Pedido de proteção ao conhecimento marca tônica do Congresso de Propriedade Intelectual e Inovação


Propriedade Intelectual e Inovação

O chamado geral para a atenção dos gestores públicos, de dirigentes das instituições e empresários para a proteção de todo o conhecimento criado, pesquisado e desenvolvido marcou a tônica do primeiro dia do V Congresso Mato-grossense da Propriedade Intelectual e Inovação Tecnológica, aberto nesta quarta-feira (27.05) à tarde, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento prossegue até esta quinta-feira (28.05), com palestras, e sexta-feira (29.05), com visita técnica na Base Avançada de Pesquisa do Pantanal da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Com o tema “competitividade com sustentabilidade e responsabilidade social”, o evento compõe-se de palestras, painéis e exposições técnicas sobre noções gerais do assunto nesta quarta-feira e na quinta-feira, entre 8 horas e 21 horas. O congresso é realizado pelo Governo de Mato Grosso, Ordem dos Advogados do Brasil, secção Mato Grosso (OAB-MT), Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI) e com apoio do Sebrae-MT, Sistema Fiemt e Fundo de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat). Cerca de 250 pessoas participam da atividade.

A secretária Adjunta de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Adriana Corrêa da Costa Leão, citou o Estado como um dos sete Estados do Brasil que tem lei específica que incentiva a inovação. “A lei de inovação demonstra que Mato Grosso, a exemplo dos grandes centros, também tem se preocupado com a importância de um sistema de proteção da propriedade intelectual”, comentou.

Ela citou que entre as ações para o setor, o Governo do Estado tem um projeto que qualifica 50 profissionais na área de ciência e tecnologia (C&T), com três módulos e duas oficinas e 120 horas de carga horária. O suporte de conhecimento, diz, é útil para “capacitar e gerenciar núcleos de inovação tecnológica e incubadoras de empresas em Mato Grosso”.

A diretora do Sebrae-MT, outro parceiro do congresso, Leide Garcia Novaes Katayama, diz que a instituição atua constantemente no Estado com foco à propriedade intelectual e orientação às empresas para que tenham cuidado com o registro da sua marca e patentes. “O Sebrae em Mato Grosso sempre pautou seu trabalho no apoio às empresas para que elas se preocupem com sua marca”, informou. “A empresa e pessoas que não cuidam do seu registro e marca, mesmo após fazer investimento durante anos em um produto acaba perdendo o direito de ter essa marca”, descreve situação comum em alguns negócios, independente da classificação econômica.

Leide foi sintética em difundir a ideia central do congresso de que a “inovação nos processos e produtos é fator de competitividade no mundo empresarial” e em serviços.

PROTEÇÃO INTELECTUAL

Um dos articuladores do congresso, o presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Direito Autoral da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Mato Grosso (OAB-MT), Geraldo da Cunha Macedo, apontou a urgência da proteção ao conhecimento criado e desenvolvido. A priorização do tema por governos, empresários e instituições significa competitividade para empresas e riqueza para a população.

“Discutimos propriedade intelectual como fator de agregação de valor de produtos e serviços para que não exportemos mais matérias-primas”, chamou a atenção. “A China era muito mais copiadora de produtos antes. Mas, atualmente deposita mais patentes nos Estados Unidos do que o Brasil, infelizmente”, argumenta.

Geraldo usou dois exemplos do cotidiano para mostrar o tamanho da influência da propriedade intelectual na vida de todas as pessoas. Um, a infraestrutura para o próprio congresso. “A propriedade intelectual está em tudo neste local. O ar condicionado, o microfone, o celular que está com todos e os notebooks que vocês carregam”. E citou outro mais simples do comércio: “a pirataria nas ruas da cidade”, que “não é crime de pouca bagatela”. “A OAB é veemente contra a pirataria”, afirmou.

Excelência na gestão atrai os pequenos


FNQ

Fundação Nacional da Qualidade espera 75 mil inscrições para premiação em 2009.

Ser competitivo significa empreender esforços para melhorar a gestão dos negócios e adequá-los à sustentabilidade. As ações para o desenvolvimento de companhias perenes e sustentáveis entram no discurso de qualquer empresário. A boa notícia é que aumenta a busca por qualificação e por processos capazes de içar as pequenas e médias neste novo cenário de mercado. Como reflexo, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) vê aumentar o número de interessados na conquista do Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas (MPE Brasil), iniciativa conjunta da Gerdau, Petrobras, Sebrae, FNQ e Movimento Brasil Competitivo (MBC).

Em 2004, quando teve início, a premiação nacional angariou 19,5 mil inscrições; a edição de 2008, cujo prêmio foi distribuído neste ano, recebeu 53 mil inscrições. Agora, a fundação espera 75 mil participantes em 2009 e até 100 mil em 2010. “O interesse é contínuo e consistente. As companhias de menor porte realmente entendem a importância deste reconhecimento”, afirma Luiz Ernesto Gemignani, presidente do conselho curador da fundação.

Para concorrer ao prêmio, as inscritas são avaliadas em itens como empreendedorismo, estrutura do sistema de gestão, responsabilidade socioambiental, gestão de pessoas, processos e resultados alcançados nos ciclos avaliados. Ao se inscreverem, têm acesso a um questionário de autoavaliação, que deve ser completado para que a empresa se mantenha na disputa. A pesquisa serve como um filtro e permite a montagem de casos consistentes para o ciclo de avaliação dos jurados. “As companhias querem saber como estão posicionadas e tentam responder toda a pesquisa”, informa Gemignani.

Segundo ele, quem não consegue finalizar o questionário tende a refletir sobre as falhas e tentar novamente a participação. “Muitos empresários nunca pararam para pensar de forma estruturada em seus negócios. A pesquisa exige isto”, afirma.

Junto com o número de inscrições, cresce também o volume de questionários completos. Em 2004, foram 3.612 concorrentes ao prêmio, em 2008 o número ultrapassou 8 mil. “Ao responder a pesquisa, o empresário tem acesso à consultoria online e gratuita. Enviamos para ele um relatório com os melhores pontos e as falhas de negócio. Dessa forma, ele consegue aprimorar a gestão para a próxima edição”, conta Luiz Ernesto Gemignani.

Para o Sebrae, a pesquisa, além de atuar no planejamento e na organização dos participantes, é uma ferramenta para adquirir informações e direcionar as próprias ações da entidade. Com o resultado, o Sebrae sabe quais são as falhas mais comuns nas empresas brasileiras e identifica que tipos de serviços (consultoria) e treinamentos têm de estar disponíveis em cada praça. “As avaliações são espelhos das empresas de pequeno porte no Brasil e nos dão informações valiosíssimas sobre o estágio de competitividade do segmento”, afirma Enio Pinto, gerente da unidade de atendimento individual do Sebrae Nacional.

Ele afirma que o prêmio é só a cereja do bolo e uma forma de educar as empresas pelo exemplo. “Os ganhos vão além do troféu. As iniciativas vencedoras servem de inspiração para muitos e motivam os empresários a buscar cada vez mais capacitação. Enxergo uma quebra de paradigma importante: as micro e pequenas empresas estão se especializando.”

A especialização traz ganhos para toda a cadeia de negócios e é fundamental para criar setores fortes, competitivos e com negócios sustentáveis. Esta visão é o que motiva empresas como a Gerdau a investirem em iniciativas que premiam e qualificam os pequenos. José Paulo Martins, diretor do Instituto Gerdau, acredita que, em uma economia aberta e global, as empresas precisam trabalhar unidas para garantir mercado. “Não há competitividade se o fornecedor não oferecer qualidade em serviços ou em matéria-prima. Grandes indústrias precisam de fornecedores qualificados”, declara Martins.

Outra questão está ligada ao papel das grandes empresas nas regiões onde atuam. O impacto social é grande e o bom desempenho das companhias de pequeno porte exerce pressão positiva nas comunidades próximas aos grandes pólos industriais. “Manter uma boa rede de fornecedores é vital para qualquer negócio. Por isso, a qualificação tem se tornado cada vez mais importante”, comenta Martins. A Gerdau mantém também um programa de desenvolvimento de fornecedores, no qual ajuda seus parceiros a se organizarem e melhorarem processos em busca de competitividade.

Ações como a promovida pelo grupo do MPE Brasil servem de inspiração para todos os segmentos da economia. A Vivo Empresas criou um programa voltado para a excelência e certificação de seus representantes e canais de vendas em todo o Brasil. A qualificação é vital para a operadora, que depende do trabalho de empresas de pequeno porte na venda de produtos e serviços.

Pelo Programa Parceiro Vivo Corporativo, as pequenas empresas são avaliadas pelo desempenho comercial, qualidade no atendimento ao cliente e estrutura. A partir daí, a Vivo certifica e reconhece as melhores por meio de um prêmio. O objetivo é rever o modelo de negócios atual e propor uma nova relação comercial, remunerando de forma diferenciada quem estiver qualificado. “Vivemos um momento no qual a qualidade do atendimento ao cliente nos diferenciará no mercado. Contamos com nossos parceiros para mantermos a liderança e aprimoramos cada vez mais nossos serviços”, declara Roberto Lima, presidente da Vivo.

Francisco Ferreira Araújo, sócio da Sidus Telecom, revenda de celulares na cidade de Belém (PA), acredita que o apoio de grandes empresas, entidades como o Sebrae e a FNQ é fundamental para a estruturação dos negócios de menor porte.

A Sidus foi fundada há seis meses e teve apoio da operadora que representa em tópicos como planejamento, gestão e estruturação do negócio. Também obteve vantagens no treinamento de seus 17 funcionários, que foram preparados pela Vivo. Com o curso, eles passaram a conhecer o mercado de telecomunicações, as soluções disponíveis e as funcionalidades dos aparelhos que vão comercializar. “Sem isto seria difícil começar. Estou estruturado, acredito no modelo de alta especialização e logo vou concorrer a prêmios”, avisa Araújo.

Lei do microempreendedor entra em vigor em 1º julho


Lei do Microempreendedor

A partir de 1º de julho mais de 11 milhões de pessoas no Brasil, no Ceará são cerca de 400 mil, poderão deixar a informalidade e ter direito a cobertura previdenciária.

Depois do Simples Nacional que já conta com mais de 3 milhões de micro e pequenos empresários brasileiros cadastrados será a vez dos que vivem na informalidade se tornarem legais e ganhar os benefícios da Previdência Social pagando apenas R$ 52,15 mensais.

É a Lei do Microempresário Individual (MEI 128/08) que entra em vigor no dia 1º de julho favorecendo pequenos empresários informais com faturamento até R$ 3 mil/mês (R$ 36 mil por ano).

O ministro da Previdência Social, José Pimentel, que participou ontem em Fortaleza do II Encontro Estadual das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Ceará, disse que o Empreendedor Individual será o primeiro degrau desses trabalhadores no Simples Nacional. “O maior atrativo para migrar da informalidade para a legalidade são os benefícios da Previdência, alguns adquiridos a partir da inscrição que pode ser feita pela Internet”, comentou o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva.

Ao se inscrever on line o microempreendedor recebe o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), paga todos os impostos federais. Para isso, ele contribuirá com R$ 51, 15 (11% do salário mínimo mais R$ 1 para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), no caso de comércio e indústria. Se for prestador de serviço pagará R$ 51,15 mais R$ 5 para o Imposto Sobre Serviços (ISS). “A legislação determina que o empreendedor individual tem zero de imposto para o Governo Federal”, destacou Pimentel.

Benefícios

De imediato o microempreendedor que aderir ao MEI terá assegurado a pensão por morte e os auxílios acidente e por reclusão. A aposentadoria por idade e a especial serão concedidas após 180 contribuições mensais. O salário maternidade será dado após 10 contribuições/mês e o auxílio doença e a aposentadoria por invalidez após um ano de contribuição. A presidente da Federação das Entidades de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Ceará (Femicro-CE), Dalvani Mota, avalia que a MEI vai tirar muita gente da informalidade. No Ceará, são cerca de 400 mil informais e a meta é, em três anos, trazer pelo menos 100 mil para a formalidade. Observa ainda que o tempo de contribuição, como trabalhador ou empresário, poderá ser aproveitado na aposentadoria.

Tarcísio Silva destaca da Lei do Microempresário Individual a inclusão social. “Muitos trabalhadores envelhecem sem a proteção do Estado e quando morrem não deixam nada para as famílias”, comenta. O ministro José Pimentel, salientou que a lei veio atender quatro grandes demandas tirando a preocupação para: os que querem crescer, ter acesso ao crédito, se estabelecer em local definido e trabalhar legalmente sem o medo de que o Fisco venha tomar o seu dinheiro. A lei do MEI beneficia a todos que têm negócios na indústria ou no comércio e serviços que não tenham profissões regulamentadas, a exceção dos contabilistas.

E mais

– A Lei Complementar 128/2008 cria a figura do Microempreendedor Individual (MEI), com vigência a partir de 1º de julho de 2009

– O Microempreendedor Individual não estará sujeito à incidência do Imposto de
Renda, do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), da CSLL, da COFINS, do PIS, e do INSS patronal. Não estará sujeito ao recolhimento das alíquotas previstas nas tabelas do Simples Nacional

– O programa do empreendedor individual visa à formalização de donos de pequenos negócios que têm renda até R$ 36 mil por ano e até um empregado. Ao formalizar o seu empreendimento, os empresários individuais passarão a ter, além da proteção da Previdência Social e a possibilidade de acesso a linhas de crédito

– Para o ministro José Pimentel, o principal objetivo do sistema do empreendedor individual é “permitir que esses empreendedores possam crescer” como empresários e cidadãos

– As micro e pequenas empresas representam 99,2% das empresas brasileiras e empregam cerca de 60% das pessoas economicamente ativas do Brasil, embora respondam por apenas 20% do Produto Interno Bruto (PIB)

– A cada ano surgem em média 460 mil novas MPE´s, sendo 80% delas concentradas nas áreas de serviço e comércio

– O ministro José Pimentel destaca que em abril de 2009, houve ganho real de 5,3% na arrecadação da Previdência Social quando comparada com igual período de 2008, considerando que o que contribuiu para esse fato foi a formalização. “Temos 3,2 milhões de empresas inscritas no Simples Nacional”.

Como ganhar dinheiro com o Twitter?


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Evan Willians e Biz Stone explicam planos pagos por perfis autenticados e se comprometem a não vender o serviço nos próximos 5 anos.

Os fundadores do Twitter, Evan Willians e Biz Stone, detalharam durante a abertura do evento D7: All Things Digital, na noite desta terça-feira (26/05), os possíveis modelos de negócios que o serviço de microblog pode adotar. “Nós precisamos construir um negócio monetizável”, admite Willians.

A possibilidade apresentada pela dupla com maior entusiasmo foi o pagamento de taxas por empresas para que o Twitter certifique e indique a conta oficial da empresa para novos  usuários.

“As pessoas gostam do Dunkin Donuts. Uma coisa que podemos contar aos novos usuários é que a conta do Dunkin Donuts no Twitter é realmente do Dunkin Donuts”, afirmou Willians, citando a rede de alimentação como exemplo.

O evento, organizado pelos jornalistas Kara Swisher e Walt Mossberg, do jornal The Wall Street Journal, já realizou entrevistas com o fundador da Amazon.com, Jeff Bezos, o fundador da Dell, Michael Dell e o fundador da News. Corp, Rupert Murodch, além de reunir Steve Jobs e Bill Gates no mesmo palco em 2007.

Questionados sobre o possível uso de publicidade no serviço, os fundadores afirmaram que a inclusão de anúncios no serviço é “a coisa menos provável que faremos” como modelo de negócios.

A dupla, porém, não se compromete com um prazo para que o Twitter comece a render dinheiro. “Haverá um momento em que habilitaremos algo”, disse Wilians.

A venda do serviço de microblog também está descartada. Pelo menos nos próximos cinco anos, Willians e Stone se comprometeram em continuar à frente do serviço.

Investimento das companhias em TI prossegue firme, revela pesquisa


investimento TI

Levantamento da FGV/SP mostra que orçamento para o setor dobrou em dez anos.

A cada três segundos, um computador foi comprado no país ao longo do ano passado. O consumidor final, motivado pelas promoções do varejo e pelo crédito fácil, foi quem mais teve peso nessa conta. Mas o setor empresarial também não fez por menos. As companhias brasileiras nunca investiram tanto em tecnologia da informação (TI) como nos dias atuais, conforme indicam os dados da 20 ªpesquisa sobre Administração de Recursos de Informática, divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo.

O estudo realizado entre agosto de 2008 e abril deste ano com 2 mil empresas – lista que inclui 60% das 500 maiores do país – mostra que, no ano passado, 6% do faturamento líquido das companhias foi aplicado em gastos e investimentos com TI. É praticamente o dobro do que as empresas investiam uma década atrás. Há vinte anos, os gastos com tecnologia atingiam apenas 1,3% da receita das empresas.

Segundo Fernando Meirelles, professor da FGV e coordenador da pesquisa, o aumento da fatia de TI dentro dos custos das empresas deve-se a uma série de fatores, entre eles a crescente migração das transações comerciais para o meio eletrônico e a padronização de operações entre as empresas.

“Nos últimos 20 anos, os gastos com tecnologia no país cresceram a uma média anual de 8%”, comenta Meirelles. “Hoje, o setor de TI representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.” No ano passado, a produção nacional de riquezas somou R$ 2,9 trilhões, de acordo com o IBGE.

“Esses números são reflexos da crescente maturidade das empresas na área de tecnologia“, diz Alberto Luiz Albertin, professor da FGV que apresentou os dados de outra pesquisa, batizada de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro e realizada com 434 empresas. Os resultados mostram que, atualmente, 58% de todas as transações comerciais das empresas do país já são efetivadas pelo meio digital.

Na arena do software, a Microsoft continua à frente de boa parte dos sistemas usados pelas empresas. Nos servidores, computadores de grande porte usados para gerenciar a rede, a presença do sistema operacional Windows atinge 66%, fatia que se mantém praticamente inalterada nos últimos seis anos. Nesse mesmo período, o sistema de código aberto Linux ganhou espaço e hoje é realidade em 20% dos servidores das empresas, mas essa participação deve-se, principalmente, a um crescimento sobre a base de usuários de sistemas da companhia americana Novell, diz Meirelles. “Na realidade, não vemos um crescimento do Linux sobre o Windows.”

A Microsoft também segue na dianteira quando se trata de navegador de internet e sistemas para escritório. O pacote Office é usado hoje por 92% das empresas, percentual que também de mantém inalterado nos últimos seis anos. Já o Internet Explorer é a porta de entrada para a web em 91% das empresas. Os navegadores Mozilla e Firefox, surgidos em meados de 2003, somam atualmente uma fatia de 6%, participação roubada do Netscape, que praticamente desapareceu do mercado.

Quando o tema é sistema de gestão empresarial, a liderança segue nas mãos da brasileira Totvs, que detém 39% do mercado. A segunda colocada no ranking é a alemã SAP, que nos últimos anos segue com uma fatia de 23% desse mercado.

Com a força de compra do varejo e das empresas, o Brasil conta hoje com um parque tecnológico de 60 milhões de computadores em uso, dos quais 12,2 milhões foram comprados no ano passado. Essa base instalada equivale a praticamente um computador para cada 3 habitantes. O cenário é melhor que a média mundial. Hoje, há 1,7 bilhão de PCs em uso em todo o mundo, o que significa um PC disponível para cada quatro pessoas no globo. Nos Estados Unidos, porém, o volume de máquinas já atinge praticamente 100% da população.

Segundo Meirelles, o mercado nacional de PCs caminha para o que já aconteceu com a telefonia no país. “Somados os mais de 150 milhões de celulares em uso e mais de 40 milhões de linhas fixas ativas no país, já há um telefone disponível para cada habitante”, diz ele. “Até 2012, chegaremos a uma base de 100 milhões de computadores no país, o que equivale a um PC para cada dois habitantes.”

IEL pernambucano seleciona profissionais para Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio


PEIEX

são oito vagas para trabalhar 220 horas por semana e os salários variam de R$ 2.005,19 a R$ 2.788,55

Da Redação

O Instituto Euvaldo Lodi de Pernambuco (IEL/PE) está selecionando profissionais para atuar no Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex), realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio. Em Pernambuco o programa, que estimula o potencial exportador de micro e pequenos negócios, atenderá 195 empresas de Tecnologia da Informação. As inscrições iniciaram na última terça-feira (26/5) e vão até 31 de maio.

São oito vagas para trabalhar 220 horas por semana e os salários variam de R$ 2.005,19 a R$ 2.788,55. Todos os postos exigem formação superior completa, em Economia, Ciências Contábeis, Administração, Comércio Exterior, Engenharias e Ciências da Computação. Os candidatos devem residir em Recife ou na Região Metropolitana.

Serviço

Mais informações pelo telefone (81) 3334-7019. Os interessados devem preencher um formulário no site www.ielpe.org.br

Empresário tem inovação como prioridade permanente


IVIA

Com sede em Fortaleza, a Ivia se destacou e conquistou mercado no Brasil e no exterior.

Colocar a inovação como objetivo a ser perseguido constantemente. Com essa postura, a empresa cearense Ivia, especializada em Tecnologia da Informação (TI), cresceu e conquistou mercado no Brasil e no exterior. Márcio Braga, um dos sócios do empreendimento, é um dos destaques do Faça Diferente, série de 120 programas produzidos pelo Sebrae sobre o tema inovação, em parceria com a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed). A história de sucesso da sua empresa vai ao ar hoje (27).

A Ivia tem sede em Fortaleza e surgiu há 13 anos pelas mãos dos sócios Márcio Braga, Alexandre Menezes e Edgy Paiva. A companhia trabalha com a fabricação de softwares, prestação de serviços, consultoria e oferece capacitações atendendo às especificidades dos clientes.

Recentemente a empresa, que já ganhou vários prêmios, assinou o redesenho da identidade visual dos portais dos governos do Ceará e do Rio Grande do Norte. Com um quadro de 250 funcionários, mantém escritórios na capital do Ceará, em Recife, Natal e em Lisboa.

A empresa comercializa seus serviços e produtos para o Brasil inteiro e para Portugal, Estados Unidos e Reino Unido. “Ao vendermos para outros países aprendemos muito, pois melhoramos nosso trabalho e tiramos certificações. Os clientes lá fora são bastante exigentes. É desafiador”, afirma.

Márcio Braga credita resultados tão positivos à incessante busca por inovar. Dentro da empresa cearense existe uma área específica para tratar do assunto. Márcio dá a dica: “Os órgãos de governo oferecem incentivos substanciais para que as empresas inovem. Se bem aplicados, esses recursos podem transformar a empresa e ajudar no desenvolvimento de produtos e processos. Estamos sempre ligados nesses editais”.

O empresário de TI acredita que inovar significa uma questão de sobrevivência. Para ele isso traz diferencial. “Se não inovamos, nosso produto vira mais um na prateleira. Outras empresas vêm e tomam nosso espaço”, diz.

Márcio também revela não estar assustado com a crise econômica que afeta os mercados do mundo inteiro. “É fato que existe uma crise, mas também há oportunidades novas surgindo constantemente. Inovar ajuda a vencer crises. Sem inovação, mesmo que o mercado esteja tranqüilo, a crise acaba batendo na sua porta”, alerta.

Inscrição do Micro Empreendedor Individual (MEI) será via internet


Micro Empreendedor Individual - MEI

Criado pela Lei Complementar 128/08, facilitará a formalização de pequenos negócios.

A inscrição para aderir ao Empreendedor Individual será feita pela internet e a formalização desse empreendedor deverá levar, no máximo, 30 minutos. Foi o que adiantou o ministro da Previdência Social, José Pimentel, após participar de audiência pública que tratou do assunto na tarde de ontem, 26 de maio, na Câmara dos Deputados.

O Microempreendedor Individual, agora conhecido como Empreendedor Individual, entra em vigor no dia 1º de julho. Criado pela Lei Complementar 128/08, facilita a formalização de empreendedores como vendedores de pipoca, costureiras e artesãos. Podem aderir empreendedores individuais, ou seja, sem sócio, com receita bruta anual de até R$ 36 mil.

O ministro Pimentel informou que está sendo criado um sistema simplificado de formalização desses empreendedores por meio da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). Essa rede integra processos de diversos órgãos e torna mais ágil a abertura de empresas.

De acordo com o ministro, a meta é, em um ano, formalizar 10% dos 10,3 milhões de empreendedores informais do País. A intenção é mostrar a esses empreendedores que “vale à pena ser legal”, reforçou. “A formalização possibilita que esses empreendimentos cresçam e tenham acesso a benefícios como acesso ao crédito”, destacou.

Mobilização
De acordo com a lei, escritórios de serviços contábeis integrantes do Simples Nacional farão a inscrição desses empreendedores. O Sebrae também dará orientação e prestará atendimento. A Instituição prepara ampla mobilização com esse objetivo.

“Vamos criar todos os instrumentos para chegar a esses empreendedores”, disse o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Entre as medidas estão a disseminação de informações para agentes públicos, como prefeitos e secretários municipais, e a orientação dos empresários, incluindo a elaboração de cartilhas diferenciadas por atividade econômica.

O presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, senador Adelmir Santana, destacou a importância do envolvimento das prefeituras, a quem cabe a liberação do alvará para funcionamento das atividades econômicas. “É preciso o envolvimento não só dos estados, mas também dos municípios nessa reforma tributária e na simplificação de processo para os pequenos negócios”, defendeu.

Para o presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional, deputado Cláudio Vignatti, o sucesso do Empreendedor Individual também depende do envolvimento da sociedade civil organizada. Para ele, essa articulação precisa ser feita pelos agentes públicos.

Na avaliação do presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, o maior benefício vislumbrado pelo público do Empreendedor Individual é o acesso à cobertura previdenciária. Ele acredita que no prazo de três a quatro anos possa ser alcançada a formalização da maioria dos atuais informais, mas isso dependerá da disposição dos órgãos envolvidos e da eficácia da informação passada a esses empreendedores.

A audiência pública na Câmara dos Deputados foi promovida pelas comissões de Finanças e Tributação, de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e a de Seguridade Social e Família. Entre os participantes também estava o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, e o secretário de Trabalho do Governo de São Paulo, Guilherme Afif Domingos.

Workshop SI: Enfrentando a Crise com Inovação


Crise com inovação

Estão abertas as inscrições para o XIII Workshop FIR de Sistemas de Informação.

Em todo momento de crise e/ou mudança existem oportunidades que poderão ser aproveitadas caso estejamos prontos para inovar. O tema do workshop este semestre é: “Enfrentando a Crise com Inovação“.  Neste evento estamos inovando com a promoção de fóruns, palestras e mini-cursos de importância para o momento atual.

Cases de sucesso como os do Projeto Amadeus (www.amadeus.cin.ufpe.br) e da empresa Neurotech (www.neurotech.com.br) serão discutidos, bem como teremos palestras e mini-cursos em áreas como: Markerting de Busca, Cloud Computing, SCRUM, Comunidade Amadeus, WordPress, C#, Ubuntu, Windows Server, entre outros.

Este evento também consolida parcerias entre as Células Acadêmicas FIR (http://celulasfir.wordpress.com) e empresas/institutos para formação continuada de profissionais. Estamos inaugurando, por exemplo, uma parceria com o projeto Amadeus para formação de commiters para a comunidade Open Source Amadeus (www.amadeus.cin.ufpe.br).

O evento é aberto para toda comunidade. As vagas dos mini-cursos são limitadas, façam já as inscrições pelo site.

Segue folder com programação.
programacao_workshop_FIR_SI
Participem !
Comissão Organizadora
XIII Workshop de SI
http://workshopfirsi.wordpress.com

Prêmio Técnico Empreendedor 2009 – Inscrições


Prêmio Técnico Empreendedor 2009

O empreendedorismo entre os jovens tem sido cada vez mais estimulado.Prova disso é o lançamento do Prêmio Técnico Empreendedor 2009, que irá premiar alunos dos cursos técnicos e tecnológicos das Instituições Públicas de Educação Profissional e Tecnológica.

Com o objetivo de estimular, reconhecer, premiar e divulgar as atividades de empreendedorismo e cooperativismo o Prêmio terá as categorias técnico e tecnólogo e traz como temas: a inclusão social, o cooperativismo e ainda dá ao estudante a possibilidade de trabalhar livremente com o tema desde que este esteja voltado para projetos que abordem o desenvolvimento sócio econômico local.

A data limite para as inscrições encerra-se no dia 07 de julho de 2009, devendo estas serem realizadas no Sebrae local mais próximo.

Serão premiados três projetos em cada categoria, que receberão além de certificado e respectivo troféu, prêmios nos valores de:
1º colocado –  R$ 8.000,00
2º colocado –  R$ 6.000,00
3º colocado –  R$ 4.000,00

Essas práticas empreendedoras e cooperativistas se caracterizam como soluções técnicas e tecnológicas com possibilidade de se transformar em “negócio” executável pelos alunos, apresentadas em um Projeto, sob a orientação de um professor e que comprovadamente contribuam com o processo de desenvolvimento sócio-econômico de suas comunidades.

O prêmio é uma iniciativa conjunta do Ministério da Educação – MEC, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e do Banco do Brasil.

O edital  do prêmio pode ser acessado através da página eletrônica do Ministério da Educação.

:: Acesse o Edital e seus anexos:
http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/acesse/edital_premiotec2009.doc