Caderno de Ferramentas do Programa Negócio a Negócio do Sebrae – Baixe Grátis!


Dentro de uma série de soluções que o Sebrae possui para aprimorar a gestão dos empreendimentos, há o Caderno de Ferramentas do Programa Negócio a Negócio. Este caderno contém ferramentas de gestão empresarial que poderão ser bastante úteis para ajudar um empreendedor a organizar sua vida empresarial, entender melhor o que acontece com a sua empresa e planejar seu futuro.
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Para que as ferramentas deste caderno possam ser utilizadas com eficácia no desenvolvimento da sua gestão, elas possuem uma forte relação com as questões avaliadas no diagnóstico que foi realizado, nos empreendimentos, pelo Agente de Orientação Empresarial do Programa Negócio a Negócio.

Para tanto, o Caderno de Ferramentas do Programa Negócio a Negócio contém planilhas, cálculos, textos e procedimentos que permitirão que a orientação empresarial oferecida pelo Sebrae possa ser colocada em prática pelos empreendedores.

Divisões Internas do Caderno
O Caderno de Ferramentas foi dividido em quatro áreas: Planejamento, Mercado, Operacional e Financeiro. Cada área está dividida em subáreas com temas estratégicos para o desenvolvimento da gestão da sua empresa.

PLANEJAMENTO
Estabelecimento de Metas e Previsão de vendas

MERCADO
Informações sobre a Satisfação dos Clientes, Cadastro, Clientes, Check-List do ponto de Venda, Roteiro para a Ações de Marketing, Informações da Concorrência, Preço de Venda e Cadastro de Fornecedores

OPERACIONAL
Informações Trabalhistas, Funções Pessoais, Layout e Arrumação das Coisas e Controle de Estoque

FINANCEIRO
Controle Diário de Vendas, Fluxo de Caixa, Cálculo de Resultado Mensal, Cálculo da Necessidade de Capital de Giro, Cálculo do Investimento Total, Cálculo da Produtividade, Cálculo da Lucratividade Mensal, Cálculo da Rentabilidade Mensal e Serviços Financeiros

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Fui registrado como MEI – Micro Empreendedor Individual (cnpj) e não sabia. O que fazer?


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Esse post é para os MEIs que porventura não tenham se registrado…

O cidadão que recebeu o Carnê da Cidadania e não reconhece a formalização (registro), o que fazer?

Para o cidadão que recebeu o carnê da cidadania e não reconhece o registro como MEI, alegando “fraude”, deve adotar os seguintes procedimentos:
1. Registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia do Município, comunicando os fatos (registro por fraude);
2. Realizar a baixa (encerramento) do registro como MEI, através do Portal do Empreendedor; (ver letra “b” das observações);
3. Elaborar e entregar a Declaração de Extinção do MEI – DASN/SIMEI – Extinção;
4. Formalizar junto a Receita Federal do Brasil um processo para anulação “de oficio” do CNPJ por vício; (ver letra “c” das observações);
5. Consultar a Secretaria de Fazenda Estadual e/ou Municipal e a Prefeitura, quanto a necessidade de informar a baixa, observando que o registro é indevido e foi fraudado;
6. Registrar o fato no portal do empreendedor, no campo “fale conosco”, relatando o fato detalhadamente (incluir o nome completo, cpf, cnpj, endereço e contatos, telefone e e-mail)
7. Se possível comunicar e/ou abrir processo junto ao Juizado de Pequenas Causas
8. Arquivar todos os documentos, para comprovações futuras.
Observações:

a) Não recolher os DAS. Aguardar resolução específica da Secretaria da Micro e Pequena Empresa – SMPE, quanto a baixa em caso de fraudes.

b) Para efetuar a baixa no portal do empreendedor é necessário um código de acesso. Caso não tenha o código de acesso ou tenha se esquecido, gere um novo Código de Acesso no Portal do Simples Nacional.

Para gerar o novo código, será necessário informar o CNPJ, o CPF, o Titulo de Eleitor ou o numero do recibo da Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física dos últimos dois exercícios, respectivamente, e a data de naascimento. O Código de acesso deverá ser anotado ou salvo no computador, para uso quando solicitado.

b.1) Com o Código de Acesso em mãos, vá para a página de Solicitação de Baixa e informe o CNPJ, o CPF e o Código de Acesso e clique no botão “Prosseguir”;

Obs. Caso apareça uma mensagem solicitando a atualização de dados cadastrais, vá ao formulário de Alteração de Dados Cadastrais, informe os dados de seu registro e o código de acesso e verifique se os dados do seu registro estão todos preenchidos. Corrija os dados do formulário, confirme a alteração e retorne para o formulário de Solicitação de Baixa.

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b.3) Uma vez apresentado o formulário de Baixa, verifique os dados, leia a declaração e confirme, marcando o campo;
b.4) – Confirme a solicitação de baixa clicando no botão “Continuar”;

b.5) – Em seguida vai aparecer a Tela de Conferência de Dados. Confira os dados apresentados e clique em “Confirmar”;Obs. Caso identifique alguma incorreção, retorne para o formulário de alteração clicando no botão “Cancelar”.

b.6) – Confirme a solicitação de baixa de sua inscrição como Microempreendedor Individual clicando no botão “Enviar”. ATENÇÃO: A solicitação de baixa é permanente e não pode ser revertida!

b.7) – Em seguida será apresentado o Certificado da Condição de Empreendedor Individual – CCMEI informando a baixa do seu registro. Imprima o CCMEI imediatamente e guarde para futura referência. Caso precise comprovar a baixa do seu CNPJ no futuro, acesse a página para Emissão de Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral (será aberta nova janela) no site da Receita Federal e informe o CNPJ.

c) Para formalizar o processo na Receita Federal do Brasil (RFB) para anulação “de ofício” do CNPJ, por vício. o MEI deve apresentar os seguintes documentos (IN nº 1.183/2011):

c.1) Cópia autenticada de documento de identificação;
c.2) BO – Boletim de Ocorrência registrado pelo contribuinte;
c.3) Certidão Simplificada da Junta Comercial onde consta que existe a inscrição MEI naquele órgão de registro. (A Junta Comercial pode expedir Certidão confirmando a inscrição MEI, informando o NIRE, com a observação de que não há ato registrado por tratar-se de MEI) e/ou o Certificado de MEI – CCMEI

d) A entrega da declaração de extinção deve ocorrer até o último dia do mês:

d.1) De junho, na hipótese da extinção ocorrer entre janeiro e abril de cada ano;
d.2) Subsequente à extinção, quando a extinção ocorrer entre maio e dezembro de cada ano.

e) Caso precise comprovar a baixa do registro como MEI e do CNPJ, o MEI deve acessar o portal do empreendedor e imprimir o CCMEI, bem como, a página da Receita Federal do Brasil para Emissão de Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral , informando o CNPJ, para imprimir o CNPJ com a situação cadastral “extinto” (baixado).

f) O MEI pode utilizar os Juizados Especiais, tanto na esfera estadual, tanto na esfera federal, alegando fraude no registro, apresentando documentação pertinente principalmente o Boletim de Ocorrência perante a Delegacia competente, requerendo seja o registro declarado inexistente e obrigando aos órgãos as respectivas baixas de registros e que se abstenham de qualquer cobrança sobre o MEI que foi fraudado. O MEI deve se utilizar da estrutura de atendimento prestada ao público pelos próprios Juizados Especiais, não necessitando de Advogado para os feitos em 1a.instância, obedecido ao limite de valor da causa em 40 salários mínimos.

Fonte: Hugo Roth Cardoso – Sebrae

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EMPRESA ARARIPINENSE SE DESTACA NA EXCELÊNCIA EM NEGÓCIOS E RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL


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EMPRESA ARARIPINENSE SE DESTACA NA EXCELÊNCIA EM NEGÓCIOS E RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL

 

A EMPRESA INTELSITE SOLUÇÕES foi premiada na categoria OURO no Prêmio “Century International Quality ERA Award”, em reconhecimento ao seu comprometimento com Qualidade, Liderança, Tecnologia e Inovação nos negócios desenvolvidos, atribuído pela B.I.D. Business Initiative Directions, organização internacional da qualidade.

O Prémio Century International Quality ERA é um dos mais conceituados em nível mundial para o setor empresarial e certifica a qualidade, a inovação e a excelência dos recursos humanos, equipamentos e serviços prestados.

A INTELSITE é a primeira empresa do sertão de Pernambuco a receber esta distinção e leva o nome do país a Genebra, cidade onde acontecerá a entrega do prêmio, nos dias 21 e 22 de Março de 2015.

A B.I.D. foi criada em 1984 por José E. Pietro e é uma organização dedicada à promoção da cultura da qualidade e da melhoria contínua nas empresas de todo o mundo, desenvolvendo modelos de qualidade e prêmios que fomentem e identifiquem os méritos das empresas.
Para este fim, tem instituído um procedimento de votação no qual participam 178 países do mundo. A B.I.D. está posicionada entre as quatro principais organizações mundiais que trabalham com a cultura de qualidade, através da inovação e aplicação do modelo QC 100Quality Mix nas empresas.

“Este prêmio é o fruto que colhemos como comprometimento com a cultura de qualidade em tecnologia e respeito para com os colaboradores, clientes e toda a comunidade empresarial,“ destaca Rafael Neri, CEO – Diretor Executivo da INTELSITE SOLUÇÕES.

 

Sobre o prêmio saiba mais: www.worldquality.org | www.bid-org.com

Rede Senai de Inovação alcança R$ 100 milhões em projetos


A rede de Institutos de Inovação criada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) fechou 2014, seu primeiro ano de atuação, com mais de R$ 100 milhões em volume de projetos contratados por indústrias brasileiras que desenvolvem produtos e processos inovadores. Em setembro de 2013, a instituição iniciou as atividades do Instituto SENAI Eletroquímica e, desde então, já colocou em operação outros 12 centros voltados a soluções em automação, tecnologias da informação e comunicação, polímeros, metalurgia, entre outras áreas.

Uma tinta com propriedade autocurativa – que se regenera quando danificada, e a criação do primeiro robô autônomo comercial brasileiro estão entre os projetos inovadores em desenvolvimento nos institutos Senai. A expectativa é que em dois anos o robô esteja pronto para inspeção submarina de estruturas utilizadas no ramo de petróleo e gás. No total, há 70 projetos já contratados e outros 107 estão em prospecção, o que pode já significar mais R$ 160 milhões nos próximos meses.

O impacto desse trabalho para o sistema de inovação, porém, não são apenas os resultados dos projetos. Na opinião do diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, uma das principais implicações disso está no fomento de toda a cadeia de produção de soluções inovadoras. “A cada projeto para uma grande empresa, conseguimos fortalecer outras de pequeno e médio porte da cadeia produtiva, destinadas a prestar serviços para a empresa líder”, afirma Lucchesi.

A rede de institutos é o maior esforço do Senai – desde sua criação, em 22 de janeiro de 1942 – para fortalecer a inovação na indústria brasileira e, dessa forma, torná-la mais competitiva. Para isso, conta R$ 1,5 bilhão de financiamento do BNDES e um investimento próprio de R$ 300 milhões, dentro do Programa Senai para Competitividade Industrial. Além da rede de 25 institutos de inovação e outros 60 de tecnologia, estão previstas também a criação de novas escolas.

 

Fonte: ANPEI

Hernan Chaimovich é indicado presidente do CNPq


O bioquímico Hernan Chaimovich aceitou o convite do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, para ocupar o cargo de presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Chaimovich é coordenador do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“Trata-se de uma nova responsabilidade e espero que a minha longa experiência em Ciência e Política Científica nacional e internacional possa ser útil para o desenvolvimento harmônico da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”, disse Chaimovich.

Chaimovich graduou-se na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Químicas da Universidade do Chile, em 1962. Veio para o Brasil com bolsa da Fapesp, fez doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado nas universidades da Califórnia, em Santa Bárbara, e Harvard, nos Estados Unidos. Foi professor nas universidades do Chile e livre docente, professor adjunto e professor titular de Bioquímica do Instituto de Química da USP.

Paralelamente à atividade científica, à formação pessoal e à docência, ocupou posições de chefe de Departamento de Bioquímica da USP em duas gestões, implantou e coordenou o curso de Ciências Moleculares da USP, dirigiu o Instituto de Química, integrou o Conselho Universitário por quase 20 anos, ocupou o cargo de pró-reitor de Pesquisa da USP entre 1997 e 2001 e de vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Chaimovich foi presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular e é membro da Academia Brasileira de Ciência (ABC), atualmente ocupando a posição de vice-presidente.

Também no exterior tem participação ativa em política científica. Foi diretor do International Council for Science (ICSU) e seu vice-presidente, fundou a Rede Interamericana de Academias de Ciências (IANAS), da qual foi copresidente por seis anos, e tem participado de estudos internacionais sobre biossegurança, biosseguridade e sobre tratados de armas químicas e biológicas.

Em novembro de 2014, a convite da Academia de Ciências da Nicarágua, organizou e copresidiu um workshop com especialistas internacionais para analisar e levantar questões sobre o impacto ecológico, econômico e social de um canal interoceânico que está sendo construído pelo governo da Nicarágua em parceria com um investidor chinês.

Ao longo de sua carreira de pesquisador, publicou centenas de artigos científicos em revistas científicas. Um dos primeiros artigos de sua carreira científica, “Kinetic studies and properties of potato apyrase”, publicado no Archive of Biochemistry and Biophysics, em 1965, junto com Aída Traverso e Osvaldo Cori, é citado até hoje.

Dentre as contribuições se destacam “Conceptual Framework for Ion-Exchange in Micellar solutions”, publicado no Journal of Physical Chemistry em 1979, no qual, junto com Frank H. Quina, descreve a metodologia de análise da velocidade de reações em sistemas complexos, e o artigo “Pumping Plants”, publicado na Nature em 1995, junto com Anibal Vercesi, Iolanda M. Cuccovia e colaboradores, que abriu uma nova forma de ver a função de um grupo de proteínas na função mitocondrial.

 

Fonte: ANPEI

Aldo Rebelo recebe antecessores no MCTI


O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, recebeu em seu gabinete, nesta semana, a visita de três ex-titulares da pasta: Marco Antonio Raupp, Roberto Amaral e Sergio Rezende. Nos encontros, os antecessores falaram de suas experiências à frente do ministério e trataram sobre questões diversas relacionadas à área.

Raupp, que comandou o MCTI no período de janeiro de 2012 a março de 2013, esteve com Aldo no dia 19 de janeiro. Nortearam a conversa assuntos como o desenvolvimento tecnológico no País. Entre os pontos, iniciativas em andamento no Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec-SJC), no estado de São Paulo, do qual Raupp é diretor-geral. “Uma reunião muito positiva”, definiu.

Também o ex-ministro Roberto Amaral, que se reuniu com Aldo Rebelo no dia 21 de janeiro, aproveitou o encontro para relatar um pouco sobre a sua experiência quando esteve no comando da pasta, de janeiro de 2003 a janeiro de 2004. Entre os temas pelos quais eles passaram está o Programa Espacial Brasileiro.

A conversa com Sergio Rezende girou em torno do sistema de ciência e tecnologia, que, na sua visão, deve ser visto de forma ampla, sem deixar de considerar programas estratégicos para o Brasil, como os das áreas nuclear, espacial e de luz síncrotron. “Temos muitas opiniões convergentes e ele [Aldo Rebelo] tem uma visão bastante ampla e aberta do sistema”, comentou o ex-ministro, que conduziu a pasta entre julho de 2005 e dezembro de 2010.

 

Fonte: ANPEI

Benefícios fiscais para smartphones são prorrogados até 2018


iphone

 

A presidenta Dilma Rousseff sancionou no dia 20 de janeiro a Lei 13.097/2005, que, entre outras medidas, prorroga para 31 de dezembro de 2018 a isenção de PIS/Cofins dos smartphones. A iniciativa faz parte de uma política ampla do Ministério das Comunicações para disseminar os celulares inteligentes e incentivar a produção de aplicativos nacionais.

Desde 2013, para ter acesso aos benefícios tributários, os aparelhos devem custar até R$ 1.500, atender às definições tecnológicas estipuladas pelo MiniCom e disponibilizar aos usuários um conjunto de aplicativos produzidos no Brasil.

O secretário de Telecomunicações do MiniCom, Maximiliano Martinhão, explica que, antes do lançamento da política, o celular já era visto como uma ferramenta importante para o acesso à internet, mas, até então, só três de cada 10 celulares vendidos no país eram smartphones.

“A gente achou oportuno estimular a adesão da população ao smartphone. Essa medida deu tão certo que no fim de 2013 houve o equilíbrio: de cada 10 celulares vendidos, metade eram smartphones. No fim do ano passado, 80% das vendas já eram smartphones, isso dentro de um total de 70 milhões de aparelhos comercializados”, afirma.

O secretário credita o sucesso da política à adesão da indústria, que repassou os benefícios diretamente aos aparelhos, à política de incentivo aos aplicativos nacionais, à expansão das redes 3G e 4G e à regulamentação do MiniCom que definiu os requisitos técnicos para os aparelhos serem classificados como smartphones.

De acordo com Martinhão, para manter esses resultados, vale a pena avaliar a necessidade de atualizar as exigências do programa. Para isso, a ideia é dialogar com os fabricantes e desenvolvedores.

“Em função da prorrogação, a gente precisa reavaliar a definição de smartphone, que foi feita há dois anos. Temos que ver se não é oportuno a gente pensar em uma atualização, da mesma forma na questão de desenvolvimento de aplicativos. A gente vai fazer uma avaliação com os interessados, os fabricantes, desenvolvedores de aplicativos, e a partir dessa avaliação, tomar uma decisão”, diz.

 

Fonte: ANPEI