Tendências para o mercado de e-commerce em 2010

Quem apostava no fracasso da venda de mercadorias diversas pela internet, lá no seu comecinho, no final da década de 90, apostou errado. A força do comércio eletrônico cresce em progressão geométrica, e o mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais.

Mas o que explica esse sucesso? Vários fatores: praticidade, confiança do consumidor, possibilidade de aquisição de produtos não encontrados em determinadas regiões, comodidade, facilidade de pagamento… a credibilidade dos grandes primeiros shoppings virtuais deram à nossa geração uma forma atraente de fazer compras: de madrugada, sem sair de casa, sem pressão de vendedores e com calma para analisar as qualidades do produto a ser adquirido. Qualidades estas imprescindíveis em nossa movimentada sociedade moderna.

Os números não mentem: segundo dados da E-bit, o faturamento total em e-commerce no Brasil no primeiro semestre de 2009 foi de cerca de R$ 4,8 bilhões de reais (27% a mais que em 2008), e esta tendência nem parece querer diminuir, mesmo em tempos de recuperação de crise econômica. Neste panorama, as micro e pequenas empresas emergem rapidamente: segundo dados da Associação Comercial de São Paulo, em 2010 o comércio eletrônico destas empresas corresponderá a cerca de 30% do total, com faturamento de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Serão 150 milhões de internautas no Brasil ano que vem, graças aos programas de inclusão digital do governo. O melhor de tudo, 150 milhões de consumidores em potencial!

O momento é agora! Se você estava em dúvida sobre criar o seu negócio on line, tenha certeza de que a hora propícia é agora. E se você já possui uma loja na internet, atente-se às tendências da web 2.0. Uma tecnologia não pode ficar parada no tempo, ela precisa evoluir, assim como seus clientes evoluem e os métodos de abordagem também.

MPE deve representar 30% do e-commerce até 2010

“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.

A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.

O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.

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2 comentários sobre “Tendências para o mercado de e-commerce em 2010

  1. Luciana Neves disse:

    Estou iniciando uma pesquisa sobre o E-commerce e os novos mercardos para o profissional contábil, já vi muito sobre o e-commerce, mas não encontrei muita coisa sobre a regulamentação e a costituição da empresa, nem como fica a contabilidade. Poderia me orientar?

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