INPI aponta tendências tecnológicas do biodiesel

biodiesel

Buscando reduzir gargalos no desenvolvimento dos biocombustíveis, instituto lança trabalho que facilitará o acesso às informações tecnológicas em seu Banco de Patentes

A pesquisa e produção de biodiesel no País têm sido fomentadas tanto por instituições, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), como por meio de iniciativas, como a criação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel. Neste contexto e com o objetivo de reduzir gargalos tecnológicos que comprometam o desenvolvimento deste combustível no país, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) está lançando um trabalho que facilitará o acesso às mais recentes informações tecnológicas do seu Banco de Patentes relacionadas ao biodiesel.

O trabalho, com título de Alerta Tecnológico: Pedidos de Patentes sobre Biodiesel, produzido pelo Centro de Divulgação, Documentação e Informação Tecnológica do INPI, faz um levantamento dos pedidos de patentes publicados no primeiro semestre de 2008.

O objetivo é divulgar, a cada semestre, os pedidos de patente publicados que se referem a biodiesel. Estes podem ser de novos processos de produção de biodiesel, catalisadores para produção de biodiesel, aditivos para biodiesel, uso dos subprodutos da produção de biodiesel, entre outros assuntos relacionados ao tema.

Composto de relações e gráficos onde são registrados os principais depositantes de patentes relacionadas ao biodiesel e seus países de prioridade, o Alerta Tecnológico permite que se faça um monitoramento das tecnologias relacionadas ao tema.

A relevância deste trabalho é expressiva na medida em que, no âmbito do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, lançado em 2004, a Lei nº 11.097, de janeiro de 2005, introduziu o biodiesel na matriz energética brasileira e fixou um percentual mínimo obrigatório de 2%, em volume, de adição de biodiesel ao óleo diesel comercializado ao consumidor final a partir de janeiro de 2008.

Essa mesma Lei determinou também que até janeiro de 2013  esse percentual deve ser aumentado para 5%. Tal obrigatoriedade resulta, assim, na necessidade de que o país intensifique investimentos na produção deste combustível de forma a torná-lo mais barato e de melhor qualidade.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s