Consultoria em Design Thinking para Criar e Inovar nos Negócios

Você quer otimizar a sua Gestão em apenas 4 fases?

 

Experimente o DESIGN THINKING

 


Por que DESIGN THINKING?

 

Adotado por indivíduos e organizações no mundo dos negócios, o Design Thinking tem visto sua influência crescer entre diversas disciplinas na atualidade, como uma forma de abordar e solucionar problemas.

 

No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido, com grandes players como o Itaú, Bradesco, Whirlpool, Mapfre e outros desenvolvendo capacidades de gestão empresarial.

 

“Métodos gráficos ajudam empresário a testar negócio
Ferramentas de baixo custo identificam gargalos, possibilidades e lacunas”
FSP de 2/12/2013
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1379321-metodos-graficos-ajudam-empresario-a-testar-negocio.shtml

 

Como surgiu o DESIGN THINKING?

 

O DESIGN THINKING (“modo de pensar graficamente”) foi desenvolvido pela SAP em parceria com a Universidade de Stanford/EUA, como abordagem que coloca as pessoas no centro da geração de soluções e resultados de impacto.

 

O que é o DESIGN THINKING?

 

DESIGN THINKING implica em quebrar mesm!ce

 

DESIGN THINKING ajuda a “pensar e atuar fora da nossa caixa”

 

DESIGN THINKING utiliza a criatividade de forma colaborativa em equipes multidisciplinares, na busca de diversas perspectivas para a solução de problemas.

 

DESIGN THINKING é uma abordagem que eleva o nível de inovação.

 

Para detalhes vide o Artigo “Como inovar a inovação”
http://www.wkprisma.com.br/treinamento-empresarial/educacao-corporativa/inovar-e-agora-1.html
“Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias”
Tim Brown

 

O que diferencia o DESIGN THINKING?

 

DESIGN THINKING tem como fim(!) a otimização de uma solução, em vez de começar com análise das causas de um problema; é uma forma de pensar baseada em soluções, com um objetivo inicial, em vez de começar com um determinado problema.

 

Fonte: BIOLCHINI, Clarissa, PIMENTA, Marcelo e OROFINO, Maria Augusta et al. São Paulo, 2012
Disponível em http://www.bmgenbrasil.com, Licença Creative Commons.

 

DESIGN THINKING busca soluções a partir das necessidades dos stakeholders – é a sua situação real que deve estimular o pensamento divergente entre os colaboradores.

Qual é o papel do DESIGN THINKING?

 

Design Thinking é um método prático-criativo de solução de problemas.

 

Design Thinking estimula a criatividade para adaptar as soluções às necessidades reais dos stakeholders.

 

Qual é a sacada do DESIGN THINKING?

 

Design Thinking coloca as pessoas no centro da geração de soluções, criando assim resultados que são mais desejáveis para elas, mas que, ao mesmo tempo, são financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de ser transformados em realidade.

 

Design Thinking busca diversos ângulos e perspectivas para solução de problemas, priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares em busca de soluções inovadoras.

 

Pessoas de formação e experiência diferentes fornecem maneiras diferentes de pensar e agir; é uma forma inteligente para valorizar as pessoas num ambiente colaborativo.

 

O grupo mapeia os processos no dia a dia das organizações para ganhar uma visão mais completa e, assim, melhor identificar as barreiras e gerar alternativas para transpô-las.

 

As organizações orientadas pelo Design Thinking colocam esse mindset no coração da gestão empresarial, visando orientar a melhoria contínua das práticas empresariais, reconhecendo que essa orientação conduz à diferenciação.

É na paixão pela diferenciação que as organizações devem e podem maximizar o seu potencial produtivo.

 

Qual é o processo do DESIGN THINKING – aplicado para a construção de um Modelo de Gestão?

 

 

 

 

Fase 1 – Discover: Mobilizar para um projeto bem sucedido

 

Passo 1 – Nomear o líder do projeto com ampla experiência em gestão empresarial, capaz de articular ideias, de bom relacionamento com pessoas e com um profundo comprometimento com a inovação através de um Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 2 – Antes de tudo, envolver um membro da alta direção para patrocinar o projeto – um apoio visível para sinalizar a importância do Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Reunir uma equipe multidisciplinar composta por pessoas das áreas chave da organização (marketing/vendas – engenharia/produção – materiais – serviços/logística – administração/finanças – tecnologia de informação e comunicação), de diferentes níveis hierárquicos; uma equipe multidisciplinar ajuda a otimizar ideias e superar eventuais resistências à implantação.

 

Passo 4 – Sensibilizar a equipe da necessidade de um modelo de gestão empresarial, orientando sobre o papel de Modelos de Gestão Empresarial e sua importância sobre o processo de inovação; seja prático, embasando sua mensagem com casos, fatos e números de sucesso (ao invés de conceitos).

 

Passo 5 – Descrever, numa linguagem comum, a justificativa por trás do trabalho.

 

Passo 6 – Entender o contexto do problema da não existência de um Modelo de Gestão Empresarial através de entrevistas com membros-chave da Organização (Inspiração).

 

Passo 7 – A partir dos dados coletados, criar insights para análise e síntese para compreender o problema; é essencial fazer perguntas ( “e se”, “por que não”, “e senão” ) e gerar ideias para identificar uma grande variedade de soluções.

 

 

Fase 2 – Define: Compreender os elementos necessários para o desenho de um modelo de gestão empresarial

 

Passo 1 – Estimular a equipe para desenvolver uma boa compreensão do contexto, onde o Modelo de Gestão empresarial deve evoluir, definindo o que é Gestão Empresarial.

 

O GOOGLE traz mais de 600.00 respostas; sugerimos entender gestão empresarial como o processo de alinhar (apenas) seis passos: Definir Objetivo – Elaborar Estratégia – Estabelecer Prioridades – Desenvolver Pessoas – Desenhar Organização – Monitorar Resultado.

 

Passo 2 – Entrevistar os stakeholders da organização para identificar problemas, necessidades e expectativas deles de uma “boa” Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Realizar sessões de co-criação (brainstorming) com o público acima para gerar ideias ou sugestões.

 

Passo 4 – Enxergar além dos padrões e estudar cases de Modelos de Gestão Empresarial inovadores bem sucedidos.

 

Passo 5 – Analisar a viabilidade de ideias (Feasibility Review).

Para ganhar adesão das soluções às suas expectativas reais perguntar profissionais da área em questão se:

a) As ideias são interessantes para eles que serão “servidos” pelas soluções criadas?

b) As ideias são viáveis (técnica- e financeiramente)?

 

Passo 6 – Documentar as ideias consensadas (Brief)

 

 

Observação: Evite análise excessiva (“paralisia da análise), demonstrando progresso e aprendizado para a Alta Direção.

Fase 3 – Develop: Adaptar o Modelo de Gestão Empresarial em resposta à reação da Organização.

 

É a fase de revisar ideias, onde for necessário (Concept Review).

 

Passo 1 – Desenvolver a capacidade de quebrar mesm!ce, simulando caminhos para chegar na melhor alternativa; organizações estabelecidas tendem a barrar ideias ousadas; para enfrentar, articule as vantagens da proposta: potencial de mais receita/lucro, etc.

 

Passo 2 – Consultar especialistas externos; comentários como “isso não vai dar certo” ou “os stakeholders não precisam disso” indicam resistência potencial; questionamentos adicionais podem ajudar a refinar o Modelo de Gestão Empresarial.

 

Passo 3 – Transformar as informações acima em soluções pilotos que possam ser testadas.

 

Passo 4 – Após um questionamento intensivo de cada protótipo, selecionar os mais satisfatórios.

 

 

Fase 4 – Deliver: Colocar as soluções validadas em prática e testá-las até acertar – o que funciona (“energiza”) e o que não funciona (“mata”) – Prototipagem.

 

Passo 1 – Implementar na Organização o protótipo do Modelo de Gestão Empresarial.

 

– Definindo os mapas dos projetos,

 

– Especificando marcos,

 

– Conduzindo uma comunicação interna e de alta visibilidade, anunciando o novo modelo.

 

Passo 2 – Adaptar o Modelo de Gestão Empresarial em resposta à reação dos stakeholders.

 

– Avaliando de forma contínua como se comporta o modelo no dia a dia da Organização,

 

– Promovendo workshops regulares com membros chave da Organização, para avaliar se o modelo precisa de ajustes.

 

 

Note que cada etapa do Design Thinking permeia a outra, fazendo parte de um todo, coerente entre si.

 

 

 

Caso de Sucesso

 

Um caso de sucesso recente é a SAP, que vem usando globalmente a metodologia de DESIGN THINKING e, desde 2011, utiliza a mesma na SAP Brasil, na criação de soluções específicas para clientes.

 

Para Alberto Oppenheimer, diretor de soluções da SAP Brasil, o uso da metodologia DESIGN THINKING ajuda a descobrir os desafios do cliente de forma colaborativa, identificando o valor oculto para o negócio dele e alavancando o portfólio de inovação da SAP para transformar as ideias em soluções tangíveis. “No modelo tradicional, tínhamos sapatos em nosso estoque e o cliente tinha que escolher qual servia nele. Com o DESIGN THINKING fabricamos o sapato mais confortável para os pés de nossos clientes, baseados na experiência deles”, compara.

 

Observação: O DESIGN THINKING pode ser utilizado em qualquer empreendimento, em qualquer segmento, de qualquer porte.

 

Por que  adotar o DESIGN THINKING?

O DESIGN THINKING é a melhor forma para aproveitar soluções.

 

Para otimizar a visualização deste processo, utilize o CANVAS, uma ferramenta prática em formato de cartaz, com uma sequência lógica de passos para criar, revisar ou avaliar um Modelo de Gestão Empresarial

Com o CANVAS você é capaz de alinhar os elementos da gestão empresarial de acordo com os interesses dos stakeholders da Organização – tudo de forma flexível, de mente aberta, erro e acerto para agilizar o aprendizado e facilitar a aplicação.

 


 

 

Você quer visualizar sua Gestão Empresarial
em apenas 6 módulos?

 

Experimente uma nova aplicação do CANVAS

do brainstorming
para um gamestorming

Pesquisas revelam que 45% da receita de uma organização
são gerados pelos melhores gestores da empresa.

Um dos maiores problemas para os gestores empresariais vem sendo a excessiva ocupação voltada para as operações do dia a dia, ou seja, menos orientada para a gestão executiva – mais voltada para resultado.

 

Do outro lado existe um consenso:

O gestor empresarial capacitado faz toda a diferença.

 

“Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite.”
Peter Drucker

 

Como sair disso?

 

Assim como um arquiteto utiliza uma planta para construir uma casa, um gestor empresarial deve desenhar um Modelo de Gestão Empresarial – antes de gerenciar.

No mundo dos negócios, modelos inovadores são emblemáticos nos dias de hoje; apesar disso, continuam pouco compreendidos.

Alguns gestores empresariais têm telas cheias de avisos e lembretes; outros têm quadros na parede e têm aqueles que têm mapas cheios de alfinetes coloridos

Mas o que é cada vez mais comum encontrar nas paredes é o Business Model Generation – BMG(Geração de Modelo de Negócio) – Canvas, inicialmente proposto por Alexander Osterwalder.

 

O BMG é uma ferramenta que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio.

O Canvas é um mapa visual pré-formatado, contendo os blocos do respectivo modelo de Negócios.

Em 2011, Alex Osterwalder e Yves Pigneur publicaram o livro “Business Model Generation”, apresentando uma nova forma de descrever e visualizar Modelos de Negócios.

 

2 – Gostaria de apresentar aqui o Modelo de Gestão Canvas uma nova forma de visualizar Modelos de Gestão Empresarial.

Partimos da premissa de que gestores empresariais são cobrados por resultados.

Se você está sentindo a crescente pressão para que a geração de resultado se torne prioridade na sua agenda, sugerimos aplicar o Modelo de Gestão Canvas; um modelo que estimula o gestor e sua equipe a remarem na mesma direção: planejar, atuar e monitorar de maneira a atrair e reter os seus stakeholders (colaborador – cliente – fornecedor/parceiro – comunidade – investidor).

 

O Modelo de Gestão Canvas é uma ferramenta simples na sua utilização, apesar de ser eminentemente estratégica, fácil para resumir as práticas principais da gestão empresarial e implementar modelos de gestão empresarial; ou seja, ideal para auxiliar o gestor empresarial ao elaborar a “bússola” da sua gestão empresarial.

 

O que é Gestão Empresarial?

Como Gestão Empresarial podemos entender o processo de alinhar (apenas) 6 passos: Definir Objetivo – Elaborar Estratégia – Estabelecer Prioridades – Desenvolver Pessoas – Desenhar Organização – Monitorar Resultado.

 

Por que utilizar o Canvas?

 

Adotado com êxito por organizações na Educação Corporativa e Educação Executiva, o CANVAS está crescendo como metodologia avançada para elevar o nível de inovação em soluções na Gestão Empresarial.

No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido, com grandes players como o Itaú, Bradesco, Whirlpool, Mapfre e outros, desenvolvendo capacidades de gestão empresarial.

“Métodos gráficos ajudam empresário a testar negócio
Ferramentas de baixo custo identificam gargalos, possibilidades e lacunas”
FSP de 2/12/2013
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1379321-metodos-graficos-ajudam-empresario-a-testar-negocio.shtml

 

 

Qual é o papel do CANVAS?

O mais importante é entender cada parte do Modelo de Gestão Canvas e compreender como ele pode ajudar nos questionamentos da sua gestão empresarial.

O conceito do CANVAS baseia-se na ideia do LEGO, onde peças se encaixam, permitindo inúmeras combinações, aqui na hora de criar os seus modelos de gestão empresarial.

Podemos destacar as características do CANVAS como segue:

CANVAS é uma abordagem para resolver problemas complexos,

CANVAS é uma aplicação estruturada e instigante,

CANVAS é um exercício interativo na busca de resultados de impacto.

 

 

 

Enfim, você consegue entender muito rápido o que quer dizer Gestão Empresarial, só olhando no Modelo de Gestão Canvas.

 

O que diferencia o CANVAS?

 

O CANVAS visualiza sua gestão empresarial em uma única(!) folha.

 


O CANVAS é a melhor forma para modular práticas de gestão empresarial até as peças se encaixarem.

 

O CANVAS é uma ferramenta que fomenta o entendimento, a discussão, a criatividade e a análise.

 

O CANVAS é um puzzle instigante, efetivo e lúdico.

 

O Modelo de Gestão Canvas permite aos gestores empresariais planejar, desenhar, visualizar, atuar e monitorar resultados de impacto para os stakeholders, de forma colaborativa.

 

Como aplicar o Modelo de Gestão Canvas?

Para aproveitar o máximo esta ferramenta, aqui algumas dicas na busca de um trabalho efetivo na sua equipe:

 

Fase 1 – O Modelo de Gestão Canvas, na sua formatação base, sugere montar um quadro com seis vigas distintas, que servem de ponto de partida para que gestores empresariais possam descrever sua gestão empresarial, gerando seu modelo de gestão empresarial.

 

> Objetivo: Crescer – com lucro – de forma sustentável

> Estratégia: Obter vantagem competitiva a partir da diferenciação

> Prioridades: Montar uma Agenda de Prioridades – de impacto

> Pessoas: Tornar se um Gestor cobiçado

> Organização: Desenhar uma Organização que aprende

> Monitoramento: Gerenciar resultado – com soluções de TIC

 

São estes os blocos, seqüenciado como o processo da gestão empresarial, com sua respectiva interpretação, prontos para que a equipe envolvida possa desenvolver elementos inovadores que garantam que a empresa crie ou mantenha vantagens competitivas.

 

Fase 2Imprima o quadro do Modelo de Gestão Canvas numa grande superfície, recomendo tamanho A 1, para grupos de pessoas começarem a esboçar e discutir elementos do modelo de gestão empresarial.

Estruturados em uma única(!) tela, de maneira visual e objetiva, os seis blocos dão uma visão geral de todos os aspectos envolvidos no dia a dia da gestão empresarial.

 

Fase 3 “Pense com as mãos”, partindo de perguntas-guia, descrevendo o que imagina para cada um dos blocos em adesivos (tipo post-it ou os modernos stattys notes magnéticos – vide WWW.stattys.com) que permitem que as ideias sejam colocadas, movidas ou descartadas;

 

 

Fase 4 – Use cores e desenhos para construir uma narrativa que ajude a compreender o seu modelo de gestão empresarial (storytelling);

 


Fase 5 – Use técnicas como brainstorming para gerar o máximo de ideias sobre como buscar resultados de impacto e como se diferenciar dos seus concorrentes, para construir, alterar ou avaliar sua gestão empresarial; não é necessário responder todas as perguntas, mas responder o suficiente para visualizar a sua gestão empresarial de forma macro; não tenha medo de colocar ideias “loucas” no quadro.

 

Fase 6Analise criticamente o modelo criado para refiná-lo e torná-lo prático o suficiente para implementá-lo.

O melhor de tudo: você vai vivenciar um momento instigante e envolvente – maios do que um brainstorming é um gamestorming!

Não há uma versão final – a ferramenta é dinâmica e será constantemente revisada ao longo do tempo.

 

O Modelo de Gestão Canvas é uma ferramenta viva, que pode mudar todos os dias, variando conforme mudanças no ambiente externo e interno da empresa ou expectativas do stakeholders.

A montagem do Modelo de Gestão Canvasé só o primeiro passo para criar o modelo de gestão empresarial da sua empresa, unidade, área ou projeto.

Depois de colocar as ideias, elas precisam ser validadas; é o momento de sair do escritório e conhecer os seus stakeholders.

 

Como a aplicação do Modelo de Gestão Canvas pode ajudar na carreira do gestor empresarial ?

A cada aplicação do Modelo de Gestão Canvas você vai aprendendo com a realidade e não somente com seus pensamentos.

A partir de questionamento contínuo, é possível aprender – sempre.

Não devemos ter medo de tentar o novo. Pode dar certo como pode dar errado. Seja como for, tentando é que se gera aprendizado.

Através do aprendizado podemos descobrir coisas que nos fazem deixar de ganhar dinheiro e coisas que permitem ganhar mais dinheiro – ponto de partida para incrementar a nossas ideias – plataforma para inovar – sempre….

 

O CANVAS é a melhor forma para visualizar soluções

Convidamos você para uma vivência instigante e envolvente para construir, alterar ou avaliar sua Gestão Empresarial.

“Saber o que fazer, mas não saber COMO, significa não saber”
Sabedoria Oriental

 

O que presumimos

1 – A empresa precisa escolher seu Modelo de Gestão.

2 – Pessoas empreendedoras fazem toda a diferença.

3 – O Mercado Internacional abre espaços lucrativos.

4 – O homem de negócios internacionais busca domínio intercultural.

5 – As soluções da TIC facilitam a gestão de resultado.

 

Pergunte a si mesmo se tem problemas quando o assunto é:

1 – Gerar resultado.

2 – Facilitar a sua carreira.

3 – Internacionalizar marketing e vendas.

4 – Negociar com interlocutores interculturais.

5 – Maximizar lucratividade.

 

Links:

Modelo de Gestão Empresarial – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gestao-empresarial-mge-canvas

 

2 – Como facilitar a sua Carreira

Modelo de Gestão VOCÊ – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gesto-voc-canvas

 

3 – Como internacionalizar Marketing e Vendas

Modelo de Internacionalização de Marketing e Vendas – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-internacionalizao-de-marketing-e-vendas

 

4 – Como negociar com interlocutores interculturais

Modelo de Negociação Intercultural – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-negociao-intercultural

 

5 – Como maximizar a lucratividade

Modelo de Gestão de Resultados através do Balanced ScoreCard – CANVAS

Aqui uma amostra
http://pt.slideshare.net/wkprisma/modelo-de-gesto-de-resultado-atravs-do-bsc

 

 

Observação

Caso você tenha um tema específico, que não esteja relacionado acima, entre em contato conosco para que possamos desenvolvê-lo especialmente para sua necessidade.

 

A Cysneiros e Consultores Associados desenvolve consultoria em Design Thinking.

 

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