Case de Sucesso – A história da Barbearia Meu Chefe


A história da BARBEARIA MEU CHEFE deu início em 2015, quando o empreendedor Fagner Oliveira decidiu ser empresário e abrir seu próprio negócio.

Fagner Cysneiros é recifense , casado com Wanessa Cysneiros, que aos 18 anos, após o período de alistamento, teve a oportunidade de ingressar como Oficial R/2 nas forças armadas “Exército Brasileiro”. Foi uma carreira promissora porém com tempo para terminar, uma vez que esse período é limitado por lei a 7 anos. Durante esse período no exército, Fagner acostumou-se logo cedo a ter uma renda fixa, que para os padrões de mercado superava os 8 salários mínimos mensais, muito atrativo para um jovem quem não possuía um curso superior.

 

Durante o período o Fagner morou em Caicó, uma cidade no interior do Rio Grande do Norte e  ingressou na faculdade de ciências contábeis. Após 5 anos concluiu o curso formando-se em contabilidade. Investiu em um terreno e na construção de uma casa, na cidade de Caicó/RN. Porém o com o tempo Fagner percebeu que não ficaria feliz em permanecer no exército e aguardou seu tempo de exército finalizar.

 

Ao sair das forças armadas fez diversos cursos no Sebrae, e atuou com agente de orientação empresarial (AOE) por 3 meses. E nesse período percebeu que sua realização estaria em montar um negócio onde pudesse vivenciar a transformação dos seus clientes. Decidiu em investir no segmento de serviços em um nicho de mercado que está crescendo “Salão de Beleza” para homens. Fez cursos no SEBRAE e também na área de barbearia pelo SENAC, EDUK e workshops de corte de barbearia onde conheceu outros alunos que pretendiam trabalhar nesse segmento.

 

Procurou uma consultoria, elaborou um plano de negócios, fez uma pesquisa de mercado, identificou um bom lugar para o ponto comercial, e formalizou como MEI Empreendedor Individual.

 

Procurou um BNB para uma linha de empréstimo de reforma, e com seu network contratou uma arquiteta, por um preço compatível com sua realidade para desenvolver o projeto conceitual.  Percebeu que havia uma tendência para Barbearia retrô, pesquisou um case de sucesso em MG a Barbearia Seu Elias SP a barbearia Corleone e inspirou para desenvolver o conceito da Barbearia Meu Chefe.

Os clientes acomodam-se nas cadeiras e desfrutam de um momento de relaxamento por conta das toalhas mornas que fazem parte do processo de barbear, neste processo muitos clientes chegam até a dormir logo recebem toalhas mornas para relaxar pele durante o serviço.

 

Nesse conceito inovador a barbearia possui diversos atrativos e diferenciais para os clientes. Possui um ambiente agradável, climatizado, com 4 cadeiras para atendimentos simultâneos. A decoração do ambiente é uma volta ao tempo com placas dos anos 60 e 70. O espaço conta com uma mesa de sinuca pra manter o cliente mais tempo na barbearia e também com um freezer com diversos rótulos de cervejas especiais artesanais para criar um espaço de ponto de encontro adequado ao público masculino. O espaço conta com uma cafeteria Express, conceito cápsulas fácil de manusear  e disponibiliza acesso à internet wifi. E tem um espaço que pode servir de um coworking nos horários comerciais. Funciona de segunda à sábado das 9hs até às 21hs.

 

Suas fontes de receitas advém dos serviços corte, barbearia, manicure, vendas de cervejas, cafeteria, kits para barba e  cabelo, etc. Também conta com uma parceria na venda de assessórios, e uma mini bomboniére no checkout. Adquiriu uma maquineta da PagSeguro para as transações de cartão de crédito.

O empresário Fagner criou uma identidade visual própria com um designer, para a logomarca, placa. Utilizou as redes sociais Facebook, Instagram, WhataApp pra divulgação, além de inserir a Barbearia no Google Places uma vez que é importante a encontrabilidade, já que os clientes precisam vir até o local para consumir os serviços e produtos.

A Barbearia Meu Chefe está há 15 dias em funcionamento e já atendeu às expectativas do empresário, pois soube planejar, estudar o mercado, buscar informações, articular seu networking, fazer parcerias estratégicas e já possui uma noção que com 10 cortes diários mantém seu ponto de equilíbrio. Em 10 meses o empresário migrará para micro empresa pois de acordo com o planejamento ultrapassará a cota de faturamento de 60mil anuais.  O próximo passo é negociar a compra do ponto comercial, hoje alugado e futuramente criar uma rede de franquias. Link: https://www.facebook.com/barbeariameuchefe

 

Instituições e projetos que apoiaram o empresário em capacitação, consultorias e planejamento do negócio:

 

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6 lições inspiradoras de Jorge Paulo Lemann


Se você pudesse fazer uma pergunta ao maior empreendedor do Brasil, qual seria? Confira os conselhos que Jorge Paulo Lemann deu a um grupo de empreendedores apoiados pela Endeavor.

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“Acho que seu sonho de conquistar os mercados do Brasil e América Latina é um pouco limitado… eu olharia para o mundo”. Foi assim que Jorge Paulo Lemann respondeu um empreendedor que perguntava sobre a expansão de sua empresa em uma sessão de mentoria coletiva promovida pela Endeavor na última semana.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles são donos de algumas das maiores empresas do mundo e praticam diariamente o lema “Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”. Ele diz ter três metas de vida: deixar algum marco significativo na área de educação, empresas sólidas com possibilidades de se perpetuarem e uma família produtiva que tenha responsabilidade sobre aquilo que receber.

Lemman acredita profundamente na educação e no empreendedorismo como a base para um país andar para frente. Não é à toa que se dedica a projetos como a Fundação Estudar, Fundação Lemann, Khan Academy e a própria Endeavor. Em uma sessão de mentoria coletiva com alguns Empreendedores Endeavor, Jorge Paulo ouviu desafios e perguntas, compartilhou histórias e deu conselhos com uma simplicidade admirável.

Confira os principais aprendizados dessa conversa:

  1.       Crise não é motivo de desespero

“O Brasil nunca é tão bom quanto poderia ser, mas também não é tão ruim quanto falam. Podemos não estar no melhor momento, mas as maiores operações que tivemos foram em época de crise. O mercado e os empreendedores do Brasil são muito bons, então é melhor olhar para frente, ver como aproveitar qualquer dificuldade e o que é possível fazer a mais”.

  1.       Quando for buscar investimento, não olhe só para o dinheiro

“Gosto de sócio que trabalha e contribui. Como empreendedor, eu olharia para um investidor de Private Equity ponderando se ele quer apenas colocar dinheiro ou se será um sócio que vai trazer algo a mais – algum know how específico, se tem um outro investimento parecido que possa trazer experiências… Quanto ao momento certo para abrir as portas, quanto mais conseguir engordar o porquinho antes de buscar dinheiro dos outros, melhor. E se for buscar, não olhe só para o dinheiro, entenda o que de valor ele poderá agregar ao negócio”.

  1.       Equilibre a vida pessoal e profissional

“Sou um cara muito organizado e disciplinado. Sempre pratiquei esporte, pelo menos uma hora por dia, seja o que estiver acontecendo no mundo. Além disso, sempre fui muito participativo com a minha família, deu tempo de fazer e criar seis filhos. Um certo equilíbrio é importante. Delego muito: nunca fiz questão de ser o cara que fazia tudo. Gastei mais tempo escolhendo e formando gente muito boa, para eventualmente dar oportunidades a eles e ter mais tempo para mim.

O segredo talvez seja ter uma mistura de disciplina e regras com base no que se quer fazer (e pessoas são diferentes, então tem que fazer regras que façam sentido para você) e ter equipes que possam transformar uma empresa”.

  1.       Formar gente boa é o melhor negócio que se faz

“O empreendedor tem que dar grande importância ao tópico de gente. Geralmente, ele olha mais para custos e vendas e contrata alguém de RH para se ocupar do assunto. Gente é algo em que o dono tem que estar envolvido.

Na época do banco, eu entrevistava 1.000 pessoas por ano e as acompanhava. Hoje em dia, a AB InBev tem 150 mil pessoas e, até quando vai para a China, o Conselho vai tomar café com os trainees de lá; é essencial essa mentalidade de que gente é realmente importante. O Carlos Brito, CEO, também é extremamente ligado: ele sabe de cor a lista dos ‘High Potentials’ da empresa, tem uma ideia de quais são os trainees bons, onde estão, e como estão evoluindo. O Conselho discute uma vez por ano as 500 principais pessoas da empresa, o que elas têm de bom e em que precisam evoluir.

Gente é tão importante quanto vender, é tão importante quanto produzir barato. E se delegar para alguém, provavelmente não vai dar certo”.

  1.       Cultura não se impõe, cria-se em conjunto

“Nós temos programas de trainees nos EUA, China, Europa… Então apesar de sólida e firme, nossa cultura nem é mais brasileira, mas sempre foca em formar gente boa.

Sempre dedicamos um esforço enorme para treinar pessoas novas. Quando fomos para a Argentina (na compra da Quilmes), mandamos vários brasileiros que tinham sido ‘criados em casa’. Para os EUA, foram 100 pessoas de todo o mundo, mas já dentro da nossa cultura. No entanto, em nenhum lugar chegamos impondo que ‘nossa cultura vai ser assim’. Falamos ‘a nossa é assim, como é a de vocês?’, e a partir daí desenhávamos uma cultura organizacional comum.

Toda empresa tem gente boa e gente ruim: você tem que saber diferenciar o quanto antes e tomar as medidas necessárias, mesmo que termine em demissão. Em uma fusão nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistamos as 400 pessoas do topo da empresa e ficamos com 200, mais ou menos.

O foco é remar junto, e tem funcionado bem assim”.

  1.       Venda seu sonho grande

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.

Fonte:  Endeavor
A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Google lança ferramenta gratuita para pequenas empresas


google

São Paulo – O Google anunciou o lançamento do Google Meu Negócio, uma plataforma gratuita voltada para donos de pequenas e médias empresas. “É possível cadastrar sua empresa no mundo online em cinco minutos”, afirma Alessandro Andrade, diretor de PMEs do Google.

A plataforma utiliza o Google Maps e o Google+ para gerar uma interface com os dados da pequena empresa. Com a ferramenta, o empreendedor também poderá monitorar quantas pessoas clicaram na sua página e aumentar o nível de engajamento com os consumidores.

O objetivo da solução é democratizar a presença online dos pequenos negócios de uma forma simples e barata. Empreendedores podem acessar a ferramenta por meio do computador ou do smartphone.

Nome da empresa, endereço, CEP, telefone e horário de funcionamento são as informações necessárias para se cadastrar.

De acordo com Andrade, um dos diferenciais do Google Meu Negócio é que o pequeno empresário poderá contar com uma equipe de consultores para tirar suas dúvidas por meio do telefone, e-mail, chat ou vídeoconferência. “Temos uma equipe de 60 pessoas que atua como consultores de marketing para ajudar os empreendedores”, conta.

Em um ano, a expectativa é de que a solução possa ajudar os 6 milhões de pequenos negócios brasileiros.

 

*Fonte: Exame-PME

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Os primeiros passos para criar uma startup


startup   Os primeiros passos para criar uma startup

Antes de decidir empreender, a primeira coisa que você deve pensar é se você está realmente pronto para começar. Isso está relacionado tanto ao seu momento de vida, uma vez que sua família será totalmente envolvida, quanto ao seu estado financeiro.

1. A fase inicial é basicamente sustentada via bootstrap, e muito provavelmente você passará de 12 a 18 meses sem ganhar dinheiro, o que transcende a questão da empresa e cruza a linha entre sua vida profissional e pessoal.

2. Comece seu processo de aprendizado. Existe um conjunto de livros, blogs e treinamentos pessoais e à distância que pode te ajudar. Mas principalmente faça uma reflexão sobre quais são as suas lacunas e o que você realmente precisa aprender. E isso você não vai descobrir sozinho, é preciso buscar mentoria.

3. Olhe a sua rede de contatos e busque pessoas que estejam ligadas direta ou indiretamente a empresas de tecnologia. Marque quantos cafés e almoços forem possíveis e entenda a trajetória de cada uma delas. Se possível, consiga com que um ou mais deles se torne seu mentor formal.

4. Encontre sócios. É quase impossível empreender sozinho e muito difícil quando se tem os sócios errados (provavelmente seus amigos). Normalmente, a cabeça de sua empresa deve ser formada por um tripé com o hacker, o vendedor e o designer de produto. Entenda qual desses papéis você assumirá e busque outros dois para assumir as responsabilidades restantes, pois equipes sem equilíbrio não saem do lugar.

5. Só agora é o momento de decidir em qual segmento você vai trabalhar. São duas as principais abordagens: a primeira é a chamada arbitragem de ideias, na qual você pega um segmento que já teve crescimento disruptivo fora do Brasil e tenta implementar a ideia por aqui. É o que faz a Rocket Internet, por exemplo. A segunda opção é olhar a sua vida profissional e perceber o que é que você realmente entende. E aqui vale lembrar que não é o que você gosta, mas do que você entende. Se você gosta de moda, mas entende de logística, abra uma empresa relacionada à logística. Faça então uma validação de oportunidade e se pergunte se o mercado é grande o suficiente para que a pequena parte dele que você terá acesso justifique sua startup.

6. Aprenda a fazer descoberta de produto e cliente (customer e product discovery). Você deve encontrar um problema muito sério, que alguém pague para resolvê-lo. Busque fazer antibióticos e não vitaminas. A partir destes testes e respostas, desenvolva protótipos de cada vez mais alta fidelidade até que você chegue ao seu produto mínimo viável. Vá iterando até conseguir tração e lembre-se que não há erro pior do que construir muito bem alguma coisa que ninguém quer usar.

7. Forme sua caixa de ferramentas do empreendedor Lean (enxuto), procurando usar nuvem, software opensource, SaaS (software as a service) e controle de caixa e competência baseado em planilha. Entenda também quais são as variáveis financeiras do seu negócio. Se for varejo, por exemplo, essa variável é a relação entre sua margem líquida e o custo de aquisição. Se for um SaaS, é a relação entre o custo de aquisição e o valor gerado pelo cliente no ciclo de vida dele, considerando a taxa de churn (perda de clientes).

8. Controle seu burn rate, ou seja, a quantidade de dinheiro que você “queima” mensalmente. Faça uma conta simples: divida o tanto que você tem no banco mais o que você potencialmente gerará por mês por este número para saber quantos meses de vida você tem. O processo de busca de uma rodada de financiamento não dura menos que seis meses, e se o dinheiro for acabar você tem que fazer caber um plano de fechamento. E lembre-se de que a trajetória é sempre de aprendizado. Empreender é uma corrida de resistência, e não de velocidade. Pode ser que você quebre, e se isso acontecer, tenha a garantia de que você conseguirá juntar os pedaços e tentar de novo, pois sua chance de sucesso aumenta consideravelmente a cada erro e principalmente depois da primeira viagem.

Font Fonte: Exame .PME 

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Desafio Brasil



Empreendedores de todo o País já podem inscrever seus projetos de inovação tecnológica para concorrer a mais de R$100 mil em prêmios, mentoring e participação nas etapas internacionais do Desafio.

Oferecida pela Intel Brasil, dentro dos seus programas de fomento ao empreendedorismo, coordenada pelo GVcepe (centro de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas) com o apoio da Microsoft, Derraik Advogados e Helice Consulting, a sexta edição da competição oferecerá mais de R$100 mil em prêmios e vinte horas em mentoring com profissionais da indústria local e do Vale do Silício, assessoria jurídica e consultoria em plano de negócios.

Além da premiação nacional, os primeiros colocados do Desafio Brasil terão a oportunidade de representar o País na etapa América Latina do Desafio Intel. Caso o projeto seja um dos vencedores latinoamericanos, a equipe será classificada para concorrer com todas as despesas pagas ao Intel® Global Challenge 2011 at UC Berkeley – competição mundial da Intel entre startups, que acontece em novembro, na Califórnia, EUA, concorrendo a prêmios em dinheiro, exposição em mídias internacionais e acesso a fundos internacionais de venture capital.
Os interessados devem ler o regulamento disposto no site www.desafiobr.com.br e submeter seus projetos até 20 de maio. Estão aptos a participar, empreendedores e startups que não tenham recebido mais de US$500 mil em subsídios governamentais e não disponham de mais de US$300 mil em recursos aportados por investidores.

Siga no twitter.com/desafiobrasil ou #desafiobr

Para a competição de 2011, o número de estados brasileiros que sediarão as etapas regionais foi expandido para dez – Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Com o apoio dos Centros de Inovação da Microsoft nestas localidades, a expectativa dos organizadores é receber mais de 200 projetos na primeira fase. Todas as empresas que se inscreverem contarão ainda com acesso a software e suporte técnico e de negócios do Microsoft BizSpark, programa mundial de apoio ao empreendedorismo para empresas de base tecnológica.

“O Desafio Brasil é uma competição que oferece a empreendedores, pequenos empresários e estudantes da área de tecnologia a oportunidade de desenvolverem o empreendedorismo estratégico necessário para transformar um projeto de inovação tecnológica em um negócio viável ao mercado. A participação da equipe em todas as fases de mentoring visa prepará-los para a apresentação adequada para um possível investidor e por isso, a participação no Desafio Brasil não se trata apenas de competição, mas de preparação do talento e potencial destes participantes”, explica Rubem Saldanha, gerente de Educação da Intel Brasil.

A etapa nacional da competição é dividida em três fases, nas quais os inscritos apresentam e defendem seus projetos para investidores da indústria de venture capital, professores e empreendedores de sucesso. Os projetos são avaliados de acordo com uma série de fatores, tais como viabilidade do negócio, modelo de receitas, escalabilidade, grau de inovação e aplicação de tecnologia, atratividade para investimentos e, fundamentalmente, viabilidade em tornar-se um negócio global.

“Além do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam nesta experiência é a interação com o mercado de venture capital, a interação com outros empreendedores e a oportunidade de ter acesso às principais empresas da área de tecnologia do Vale do Silício”, afirma Márcio de Oliveira Santos Filho, coordenador do Desafio Brasil 2011.

“A Microsoft apoia a indústria nacional de software e a produção de inovação tecnológica de ponta por meio de programas de apoio a startups, além de realizar investimentos em pesquisa e fomentar a criação nacional de projetos. O Desafio Brasil reforça essa estratégia da companhia ao reconhecer o empreendedorismo brasileiro e contribuir para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas no País”, explica Silvia Valadares, gerente de Desenvolvimento da Economia Local de Software.

“Os pontos mais relevantes da competição são promover o empreendedorismo, colocar empreendedores inovadores do Brasil em contato com experts da área de investimento de empresas do Vale do Silício e também de outros empreendedores de outros países da América Latina” explica Nuno Simões, diretor de Assuntos Corporativos para a América Latina da Intel. “Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar diretamente com a experiência de apresentarem projetos para representantes de fundos de private equity e venture capital. Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro”.

Finalistas do Desafio Brasil 2010

Durante a última edição, 162 projetos de todo o País se inscreveram para participar da competição que cresce a cada ano. Entre os projetos participantes, foi possível verificar a presença de iniciativas em desenvolvimento de softwares inteligentes que visam à otimização de processos e o aproveitamento de ferramentas da internet como as mídias sociais para o uso mercadológico. A tecnologia 3D e estações WiMax, Wi-Fi Mesh e LTE também estavam inseridas nos projetos das empresas concorrentes, da mesma forma que foram apresentados alguns projetos de biotecnologia como sistemas automatizados que extinguem os vetores da dengue e podem ser utilizados para a disseminação de inseticidas agrícolas. Confira os projetos finalistas:

1º lugar: Motofog (RJ): O motofog é uma ferramenta que opera no combate à dengue e na aplicação de inseticidas agrícolas. O sistema foi desenvolvido para ser instalado em uma motocicleta, possibilitando o controle e prevenção de vetores em áreas de difícil acesso onde carros fumacê não têm penetração. Na agricultura, o Motofog apresenta grandes vantagens na aplicação de inseticidas, com a possibilidade de transitar entre plantações com passagens estreitas.

Empresa startup: Fumajet Comércio de Equipamentos Ltda.
Premiação do primeiro colocado: R$5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, R$30 mil em consultoria de planejamento estratégico e marketing para startups inovadoras da Helice Consultoria, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

2º lugar: VPl (SP): O projeto apresentado oferece um serviço em que é utilizada a tecnologia de caracterização da água coletada pelo sistema pluvial e feito um estudo para adequar e destinar o volume armazenado para o uso específico de cada cliente, customizando para atender as particularidades de cada caso.
Empresa startup: VPI – Vorsprung Projetos Industriais.
Premiação do segundo colocado: R$2,5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

3º lugar: Taw Itech (SC): A equipe apresentou tecnologias para interação e tem como carro-chefe o desenvolvimento de lousas digitais com diferencial de agregar tecnologia a esta solução proveniente de um software para interface e hardware em caneta.
Empresa startup: Taw Itech
Premiação do terceiro colocado: Software oferecido pela Microsoft e carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

4º lugar: Pligus (RJ): O Pligus é um serviço de comunicação e colaboração online em tempo real que roda em qualquer navegador. Nele, todos podem editar colaborativamente imagens, desenhos, textos e mapas – e ainda compartilhar a tela. Tudo isso enquanto os usuários se comunicam via webcams, microfones e mensagens instantâneas.
Empresa startup: Pligus
Premiação da quarta colocada: Carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro

No Brasil, a campanha “Apaixonados pelo Futuro” reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o País para o futuro – por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.

Fonte: Startupi

A Copa do Mundo em 2014 e os bons negócios


O maior evento do futebol vai movimentar vários setores da economia e gerar oportunidades para pequenas empresas. Os preparativos para o evento devem movimentar cerca de 30 bilhões de reais e gerar quatro milhões de empregos, segundo o SEBRAE.

O programa prevê a construção de estádios, hotéis, restaurantes e apoio logístico para receber milhares de turistas que torcem e vibram com o futebol. Um estudo encomendado pelo SEBRAE mostra os benefícios que o evento traz para a economia brasileira. Quase oito mil micros e pequenas empresas devem fechar algum negócio gerado pela Copa do Mundo. As possibilidades são mais fortes em nove setores: construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção, agronegócio, madeira e móveis, têxtil-confecção, comércio varejista e serviços.

Segundo o estudo, as pequenas empresas deverão ficar com 15% do dinheiro investido na Copa. E, segundo informações do novo presidente do SEBRAE, Luiz Barretto,  estão sendo mapeadas as possibilidades de cada setor. Além disso, o SEBRAE vai promover seminários empresariais em cada uma das 12 cidades-sede da Copa: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador. O objetivo é melhorar o nível de gestão das pequenas empresas.

Para isso o SEBRAE vai investir 48 milhões de reais. De acordo com Luiz Barretto, presidente do SEBRAE, o importante é inserir as pequenas empresas nesse contexto, com qualidade e competitividade. Só no ano da Copa, o país espera receber oito milhões de visitantes, sendo 600 mil apenas no mês do mundial. O número de brasileiros que deve viajar pelo país durante o evento esportivo deve chegar a três milhões.

Só o setor hoteleiro pretende investir dois bilhões e meio de reais na construção de noventa e dois estabelecimentos. Um programa vai qualificar mil e trezentos hotéis e pousadas para 2014. É neste ramo que o empresário Francisco Castro Júnior deseja entrar. Ele é dono de uma pequena construtora em Brasília. A empresa dele tem 18 anos de mercado e no momento constrói casas populares. O empresário deve aumentar em 50% o faturamento da empresa com a Copa do Mundo. E para resolver o problema das construtoras com a falta de mão-de-obra qualificada, o SEBRAE, o SENAI e as empresas do setor fizeram uma parceria para capacitar e reciclar os funcionários.

O SEBRAE também vai desenvolver ações para que os estrangeiros visitem várias cidades com atrações turísticas, durante a Copa de 2014.

CONTATOS:

SEBRAE

Central de Relacionamento: 0800-570-0800

www.sebrae.com.br

Consultorias:

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DRAKAR ENGENHARIA LTDA

Empresário: Francisco Castro Jr.

Tel.: (61) 3361.8099/ Cel.: (61) 9982.1346

SIA Sul Quadra 5 C , número 135 – sala 206

CEP: 71200-055 – Brasília – DF

drakarjr@ig.com.br

Reportagem:

Pequenas Empresas Grandes Negócios

  • Programa 966
  • TV Globo
  • No ar – Inédito – Domingo – Dia 06/03/2011 – 07h30

Reapresentações

Globo News

  • Domingo – 06/03/2011 – 09h05

Canal Futura

  • Segunda-feira – Dia 07/03/2011 – 07h30
  • Terça-feira – Dia 08/03/2011- 04h00

A pequena empresa como fonte de desenvolvimento


Por Paulo Feldmann 

Apenas para incorporar o contingente de jovens que vai entrar no mercado de trabalho nos próximos cinco anos será necessário gerar 50 milhões de novos empregos. E isso acontecerá em um momento em que a grande maioria das empresas estará preocupada em reduzir custos e eliminar mão de obra. Uma forma inteligente para se resolver esse dilema é estimular a capacidade empreendedora do brasileiro dando-lhe condições de criar e manter o seu próprio negócio, evitando que ele vá tentar se colocar como empregado nas grandes ou médias empresas. Mas para isso muita coisa precisa mudar no mundo das pequenas e microempresas.

A começar pelo fato de que hoje nada menos que 75% dos novos empreendimentos brasileiros sucumbem em menos de cinco anos. Algo errado está acontecendo com o universo de 5,8 milhões de micro e pequenas empresas que são 99,1% do total de empresas registradas no Brasil. Pois, apesar delas gerarem 53 milhões de empregos, são responsáveis por menos de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Esse índice é um dos mais baixos do mundo. Na grande maioria dos países elas têm uma participação muito maior e, na Itália e na Espanha, por exemplo, respondem por mais da metade dos respectivos PIBs. 

Mesmo na América Latina a média é de 35%. Se olharmos para sua participação nas nossas exportações os números são ainda piores: Enquanto na Itália as micro e pequenas empresas respondem por 43% das mesmas, no Brasil elas são responsáveis por apenas 1,2%.

Onde está o problema? Uma pesquisa da FEA/USP, concluída recentemente, constatou que a principal razão é a baixa produtividade. Isso é consequência de vários aspectos que afetam não apenas as pequenas, mas também a totalidade das empresas. Bons exemplos de causas para essa baixa produtividade são a taxa de juros ou a alta carga tributária, mas essas são causas que afetam todos os tipos de empresas. No entanto, a pesquisa apontou que existem três fatores que são específicos e que afetam primordialmente a micro e a pequena.

O primeiro destes fatores é que os brasileiros, em sua maioria, optam por estabelecer atividades em negócios já testados e com baixo nível de inovação tecnológica. Em outros países, é comum, o empreendedor, quando abre seu negócio, tentar introduzir uma inovação tecnológica no mercado enquanto no Brasil isso é raro acontecer. A grande maioria do empreendedor brasileiro abre seu negócio não porque teve uma ideia inovadora, mas por que precisa sobreviver.

O segundo fator importante é de ordem cultural e está relacionado ao fato do pequeno empresário brasileiro enxergar no seu concorrente um inimigo que deva ser abatido, mas nunca um possível aliado para, por exemplo, em conjunto, realizarem exportações que seriam muito difíceis para quem atua sozinho. A união é a razão do sucesso da microempresa italiana, mas isso não existe no Brasil. Na Espanha, com frequência, as micros de um determinado setor se unem e criam um centro de pesquisas que as atenda e beneficie a todas. Finalmente, o terceiro fator é a falta de informação do pequeno empresário. A pesquisa constatou que a grande maioria desconhece desde a existência de linhas de financiamento especiais até os cursos de capacitação gratuitos.

Esses três fatores estão ligados ao fato de se ser pequeno. Como superar isso? Temos um bom modelo baseado em se ajudar quem é pequeno e que funciona muito bem em nossa agricultura que é o modelo da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Nossa agricultura é uma das mais eficientes do mundo, em boa parte graças a essa empresa que foi criada há 38 anos. O modelo ali adotado se baseia na própria Embrapa fazer a pesquisa necessária, desenvolver a tecnologia e disseminar esse conhecimento para os agricultores. Mas não é justamente isso que está faltando alguém fazer para as micro e pequenas empresas? Evidentemente não seria necessário criar uma nova estatal, basta identificar qual das inúmeras instituições que já atuam ligadas à micro e pequena empresa poderia melhor desempenhar esse papel.

Durante a campanha eleitoral a presidente Dilma Rousseff por diversas vezes externou a necessidade de se apoiar muito mais vigorosamente a micro e a pequena empresa brasileira. Ao assumir o governo tem reiterado que sua meta mais importante é extirpar a miséria em nosso país e há poucos dias reafirmou que vai criar o Ministério da Micro e da Pequena Empresa. Os dois temas estão totalmente interligados ou alguém ainda acredita que seria possível gerar empregos para todos os excluídos que queremos incorporar à nossa economia? A saída está em desenvolver o empreendedorismo. Isso significa eliminar a burocracia, facilitar o acesso á credito, reduzir taxas de juros mas principalmente educar e capacitar essa imensa massa de brasileiros desvalidos para que possam ter e administrar o seu próprio empreendimento.

Ajudar a pequena empresa brasileira a ser inovadora, facilitar a realização de consórcios entre elas e disseminar informações importantes que melhorem sua gestão são os fatores que vão criar as condições fundamentais para que elas tenham condições de superar sua crônica baixa produtividade. Só com um segmento de pequenas e micro empresas produtivo e competitivo poderemos atingir o almejado desenvolvimento sustentado.

Paulo Feldmann é professor da FEA USP, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Fecomércio e diretor da Câmara de Comércio Brasil Israel.

FONTE: Valor Econômico