Credenciamento de Consultores de Orientação Empresarial Sebrae 2015 – Cadastre-se Aqui!


Empreendedorismo e Inovação: Mentoria para Startups e Empresas

20140321163153_banner_negocio_sebrae_2Oportunidade:

Olá estamos realizando um credenciamento Sebrae e percebemos que você tem perfil ou pode indicar do seu network pessoas com perfil para vaga abaixo:
Consultor de Orientação Empresarial Credenciado ao Sebrae (Interior e RMR – Mata Norte e Mata Sul)
Remuneração média a partir de R$ 2.500,00/ Mês (horário flexível ou 44hs semanais)
Para tanto é necessário enviar a sua documentação (autenticada) até 03/Junho e preencher o formulário abaixo: http://goo.gl/forms/hrBtQ9XhWs
Pessoal do interior: Enviar SEDEX até 03 de Junho ou
Entregar pessoalmente até 17hs do dia 05/06
 em: ICOMUNI RH e Consultoria
Rua Helena de Lemos, 330, Ilha do Retiro, Recife/PE. CEP: 50750-630.
Att: Sr Eliseu –  Fone: (81) 3446-6798
Envelope: Consultor AOE Sebrae 2015
 
 


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RH ICOMUNI CONSULTORIA
Gestão de Pessoas
Recife – Pernambuco – Brasil
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Credenciamento de Consultores de Orientação Empresarial Sebrae 2015 – Cadastre-se Aqui!


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Oportunidade:

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Consultor de Orientação Empresarial Credenciado ao Sebrae (Interior e RMR – Mata Norte e Mata Sul)
Remuneração média a partir de R$ 2.500,00/ Mês (horário flexível ou 44hs semanais)
Para tanto é necessário enviar a sua documentação (autenticada) até 03/Junho e preencher o formulário abaixo: http://goo.gl/forms/hrBtQ9XhWs
Pessoal do interior: Enviar SEDEX até 03 de Junho ou
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 em: ICOMUNI RH e Consultoria
Rua Helena de Lemos, 330, Ilha do Retiro, Recife/PE. CEP: 50750-630.
Att: Sr Eliseu –  Fone: (81) 3446-6798
Envelope: Consultor AOE Sebrae 2015
 
 


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Gestão de Pessoas
Recife – Pernambuco – Brasil
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Índice de Progresso Social: Edição 2015 retrata os avanços sociais em 133 países


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Principais destaques:
  • De modo geral, os países da América Latina e do Caribe registraram bons índices de progresso social, comparados com seu relativo poder econômico, especialmente na avaliação de itens como tolerância, inclusão e liberdade pessoal (dentro da chamada dimensão de “Oportunidade”, uma das três medidas básicas empregadas pelo Índice).
  • Em medidas gerais de avanço social, a América Latina e o Caribe têm claramente desempenho superior ao do Oriente Médio, da África do Norte, da Ásia Central e Meridional e da África Subsaariana.
  • Entre 133 países avaliados na edição 2015 do IPS, o Brasil lidera entre os BRICS, seguido por África do Sul, Rússia, China e Índia. O País está inserido no grupo de médio-alto progresso social, na 42ª posição no ranking geral, porém, não está bem posicionado nos itens educação superior e segurança pessoal, nos quais aparece nas colocações 62ª e 122ª.
  • O Brasil demonstra como principais desafios para o progresso social nos próximos anos melhorar na dimensão de necessidades humanas básicas, na qual o País fica na 74ª posição no ranking global, especialmente em cuidados médicos básicos, moradia e segurança pessoal;
  • Outros desafios para o Brasil envolvem, na frente de fundamentos de bem-estar, a necessidade de endereçar questões de acesso à informação e comunicações. Na dimensão de oportunidades, o País deve melhorar os índices relacionados ao acesso à educação superior.

Saiba mais

http://www.socialprogressimperative.org/

Projecto: Consultores sin Fronteras: TIP, abre convocatória para sua edição especial “TIP Brasil”.


A Revista “Trabajos de Investigación en Paradiplomacia”, TIP, abre para apublicação de artigos em sua edição especial acerca da paradiplomacia no Brasil, a “TIP Brasil”. Inscrita no ISSN sob o nº 1853-9939 e indexada.

Projecto: Consultores sin Fronteras #ConsultoresSinFronteras

Paradiplomacia.org – 16 de Mayo de 2015

TIP, abre convocatória para sua edição especial  “TIP Brasil”.

TIP, abre convocatória para sua edição especial “TIP Brasil”.

Todos os resumos deverão ser enviados por e-mail ao seguinte endereço eletrônico:
tipbrasil@paradiplomacia.org, até 19 de junho de 2015

A Equipe Editorial TIP poderá desconsiderar um trabalho se este não se ajusta aos requisitos mencionados. Os resumos recebidos fora de prazo não serão considerados.

Baixar convocatória. 

A presente convocatória tem a finalidade de coletar artigos para publicaçãoedição especial da Revista TIP, que pretende estabelecer um marco introdutório e teóricoconceitualsobre a cooperação descentralizada e a projeção internacional dos governoslocais brasileiros.

Incentivamos a apresentação de trabalhos de pesquisa nas seguintes áreas temáticas:

• Tema 1: A paradiplomacia no Brasil (Tema livre: histórico, conceito, tipologia,perspectiva da política externa brasileira, institucionalização, legitimidade, avanços,atualidades, desafios);

• Tema 2: Cooperação internacional descentralizada envolvendo entessubnacionais brasileiros (Cooperação Sul-Sul; Cooperação triangular;Cooperação Transfronteiriça);

• Tema 3: Estudo de Caso sobre cooperação descentralizada no Brasil emtemas específicos (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente,Cultura, Saúde, Gênero, Preservação do Patrimônio Histórico, entre outros);

• Tema 4: Teoria de Relações Internacionais e Paradiplomacia (Abordagemdesde a perspectiva da Teoria das Relações Internacionais);

• Tema 5: Direito Internacional e Paradiplomacia (Capacidade internacional;direito dos tratados; responsabilidade internacional, participação junto àsOrganizações Internacionais).5. Formato de apresentação dos resumosPara submeter um artigo à Revista TIP, deverá ser enviado, primeiramente, um resumoprévio com as seguintes características de formato:

O texto será entregue em arquivo eletrônico no formato padrão do programaMicrosoft Word (.doc ou .docx).

O resumo deverá apresentar o seguinte conteúdo:

• Título do artigo

• Nome completo do autor e co-autores.

• Instituição a que cada um está vinculado.

• Número de telefone, incluindo código país e código de área local.

• Endereço de e-mail.

Baixar convocatória. 

Las Américas, sus cumbres y miopía


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Por Daniel Cerqueira*

Desde la realización de la Primera Cumbre de las Américas en Miami (1994), la realidad del continente ha cambiado de forma considerable. En aquel momento, los jefes de Estado y de gobierno compartían la premisa de que la liberalización del comercio y la integración económica serían los elementos propulsores del desarrollo y bienestar en la región. Así quedó registrado en la Declaración de la Primera Cumbre:

“El libre comercio y una mayor integración económica son factores clave para elevar el nivel de vida, mejorar las condiciones de trabajo de los pueblos de las Américas y proteger mejor el medio ambiente. Por consiguiente, decidimos iniciar de inmediato el establecimiento del Área de Libre Comercio de las Américas [ALCA] en la que se eliminarán progresivamente las barreras al comercio y la inversión.”

Dos décadas más tarde, China se ha convertido en el principal importador, exportador, inversionista y prestamista de buena parte de los países de América Latina y del Caribe. Según datos del Instituto de Gobernanza Económica Global de la Universidad de Boston, entre 2005 y 2013, China otorgó más de 102 mil millones de dólares en préstamos a América Latina, valor que supera el monto otorgado por los bancos multilaterales con sede en Washington DC, y que convierte a Shanghai en la nueva capital financiera de la referida región. Al día de hoy, lo más cercano al ALCA en el continente es un bloque político-diplomático cuyo acrónimo – ALBA – es una oposición deliberada a la apuesta por el libre comercio panamericano.

Si en el aspecto económico el consenso expresado en Miami ha fenecido, en el ámbito diplomático viene agonizando la capacidad de los gobiernos de la región de encontrar consenso sobre la agenda hemisférica. En las cumbres de Cartagena (2012) y Puerto España (2009), el principal obstáculo para la adopción de una declaración final de jefes de Estado fue la exclusión del gobierno cubano. En la más reciente cumbre celebrada en Panamá (2015), la ausencia de una declaración final se debió a las diferencias en torno a un párrafo propuesto por algunos países del ALBA, que rechazaba la orden ejecutiva de la Casa Blanca que califica al gobierno venezolano de “amenaza extraordinaria e inusual a la seguridad nacional” de Estados Unidos.

Más allá de las razones coyunturales que han favorecido el disenso en las últimas tres cumbres, mucho antes de la primera cita entre presidentes y primeros ministros realizada de 1994, la integración regional ya padecía de una miopía caracterizada por dos síntomas principales: i) una mirada intergubernamental disociada de las demandas de la sociedad civil y la ciudadanía; y ii) la facilidad con la que controversias bilaterales convierten los temas de interés hemisférico en algo opaco y, por lo tanto, fuera del alcance de la mirada intergubernamental.

En la cumbre de Panamá, el primer síntoma puede ser ilustrado con el elogio de Barack Obama a la reforma energética recientemente aprobada en México. Lo que para el presidente de Estados Unidos va a generar empleo y desarrollo, para una parte considerable de la sociedad civil y población mexicana va a provocar conflictividad social y, a la postre, la violación del derecho fundamental de varias comunidades indígenas a ser previamente consultadas por cualquier decisión gubernamental que afecte su territorio tradicional.

Con relación al segundo síntoma de la miopía interamericana, no deja de sorprender la prioridad que algunos jefes de Estado dieron a la controversia entre Estados Unidos y Venezuela durante la cumbre de Panamá. Es un hecho casi indiscutible que la orden ejecutiva ha sido una decisión torpe y desprovista de sensibilidad política hacia la polarización por la que atraviesa la sociedad venezolana. Si lo que buscaba la Casa Blanca era aumentar el costo político de las graves violaciones de derechos humanos que vienen siendo cometidas a diario en Venezuela, su estrategia no ha sido la adecuada. Lo que se ha logrado es radicalizar aún más la postura del gobierno de Nicolás Maduro de ignorar a la oposición política y la protesta social como una expresión legítima de participación democrática. Sin perjuicio de lo anterior, es inaudito que las diferencias entre dos gobiernos sean capaces de frenar el posicionamiento conjunto de los jefes de Estado de la región sobre sus proyecciones para sus pueblos.IMG_3402

Durante la mayor parte de la Guerra Fría, la relación entre Washington y sus pares de América Latina y el Caribe pareció haber sido diseñada desde el Departamento de Defensa y su filial panameña, la Escuela de las Américas. Mientras Estados Unidos puso en marcha todo un plan de reconstrucción – Plan Marshall – para contener la influencia soviética en una Europa devastada por dos guerras mundiales, en América Latina lo más cercano a un plan de integración dirigido a contener el comunismo internacional fue probablemente el Plan Cóndor. En esta trayectoria de integración regional, la Cumbre de Miami simbolizó un gesto de autocrítica de la diplomacia estadounidense, en la que el diseño de su relación con América Latina y el Caribe migraría del Departamento de Defensa al Departamento de Comercio. Por su parte, la Cumbre de Panamá será probablemente recordada como el hito que marcó el inicio de la diplomacia para la región desde el Departamento de Estado y de la propia Casa Blanca.

Sería demasiado esperar que en Panamá, país cuya historia acumula un largo repertorio de asperezas en la relación entre el norte y el sur del continente, la miopía interamericana fuese curada con un apretón de manos entre Obama y Castro. Para quienes estuvimos en la Cumbre de las Américas, la miopía fue más evidente que nunca y no solo por la conducta de los líderes regionales. Durante el foro de la sociedad civil, celebrado días antes del foro presidencial, las arengas de cubanos y venezolanos oficialistas contra la presencia de nacionales de la oposición, y los recurrentes altercados entre ambos grupos, fueron reflejo también de esta miopía interamericana que le da nitidez a las diferencias y opacidad a la posibilidad de solucionarlas. Asimismo, la cumbre fue sede de incongruencias como la de castristas y chavistas recitando consignas antiimperialistas del tipo Yankee go home, al mismo tiempo que podía verse una postura conciliadora de Raúl Castro frente a su homólogo estadounidense en donde resonaba más bien un mensaje subliminal de Yankee welcome home.

A juzgar por el desarrollo de las discusiones durante el foro de la sociedad civil y la ausencia de una declaración final de presidentes en Panamá, si el emblema oficial de la Cumbre de 2015 no hubiere sido “Prosperidad con Equidad”, uno pensaría que su único propósito fue registrar la histórica reunión entre los presidentes de Cuba y Estados Unidos. Habrá que ver si este pequeño paso diplomático significará un gran salto para el futuro de la integración entre los gobiernos de las Américas. De confirmarse el supuesto, falta aun un paso importante para la integración entre la agenda de los foros intergubernamentales, y las demandas y expectativas de sus ciudadanos allí representados.

*Daniel Cerqueira es Oficial de Programa Sénior, Due Process of Law Foundation

Fonte: http://www.asuntosdelsur.org/blog/2015/05/16/las-americas-sus-cumbres-y-miopia/

#SemillasdeBien

Indústria do Conhecimento – Sesi / Sebrae


O Sebrae em parceira com o Sesi oferece informações sobre empreendedorismo e gestão de negócios

Indústria do Conhecimento

 Espaço Empresarial amplia acesso ao conhecimento

O Sebrae, em parceira com o Sesi, disponibiliza ambientes para a navegação na internet como complemento às informações oferecidas nas bibliotecas físicas. Desta forma, os interessados podem obter mais informações sobre empreendedorismo e gestão de negócios, além de participar de cursos online oferecidos gratuitamente.

Vá ao Centro Multimeio mais próximo e confira:

  • ABREU E LIMA – FIBRASA

Rod. BR 101 – Norte, Km 52 – Centro – Abreu e Lima/PE

  • AGRESTINA  

Rua Marechal Cândido Rondon, 29 – Centro -Agrestina/PE

  • ARARIPINA    

Rua Antônio de Carvalho Leite, S/N, Vila Santa Isabel – Araripina/PE

  • BEZERROS

Rua do Rosário, s/n – Rosário – Bezerros/PE

  • BONITO

Centro de Eventos Maguari. Rua Cândido Viana, S/N, Cachoeira – Bonito/PE

  • CHÃ DE ALEGRIA

Rua Fernandes Vieira, s/n – Chã de Alegria/PE

  • FLORESTA

Rua Projetada, s/n – Loteamento D. Ceslau Stanula , centro – Floresta/PE

  • GARANHUNS

Rua Abdêgado Revoredo, s/n – Dom Helder Câmara – Garanhuns/PE

  • ITAÍBA

Rua Padrão, Itaíba/PE

  • ITAPISSUMA

Rua Barão de Itapissuma, s/n – Itapissuma/PE

  • LIMOEIRO  

Rua Jerônimo Heráclio, s/n  – Limoeiro/PE

  • NAZARÉ DA MATA

Praça Barão de Tamandaré na Confluência das Ruas Barão de Tamandaré e Drº Oswaldo Neves Maranhão – Nazaré da Mata/PE

  • PANELAS

Escola Municipal Dom Moura. Rua João Timotéo de Andrade, s/n – Panelas/PE

  • PASSIRA

Rua Maria Pereira da Silva, s/n – Alto José Bernanrdino – Passira/PE

  • PAULISTA – (Ind. Reunidas Raymundo da Fonte S.A)

Rod. PE 15, Km 14 Vila Torres Galvão Paulista/PE (Ind. Reunidas Raymundo da Fonte S.A)

  • POÇÃO

Rua João Conrado da Silva, s/n – Centro – Poção/PE

  • SÃO CAETANO

Rua Manoel Rodrigues de Moraes, s/n – São Caetano/PE

  • SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE    

Rua Prefeito Teófanes Ferraz Filho, s/n Santa Cruz do Capibaribe/PE

  • SÃO JOÃO

Rua Júlio Miguel, s/n – Centro – São João/PE

  • TAMANDARÉ

Rua Projetada, Quadra C, S/N, Loteamento Santo Inácio. Tamandaré/PE

Fonte: Sebrae Pernambuco