Teclado comum X tela de toque, a inovação tem nome: “touchscreen”

touchscreen

A tecnologia touchscreen nem bem chegou e já ganhou uma concorrente.

Não é de agora que a indústria eletrônica tem se interessado pela tecnologia das telas de toque, ou touchscreen, que permite pressionar ícones em um mostrador para executar tarefas. A Apple elevou o recurso da categoria das novidades para a das necessidades de consumo com o iPhone. No aparelho, corre-se por fotos, arquivos e aplicativos rolando-os com o dedo. Para ampliar um documento, basta pressioná-lo com dois dedos contra a tela e afastá-los um do outro, alargando a imagem.

A partir do iPhone, lançado em 2007, a tecnologia vem se disseminando rapidamente. A HP lançou no ano passado o TouchSmart, um PC com tela de toque que está se tornando relativamente popular, enquanto a Microsoft acelerou o projeto do Surface, um computador que parece uma mesa cujo tampo é uma interface sensível ao toque. Até o BlackBerry, da Research in Motion (RIM), o smart­phone que ficou famoso pelo seu teclado tradicional tão apreciado por usuá­rios corporativos, ganhou uma versão touchscreen. Mas à série de inovações introduzidas pela Apple com o iPhone pode-se acrescentar mais uma: o surgimento dos inimigos das telas de toque.

O mantra mais comum desse grupo é: “Uso muito o e-mail, preciso de um teclado físico”. A grosso modo, essas pessoas defendem o BlackBerry (o tradicional) e outros aparelhos com teclado “Qwerty” – um acrônimo formado pelas seis primeiras letras, da esquerda para a direita, da fileira superior das teclas alfabéticas do teclado.

Não chega a ser um ataque ostensivo. É mais um tom levemente depreciativo que tende a classificar os adeptos das telas de toque como uma gente que apenas ocasionalmente envia um e-mail para a mãe. Seu discurso poderia ser o mesmo dos fabricantes de teclados Qwerty defendendo o acessório (os fãs do iPhone, é óbvio, têm sua própria visão do mundo: a de que ninguém que não use um aparelho da Apple deva ser levado a sério).

Apesar dos insatisfeitos, a indústria de computadores aposta que a tela de toque será um diferencial para impulsionar as vendas e trabalha para tornar suas funções cada vez mais sofisticadas. O próximo avanço é possibilitar que os objetos sejam manipulados por diversos dedos, imitando o movimento natural das pessoas.

O Windows 7, por exemplo, a próxima versão do sistema operacional da Microsoft, pretende inaugurar uma nova era da tela de toque. O programa usará uma tecnologia desenvolvida pela empresa israelense N-trig, que combina soft­wares e sensores para criar uma tela que interage com canetas e dedos. A tecnologia funciona enviando um sinal elétrico através da tela. Quando o dedo toca a tela, a eletricidade é descarregada e o software move as imagens no visor.

A SpaceClaim, que cria softwares para design de objetos tridimensionais, também usa uma abordagem de toque. Seus modelos em 3D poderão ser virados e alterados com as duas mãos. Frank DeSimone, chefe de desenvolvimento, desafia outras empresas a criarem algo novo e instigante com a tecnologia, em vez de apenas repetir as funções do mouse. O Instituto Fraunhofer, da Alemanha, fez mais do que isso: inventou a tela sem toque.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a tecnologia touchscreen  já é realidade e esta´presente cada vez mais entre os usuários.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções “touchscreen” a baixo custo para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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2 comentários sobre “Teclado comum X tela de toque, a inovação tem nome: “touchscreen”

  1. Sr. Flammarion, estava lendo sua reportagem neste final de semana e gostaria de saber se sua empresa está voltada a esse ramos tambem ai no NE, pois somos representantes no Brasil das telas de Touch screen e gostariamos muito de parceiros nos diversos Estados Nordestinos. Trabalhamos a 4 anos com telas de toque e temos mais de 10 anos de mercado em comunicacao.
    Podemos oferecer esta solucao tanto em vitrines simples com projecao como transformar LCDs a partir de 32″ em telas de toque.

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    • Olá Ana Cristina a ICOMUNI Consultoria atua no mercado há mais de 5 anos em projetos inovadores ligados ao segmento de tecnologia da informação e comunicação.

      Aproveitamos a oportunidade e acessamos as tecnologias que a Blumer art.Interativa dispõe. Entre os quais destacamos: Vitrine Interativa; Piso interativo; Interative Blend e Personagem virtual.

      Vimos que no mercado nordestino tem espaço para seus produtos sim. Estamos à disposição para atuarmos como parceiros dos seus produtos e soluções.

      Manteremos contato.

      Atenciosamente,

      Flammarion Cysneiros | Consultor
      Gestão do Conhecimento, Tecnologia
      Comunicação .com Inovação

      Curtir

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