Sebrae lança edital para credenciar consultores e instrutores


seja-um-consultor-sebrae-cysneirosEmpresas de consultoria ou instrutoria interessadas em fazer parte do cadastro nacional de prestadores de serviços do Sebrae têm até o dia 10 de fevereiro para se inscreverem. O edital foi lançado nesta segunda-feira (9) e está disponível no site http://www.sebrae.com.br/credenciesuaempresa. As empresas selecionadas serão contratadas para prestar serviços ao Sebrae, quando houver demanda, respeitando os critérios de rodízio.

O edital vai cadastrar empresas das seguintes áreas do conhecimento: Recursos Humanos, Empreendedorismo, Educação, Serviços Financeiros e Contábeis, Marketing e Vendas, Negócios Internacionais, Planejamento Empresarial, Gestão da Produção e Qualidade, Legislação Aplicada aos Pequenos Negócios, Sustentabilidade, Inovação, Tecnologia da Informação, Desenvolvimento Territorial, Associativismo e Cooperativismo, Desenvolvimento Setorial e Políticas Públicas.

O credenciamento é composto por duas etapas. A primeira é a inscrição, via sistema informatizado. A segunda, habilitação jurídica e qualificação técnica da empresa, quando serão analisados todos os documentos enviados, via sistema e por meio físico, incluindo os atestados de capacidade técnica fornecidos por seus clientes.

Podem participar do processo empresas com matriz ou filial domiciliada em qualquer estado do país, sendo que, ao ser credenciada, a empresa não poderá participar do credenciamento de outra Unidade Sebrae (com o mesmo CNPJ); legalmente constituídas há, no mínimo, quatro meses – a contar da data de publicação do Edital; e compostas por, no mínimo, dois sócios.

Serão exigidos ao menos três atestados por área/subárea de conhecimento e natureza da prestação de serviços (consultoria ou instrutoria) fornecidos por seus clientes, incluindo o Sebrae e os Sebrae/UF, que juntos deverão somar 600 horas de prestação de serviços.

A empresa deverá credenciar dois profissionais, sócios ou empregados, em até três áreas de conhecimento, sem limite de subáreas, e deve possuir em seu objeto social a possibilidade de prestar serviços de consultoria e/ou instrutoria na(s) área(s) de conhecimento de interesse.

Empresas credenciadas no Sistema de Gestão de Credenciados (SGC), que atendam às regras e requisitos deste Edital, poderão participar do processo de credenciamento e, se habilitadas, compor o banco do Sistema de Gestão de Fornecedores.

Acesse: www.sebrae.com.br/credenciesuaempresa

Fonte: SEBRAE

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Edital SENAI SESI de Inovação (Aeronáutica e Saúde)


Foi prorrogado até 30 de janeiro de 2017 o prazo para empresas inscreverem projetos de protótipos ou estudos de viabilidade técnica; serão selecionadas dez propostas com investimento total de R$ 2 milhões.

Empresas do setor aeronáutico interessadas em obter financiamento para ideias de protótipos conceituais ou estudos de viabilidade técnica têm até 30 de janeiro de 2017 para inscrever projetos no Edital SENAI SESI de Inovação. Foi prorrogado o prazo para a inscrição que terminaria em 30 de novembro. O desafio foi lançado pela agência de inovação sueca Vinnova, com investimento de R$ 2 milhões.

Serão selecionadas dez ideias em áreas tecnológicas como sistemas inteligentes de bordo e tráfego aéreo. Cada projeto receberá R$ 100 mil aportados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) aos integrantes brasileiros da equipe e R$ 100 mil pela agência aos membros suecos. As propostas têm de ser apresentadas em inglês. Os protótipos serão desenvolvidos entre julho de 2017 e julho de 2018. “O objetivo, neste primeiro momento, é encontrar parceiros e testar as suas ideias para verificar a viabilidade e impacto da inovação proposta”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim.

DESAFIOS – Assim como a Vinnova, a aceleradora de empresas Techmall S.A e a Fundepar, gestora de um programa de investimentos para firmas emergentes, já apresentaram desafios específicos a pequenas empresas e startups por meio do Edital SENAI SESI de Inovação. Instituições interessadas podem apresentar propostas a qualquer momento. “Nosso objetivo é conectar empresas nascentes, principalmente as startups, a grandes indústrias e, assim, fortalecer as cadeias produtivas industriais no campo da inovação”, afirma o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.

A exigência é que a empresa invista no projeto selecionado, pelo menos, o mesmo volume aplicado pelo SENAI, com valor mínimo de R$ 75 mil. A instituição-âncora poderá, a seu critério, empregar quantias superiores. As empresas devem preencher o modelo de submissão de desafios constante no site do Edital. O documento também deve ser enviado para o email equipeinovacao@cni.or.br.

PROMOÇÃO DA INOVAÇÃO – O Edital SENAI SESI de Inovação integra os esforços do Sistema Indústria para promover a cultura de inovação no país e aumentar a competitividade das empresas. Além de desafios específicos, o Edital também está recebendo propostas de empresas e startups interessadas em recursos para projetos de inovação tecnológica em diversas áreas. Em 20 de fevereiro de 2017 serão conhecidos os escolhidos do terceiro ciclo de seleção.

Neste ano, serão aportados R$ 23,6 milhões, a maior parte (R$ 20 milhões) executada pelo SENAI e o restante (R$ 3,6 milhões) pelo Serviço Social da Indústria (SESI). Nesse último caso, são financiadas iniciativas que reduzam riscos de doenças e de acidentes de trabalho na indústria.

Os projetos serão selecionados com base em critérios como o potencial de inovação e de comercialização do produto ou do processo. O edital prevê um bônus de 50 pontos para as seguintes startups inovadoras:

• As formadas a partir de projetos finalistas do INOVA SENAI Nacional a partir de 2015;
• As apoiadas por programas de aceleração do SENAI;
• As finalistas da fase 3 do programa Inovativa Brasil do MDIC a partir de 2014;
• As apoiadas pelo programa Startup Brasil do MCTI em 2016;
• As finalistas das edições do Lemonade de 2016;
• As vencedoras do ITA Challenge 2016;
• As selecionadas pelo SENAI no Open 100 Startups 2016.

Além do fomento, o SENAI oferece apoio na forma de infraestrutura. Uma rede nacional com 25 Institutos de Inovação realiza pesquisa tecnológica e desenvolve novos produtos e soluções diretamente com empresas de todos os portes. O SENAI conta ainda com 57 Institutos de Tecnologia, com 1.200 especialistas que prestam serviços em áreas como metrologia, testes de qualidade, consultoria em processos produtivos específicos de diferentes setores, entre outros. Desde a primeira edição, em 2004, até 2015, o Edital de Inovação recebeu 5.450 propostas. Ao todo, 686 projetos foram aprovados.

Categorias do edital para submissão de projetos
-Inovação tecnológica, para projetos de até R$ 400 mil
-Protótipos de inovação, para projetos de até R$ 150 mil
-Inovação em Saúde e Segurança no Trabalho e Promoção da Saúde, para projetos de até R$ 400 mil

Seleção das instituições-âncora
Instituições interessadas podem apresentar a qualquer momento desafios a serem resolvidos por pequenas empresas. Basta preencher o documento modelo de submissão no site do Edital. Após o preenchimento, o documento deve ser enviado para o email equipeinovacao@cni.or.br.

COMO FUNCIONA
– Quer saber mais sobre o Edital? Veja o passo a passo no site do programa.
Por Helayne Boaventura
Da Agência CNI de Notícias

 

Edital SENAI SESI de Inovação e Biominas Brasil selecionam projetos de startups na área de ciências da vida

Soluções em saúde humana, digital health, saúde animal, agronegócio e meio ambiente poderão receber até R$ 400 mil cada uma e apoio de rede de laboratórios. Inscrições estão abertas até 5 de fevereiro de 2017

Arte digital healthO Edital SENAI SESI de Inovação e a Biominas Brasil selecionam projetos apresentados por startups de base tecnológica de todo o país que apresentem soluções (produtos ou serviços) nas áreas de saúde humana, digital health, saúde animal/agronegócio e meio ambiente. Serão escolhidas 21 propostas, que poderão receber até R$ 400 mil cada uma. As inscrições estão abertas até 5 de fevereiro de 2017 e podem ser feitas pela internet. O anúncio dos selecionados ocorrerá em 22 de fevereiro.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) vai aportar até R$ 200 mil no projeto e o restante será aplicado por um parceiro investidor – grande empresa ou fundo de investimento – ligado à Biominas, instituição privada sem fins lucrativos, especializada em promover negócios de impacto em ciências da vida. O montante disponibilizado pelo SENAI é destinado ao custeio do desenvolvimento tecnológico necessário no projeto. Já o valor oferecido pelo parceiro investidor poderá ser destinado ao custeio da operação da startup e demais despesas estratégicas para o desenvolvimento do negócio, conforme as condições e termos em que a parceria for estabelecida.

O objetivo do desafio lançado pela Biominas Brasil em parceria com o Edital SENAI SESI de Inovação é conectar instituições âncoras e seus parceiros com startups de base tecnológica. As startups selecionadas participarão, inicialmente, do BioStartup Lab, programa de pré-aceleração que dura aproximadamente três meses, com atividades de capacitação, mentoria, acompanhamento e de avaliação, realizadas em Belo Horizonte. As startups estarão aptas as receber os recursos aos projetos inovadores desde que cumpram e compareçam a todas as atividades classificadas como obrigatórias pelo programa e pelas regras do Edital.

Para o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim, o desafio é um mecanismo de aproximação de startups com a indústria, promovendo a construção de confiança técnica entre as partes, e, desta forma, o empreendedorismo industrial. “Ganha a indústria, pela agilidade com a qual a startup desenvolve ciclos de desenvolvimento e de aprendizado e ganha a startup, que tem acesso a problemas concretos da indústria e a um potencial mercado”, avalia. O coordenador do BioStartup Lab, Rafael Silva, também destaca que “o modelo desenhado é interessante pois diminui os riscos para o investimento nas startups, favorecendo o casamento entre investimentos privados e recursos de fomento”.

Além do fomento, o SENAI oferece apoio na forma de infraestrutura. Uma rede nacional com 25 Institutos de Inovação realiza pesquisa tecnológica e desenvolve novos produtos e soluções diretamente com empresas de todos os portes. O SENAI conta ainda com 57 Institutos de Tecnologia com 1,2 mil especialistas que prestam serviços em áreas como metrologia, testes de qualidade, consultoria em processos produtivos específicos de diferentes setores, entre outros. Desde a primeira edição, em 2004, até 2015, o Edital de Inovação recebeu 5.450 propostas. Ao todo, 686 projetos já foram aprovados.

DESAFIOS – A possibilidade de grandes empresas e instituições lançarem desafios específicos a serem solucionados por jovens empresas e startups é a grande novidade do Edital SENAI SESI de Inovação em 2016. Instituições interessadas podem apresentar propostas a qualquer momento. A exigência é que a empresa invista no projeto selecionado, pelo menos, o mesmo volume aplicado pelo SENAI, com valor mínimo de R$ 75 mil. A instituição-âncora poderá, a seu critério, empregar quantias superiores. As empresas devem preencher o modelo de submissão de desafios disponível no site do Edital. O documento também deve ser enviado para o email equipeinovacao@cni.or.br.

Além da Biominas Brasil, a agência de inovação sueca Vinnova, a aceleradora de empresas Techmall S.A e a Fundepar, gestora de um programa de investimentos para firmas emergentes, já apresentaram desafios específicos por meio do Edital SENAI SESI de Inovação. Com investimento de R$ 2 milhões, a Vinnova lançou desafio para empresas do setor aeronáutico. As inscrições vão até 30 de janeiro de 2017. Serão selecionadas dez ideias de protótipos conceituais ou estudos de viabilidade técnica em áreas tecnológicas como sistemas inteligentes de bordo e tráfego aéreo. Cada projeto receberá R$ 100 mil aportados pelo SENAI aos integrantes brasileiros da equipe e R$ 100 mil pela agência aos membros suecos.

SAIBA MAIS – Acesse o site do Edital SENAI SESI de Inovação para conhecer todos os detalhes de como participar.

Por Helayne Boaventura
Foto: Arquivo/CNI
Da Agência CNI de Notícias

Edital MCT/SETEC/CNPq Nº 75/2010 – RHAE Pesquisador na Empresa


I – EDITAL

O Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq tornam público o presente Edital e convidam os interessados a apresentarem propostas nos termos aqui estabelecidos, e em conformidade com o anexo REGULAMENTO, parte integrante deste Edital.

I.1 – OBJETIVO

O presente Edital tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do País. As propostas devem observar as condições específicas estabelecidas na parte II – REGULAMENTO, anexo a este Edital, que determina os requisitos relativos ao proponente, cronograma, recursos financeiros a serem aplicados nas propostas aprovadas, origem dos recursos, itens financiáveis, prazo de execução dos projetos, critérios de elegibilidade, critérios e parâmetros objetivos de julgamento e demais informações necessárias.

I.2 – APRESENTAÇÃO E ENVIO DAS PROPOSTAS

I.2.1 – As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, a partir da data indicada no subitem II.1.2- CRONOGRAMA do REGULAMENTO.

I.2.2 – As propostas devem ser transmitidas ao CNPq, até às 18 (dezoito) horas, horário de Brasília, da data limite de submissão das propostas, descrita no subitem II.1.2 – CRONOGRAMA do REGULAMENTO. No entanto, o sistema eletrônico (servidor de rede) receberá propostas com tolerância de mais 24 (vinte e quatro horas), encerrando-se, impreterivelmente, às 18h (dezoito horas) do dia posterior à data limite de submissão das propostas, horário de Brasília. O proponente receberá, após o envio, um recibo eletrônico de protocolo da sua proposta, o qual servirá como comprovante da transmissão.

I.2.3 – As propostas devem ser apresentadas em conformidade com o descrito no subitem II.2CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE – do REGULAMENTO, contendo rigorosamente todos os itens previstos neste Edital. O arquivo contendo o projeto de pesquisa deve ser gerado fora do Formulário de Propostas On line e anexado a este, nos formatos “doc”, “pdf” “rtf” ou “post script”, limitando-se a 1Mb (um megabyte). Caso seja necessário utilizar figuras, gráficos, etc, para esclarecer a argumentação da proposta, estes não devem comprometer a capacidade do arquivo, pois as propostas que excederem o limite de 1Mb não serão recebidas pelo guichê eletrônico do CNPq.

I.2.4 – Não serão aceitas propostas submetidas por qualquer outro meio, tampouco após o prazo final de recebimento estabelecido no subitem I.2.2 acima. Assim, recomenda-se o envio das propostas com antecedência, uma vez que o CNPq não se responsabilizará por propostas não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamentos.

I.2.5. – Caso a proposta seja remetida fora do prazo de submissão, ela não será aceita pelo sistema eletrônico. Por este motivo e, no cumprimento do disposto no caput do art. 41, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, não haverá possibilidade da proposta ser acolhida, examinada e julgada.

I.2.6 – Será aceita uma única proposta por proponente. Na hipótese de envio de uma segunda proposta pelo mesmo proponente, respeitando-se o prazo limite estipulado para submissão das propostas, esta será considerada substituta da anterior, sendo levada em conta para análise apenas a última proposta recebida.

I.2.7. – Em se constatando propostas idênticas, todas serão desclassificadas.

I.3 – ADMISSÃO, ANÁLISE  E JULGAMENTO

A seleção das propostas submetidas ao CNPq, em atendimento a este Edital, será realizada por intermédio de análises e avaliações comparativas. Para tanto, são estabelecidas as seguintes etapas:

I.3.1. – Etapa I – Análise pela Área Técnica do CNPq

1.3.1.1. Esta etapa, a ser realizada pela área técnica do CNPq, consiste na análise das propostas apresentadas quanto ao atendimento às disposições estabelecidas nos itens do REGULAMENTO, relativos ao subitem II.1.4 – ITENS FINANCIÁVEIS, subitens II.2.1-QUANTO AO PROPONENTE E EQUIPE DE APOIO, subitem II.2.2.1 a) do subitem II.2.2.- QUANTO À PROPOSTA e II.2.3- QUANTO À INSTITUIÇÃO DE EXECUÇÃO, dos CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE.

I.3.2 – Etapa II – Análise, julgamento e Classificação pelo Comitê Julgador

I.3.2.1. As propostas serão avaliadas e classificadas nesta etapa considerando a análise da etapa anterior e os CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE, indicados no subitem II.2.2.- QUANTO À PROPOSTA, e de JULGAMENTO, indicados no subitem II.3., do REGULAMENTO, que serão pontuados pelo Comitê Julgador.

I.3.2.2. A pontuação final de cada projeto será aferida conforme estabelecido no item II.3 – CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO do REGULAMENTO.

I.3.2.3 – Após a análise de mérito e relevância de cada proposta e da adequação de seu orçamento, os Comitês, dentro dos limites orçamentários estipulados pela Diretoria Executiva do CNPq, poderão recomendar:

a) aprovação, com ou sem cortes orçamentários; ou

b) não aprovação.

I.3.2.4 – O parecer do Comitê sobre as propostas, dentro dos critérios estabelecidos, será registrado em Planilha Eletrônica, contendo a relação das propostas julgadas, recomendadas e não recomendadas, com as respectivas pontuações finais, em ordem decrescente, assim como outras informações e recomendações julgadas pertinentes.  Para propostas recomendadas, será definido o valor a ser financiado pelo CNPq. Para propostas não recomendadas, será emitido parecer consubstanciado contendo as justificativas para a não recomendação. A Planilha Eletrônica será assinada pelos membros do Comitê.

I.3.2.5.– Não é permitido integrar o Comitê Julgador o pesquisador que tenha apresentado propostas a este Edital, ou que participe da equipe do projeto.

I.3.2.6 – É vedado a qualquer membro do Comitê julgar propostas de projetos em que:

a) esteja participando da equipe do projeto seu cônjuge, companheiro ou parente, consangüíneo ou afim,  em linha reta ou na colateral, até o terceiro grau; ou

b) esteja litigando judicial ou administrativamente com qualquer membro da equipe do projeto ou seus respectivos cônjuges ou companheiros.

I.3.3 – Etapa III – Análise pela Diretoria Executiva (DEX) do CNPq

Todas as propostas analisadas pelos Comitês serão submetidas à apreciação da Diretoria Executiva do CNPq, que emitirá a decisão final sobre sua aprovação, observados os limites orçamentários deste Edital.

I.4 – RESULTADO DO JULGAMENTO

I.4.1. A relação das propostas aprovadas com recursos financeiros do presente Edital, será divulgada na página eletrônica do CNPq, disponível na Internet no endereço www.cnpq.br e publicada no Diário Oficial da União.

I.4.2. Todos os proponentes do presente Edital terão acesso ao parecer sobre sua proposta, preservada a identificação dos pareceristas.

I.5 – RECURSOS ADMINISTRATIVOS

I.5.1. Caso o proponente tenha justificativa para contestar o resultado do julgamento das propostas, poderá apresentar recurso em formulário eletrônico específico, disponível na Plataforma Carlos Chagas (http://carloschagas.cnpq.br), no prazo de 10 (dez) dias corridos, a contar da data da publicação do resultado no Diário Oficial da União e na página do CNPq, desde que esteja disponibilizada ao proponente o parecer do Comitê Julgador na Plataforma Carlos Chagas.

1.5.2. O recurso deverá ser dirigido à Comissão Permanente de Análise de Recursos – COPAR que, após exame, encaminhará o resultado para deliberação final da Diretoria Executiva do CNPq.

I.5.3. Na contagem do prazo excluir-se-á o dia do início e incluir-se-á o do vencimento, e considerar-se-ão os dias consecutivos. O prazo só se inicia e vence em dias de expediente no CNPq.

I.5.4. A norma específica, Resolução Normativa nº 006/2009 , que estabelece os procedimentos necessários para interposição de recursos está disponível na página do CNPq, no endereço eletrônico http://www.cnpq.br/normas/rn_09_006.htm.

I.6 – CONTRATAÇÃO DAS PROPOSTAS APROVADAS

I.6.1. As propostas aprovadas serão contratadas na modalidade de Auxílio Individual, em nome do Coordenador/Proponente, mediante assinatura de Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto de Pesquisa Científica e/ou Tecnológica.

I.6.2. A firmatura do Termo de Concessão ficará subordinada à existência prévia de Protocolo de Cooperação Técnica, celebrado entre a instituição de execução do projeto e o CNPq, conforme previsão contida na alínea “a” do item 5 do Anexo I da Resolução Normativa nº 024/2006 (http://www.cnpq.br/normas/rn_06_024.htm), e que, nos termos da Cláusula Segunda, item 3 –  Das Competências da Instituição, do referido Protocolo, não haja veto da instituição.

I.6.3. A existência de alguma inadimplência do proponente com a Administração Pública Federal direta ou indireta constituirá fator impeditivo para a contratação do projeto.

I.7 – CANCELAMENTO DA CONCESSÃO

I.7.1. A concessão do apoio financeiro poderá ser cancelada pela Diretoria Executiva do CNPq, por ocorrência, durante sua implementação, de fato cuja gravidade justifique o cancelamento, sem prejuízo de outras providências cabíveis em decisão dvidamente fundamentada.

I.8 – PUBLICAÇÕES

I.8.1. As publicações científicas e qualquer outro meio de divulgação de trabalho de pesquisa, apoiados pelo presente Edital, deverão citar, obrigatoriamente, o apoio das entidades/órgãos financiadores.

I.8.2. As ações publicitárias atinentes a projetos e obras financiadas com recursos da União, deverão observar rigorosamente as disposições contidas no § 1º do art. 37 da Constituição Federal, bem assim aquelas consignadas na Instrução da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República – atualmente a IN/SECOM-PR nº 02, de 16 de dezembro de 2009.

I.9 – IMPUGNAÇÃO DO EDITAL

I.9.1. Decairá do direito de impugnar os termos deste Edital o proponente que não o fizer até o segundo dia útil anterior ao prazo final estabelecido para recebimento das propostas. Ademais, não terá efeito de recurso a impugnação feita por aquele que, em o tendo aceitado sem objeção, venha apontar, posteriormente ao julgamento, eventuais falhas ou imperfeições.

I.9.2. A impugnação deverá ser dirigida à Diretoria Executiva do CNPq, por correspondência eletrônica, para o endereço: presidencia@cnpq.br .

I.10 – REVOGAÇÃO OU ANULAÇÃO DO EDITAL

I.10.1. A qualquer tempo, o presente Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, seja por decisão unilateral da Diretoria Executiva do CNPq, seja por motivo de interesse público ou  exigência legal, em decisão fundamentada, sem que isso implique direito a indenização ou reclamação de qualquer natureza.

I.11 – PERMISSÕES E AUTORIZAÇÕES ESPECIAIS

I.11.1. É de exclusiva responsabilidade de cada proponente adotar todas as providências que envolvam permissões e autorizações especiais de caráter ético ou legal, necessárias para a execução do projeto.

I.11.2. Coordenadores brasileiros de projetos de pesquisa, relacionados à biodiversidade, devem observar a legislação em vigor (MP nº  2.186-16/2001, Decreto nº 3.945/01, alterado pelo Decreto nº 4.946/2003, Decreto nº 98.830/90, Portaria MCT nº 55/90) para autorizações de acesso, coleta e remessa de amostras e concessão de vistos de entrada no País aos estrangeiros participantes do projeto.

I.12 – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

I.12.1. Durante a fase de execução do projeto, toda e qualquer comunicação com o CNPq deverá ser feita por meio de correspondência eletrônica à Coordenação responsável pelo Comitê Julgador do Edital (coctc@cnpq.br).

I.12.2. Qualquer alteração relativa à execução do projeto deverá ser solicitada ao CNPq por seu coordenador, acompanhada da devida justificativa, devendo a mesma ser autorizada antes de sua efetivação.

I.12.3. Ao final da vigência, o proponente deverá apresentar a prestação de contas financeira e os relatórios técnicos, em conformidade com o que estiver estabelecido no Termo de Concessão e demais normas do CNPq.

I.12.4. Durante a execução, o projeto será acompanhado e avaliado, em todas as suas fases, de acordo com o estabelecido no Termo de Concessão.

I.12.5. O CNPq reserva-se o direito de, durante a execução do projeto, promover visitas técnicas ou solicitar informações adicionais visando aperfeiçoar o sistema de Avaliação e Acompanhamento.

I.12.6. As informações geradas com a implementação das propostas selecionadas e disponibilizadas na base de dados do CNPq serão de domínio público.

I.12.7. Caso os resultados do projeto ou o relatório em si venham a  ter valor comercial ou possam levar ao desenvolvimento de um produto ou método envolvendo o estabelecimento de uma patente, a troca de informações e a reserva dos direitos, em cada caso, dar-se-ão de acordo com o estabelecido na Lei de Inovação, nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, regulamentada pelo Decreto nº 5.563, de 11 de outubro de 2005 e pela RN-013/2008 (http://www.cnpq.br/normas/rn_08_013.htm).

I.12.8. O presente Edital regula-se pelos preceitos de direito público e, em especial, pelas disposições da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e, no que couber, pelas normas internas do CNPq.

I.13 – DOS ESCLARECIMENTOS E DAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS ACERCA DO CONTEÚDO DO EDITAL E PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PROPOSTA ONLINE

Os esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo deste Edital e sobre o preenchimento do Formulário de Proposta On line poderão ser obtidos por intermédio do endereço eletrônico e telefones indicados em item específico do REGULAMENTO.

I.14- CLÁUSULA DE RESERVA

A Diretoria Executiva do CNPq reserva-se o direito de resolver os casos omissos e as situações não previstas no presente Edital.

Brasília, 13 de dezembro de 2010

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Edital MCT/CNPq Nº 75/2010 – RHAE Pesquisador na Empresa

II – REGULAMENTO

O presente REGULAMENTO tem por finalidade definir as atividades a serem apoiadas financeiramente, e as condições para implementação do apoio, mediante a seleção, por edital, de propostas para execução de projetos.

II.1. DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS

II.1.1.DO OBJETO

Apoiar as atividades de pesquisa tecnológica e de inovação, por meio da inserção de mestres ou doutores, em empresas de micro, pequeno e médio porte, atendendo aos objetivos do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (Plano CTI 2007-2010 – http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/66226.html) e as prioridades da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP – http://www.mdic.gov.br/pdp/index.php/sitio/inicial).

Seguindo o que é definido na PDP como Programas Estruturantes para Sistemas Produtivos, e as áreas de interesse dos Fundos Setoriais financiadores deste Edital, as propostas de projetos devem abordar os setores industriais, dentro dos seguintes temas:

Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas (Tecnologias de Informação e Comunicação, Nanotecnologia, Biotecnologia, Complexo Industrial da Defesa, Complexo Industrial da Energia Nuclear e Complexo Industrial da Saúde), bem como a indústria aeroespacial.

Programas Para Fortalecer Competitividade (Complexo Automotivo, Indústria de Bens de Capital, Indústria Naval e de Cabotagem, Indústria Têxtil e de Confecções, complexo de Couro, Calçados e Artefatos, setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, setor de Madeira e Móveis, Indústria de Transformados Plásticos, Complexo Produtivo do Biodiesel, a Agroindústria, Construção Civil e Complexo de Serviços).

Programas para Consolidar e Expandir Liderança (Complexo produtivo do Bioetanol, Complexo industrial do Petróleo, Gás e Petroquímica, Complexo Aeronáutico e Complexos produtivos de Mineração, Siderurgia, Celulose e Carnes)

Serão aceitas propostas de projetos de desenvolvimento tecnológico de produtos ou processos que visem ao aumento da competitividade das empresas por meio de: inovação; adensamento tecnológico e dinamização das cadeias produtivas; incremento, compatível com o setor de atuação, dos gastos empresariais com atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico; atendimento à relevância regional; e cooperação com instituições científicas e tecnológicas.

II.1.2. CRONOGRAMA

Atividades Data
Lançamento do Edital no Diário Oficial da União e na página do CNPq na Internet 15 de dezembro de 2010
Disponibilização do Formulário de Propostas On line 27 de dezembro de 2010
1ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 18 de fevereiro de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir de abril de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de abril de 2011
2ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 3 de junho de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir de agosto de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de agosto de 2011
3ª Rodada
Data limite para submissão das propostas 2 de setembro de 2011
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir novembro de 2011
Início da contratação das propostas aprovadas A partir de novembro de 2011

II.1.3. RECURSOS FINANCEIROS

II.1.3.1 – As propostas aprovadas neste Edital serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais), a serem liberados, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq

II.1.3.1.1 – Parcela mínima de 30% dos recursos será, necessariamente, destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste, incluindo as respectivas áreas de abrangência das Agências de Desenvolvimento Regional (Lei nº 11.540/2007).

II.1.3.2 – Os recursos destinados a este edital são provenientes do FNDCT/Fundos Setoriais. As informações sobre os fundos setoriais (documentos básicos, diretrizes estratégicas, legislação básica etc.) estão disponíveis no sítio do MCT, em http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/725.html.

II.1.3.3 – Por projeto, o valor máximo a ser solicitado ao CNPq é de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), somente em bolsas, nas modalidades descritas neste Edital e com vigências limitadas a 24 (vinte e quatro) meses.

II.1.3.4 – PARCERIAS

A parceria esperada para a proposta, com vistas à agregação de recursos financeiros e/ou não financeiros para execução do projeto, abrange os setores públicos, privados e não-governamentais. A parceria não é obrigatória, entretanto, se existente, será item avaliado no julgamento da proposta, conforme item II.3.1.D. deste Regulamento.

II.1.3.5 – CONTRAPARTIDA

As instituições proponentes ou executoras deverão aportar ao projeto a contrapartida mínima de 20% do valor do projeto, em recursos financeiros ou não financeiros, efetivamente necessários para a execução da proposta e que possam ser economicamente mensuráveis e demonstráveis. Como aportes, serão aceitos recursos do tipo:

– Custeio: salários, passagens e diárias, auxílio-moradia e seguro-saúde de pessoal ligado diretamente ao projeto; material de consumo, serviços de reprografia;

– Custeio das despesas relativas à participação na Reunião de Avaliação e Acompanhamento definido no subitem II.4.2.2 b do anexo REGULAMENTO, no valor de até R$ 4.000,00 (quatro mil reais);

– Capital: equipamentos, material permanente e material bibliográfico.

II.1.4. ITENS FINANCIÁVEIS

II.1.4.1. Serão financiadas somente bolsas, que devem estar diretamente relacionadas ao objeto e às atividades do projeto, compreendendo as modalidades:

a) SET (Fixação e Capacitação de Recursos Humanos – Fundos Setoriais), níveis:

A, B e C (para doutores)

D, E e F (para mestres)

I (para alunos de graduação)

b) DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial), todos os níveis;

c)  EV (Especialista Visitante), todos os níveis;

d)  ATP (Apoio Técnico em Extensão no País), todos os níveis.

II.1.4.2. É obrigatório que a proposta solicite, no mínimo, uma bolsa SET para mestre ou doutor, ou seja, nos níveis A, B, C, D, E ou F, no decorrer do projeto.

II.1.4.3. Ressalte-se que os recursos referentes às bolsas deverão ser incluídos no formulário eletrônico de submissão, no orçamento do projeto.

II.1.4.4. Para informações mais detalhadas sobre as modalidades, critérios, níveis e valores das bolsas, consultar as normas específicas das bolsas de Fomento Tecnológico em http://www.cnpq.br/normas/rn_10_015.htm, respeitando as modalidades citadas  nas letras a), b), c), d) e e) do subitem II.1.4.1. deste regulamento.

II.1.4.5. A duração das bolsas, limitadas a 24 (vinte e quatro) meses, não poderá ultrapassar o prazo de execução do projeto. As bolsas não poderão ser utilizadas para pagamento de prestação de serviços, uma vez que tal utilização estaria em desacordo com a finalidade das bolsas do CNPq.

II.1.4.6. Caberá ao coordenador fazer as indicações dos bolsistas tão logo seja assinado o Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto de Pesquisa Científica e/ou Tecnológica.

II.1.4.7. A empresa executora, a título de contrapartida, poderá conceder, conforme seus critérios, auxílios complementares aos bolsistas, tais como, auxílio transporte, auxílio moradia, auxílio instalação, seguro-saúde e qualquer outra forma que não caracterize vínculo empregatício.

II.1.5. PRAZO DE EXECUÇÃO DOS PROJETOS

As propostas a serem apoiadas pelo presente Edital deverão ter seu prazo máximo de execução estabelecido em 30 (trinta) meses. Este prazo, superior à vigência máxima das bolsas, vislumbra o período necessário para a seleção de candidatos às bolsas do projeto contemplado. Excepcionalmente, mediante apresentação de justificativa, o prazo de execução dos projetos poderá ser prorrogado.

II.2. CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE

Os critérios de elegibilidade indicados abaixo são obrigatórios. O atendimento aos mesmos é considerado imprescindível para o exame da proposta, seu enquadramento, análise e julgamento. A ausência ou insuficiência de informações sobre quaisquer deles poderá resultar na desclassificação da proposta.

II.2.1. QUANTO AO PROPONENTE E EQUIPE DE APOIO

II.2.1.1. O coordenador do projeto, que é necessariamente o proponente, será responsável, junto ao CNPq, pela gestão do projeto. A figura do coordenador técnico, quando presente, será responsável pelos aspectos técnicos e pela execução do projeto. Caso o coordenador técnico não seja citado no projeto, assume-se que as funções de coordenador e coordenador técnico serão desempenhadas pela mesma pessoa, o proponente.

II.2.1.2. O proponente (coordenador do projeto), responsável pela apresentação da proposta, deve atender obrigatoriamente aos itens abaixo:

a) ter seu currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br/) do CNPq até a data limite para apresentação das propostas;

b) ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto na qualidade de sócio, dono ou funcionário. Esta informação deve estar explicitamente declarada em seu CV Lattes, no campo “Atuação profissional”.

II.2.1.3. O coordenador técnico deve atender aos itens abaixo relacionados:

a) ter seu currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br/) do CNPq até a data limite para apresentação das propostas;

b) ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto na qualidade de sócio, dono ou funcionário. Esta informação deve estar explicitamente declarada em seu CV Lattes, no campo “Atuação profissional”.

II.2.1.4. Não é permitido, nem ao coordenador e nem ao coordenador técnico, atuarem como bolsistas no projeto.

II.2.1.5 – A equipe técnica (não bolsistas) poderá ser constituída por pesquisadores, alunos e técnicos. Outros profissionais poderão integrar a equipe na qualidade de colaboradores.

II.2.1.6. Somente deverão ser incluídos na equipe técnica do projeto aqueles que tenham prestado anuência formal escrita, a qual deve ser mantida sob a guarda do Coordenador do projeto.

II.2.1.7. O mesmo proponente não pode coordenar mais de uma proposta para este Edital.

II.2.1.8. Ao apresentar a proposta o proponente assume o compromisso de manter, durante a execução do projeto, todas as condições de qualificação, habilitação e idoneidade necessárias ao perfeito cumprimento do seu objeto, preservando atualizados os seus dados cadastrais juntos aos registros competentes.

II.2.2.  QUANTO À PROPOSTA

II.2.2.1. A proposta deve atender aos seguintes requisitos e condições, de forma a permitir sua adequada análise:

a) o projeto, documento anexado ao formulário de propostas On Line, deverá adotar obrigatoriamente o modelo descrito no Anexo “Roteiro Detalhado do Projeto” deste Edital. Discrepâncias entre os dados fornecidos no Formulário de Proposta On Line e os constantes do arquivo do projeto de pesquisa podem provocar o desenquadramento da proposta;

b) apresentar projeto de desenvolvimento tecnológico e de inovação, em consonância com o objetivo deste Edital;

c) especificar as atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica a serem desenvolvidos na empresa, descrevendo a participação dos bolsistas. Não é necessário citar os nomes dos bolsistas no projeto.

d) mostrar a existência de condições materiais para a sua execução, seja com recursos próprios de contrapartida ou com recursos captados de outras fontes de financiamento;

e) relacionar as atribuições específicas de cada instituição (executora do projeto e parceiras), descrevendo a forma de articulação entre elas, tendo em vista o objetivo comum do projeto;

f) mostrar a alocação, pelos parceiros, de recursos suficientes para o desenvolvimento do projeto;

g) descrever a forma de acompanhamento e a avaliação do desenvolvimento do projeto;

II.2.2.2. A proposta não deve incluir solicitação de apoio para:

a) atividades de rotina ou administrativas;

b) formação de recursos humanos em cursos de pós-graduação;

II.2.2.3. Quanto ao orçamento, a proposta deve conter:

a) Recursos em bolsas, conforme as modalidades solicitadas.

b) Contrapartida mínima de 20% do valor da proposta.

II.2.3. QUANTO À INSTITUIÇÃO DE EXECUÇÃO (EMPRESAS ELEGÍVEIS)

II.2.3.1. A instituição de execução do projeto será aquela onde será desenvolvido o projeto de pesquisa e com o qual o proponente deve apresentar vínculo e será doravante denominada “Instituição de Execução do Projeto”, podendo ser microempresa, empresa de pequeno porte e média empresa, privada, conforme definição a seguir:

Porte Definição
Microempresa Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal º. 10.406, de 10 de janeiro de 2002, cuja receita bruta anual seja igual ou inferior ao limite de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais), estabelecido no inciso I do art. 3º. da Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
Empresa de pequeno porte Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal nº. 10.406, de 2002, cuja receita bruta anual seja superior a R$240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), conforme limites estabelecidos no inciso II do art. 3º. da Lei Complementar Federal nº. 123, de 2006;
Média empresa Pessoa jurídica ou o empresário, assim definido na Lei Federal nº. 10.406, de 2002, cuja receita bruta anual seja superior ao limite máximo de R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), e igual ou inferior a R$90.000.000,00 (noventa milhões de reais).

II.2.3.2. A instituição de execução do projeto deverá ser constituída sob as leis brasileiras e ter sua sede e administração no País.

II.2.3.3. A instituição de execução do projeto deverá estar devidamente cadastrada no Cadastro de Informações Institucionais (CADI) (http://di.cnpq.br/di/cadi/consultaInst.do) até a data limite para apresentação das propostas, segundo o cronograma.

II.3 – CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO

II.3.1 – São os seguintes os critérios para classificação das propostas quanto ao mérito técnico-científico e sua adequação orçamentária:

Critérios de análise e julgamento Peso Nota
A Clareza, objetividade da proposta e sua relevância para as áreas definidas no edital. 3 0 a 10
B Grau de inovação e impacto tecnológico 3 0 a 10
C Perfil da equipe e das bolsas solicitadas. 2 0 a 10
D Adequação dos arranjos cooperativos ao desenvolvimento da proposta (parcerias com outras instituições). 1 0 a 10
E Viabilidade técnica, mercadológica e econômica. 1 0 a 10

II.3.2. Para estipulação das notas poderão ser utilizadas até duas casas decimais.

II.3.3. A pontuação final de cada projeto será aferida pela média ponderada das notas atribuídas para cada item.

II.3.4. Em caso de igualdade na pontuação final, será utilizado como critério de desempate a pontuação obtida pela soma dos critérios de análise e julgamento “A” e “B” do subitem II.3.1.

II.4 – AVALIAÇÃO FINAL/PRESTAÇÃO DE CONTAS

II.4.1. O Coordenador do projeto deverá encaminhar em Formulário on line específico, no prazo de até 60 (sessenta) dias após o término da vigência do projeto, em conformidade com o Termo de Concessão e demais normas do CNPq:

a) relatório final do projeto;

b) avaliação das atividades dos bolsistas.

II.4.2. O acompanhamento e a avaliação da execução dos projetos contemplados poderão ser realizados em duas modalidades:

II.4.2.1. À distância:

aplicação de formulários de acompanhamento/avaliação do projeto. Esta etapa constitui-se no preenchimento de formulários de avaliação do projeto pelos seus coordenadores.

II.4.2.2. Presencial:

a) visitas técnicas in loco

Esta etapa prevê a realização de visita técnica ao projeto, quando necessária, por técnicos do CNPq responsáveis pelo processo de acompanhamento e avaliação, que poderão ser assessorados por consultores escolhidos pelo CNPq.

b) Reunião de Acompanhamento e Avaliação

Esta etapa prevê Reuniões de Avaliação e Acompanhamento, onde os coordenadores dos projetos e membros de equipe poderão ser convidados a apresentar ao MCT e ao CNPq os resultados das atividades desenvolvidas durante o projeto.

II.4.3. O CNPq reserva-se o direito de, durante a execução do projeto, solicitar informações adicionais visando aperfeiçoar o sistema de Avaliação e Acompanhamento.

II.5 – ESCLARECIMENTOS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS ACERCA DO CONTEÚDO DO EDITAL E PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE PROPOSTA ONLINE

II.5.1 -Esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo deste Edital podem ser obtidos encaminhando mensagem para o endereço: rhae@cnpq.br

II.5.2 -O atendimento a proponentes com dificuldades no preenchimento do Formulário de Propostas Online será feito pelo endereço atendimento@cnpq.br ou pelos telefones (61) 2108-9004 ou 2108-9354, de segunda a sexta-feira, no horário de 8h30 às 18h30.

ANEXO I – Roteiro Detalhado de Projeto

INCUBADORA

A INCUBATIC – Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento, estimula empreendedores a participarem dos Editais de Inovação que abrirão em 2011, entre eles o RHAE Cnpq e o PRIME  e PAPPE da Finep.

A INCUBATIC está selecionando projetos para 2011, as solicitações de inscrições podem ser enviadas para o e-mail: incubatic@icomuni.com.br

Serão 05 (cinco) vagas para empresas inovadoras, com 03 (três) baias cada. A infraestrutura conta ainda com internet banda larga de 15MB, recepção, telefone / Fax, sala de reunião para 10 lugares, e copa/lanche. Além de um propício ambiente de inovação favorável as Startups.

Serviço:

INCUBATIC – Porto Digital

Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento

Fone: (81) 3052-1775

O Programa INCUBATIC tem por objetivo pré-incubar empresas nascentes com projetos inovadores e viabilizá-los no mercado oferecendo suporte para gestão de negócios e administração organizacional.

Os empreendedores submetem um projeto para avaliação, onde são avaliados a viabilidade do projeto, e o perfil empreendedor dos sócios por um especialista.

Nesta avaliação tenta-se perceber o know-how técnico da equipe e o expertise para o segmento que o projeto visa atender.

Após a empresa ser pré-incubada, capacita-se para uma metodologia para gerenciamento de projetos ágeis SCRUM e PMI.

O programa de pré-incubação contempla também: capacitação em gestão e empreendedorismo; capacitação técnica para gerenciamento de projetos. A maior parte dos cursos e palestras são ministrados pelo Sebrae, como Gestão, Empreendedorismo e Liderança. Com relação a gerenciamento de projetos opta-se também pela metodologia SCRUM, muito difundida atualmente para empresas de Tecnologia da Informação.

Esse método visa o gerenciamento de projetos com agilidade e coletividade, onde o colaborador é seu próprio gerente sendo acompanhado pelo SCRUM MASTER (Supervisor).

O programa de Pré Incubação INCUBATIC, é operacionalizado pela ICOMUNI Consultorias e atualmente conta com 2 empresas pré-incubadas, a WEB360Graus e a Lupa Soluções Inovadoras.

Maiores informações pelo telefone: 81 3445-2956

Sebraetec lança edital para empresas de consultoria


 

Com o intuito de facilitar o acesso das pequenas empresas aos serviços tecnológicos, visando a melhoria de sua capacidade competitiva, o Sebrae criou em 1982 o Programa Sebraetec (Serviços em Inovação e Tecnologia). No próximo dia 20 de janeiro, será lançado um edital, no site do Sebrae Alagoas, para selecionar empresas prestadoras de serviços de consultoria tecnológica, que possam atender às demandas existentes. O objetivo é que estas empresas, em 2011, atendam 1300 MPE do estado de Alagoas.

O edital é válido para empresas de consultoria de Alagoas, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia. Para participar é necessário ter CNPJ, Certidão Negativa, Contrato Social, Atestado de Capacidade Técnica, entre outros quesitos divulgados no edital.

O Sebraetec serve de elo entre as empresas de consultorias e os empresários, disponibilizando de 50% a 80% dos custos que o empresário teria com as empresas consultoras. “Como o serviço de consultoria tem um custo elevado, o Sebraetec aparece para ajudar à micro e pequena empresa, que precisa desses serviços, mas não tem como custear. Entre 50% a 80% dos recursos são disponibilizados pelo Sebraetec e o restante fica para os empresários”, disse a analista da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia, Silvia Chamusca.

A Rede Metrológica de Alagoas (Rmal) já faz parte do Sebraetec há 2 anos, prestando consultoria para as empresas. A rede atende cerca de 90 empresas por ano. Segundo a secretária executiva da Rmal, Norma Acioli, o Sebraetec contribui para que a rede cumpra sua missão. “Nós já somos um parceiro do Sebrae e através do Sebraetec nós difundimos todas as ferramentas do TIB – Tecnologia Industrial Básica para as empresas, o que contribui para o cumprimento de nossa missão”, disse ela.

Já o empresário Afrânio Lages, da Aeroturismo, buscou o programa para melhorar o atendimento interno da sua empresa. Segundo ele, com as consultorias, os resultados melhoraram rapidamente. “Já notamos uma grande melhoria na nossa empresa, mudando a forma de atendimento, nós mudamos outras estruturas internas o que agregou valor à nossa gestão”, disse ele.

Ainda segundo Afrânio, o Sebraetec oferece boas oportunidades para o empresário das MPE. “É muito importante esse incentivo que o programa dá ao diminuir o custo que teríamos com uma empresa de consultoria. Nós melhoramos nossa estrutura, melhoramos o nosso atendimento e assim acabamos melhorando nossos serviços e aumentando nossos lucros”, completou.

Entre as áreas de conhecimento selecionadas no edital são Planejamento Empresarial, Gestão de Produção, Gestão de Qualidade – Adequação dos critérios de excelência da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Propriedade Intelectual, Gestão Ambiental, Adequação à Legislação Ambiental, Eficiência Energética, Segurança Alimentar, Produção Integrada, TIB – Tecnologia Industrial Básica, Design e Prospecção Tecnológica.

Sebraetec

O Sebraetec atende às micro e pequenas empresas dos setores do comércio, serviços, agronegócios e indústria com faturamento anual inferior a R$2,4 milhões. O projeto será ampliado em 2011 e pretende atender, em todo Brasil, 48 mil empreendimentos. Para isso, só neste ano, serão investidos cerca de R$ 85 milhões em projetos que busquem ampliar estes pequenos negócios, promovendo mais competitividade e sustentabilidade.

Ao todo, o projeto que vai de 2011 a 2013, tem um orçamento de R$ 787 milhões. Mais informações pelo 82 4009-1751 ou no site http://www.al.sebrae.com.br.

Fonte: Sebrae/AL

Tire suas dúvidas sobre o Projeto Lan House do Futuro do Sebrae


Inclusão digital, promoção da gestão, divulgação do empreendedorismo e impactos na vida de comunidades do Brasil inteiro. Resultado de parceria entre o Sebrae e o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o projeto terá entre suas ações um mapeamento das lan houses no país.

O gerente de Atendimento Individual do Sebrae, Enio Pinto, explica que a iniciativa se desenvolverá por três eixos. “Primeiro, faremos um mapeamento das lan houses, para saber onde elas estão e que necessidades apresentam”, explica o gerente.
Segundo o CDI, existem aproximadamente 110 mil lan houses no Brasil. Esse tipo de negócio atinge um público em torno de 30 milhões de pessoas. Apenas na região Nordeste, conforme dados do comitê, 70% das pessoas que navegam pela internet o fazem por meio das lan houses.

Enio Pinto conta que, em uma segunda etapa, a partir do levantamento, o Sebrae levará capacitações sobre gestão empresarial e formalização aos proprietários das lan houses. A terceira fase vai envolver inclusão digital das comunidades onde os empreendimentos se localizam. “Isso será importante até para que muitas pessoas possam ter acesso às nossas soluções digitais, como o Desafio Sebrae e a Educação a Distância”, diz Enio.

Programas educativos

A coordenadora nacional do projeto pelo Sebrae, Márcia Matos, revela que o programa acontecerá, em um primeiro momento, em caráter piloto por quatro meses em três cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, onde será lançado no dia 30 de março, e Marabá (PA) – a partir de 6 de abril.

“Este primeiro momento será de adequações. Depois, por mais quatro meses, o projeto estará aberto a cidades que queiram participar. Esta será uma fase de refinamento das ações”, diz Márcia Matos. A terceira e última etapa de implementação do projeto prevê que ele se estenda pelo Brasil inteiro.
Bernardo Faria, gestor do projeto pelo CDI, aponta que a iniciativa pode causar um grande impacto na vida de milhões de pessoas por conta da inclusão digital. “Esses empreendimentos também têm condições de se tornar centros de capacitação, para programas educativos de instituições como o Sebrae e órgãos de governo”, diz Faria.

Estudo empresarial

No final de 2009, o Sebrae realizou um estudo de atividade empresarial, abrangendo 35 lan houses de três estados – Paraná, Sergipe e Mato Grosso do Sul. O objetivo foi conhecer as características e as peculiaridades do negócio, os parâmetros de como são utilizados os recursos existentes e a sua operacionalização. O documento serve de referência para as ações no projeto Sebrae-CDI-Lan.

Para troca de informações sobre o projeto, o Sebrae colocou em sua blogosfera, o Mundo Sebrae, um endereço destinado ao projeto das lan houses, que pode ser acessado pelo endereço http//lanhousedofuturo.wordpress.com.

Fonte: Sebrae

Mais informações, serviço:


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Projeto Lan House 2010
ICOMUNI Consultoria
Fone/Fax: (81) 3445-2956
E-mail: lanhouse@icomuni.com.br
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Acesse:
https://flammarion.wordpress.com/2010/03/26/tire-suas-duvidas-sobre-o-projeto-lan-house-do-futuro-do-sebrae/

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, este Projeto Lan House do Futuro, será o catalizador da inclusão e educação digital no País.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacitará empresas e dará assessoria à proprietários de Lan Houses a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.

” A formalização do empreendimento é fundamental. A categoria de Empreendedor Individual é aconselhada como ponto de partida no processo. Vale a pena investir  nesta idéia.” Ressalta Flammarion Cysneiros

Empreendedorismo e Inovação

Prorrogados prazos das chamadas do Fundo do Audiovisual


A FINEP e a Ancine anunciam que os prazos para a apresentação de propostas para as quatro linhas do Fundo Setorial do Audiovisual serão prorrogados. Um cronograma com os novos prazos será divulgado na próxima semana.

As quatro linhas, lançadas em dezembro de 2009, contemplam operações na modalidade de investimento, por meio de contrato de participação financeira no resultado da exploração comercial de obra audiovisual: Linha A (Produção Cinematográfica de Longa-Metragem); Linha B (Produção Independente de Obras Audiovisuais para a Televisão); Linha C (Aquisição de Direitos de Distribuição de Obras Cinematográficas de Longa-Metragem); Linha D (Comercialização de Obras Cinematográficas Brasileiras de Longa-Metragem no Mercado de salas de cinema).

Inovações para pessoas com deficiência terão R$ 10 milhões


Foto: Finep
Inovacoes-para-pessoas-com-deficiencia-terao-Rs-10-milhoes-.jpg

25/01/2010 – A FINEP acaba de lançar um edital para apoiar projetos de desenvolvimento de inovações para inclusão social de pessoas com deficência. Os R$ 10 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) serão aplicados em tecnologias que tragam melhoria de vida e autonomia e que facilitem o diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e prevenção de deficiências física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.

As propostas devem ser enviadas até 19 de março e devem trazer simplicidade e independência às atividades da vida diária desse público específico. Podem se candidatar, por exemplo, tecnologias inovadoras para promover a melhoria da acessibilidade aos serviços de transporte e instalações prediais, ou ainda para facilitar o uso dos meios de informação e comunicação, entre outras.

O executor do projeto deve ser uma instituição científica e tecnológica pública ou privada sem fins lucrativos, que pode ter outros parceiros e financiadores. O prazo de execução do projeto deverá ser de até 24 meses.

Dos recursos financeiros a serem concedidos, 30% deverão ser aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Caso o valor total das propostas selecionadas para aprovação oriundas dessas regiões seja inferior a este percentual, os recursos não aplicados serão automaticamente transferidos às propostas com melhor classificação de outras regiões.
Fonte: Finep