Tendências em mídia digital em 2017


De várias tendências apontadas pelo estudo, Meio & Mensagem separou os temas que aparecem com mais frequência e que ganharam maior atenção dos especialistas:

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Microinfluenciadores
Segundo Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), haverá uma nova fase na relação entre influenciadores digitais e audiência. “Até então, o foco era em influenciadores com audiência de massa, com milhões de seguidores. Porém, logo deveremos valorizar também microinfluenciadores que possuem uma média de seguidores maior do que seus pares”, diz Messa.

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Chatbots
Para Amanda Serra, líder de conteúdo na Accenture Interactive, os chatbots vão mudar o trabalho do SAC 2.0. “A tecnologia tem avançado em um ritmo bom e acredito que a mudança vai atingir não somente o dia a dia, como também pode influenciar na estrutura de equipes e job descriptions”, diz Amanda, se referindo aos robôs que simulam diálogos reais nas redes sociais.

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Data Insight
Ainda de acordo com Eric Messa, outro assunto em alta são as possibilidades existentes para o marketing com os dados disponíveis. “Ainda damos pouca importância para tudo que é registrado nos aplicativos e sites que acessamos. Porém, profissionais de comunicação de várias áreas começam a perceber que podem extrair informações e insights do Waze e do Google Maps, por exemplo”, diz Messa.

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Realidade Aumentada
Márcia Siqueira, professora do Centro Universitário Belas Artes, observa a importância da interação entre espaços real e virtual. “O efeito dos processos de aceleração indica a criação de espaços de interação entre as pessoas e todas as coisas com utilização de Realidade Virtual e Aumentada”. Ela alerta, no entanto, que o mais preocupante dessa nova realidade é a falta de privacidade e os filtros invisíveis aos usuários.

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Realidade Virtual
Experiências imersivas em Realidade Virtual, com a chegada ao mercado dos óculos de VR, trarão novas maneiras de criar conteúdos disponíveis para marcas e agências. Novos espaços de mídia devem começar a aparecer como uma nova versão de InGame Ad, que foi pouco explorado nos últimos anos. Muitos veículos já testam a tecnologia na distribuição de conteúdo. Fora do Brasil, o maior exemplo é o The New York Times e, por aqui, a Veja já faz uso da tecnologia.

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Vídeo First
Patrícia Moura, planejamento da Heads Propaganda, ressalta que a predominância do acesso móvel à internet sobre os demais dispositivos já é realidade e os smartphones estão proporcionando maior consumo de vídeo. “O Vídeo First, termo publicado em novembro de 2016 por Mark Zuckerberg para anunciar os números de consumo de vídeos nas plataformas, irá ter um peso muito maior na comunicação em social media nos próximos anos, alterando a forma como as marcas produzem conteúdo”, diz Patrícia.

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Realidade Mista
Patrícia observa que, atualmente, muito mais adaptadas às redes sociais e com melhor conexão à internet, as pessoas voltarão a buscar ambientes como aquele do Second Life, que foi sucesso em 2003. “Muito em breve, os gigantes da tecnologia estarão disputando a nossa atenção em mundos mistos e as marcas vão querer fazer parte disso.” A junção de Realidade Aumentada e Virtual, mais Internet das Coisas, deve gerar um ambiente relevante e desafiador para as marcas e profissionais de marketing.

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Inteligência Artificial
Ainda de acordo com Patrícia, as inúmeras notícias sobre o avanço do desenvolvimento da inteligência artificial na comunicação, no cinema e na ciência vão aumentar. “Em dezembro, a Inteligência Artificial Sophia estampou a capa da revista Elle tendo sido clicada por ninguém menos do que Bob Wolfenson. Não podemos negar que eles já estão entre nós e a tendência do mundo do marketing é que sejam utilizados pelas grandes corporações para agilizar soluções tecnológicas e atendimento ao cliente multicanal.”

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Data Driven Marketing
Eduardo Prange, CEO da Zeeng Data Driven Platform, explica que o conceito que envolve um conjunto de práticas e estratégias com base em dados disponíveis no mercado ganhará ainda mais força neste ano. “Em 2017, as interfaces de acesso aos dados serão ainda mais naturais e de fácil entendimento. Muitos desses aspectos se dão graças à evolução de diversas áreas voltadas a inteligência artificial e machine learning”, diz Prange.

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Internet das Coisas
O advento das mídias interativas e da inteligência de itens como TVs e refrigeradores vão ganhar ainda mais força em 2017. O aumento da conectividade em vários níveis e a interação e sinergia entre diversos devices aumentarão ainda mais as interfaces de distribuição de conteúdo.

Por: Luiz Gustavo Pacete
Fonte: Meio & mensagem
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Quando se fala em inovação de marketing, as pessoas logo pensam em aplicativos revolucionários ou em novas mídias sociais que vão captar clientes aos milhares.

Na verdade, antes de desenvolver um novo produto ou serviço que aproveite o melhor da inovação de marketing digital é necessário entender as tendências do mercado, o que está mudando no mundo e como aproveitar esse novo jeito das pessoas se relacionarem, consumirem e buscarem atender seus desejos e necessidades.

Muitas vezes, um novo design ou a criação de um logotipo já podem configurar uma inovação em sua marca que vai atrair novos consumidores.

Por isso é muito importante ficar atento a esta miopia digital, em que as pessoas focam seus esforços em soluções de marketing digital e tecnologia da informação sem antes analisar se aquilo realmente atende a alguma necessidade ou desejo dos consumidores.

É aquela vontade louca de criar uma startup no estilo Facebook ou Uber para ficar rico e famoso rapidamente.

O fato é que estes dois exemplos só funcionaram porque seus criadores souberam como transformar tendências de mercado em realidade.

Um exemplo muito comum é a já manjada análise constante que se faz da tão propalada geração X e as mudanças que ela causou na maneira de se fazer negócios, principalmente no que se relaciona à internet e às redes sociais.

E talvez você já tenha ouvido falar na geração Y, mas você já ouviu falar nas gerações W, Z e Alpha?

É claro que estes conceitos vêm e vão, são trocados e mudados com a velocidade do mundo em que vivemos, mas se você realmente busca a inovação no marketing de conteúdo (ou outras formas de marketing), precisa conhecer as tendências que estão por aí, como elas vão influenciar seu relacionamento com o consumidor e a maneira de gerar conteúdo relevante para ele.

Inovação de Marketing: 4 tendências que é preciso conhecer

1- Gerações X, Y, W, Z e Alpha

A geração X são os filhos dos Baby-Boomers, fruto da explosão populacional com a volta dos soldados da Segunda Guerra Mundial. Essas crianças (Baby-Boomers) nascidas entre 1945 e meados dos anos 60 eram mais conservadoras e objetivas, menos consumistas.

Agora sim, vamos às outras gerações:

Geração X: Nascidos entre 1960 e 80, se “rebelaram” com os pais certinhos. Buscavam liberdade e direitos civis.

Geração Y: Nascidos de 80 a 2000, os também chamados Millennials estão constantemente conectados, têm pressa em realizar o que querem, sendo muito competitivos. Mas, por outro lado, consideram que devemos trabalhar para viver e não viver para trabalhar.

Geração W: Uma variante dos Y, nascidos no mesmo período, são pessoas mais emotivas e menos competitivas, igualmente conectadas, mas sabendo transitar por todos os círculos de conhecimento, evitando se isolar no mundo virtual, sem deixar de admirá-lo.

Geração Z: A geração de 1990 a 2010, que já encontrou o mundo virtual pronto para ser curtido em sua totalidade! Por isso o encaram com muito mais naturalidade e muitos os consideram os verdadeiros “nativos digitais”, isto é: pessoas que não precisaram se adaptar a um mundo conectado 24 horas por dia.

Geração Alpha: Nascidos depois de 2010 e totalmente imersos no ambiente digital, sem preconceitos ou alguns receios ainda enfrentados por algumas das gerações anteriores. Acredita-se que vão se desenvolver muito mais independentes. Têm a característica de serem muito mais observadores e estão expostos a muito mais estímulos positivos e educativos que anteriormente.

Baseado nesses perfis possível pensar em inovações de marketing. Que produto ou serviço você poderia desenvolver para as crianças da geração Z, por exemplo?

Uma empresa na Índia resolveu transformá-las em gênios e criou um serviço que promete “promover o desenvolvimento super sensorial nas crianças”. Confira: Genius Kid.

2- Produtos Freemium

Você sabe o que é Freemium? É uma inovação de marketing que consiste em oferecer produtos ou serviços de alta qualidade gratuitamente por um curto período de tempo ou conseguir dar acesso a eles para pessoas que normalmente não teriam.

Um exemplo é usar o serviço Premium do LinkedIn por um mês e depois, se gostar, assinar o serviço. O Skype é outro que usa uma tática parecida: para usar Skype como telefone, ligando para outros números, é preciso pagar. Mesmo representando apenas 12% de seus usuários, estes valores são suficientes para que os outros usem o Skype de graça para conversar com outros computadores, sem usar números de telefone.

3- Coolpon

Este trocadilho unifica o velho conceito do cupon de descontos com uma ação legal, divertida, bacana (cool em inglês).

Um exemplo dessa inovação de marketing foi uma ação da Ford chamada “Orgulho Ford”, em que os proprietários desse veículo poderiam trocar gratuitamente o logo da marca, o emblema metálico que fica fixado no carro, por um novo, em melhor estado, se quisessem.

Empresas que notificam ofertas em tempo real para seu celular quando você passa perto do ponto de venda com preço especial também é um exemplo da tendência Coolpon.

4- Varejo virtual reativando o ponto de venda real

Esta inovação de marketing mostra que o varejo real, com lojas físicas, não vai morrer, mas será potencializado pelo varejo virtual. Algumas lojas já usam dispositivos que dão alertas aos clientes, dentro das lojas, sobre os produtos que eles pesquisaram recentemente na internet.

Fazem isso ao verificar seus dados no celular e, em alguns casos, mostram até vídeos e vitrines virtuais indicando a oferta antes mesmo que você peça a um atendente. Um dos dispositivos eletrônicos que permite isso são os chamados ESC – Eletrônic Shelf Labels (mais simples) e os NFC – Near Field Communication.

Como você viu, a inovação de marketing começa pela análise de uma tendência e pode se transformar em uma ação bacana para sua empresa se fizer sentido.

Inovar por inovar, sem estratégia ou objetivo, não leva a nada.

* Esta postagem foi escrita pela equipe da We Do Logos, a maior plataforma criativa da América Latina.

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Growth AirBnB


AirBnB - Toronto - Canada - Flammarion Cysneiros
Quanto estive na sede do AirBnB em Toronto/CA, percebi claramente uma estratégia para o crescimento da empresa.
 
Pode ser considerada a maior rede hoteleira do mundo sem ser um hotel.
 
O AirBnB possui a maior quantidade de leitos (quartos) do mundo, sem nem sequer possuir um próprio.
 
Como isso pode acontecer?
 
A estratégia PPL e o investimento em Growth Hacking.
 
People + Places + Love = AirBnB
 
O mundo está mudando?
 
Não, já mudou!

Todas as empresas de Google, Alphabet e produtos da A a Z


alphabet

O Google anunciou que vai se dobrar em uma empresa maior, chamada Alphabet. O novo Google “slimmed”, como o atual CEO Larry Page colocou, agora será dirigido por Sundar Pichai, até agora o chefe de produto da empresa. A Pichai gerenciará os negócios principais do Google, como pesquisa e publicidade. Alphabet será essencialmente uma holding para o Google, bem como todos os projetos, ideias loucas, investimentos de capital e subsidiárias que a Google adquiriu ao longo dos anos. A página continuará como CEO do Alphabet, e o co-fundador do Google, Sergey Brin, será seu presidente.

E é um nome bastante adequado, visto que, de fato, existe um projeto, negócio ou produto do Google: desculpe, alfabeto – por cada letra do alfabeto. (Embora ainda não esteja claro em todos os casos, quais deles serão executados como unidades de negócios Alphabet separadas do Google).

A – Android / AdSense / Analytics / Ara / AdMob / Alerts

B – Blogger / Boston Dynamics / Books

C – Calico / Cardboard / Capital / Contact lenses

D – Drive / DeepMind / Design / DoubleClick

E – Earth / Express

F – Fiber / Fi / Flights / FeedBurner / Firebase / Finance

G – Google (duh) / Gmail / Glass / Groups

H – Hangouts

I – Images / Ingress / Inbox / Invite Media

J – Jump

K – Keep

L – Local / Loon

M – Maps / My Business / Makani

N – Nexus / News / Now / Nest

O – Offers

P – Plus / Play / Photos / Picasa / Pixate / Patents

Q – [Nexus] Q

R – Refine / reCaptcha

S – Search / Self-driving car / Shopping / SageTV / Stackdriver / Skybox / Skia / Scholar

T – Translate / Tango

U – URL shortener

V – Voice / Ventures / VirusTotal / Video

W – Wear / Wallet / Web Toolkit / Wing

X – Google X labs

Y – YouTube

Z – Project Zero / Zagat

And in case you want a visual representation of that:

The above image was taken by OC Always and shared under a CC BY 2.0 Creative Commons license from Flickr.

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