Pequena empresa terá dicas e informações sobre negócios pelo celular


wapPortal WAP do Sebrae/SP trará conteúdos e serviços voltados às necessidades de quem já é empresário ou quer abrir um negócio.

Empresários de pequenos negócios terão, a partir desta segunda-feira (18), uma ferramenta poderosa de informação que cabe apenas na tela de um celular: o portal WAP do Sebrae em São Paulo. A tecnologia Wireless Application Protocol permite acessar a internet por meio de aparelhos portáteis como celulares e handhelds.

O portal WAP trará dicas de gestão de negócios para donos de micros e pequenas empresas e futuros empreendedores. O usuário terá à disposição conteúdos e serviços voltados às suas necessidades, conforme seu perfil: se já é empreendedor, se está abrindo uma empresa ou se pretende empreender no futuro. “A partir dessa porta de entrada, o usuário terá acesso às informações e conteúdos disponibilizados no portal do Sebrae/SP especialmente formatados para um ambiente de fácil navegação”, explica Clarisse Barreiros, gestora do projeto de Telefonia Móvel do Sebrae/SP.

Outro diferencial do novo serviço é sua adaptação à linguagem visual, o que o torna mais interativo, funcional e dinâmico. “O portal WAP terá nova estrutura de menus, o que proporcionará melhor distribuição das informações e facilitará o contato com os serviços oferecidos pelo Sebrae/SP”, diz Clarisse.

Um dos destaques serão as dicas empresariais apresentadas na forma de animação, abordando temas de gestão que envolvem o dia-a-dia das empresas, de forma lúdica e de fácil assimilação.

O usuário terá também disponibilizado o acesso a notícias sobre empreendedorismo e à grade de palestras e cursos oferecidos pelo Sebrae/SP, podendo inscrever-se ao ser remetido para outros canais de atendimento, como a Central de Relacionamento (0800-5700800), Fale Conosco, ou mesmo recebendo as orientações on line sobre como chegar ao escritório regional da Instituição mais próximo.

O link de acesso ao portal WAP do Sebrae/SP será o mesmo do portal da entidade (www.sebraesp.com.br), onde também será disponibilizada a informação de como acessar o serviço por celular.

“A partir do lançamento deste canal, vamos ampliar as possibilidades de oferta de produtos e serviços por meio de telefonia móvel, com a disponibilização de publicações e vídeos produzidos pelo Sebrae/SP especialmente para a comunicação via celular”, informa Paulo Roberto Tebaldi, gerente de Expansão da Rede do Sebrae/SP. “Deveremos lançar ainda este ano um jogo de simulação de gestão empresarial e disponibilizar informações e orientações por meio de vídeos, SMS, torpedos de voz e bluetooth.”

O Brasil hoje é o quinto mercado em utilização de telefonia móvel no mundo, segundo informações da União Internacional das Telecomunicações (ITU). O País já superou a marca dos 153 milhões de portadores de celular, sendo 38 milhões em São Paulo. Do total de usuários no país, dados da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) indicam que 89% deles estão habilitados a acessar a internet por meio de seus aparelhos.

Entre as micro e pequenas empresas, a utilização de aparelho celular mais que dobrou nos últimos dezanos, saltando de 42%, em 1998, para 91% em 2008, de acordo com o estudo ‘As Tecnologias de Informação e Comunicação nas Micro e Pequenas Empresas Brasileiras’, divulgado no ano passado pelo Sebrae/SP. Realizada junto a 4 mil micro e pequenas empresas em todas regiões do Brasil, a pesquisa rastreou o grau de utilização das tecnologias da informação e comunicação adotados pelos empresários de pequenos negócios no Brasil.

Serviço
Portal WAP Sebrae-SP – http://www.sebraesp.com.br

Sebrae oferece curso de iniciação no Second Life


ilha do empreendedor sebrae second lifeIlha do Empreendedor, ponto da Instituição no ambiente virtual, oferece serviços e já recebeu mais de 13 mil visitantesPela primeira vez, o Seminário Nacional Abed de Educação a Distância (Senaed) será totalmente a distância. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), será realizado de 23 a 31 de maio. O Second Life será uma das ferramentas utilizadas no 7º Senaed. O Sebrae oferecerá no dia 21, das 14h às 18h, em sua Ilha do Empreendedor, localizada no Second Life, um curso básico sobre este ambiente virtual e tridimensional que simula aspectos da vida real.

O Second Life surgiu em 2003. Mantido pela empresa Linden Lab, possui diversas funções como jogo, simulador, comércio virtual, rede social e aprendizagem. Para entrar no ambiente, torna-se necessária a criação do ‘avatar’, uma personalidade virtual.

O Sebrae chegou ao Second Life em agosto de 2007. Em 8 de maio de 2008, inaugurou a Ilha do Empreendedor, espaço bem maior do que aquele que dispunha originalmente. Mais de 13 mil pessoas já visitaram o espaço da instituição no mundo virtual.

A Ilha oferece atendimento de segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 20h. No local, o visitante pode fazer dois cursos sobre o ambiente virtual: ‘Second Life completo para iniciantes’ e ‘Curso de criação de conteúdos para o Second Life’. Os cursos duram em média dois meses e são ministrados para turmas de até 20 alunos.

Para o 7º Senaed, o Sebrae preparou uma versão sintética do curso ‘Second Life Completo para Iniciantes’. “O Second Life será uma ferramenta importante para quem participar do Seminário”, explica Rodrigo Gecelka, consultor do Sebrae responsável pelo atendimento no ambiente virtual.

Para participar do Second Life, o interessado deve primeiro criar gratuitamente uma conta, o que deve ser feito pelo link https://join.secondlife.com/index.php?lang=pt-BR. Em seguida, é necessário fazer o download do programa pelo link http://secondlife.com/support/downloads.php. Para chegar à Ilha do Empreendedor é preciso acessar o link http://slurl.com/secondlife/Ilha%20do%20Empreendedor/157/9/26.

Futuro da educação

Quando alguém busca informações sobre o Sebrae na Ilha do Empreendedor, os atendentes orientam o visitante a buscar o portal da Instituição (www.sebrae.com.br). Além disso, o ponto virtual exibe vídeos sobre empreendedorismo e divulga ações como o jogo virtual Desafio Sebrae.

Na opinião de Rodrigo Gecelka, o Second Life tornou-se um importante aliado para a educação. “Muitos especialistas consideram essa ferramenta o futuro da educação a distância pela semelhança que ela apresenta com a sala de aula real”, diz o consultor.

Para Márcia Matos, coordenadora de Second Life no Sebrae, participar deste mundo virtual mostra que a Instituição encontra-se em sintonia com os novos recursos educacionais. “Temos a possibilidade de nos atualizarmos e de mantermos mais um canal de comunicação inovador com os nossos clientes”, afirma.

O tema central do seminário será “Polifonia na Docência e Aprendizagem Online”, com foco nos diversos canais de educação online. As atividades serão realizadas tendo sempre como referência os conceitos de interatividade e bidirecionalidade.

O evento envolverá diversas plataformas, como listas de discussão por e-mail, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, blogs, wikis, podcasts, vídeos, videoconferências, rádio, televisão, games e mundos virtuais. O 7º Senaed tem como um dos objetivos mostrar como essas ferramentas podem ser utilizadas na educação a distância.

Medley dá salto ao interconectar equipes


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Vendas do laboratório farmacêutico saltaram de R$ 380 mil para R$ 2 milhões em seis meses

A conectividade é uma poderosa ferramenta para a automação de força de vendas.

Ligar representantes, vendedores e consultores em rede traz controle absoluto sobre o trabalho dos profissionais, além de agilizar operações de venda e garantir aumento de receita e melhora na gestão.

Esta foi a tática seguida pela Medley – maior fabricante brasileira de medicamentos genéricos. Em 2006, a empresa decidiu implementar e automatizar processos para os profissionais que visitam as farmácias, trazendo a possibilidade de eles tirarem pedidos logo após a ação de promoção dos medicamentos.

O maior problema do laboratório estava no fato de que a Medley não efetua vendas diretas, atuando no mercado por meio de seus distribuidores. “Estudamos processos capazes de nos transformar em um apoio para a equipe de vendas dos nossos clientes. Estávamos na farmácia, o dono do estabelecimento queria comprar, então tínhamos de aproveitar a oportunidade”, afirma Pedro Balista, gerente de tecnologia da Informação da Medley.

O primeiro passo foi iniciar o processo no qual o representante anotava o pedido em uma lista, no papel, e depois passava para o distribuidor por telefone. Após testar e aprovar a ideia, a empresa buscou uma ferramenta móvel para trazer maior controle sobre as vendas e comodidade ao vendedor.

Em parceria com a TIM, encontrou equipamentos móveis capazes de rodar o sistema de pedidos e transmitir a informação diretamente para o site da Medley, que dispara automaticamente a demanda para seus distribuidores.

“Quando isso ocorreu, a mobilidade era novidade no Brasil, apostamos em equipamentos da HTC, pouco conhecida até então no mercado, e nos demos bem”, comenta.

Munidos de computadores de mão e com conexão de dados pela rede GPRS da operadora (em banda estreita mesmo), os representantes passaram a fechar pedidos em tempo real, atendendo às expectativas dos comerciantes e dos distribuidores. Pelo processo, o pedido é enviado para a central da Medley, que possui um sistema eletivo com uma lista de distribuidores.

Quando a demanda chega, o sistema verifica quais distribuidores atendem o estabelecimento, seleciona o primeiro da lista e envia a informação. O fornecedor fatura os medicamentos que possui em estoque. O que não pode enviar, retorna, por sistema, para o site da Medley, que reenvia a informação a outros distribuidores da lista.

“O que falta, segue automaticamente para o segundo e depois para o terceiro”, explica Balista.

Com o processo, a empresa não perde vendas e consegue aproveitar bem o tempo e o trabalho dos representantes. Também tem um controle de estoques mais efetivo, uma vez que promove um giro de vendas entre os distribuidores. De quebra teve um aumento significativo na receita obtida com os medicamentos vendidos por este canal.

“As vendas saltaram de R$ 380 mil, em março de 2007, quando o projeto de mobilidade teve início, para R$ 2 milhões em dezembro do mesmo ano”, comemora Balista. O desempenho também foi bom em 2008, mas ele não pode dar detalhes por conta do processo de venda da companhia, que está sendo comprada pela Sanofis-Aventis.

O que é o Faça Diferente? (Programa do SEBRAE)


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1. O que é o Faça Diferente?

Série de 120 programas de rádio que apresenta estratégias e sugestões para a pequena empresa inovar em diversos segmentos: produto, serviço, gestão, organização e relacionamento com o cliente.

Em 80 programas são apresentados casos de empreendedores que se destacam no mercado por oferecer produtos ou serviços inovadores. Utilizando a linguagem jornalística – entrevistas com donos de empresas, clientes e colaboradores – os programas mostram o problema que levou a empresa à inovação, o caminho até encontrar a solução, como foi a sua implantação e o diferencial competitivo conquistado no mercado.

Nos 40 programas que completam a série, consultores e especialistas da área que atuam no SEBRAE respondem dúvidas de ouvintes de forma prática e objetiva, fazendo uma espécie de atendimento empresarial.

Com essa série de programas, o SEBRAE quer desmistificar os conceitos de inovação e tecnologia, mostrando ao empreendedor como aplicá-los no âmbito das pequenas empresas.

2.  Onde o programa é veiculado?

Em cerca de 500 emissoras de rádio de todo o pais, de segunda a sexta-feira, em horário de maior audiência (manhã). São seis meses de veiculação de 18 de maio a 30 de outubro de 2009.

Além da veiculação nas emissoras os programas estarão disponíveis no blog do projeto para audição:

www.sebrae.com.br/facadiferente

3. Quando o programa será veiculado?

  • De 18 de maio a 30 de outubro de 2009

4.  O programa tem interação com a audiência?

Sim, no programa o ouvinte é sensibilizado para enviar sua dúvida ou pedir mais esclarecimentos por um dos canais de interação. Quem encaminhar dúvidas receberá um e-mail automático com informações sobre o tema abordado no programa naquele dia. Quem acessar o site terá informação complementar sobre o tema, em texto e vídeos, alem de espaço para interagir com consultores do SEBRAE.

E-mail: inove@sebrae.com.br

Call Center: 0800 570 0800

Blog: www.sebrae.com.br/facadiferente

O foco dessa estratégia é utilizar a demanda por orientação para fazer atendimento via Internet, permitindo que a informação chegue mais rápido ao empreendedor.

5. Qual o conteúdo da série de programas de rádio?

  • Por que inovar
  • Inovação em produtos e serviços.
  • Inovação em processos produtivos, logística e distribuição.

§      O que é inovação.

  • Inovação em marketing (mercadológica).
  • Inovação no comércio.
  • Como os serviços de apoio e acesso a tecnologia ajudam empreendedores
  • As exigências do mercado – regras de normalização, regulamentação, metrologia e certificação de origem.
  • Desafios tecnológicos que precisam ser enfrentados pelos pequenos negócios no comércio, indústria serviço para que possa inovar e ter acesso à tecnologia.
  • Espaços que reúnem condições técnicas e criativas para o desenvolvimento de inovação, como sistemas de incubação, redes de cooperação, arranjos produtivos, cidades inovadoras.
  • Como proteger o conhecimento das empresas, seu patrimônio inovativo.
  • Como conseguir recursos para aplicar em inovação e tecnologia.

6. Por que falar sobre inovação na pequena empresa

Estudos e pesquisas revelam que empresas inovadoras podem ter retorno sobre investimento dezenas de vezes maiores que empresas com estratégias conservadoras.

Negócios que inovam têm maior produtividade, o que possibilita abrir novas frentes de trabalho com salários 50% maiores a seus funcionários, em relação às que operam em condições semelhantes, mas não são inovadoras. As empresas que lançam produtos com características inexistentes no mercado podem conseguir preços até 30% maiores do que os de concorrentes que trabalham com produtos tradicionais.

Embora seja fator de sustentabilidade dos negócios, não se pode dizer que a inovação entrou para o DNA da maior parte das empresas brasileiras, especialmente no das pequenas. De acordo com análise do SEBRAE, quanto menor o porte da empresa, menor é a taxa de inovação.

Problemas de natureza econômica são apenas um dos freios à inovação. Um aspecto central é o cultural, ou seja, como o empreendedor encara a tarefa de inovar e o grau de importância que atribui à atitude inovadora para o desenvolvimento do seu negócio.

Entre pequenos empreendedores estabelecidos há mais de dois anos, a inovação não é percebida como uma solução para os problemas de competitividade e produtividade do negócio, tampouco faz parte das maiores preocupações do seu dia-a-dia. E o mais surpreende: sequer é vista como algo a ser almejado para o futuro das empresas ou dos negócios!

Pesquisas realizadas pelo Sebrae revelam que muitos empreendedores acham muito difícil inovar. Em depoimentos, eles indicam a ausência de informações que levem ao caminho das pedras. Quer dizer, a maior parte deles diz não saber o que fazer, como fazer, por onde começar e onde buscar referências para inovar.

O programa de rádio Faça Diferente é uma contribuição do SEBRAE para ajudar o empreendedor a encontrar o caminho das pedras para inovar e fazer ótimos negócios.

7. Quem é o público-alvo do programa?

Empresários que tenham negócios com mais de dois anos de vida em qualquer ramo de atividade

8. Já é possível saber quais são os programas que vão ao ar?

Até o momento está disponível a grade de veiculação dos programas de 1 a 40, correspondente a dois meses no ar.

Grade de veiculação

1ª Semana  veiculação 18 a 22 de maio
Programa 01 – Apresentação do programa
Programa 02 – O que é inovar
Programa 03 – Inovação é criatividade
Programa 04 – Inovação para atender um consumidor cada vez mais exigente
Programa 05 – Inovação para aumentar a produtividade
2ª Semana  veiculação 25 a 29 de maio
Programa 06 – Inovação para melhorar vendas
Programa 07 – Inovação para melhorar a gestão da empresa
Programa 08 – Inovação organizacional – investir na capacitação de pessoas
Programa 09 – Inovação em produto (indústria)
Programa 10 – Inovar é buscar conhecimento
3ª Semana  veiculação 1 a 5 de junho
Programa 11 – Bônus Metrologia
Programa 12 – Inovação em marketing – ponto de venda
Programa 13 – Inovação em processo produtivo para preservar o meio ambiente
Programa 14 – Inovação em processo – novo tipo de envasamento de produto natural
Programa 15  – Obtenção de recursos não reembolsáveis para aplicar em inovação
4ª Semana  veiculação 8 a 12 de junho
Programa 16 – Inovação e busca de consultoria
Programa 17  – Inovação a partir da aquisição de equipamento
Programa 18 – Inovação em produto tradicional
Programa 19 – Inovação com a introdução de símbolo ou marca para vender o produto
Programa 20 – Inovação para reduzir perdas
5ª Semana  veiculação 15 a 19 de junho
Programa 21 – Inovação em marketing – embalagem
Programa 22 – Inovação em logística e distribuição no comércio
Programa 23 – Inovação em artesanato
Programa 24 – Como ter acesso à tecnologia
Programa 25 – Inovação em processos no setor de confecção
6ª Semana  veiculação 22 a 26 de junho
Programa 26 – Inovação em serviço
Programa 27– Inovação no atendimento ao cliente
Programa 28 – Inovação em sistema eletrônico de pagamento
Programa 29 – Caminhos de apoio à inovação
Programa 30 – Inovação em venda por site
7ª Semana  veiculação 29 de junho a 3 de julho
Programa 31 – Como usar a Internet para inovar
Programa 32 – Inovação em marketing – embalagem de produto artesanal
Programa 33 – Inovação em produto a partir do uso de matéria prima
Programa 34 – Inovar em produtos – indicação geográfica de origem
Programa 35 – Programa de agentes locais de inovação
8ª Semana veiculação 6 a 10 de julho
Programa 36 – Inovação em gestão de pessoas e administração
Programa 37 – Inovação em gestão de pessoas e administração
Programa 38 – Inovar fazendo parcerias
Programa 39 – Inovação para agregar valor na prestação de serviço
Programa 40  – Inovar  é atender exigências do mercado – a importância da Certificação

Incubadora de Jundiaí abre vagas para novas empresas


jundiaiCom objetivo de apoiar e auxiliar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, a Incubadora de Jundiaí, no interior paulista, abriu processo seletivo para acesso de novas empresas ao Programa Incubadoras do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), realizado por meio do Escritório Regional Sudeste Paulista, em parceria com a prefeitura e Associação Comercial e Empresarial local.

As inscrições, conforme previsto em edital, estão abertas até 30 de julho para empresas que buscam a inovação no desenvolvimento de produtos e serviços. O programa Incubadoras apresenta várias vantagens para quem necessita de suporte para começar um novo negócio. Os candidatos selecionados poderão utilizar as instalações e facilidades da incubadora por um período de até três anos.

Jundiai IncubadoraIncubadora

A Incubadora de Empresas de Jundiaí abriga empresas de base tecnológica e de economia tradicional e atualmente conta com 16 empresas que atuam em áreas diversas, como desenvolvimento de projetos em automação industrial; comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar; partes e peças; fabricação e assistência técnica em equipamentos tratadores de ar; serviço de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais.

Além das empresas que mantém suas instalações nas dependências da Incubadora, outras 16 não-residentes (ligadas à Incubadora e já com sede própria) participam do programa e também são assistidas. Desde o início das suas atividades há sete anos, a Incubadora de Jundiaí graduou 13 empresas, sendo que no ano passado o faturamento geral chegou a R$ 2,5 milhões.

VoIP para micro e pequenas empresas


Estima-se que, na média, as empresas podem obter uma redução de até 60% na conta telefônica.Há algum tempo se discutem no mercado brasileiro os benefícios da voz sobre IP (protocolo de internet, ou simplesmente VoIP). Mas, somente agora a tecnologia vem sendo adotada em profusão em virtude da expansão da banda larga, da melhoria da qualidade da internet e da redução dos preços – que estão ficando cada vez mais competitivos. Como resultado dessa combinação de fatores, a expectativa é que até 2010 a venda de telefones IP supere a de linhas telefônicas convencionais no país

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Na redução dos custos com ligações a longa distância reside o grande apelo comercial desse tipo de telefonia. Isso tem despertado o interesse não apenas dos usuários domésticos, mas principalmente do segmento corporativo. A economia é possível porque o custo da chamada para outras localidades é o de tarifa local. Não por acaso boa parte dos projetos de instalação de PABX e ramais IP tem como objetivo a interligação com filiais e escritórios remotos.

Estima-se que, na média, as empresas podem obter uma redução de até 60% na conta telefônica. Mas esse índice corresponde apenas ao preço desembocado pelo tráfego de voz, alerta Huber Bernal Filho, diretor da consultoria Teleco. Além da tarifa, a empresa paga pela conexão da banda larga, o que normalmente não é não incluído como parte dos custos dos serviços de VoIP. Ele observa também que o preço da tarifa não é tão baixo quando se tratam de ligações para regiões onde há escassez de acessos em banda larga. “Não dá para garantir tarifa baixa para todos os destinos”, diz.

Uma das aplicações que ganha força no ambiente corporativo com a adoção do VoIP é extensão do ramal fixo para um aparelho móvel. Assim, o profissional ou executivo que está em locomoção, seja dentro da empresa ou fora dela, pode ter transferidas para o seu celular as ligações feitas para o seu ramal fixo, sem custo adicional. Para isso, é preciso que ele disponha de terminal móvel habilitado com tecnologia 3G.

VoipOutra vantagem para o segmento corporativo é a possibilidade de otimização dos recursos aplicados em telecomunicações. Além de utilizar rede de dados para trafegar voz, a adoção de um sistema de telefonia baseada em IP abre caminho para a implementação de outros serviços adicionais e até mesmo para ações de marketing. “As empresas também utilizam o serviço VoIP para facilitar a comunicação com alguns de seus clientes”, acrescenta Cláudio de Paula, CEO da Supercom Digital.

Com uma planta de telefonia baseada em grande parte na tecnologia TDM (Time Division Multiplexing), o Brasil é apontado como o país com maior potencial de crescimento do VoIP no mundo.

Ao lado do México concentra em torno de 70% das implantações atualmente em curso na América Latina, segundo Antonio Mariano, diretor de tecnologia da 3Com, um dos grandes fabricantes de atuam nessa área. A previsão é que este ano sejam aplicados US$ 500 milhões em projetos de VoIP na região.

O cenário que se desenha é bastante promissor. Especializada em soluções de TI, a Supercom Digital estima crescer em torno de 20% ao ano com a implantação de projetos de VoIP nas médias e grandes empresas. De acordo com o CEO da empresa, o ritmo das atividades só não será maior por causa do aumento da concorrência.

A Transit Telecom, operadora que tem outorga da Anatel em Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), planeja aumentar dos atuais 70 mil para 100 mil a base de clientes dos serviços que VoIP que oferece ao mercado corporativo: o VoIP Net, para grandes corporações; o Flash IP, destinado a condomínios comerciais, e o Fast VoIP, que atende as pequenas empresas. No serviço Flash IP, a operadora fornece de duas a oitos linhas e contabiliza uma base de 60 prédios na carteira.

O uvoip-mundosuário doméstico também faz parte do escopo da operadora graças a uma parceria firmada em 2006 com a Skype. De acordo com Jorge Noboru Nakamura, vice-presidente comercial, a Transit Telecom é a responsável pela terminação do tráfego do SkypeInTM na América do Sul, bem como pelo fornecimento do plano de numeração e pela cobrança do serviço no mercado brasileiro. A oferta de serviços VoIP representa atualmente 5% do faturamento da operadora e a meta de Nakamura é aumentar essa participação para 7% até o final do ano.

O serviço de VoIP faz parte também do portfólio de oferta das companhias telefônicas tradicionais. Só que a estratégia tem se concentrado no atendimento do mercado corporativo, como parte de um pacote que inclui telefonia, internet banda larga, interligação de sites, entre outros.