XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação


O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação nacional e internacional. Desde sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante local para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, tanto de cunho puramente acadêmico e científico quanto social.

Nas últimas décadas, os impactos da Computação estão levando a uma contínua quebra de paradigmas sociais, econômicos, científicos, educacionais e culturais. A mobilidade, a disseminação e a ubiquidade da informação, assim como os mecanismos de cooperação proporcionados pela Computação, estão revolucionando a vida em sociedade de formas inesperadas e surpreendentes. A SBC definiu, em 2006, os Grandes Desafios Científicos da Computação para a próxima década, que exigirão esforços de pesquisa de longo prazo, por grandes equipes interdisciplinares, na solução de problemas de significativa relevância para o Brasil e para a humanidade.

Em 2011, o tema do XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será Computação para todos: No caminho da evolução social. Durante o período de 19 a 22 de julho, a cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, será palco de um fórum privilegiado para a ampla discussão e análise da revolução científica associada aos Grandes Desafios, à luz dos impactos que as suas soluções trarão para a sociedade em todas as suas dimensões. Nesse período, os debates e discussões sobre os avanços na área da Computação vão reunir cientistas, técnicos, profissionais, além de estudantes, com o objetivo de trocar informações e experiências entre as comunidades científicas de todo o país.

O CSBC 2011 está sendo organizado pelo Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e será realizado no Centro de Convenções de Natal, localizado nas proximidades dos principais hotéis e atrativos turísticos da cidade, contando com excelente acesso e infraestrutura para a realização de eventos de grande porte, como o CSBC.

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Investimento, economia e comportamento: segredos dos bilionários


Fonte: InfoMoney

O número de bilionários brasileiros aumentou no último ano. De acordo com o ranking publicado pela revista Forbes na última quarta-feira (09), enquanto em 2010 o País tinha 18 bilionários, em 2011 já são 30. A soma das fortunas desses 30 bilionários chega a cerca de R$ 217 bilhões. Entre eles Eike Batista é o melhor posicionado. Já os estreantes na lista são o controlador do banco BTG Pactual, André Esteves, além de acionistas dos bancos Itaú Unibanco (três integrantes da família Villela e quatro da família Moreira Salles) e do Bradesco (as duas filhas do fundador Amador Aguiar) e o empresário Edson Godoy, dono da Amil, e sua ex-mulher, Dulce. 

Mas quais cuidados esses bilionários tomam com suas finanças e que você também pode adotar para ter uma vida senão bilionária mais tranquila e equilibrada financeiramente? De acordo com o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil, economizar e investir são as atitudes mais importantes para este objetivo.

“A base de tudo é a economia. Todo mundo que economiza tem mais hoje do que tinha ontem e terá amanhã mais do que tem hoje. De nada adianta ganhar R$ 1 milhão e gastar R$ 1,5 milhão. Isso fará apenas que você seja um endividado de proporções milionárias. A economia é a base da riqueza”, garante.

Investimentos

O planejador conta ainda que, outra semelhança entre esses bilionários é que todos eles são grandes investidores.

“Ninguém fica rico por acaso. A grande maioria que ganha na loteria, por exemplo, em três anos volta à mesma situação que tinha antes do prêmio. Então é preciso investir e saber investir. Tem quem ache que comprar um carro é investimento, mas não é. Tem quem ache que fazer quatro faculdades, dois mestrados e um doutorado é investimento, mas se isso não lhe trouxer retorno financeiro, também não é saudável. Um estudo norteamericano mostra que, nos EUA, 100% dos milionários possuem investimentos em ações”.

Não esbanjar

Calil conta ainda que, esse mesmo estudo, chamado O Milionário Mora ao Lado, mostra que, nos EUA, 99% dos milionários têm perfis de pessoas comuns.

“É o cara que tem um carro pior que o seu, uma casa igual a sua, os filhos estudam em escolas públicas e ele conseguiu acumular milhões. Quem enriquece não esbanja. No Brasil a pessoa que se torna milionária acha que precisa ter uma Ferrari. Mas com R$ 1 milhão ela não tem renda para sustentar esse carro, ela tem patrimônio para comprá-la, mas não para sustentá-la”, explica.

O especialista diz ainda que, desse estudo, pode-se tirar uma grande lição: “O essencial é a diferença entre poder ter e se abster de ter. Se você pode ter e se abstiver de ter, em breve você terá duas vezes, mas as pessoas confundem muito ter um milhão com aparentar ter um milhão”.

Mente e comportamento

A psicóloga econômica Paula Schurt diz ainda que, mais do que cuidar do seu dinheiro, para acumular riqueza é preciso ter atitude e pensamento corretos. “A questão financeira é muito mais uma questão comportamental do que matemática, senão ninguém teria problema, já que conta todo mundo sabe fazer. Uma pessoa que pensa que nunca terá dinheiro suficiente para comprar um carro, por exemplo, provavelmente nunca chegará lá”, afirma.

A especialista completa afirmando que, por causa disso, é preciso ter um pensamento e um comportamento diariamente voltados para a abundância e prosperidade. “É comum colocarmos teto nas coisas. Olhamos um carro importado na rua e pensamos: nunca poderei ter. Dessa forma, provavelmente, nunca poderá mesmo, porque você já se impôs um limite. Agora, se o pensamento for: hoje não posso ter esse carro, mas um dia poderei, muda todo o sentido e você passa a trabalhar para conseguir aquilo. Se você não acreditar em seus objetivos, se acomoda em uma zona de conforto e não batalha por eles”.

Paula lembra também que, muitos dos bilionários que integram a lista da Forbes não nasceram com essa condição financeira: “Alguns, inclusive, vieram de situações de miséria, mas isso não impediu que eles acreditassem em si próprios e alcançassem o posto que ocupam hoje. E falta muito disso nos brasileiros. Para se ter uma ideia, nunca chegou no meu consultório alguém que dissesse firmemente que acreditava em si”, finaliza.

A Copa do Mundo em 2014 e os bons negócios


O maior evento do futebol vai movimentar vários setores da economia e gerar oportunidades para pequenas empresas. Os preparativos para o evento devem movimentar cerca de 30 bilhões de reais e gerar quatro milhões de empregos, segundo o SEBRAE.

O programa prevê a construção de estádios, hotéis, restaurantes e apoio logístico para receber milhares de turistas que torcem e vibram com o futebol. Um estudo encomendado pelo SEBRAE mostra os benefícios que o evento traz para a economia brasileira. Quase oito mil micros e pequenas empresas devem fechar algum negócio gerado pela Copa do Mundo. As possibilidades são mais fortes em nove setores: construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção, agronegócio, madeira e móveis, têxtil-confecção, comércio varejista e serviços.

Segundo o estudo, as pequenas empresas deverão ficar com 15% do dinheiro investido na Copa. E, segundo informações do novo presidente do SEBRAE, Luiz Barretto,  estão sendo mapeadas as possibilidades de cada setor. Além disso, o SEBRAE vai promover seminários empresariais em cada uma das 12 cidades-sede da Copa: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador. O objetivo é melhorar o nível de gestão das pequenas empresas.

Para isso o SEBRAE vai investir 48 milhões de reais. De acordo com Luiz Barretto, presidente do SEBRAE, o importante é inserir as pequenas empresas nesse contexto, com qualidade e competitividade. Só no ano da Copa, o país espera receber oito milhões de visitantes, sendo 600 mil apenas no mês do mundial. O número de brasileiros que deve viajar pelo país durante o evento esportivo deve chegar a três milhões.

Só o setor hoteleiro pretende investir dois bilhões e meio de reais na construção de noventa e dois estabelecimentos. Um programa vai qualificar mil e trezentos hotéis e pousadas para 2014. É neste ramo que o empresário Francisco Castro Júnior deseja entrar. Ele é dono de uma pequena construtora em Brasília. A empresa dele tem 18 anos de mercado e no momento constrói casas populares. O empresário deve aumentar em 50% o faturamento da empresa com a Copa do Mundo. E para resolver o problema das construtoras com a falta de mão-de-obra qualificada, o SEBRAE, o SENAI e as empresas do setor fizeram uma parceria para capacitar e reciclar os funcionários.

O SEBRAE também vai desenvolver ações para que os estrangeiros visitem várias cidades com atrações turísticas, durante a Copa de 2014.

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CEP: 71200-055 – Brasília – DF

drakarjr@ig.com.br

Reportagem:

Pequenas Empresas Grandes Negócios

  • Programa 966
  • TV Globo
  • No ar – Inédito – Domingo – Dia 06/03/2011 – 07h30

Reapresentações

Globo News

  • Domingo – 06/03/2011 – 09h05

Canal Futura

  • Segunda-feira – Dia 07/03/2011 – 07h30
  • Terça-feira – Dia 08/03/2011- 04h00

Doze projetos de desenvolvimento operacional


KST é o exemplo de doze projetos de design de funcionamento das PME em fase de desenvolvimento do projecto “Crescimento aprender -. Aprendendo a crescer” Os doze PME diferem na indústria, negócios, etc, e também nas soluções específicas que tenham implementado. Cada uma destas empresas aqui poderia contar sua própria história de sucesso. O que une as histórias que promovam a capacidade de expandir seus negócios de acordo com o conceito de gestão baseada em competências (COM) é:

  • Gestão por competências (COM): O diagnóstico inicial mostrou que dos 124 respondentes representava para as PME inovadoras, a gestão por competências da contribuição mais importante para o crescimento.
    Continue lendo: Os resultados do diagnóstico inicial
  • alavancas de crescimento: Reconhecimento e ponto de referência dos projectos de design operacional são identificados especificamente os desafios do crescimento ter sido. Cada projeto tem um conjunto de alavanca de crescimento específico.
    Continue lendo: O conceito de aconselhamento e da alavanca de crescimento
  • Projeto de Aprendizagem: desafios foram utilizados para desenvolver as habilidades dos empregados e da empresa de forma sistemática. Isto foi feito de acordo com os princípios e métodos de projeto de aprendizagem.
    Leia Mais: O projeto de aprendizagem de apoio à viabilidade de uma PME
  • Consultoria de Processos: As empresas foram acompanhados por consultores RKW que guiaram o processo de desenvolvimento, em conformidade com o princípio de “ajudar as pessoas a ajudarem a si mesmos”
    Leia Mais: Como tirar esse consultor externo para o processo

A fase de desenvolvimento foi concluído em finais de 2009. Nesta fase, o conceito de gestão por competências junto aos decisores das PME participantes, RKW consultores e especialistas da Universidade Tom desenvolvidos e adaptados às necessidades de crescimento das pequenas e médias empresas. Esta abordagem melhorou agora será sistematicamente testados em uma fase de implementação em 15 PME seleccionadas.

Para as empresas que não são acompanhadas de um projeto de design este incluir na presente fase de desenvolvimento, grupos regionais regionais serão realizados. Você está convidado a beneficiar das experiências de empresas que implementaram abordagens baseada em competências para a promoção do crescimento já.

Fonte: http://www.lernend-wachsen.de

 

Gestão do Conhecimento, precisamos dela?


A gestão do conhecimento é uma questão de cultura corporativa

“Impulso” entrevistou o Prof K. Norte

impulso: Como sempre utilizar o conhecimento do chefe da equipe, professor do Norte?

Norte: Há muito em desordem. Estudos mostram que apenas um em cada quatro empregados obter o feedback dos supervisores a respeito de que competências espera dele. Uma vez que é difícil transmitir o sucesso da empresa como um projeto fascinante, toda a equipe – e para motivar os funcionários a compartilhar conhecimentos.

Será que as empresas actualmente outras preocupações como a gestão do conhecimento?

Muitos líderes foco na sobrevivência, de fato, nas operações diárias, aquisição intensiva e redução de custos. Eles reconhecem, no entanto, que eles devem usar seus recursos de forma eficiente. Notadamente, isso se aplica aos recursos de conhecimento. são exemplos interessantes deste abundam, como mostrado, pelo menos não por nossa concorrência.

Quais as indústrias que estão em um sentido muito longe?

Os prestadores de serviços, como consultores ou engenheiros geralmente têm uma boa organização do conhecimento. Muitos, no entanto, difícil pensar sobre o projeto além de aprender com os projetos. Empresas de automóveis e fornecedores de concentrar seus esforços nos processos e melhoria contínua. Empresas I & D orientadas vai combinar seu conhecimento em centros de competência.

Como podemos facilmente identificar-se, quando uma empresa está, em termos de conhecimento?

Isto é o que eu considero a partir do resultado: Saiba o meu negócio de forma rápida e totalmente de clientes e concorrentes? A evolução tecnológica são sistematicamente monitorado? Geramos muitas idéias para novos produtos e melhorar os processos e implementá-las efi cientemente? Todos estes são indicadores para o uso profissional da informação e do conhecimento.

Que conselho você tem chefes que são inclinados para o assunto, mas evitam investimentos dispendiosos de TI?

gestão do conhecimento é sobretudo uma questão de cultura corporativa. A empresa organizou cerca de um ano, quatro cafés da manhã comum para cada 150 funcionários.Isso não custa muito, mas ele pode liberar um enorme potencial. Para discussões pessoal, eu recomendo as seguintes questões: O que você fez no ano passado para melhorar suas próprias habilidades? O que você fez para passar os conhecimentos aos colegas ou a âncora do sistema de informação? O que o senhor tem contribuído para o desenvolvimento de novos produtos e apresentou alguma sugestão?

O que podemos aprender com as pequenas empresas, o Grande?

Sistemática de desenvolvimento de recursos humanos.

E vice-versa?

Para este efeito, uma frase do lendário ex-chefe da General Electric, Jack Welch: “Queremos criar uma empresa com o corpo de uma grande empresa, mas a alma de uma empresa de pequeno porte – com curiosidade, vontade de partilhar e agir mais rápido.

download [458 KB], Wissensmanager_2005.pdf)

 

Construindo Empresas Inteligentes


O professor alemão, Klaus North, PhD da Universidad de Wiesbaden, na Alemanha, mostrou em palestra proferida no dia 12 de dezembro de 2007, na COPPE- UFRJ, a sua visão sobre Gestão do Conhecimento. Entitulada como “Construindo Empresas Inteligentes”, a apresentação abordou o tema Gestão do Conhecimento de maneira entusiasmada e instigante.

Segundo Klaus, a Gestão do Conhecimento significa interagir e entender o que uma empresa tem de conhecimento, ou seja, o que acumula de conhecimento. Para que se construa uma empresa inteligente, a cultura interna deve ser a de compartilhar e nesta ação está implícita a troca de conhecimento, promovendo o aprimoramento de todos da organização.

Para ele, é preciso que o colaborador tome para ele a responsabilidade de aprender, crescer e se desenvolver a partir da troca de conhecimento.

Do ponto de vista do mercado, a Gestão do Conhecimento deve ser se abrir para olhar como estão os competidores, respondendo a três perguntas:

I.   Que competências/capacidades esperam nossos clientes nos próximos três anos?
II.  O que temos que nos diferencia?
III. No que os concorrentes são melhores do que nós?

Com esta abordagem, o professor acredita que a Inteligência Competitiva tem que estar integrada à Gestão do Conhecimento para que os resultados sejam alcançados. Mas, para que isso ocorra, não é demais enfatizar que é fundamental que a cultura do compartilhamento e da troca de conhecimento seja sistematizada e estimulada.

A formação de comunidades de prática é um dos caminhos. E para que ela ocorra é preciso que a organização dê liberdade, retorno, divulgando resultados, e além disso, recomenda que esteja atrelada a promoção das pessoas. Essas ações são catalizadoras para a formação das comunidades de prática, segundo o professor.

Klaus finalizou com a afirmação “Uma empresa inteligente tem muita abertura para que as pessoas falem, discutam e proponham mudanças”

Para mais informações sobre o trabalho do professor acesse www.north-online.de

Fonte: Talent Work Services