que geraram oportunidades de negócios por meio das metodologias de trabalho das duas instituições”, acrescentou Cavalcante. Ele citou como exemplo o Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi). Trata-se de projeto realizado anteriormente pela parceria entre Sebrae, IEL e Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o mesmo objetivo de inserir pequenas empresas nas cadeias produtivas ancoradas por grandes empresas.

“Já experimentamos vários modelos de atuação como os Arranjos Produtivos Locais, programas setoriais e atendimentos individuais”, destacou Cavalcante. “No caso deste programa, temos uma abordagem muito interessante, pois é focada na geração de negócios entre as empresas”, observou o superintendente do IEL. As ações das duas instituições deverão atingir os setores de varejo e serviços, entre outros, além do setor industrial, segundo ele.

“Estamos dando início a uma parceria absolutamente fundamental, tanto para o IEL, quanto para o Sebrae. Temos algumas iniciativas nesse caminho, mas resolvemos, desde o ano passado, criar algo que pudesse atingir todo o País para conseguir maior apoio para os pequenos negócios”, explicou Luiz Carlos Barboza.

“Essa parceria é importante nesse momento de efeitos heterogêneos da crise. As pequenas empresas devem estar muito preparadas e competitivas nos momentos de crise, pois surgem oportunidades interessantes, que podem funcionar como alavanca de ascensão e desenvolvimento”, ressaltou o diretor do Sebrae.

“Os projetos desse programa vão acontecer principalmente nas cadeias de suprimentos”, esclareceu Rogério Alegretti, consultor especializado no tema desenvolvimento de fornecedores e palestrante convidado do evento. “Muitos compradores provocam a busca por qualidade nos seus fornecedores”, acrescentou.

Estudos demonstram que a economia de 5% nas compras pode gerar impacto de até 40% na lucratividade das grandes empresas. Por esse motivo, as que são modernas estão atentas e sabem que é melhor investir em comprar melhor do que concentrar esforços apenas em vendas, argumentou Alegretti. Ainda de acordo com ele, nos últimos anos, política de compras passou a ser estratégia prioritária para esse segmento.

A programação do ‘I Encontro dos Gestores do Programa Sebrae/IEL Desenvolvimento de Fornecedores’ é extensa e ocupará o período da manhã durante três dias. Consultores especializados em diversas áreas do conhecimento vão ser palestrantes no evento. Experiências de projetos de encadeamento produtivo e de desenvolvimento de fornecedores em andamento no País também serão apresentadas. Exigências técnicas, qualificação, certificações, normas, entre outros aspectos, que fazem parte das políticas de compras das grandes empresas integram a pauta do encontro.