A pequena empresa como fonte de desenvolvimento


Por Paulo Feldmann 

Apenas para incorporar o contingente de jovens que vai entrar no mercado de trabalho nos próximos cinco anos será necessário gerar 50 milhões de novos empregos. E isso acontecerá em um momento em que a grande maioria das empresas estará preocupada em reduzir custos e eliminar mão de obra. Uma forma inteligente para se resolver esse dilema é estimular a capacidade empreendedora do brasileiro dando-lhe condições de criar e manter o seu próprio negócio, evitando que ele vá tentar se colocar como empregado nas grandes ou médias empresas. Mas para isso muita coisa precisa mudar no mundo das pequenas e microempresas.

A começar pelo fato de que hoje nada menos que 75% dos novos empreendimentos brasileiros sucumbem em menos de cinco anos. Algo errado está acontecendo com o universo de 5,8 milhões de micro e pequenas empresas que são 99,1% do total de empresas registradas no Brasil. Pois, apesar delas gerarem 53 milhões de empregos, são responsáveis por menos de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Esse índice é um dos mais baixos do mundo. Na grande maioria dos países elas têm uma participação muito maior e, na Itália e na Espanha, por exemplo, respondem por mais da metade dos respectivos PIBs. 

Mesmo na América Latina a média é de 35%. Se olharmos para sua participação nas nossas exportações os números são ainda piores: Enquanto na Itália as micro e pequenas empresas respondem por 43% das mesmas, no Brasil elas são responsáveis por apenas 1,2%.

Onde está o problema? Uma pesquisa da FEA/USP, concluída recentemente, constatou que a principal razão é a baixa produtividade. Isso é consequência de vários aspectos que afetam não apenas as pequenas, mas também a totalidade das empresas. Bons exemplos de causas para essa baixa produtividade são a taxa de juros ou a alta carga tributária, mas essas são causas que afetam todos os tipos de empresas. No entanto, a pesquisa apontou que existem três fatores que são específicos e que afetam primordialmente a micro e a pequena.

O primeiro destes fatores é que os brasileiros, em sua maioria, optam por estabelecer atividades em negócios já testados e com baixo nível de inovação tecnológica. Em outros países, é comum, o empreendedor, quando abre seu negócio, tentar introduzir uma inovação tecnológica no mercado enquanto no Brasil isso é raro acontecer. A grande maioria do empreendedor brasileiro abre seu negócio não porque teve uma ideia inovadora, mas por que precisa sobreviver.

O segundo fator importante é de ordem cultural e está relacionado ao fato do pequeno empresário brasileiro enxergar no seu concorrente um inimigo que deva ser abatido, mas nunca um possível aliado para, por exemplo, em conjunto, realizarem exportações que seriam muito difíceis para quem atua sozinho. A união é a razão do sucesso da microempresa italiana, mas isso não existe no Brasil. Na Espanha, com frequência, as micros de um determinado setor se unem e criam um centro de pesquisas que as atenda e beneficie a todas. Finalmente, o terceiro fator é a falta de informação do pequeno empresário. A pesquisa constatou que a grande maioria desconhece desde a existência de linhas de financiamento especiais até os cursos de capacitação gratuitos.

Esses três fatores estão ligados ao fato de se ser pequeno. Como superar isso? Temos um bom modelo baseado em se ajudar quem é pequeno e que funciona muito bem em nossa agricultura que é o modelo da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Nossa agricultura é uma das mais eficientes do mundo, em boa parte graças a essa empresa que foi criada há 38 anos. O modelo ali adotado se baseia na própria Embrapa fazer a pesquisa necessária, desenvolver a tecnologia e disseminar esse conhecimento para os agricultores. Mas não é justamente isso que está faltando alguém fazer para as micro e pequenas empresas? Evidentemente não seria necessário criar uma nova estatal, basta identificar qual das inúmeras instituições que já atuam ligadas à micro e pequena empresa poderia melhor desempenhar esse papel.

Durante a campanha eleitoral a presidente Dilma Rousseff por diversas vezes externou a necessidade de se apoiar muito mais vigorosamente a micro e a pequena empresa brasileira. Ao assumir o governo tem reiterado que sua meta mais importante é extirpar a miséria em nosso país e há poucos dias reafirmou que vai criar o Ministério da Micro e da Pequena Empresa. Os dois temas estão totalmente interligados ou alguém ainda acredita que seria possível gerar empregos para todos os excluídos que queremos incorporar à nossa economia? A saída está em desenvolver o empreendedorismo. Isso significa eliminar a burocracia, facilitar o acesso á credito, reduzir taxas de juros mas principalmente educar e capacitar essa imensa massa de brasileiros desvalidos para que possam ter e administrar o seu próprio empreendimento.

Ajudar a pequena empresa brasileira a ser inovadora, facilitar a realização de consórcios entre elas e disseminar informações importantes que melhorem sua gestão são os fatores que vão criar as condições fundamentais para que elas tenham condições de superar sua crônica baixa produtividade. Só com um segmento de pequenas e micro empresas produtivo e competitivo poderemos atingir o almejado desenvolvimento sustentado.

Paulo Feldmann é professor da FEA USP, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Fecomércio e diretor da Câmara de Comércio Brasil Israel.

FONTE: Valor Econômico

Curso de e-commerce para pequenos empreendedores


Micro e pequenas empresas representam 54% das vendas realizadas pelo Mercado Livre em 2009

O Mercado Livre entrou no universo da capacitação. O site de vendas lançou o Circuito de Capacitação para E-Commerce, programa inédito de educação a distância para vendedores e empreendedores da web. A solução atende a novos usuários, que ainda estão conhecendo as oportunidades de ganhar dinheiro por meio do comércio eletrônico, e também os mais experientes, interessados em profissionalizar e incrementar seus negócios.

“Temos como missão democratizar o comércio eletrônico para que seja rápido e com uma política de preço agressiva. Criamos soluções para que o empreendedor anuncie, venda, compre e tenha segurança. Tudo isso muitas vezes de maneira gratuita”, afirma o diretor geral de operações da empresa no Brasil, Helisson Lemos.

São 19 cursos voltados para quem quer vender no site, com diversas técnicas de construção e gestão em e-commerce. Para participar do programa, o interessado deve preencher o cadastro no site http://www.mercadolivre.com.br/circuito e fazer sua matrícula no curso desejado. A taxa de inscrição pode ser paga pela plataforma de pagamentos online MercadoPago e varia de acordo com o nível desejado, iniciando com cursos gratuitos e chegando ao valor máximo de R$ 69,90 para os cursos avançados.

Os números do MercadoLivre impressionam. São 50 milhões de usuários cadastrados em 13 países, 9 milhões de compradores e 3 milhões de vendedores. O alvo principal da gigante de compras online nos últimos meses têm sido os empreendedores e as micro e pequenas empresas. O segmento representa 54% das vendas realizadas no site, em 2009.

Pesquisa realizada pela Nielsen a pedido do MercadoLivre revela que hoje existem na América Latina 52 mil famílias cuja renda depende exclusivamente das vendas no site de compra e venda. O levantamento mostra também que nos próximos seis meses 9 mil postos de trabalho deverão ser criados. A média de cada lojista no site é de 3,4 empregados.

A empresa recentemente lançou o Mercado Shops, uma plataforma gratuita de desenvolvimento de comércio eletrônico. “As lojas virtuais recebem publicidade do MercadoLivre. O nosso objetivo é gerar conhecimento”, diz Lemos. Para quem quer uma página sem publicidade, mais limpa e com suporte, pode optar por uma versão paga de R$ 99 por mês. Segundo Lemos, já foram desenvolvidas milhares de lojas online.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias – AL

Estudo revela que empresas também precisam de networking


Pesquisa da Universidade Municipal de São Caetano do Sul com o Polo de Noivas do ABC mostra que conexões devem ser melhoradas

São Paulo – O networking para quem está empregado é fundamental para a sobrevivência profissional. Não é diferente no meio empresarial, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas. No mundo globalizado, fazer parcerias e ser conhecido na cadeia produtiva do seu negócio pode fazer toda a diferença no faturamento do final do mês.

Um estudo denominado Social Network Analises, realizado pelos professores-doutores da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Milton Farina e Marco Antonio Pinheiro da Silveira, no Polo de Noivas no Grande ABC paulista, revela que os relacionamentos entre as empresas precisam ser melhorados. O polo nasceu com o apoio do escritório regional do Sebrae na região do ABC.

O estudo, segundo o professor Silveira, tem o objetivo de contribuir para identificar ações que visem à melhoria das relações do grupo, buscando ações conjuntas. “A interação e a integração são importantes para que eles atinjam seus objetivos”. Os primeiros resultados deste trabalho foram apresentados recentemente no campus da Universidade de São Caetano do Sul.

Um dos resultados, segundo o pesquisador, é que o nível de conexões entre as empresas participantes não é ruim, mas pode ser melhorado. “Os empresários sugeriram confraternizações esporádicas fora do polo para que possam se conhecer melhor e também o trabalho que realizam”, disse.

Tudo para a noiva

Em uma região onde são realizados aproximadamente 20 mil casamentos oficiais por ano e uma média de 55 casamentos por dia (IBGE/2007), o Polo de Noivas tem um papel fundamental na economia da região.

Começou em 2008 com 53 empresas. Hoje são 88 empresários de 20 diferentes segmento, abrangendo as sete cidades do ABC paulista. “A iniciativa é inovadora e tem trazido resultados aos participantes, como aumento de vendas e na carteira de clientes”, diz a gestora do projeto no Sebrae em São Paulo, Ana Claudia Banin.

Bons resultados já foram sentidos pelo empresário Edésio Mandelli, proprietário da Elegance Veículos Especiais e presidente grupo. “Depois da criação do polo aumentei em 20% o tíquete médio. As noivas perceberam que as empresas trabalham conjuntamente e garantem a credibilidade do negócio”, diz.

As empresas são reunidas em várias células, que vão desde eventos, flores, buffets até fotógrafos e dia da noiva. “Sem mexer na individualidade de cada empresa, conseguimos nos tornar parceiros. A concorrência existe. O segredo de produção, como o tempero das coxinhas, é de cada um”, brinca.

Em relação ao estudo, Mandelli diz que há muita coisa ainda a ser melhorada. “Nós sabemos que muitos negócios deixam de ser feito por falta de networking e comunicação entre as empresas. Vamos mudar isso com o estudo em mãos”.
Segundo o professor Silveira, cada empresa receberá uma planilha com todos os seus contatos de networking, e a diretoria, sugestões de ações para melhorar a comunicação.

Por Beth MatiasAgência Sebrae de Notícias

Programa do Sebrae ajuda empresas a adotarem modelos avançados de gestão


Sua empresa está consolidada no mercado e você pensa em evoluir seus negócios? Conheça o programa que apoia o processo de crescimento de pequenas empresas. O Programa Sebrae para Empresas Avançadas, Sebrae Mais, apresenta diversas soluções que ajudam empresas a adotarem modelos avançados de gestão empresarial, a ampliarem rede de contatos e a implantarem estratégias para estimular a inovação.

O Sebrae Mais foi criado para empresários, que têm mais de dois anos no mercado, mais de dez funcionários e que já conseguiram resolver problemas básicos de gestão e agora querem crescer, evoluir. Esse universo é composto por trezentas mil empresas, que precisam reinventar a fórmula do sucesso, inovando nos modelos de gestão, quebrando paradigmas e mudando o patamar de desenvolvimento. O crescimento é sempre uma meta a ser atingida e o Sebrae está à disposição para auxiliar nesse processo

O programa é divido em seis módulos: Estratégias Empresariais; Gestão da Inovação – Inovar para Competir; Planejando para Internacionalizar; Gestão Financeira – do Controle à Decisão; Encontros Empresariais; e Empretec.

No módulo de Estratégias Empresariais são abordados temas sobre como tornar as decisões estratégicas mais eficientes, a partir da avaliação dos ambientes interno e externo dos empreendimentos. Em Gestão da Inovação, os participantes recebem informações sobre tipos e estratégias de inovação, o que é fundamental para a competitividade.

“Depois que participei do Estratégias Empresariais, aprendi a avaliar melhor o meu empreendimento e a utilizar ferramentas como planilhas eletrônicas para o cálculo de honorários de profissionais e do custo do atendimento. Outro ganho foi que, com as mudanças organizacionais e comportamentais, passei a visualizar melhor as oportunidades de negócios”, afirma Aderson Luz, da Hidrofisio.

Ainda segundo o empresário os conhecimentos adquiridos e as técnicas implantadas na empresa permitiram um crescimento no faturamento. “Nosso faturamento aumentou em 30% em apenas quatro meses, com o mesmo número de profissionais e de equipamentos e os mesmos serviços. O que fizemos foi otimizar a produtividade”, acrescenta Luz.

A elaboração de um plano de internacionalização acontece durante o módulo Planejando para Internacionalizar, num passo-a-passo de como tornar uma empresa global e deixá-la preparada para o mercado internacional. O módulo de Gestão Financeira apresenta técnicas para controlar, analisar, planejar e simular informações financeiras dos negócios, para a eficiente tomada de decisões.

Para a empresária Juliana Davis, da Radical Tênis, participar do curso de Gestão Financeira permitiu a ela conhecer ferramentas para mensurar melhor os resultados e ver as coisas com mais objetividade. “Tudo isso teve reflexo direto no meu faturamento. As mudanças já são visíveis. Quebrei paradigmas e coloquei em prática dicas repassadas no curso”, destaca.

Juliana ressalta ainda que, durante o treinamento, enxergou a necessidade de mudar a política de crédito de sua empresa. “Vi que o percentual do cartão de crédito era muito alto e que não se adequava à realidade da minha empresa. Hoje só trabalho com cartões de débito, e isso já tem reflexo direto nos resultados”, completa a empresária.

Nos Encontros Empresariais, as pessoas responsáveis pelas decisões nas empresas reúnem-se e trocam experiências acerca de temas de interesse comum, fortalecendo uma rede de relacionamento e compartilhando erros e acertos.

 

O EMPRETEC

Outro módulo do programa é o Empretec, uma metodologia da Organização das Nações Unidas, ONU, aplicada há quase vinte anos no Brasil pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae. O Empretec se propõe a promover mudanças no comportamento dos empreendedores, para que desenvolvam habilidades de negociação e gestão, e tenham maior segurança na tomada de decisão, aumentando as chances de sucesso da empresa.

Segundo levantamento encomendado pelo Sebrae ao Instituto Ver, o Empretec ajuda a aumentar a renda pessoal e impulsiona a carreira profissional dos participantes, já que 79% dos entrevistados afirmaram isso. A pesquisa, realizada de julho a agosto de 2010, nas cinco regiões brasileiras, revela ainda que no Nordeste, 67% dos empreendedores que participaram do seminário, ganham mais desde então. Foram entrevistadas 1.347 pessoas em todo o país.

Ainda de acordo com a pesquisa, o rendimento médio das empresas aumentou de R$ 54 mil para mais de R$ 74,5 mil após a participação dos gestores no treinamento e o número de funcionários de nove para onze. Os entrevistados dizem que esse crescimento veio porque, após o treinamento, eles aprenderam a preparar melhor metas, planos e projetos; se reeducaram para se relacionar com os clientes, passaram a ter uma melhor visão do mercado e maior facilidade para identificar oportunidades, investiram na melhoria da qualidade de produtos e serviços, além de exercerem uma melhor gestão sobre resultados e recursos humanos.

Outro índice que mostra a eficácia desse treinamento é que a mortalidade das empresas brasileiras em que os gestores participaram do Empretec é bem menor. Na China, que juntamente com o Brasil faz parte do grupo de trinta e dois países onde a metodologia é aplicada, 80% das empresas que tiveram acesso ao seminário se tornaram exportadoras. Das 180 mil pessoas capacitadas no mundo através dessa metodologia, 154 mil são brasileiras.

Maiores informações sobre o Sebrae Mais, visite a página do Programa no Portal do Sebrae.

Plataform Contact Center estrutura sede no Porto Digital em Recife


A Plataform Contact Center, reconhecida nacionalmente como fornecedora de soluções de qualidade voltadas para CRM, contact centers e integração com telefonia CTI e marketing multicanal através de redes sociais, intensifica sua presença nacional com a reestruturação de sua sede no Porto Digital no Recife.

Com alto investimento na operação de expansão, tem expectativa de crescimento de 35% dos negócios até o final do ano. Com o escritório no Porto Digital em Recife, a empresa espera dobrar o volume de negócios na região e iniciar uma linha de produção local. O objetivo é fortalecer a base de negócios nos dois Estados, estabelecer novos canais e atender de forma plena os clientes dessas regiões, em suas soluções\de marketing multicanal, redes sociais, voip, pesquisa de mercado, cobrança extra judicial e fidelização de clientes.

A Plataform Contact Center tem como foco a inovação e atendimento de clientes nos novos meios de comunicação através das redes sociais, que tem sido uma grande oportunidade de  interação com o cliente em tempo real, especialmente para a nova gereção.

Segundo estudo da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group, de 2010, a grande maioria dos funcionários e consumidores prefere utilizar redes sociais para a comunicação. O estudo mostrou que a satisfação dos clientes com as atuais interações de negócios via mídia social era, em meados de 2010, de apenas 65%.

Em 2011, este cenário já vem se configurando de uma nova maneira. Cada vez mais empresas veem neste nas redes sociais uma oportunidade para atingir metas por meio da inovação. “As metas que traçamos este ano para a Plataform Contact Center são bem desafiadoras. Com o lançamento do Redes Sociais e a consolidação de nossos produtos de CRM e CTI no mercado, aliados ao crescimento e estruturação de toda a equipe, temos tido excelente desempenho, o que aponta para um resultado bastante animador e ampliação do marketshare no Nordeste para 2011”, afirma Flammarion Cysneiros, diretor de negócios da Plataform.

Plataform Contact Center

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Serviços contact center | call center | atendimento ao cliente

Redes Sociais | Social Media I Network | Fidelização

marketing multicanal | SMS | MMS | mail marketing | VoIP,
pesquisas de mercado e opinião | soluções em cobrança

telemarketing ativo e receptivo | webchat | CRM | tecnologia

Twitter: @plataform
Skype: plataform
Fone: 55 (81) 3052-1775
Brasil | Pernambuco | Recife | Porto Digital

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Porto Digital


O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas. Em uma região atrativa para inovação, instituições, empresas, universidades e governos fomentaram mudanças econômicas e sociais que estão gerando riqueza, emprego e renda.

O marco zero dessa nova economia é o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software, que está situado no Recife, capital de Pernambuco, no nordeste brasileiro.

Evento Social Media Week – São Paulo


Começou nesta segunda-feira (7) o Social Media Week (SMW), um dos maiores eventos de mídia social do mundo, que acontece em São Paulo até sexta-feira. O evento reúne profissionais e personalidades influentes da área para debater e pensar o futuro das mídias sociais através de palestras, workshops, bate-papos e apresentações de cases. Ainda são discutidos assuntos ligados ao universo das mídias sociais, bem como a proposta para uma reflexão mais profunda deste universo e, por outro lado, navegando também pelas áreas mais divertidas das mídias sociais.
A Social Media Week acontece simultaneamente em vários países, em cidades como Nova Iorque, Roma, Londres, Paris, Toronto, Hong Kong e Istambul.

A capital paulista abriu os debates com uma discussão sobre o poder dos indivíduos e coletivo nas redes sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos).

A primeira versão da programação já está no ar e conta com nomes internacionais como o Daniel Kafie da Vostu, o Santiago Ortiz da Bestiário.org e o Ethan Zuckermann (MIT/TED), além do pocket-show da turma do MemeFactory na NY University.

Confira a programação completa:

07/02 –  Segunda-feira

15h00 às 16h00 – Empowerd or Not?
Um debate sobre o poder dos indivíduos e do coletivo a partir da explosão das mídias sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos) com a moderação/participação de Helder Araújo (Busk/TEDxSP).

16h00 às 17h00 – O Social nas Mídias Sociais
As mídias sociais também podem ter um papel social? Um bate-papo com quem está à frente de iniciativas sem fins lucrativos. Com Paulo Farine (Inst. Elos), Maurício Curi (Educartis), Felipe Fonseca (MetaReciclagem), Jorge Carcavallo Picho (REUNAMOS.com), e a moderação/participação de Fernando Barreto (Webcitizen).

17h00 às 18h00 – A Trend-Topicalização da Internet
Quem é capaz de colocar algo nos Trending-Topics? Qual o valor disso, já que muitos resultados são manipulados? Essas e outras perguntas serão tema deste debate com Rogério Bonfim (Virtualnet), Pedro Ivo (Riot), Marco Gomes (boo-box) com a moderação/participação do Gustavo Jreige (Pólvora!)

18h30 às 19h00 – Bestiário.org/Barcelona – Conhecimento em um mundo 2.0
O que é o novo saber em tempos de mídias sociais? Com Santiago Ortiz da Bestiário.org, empresa/coletivo de Barcelona (também presente em Lisboa) especializada na geração e nas novas formas de se visualizar conhecimento, guiada por Bruno Tozzini (DM9DDB).

19h00 às 20h00 – As Mídias Sociais e o Brasileiro
Muito além de um e-mail gratuito, que iniciou esse processo, as mídias sociais estão abrindo um universo novo de conteúdo, conhecimento, informação e cidadania para os brasileiros. Qual o poder, o bem e os males dessa incrível transformação que vem acontecendo no país, é o que conversarão Tim Lucas (TWRAmericas), Claudia Tavares (SenadoFederal), Maurício Moreira (TV1.com), Fábio Ribeiro (Band Outernet), e convidados com a moderação da Rosana Hermann (QueridoLeitor/R7).

20h00 às 21h00 – Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais
Como alguns dos principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais, a sua gestão nas empresas e nas agências, o tratamento que as marcas devem ter (ou não) neste universo. ComBeto Aloureiro (Tecnisa), Hugo Rodrigues (Publicis), Ricardo Guimarães (Thymus), Edmar Bulla (PepsiCo) e Marcelo Trípoli (iThink), com a moderação de Jackson Fullen (Sixpix).

21h00 às 21h30 – SMW/SP Pocket Show Opening
Nada melhor do que celebrar o início oficial dos trabalhos da SMW/SP com um pocket-show da banda Nevilton, que recentemente se destacou em várias premiações, entre elas uma da MTV, onde foi escolhida para abrir o show do Green Day em SP. Após o pocket-show, Drinks&Snacks para todos os participantes.

08/02 – Terça-feira

15h00 às 15h30 – Mídias Sociais em Giro pelo Mundo
Juliana Constantino e Rosana Fortes (AgênciaClickIsobar) em um bate-papo/provocação, destacando o que elas tem visto de mais interessante e inovador em termos de ações, projetos e campanhas de mídias sociais pelo mundo.

15h30 às 16h00 – Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas
Sempre existem pessoas na frente do monitor e do visor do celular. As mídias sociais nada mais são do que o social, ou seja, pessoas se relacionando. Com a moderação do Diego Remus (Startupi/SMW/SP), e Renata Lemos (ThinkTank) e Mayra França (Follow Digital) como convidadas , eles navegarão pelo lado mais humano, se é que existe algum menos humano, das mídias sociais.

16h00 às 17h00 – Valores da Web – Já quebramos os Paradigmas de Mudança?
Transparência, share, colaboração, democracia, liberdade total, etc., etc… O mundo digital, em especial as mídias sociais, é repleto de novos valores, atitudes, comportamentos e práticas. O quanto de todas essas mudanças já começamos a absorver de fato. Com Ana Erthal (UERJ/ESPM), Pablo Handl (Hub), Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Jovem Nerd) com a participação/moderação do Rafael Sbarai (VEJA ON_LINE).

17h00 às 18h00 – JWT – Verdades, Mentiras & Mídias Sociais
Um olhar clínico, crítico e questionador sobre mídias sociais, a partir da pesquisa feita pela JWT Brasil, com exclusividade para o SMW/SP. Cris Dias, Ken Fujioka e Patrice Lamiral da JWT conduzirão o papo.

18h30 às 19h00 – Don’t feed the Trolls (or Do It)
Wagner Martins (Mr. Manson/Espalhe) irá conversar/moderar (se não o trollarem) um papo sobre um dos fenômenos mais típicos das mídias sociais em todo o mundo: a trollagem, o que é, qual o outro lado da história, causos, histórias e, claro, as melhores trolladas. Nada melhor do que um time de personagens que sabem do que falam – Nando Pax (NerdsKamikaze), IzzyNobre (HBdia) via Skype, Vinicius Kmax (hacker) – para responder se, afinal, devemos ou não (e porque) “feed the trolls”! =)

19h00 às 20h00 – Canal Direto: Empresa x Consumidores
Já imaginou um diretor de marketing frente a frente com 3 consumidores? Sem intermediários nem filtros, num bate-papo aberto sobre mídias sociais? É isso que João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, responsável por vários projetos interativos da marca, entre eles o case Fiat Mio, um dos maiores sucessos do marketing em mídias sociais em todo o mundo, encarará neste encontro. Sem intermediários, agências ou especialistas em mídias para se meter no papo. Pedro Porto (FischerFala) conduzirá a conversa.

20h00 às 21h00 – Um olho no globo, outro na twittada
Se o digital trouxe uma onda de globalização para empresas e pessoas, qual a visão de quem acompanha esse contexto globalmente? B. Bonin Bough, Diretor Global da Área Digital e de Mídias Sociais da Pepsico vai nos trazer seu olhar sobre o que está acontecendo mundo afora, e sobre as diversas experiências puxadas pelas marcas da Pepsico, num papo guiado por Carolina Terra (Agência Ideal). *Evento em inglês, com intérprete

21h00 às 22h00 – MemeFactory Show – What We Know So Far
Mike Rugnetta, Patrick Davison e Stephen Bruckert fazem parte da MemeFactory, um espetáculo criado pela What We Know So Far, que estuda os memes e faz apresentações em formato de pocket shows mundo afora, e que preparou uma apresentação especial para fazer no SMW/SP, com show exclusivo sobre memes, virais, mídias sociais e como eles interpretam esses fenômenos todos.*Evento em inglês

09/02 – Quarta-feira

15h00 às 16h00 – Isolamento Digital x Inclusão Social?
A discussão não é nova, mas as respostas continuam não satisfazendo e, com a chegada das mídias sociais, novamente vale a pena parar para pensar se, no final das contas, esse incrível universo de ferramentas sociais está criando mais exclusão, mais segregação ou se, por outro lado, elas têm tido um papel de inclusão social de verdade. Para conversar conosco teremos Tiago Dória (IG), Luciana Annunziata (Dobra Learning) com a participação/moderação de Luciano Palma (Consultor).

16h00 às 17h00 – Mídias Sociais e o Mundo Mobile – Real x Mito
Apps, smartphones, geo-localização, realidade aumentada, etc. “O mundo é mobile” disse Eric Schmitt do Google em 2010. O que é, para onde vai, quais as tendências, os cases, os sucessos e os fracassos das mídias sociais no universo móbile no Brasil e no mundo. Estarão conosco Marcelo Castelo (F.biz), Gustavo Ziller (Aorta), Breno Masi (Fingertips), Leo Xavier (PontoMobi), Fernanda Magalhães (Mobext) com a moderação/participação do Neto (Bullet).

17h00 às 18h00 – Mitos & Verdades das Métricas e do ROI em Mídias Sociais
Como analisar a performance de uma campanha em um universo tão novo como o das mídias sociais? Leads, impressões, seguidores, amigos, RT’s, etc… Afinal, como se mede relacionamento, que é o que acontece, em última análise, nas mídias sociais? Para nos ajudar nesses dilemas todos teremos o Edney Souza (BlogContent), Renato Shirakashi (Scup), Fábia Juliasz (Ibope) e Ricardo Almeida (I-Group), mediados por Thomaz Gomes (ResultsON/Sixpix).

18h30 às 19h00 – Entrevista ao vivo
Rafa Losso, da MTV, irá entrevistar ao vivo os jovens Lucas e Arthur do Vagazoids e o Cid do Não Salvo, exemplos de produtores de conteúdo mais influentes das mídias sociais brasileira.

19h00 às 20h00 – Social Games – Quem Está Jogando Esse Jogo?
O que nasceu como uma brincadeira se tornou uma febre mundial e, por consequência, está criando uma nova área de oportunidade e negócios para o mundo da comunicação. Qual o real potencial e impacto dos social games? Quais os DOs e os DON’Ts deste mercado? Como medir ROI? Como jogar esse jogo e ser vencedor? Para responder a essas e várias outras perguntas, convidamos Andrew de Andrade (Social Games Specialist), Heloísa Lima (Dentsu Latin America), Cauã Taborda (Info), com moderação/participação da Renata Honorato (Expert Games/VEJA).

20h00 às 21h00 – Games, Grana e Gente
Daniel Kafie, CEO da Vostu, maior desenvolvedora de social games do Brasil, empresa baseada nos EUA, cuja equipe de desenvolvimento fica integralmente na Argentina e que recentemente recebeu investimento de 30 milhões, será entrevistados por Michel Lent (PontoMobi) e Pyr Marcondes (PróXXIma).

21h00 às 22h00 – Social E-commerce – Comprando e se conectando
Uma conversa sobre os rumos do e-commerce, com seu crescimento contínuo, misturado ao poder das mídias sociais. O modo como nos relacionamos interfere no modo como consumimos? Onde entram nessa história os sites de comparação, os aplicativos mobile, e as lojas físicas? Pra falar sobre tudo isso, Rodrigo Borges (Buscapé), Andrea Dietrich (Grupo Pão de Açucar), Rodrigo Waissman (Frugar), com moderação de Lucas Couto (SMW/SP).

10/02 – Quinta-feira

15h00 às 16h00 – O Eu Digital
O quanto nós indivíduos somos impactados pelas mudanças culturais e psicológicas geradas pela disseminação das mídias sociais? O que significa ter uma vida on-line pública? O que é a webcelebridização de cada um de nós no universo digital? Gisele Beiguelman (Artista Digital/PUC) e Luiz Algarra (Papagallis) farão um dueto para tentar desvendar um pouco do que é esse novo “eu digital”.

16h00 às 17h00 – Humor.com – do que, por que, com quem rimos?
Rafinha Bastos (CQC), Antonio Tabet (Kibeloco), Mederijohn Corumbá (Galo Frito), e Xico Sá (escritor/colunista) juntos você nunca viu em lugar nenhum. E por que fizemos questão de juntamos todos? Para falar (e rir) um pouco do conteúdo humorístico e divertido que se produz na web e nas mídias sociais e que vem conquistando um legião enorme de seguidores e admiradores no Brasil e no mundo.

17h00 às 18h00 – Quantos, quem, onde, por que somos? Sonho x Realidade
Um bate-papo entre Renê de Paula (Locaweb) e Gil Giardelli (ESPM/Gaia), em torno da visão de cada um deles sobre as mídias sociais, as verdades, os exageros, os números over-dimensionados e a dura realidade de quem trabalha e pensa esse universo. Como mediador, Pedro Doria (Estadão). Quem sairá vitorioso? Você!

18h30 às 19h00 – Bia Granja Entrevista – Desvendando @s
@BiaGranja (+12k followers), uma das personalidades mais influentes das mídias sociais segundo o iG, terá o desafio de entrevistar/conversar alguns dos @s mais conhecidos do Brasil como @MussumAlive (+99k followers), @NairBello (+76k followers) e a @HebeCamargo (+34k followers) e entender o que essas “personalidades” pensam das mídias sociais, do poder de influência, dos fakes, etc. Se você está esperando descobrir quem está por trás destes @s famosos, terá uma surpresa.

19h00 às 20h00 – Voz e visão do presidente
Como as mídias sociais são observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial, e começou sua carreira em uma época completamente diferente da atual? Esse será apenas o começo da nossa conversa com Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander.

20h00 às 21h00 – O Futuro das Mídias Sociais
A revolução começou. O poder está nas mãos dos consumidores. Tudo mudou. Já não se faz mais comunicação como se fazia até poucos anos. Até aqui, consenso geral. O que não se sabe é para onde as coisas irão e, como tudo isso irá afetar a maneira como as empresas se comunicam com seus públicos… E para nos ajudar a ter dicas valiosas, reflexões interessantes e insights bacanas, chamamos grandes nomes da comunicação, especialistas e pensadores, que, juntos, nos levarão por uma viagem futurista mas com muito pé no chão. Abel Reis (AgenciaClickIsobar), Edney Souza (BlogContent), Martha Gabriel (ESPM), Gustavo Fortes (Espalhe), Ricardo Cavallini (WMcCann), Roberto Grosman (FBiz), com a participação/moderação do Eric Messa (FAAP).

21h00 às 22h00 – Marketing que – DE FATO – fala com o jovem
Em um mundo com tantas mudanças, tantas novidades e que se move na velocidade do click, como pensar em uma comunicação publicitária efetiva, eficiente, envolvente e que consiga criar engajamento de verdade neste público? Eduardo Fraga (Talk Inc.), Yentl Delanhesi (Cubocc) e Tatiana Schibuola (Capricho), com moderação/participação do Keid Sammour (Wunderman), debaterão o assunto, tão em pauta atualmente.

11/02 – Sexta-feira

15h00 às 16h00 – Geo-localização: charme ou realidade, gadget ou business?
O quanto a geo-localização somada às mídias sociais já se tornou um catalisador de resultados? Para entender, organizamos um bate-papo com Juliana Lima (Apontador), Patrick Estrabom (It’s Digital), João Carvalho (PontoMobi), com a participação/moderação do Gabriel Jacob (EBP/FischerFala), que irá discutir o quanto o “geo-marketing” já é um fato, um negócio de verdade, ou ainda apenas potencial, a modinha da vez, mas que ninguém consegue ainda explorar de verdade e bem.

16h00 às 17h00 – Conexões de ideias
Bruno Mastrocolla (Santander) e participantes do Conexões de Ideias ao longo do SMW conversam sobre cases, ideias e insights colaborativos.

17h00 às 18h00 – Mídias Sociais Como Negócio
Naturalmente a propaganda/comunicação tem sido um alavancador de grana das mídias sociais em todo o mundo e, claro, muito do dinheiro que circula pelas mídias sociais é de comunicação. Neste bate-papo, convidados algumas pessoas que vivem de mídias sociais ou cujos negócios são fortemente influenciados por elas, para nos provocarem a refletir como as mídias sociais são (e podem ser) negócios interessantes. Estarão conosco Alexandre Inagaki (Consultor), João Pedro Motta (@OficialJoao/Zuugy), Fabio Seixas (Camiseteria), Marcus Andrade (Guidu), Vivianne Rodrigues (Financial Times), e Rodrigo Junco (Lomadee) com a participação/moderação da Lalai (Remix).

18h30 às 19h00 – Local vs Global
O quanto a globalização, a alegada conectividade mundial e termos nos tornados uma verdadeira aldeia global são mais blábláblá do que realidade de fato? Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do MIT e que recentemente se apresentou no TED discutindo o assunto, onde usou o famoso case de trollagem Cala Boca Galvão, responderá nossas perguntas em vídeo e entrará no papo por Skype, para nos ajudar a entender melhor se as mídias sociais podem criar um mundo melhor, menor, mais próximo ou, se por outro lado, acabará por nos segregar ainda mais. Bob Wollheim (Sixpix), Raphael Vasconcelos (Agência ClickIsobar / TEDxAmazônia) e Caique Severo (IG) terão o desafio de coordenar o papo.(Sixpix) terá o desafio de coordenar o papo.

19h00 às 20h00 – #fail #epic – O Que Bombou e o Que foi #Fail em 2010
Tudo mundo diz que é com os erros que mais aprendemos. Mas, por outro lado, no Brasil, falar de erros é algo que se pratica pouco. Temos um certo preconceito e receio de ofender ou chatear. As mídias sociais acabaram com isso, tanto que o #fail é uma das hashtags mais populares por aqui. Assim sendo, convidamos o pessoal do Brainstorm9, para gravar um Braincast ao vivo, justamente falando do que foi #epic e, claro, dos #fails das mídias sociais no Brasil em 2010.

20h00 às 21h00 – Hall da Fama – entrevista ao vivo
Para encerrar nossa SMW/SP com chave de ouro, reservamos uma atividade que promete se divertida, picante e, claro, muito interessante: uma entrevista ao vivo imperdível do Luli Radfahrer (ECA) com 2 das mais famosas webcelebridades brasileiras: @twittess (Tessália Serighelii – uma das participantes do BBB) e @Mbottan (Miriam Bottan – capa da Pix e mais recentemente capa de ensaio sensual na Trip).

Da crise à oportunidade


Sérgio Lobo: transição do ramo automotivo para a promoção de evento

A história do Maranello é bem interessante”. A frase do empresário Sérgio Lobo cria expectativa no leitor e comprova a tese, segundo a qual todo empreendedor é especialista em transformar crise em oportunidade. Empresário do ramo automotivo há 20 anos, Sérgio teve que se virar nos 30 para não perder o negócio.
Em 2003, abriu o Maranello Auto Spar, empresa que ocupava boa posição no mercado. Dois anos depois, o gerente, o agente de publicidade e um cliente do Maranello se juntaram e abriram uma empresa no mesmo ramo. Pior que isso: abriram uma empresa maior, mais equipada e levaram boa parte dos funcionários. Para não ficar para trás, Sérgio buscou um diferencial.

“Disse: ‘vou montar uma sala de estar para os clientes'”. Esquematizou a ideia, chamou uma arquiteta amiga e juntos elaboraram o projeto. Começou a executar a obra e os amigos começaram a dar pitaco. “Rapaz, vai botar uma cerveijinha aqui, um refrigerante, não é?”. Sérgio pensou na proposta e procurousua amiga arquiteta. “Disse para ela: ‘eu preciso botar uma cerveja, um refrigerante’. Ela disse: ‘não boto não. Vou estragar meu projeto bacana. Vou botar frezzer aqui dentro? Boto não. E outra, quem vai servir essa cerveja? Vai ter um garçom, não vai?'”. Resumo da história, Sérgio convenceu a arquiteta, transferiu o setor administrativo para outra sala e os dois construiram um barzinho com direito a frezzer, a garçom e cerveja para receber os clientes. Problema resolvido. Pelo menos, era o que o empresário pensava.

“Quando montei o bar, os amigos começaram a dar pitaco novamente. ‘Mas você vai colocar um petisco, não é?’. Petisco não, para não sujar o bar. Mas uma castanha, um amendoin, quem sabe”. Para construir a cozinha, Sérgio transferiu o almoxarifado para outra sala. Toda vez que propunha uma intervenção no espaço, a arquiteta brigava. “Mas fazer o quê? A gente vai deixar de executar uma ideia, porque não a teve antes? Não”. Sérgio construiu a cozinha. Depois, vieram os amigos e deram mais um monte depitaco. “Porque você não coloca um almoço aqui? Veja bem, a gente almoça, deixa o carro aqui e você até pode abrir outro negócio”, disseram alguns colegas.

Sérgio nunca deixou de ouvir a clientela, mas não tinha espaço para as mesas. “Disse: só tem mais uma sala que é a minha”. E lá se foi a sala de Sérgio. “Incorporei a minha sala e abrimos um restaurante para 40 pessoas”, afirma. Sugeriram que procurasse o chef Artur Coelho, carioca que fez escola de gastronomia na Alemanha e pós-graduação na França, e estava em Natal há algum tempo. Artur conheceu o bistrô e elaborou um cardápio específico para o Maranello.

Transição

“As pessoas gostaram do bistrô e começaram a pedir para realizar aniversário, casamento aqui. Foi aí que entramos no ramo de eventos”, explica. Para realizar as festas, Sérgio movia portas e paredes de vidro. “Era um trabalho imenso”, relembra. Com o passar dos anos, a demanda aumentou ainda mais. “Aí eu disse: ‘não dá para continuar assim'”. E não deu. O Bistrô mudou de endereço em 2007. Hoje, ocupa um prédio a pouco mais de 100 metros do antigo.

Logo após a mudança, um cliente sugeriu entrar em sociedade. Sérgio cuidaria do bistrô e o colega, do auto spar. A sociedade durou pouco tempo e Sérgio acabou deixando o ramo automotivo. Mas não se arrepende. “Vi que era um ramo que tinha mais possibilidade de crescimento”. Para o empresário, a narrativa cronológica mostra que o sucesso do Maranello Bistrô foi casual. “As coisas foram acontecendo. Eu não disse ‘vou parar de fazer isso para fazer aquilo'”.

Atualmente, ele aluga o espaço para eventos fechados – desde churrasco a casamentos – e também realiza festas abertas ao público com apoio de Múcio Neto, sócio desde 2008. As festas voltadas para o público começaram em junho de 2008. “Na época, quase fico louco. Não tínhamos estrutura. Mas o negócio deu certo”. O projeto deu tão certo que a parceria permanece até hoje e as festas também. No final de 2008, a dupla começou a realizar festas fora do bistrô com capacidade para até 2,5 mil pessoas. “Acabouque deu muito certo e conseguimos fixar uma marca”.

Além do espaço, o Maranello, casa especializada em house (ritmo eletrônico) também organiza festas, disponibilizando som, iluminação, bufê, segurança, serviço de manobrista. “A gente pode cuidar de tudo, se o cliente quiser, tanto dentro daqui como fora”. Os preços dependem dos serviços requisitados e do número de convidados. Quem paga pelo bufê, por exemplo, não paga aluguel do espaço. O Maranello realiza de cinco a oito festas por mês – de 60 a 100 por ano. Um bom número para o que já foi uma sala de estar.

Fonte: Diário de Natal