‘O poder da imaginação’

Artigo de consultor relativiza peso da tecnologia em processos de inovação

Quando patenteou o fonógrafo, em 1878, Thomas Edison acreditava que o aparelho seria utilizado para gravar as últimas palavras de doentes terminais, sem nunca imaginar sua aplicabilidade na indústria musical. Já o laboratório farmacêutico Pfizer buscava um vasodilatador que auxiliasse no tratamento de doenças coronarianas e descobriu o Viagra. Além disso, foi a dificuldade de dois estudantes americanos em encontrar material de referência para sua tese de doutorado na internet que originou o Google.

O que esses episódios têm em comum?

Para o consultor Clemente Nobrega, colunista da revista Época Negócios, eles são claros exemplos de como a tecnologia é uma condição necessária dentro do processo de inovação, mas nunca suficiente em si mesma.

“A tecnologia habilita a imaginação a alçar seus voos, mas é a capacidade de empregá-la em arranjos originais que é essencial para a inovação”, afirma.

O assunto é aprofundado no artigo O poder da imaginação, publicado por Nobrega na edição de setembro da revista. O texto completo pode ser acessado aqui.

Quem preferir, pode assistir à versão em vídeo aqui.

 

Fonte: Radar Inovação

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