Saiba quem são as 10 pessoas mais importantes da internet


internet

Veja quem são os responsáveis pelo que você lê, assiste, escuta, escreve, compra, vende, se relaciona e tudo o mais na web.

Não fossem as pessoas criadoras dos YouTubes, Orkuts e MySpacess do mundo, muito do potencial da rede se perderia em sites spam e outros detritos online.

Então, quem causou o maior impacto no mundo da internet? Levamos em conta centenas de bloggers, organizadores, idealizadores, empresários e inovadores para descobrir aqueles cujas contribuições lapidaram a forma como usamos e usaremos a web.

A partir dessas contribuições, fizemos uma lista com as 50 pessoas mais importantes. E se conseguir um pouco mais de visitas a seu site, talvez ano que vem você faça parte desta lista também.

Eric Schmidt  Larry Page  Sergey Brin Google1. Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin
Executivos, Google
Quando suas ações chegam ao preço de 500 dólares, você vale coletivamente 33 bilhões de dólares e ainda por cima é dono do mecanismo de busca mais usado na internet, bem, você pode fazer praticamente qualquer coisa. O pequeno projeto que Sergey Brin e Larry Pages elaboraram na faculdade se transformou na casa de máquinas mais comentada de mundo e um dos poucos nomes que se transformaram em verbos (pelo menos nos EUA). Eric Schmidt deixou a Novell para se integrar à mesa diretora do Google em 2001 e logo se tornou o CEO da empresa. Depois de conquistar o mundo dos anúncios online, a empresa foi atrás de um brinquedo novo: a aquisição do YouTube marcou um grande passo na direção da completa dominação da rede.

2. Steve Jobssteve-jobs-Apple
CEO, Apple

Provavelmente todos já estão cheios de ouvir falar do CEO da Apple, mas quando o apelo de um homem em prol dos direitos livres da música digital reverbera no mundo inteiro, fica difícil ignorar seu poder de influência. Jobs popularizou os downloads legais de música, filmes e programas de TV. E apesar do iPhone ainda não ser um produto de massa, ele se encaminha para finalmente popularizar a navegação na internet via aparelho móvel.

BitTorrent3. Bram Cohen

Co-fundador, BitTorrent

Sistemas usuário-usuário como o KaZaA e o eDonkey são coisas do passado. O futuro (até agora) pertence ao BitTorrent, idéia genial do mago da matemática e programador precoce Bram Cohen. O BitTorrente, desenvolvido em 2001, ganhou popularidade como meio de baixar arquivos grandes (como filmes) dividindo o trabalho entre o hardware e a banda larga. A adaptabilidade da tecnologia em lidar com grandes arquivos deixou Cohen com problemas com a Motion Picture Association of America, que ordenou que o BitTorrent retirasse conteúdo protegido de sua rede. Mas esse empecilho pouco atrapalhou: mais de um terço de todo tráfego na web provém de clientes BitTorrent. Desde então, o programa e os pesos pesados do entretenimento mundial juntaram forças. A recentemente lançada BitTorrent Entertainment Network apareceu com milhares de filmes aprovados pela indústria, além de programas de TV, jogos e músicas para venda.

4. Mike Morhaimemichael_morhaime
Presidente, Blizzard Entertainment

No universo dos games online, há o World of Warcraft e o resto. Com oito milhões de jogadores em todo o mundo, a Blizzard fatura cerca de 1,5 bilhão de dólares por ano com o jogo. E cada jogador agradece a Mike Morhaime pela chance (se ela vier) de obter a Lâmina da Justiça Eterna. Assim como o Second Life, um mundo (real) de negócios se constrói com base no game. Entretanto, diferentemente do Second Life, esses negócios (que exploram a economia e a jogabilidade do game) não são totalmente bem-vindos.

Jimmy-Wales-wikipedia5. Jimmy Wales

Fundador, Wikipedia

Muitos internautas fazem da enciclopédia virtual Wikipedia sua primeira e última parada para uma pesquisa; e seu conteúdo gerado pelos usuários se tornou tão confiável que a revista Nature a considerou “próxima à (enciclopédia) Britannica” em precisão. O site foi citado como fonte de informação em mais de 100 decisões dos tribunais americanos desde 2004. Mas a popularidade levou o site a ser alvo de spammers, tanto que a Wikipedia teve de bloquear o Qatar (o país mesmo) inteiro de fazer intervenções temporariamente. Para combater os spammers, Wales decidiu direcionar tags “não-rastreáveis” em links externos, informando aos mecanismos de busca para ignorar os links e assim evitar uma inflação artificial do mecanismo de busca enquanto o mesmo ordena os links procurados. Essa estratégia garante que a proeminência da Wikipedia continue a crescer nos resultados de busca. Mas talvez a Wikipedia seja somente o começo para Wales. Recentemente ele lançou seu próprio mecanismo de busca, o WikiSeek, que procura somente em sites mencionados na Wikipedia.

6. John DoerrJohn Doerr
Investidor, Kleiner, Perkins, Caulfield & Byers

Ex-vendedor da Intel, John Doerr têm sido o rei do capital de investimento do vale do silício há quase três décadas, com “passagens” pela Sun Microsystems, Amazon.com e o Google. Jeff Bezos  (personalidade número 24) descreveu Doerr como o “centro gravitacional da internet”. Ele também colocou seu dinheiro por trás de suas políticas, apoiando controversas iniciativas eleitorais na Califórnia envolvendo energia alternativa e pesquisa com células-tronco.

Craig Newmark7. Craig Newmark

Fundador, Craigslist

Seu site não tem anúncios, cobra absurdamente pouco dos poucos visitantes, possui um domínio “.org” e emprega 23 pessoas. Apesar da aparência pobre, o Craigslist teve 14,1 milhões de pageviews em dezembro de 2006 e foi o 52º site mais visto daquele mês, de acordo com a comScore Media Metrix. A Craigslist de Newmark se tornou um vício para muitos, que impulsivamente atualizam a lista ‘coisas gratuitas’ e anúncios pessoais enquanto matam o tempo no trabalho. E mais importante: a lista nocauteou, sozinha, o negócio de classificados offline. Somente na área da baía de San Francisco (EUA), um estudo descobriu que o site suga até 65 milhões de dólares anuais dos anúncios de “precisa-se” dos jornais locais.

8. Peter LevinsohnPeter Levinsohn
Presidente, Fox Interactive Media

A Fox Interactive Media, da News Corporation de Rupert Murdoch, é uma das entidades mais poderosas da rede, controlando 13 sites super acessados (desde o MySpace até o FoxNews.com). Um complemento às propriedades tradicionais da News Corp, essa divisão de internet ficou entre as dez propriedades mais visitadas no mundo em dezembro de 2006, de acordo com o comScore World Metrix. E provavelmente haverá mais, já que, de acordo com a TechCrunch (ver personalidade número 30), a Fox Interactive ainda tem 2 bilhões de dólares para torrar em aquisições.

Marissa Mayer9. Marissa Mayer

Vice-presidente para pesquisa de produtos e experiência de usuário, Google

A rainha dos produtos Google fiscaliza a lista de serviços e ferramentas cada vez mais diversificadas do gigante de busca, como o Google Maps, Google Desktop e o serviço e-commerce Google Base. A primeira dama do Google se juntou à companhia como primeira engenheira mulher, em 1999 (ela era a empregada #20, mais ou menos) e trabalhou no desenvolvimento da interface amigável e minimalista do Google. Mas não tente acusá-la de viciada no trabalho. De acordo com o site da empresa, é ela quem organiza as noites de cinema dos funcionários.

10. Chad Hurley e Steve ChenChad Hurley e Steve Chen

Fundadores, YouTube

Apesar da aquisição da empresa por parte do Google, os fundadores do YouTube –  Chad Huley (CEO) e Steve Chen (CTO) – parecem que irão agitar o mundo um pouco mais. Os reis dos vídeos na internet anunciam planos de pagar aos usuários pelos vídeos. Também fecharam diversas parcerias com grandes donos de conteúdo de mídia (MTV, NBC, Warner Music e outros). O sócio co-fundador Jawed Karim deixou a empresa para continuar um mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.

IT Mídia aposta em estrutura de TV Online com Take 5


Take5logo

Grupo de mídia inicia transmissão de conteúdo online em formato de vídeo


Para acompanhar a evolução de um novo perfil de consumo de conteúdo pela web, a IT Mídia, companhia de mídias de negócios, fechou contrato com a Take 5, especializada em comunicação corporativa, e passa a utilizar a plataforma da empresa para TV online em seus veículos de comunicação – www.itweb.com.br e www.resellerweb.com.br. O objetivo é, muito em breve, estender o projeto aos outros canais editoriais da empresa – Saúde Business Web e Financial Web.

Com atuação nos setores de TI, Saúde, Canais e Finanças, a IT Mídia já possui um acervo de vídeos digitais, produzidos anteriormente com o auxílio de sua própria equipe técnica de filmagem. A ferramenta da Take 5 veio para proporcionar maior independência e domínio do fluxo de informação ao repórter, pois permite que os vídeos, depois de editados, sejam postados nos sites em tempo real pelo próprio autor da reportagem.

A plataforma de postagem e exibição dos vídeos da Take 5 facilita o dia a dia da imprensa, uma vez que o próprio jornalista pode produzir o vídeo, editar, converter o arquivo e fazer o upload para os portais.

A Take 5, por meio de sua ferramenta web 2.0, ainda garante a mensuração detalhada da visualização dos filmes online. Além da implementação dessa estrutura tecnológica, a empresa disponibilizou também o coaching para montar, treinar e orientar a equipe de jornalistas e TI.

Por meio do sistema, a TV Online do Portal IT Web disponibiliza ao internauta conteúdo direcionado ao CIO e profissionais que atuam no setor de tecnologia, com entrevistas e reportagens que tratam de temas em evidência no universo da TI. Já os vídeos postados no Reseller Web tratam sobre assuntos ligados aos canais de distribuição de TI e Telecom.

A cobertura dos eventos promovidos pela IT Mídia também é feita através da plataforma, o que possibilita a abertura dos temas tratados nos encontros ao público e, consequentemente, maior alcance e audiência dos mesmos.

“Mais importante do que o primor técnico é a instantaneidade da notícia, uma vez que pode ser publicada de qualquer lugar com acesso web, a qualquer momento”, ressalta Alceu Costa Jr., Diretor de Novos Negócios da Take 5.

“Uma das necessidades identificadas pela IT Mídia para agilizar o processo de produção, foi a utilização de uma ferramenta que garantisse a inserção de vídeos pela própria equipe. A expectativa é que consigamos criar novos produtos de mídia, para facilitarmos os processos de administração de conteúdos e gerar maior interatividade no acesso às informações. O fato de termos relatórios online dos resultados de acessibilidade contribui para formação de novas estratégias em nosso campo editorial, trabalhando com foco em notícias alinhadas ao perfil de interesse do ‘telespectador online’, relata Alberto Leite, Diretor Executivo da IT Mídia.

iPhone fica vulnerável a ataques após desbloqueio por usuário


iphone cuidados

Jailbreak do celular para o uso de aplicativos não reconhecidos pela Apple remove cerca de 80% das proteções do iPhone.

Disposto a “destravar” seu iPhone? Pois sabia que um especialista em segurança afirma que o chamado jailbreak (processo que abre o celular para aplicativos não reconhecidos pela Apple) deixa o aparelho mais vulnerável a ataques, pois desabilita a maioria das proteções originais.

A afirmação é de Charlie Miller, conhecido por vasculhar produtos da Apple em busca de falhas de segurança.  Ele já ganhou por dois anos seguidos o concurso CanSecWest, no qual computadores são invadidos em poucos minutos.  “Se você se preocupa com a segurança do aparelho, não faça o jailbreak”, afirma ele.

Miller fez a declaração durante a conferência SyScan, que acontece em Cingapura. Segundo o especialista, o processo remove cerca de 80% dos recursos de proteção do aparelho, tornando-o muito mais vulnerável. Ele afirma que a versão do sistema operacional utilizada pelo iPhone (sem alterações) é mais segura que o Mac OS X utilizado nos desktops ou notebooks, por exemplo.

Isso se deve ao fato de que várias capacidades  presentes na versão para Mac do sistema não fazem parte do software para iPhone, como suporte a Java e Flash. Além disso, o celular da Apple também não suporta recursos contidos em arquivos em PDF (responsáveis por várias vulnerabilidades do Mac OS X). Com isso, os crackers têm poucas vulnerabilidades a explorar, segundo Miller.

Para completar, os iPhones com software original são limitados a rodar aplicativos que foram aprovados pela Apple, o que significa que um cracker não pode simplesmente instalar e executar seu software no celular. E o iPhone tem proteções de hardware para os dados armazenados em sua memória.

Há dois tipos de desbloqueio do iPhone: o que permite fazer o aparelho funcionar com qualquer operadora e o já explicado jailbreak.

Adotado por muitos usuários com maior conhecimento do aparelho, esse procedimento polêmico amplia o leque de opções de softwares e operadoras, mas também pode tornar o smartphone mais lento, além de fazer o celular travar com maior frequência.

USB 3.0 chega ao mercado


USB 3.0

Desenvolvido pela Intel, o padrão USB 3.0 promete a transferência de dados em altíssima velocidade entre periféricos externo e PCs.

Segundo informações publicadas no blog Tech-On!, os primeiros computadores equipados com portas USB 3.0 chegarão ao mercado internacional ainda neste ano, vindos dos grandes fabricantes sediados em Taiwan.

A NEC iniciou a produção dos primeiros chips controladores em maio, já está entregando as primeiras unidades ao fabricantes e espera atingir até setembro a capacidade de produção de 1 milhão de chips por mês. De acordo com o site, isto é evidência de que os primeiros PCs equipados com esses chips serão lançados antes do final deste ano, o que deve fornecer o impulso necessário para o início da produção de periféricos, como HDs externos, compatíveis com o novo padrão.

Desenvolvido pela Intel, o padrão USB 3.0 promete a transferência de dados em altíssima velocidade entre periféricos externo e PCs. Na teoria, a velocidade máxima de transferência é de 5 Gigabit (640 MB) por segundo, contra os 480 Megabit/s do atual USB 2.0. Controladores USB 3.0 também são compatíveis com os atuais periféricos USB 2.0 e 1.0 atuais.

Mas de acordo com o site TG Daily, a velocidade inicial dos periféricos e interfaces USB 3.0 será reduzida, assim como aconteceu com o USB 2.0 no início de sua comercialização. Os primeiros aparelhos não devem atingir taxas de transferência maiores que 150 MB por segundo (cerca de 1,2 Gbit/s), menos de um quarto da taxa máxima prometida ¿ mas ainda assim bastante impressionante.

Até o momento, apenas o sistema operacional Linux tem suporte à USB 3.0.

‘Computação em nuvem’ impulsiona negócios na área de TI


Computação em nuvem

O mercado de produtos e serviços ligados ao segmento deve atingir US$ 150 bilhões em 2013.

Em 1990, na palestra de abertura da Condex, a maior feira de computação e tecnologia do mundo, que ocorre todo ano em Las Vegas, nos Estados Unidos, o então executivo-chefe da Microsoft, Bill Gates, reforçou suas credenciais de visionário tecnológico ao declarar que a indústria dos computadores pessoais (PCs) iria produzir em poucos anos avanços que colocariam a informação nas pontas dos dedos das pessoas. Para chegar lá, disse Gates, o mundo precisava de três coisas: um computador pessoal mais “pessoal”, redes de comunicações mais potentes e fácil acesso a uma ampla gama de informações. Às vezes, os visionários acertam nas previsões, mas erram no timing.

Somente agora a grande visão de Gates finalmente está se tornando uma realidade para as empresas. Partes do que ele tinha em mente já estão disponíveis há anos, mas geralmente elas eram caras e difíceis de serem implementadas e usadas. Agora, o PC mais pessoal está aqui, na forma dos smartphones e dos minilaptops, e as redes de telefonia sem fio de banda larga tornam possível para as pessoas estarem conectadas quase o tempo todo e com qualquer lugar. Ao mesmo tempo, estamos vendo a ascensão da “cloud computing”, a enorme variedade de máquinas interconectadas que gerenciam dados e softwares que antes eram rodados nos PCs. Essa combinação das tecnologias móvel e de cloud computing está evoluindo para um dos avanços mais significativos do universo da computação em décadas. “A grande visão: estamos finalmente chegando lá”, diz Donagh Herlihy, diretor de tecnologia da Avon Products. “Hoje, não importa onde você está, você pode se conectar a todas as informações de que precisa.”

A Avon está embarcando em uma enorme e prolongada reorganização da maneira como administra seus quase seis milhões de representantes de vendas espalhados pelo mundo. No passado, os “líderes de vendas”, que ajudam a gerenciar as vendedoras, mas não são funcionários da companhia, examinavam o trabalho das vendedoras principalmente em reuniões presenciais e conversas telefônicas. Mas, este mês, a Avon começa a equipar 150 mil líderes de vendas com um sistema de cloud computing acessível via smartphones e PCs. A tecnologia vai mantê-los mais atualizados sobre o desempenho de cada vendedora e alertá-los quando as vendedoras não conseguiram nenhuma encomenda recente ou quando estão com pagamentos vencidos junto à companhia. A ideia é aumentar as vendas e a eficiência do sistema de distribuição da Avon.

A estratégia da Avon mostra como o relacionamento entre indivíduos e seus computadores está passando por uma mudança radical. Até agora, as pessoas vinham usando uma variedade de equipamentos de informática em suas vidas profissionais, incluindo computadores de mesa, laptops, aparelhos portáteis e smartphones. Cada equipamento era essencialmente uma ilha de possibilidades – aplicativos, comunicações e conteúdo. A cloud computing significa que a informação não está presa a máquinas individuais; ela está combinada em uma “nuvem” digital disponível ao toque de um dedo a partir de muitos equipamentos diferentes. “Estamos virando um mundo mais centrado nas pessoas e na informação”, diz Paul Maritz, executivo-chefe da fabricante de softwares VMware.

Para a indústria tecnológica mundial, que movimenta US$ 3,4 trilhões por ano, essa mudança oferece uma saída à monotonia econômica. Na verdade, ela poderá ser a maior oportunidade de crescimento desde o boom da internet. A consultoria Gartner prevê que o mercado de tecnologia mundial vai encolher 3,8% este ano, mas há quem tenha grandes expectativas em relação aos equipamentos portáteis, redes sem fio e cloud computing nos próximos anos. A Gartner prevê que o mercado de produtos e serviços ligados à cloud computing passará de US$ 46,4 bilhões no ano passado para US$ 150,1 bilhões em 2013.

Muitas empresas estão lutando para entender o que essa mudança vai significar para elas. Elas estão tentando encontrar seu caminho, descobrir a melhor maneira de tirar vantagem dela. “Nessa área, estamos um pouco atrasados, de modo que será um grande passo para nós”, afirma o doutor Leo Hartz, diretor-médico da Blue Cross Northeastern Pennsylvania, que recentemente começou a usar um sistema de cloud computing que permite aos seus 300 mil membros encontrar históricos médicos e obter informações a partir de seus telefones móveis. “É novidade, mas eu acho que veremos grandes mudanças.”

Muitas experiências que estão sendo realizadas oferecem lições para outras empresas. A Serena Software mudou quase que totalmente para a cloud computing, chegando a adotar o Facebook como principal fonte interna de comunicação. A Genentech disponibilizou especialistas em medicina para os vendedores de campo, com dois toques de botão. A Coca-Cola Enterprises está equipando 40 mil funcionários que trabalham em trânsito, incluindo os motoristas de seus caminhões, pessoas encarregadas de propaganda e vendedores, com aparelhos portáteis que proporcionam a eles uma comunicação melhor com o escritório quando estiverem em trânsito. Eles podem alertar seus chefes instantaneamente sobre mudanças na demanda ou problemas que encontram. Tais exemplos sugerem as possibilidades futuras do uso dessas tecnologias na reorganização das vendas, distribuição e outras partes do negócio.

Não será fácil para as empresas transformar em realidade as oportunidades prometidas. Ainda há muito trabalho a ser feito para que todas essas tecnologias funcionem sem “costuras” e de maneira confiável. As companhias de tecnologia estão mudando para a cloud computing muitos dos aplicativos de software que elas normalmente gerenciam, mas ainda falta muita coisa a ser mudada.

Enquanto isso, as companhias precisam ser cada vez mais tranquilizadas de que seus dados e comunicações estarão seguros e que os novos serviços estarão disponíveis sempre que elas quiserem. Em 14 de maio, uma interrupção no Google deixou muitos clientes incapazes de usar seus aplicativos on-line. E embora a indústria tecnológica esteja tornando mais fácil o agrupamento de informações de “nuvens” de serviços diferentes (perfis pessoais e calendários, por exemplo), muito da fusão real ainda precisa ser feita.

Os defeitos resultam em oportunidades para muitas companhias de tecnologia. Fabricantes de chips como a Qualcomm e a Intel estão criando produtos para equipamentos portáteis que juntam mais capacidade em um único pedaço de silício, ao mesmo tempo em que reduzem o consumo de energia, facilitam o acesso à informação na “nuvem” de todas as partes. Fabricantes de telefones móveis como a Nokia e a Research In Motion (RIM) estão se apressando para lançar produtos voltados para os usuários empresariais que tenham todas as facilidades de uso do iPhone, da Apple.

Os fabricantes de hardware Hewlett-Packard (HP) e IBM, entre outros, estão acondicionando tecnologias cloud em seus servidores. Gigantes dos softwares como a Microsoft e a SAP estão desenvolvendo serviços cloud. A Salesforce.com está fornecendo conexões móveis ao seu softwares cloud para gigantes como a Avon e a Genentech. E companhias iniciantes estão criando tecnologias que reorganizam nossos mundos digitais. A Xoopit do Vale do Silício, por exemplo, criou um mecanismo de busca especializado capaz de encontrar bits de informação dispersos por sistemas de e-mail, programas de gerenciamento de vendas, blogs e sites de notícias on-line. Um executivo pode usar essa tecnologia para juntar informações sobre reclamações de clientes de uma variedade de fontes.

Este é um daqueles momentos decisivos em que as pequenas empresas podem explodir no cenário, enquanto as gigantes “perdem o trem”. Um dos fatores que colocam algumas gigantes tecnológicas em desvantagem é que a mudança para uma abordagem mais personalizada à computação está sendo liderada por companhias nascidas e criadas no mundo do consumo. A Apple e o Google entendem muito bem que a simplicidade e a facilidade de uso são essenciais à adoção ampla de produtos e serviços. Essa lição não é assimilada naturalmente pela Microsoft e IBM.

Mas elas estão tentando. Para a IBM, a mudança começa com a companhia encorajando seus 400 mil funcionários a usarem ferramentas que ela criou com base nos sites de relacionamento voltados para o consumidor. Depois que ela testa internamente as novas capacidades de cloud computing aos moldes do consumidor, ela então as lança como serviços aos clientes. Em 1º de abril, a IBM anunciou o LotusLive Engage, um serviço cloud para corporações que combina rede de relacionamento e colaboração. A IBM agora está trabalhando para tornar possível aos usuários do Engage entrar no site de relacionamento social profissional LinkedIn diretamente das páginas do Engage, para encontrar pessoas de fora de suas companhias de cujas experiências eles precisam.

Um dos aspectos mais promissores da cloud computing é que ela permite a criação dos chamados assistentes pessoais virtuais. Esses programas sabem dos interesses e necessidades das pessoas e fazem coisas úteis para elas na internet, como sugerir um restaurante para uma reunião com clientes ou oferecer lembretes de onde elas já levaram clientes. Com GPS nos smartphones, os sistemas de cloud computing sabem onde estamos. E com softwares de inteligência artificial, os computadores podem aprender o que esperamos que aprendam e como antecipar nossas necessidades.

A Siri, uma companhia iniciante do Vale do Silício, lançou no mês passado um serviço que coloca inteligência artificial sofisticada de uma forma fácil de ser usada. As primeiras aplicações foram elaboradas para ajudar as pessoas a coordenar viagens e entretenimento, mas os fundadores antecipam o desenvolvimento de ferramentas poderosas especialmente para o setor corporativo. Um exemplo: um vendedor pede ao seu assistente virtual que o ajude a elaborar uma estratégia de venda para um determinado cliente. O assistente tira informações de uma variedade de fontes, que o vendedor pode usar para criar uma proposta. “O objetivo é simples e prático: ajudar na realização de tarefas que tornem a vida mais rápida, fácil e personalizada”, diz Adam Cheyer, vice-presidente de engenharia da Siri.

Simples? Sim. Mas foi preciso quase 20 anos e inovações tremendas para chegar aqui. Mas, finalmente, a indústria tecnológica começa a confirmar as visões de Bill Gates.

Empresas aderem ao Brazil-IT


brazil_it

Dez empresas de tecnologia, informática e comunicação do Oeste do Paraná, aderiram ao Projeto de Regionalização do Brazil-IT, que fomenta as exportações de software.

Brazil-IT

O Brazil-IT é um projeto de internacionalização competitiva de empresas brasileiras, produtoras de software e prestadoras de serviços e correlatos, promovido pela Softex com o apoio da Apex-Brasil. Tem como finalidade apoiar a exportação de produtos e serviços de software, por meio da abordagem do mercado externo por segmento de negócio e vertical de atuação.

Já o Projeto de Regionalização do Brazil-IT tem como objetivo principal despertar o interesse das empresas pelo mercado internacional de tecnologia e promover as soluções locais no mercado global.

Além dos empresários do APL TIC do Oeste do Paraná, o evento reuniu representantes do Sebrae/PR, Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Capacitação em exportação de software

Entre as ações do Projeto Bazil-IT, que visam a preparação das empresas para exportação, o CITS e o Sebrae/PR oferecerão, inicialmente na sede do Sebrae/PR, em Curitiba, cursos específicos que comçam ainda no mês de julho. Informações e inscrições: educação@cits.br ou pelo fone (41) 3025-9663.

Execução no Estado

A Apex e a Softex têm histórico de atuação conjunta. Configuram-se agora, novas oportunidades para alavancar substancialmente o setor de software em sua caminhada ao mercado internacional. A execução em âmbito estadual do Brazil-IT será desempenhada pelo Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS), agente coordenador do Projeto de Regionalização do Brazil-IT apoiado financeiramente pela União Européia por meio da Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Recife quer regularizar 39 mil empreendedores e empresas


Recife

Prefeitura do Recife vai notificar as pendências e fornecer um alvará de funcionamento provisório para as empresas irregulares, que em troca terão o prazo de um ano para resolver os problemas.

A Prefeitura do Recife pretende regularizar, de forma provisória por um ano, 39.654 empresas que hoje funcionam como ativas irregulares, ou seja, cumprem alguns requisitos de funcionamento, mas não dispõem de todas as licenças necessárias. Elas representam 40% do universo de firmas com sede no Recife, vão começar a receber em 30 dias a notificação de suas pendências e também um alvará de funcionamento provisório, figura jurídica nova criada através do Decreto 24.571/09. Em outras palavras, elas recebem o alvará de funcionamento, mas em troca terão o prazo de um ano para resolver as pendências. Segundo o secretário de Planejamento, Amir Schvartz, a novidade visa facilitar a vida do empreendedor recifense.

“Estamos fazendo a nossa parte em relação às simplificações de registro de empresas previstas pelo governo federal através da Redesim. Os Estados e municípios também têm de se adequar às mudanças no registro de empresas”, comentou Schvartz, referindo-se à Lei 11.598/07, que criou a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).

De acordo com o secretário, das 85.210 empresas inscritas no Recife, 60% (45.556) estão com todas as licenças em dia. “Seja em vigilância sanitária, lei urbanística, qualquer critério. Mas há 40% com problemas, por algum aspecto legal que ainda não cumpriram integralmente, inclusive em critérios estaduais.”

Ele explica que antes do decreto, só existiam dois tipos de alvará no Recife. “Um de localização, expedido pela Dircon, e outro de funcionamento, emitido pela Secretaria de Finanças. Todos com validade de um ano. Agora o modelo foi simplificado, com a figura do alvará provisório. Além disso, o definitivo passará a ter prazo de 36 meses, o que dará mais conforto ao empresário.” Com a mudança, Schvartz acredita que as empresas que antes eram consideradas ativas irregulares passarão a ter mais facilidades em relação à documentação para participar de licitações públicas e concessão de crédito. Além disso, a emissão do alvará ficará centralizada na Diretoria de Controle Urbano do Recife (Dircon).

Além dessas mudanças, foi criado o alvará especial, para empresas que funcionam em zonas especiais da cidade, como Zeis, Zeds, ZEA e Zephs. “Nesses locais alguns parâmetros não precisarão ser todos atendidos, como, por exemplo, a exigência de estacionamento para firmas que funcionam na própria residência do empresário”, afirma Schvartz.

Segundo ele, muitas empresas vão migrar para o alvará especial porque hoje não conseguem se adaptar por causa do rigor da lei. A prefeitura também criou o alvará de atividades potencialmente geradoras de incômodo, como supermercados, boates, casas de show. “Essas serão tratadas de forma diferente, pois será necessário realizar um estudo de viabilidade para depois receberem seus alvarás provisórios”, disse. Amir Schvartz ressalta que o empresário não precisa procurar a Prefeitura. “Vamos mandar cartas e mala direta através de e-mails para avisá-los de suas condições”, disse. Na prática o alvará é a permissão para que a empresa funcione no local de acordo com toda a legislação.

Sebrae vai liberar R$ 300 milhões para inovação


Sebrae logo pr

Recursos vão ser investidos anualmente pela instituição em ações que garantam a modernização e a redução de custos das microempresas.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vai investir R$ 300 milhões, por ano, em iniciativas que estimulem a inovação nas pequenas empresas. A ação inclui desde a implantação de um serviço de Agentes Locais de Inovação (ALI, que são consultores na área de inovação bancados pelo Sebrae para acompanhar as empresas), a sites, cartilhas, workshops e palestras mostrando o quanto a inovação é necessária na sobrevivência dos negócios. Esta semana, o Sebrae fez um evento, em São Paulo, no auditório do HSBC, para apresentar a nova estratégia aos empresários. “Toda empresa tem que inovar e isso está ligado à sobrevivência das empresas no longo prazo. Não existe mercado que não exija inovação”, disse um dos consultores de inovação da instituição, José Miguel Alvarez Chaddad.

No evento, uma das experiências de inovação de sucesso apresentadas foi a do empresário Edilson Tavares, da Lavanderia Mamute, localizada em Toritama, no Agreste do Estado. A empresa dele implantou uma estação de tratamento de água, que possibilitou a reutilização de 150 mil litros de água por dia, o que corresponde a metade de toda a água necessária para a empresa fazer a lavagem industrial de 120 mil peças de jeans por mês. “A estação de tratamento de água que implantamos custou R$ 38 mil, enquanto as soluções que vinham sendo apontadas antes custavam cerca de R$ 400 mil”, comentou Tavares, acrescentando que em três meses “tirou o investimento” e também reduziu em 80% os resíduos poluentes que ficavam na água utilizada no processo. A implantação da estação de tratamento reduziu os custos que a empresa tinha com a compra da água. Toritama faz parte do polo de confecções do Agreste, o segundo maior produtor de jeans do País, perdendo apenas para São Paulo.

Um dos objetivos da iniciativa do Sebrae é mostrar que a inovação não tem um custo elevado e que pode ser feita a partir de uma atitude do empresário, podendo resultar em novos produtos, serviços ou alterar a forma de gerenciar o negócio. “Em mais de 90% dos casos, inovar custa muito pouco, está ao alcance das pequenas empresas e quem inova fica mais tempo no mercado”, explicou o diretor técnico do Sebrae, Luiz Carlos Barboza. Apenas 0,6% das pequenas e microempresas são inovadores no Brasil, segundo a pesquisa Global Enterpreneurship Monitor, realizada no ano passado.

Para divulgar a necessidade de inovar, serão exibidos 20 programas na TV Futura e mensagens de três minutos a serem veiculadas em 500 emissoras de rádio em todo o País. Também ficará disponível o serviço brasileiro de respostas técnicas, que pode ser acessado pelo site do Sebrae (www.sebrae.com.br/inovacao ou www.facadiferente.com.br). Esse serviço conta com o apoio de órgãos como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pesquisadores das mais diversas áreas que vão apontar soluções para que a inovação seja implantada dentro das empresas.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
“O projeto ALI é um exemplo de iniciativa prática que vai agregar muito ao aumento da competitividade das empresas Pernambucanas.” Cita Flammarion.
Veja também
Mais informações sobre INOVAÇÃO:
  1. Projeto ALI – Agente Local de Inovação
  2. ALI – Agentes Locais de Inovação
  3. Sebrae vai liberar R$ 300 milhões para inovação
  4. Empresário encontra caminhos de apoio à inovação
  5. União Europeia investe em PMEs da América Latina
  6. Diretor-geral da PROTEC faz balanço da Lei de Inovação
  7. PPPs da saúde gerarão economia anual de R$ 160 milhões
  8. Propriedade industrial: Universidade inova mais
  9. Mais de 490 empresas gaúchas inscrevem-se no Inova RS
  10. Laboratório de nanotecnologia pesquisa plásticos biodegradáveis
  11. Tecpar investe R$ 14 milhões em reestruturação tecnológica
  12. Fundação Certi recebe R$ 6 mi para montar Centro de Referência
  13. Santa Catarina bate o martelo para a Inovação
  14. Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
  15. Inovação tecnológica terá linha de crédito com juro de 1% ao ano
  16. PROTEC lança livro que ensina a elaborar projetos de inovação
  17. Financiamento de R$ 200 mil a empresas inovadoras
  18. Sem inovação, Brasil corre risco de “apagão tecnológico”
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

TopoBlog_ Flammarion

Projeto ALI – Agente Local de Inovação


ALI – Agentes Locais de Inovação

Se você conhece recém-formados (até 3 anos) que desejem participar de um projeto inovador e desafiador, divulgue as informações abaixo:

O que é o Projeto ALI?

Trata-se de um novo modelo de atendimento que visa fomentar a inovação em produtos, processos e gestão em micro e pequenas empresas do estado de Pernambuco e uma oportunidade única para jovens formados até 3 anos, se capacitarem e diagnosticarem tais empresas nestes aspectos.

Este projeto do  SEBRAE-PE – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Pernambuco sob a responsabilidade do NECTAR – Núcleo de Empreendimentos em Ciência, Tecnologia e Artes,  tem duração de 26 meses (2 meses de treinamento),e trata-se de um novo modelo de atendimento e pesquisa científica relacionado à capacidade inovativa em produtos, processos e gestão de micro e pequenas empresas do estado de Pernambuco.

Serão 20 profissionais contratados pelo NECTAR , como bolsistas no programa , que irão acompanhar de perto 1000 empresas nos segmentos de construção civil, comércio varejista, eletro-metal-mecânica, confecções, tecnologia da informação e comunicação, gesso, turismo e gastronomia, plástico, móveis e panificação, distribuídas na Região Metropolitana do Recife e cidades da Mata Sul, Agreste Central, Setentrional, Meridional e Sertão do Araripe.

Os candidatos participarão de processo seletivo, conduzido pelo NECTAR, e os selecionados receberão bolsas de R$ 2.000,00 mensais, durante execução do projeto, além de notebook e celular para trabalhar durante os 24 meses do projeto.

Como se inscrever para a seleção?


Período de inscrição:

  • 21/06/09 à 10/07/09.

Em caso de dúvidas a respeito do projeto e/ou processo seletivo, entre em contato com o Néctar, pelos seguintes canais de comunicação:

  • E-mail: selecaoalipe@nectar.org.br
    Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
  • Telefone: (81) 3272-1205 / 3453-0808

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
“O projeto ALI é um exemplo de iniciativa prática que vai agregar muito ao aumento da competitividade das empresas Pernambucanas.” Cita Flammarion.
Veja também
Mais informações sobre INOVAÇÃO:
  1. Projeto ALI – Agente Local de Inovação
  2. ALI – Agentes Locais de Inovação
  3. Sebrae vai liberar R$ 300 milhões para inovação
  4. Empresário encontra caminhos de apoio à inovação
  5. União Europeia investe em PMEs da América Latina
  6. Diretor-geral da PROTEC faz balanço da Lei de Inovação
  7. PPPs da saúde gerarão economia anual de R$ 160 milhões
  8. Propriedade industrial: Universidade inova mais
  9. Mais de 490 empresas gaúchas inscrevem-se no Inova RS
  10. Laboratório de nanotecnologia pesquisa plásticos biodegradáveis
  11. Tecpar investe R$ 14 milhões em reestruturação tecnológica
  12. Fundação Certi recebe R$ 6 mi para montar Centro de Referência
  13. Santa Catarina bate o martelo para a Inovação
  14. Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
  15. Inovação tecnológica terá linha de crédito com juro de 1% ao ano
  16. PROTEC lança livro que ensina a elaborar projetos de inovação
  17. Financiamento de R$ 200 mil a empresas inovadoras
  18. Sem inovação, Brasil corre risco de “apagão tecnológico”
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

TopoBlog_ Flammarion