Peter Senge participa de webcast do Grupo Santander Brasil


peter-senge

A Liderança Necessária para a Sustentabilidade
Pensamento sistêmico

No dia 01 de junho, Peter Senge, um dos maiores especialistas do mundo em aprendizagem organizacional e autor do livro A Quinta Disciplina, participará do Encontro de Sustentabilidade, promovido pelo grupo Santander Brasil, com o apoio da FNQ. O tema da palestra de Senge será: Liderança Necessária para a Sustentabilidade.

Pela primeira vez o evento será transmitido ao vivo, via webcast, das 19h30 às 21h. A condução dos trabalhos ficará por conta de Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, e contará com a participação de Fabio Barbosa, presidente do Grupo Santander Brasil.

Peter Senge ministrou palestra durante o 6º Fórum Empresarial, promovido pela FNQ em junho de 2008, em Campinas/SP. Para ele, a liderança em alta performance está ligada à satisfação pessoal e ao envolvimento intenso com o ambiente em que se vive. Assim, o líder passa a ser não apenas um cargo, mas um estilo de vida capaz de gerar profundas mudanças na sociedade.

Realizados desde 2003, os Encontros de Sustentabilidade visam promover a reflexão e o debate entre especialistas e a sociedade acerca da construção de um mundo sustentável. Entre os palestrantes que já passaram pelos eventoss estão John Elkington (consultoria Sustainability), Karl Henrik Robert, (organização The Natural Step) e Muhammad Yunus, (Banco Grameen e Prêmio Nobel da Paz em 2006).

Para acompanhar a transmissão em português, clique aqui. 
Para acompanhar a transmissão em inglês, clique aqui.

Em Pernambuco a Presidente da SBGC – PE, Maria de Fátima Torres, em parceria com o IEL-PE.  viabilizará a transmissão no auditório da FIEPE – primeiro andar .

Empresários discutem parcerias com a África


africa mapa1

Ministério do Desenvolvimento pretende focar negócios e cooperação em ramos diversos.

Um grupo de 90 empresários brasileiros embarca para a Nigéria, Gana, Senegal e Guiné Equatorial para um roteiro de cinco dias em busca de oportunidades de comércio na África Subsariana. A viagem é organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que pretende focar negócios e cooperação nos ramos de alimentos, bebidas, máquinas e equipamentos, tecnologia da informação, têxteis e calçados; além dos setores de energia, defesa, infraestrutura e mineração.

A missão é a segunda que o ministro Miguel Jorge lidera este ano no continente. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento levou os empresários brasileiros à Argélia, Líbia, Marrocos e Tunísia. A volta à Africa foi uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião realizada em fevereiro, em Brasília, com os embaixadores brasileiros lotados nos países da costa ocidental africana.

O governo brasileiro tem se empenhado em aumentar o comércio com o outro lado do Atlântico. Entre 2003 e 2008, as trocas comerciais com o continente quintuplicaram e atingiram US$ 26 bilhões. Segundo o embaixador Fernando Simas Magalhães, diretor do Departamento da África do Ministério das Relações Exteriores, o conjunto dos países africanos já é o quarto parceiro comercial do Brasil.

A aproximação é estratégica, segundo o diplomata. A África é riquíssima em petróleo e minerais e tem um vasto território formado por 53 países interessados na tecnologia agrícola brasileira, inclusive aquela utilizada na lavoura de cana de açúcar para a fabricação de etanol. Os negócios sucro-alcooleiros com os africanos são fundamentais para que haja um maior consumo de biocombustível no planeta e para que o produto seja considerado uma commoditie no mercado internacional.

“A África precisa de vocês, mas vocês precisam da África. A hora de cooperação é agora. Vocês tem grandes concorrentes entre os chineses e indianos que estão fazendo muitos negócios lá na África”, disse o embaixador do Senegal no Brasil, FodéSeck, aos empresários brasileiros em reunião na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) realizada no ano passado.

Senegal

No último dia 26, Seck voltou à Fiesp, dessa vez levando o presidente senegalês, Abdoulaye Wade, que, além de São Paulo, esteve na Bahia em visita oficial. No país de Abdoulaye Wade, os empresários brasileiros participarão dos dois eventos mais importantes que ocorrem durante a missão. O Itamaraty promoverá um ciclo de palestras sobre biocombustíveis, segurança alimentar e tecnologia da informação no Fórum Brasil-África Subssariana: Empreendedorismo para o Desenvolvimento.

Além das palestras, será realizada no Senegal a exposição Agri-Solutions, uma feira brasileira com máquinas e implementos agrícolas, equipamentos para a produção de etanol e alimentos industrializados. A Agência Brasil acompanhará a missão empresarial na África Subsariana a convite do MIDC.

Portal do Sebrae Nacional sobre serviços financeiros


simulador SEBRAE

Acesso a informações, com base em 100 instituições do País, estão mais ágeis.

Dia 1º de junho, entra no ar o novo site da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros (Uasf) do Sebrae Nacional (www.uasf.sebrae.com.br). Entre as novidades está a utilização de tecnologia mais avançada, que permitirá ao internauta uma navegação mais rápida e simplificada. O visitante também poderá acessar o Relatório de Mercado Focus do Banco Central, que relata semanalmente as principais variáveis macroeconômicas do Brasil, tendo como base os dados de 100 instituições financeiras do País.

Outra novidade da nova página é a criação de um espaço interativo destinado a fóruns temáticos. Um dos primeiros temas a ser debatido será ‘Acesso a Serviços Financeiros no Agronegócio’, com foco no Plano Safra 2009/2010. A tendência é que sejam realizados vários fóruns paralelos sobre temas diversos. Para participar das discussões, basta que o visitante se cadastre na página. Ao criar um login (nome) e cadastrar uma senha, o internauta poderá participar do fórum de seu interesse.

“Esta mudança no portal Uasf faz parte das ações previstas no planejamento estratégico da unidade. Um dos objetivos é a ampliação e a disseminação das informações sobre acesso a serviços financeiros”, diz o coordenador nacional do site Uasf, João Augusto Pérsico. O site atual registra cerca de 8 mil acessos por mês. Com as mudanças, espera-se aumentar esse número em 10% ao longo do ano.

No novo site, o visitante também poderá fica informado sobre notícias e eventos relacionados ao tema serviços financeiros, tendo como fonte os principais jornais e sites de notícias do País. Ainda serão disponibilizadas matérias veiculadas nos canais de TV.

A página eletrônica contará com informações institucionais da área de acesso a serviços financeiros do Sebrae, convênios em vigor com instituições parceiras e textos especializados produzidos por analistas financeiros da Instituição. Para os menos familiarizados com a linguagem utilizada no meio econômico, o portal disponibilizará um amplo glossário e publicações.

Os visitantes também terão acesso a todas as informações relacionadas às frentes de atuação do Sebrae na área de acesso a serviços financeiros, que são: Sistemas de Garantia, por meio das Sociedades de Garantia de Crédito e o Fundo de Aval das Micro e Pequenas Empresas (Fampe); Microfinanças, com foco no microcrédito e cooperativismo; e Meios Eletrônicos de Pagamento.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7138 e 2107-9362
www.agenciasebrae.com.br
Site Uasf – www.uasf.sebrae.com.br

Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Sebrae Metropolitana: (51) 3216.5006

Programa de iniciação científica contemplará 26 empresas no Ceará


programa_bitec

Vinte e seis projetos serão desenvolvidos no Ceará durante seis meses, em micro e pequenas empresas industriais, comerciais e de serviços.

Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE) inicia hoje, 1º de junho, às 15h00, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a 9ª edição do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas (Bitec). Estarão presentes empresários, professores-orientadores e bolsistas.

Vinte e seis projetos serão desenvolvidos no Ceará durante seis meses, em micro e pequenas empresas industriais, comerciais e de serviços. Essas empresas terão bolsistas para realizar pesquisas, diagnósticos e estudos para solucionar problemas previamente identificados.

Cada estudante, de curso superior ou superior tecnológico, receberá uma bolsa no valor de R$ 300 mensais. Eles terão a orientação de um professor para desenvolver projetos direcionados para o empreendedorismo, inovação tecnológica e melhorias de gestão. As áreas contempladas nesta edição são agronegócio, biotecnologia, engenharias, gestão ambiental, gestão tecnológica, produção alimentícia, produção de design, informação e comunicação, controle e processos industriais, saúde e segurança do trabalho, energias renováveis e eficiência energética.

Realizado em todo o país, o Bitec é desenvolvido no Ceará pelo IEL/CE em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O programa possibilita mais interação entre instituições de ensino superior e as micro e pequenas empresas para estimular a transferência de conhecimento. Nas oito edições anteriores, o Bitec beneficiou 260 empresas cearenses.

Serviço

Mais informações pelos telefones (85) 3421-6516 e 3421-5435.

Empreender requer estudo


A chance de sucesso do empreendedor profissional é infinitamente maior que a do empreendedor aventureiro.

empresa
Diferentemente do Brasil, o ensino médio nos Estados Unidos não se caracteriza por buscar uma alta bagagem de conhecimentos, sejam matemáticos, históricos ou geográficos. A escola norte-americana é pratica, além disso, procura, antes de tudo, formar cidadãos decididos, com fortes doses de auto-estima e confiança em si mesmos.

Se, nos Estados Unidos os jovens são educados desde cedo para se tornarem donos de seu próprio negócio, o brasileiro é preparado para ser empregado. É uma visão talvez um pouco cruel, mas uma realidade histórica. Desde os ano 70, quando teve início o crescimento dos cursos de economia e administração, a maioria daquela geração foi treinada para ser, no máximo, bons gerentes, quem sabe bons diretores e, se Deus ajudasse, bons presidentes de empresas. Mas isso tem mudado.

Em sala de aula

Cada vez mais, gerações de estudantes estão com uma visão diferente, já sonham com sua própria empresa e, acima de tudo, já trabalham em busca disso, dentro das salas de aula. Há pessoas com forte espírito empreendedor. No entanto, é preciso dar uma forcinha para formar futuros criadores e mantenedores de produtos e serviços de negócios diferenciados e bem-sucedidos.

A primeira lição que o país precisa aprender é que empreendedorismo deve ser ensinado em sala de aula, abrindo a mente, a visão e a força de vontade do aluno para um futuro distante do cartão de ponto. Ser empreendedor é ter uma cabeça diferente, que nos liberte das amarras do emprego tradicional, em queda livre em praticamente todo o mundo. Se você deseja enveredar pela trilha do empreendedorismo, saiba que terá sucesso se souber imaginar, conceber e criar algo novo.

O que é?

Podemos entender como novo um produto ou um serviço diferente do que já existe, visando a atender um público disposto a adquirir este produto ou serviço. E mais: não esqueça que os consumidores, cada vez mais, têm exigido algo que, além da qualidade, também forneça valor. Além da capacidade de ser muito criativo e ativo, o empreendedor precisa ser um bom administrador do tempo. Uma pessoa que seja dona do próprio nariz e do próprio negócio.

Empreendedor não é e nunca foi um cargo. Não conheço ninguém que seja Gerente Empreendedor de Marketing ou Diretor Empreendedor de Finanças. Ser empreendedor é uma questão de atitude. É a busca constante pela mudança, por coisas novas, mesmo em cenários cada vez mais mutantes e incertos. Cada vez mais, jovens estão se decidindo por esse caminho, que a cada dia se torna mais uma tendência mundial.

Empregado

A crise financeira global demonstrou que as próprias empresas têm sérios problemas estruturais e até de inovação. Além de reverem seus negócios, muitas estão demitindo grandes quantidades de funcionários, o que reabriu a questão sobre o futuro do emprego. Na opinião do pesquisador nessa área, Vicente Verdú da Universidade de Sorbonne, o emprego tradicional está com seus dias contados. Segundo o pesquisador, o emprego não vai acabar totalmente, mas terá uma drástica redução. Já o trabalho, vale lembrar, é algo bem diferente. Você pode trabalhar – e trabalhar muito – sem necessariamente estar empregado. Pode trabalhar prestando um serviço específico e pontual dentro de um prazo determinado, pode trabalhar desenvolvendo um projeto, empreendendo um novo negócio, entre outras muitas possibilidades. A partir desta ótica, o termo trabalho é muito mais abrangente do que o emprego.

Curiosamente, é nos tempos da chamada “crise” que nascem grandes idéias, que se transformam em grandes projetos e que acabam criando grandes negócios. O que diferencia o empreendedor profissional do aventureiro de passagem é que o aventureiro tem uma pequena chance de obter sucesso. Mais ainda, mesmo obtendo este pseudo-sucesso, normalmente a prática dá conta de que o sucesso não é sustentável. Na prática, um conjunto de fatores diferencia o sucesso contínuo do temporário e a palavra mágica é “conhecimento”.

Fonte: Guia Econômico

Disseminação das estratégias


 webcast
Aprendizado organizacional

Assista o webcast sobre Disseminação das estratégias apresentado por Ricardo Vacaro, diretor-geral da RL Sistemas de Higiene.

Vacaro apresentará as práticas relacionadas à disseminação das estratégias que contam com o envolvimento de todos os colaboradores e cujos resultados proporcionaram uma visão menos departamentalizada e melhor entendimento das estratégias.

Clique aqui para assistir agora

Case NASA: Mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento


Nasa Knowledge Management

Mensagens em tempo real no Twitter sobre a sonda espacial Phoenix em Marte ou sobre as missões da Nasa são os grandes exemplos da rapidez e transparência das mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento. Para contar como incluiu definitivamente a Nasa nas redes sociais, Jeanne Holm, Arquiteta da Informação da agência, apresentou palestra em São Paulo, no dia 26 de maio, durante o Global Make Conference (GMC), evento de gestão do conhecimento.

Até pouco tempo atrás, muitos americanos achavam que o trabalho realizado pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, se limitava às missões espaciais para outros planetas e o envio de satélites para fotografar Marte. Mudar esta percepção foi um dos principais desafios encontrados por Jeanne Holm. “Além de notícias de missões espaciais, precisávamos divulgar aos cidadãos os projetos voltados para a própria Terra, entre eles as pesquisas sobre o meio ambiente e desenvolvimento de tecnologias que em breve serão utilizadas no dia-a-dia das pessoas”, afirmou a profissional.

redes_sociaisPara isso, há cerca de quatro anos, Jeanne Holm começou a utilizar as mídias sociais para compartilhar, arquivar e trocar informações com os americanos, além de desenvolver conteúdo que seja realmente relevante à população. Atualmente, a agência conta com mais de 32 perfis oficiais no Twitter, 23 comunidades no FaceBook, cinco perfis no MySpace, 12 canais no YouTube e quatro ilhas no mundo virtual Second Life. Para isso, a Nasa conta com um time de profissionais que trabalham na agência. Pelas contas de Jeanne, o acesso ao site da agência pode chegar a 350 milhões de pessoas por ano.

Participação

Para incentivar a participação dos usuários, além dos fóruns, a agência criou perfil de seus astronautas e das missões em andamento, permitindo maior interação com o público a partir da facilidade de uso das redes sociais. “Por exemplo, no FaceBook temos o perfil de nossos principais astronautas em missão e que, além de tirar dúvidas, contam um pouco do que está acontecendo no espaço e se tornam amigos dos usuários. Já no Second Life organizamos eventos com astronautas em que as pessoas podem participar e conversar com os profissionais”, disse Jeanne.

De acordo com ela, a seleção das redes sociais em que a Nasa participa hoje é bastante criteriosa e leva em conta não só o número de participantes, mas também a busca por conhecimento e aprendizado, despertada em cada uma delas.

“Estamos presentes em redes sociais onde a população americana está e, principalmente, que tenha o propósito de aprendizado e troca de informações. Algumas redes sociais são muito “sociais” e a maioria dos participantes não está muito interessada em aprender. Tais comunidades não se encaixam no perfil das que a Nasa procura”, explicou.