Palestra sobre redes sociais e e-commerce oferecida pelo Sebrae em Pernambuco


Acontece amanhã, no Sebrae em Pernambuco (sede), dia 15/04, palestra-piloto gratuita sobre Mídias Sociais e E-commerce ministrada por Flammarion Cysneiros, diretor da INCUBATIC Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento/Sócio e diretor da Cysneiros e Consultores Associados e diretor da ICOMUNI Comunicação e Mídias Interativas.

O evento será de 08h às 12h com foco nas redes sociais e 13h às 17h com foco em e-commerce, no CEE do Sebrae.

Os interessados devem mandar e-mail para redessociais@pe.sebrae.com.br com nome, telefone, CPF e e-mail para contato.

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Outsourcing: afinal, o que é isso?


Por Augusto Gomes

Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de “outsourcing” costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como “terceirização”. Convém então, e antes de tudo – diferenciar uma coisa e outra.

Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do “core business” (a “vocação” da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.

O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o “core business”, muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.

Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um “boom” do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.

Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por “aventureiros do mundo do outsourcing”? Considerar os seguintes aspectos:

– Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso. Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente “fazem bem feito”), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.

– Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem “terceirização” de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.

– Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.

– Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.

Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.

E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:

– Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;
– Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?
– Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.

Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece!

Augusto Gomes é diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e TI

Seis verbos para os próximos vinte anos do mundo conectado


Muita gente se pergunta (e me pergunta) sobre tendências. Isso sim é uma grande coisa tendenciosa! Ok, não foi engraçado. Agora imagina quantas vezes o Kevin Kelly já fez ou respondeu a esta pergunta.

Quem? Ele co-fundou a revista Wired em 1993, escreveu os livros “New Rules for the New Economy” (Novas regras para a nova economia), “Out of control” (Fora de controle) e “What technology wants” (O que a tecnologia quer), edita o blog Cool Tools, falou em alguns TEDs (não TEDx) e participa de podcasts de “budismo geek” defendendo um uso inteligente (não efusivo) da tecnologia.

Esta semana, na Web 2.0 Expo, KK palestrou defendeu em sua palestra “Seis verbos para os próximos vinte anos”. E é claro que esses seis verbos indicam tendências. Concordo que estamos cansados de usar esses verbos, mas vale retomar o por quê de cada um:

  • screening – ver telas, zapear, filtrar: antigamente, havia a tela da TV e a do computador. Atualmente, e cada vez mais, as telas estão em cada lugar e KK acredita que todas as superfícies vão se tornar uma grande tela;
  • interacting – interagir: para as pessoas, interagir costuma ser com os dedos, mas o iPad está mudando isso. Em breve, poderemos usar gestos, voz, câmeras e outras tecnologias. Citou Minority Report;
  • sharing – compartilhar: estamos apenas no início da socialização das ideias, muito ainda vai evoluir, no caminho do auto-monitoramento de tudo o que fazemos com localização e tempo real;
  • flowing – fluir: KK acredita estarmos em uma nova metáfora para a web. Antes era o desktop nos computadores, depois páginas em sites, agora é cada vez mais transmissão e atualização, conectados à web;
  • accessing – acessar: no mundo para o qual nos direcionamos, vamos acessar mídia, não possui-la. Vimos isso com Netflix, mas logo também no mundo da música;
  • generating – gerar: “a internet é a maior máquina copiadora do mundo”, ele falou. Vai se dar mais importância a coisas que não podem ser copiadas tão facilmente (pagamento facilitado, por exemplo). O imediatismo pode ser a chave – entre pagar por algo agora ou esperar para quando for copiado. Personalização pode ser outra chave.

O que você acha sobre isso? Qual verbo sua startup proporciona que os outros pratiquem? Qual será sua visão quando você tiver sido um hippie, depois um entusiasta multiplicador, depois um pega-leve?

Fonte: Sturtupi

1,5 bilhão de dólares investidos em novas formas de negócios


A ANDE (Aspen Network of Development Entrepreneurs – Rede Aspen de Empreendedores de Desenvolvimento), lançou seu segundo relatório anual de impacto, destacando o crescimento do setor de Pequenas Empresas em Crescimento – ou PECs – (em inglês, SGBs, small and growing businesses) com o lançamento de 31 novos  fundos mirando para as PECs nos mercados emergentes, além do impacto no setor das 110 organizações-membro da rede.

Os 110 membros da ANDE têm um objetivo em comum: tornar as pessoas de baixa renda dos países em desenvolvimento mais prósperas. Eles operam em 150 países (consulte o site da Ande em ande.force.com para um mapa das regiões e setores em quais os membros estão focados).

Juntos, os membros da ANDE administram 63 fundos com foco nas PECs e, desde o nascimento da organização, investiram mais de 900 milhões de dólares em mais de  2.500 investimentos. Significa que são startups de web ou TI? Não necessariamente, mas há casos – e o entendimento popularizado de que as TICs favorecem acesso e emancipação.

Leia o excelente artigo no portal NextBillion (de onde citamos o texto acima).
Se quiser conhecer mais sobre o tema, confira ainda resumo do Relatório em português.

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Regras para a nova bolha de investimento em startups


Creio que nem toda catástrofe gere polêmica, nem toda polêmica gere catástrofe. Mas ainda não achei uma conjugação satisfatória em toda essa conversa de “nova bolha de investimentos” em startups.

Gostei dos fatos apresentados recentemente por Paul Carr e Sarah Lacy, na Techcrunch TV. Para eles, o aumento da valorização de algumas startups – o assunto que virou alvo de especulações pela mídia – não chega a ser perto do que aconteceu na virada do milênio. Clique na imagem e assista.

Afinal, bolha foi quando se jogou – e gastou – montes de dinheiro indiscriminadamente na Bolsa de Valores. Agora, as startups super valorizadas (Facebook, Zynga, Twitter, LinkedIn, GroupOn, etc) nem chegaram a fazer seus IPOs (oferta pública inicial, abertura de capital na bolsa). Além disso, essas startups apresentam faturamento crescente.

Em todo caso, achei um ponto de vista defensável. Aliás, é defensável porque é uma perspectiva, apresentada pelo ex-empreendedor, agora professor universitário, autor e mentor de “lean startups” Steve Blank.

Para Blank, há uma nova fase no mundo das startups. Ele mesmo chama de bolha, mas o fato é que ele apresenta um framework para uma abordagem interessante de novos negócios. Em post recente, Blank explica os sinais de que há uma bolha e esclarece alguns cenários. Abaixo, faço uma tradução livre e resumida.

Caminhos para a liquidez: uma breve história dos investimentos em startups

  • Anos Dourados (1970 – 1995): construa um negócio crescente com lucro consistente comprovado (no mínimo um ano) e abra na Bolsa quando chegar a hora;
  • Bolha Ponto.com (1995-2000): “qualquer coisa serve”, já que os mercados clamam por ideias, promessas vagas de crescimento futuro, e as IPOs acontecem independentemente de lucratividade ou história consistente;
  • Lean Startups/De volta ao básico (2000-2010): venture capital limitado, falta de confiança e de fundos: poucas aquisições, fusões e IPOs;
  • A nova bolha (2011 – 2014): E lá vamos nós outra vez…

Clique na imagem e assista.

Regras para a Nova Bolha: 2011-2014

  • Sinais: desde o ano passado, as avaliações para capital semente e crescimento estão inflando rapidamente; e contratar talentos no Vale do Silício está cada vez mais difícil desde a bolha de 2000; investidores estão perguntando abertamente onde isso vai parar.
  • Escala de tirar o fôlego: nunca antes na história do comércio houve forças de mercado tão grandes: startups já podem pensar em um Mercado Disponível Total de bilhões de usuários (smart phones, tablets, PDs, etc);
  • As novas saídas: em 1998 ou mesmo 2008, as regras para se criar uma empresa são diferentes. As saídas (retiradas de capital) nos próximos três anos vão incluir IPOs e aquisições. Diferente da bolha anterior, as startupsde agora tem faturamento real, mas mesmo assim esse movimento vai atrair startups com números menos estelares, a qualidade dos IPOs vai diminuir rapidamente e as startups vão estourar, explodir. Ao mesmo tempo, as oportunidades de aquisição vão aumentar, enquanto grandes companhias que não conseguirem manter  o ritmo da inovação nos mercados emergentes da Internet, vão fazer inovação aberta comprando startups. Finalmente, novas formas de liquidez estão emergindo, como “private-market stock exchanges for buying and selling illiquid assets” (tipo SecondMarketSharesPost, etc).
Ferramentas na nova bolha:

As startups de hoje tem as ferramentas necessárias para um curto ciclo de desenvolvimento e rápida adoção de consumidores – – Agile and Customer Development + Business Model Design.
Quatro passos para a Epifania (Four Steps to the Epiphany), Geração de Modelos de Negócios (Business Model Generation) e o movimento de Lean Startup tornaram-se o be-a-bá das startups. A recompensa: nesta bolha, uma startup pode ativamente se construir para ser adquirida. Veja como:
  • Ordem da batalha: cada mercado tem um número finito de aquisidores, proponentes, negociantes. Cada um procura preencher buracos específicos em seus produtos ou mercados. Então, não é um problema incalculável determinar com quem você vai falar.
  • Larga adoção: as startups a vencerem a bolha serão as que conquistarem larga adoção (seja com freemium, crescimento viral, custos baixos, etc) e distribuição massiva (marketplace do Facebook, Android, Apple, etc). Elas vão focar primeiro em bases de usuários massivas, e deixar o faturamento seguir depois.
  • Visibilidade: durante a era das lean startups, o conselho foi claro – foque em construir a empresa e evite o hype. Agora o conselho mudou. Como toda bolha, esta é uma dança das cadeiras. Enquanto você ainda precisa de foco em clientes para seu produto, precisa também estar em todo lugar e parecer maior do que na vida real. Apareça e fale em conferências, esteja em vários blogs, use redes sociais e construa uma marca. Na nova bolha, Relaçõs Públicas pode ser seu novo melhor amigo, então invista nisso.

O que aprendemos: diferente da última bolha, esta não é sobre conceitos e visões; você precisa entregar, e isso requer construir uma empresa.

FONTE: Startupi

Desafio Brasil



Empreendedores de todo o País já podem inscrever seus projetos de inovação tecnológica para concorrer a mais de R$100 mil em prêmios, mentoring e participação nas etapas internacionais do Desafio.

Oferecida pela Intel Brasil, dentro dos seus programas de fomento ao empreendedorismo, coordenada pelo GVcepe (centro de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas) com o apoio da Microsoft, Derraik Advogados e Helice Consulting, a sexta edição da competição oferecerá mais de R$100 mil em prêmios e vinte horas em mentoring com profissionais da indústria local e do Vale do Silício, assessoria jurídica e consultoria em plano de negócios.

Além da premiação nacional, os primeiros colocados do Desafio Brasil terão a oportunidade de representar o País na etapa América Latina do Desafio Intel. Caso o projeto seja um dos vencedores latinoamericanos, a equipe será classificada para concorrer com todas as despesas pagas ao Intel® Global Challenge 2011 at UC Berkeley – competição mundial da Intel entre startups, que acontece em novembro, na Califórnia, EUA, concorrendo a prêmios em dinheiro, exposição em mídias internacionais e acesso a fundos internacionais de venture capital.
Os interessados devem ler o regulamento disposto no site www.desafiobr.com.br e submeter seus projetos até 20 de maio. Estão aptos a participar, empreendedores e startups que não tenham recebido mais de US$500 mil em subsídios governamentais e não disponham de mais de US$300 mil em recursos aportados por investidores.

Siga no twitter.com/desafiobrasil ou #desafiobr

Para a competição de 2011, o número de estados brasileiros que sediarão as etapas regionais foi expandido para dez – Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Com o apoio dos Centros de Inovação da Microsoft nestas localidades, a expectativa dos organizadores é receber mais de 200 projetos na primeira fase. Todas as empresas que se inscreverem contarão ainda com acesso a software e suporte técnico e de negócios do Microsoft BizSpark, programa mundial de apoio ao empreendedorismo para empresas de base tecnológica.

“O Desafio Brasil é uma competição que oferece a empreendedores, pequenos empresários e estudantes da área de tecnologia a oportunidade de desenvolverem o empreendedorismo estratégico necessário para transformar um projeto de inovação tecnológica em um negócio viável ao mercado. A participação da equipe em todas as fases de mentoring visa prepará-los para a apresentação adequada para um possível investidor e por isso, a participação no Desafio Brasil não se trata apenas de competição, mas de preparação do talento e potencial destes participantes”, explica Rubem Saldanha, gerente de Educação da Intel Brasil.

A etapa nacional da competição é dividida em três fases, nas quais os inscritos apresentam e defendem seus projetos para investidores da indústria de venture capital, professores e empreendedores de sucesso. Os projetos são avaliados de acordo com uma série de fatores, tais como viabilidade do negócio, modelo de receitas, escalabilidade, grau de inovação e aplicação de tecnologia, atratividade para investimentos e, fundamentalmente, viabilidade em tornar-se um negócio global.

“Além do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam nesta experiência é a interação com o mercado de venture capital, a interação com outros empreendedores e a oportunidade de ter acesso às principais empresas da área de tecnologia do Vale do Silício”, afirma Márcio de Oliveira Santos Filho, coordenador do Desafio Brasil 2011.

“A Microsoft apoia a indústria nacional de software e a produção de inovação tecnológica de ponta por meio de programas de apoio a startups, além de realizar investimentos em pesquisa e fomentar a criação nacional de projetos. O Desafio Brasil reforça essa estratégia da companhia ao reconhecer o empreendedorismo brasileiro e contribuir para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas no País”, explica Silvia Valadares, gerente de Desenvolvimento da Economia Local de Software.

“Os pontos mais relevantes da competição são promover o empreendedorismo, colocar empreendedores inovadores do Brasil em contato com experts da área de investimento de empresas do Vale do Silício e também de outros empreendedores de outros países da América Latina” explica Nuno Simões, diretor de Assuntos Corporativos para a América Latina da Intel. “Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar diretamente com a experiência de apresentarem projetos para representantes de fundos de private equity e venture capital. Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro”.

Finalistas do Desafio Brasil 2010

Durante a última edição, 162 projetos de todo o País se inscreveram para participar da competição que cresce a cada ano. Entre os projetos participantes, foi possível verificar a presença de iniciativas em desenvolvimento de softwares inteligentes que visam à otimização de processos e o aproveitamento de ferramentas da internet como as mídias sociais para o uso mercadológico. A tecnologia 3D e estações WiMax, Wi-Fi Mesh e LTE também estavam inseridas nos projetos das empresas concorrentes, da mesma forma que foram apresentados alguns projetos de biotecnologia como sistemas automatizados que extinguem os vetores da dengue e podem ser utilizados para a disseminação de inseticidas agrícolas. Confira os projetos finalistas:

1º lugar: Motofog (RJ): O motofog é uma ferramenta que opera no combate à dengue e na aplicação de inseticidas agrícolas. O sistema foi desenvolvido para ser instalado em uma motocicleta, possibilitando o controle e prevenção de vetores em áreas de difícil acesso onde carros fumacê não têm penetração. Na agricultura, o Motofog apresenta grandes vantagens na aplicação de inseticidas, com a possibilidade de transitar entre plantações com passagens estreitas.

Empresa startup: Fumajet Comércio de Equipamentos Ltda.
Premiação do primeiro colocado: R$5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, R$30 mil em consultoria de planejamento estratégico e marketing para startups inovadoras da Helice Consultoria, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

2º lugar: VPl (SP): O projeto apresentado oferece um serviço em que é utilizada a tecnologia de caracterização da água coletada pelo sistema pluvial e feito um estudo para adequar e destinar o volume armazenado para o uso específico de cada cliente, customizando para atender as particularidades de cada caso.
Empresa startup: VPI – Vorsprung Projetos Industriais.
Premiação do segundo colocado: R$2,5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

3º lugar: Taw Itech (SC): A equipe apresentou tecnologias para interação e tem como carro-chefe o desenvolvimento de lousas digitais com diferencial de agregar tecnologia a esta solução proveniente de um software para interface e hardware em caneta.
Empresa startup: Taw Itech
Premiação do terceiro colocado: Software oferecido pela Microsoft e carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

4º lugar: Pligus (RJ): O Pligus é um serviço de comunicação e colaboração online em tempo real que roda em qualquer navegador. Nele, todos podem editar colaborativamente imagens, desenhos, textos e mapas – e ainda compartilhar a tela. Tudo isso enquanto os usuários se comunicam via webcams, microfones e mensagens instantâneas.
Empresa startup: Pligus
Premiação da quarta colocada: Carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro

No Brasil, a campanha “Apaixonados pelo Futuro” reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o País para o futuro – por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.

Fonte: Startupi

Chamada Pública BNDES FEP nº 01/2011 – FEP Microempreendedor Individual



Objetivo

Esta chamada pública tem por objetivo financiar, no âmbito do Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), a elaboração de até três pesquisas, qualitativas e quantitativas, que analisem a adesão de trabalhadores informais como Empreendedores Individuais no primeiro ano de vigência da Lei Complementar 128/08, por meio da qual foi instituída a figura do microempreendedor individual (MEI) e foram criadas condições favoráveis à formalização de negócios até então informais.
As pesquisas científicas deverão avaliar o impacto da formalização sobre a demanda de crédito, geração de emprego e receita fiscal. As informações levantadas deverão incluir dados sobre os perfis dos proprietários e empregados, como nível de instrução, carga horária de trabalho, relações de parentesco, grau de escolaridade, entre outros, bem como dados sobre a geração de empregos e rendimentos, acesso ao crédito, investimentos, dificuldades encontradas nos negócios etc.

Os estudos deverão abordar também os motivos que ainda impedem a formalização de trabalhadores, tendo em vista a relativamente baixa adesão ao MEI até 31/05/2010, cerca de 296 mil, em relação ao potencial de mercado estimado pelo ECINF 2003, que representaria mais 10,3 milhões de negócios informais.

Quem pode participar

Poderão ser beneficiárias da colaboração financeira não-reembolsável à pesquisa científica:

  • instituições brasileiras incumbidas regimental ou estatutariamente do ensino e da pesquisa, desde que sem fins lucrativos e detentoras de inquestionável reputação ético-profissional – comprovada pela detenção de conceito, atribuído pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (CAPES), igual ou superior a cinco, na área objeto da pesquisa;
  • instituições públicas brasileiras incumbidas regimental ou estatutariamente do ensino e da pesquisa, desde que sem fins lucrativos e detentoras de inquestionável reputação ético-profissional na área objeto da pesquisa, a ser comprovada pela Área do BNDES demandante, no caso de instituições que não atinjam o conceito 5 da CAPES.
O financiamento poderá ser concedido diretamente ou por meio de suas fundações de apoio, conforme definição constante da Lei n° 8.958, de 20 de dezembro de 1994.
É vedada a participação simultânea de um mesmo coordenador e/ou pesquisador em mais de um projeto de pesquisa científica apoiado pelo BNDES.

Cronograma

Procedimento Prazo
Divulgação da Chamada Pública 29 de março de 2011
Esclarecimento de dúvidas por e-mail (ape-depeq@bndes.gov.br) Até 28 de abril de 2011
Recebimento da(s) Consulta(s) Prévia(s) Até 13 de maio de 2011

Encaminhamento das propostas

As Consultas Prévias devem ser preenchidas segundo o roteiro de informações específico e entregues diretamente no protocolo do BNDES, no endereço abaixo indicado, ou remetidas pelo correio, mediante registro postal ou equivalente, com comprovante de postagem até o prazo previsto acima, devendo constar no envelope a seguinte identificação:
Consulta Prévia
Chamada Pública de Seleção BNDES/FEP nº 01/2011
BNDES – Departamento de Pesquisas e Operações (DEPEQ)
Av. República do Chile, 100 – Protocolo – Térreo
20031-917 – Rio de Janeiro – RJ
As Consultas Prévias serão pré-avaliadas quanto à adequação às normas operacionais do BNDES e aos critérios objetivos de elegibilidade. Finalizada a pré-avaliação, a seleção das Consultas Prévias será realizada pelo Comitê de Seleção do FEP, de acordo com as diretrizes e prioridades para alocação dos recursos do FEP e com os seguintes critérios de seleção:
  • Experiência das proponentes;
  • Experiência da equipe que será alocada para a realização da Pesquisa Científica;
  • Adequação ao tema;
  • Metodologia;
  • Plano de Trabalho detalhado, incluindo definição de produtos, plano de viagens, estimativa de atividades a serem desenvolvidas etc.;
  • Cronograma de Execução Físico-Financeira;
  • Quadro de Usos e Fontes;
  • Contrapartidas oferecidas pelas proponentes;   e
  • Comprovação da regularidade jurídica, mediante apresentação dos atos constitutivos, devidamente registrados no órgão competente, do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e, se for o caso, das atas das reuniões onde tenham sido eleitos seus órgãos de direção, devidamente registrada no órgão competente.
Em não havendo interesse por parte do BNDES nos projetos apresentados, poderá ser reaberto, a critério do Banco, novo prazo para apresentação de propostas.

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