Mundo vai investir US$ 1,6 trilhão em mídia e entretenimento


Mídia e Entretenimento

A estimativa para o ano de 2013 é da PricewaterhouseCoopers. O crescimento dos segmentos digitais vai superar de longe o do restante do setor. No Brasil, a atividade vai movimentar US$ 32,9 bilhões.

O investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento médio de 2,7%. Enquanto isso, o avanço no conteúdo digital compensará o declínio nos tradicionais modelos de receita, afirmou a PricewaterhouseCoopers por meio do relatório “Global Entertainment and Media Outlook: 2009-2013”.

De acordo com o relatório, a migração para o entretenimento digital será acelerada na medida em que as empresas buscam mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram mais controle sobre o conteúdo.

No Brasil, o aumento médio anual deve ficar em 4,6%. A atividade vai movimentar US$ 32,9 bilhões. A América Latina, com destaque para o Brasil, está à frente deste processo. A previsão é de uma utilização da web e geração de receita com ela muito maiores. De acordo com o estudo, a América Latina é a região que apresentou maior crescimento da indústria de entretenimento em 2008. O incremento foi de 10,1%.

Os segmentos que puxam a expansão são publicidade online, gasto com acesso à rede e videogames. No caso do Brasil houve uma melhoria das estruturas de acesso à web, a exemplo do incremento da banda larga e um crescimento da penetração do serviço. O país tem hoje 41 milhões de internautas e é líder no ranking mundial de tempo médio de navegação.

O relatório também mostra quedas no consumo e no investimento publicitário até 2011, em certas áreas, com retorno de um crescimento em 2012 e 2013, e que as empresas de mídia estão lutando para atrair receita de audiências fragmentadas e móveis.

O crescimento dos segmentos digitais vai superar de longe o do restante do setor. Foram previstos declínios de receita ao longo do período para a publicidade em TV, livros didáticos e comerciais e o mercado de revistas, bem como para música gravada e jornais.

Buscadores online procuram por seu futuro na Web


Buscadores online

Usuário também pode filtrar seus resultados por tipo de conteúdo, como vídeos, reviews ou posts em fóruns.

Pode até ser uma coincidência, mas o fato é que, depois de muito tempo num relativo marasmo, o setor de buscas viu várias mudanças acontecerem. Tudo em menos de um mês. Durante o evento Searchology, o Google mostrou ferramentas que ampliam a capacidade do usuário de filtrar os resultados por tipo ou data de publicação do conteúdo, dentro da opções de pesquisa (Search Options). A ferramenta oferece novas maneiras de separar os resultados de busca por meio de gráficos dos termos que guardam alguma relação entre si.

O usuário também pode filtrar seus resultados por tipo de conteúdo, como vídeos, reviews ou posts em fóruns, ou ainda período da procura, como termos digitados durante as últimas 24 horas ou durante o último ano. Dentro da busca por vídeos, é possível selecionar obras pela duração. No mesmo evento, a companhia demonstrou o Google Squared, um projeto do Labs que tenta organizar as informações reproduzidas na busca, dando a elas um contexto. Essa é a primeira tentativado Google na chamada web semântica e tenta colocar ordem em informações que vêm de diferentes fontes online e que acabam sendo formatadas de maneira diferente.

Outra empresa do setor a apresentar mudanças foi o Yahoo!. A principal aposta é na forma como os seus resultados são expostos. A norte-americana detalhou seus planos de diminuir gradualmente a quantidade de links oferecidos após uma busca. Para ela, não adianta oferecer milhões de sites, se o usuário vai atrás dos que têm melhor qualidade. De acordo com a companhia, o objetivo de quem atua no segmento é de cada vez mais tentar adivinhar qual a intenção do internauta. “Está na hora de acabar com a enorme lista de links azuis. Nós queremos deixar de lado a recuperação de documentos como centro da busca e tentar saber o que quer realmente o usuário”, disse o chefe do Yahoo! Labs, Prabhakar Raghavan, ao site Cnet News.

O Yahoo! demonstrou alguns de seus projetos em estudo. Entre eles, uma busca que informa análises críticas, por exemplo, em procura porrestaurantes. Para a empresa, se a pessoa procura por um restaurante está claramente expressando uma intenção de ir a esse lugar, e o Yahoo! deve compreender essa intenção.

BING

Resultados semelhantes – A ferramenta sugere uma lista de resultados possíveis para uma busca semelhante. Se o usuário, por exemplo, quer encontrar informações sobre “diabetes”, aparece ao lado resultados como “sintomas para diabetes”, “alimentos para diabéticos”, entre outras referências.

Filtros – O refinamento é um dos pilares do Bing. Numa busca por foto, por exemplo, a ferramenta oferece a possibilidade de escolher o tamanho, formato, cor, estilo (ilustração ou foto) e até se a imagem deverá ter a presença de pessoas ou não.

Viagens – Na ferramenta viagem, é possível fazer pesquisas por hotéis, destinos, companhias aéreas e mapas. Ao fazer uma busca por “hotéis em NY”, por exemplo, ele gera opções de filtros, como preços, número de estrelas, raio de localização do centro da cidade, entre outros.

Preview – Ao gerar uma lista de links, o Bing possibilita oferecer uma espécie de preview do site antes que o usuário clique. Na busca por vídeos, basta passar o mouse por cima do resultado para começara ver o filmezinho rodanmdo sem ter que entrar no site para carregá-lo.

Compras – Ao fazer uma pesquisa por determinado produto, o site gera uma lista comparativa das lojas que o comercializam e ainda oferece um sistema de classificação, onde o internauta pode avaliar a sua satisfação entre os consumidores.

Google

Compartilhe comentários – Agora, o usuário pode fazer um comentário numa caixinha de diálogo que se abre ao lado da lista de links sobre um determinado site e compartilhá-lo com outras pessoas.

Defina prioridades – O internauta pode subir ou baixar a colocação de um site na página do resultado de uma pesquisa de acordo com a sua preferência. Também é possível compartilhar esse resultado “personalizado” com outras pessoas, já que o site gera um link da página depois das mudanças.

Adicione um resultado – Na parte inferior da página de resultado da pesquisa, pode-se adicionar uma página que você considera relevante para a pesquisa. Basta digitar a URL numa caixa e clicar em adicionar. Quando você fizer a mesma pesquisa no futuro, verá a página sugerida na parte superior.

Sebrae/SC lança versão 2.0 de sistema de inteligência


sis

Projeto atende micro e pequenos negócios de mel, móveis seriados de madeira, confecções e calçados femininos; dentre as novidades estão a Sala de Imprensa e uma Biblioteca.

O prêmio que consagrou o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae/SC como um dos melhores projetos de IC do País, em abril, motivou o aperfeiçoamento ainda maior do portal SIS (www.sebrae-sc.com.br/sis), ambiente online de disseminação de informações do projeto gratuito de inteligência competitiva que atende micro e pequenos empresários de Santa Catarina.

A premiação foi entregue em São Paulo pela Associação Nacional dos Analistas em Inteligência Competitiva (Abraic). Planejada especialmente para beneficiar os empresários participantes do projeto, a versão 2.0 do portal foi lançada no dia 15 de junho.

Navegar pelas páginas do projeto na internet ficou mais fácil e prático para os participantes. Especialistas em usabilidade na web providenciaram mudanças para deixar o portal mais atrativo, organizado e, ao mesmo tempo, mais simples para os usuários.

Além disso, o conteúdo do portal foi enriquecido com a criação de novos espaços para informações estratégicas, matérias-primas da inteligência competitiva. “O incremento do portal é uma resposta do Sebrae/SC aos empresários, pela seriedade que demonstraram desde o início do projeto. Eles apostaram numa tecnologia inovadora e criaram condições para que o SIS fosse reconhecido nacionalmente”, lembrou o gestor estadual do projeto, Douglas Luís Três.

Mudanças

Logo que acessar o portal, o usuário vai se deparar com o novo visual da página principal do SIS. No canto direito, os visitantes poderão se cadastrar para receber por e-mail o informativo do setor que escolherem e votar nas enquetes elaboradas pela equipe do portal. Na parte superior da página, foi acrescentado o link Sala de Imprensa, destinado a jornalistas.

Já nas páginas internas de cada um dos setores foco do projeto – Calçados Femininos, Confecções, Móveis Seriados de Madeira e Mel – a alteração mais significativa foi a criação de uma Biblioteca, onde serão guardados, dentre outros documentos estratégicos, artigos técnicos. Ao lado da Biblioteca foi inserida outra novidade: o link Cotações, que manterá dados relativos a câmbio de moedas, bolsas de valores e indicadores diversos. E ao lado direito da página, um quadro dinâmico vai mostrar a previsão do tempo para as cidades onde o projeto atua.

Níveis de Acesso

O portal tem agora três níveis de acesso, que variam de acordo com o tipo de cadastro do usuário. Os assinantes, empresários que fazem parte de um dos arranjos produtivos locais (APL) atendidos pelo SIS, têm acesso a todas as informações e podem solicitar relatórios específicos (os chamados ad hocs).

Os convidados, empresários de outros APL, mas que trabalham no mesmo ramo de um dos APL foco, têm acesso a alguns relatórios publicados no portal e a todas as demais informações. E, por último, os visitantes, internautas que não possuem nenhum tipo de cadastro no portal, têm acesso às notícias, à agenda e podem se cadastrar para receber o informativo.

“A versão 2.0 do portal SIS representa o compromisso da equipe do Sebrae/SC em levar informação cada vez mais qualificada e de fácil acesso a empresários que visam a vanguarda da competitividade”, concluiu o assessor de planejamento do Sebrae/SC, Marcondes da Silva Cândido.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae é um exemplo de caso de sucesso da Gestão do Conhecimento Empresarial.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria de Gestão da Informação e do Conhecimento Empresarial

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Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade


Partidos

Reforma eleitoral propõe uso de blogs, redes sociais e Twitter para campanhas online, mas restringe anúncios e prevê direito de resposta.

A proposta de reforma eleitoral, que entrará na pauta da Câmara dos Deputados na próxima semana, permitirá que candidatos usem blogs, contas em serviços de vídeo, grupos em redes sociais e perfis no Twitter para fazer campanha,  mas restringirá a compra de publicidade online.

A informação foi divulgada pelo coordenador do grupo de trabalho responsável pelas alterações do projeto, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) em entrevista ao IDG Now!.

O novo texto das leis 9.504/97 e 9.096/95 derruba a restrição imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que candidatos das Eleições 2008 poderiam atuar apenas sob uma página oficial, identificada pelo domínio “can.br“, que era cancelado após o pleito, inviabilizando a manutenção do conteúdo da campanha.

Ainda segundo a resolução 22.718/2008 do TSE, o site oficial do candidato teria de ser retirado do ar dois dias antes da eleição.

Segundo o deputado, o novo texto permite que candidatos divulguem informações sobre suas campanhas além do próprio site oficial, que não exigirá mais o sufixo “can.br” – campanhas poderão ser feitas em endereços de sites que contenham as terminação “.com.br” ou “.com”, por exemplo.

“Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo”, afirmou Dino. A liberação significa que candidatos poderão criar perfis no Twitter, promover encontros de correligionários em redes sociais como o Orkut ou Facebook, informar eleitores por mensagens de SMS e promover blogs próprios.

As doações online também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor. O valor foi alterado por Dino após o texto original da reforma eleitoral ser criticado por permitir doações máximas de mil reais por eleitor.

Entre as restrições de atuação, a nova lei eleitoral obriga candidatos a bloquearem o envio de mensagens para eleitores que expressarem o desejo de não recebê-las e proíbe o que Dino chamou de “propaganda paga” – a compra de publicidade, seja ela em forma de banners, links patrocinados ou posts pagos, como parte da campanha eleitoral.

A medida difere da legislação norte-americana, que permitiu, por exemplo, que o então candidato do Partido Democrata, Barack Obama, comprasse links patrocinados atrelados a buscas sobre o boato de ser mulçumano. A estratégia foi usada para oferecer links a conteúdos que esclareciam a religião e a história pessoal do candidato.

A reforma eleitoral também prevê direito de resposta em veículos que sejam considerados culpados pelo TSE dos crimes de calúnia, injúria ou difamação. A medida, afirma Dino, valerá tanto para sites grandes como para blogs.

A punição para o desrespeito a alguma das restrições prevê multas que variam entre 5 mil reais e 30 mil reais e, em casos mais graves, a impugnação da candidatura do postulante.

Dino afirmou que as alterações estarão presentes no texto final das 9.504/97 e 9.096/95, que serão apresentadas na próxima semana e entrarão na pauta da Câmara dos Deputados para votação.

Caso seja aprovado na Câmara, o texto vai para o Senado. Em outro caso de aprovação, a lei pode ser promulgada, editada ou negada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para que guie a campanha online nas eleições presidenciais de 2010, a lei tem de  ser aprovada até o começo de outubro, calcula o deputado.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais serão a grande arma da disputa eleitoral em 2010.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria para partidos políticos e para os candidatos das eleições. As assessorias de imprensa são capacitadas para potencializar os benefícios da rede nas campanhas partidárias.”

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Inovação: Google inicia oferta de serviço Voice, que centraliza linhas telefônicas


Google Voice ICOMUNI

Voice cria um número que toca em celulares ou telefones no trabalho e em casa. Serviço é oferecido três meses após lançamento.

Pouco mais de três meses após anunciar o serviço, o Google afirmou nesta quinta-feira (25/6) que começará a distribuir convites para o Google Voice.

Baseado na tecnologia da Grand Central, comprada em julho de 2007 por preço não esclarecido, o Google Voice permite que usuários utilizem apenas um número de telefone que tocará em celulares ou telefones no trabalho e em casa, além de contar com um serviço de recados online onde usuários podem buscar transcrições de gravações deixadas por amigos ou familiares.

Em março, ao anunciar o serviço, o Google deixou usuários interessados se cadastrarem para quando o serviço fosse aberto gradualmente. O buscador anunciou em seu blog oficial nesta quinta que vem enviando e-mails para os interessados com instruções sobre a inscrição.

O Google não revelou quantos usuários receberão os convites para o Voice.

O Grand Central foi fundado em 2005 propondo apenas um número telefônico para usuários – quando uma ligação era recebida, o aparelho mais cômodo para o usuário tocaria, fosse ele um número corporativo, doméstico ou um celular.

Além da centralização do número telefônico, usuários podem ouvir e buscar mensagens deixadas na caixa postal, além de procurar mensagens de SMS, que também ficam armazenadas online.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referência tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do século XXI.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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Brasil poderá ter 80 mil pequenas empresas inovadoras em dois anos


pesquisa GEM

Seminário em São Paulo, no dia 2 de julho, discutirá formas de incentivar a inovação nos pequenos negócios.

A última pesquisa GEM – Global Enterpreneurship Monitor, divulgada em março deste ano pelo Sebrae, mostra que apenas 0,6% das micro e pequenas empresas brasileiras são inovadoras. O Brasil está entre as últimas posições no ranking dos 43 países pesquisados no estudo. Um número desanimador quando o mundo inteiro está em crise econômica e aposta as suas fichas nas economias dos países emergentes.

O seminário ‘Desafios do Crescimento – Inovação nas Pequenas Empresas’, que será realizado no próximo dia 2 de julho, em São Paulo, deverá reunir representantes das principais entidades de ciência e tecnologia do País, do Sebrae, além de 400 empresários, para discutir o tema. O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, participará da abertura.

Promovido pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei), com patrocínio do Sebrae, o evento será realizado de 8h30 às 12h30 no HSBC Brasil (antigo Tom Brasil).

“Com incentivo, as micro e pequenas empresas inovadoras podem saltar das atuais 50 mil para 80 mil em dois anos”, diz o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, especialista no assunto. O diretor fará uma palestra mostrando o que o Sebrae tem feito para incentivar a inovação nos pequenos negócios. Uma das grandes novidades será a apresentação do projeto ALI –Agentes Locais de Inovação, que atuam como consultores porta a porta das pequenas empresas.

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Empresário encontra caminhos de apoio à inovação


INOVAÇÃO

Foco era o promissor mercado de alimentos: a farinha pode ser usada na fabricação de barras de cereais, pães e massas.

Como encontrar apoio para desenvolver e lançar produtos inovadores? Haroldo César, da Blazei Brasil, traçou um roteiro perfeito para criar novos produtos. A expertise ele adquiriu no período que trabalhou no projeto de cogumelos da Embrapa, instituição pública de pesquisa agropecuária.

Haroldo queria produzir farinhas e extratos a partir de cogumelos, fonte rica de proteínas e antioxidantes. O foco era o promissor mercado de alimentos: a farinha pode ser usada na fabricação de barras de cereais, pães e massas. “Lançar uma empresa e colocar um produto novo no mercado não é fácil. Por isso buscamos ajuda no sistema de incubação do UNICEUB, Centro Universitário de Brasília, que tem apoio do SEBRAE”, conta o pesquisador.

Para conquistar fontes de financiamento, Haroldo fez um plano de negócio. “É muito interessante você estruturar a tua ideia, colocá-la no papel e mostrar a viabilidade econômica.” O empreendedor apresentou, então, a proposta para a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) e para a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A ideia foi aceita e as entidades financiaram a pesquisa, que teve a aprovação da Agência Nacional de Vigilânica Sanitária (Anvisa).

Hoje, a Blazei Brasil se assemelha a um grande laboratório, com espaços de cultivo e secagem de cogumelos. “Chegamos a uma capacidade para uma tonelada e meia nesse momento.” A empresa fornece alimentos para outros negócios nacionais e internacionais. Também trabalha num projeto com a Embrapa, e assim devolve para a sociedade os recursos públicos que recebeu. “Estamos pensando em repassar a tecnologia que desenvolvemos para outros produtores”, conta Haroldo.

Fonte: Empresas e Negócios

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Projeto do BID apoia o desenvolvimento regional


bid

Banco Interamericano de Desenvolvimento concederá US$ 6,5 milhões para financiar inovação em PMEs. Objetivo é incentivar o fortalecimento dos APLs

O Brasil pode avançar na consolidação de agências de desenvolvimento territorial. Dois exemplos já estão em prática, operados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com financiamentos e consultorias para cadeias produtivas e Arranjos Produtivos Locais (APL).

No primeiro exemplo, o BID atua no Programa Desenvolvimento Territorial, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), e a participação de empresas, governos e instituições acadêmicas do Espírito Santo, Acre, Goiás e Pernambuco. São US$ 6,5 milhões para financiar assistência técnica, capacitação e adoção de iniciativas inovadoras nos setores de rochas, madeira, automotivo e no complexo industrial de Suape, em Pernambuco.

No segundo exemplo, o Banco firmou parceria com São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia e Paraná. Cada Estado receberá US$ 10 milhões para investir em secretarias de estado ou agências públicas por meio de convênios com Federações de Indústria e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O gerente de cooperação internacional da CNI, Renato Caporali, sugere o conceito de pactos de trabalho para explicar a evolução do programa de Desenvolvimento Territorial.

“Nós devemos ver o conceito de agência de desenvolvimento territorial como uma possibilidade, como uma necessidade longo prazo”, disse Caporali, “mas que, a curto prazo, enfrentará muitas dificuldades até avançar mais densamente. Talvez a agência de desenvolvimento territorial seja no Brasil um concerto entre as instituições, de pactos de trabalho.”

Gabriel Casaburi, especialista em setor privado do BID, entende que a articulação das lideranças setoriais contribui efetivamente para o desenvolvimento de APLs.

“Grande parte do sucesso desse tipo de programa , explicou Casaburi, “é a participação dos empresários desde o começo da ação. Quando o programa chega a um território é sempre importante que a Federação de Indústria já tenha feito algum trabalho. A percepção da apresentação do programa é sempre melhor porque é acompanhada de um trabalho feito antes pelas federações. Acho relevante porque isso, de fato, garante a participação dos empresários.”

O programa Desenvolvimento Territorial concentra-se nas pequenas e médias empresas. Manuel Pacheco, do BID, destaca a importância dos executores no processo. “Eles são a chave”, disse Pacheco. “Eles conseguem explicar, tanto para o setor privado quanto para o setor público, os benefícios desse tipo de programa.”

Em parceria com o Fundo Multilateral de Investimentos (FOMIN), vinculado ao BID, a Confederação Nacional da Indústria promoveu o Curso sobre Desenvolvimento Econômico Territorial. De 16 a 18 de junho, na sede da CNI, em Brasília, especialistas internacionais qualificaram executores que atuarão em cadeias ou arranjos produtivos locais.

Na opinião de Caporali, a qualificação de executores é um trabalho precursor, com visão de futuro. “Há o entendimento na CNI”, disse Caporali, “que a melhor contribuição do setor industrial para a geração de emprego no país é o desenvolvimento de sua competência. Por isso, entidades como Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) dedicam tanto esforço e recursos à capacitação, ao aprimoramento da mão de obra e à qualidade das relações de trabalho. Reconhecemo-nos perfeitamente nessas agendas.”

Um dos itens prioritários no mapa Estratégico da Indústria (2007-2015), elaborado pela CNI, é a expansão da base industrial com suporte às cadeias produtivas e aos arranjos produtivos locais.

Fonte: CNI

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União Europeia investe em PMEs da América Latina


Al-Invest UE logo

Presidente da Apex lança desafio ao AL-Invest: além de fortalecer parceria econômica entre empresas latinas e UE, programa deve estimular cooperação em inovação e tecnologia

Sete mil e 500 pequenas e médias empresas do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Venezuela participarão, no período 2009/2012, do Programa AL-Invest, iniciativa de cooperação econômica da União Europeia (UE) para a inserção internacional dessas empresas.

A quarta etapa do Programa foi lançada nesta quarta-feira (17/06), em São Paulo, pela Comissão Europeia, órgão executivo da UE. Em 15 anos de existência do AL-Invest, a União Europeia investiu 145 milhões de euros.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lidera um dos três consórcios regionais – conceito criado nessa nova fase – que coordenarão a execução do Programa na América Latina. O consórcio Internacionalização e Competitividade das PMEs do Mercosul, do Chile e da Venezuela, receberá subvenção de 15 milhões de euros da UE – com uma contrapartida de 3,7 milhões de euros – para executar projetos de participação em eventos internacionais, encontros de negócios, troca de experiências com instituições europeias em processos de internacionalização e capacitação gerencial e empresarial.

“A escolha da CNI representa o reconhecimento, de um lado, das instituições congêneres de Chile, Venezuela e demais países que integram o Mercosul em relação ao papel de liderança que a indústria brasileira exerce na região, e, de outro, da própria UE, que aprovou a iniciativa”, afirmou o diretor-executivo da Confederação, José Agusto Fernandes.

Fernandes destacou que o AL-Invest “certamente é um ativo importante para que pequenas e médias empresas enfrentem a crise e mantenham sua exposição no comércio internacional”. Segundo ele, o Programa “não é algo teórico, mas prático, que aproxima partes interessadas e incentiva a realização de negócios”.

Fernandes citou dois exemplos de projetos AL-Invest executados neste mês, que foram muito bem-sucedidos: na área de alimentos, o Encontro Setorial AL-Invest Fispal Food Service, em São Paulo, e, no setor de moda, o Projeto Comprador Fashion Business, no Rio de Janeiro. “Trouxemos compradores europeus para ambos e vários negócios foram fechados ou encaminhados”, afirmou o diretor-executivo da CNI, acrescentando que está sendo contabilizado o volume de recursos financeiros envolvido.

APEX anuncia adesão ao programa AL-Invest

O Governo brasileiro está fortemente empenhado em apoiar os negócios das empresas brasileiras no mercado europeu, não só em relação à venda de produtos, mas principalmente na procura por parceiros estratégicos, afirmou Alessandro Teixeira, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), ao anunciar a adesão do órgão ao Programa AL-Invest.

Teixeira informou que das cerca de 350 feiras que a Apex promove ao redor do mundo, ao menos 200 são realizadas em países que integram a UE. “Uma das preocupações do Governo é evitar que as ações internacionais se restrinjam a uma mera venda de mercadoria, que é apenas a primeira etapa de um longo processo”, declarou Teixeira.

Ele lembrou também que as pequenas e médias empresas são responsáveis por apenas 3% das exportações na América Latina. É um índice muito baixo, que contrasta com outros números da economia regional: as PMEs equivalem a 98% dos estabelecimentos produtivos; empregam mais de 75% da população latino-americana; respondem por um faturamento acima de 35% de todas as empresas e representam 40% do PIB da região.

Esse quadro, na opinião do presidente da Apex, impõe desafios à parceria de europeus e latino-americanos. “É preciso enfatizar a integração bilateral, não só em termos de comércio, como na qualificação do perfil dos investimentos. Isso significa que, mais do que fortalecer a parceria econômica, é fundamental a cooperação nas áreas de inovação e de tecnologia.O AL-Invest é um poderoso aliado das empresas nessa estratégia”.

AL-Invest

O programa AL-Invest começou com uma fase-piloto em 1994 e financiava basicamente rodadas de negócios. Nas fases seguintes, as áreas de atividades se estenderam a ações de apoio institucional aos operadores da rede até a formação e serviços de assistência técnica às pequenas e médias empresas. Desde o seu início, mais de 87 mil empresas de cerca de 25 setores comerciais participaram das atividades de AL-Invest. A União Européia injetou 144 milhões de euros em projetos, o que se traduziu em mais de 500 milhões de euros em negócios e investimentos intrarregionais.

Fonte: Agência CNI

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Especialistas apontam meios para incorporação de novas tecnologias


Abimed

Para representantes do setor de equipamentos hospitalares, inovação em saúde não deve levar em consideração apenas redução de custos, mas também a melhoria dos resultados

A introdução de novas tecnologias na área da saúde não pode ser tratada apenas pelo quesito custo. As discussões devem englobar outros valores. Trata-se de aumentar as possibilidades de salvar vidas. A inovação deve sempre ser avaliada pelos benefícios que traz para pacientes e profissionais envolvidos nos procedimentos médicos. Esses conceitos deram o tom do debate “Valor da Tecnologia Médica”, promovido pela Associação Brasileira dos Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico Hospitalares (Abimed), durante a Feira Hospitalar 2009, em São Paulo.

O evento reuniu nomes importantes do setor da saúde. Estiveram presentes representantes do Ministério da Saúde, dos Prestadores de Serviços Hospitalares, dos Profissionais da Saúde e Academia Médica. O encontro foi moderado pelo prof. Dr. Naercio Aquino de Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper/SP.

O diretor da Comissão para Incorporação de Tecnologias (Citec), Cláudio Maierovitch, representando o Ministério da Saúde, falou sobre o valor público da inovação e a dificuldade de se encontrar um método adequado para a incorporação de novas tecnologias. “Sabemos dos benefícios que a nova tecnologia pode trazer para a sociedade, porém são difíceis de equacionar os métodos para se atender às necessidades. É um desafio que envolve aspectos culturais, políticos e econômicos”, destacou.

Cláudio Maierovitch admitiu que o Ministério da Saúde possui apenas um processo de incorporação tecnológica, porém este é fragmentado. “Mas, queremos construir um método único de avaliação. Hoje, atuamos de forma reativa, avaliando as propostas recebidas. Queremos identificar quais são os problemas e ações prioritárias de cada área do Ministério e buscar as tecnologias para atendê-los, de forma única, reunindo todos os segmentos da saúde na tomada de decisões de incorporações de novas tecnologias”, explicou.

Para o diretor da Citec, o aumento de custos de saúde em ritmo mais rápido que o crescimento da economia é preocupante. O mesmo ocorre nos Estados Unidos, onde a proporção de aumento de gastos per capita com saúde cresce acima do PIB. Mas, “no Brasil, o que mais pressiona o sistema são os medicamentos: em cinco anos, triplicamos o gasto de R$ 2 bilhões para R$ 6 bilhões”, afirmou.

O representante da Academia Médica, Carlos Alberto Suslik, coordenador do MBA de saúde do Insper/SP e diretor do Instituto Central do Hospital das Clínicas, ressaltou que as ações na área da saúde, principalmente em novas tecnologias, têm que ser tomadas de forma técnica. “É necessário equacionar a qualidade, o custo e a efetividade das ações. Raramente as novas tecnologias de qualidade são adquiridas por um custo menor”, afirmou.

Claudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, representando os prestadores de serviços da área médica, alertou que a sociedade deveria se mobilizar para cobrar resultados na inserção tecnológica na saúde. “Vamos sofrer uma transição na visão médico-financeira para a medicina de resultado. O paciente deve cobrar para receber o melhor tratamento, considerando uma evidência clínica de resultado, com um custo menor e com segurança. A sociedade está cada vez mais consciente daquilo sobre o que está pagando, comparando, considerando também qualidade e investimento. O segmento da saúde precisa de uma gestão eficiente e de profissionais preparados para equacionar esse problema”, disse.

Representando os profissionais médicos, Antônio Bispo Santos Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Videocirurgia, definiu o papel do médico como principal responsável pela incorporação de novas tecnologias no país. “O médico tem um papel de maestro nesta cadeia. Ele rege as novas tecnologias em favor da sociedade. É necessário que o profissional médico esteja cada vez mais preparado para tomar decisões importantes e estar ciente de que tecnologia não é só equipamento e de que, independentemente do valor, a melhor tecnologia é aquela que tem um poder de resolução do problema, com menor risco ou efeito colateral e um custo acessível”, afirmou.

O evento mostrou os benefícios e as implicações trazidas à cadeia da saúde pelas inovações tecnológicas, quando suportadas e orientadas por políticas públicas. O presidente da Abimed, Aurimar José Pinto, também enfatizou a importância da parceria com as universidades na produção dessas políticas e a colaboração de seus representantes no debate. “A participação e a parceria com a Academia neste encontro é fundamental, pois acreditamos que as universidades podem e devem desempenhar um relevante papel nesse processo ao construir indicadores de desempenho e conseqüentemente desenvolver políticas públicas que garantam acesso justo à tecnologia disponível”, finalizou.

Fonte: Maxpress Net

Case de Inovação na SAÚDE

logomarca Web360GrausA empresa pernambucana WEB360Graus é case de inovação para o setor da saúde, no desenvolvimento de sistema de business inteligence que permite a redução de custos de internação home care, focados em auditoria médica.

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