Encontro discute expansão de incubadoras no Centro-Oeste

erinco

Com a parceria do Sebrae em Goiás, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e a Fundação de Desenvolvimento da Tecnologia (Funtec) realizam em Goiânia o 6º Encontro Regional de Incubadoras do Centro-Oeste (Erinco), nos dias 4 a 6 de junho.

Segundo a entidade organizadora do evento, o encontro deve promover a integração e a troca de experiências entre incubadoras de empresas do Centro-Oeste brasileiro, seus profissionais e instituições interessadas. Para a presidente da Rede Goiana de Inovação (RGI), Maria Inês Miranda, o Erinco é uma oportunidade para a apresentação de novos mecanismos para o desenvolvimento e a sustentabilidade das incubadoras.

“O evento associa-se à expansão das incubadoras no Centro-Oeste do País e suas estratégias junto aos mercados interno e externo”, explica a presidente, que estima receber aproximadas 150 pessoas, entre representantes de cerca de 40 incubadoras de empresas dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, além de estudantes de administração de empresas de universidades e faculdades goianas.

Empreendedorismo

Maria Inês lembra que uma incubadora de empresas estimula o empreendedorismo, ao preparar e fortalecer micro e pequenas empresas (MPE) para sobreviver no mercado. “Uma incubadora pode oferecer apoio estratégico às MPEs durante os primeiros anos de existência, principalmente, tempo crucial para o progresso do empreendimento”, observa.

Segundo a Anprotec, as primeiras incubadoras de empresas no Brasil surgiram na década de 80, somando dez unidades em 1991. Atualmente, o País conta com cerca de 400 incubadoras em todo o território nacional. A associação registra as regiões Sul e Sudeste como líderes no número de incubadoras de empresas, com cerca de 130 unidades cada. Enquanto isso, o Nordeste e o Norte brasileiros apresentam cerca de 70 e 14 incubadoras, respectivamente.

Os dados da Anprotec mostram que 32% das unidades estão em municípios com menos de cem mil habitantes, e somente 25% em cidades com mais de um milhão de habitantes. Para a associação, 70% das empresas incubadas são de base tecnológica. A taxa de mortalidade gira em torno de 20%, ao longo de três anos.

Segundo Maria Inês, o principal objetivo de uma incubadora de empresas é reduzir a taxa de mortalidade das pequenas empresas, observando que, segundo números do Sebrae, mais da metade das MPE e médias empresas (56%) fecha suas portas até o terceiro ano de vida.

Fonte: Sebrae

Liderança e constância de propósitos

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