20 tendências em redes sociais que se confirmaram em 2016

Principais tendências do marketing digital em 2016

Por isso foram protagonistas nas estratégias de marketing e negócios dos últimos 5 anos, onde as empresas e agências reagiram e reorganizaram suas estruturas, especializando-se e se atualizando firme e constantemente.

Estamos no meio de um mercado digital com 4 potências muito bem estabelecidas (Facebook, Twitter, Whatsapp e Instagram); no entanto, todos os dias, vemos novas redes nascerem e se desenvolverem com uma estratégia definida: deslumbrar os usuários baseadas em interesses pouco explorados pelos gigantes.

Este é o melhor momento para parar, respirar e imaginar o que a evolução está preparando para nós em 2016.

Abaixo, apresentamos 20 tendências das mídias sociais para 2016.

1. Social Peer to Peer

Gigantes da tecnologia na guerra por carteiras digitais.

No final de 2014 boatos sobre a disponibilização de um recurso de pagamento no Facebook já eram lidos. Os boatos se tornaram realidade em 2015 com a formalização da função Facebook Payment juntamente com o lançamento do serviço nos Estados Unidos. Em 2016, espera-se uma massificação mundial e com ela a entrada com tudo na guerra do Peer to Peer contra os famosos, como a Apple com seu aplicativo Apple Pay e os novatos como Square e até mesmo os veteranos do pagamento online PayPal.

 

A guerra já está em andamento, no entanto o Facebook tem a vantagem de ser conhecido no mercado social e ter mais de 1.000 bilhão de usuários logados por dia.

2. Podcast

Vai ressuscitar o clássico método de divulgação de informações.

Os Podcasts de áudio começaram a ser um dos principais recursos para a divulgação de informações a partir do ano 2000, graças à leveza dos arquivos que geravam uma rápida transferência de grandes quantidades de informação.

É oferecida ao usuário a possibilidade de escolher qual música ele gostaria de escutar, de graça, e praticamente de qualquer dispositivo. Portanto, não é nenhuma surpresa que, de acordo com Journalism.org, a porcentagem de americanos que ouviram um podcast praticamente duplicasse passando de 9% em 2008 para 17% em 2015.

Em 2016, espera-se uma forte globalização, principalmente por Podcasts em formatos de vídeo.

3. Buy button race

A globalização e o e-commerce móvel e de vendas rápidas em plataformas sociais.

A corrida pelo social e-commerce móvel terá dois novos participantes que virão ameaçar os gigantes Facebook e Twitter, são eles: o Instagram e o Pinterest que anunciou que a opção Comprar está habilitada.

Cada um deles conta com público receptivo que se encontra no bate-papo, navegando pelas últimas tendências, compartilhando fotos e vídeos, etc., portanto falamos de redes funcionais, temáticas e em tempo real.

Com uma oferta razoável, os consumidores podem ser forçados a agir com rapidez e a desistir de “ver vitrines obsessivamente”, uma das características das transações via Internet, para gerar vendas mais rápidas na comparação de produtos e processos de pagamento, já que uma vez que os dados de pagamento são arquivados, as compras estão a um ou dois cliques – ou dedos – de distância.

4. Dispositivos inteligentes mais sociais

Aproveitar a conectividade e o uso social para melhorar o contexto de experiências complexas.

Sensores de baixo custo deram lugar a uma explosão de dispositivos inteligentes, desde eletrodomésticos com termostatos e refrigeradores até pulseiras fitness e relógios inteligentes que coletam dados e os inserem em aplicativos sociais.

O desafio é melhorar a inteligência social. Um exemplo bem simples: uma geladeira inteligente, que monitora meus eventos no Facebook, vê que estou planejando uma festa e contabiliza quantas pessoas aceitaram o convite. Ela deveria calcular e me avisar quanta cerveja tenho que comprar.

Esse caminho é inevitável, assim que um dos desafios de 2016 será melhorar a escuta, a análise e a resposta sobre a necessidade social do usuário.

5. Redes sociais privadas

Será este o ano da consolidação das redes sociais “privadas”?

Em 2015 vimos um número elevado de redes sociais anônimas e de conteúdo descartável, tais como Snapchat, Secret, Whisper, Yik Yak, Telegram, só para citar algumas. Com isso percebemos que muitos usuários preferem que suas conversas e presença não deixem registro.

No entanto, o gigante SNAPCHAT foi hackeado em várias ocasiões e muito do conteúdo “sem registro” foi espalhado na Internet. E outros escândalos vieram à tona, como o do Whisper e o conteúdo do seu banco de dados.

O Facebook está se aproximando rapidamente, liberando links para que os usuários possam revisar seus perfis através do TOR, uma rede anônima.

Esperamos que 2016 seja o ano onde as promessas de segurança, que não são fáceis de serem cumpridas, aconteçam, e mais e melhores plataformas para esta forma de comunicação sejam integradas.

6. O YouTube continuará perdendo terreno

O Facebook, Vine e Tumblr estão chegando com força na guerra pelo vídeo on-line.

Não contar com uma rede social forte que o ampare está saindo caro para o Youtube.

O Facebook, Vine e Tumblr estão substituindo o Youtube como a plataforma preferida para subir e compartilhar vídeos e vêm ganhando terreno de mês a mês.

Mesmo que o YouTube continue sendo o canal mais eficaz (de alcance e custo), é claro que existem muitos outros atrás dele. Para as empresas vai ser um grande desafio se envolver mais cedo com esses canais sociais e aproveitar seu acelerado crescimento.

Instavid, Vine, Snapchat e Hyperlapse, também estão ganhando terreno principalmente como redes sociais de nicho e contexto para o momento e necessidade de uso do usuário.

É previsto que 2016 seja definitivamente o grande ano da batalha pelo vídeo online.

7. O engajamento orgânico continua diminuindo

A social key metric está cada vez mais restrita.

“Desde que as corridas são cronometradas, corre-se mais rápido”, e uma das métricas que mais gostamos de observar é o Engajamento, que talvez envolva a métrica mais mística, rodeada de infinitas ideias, definições e fórmulas que tentam explicá-la.

Por exemplo, o Facebook perdeu o engajamento orgânico médio das publicações entre 45% e 75%, ao modificar seu algoritmo; portanto as empresas, para impactar seus fãs e seguidores, vão ter que enfrentar dois cenários:

(a) Realizar pautas de investimento em redes sociais.
(b) Abrir-se para novas redes sociais.

A tendência parece indicar que as métricas orgânicas vão continuar diminuindo em 2016, portanto, as marcas devem, mais cedo ou mais tarde, repensar suas estratégias sociais.

8. A consolidação do content marketing

O content marketing é crucial para responder para os usuários ávidos de informação.

Os marqueteiros estão entendendo como tirar o máximo proveito dos conteúdos ao interagir com informação útil e ou de entretenimento. Com isto em mente, não é de se estranhar que em 2016 o principal objetivo para quem trabalha em marketing seja a construção de relações e a lealdade.

Para alguns líderes da indústria como HubSpot, KISSmetrics e Moz, a construção destas relações depende, por exemplo, de manter blogs de qualidade. O blog do HubSpot, por exemplo, tem 37% do tráfego do site, enquanto que apenas 13% entra pela página inicial do Hubspot.

Parece que em 2016 teremos que repensar sobre as vias de contato com os usuários que estão cada vez mais demandantes e exigentes e assim gerar conteúdo de qualidade e aproveitar o ecossistema digital para melhorar nossos serviços online.

9. O dever de patrocinar conteúdo social

De mãos dadas com a baixa do engajamento orgânico, investir em divulgação de conteúdo vai ser imprescindível.

Twitter, Facebook, Instagram, Pinterest, Vine e outros estão lançando novos formatos de pagamento que chegarão em 2016.

Esta mudança está em andamento, como já vimos no surgimento de fotos patrocinadas e vídeos no Instagram, Promoted Pins e Pinterest, e campanhas publicitárias baseadas em objetivos no Twitter.

O sinal mais evidente dessa mudança está no Facebook, onde a drástica diminuição no engajamento orgânico deixa claro que, para chegar aos fãs, as marcas terão que pagar.

Cada vez mais falta menos para que empresas e agências comecem a se esmerar por uma estratégia social que terá que garantir que o conteúdo chegue de verdade aos fãs.

Agora, assim como foi em Search, o desafio é aproveitar a data e as ferramentas inteligentes de publicidade social para melhorar orçamentos que geralmente são restritivos.

10. Real Time vs. Right Time

Em vez de publicidade e conteúdo em tempo real, o desafio será estar no momento ideal.

Em vez de pensar em respostas ou estar em tempo real, as empresas e agências vão investir em uma nova maneira de interagir com o usuário.

Em 2016, veremos menos respostas rápidas, e mais as intenções de fornecer um conteúdo perfeito para compartilhar com o público correto no momento ideal.

Para algumas marcas, isso significa olhar além dos horários e redes tradicionais. Somos um pouco “forçados” a falar sobre certas tendências ou contingências em nossas redes? Se for assim, é uma boa hora para repensar.

Precisamos identificar os momentos que realmente são importantes para o nosso público. Depois, desenvolveremos o conteúdo personalizado sobre estas questões que ressoarão empaticamente e de maneira natural com o público.

Lembre-se: Tempo Real não é a mesma coisa que Momento Ideal.

11. Menos venda, mais assessoria

Quanto menos venda ou anúncios, mais uma forte ênfase ao atendimento ao cliente desponta.

O Social, um espaço no qual os consumidores estão cada vez mais ativos e exigentes, oferece plataformas para um contato mais direto e uma assessoria de atendimento personalizado ao cliente, facilitando uma experiência mais humana e mais valiosa.

Em 2016 as marcas vão começar a entender a necessidade de transformar as redes sociais em verdadeiros oásis e laboratórios de experiências para o usuário.

No off-line (até mesmo em lojas e filiais), cada vez mais automatizado e criticado socialmente como uma relação marca-consumidor robótica e pouco pessoal, as marcas vão confiar nas mídias sociais para enriquecer, diferenciar e melhorar a reputação da mesma.

12. Redes sociais de nicho

A explosão das redes voltada aos “interesses esquecidos” dos usuários.

2016 é visto como o ano em que a indústria buscará usuários em redes sociais com interesses incomuns, permitindo que eles conheçam outras pessoas com os mesmos interesses ou hobbies.

Existem muitas razões pelas quais os usuários migram para longe dos canais sociais mais “tradicionais”. No entanto, já que o panorama continua se abrindo e cada vez mais aparecem redes de nicho, as empresas devem reagir; e identificá-las, estudá-las e compreendê-las é importantíssimo. Depois coincidir estes interesses e comportamentos com canais sociais realmente apropriados.

Redes como Kerboodle (direcionado para aqueles que gostam de fazer compras), Foodie (Comunidade que busca globalizar receitas) ou Ravelry (comunidade para artesãos e designers) serão fontes de inspiração para novas plataformas baseadas nesses “interesses esquecidos”.

13. As despesas de publicidade no Facebook: um problema

As despesas de publicidade e sua demanda vão aumentar significativamente.

Como vimos em uma tendência anterior, não é nenhum segredo que o engajamento orgânico do Facebook está diminuindo significativamente, e se tornou uma verdadeira dor de cabeça para as empresas e agências que estão usando plataformas sociais para fins de marketing, branding ou comerciais.

Este constante declínio no engajamento ganhou o nome de “Filter feed problem”.

Como o Facebook continua limitando o número de posts que os fãs podem ver, a demanda de posts e anúncios patrocinados necessariamente continuará aumentando. E com este aumento de demanda, virá o aumento dos preços.

De acordo com um artigo da Ad Week, os preços de 2014 aumentaram 10% em relação a 2013. Em 2015 a tendência é maior e parece que vai piorar em 2016 e que, obviamente o engajamento orgânico vai continuar caindo.

14. O ano do social mobile

A revolução de dispositivos móveis e uso social.

Mais eficaz do que qualquer outro canal, o dispositivo Móvel pode acompanhar o usuário em micro momentos de diferentes etapas do “consumer journey”, seja através de SMS, notificações push, aplicativos de recomendação de produtos, localização, apps, etc.

Considerando um aumento aproximadamente de 90% de dispositivos móveis no mundo inteiro, vemos que, melhorar constantemente sua presença móvel foi um dos principais objetivos em 2015 das grandes redes sociais e web sites.

Em 2016 esperamos ver as webs cada vez mais otimizadas para novos dispositivos e redes sociais, contextualizando o conteúdo em tempo real e momento ideal para os usuários que estão sempre conectados e aproveitando a mais alta tecnologia móvel e o maior uso de redes sociais em dispositivos móveis mais do que em desktops.

15. Google+ continuará desaparecendo

A rede social do Google cairá na obscuridade.

Com o fracasso do experimento do Google Authorship, o Google + ainda não conseguiu deslumbrar outra vez e continua sem oferecer nenhum recurso único que hoje em dia o Twitter, o LinkedIn, o Instagram e o Facebook não forneçam.

Depois da divulgada saída do chefe evangélico do Google +, Vic Gundotra e a falta de iniciativa em colocar na equipe algum líder influente, muitos especuladores como Techcrunch declararam que Google + é o “The Walking Dead” do mundo digital, e a verdade é que tudo parece indicar que a plataforma está sofrendo uma lamentável queda para a mais profunda obscuridade.

16. Os vloggers

A oportunidade – e necessidade – de construir relações com os Vloggers.

Isso ia acontecer. A popularidade dos denominados “Vloggers”, estas novas estrelas que geralmente são jovens independentes que filmam aspectos de seu dia a dia e contam com milhares – ou milhões-de fiéis seguidores, já está traçando um evidente caminho que o marketing e a publicidade digital devem seguir.

É questão de contar. Dos 100 primeiros canais do YouTube com mais inscritos, mais de 20 fornecem Vlogs como estilos de conteúdos audiovisuais, demonstrando uma excelente oportunidade para as marcas se envolverem com eles.

Este ano esta é uma tendência que vai vir com força, e onde veremos os Vloggers inserirem em suas criações conteúdos patrocinados de marcas que combinem com eles.

17. O Instagram continuará crescendo

A rede social está ganhando poder e é vista como uma das que mais crescerá em 2016.

Em 2015 o Instagram se consolidou como a rede mais popular para compartilhar imagens e vídeos. Este lugar no ranking é reafirmado por Forrester que alegou que os posts do Instagram geram 58 vezes mais engajamento que os mesmos no Facebook e 120 vezes mais do que no Twitter.

Espera-se que este ano a publicidade no Instagram estimule a plataforma e a obrigue a gerar maiores esforços para garantir a exposição, que se sustentará à medida que o número de usuários for crescendo, tais como indicam as projeções.

Se dentro da sua estratégia de marketing você ainda não usa o Instagram, este é o momento de avaliá-lo.

18. Avalanche de métricas sociais

Sim, mais métricas.

Um componente essencial para avaliar os esforços nas mídias sociais são as métricas “sociais”.

Mas diante da chegada de várias redes de nicho e da consolidação das redes sociais consideradas “secundárias” pelas marcas, e que agora deverão ser encaradas como parte do plano de marketing, vai abrir mais ainda o universo de análises, já que como é evidente, medir os fãs não é suficiente.

O papel das agências e dos tomadores de decisões nas empresas será crucial para determinar o que, quanto, quando e como medir esta avalanche de números, definindo os objetivos de negócio e criando quadros de comandos fáceis de entender e mexer.

Vai ser crucial identificar e usar as métricas certas.

19. O vídeo será o rei

O vídeo representará o uso da maior parte do tráfego de internet no mundo.

2013 foi um ano de mudanças para o vídeo como formato de difusão em redes sociais, graças a um cenário adequado em termos de aumento de conectividade, aplicativos mais resistentes e maior capacidade tecnológica dos dispositivos móveis.

As redes sociais como Facebook e Twitter implementaram mais e mais recursos para melhorar o consumo de vídeo, como o fundamental recurso de “reprodução automática de vídeo”. Por outro lado o Facebook já se tornou o novo “Youtube”.

O surgimento de Periscópe e o crescimento explosivo do Instagram não faz mais do que comprovar esta previsão.

Por isso que a Cisco projeta que, em 2016, o vídeo representará cerca de 70% de todo o tráfego de Internet gerado no planeta.

20. O surgimiento do Ello

O Ello conseguiu o que o Google + não conseguiu em anos, deixar o Facebook nervoso.

Se tivessem nos perguntando em 2014, não teria feito parte das nossas respostas.

Hoje estamos diante de uma nova plataforma social destinada a lutar ombro a ombro com o gigante das redes sociais, o Facebook.

A plataforma causou um grande rebuliço; apelidado por alguns como a “rede social inovadora”, Ello oferece uma experiência sem publicidade e se compromete a não vender as informações de seus usuários a terceiros, a mesma declaração que tornou popular o Whatsapp quando foi criado.

Ainda não sabemos se o barulho foi gerado pela posição “anti-Facebook”, ou se tem conteúdo, design e funcionalidade para derrubar gigantes, no entanto, Ello é provavelmente uma das promessas mais importantes para 2016.

Autor: Rodrigo Orellana, alto executivo de áreas comerciais e de marketing, formado em publicidade (DUOC UC) e engenharia comercial (UAI / UADE) com mais de 6 anos de experiência no mercado digital. Fonte: INTEL

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