Seminário de inovação na web no Sebrae em Pernambuco


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Desafio Brasil



Empreendedores de todo o País já podem inscrever seus projetos de inovação tecnológica para concorrer a mais de R$100 mil em prêmios, mentoring e participação nas etapas internacionais do Desafio.

Oferecida pela Intel Brasil, dentro dos seus programas de fomento ao empreendedorismo, coordenada pelo GVcepe (centro de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas) com o apoio da Microsoft, Derraik Advogados e Helice Consulting, a sexta edição da competição oferecerá mais de R$100 mil em prêmios e vinte horas em mentoring com profissionais da indústria local e do Vale do Silício, assessoria jurídica e consultoria em plano de negócios.

Além da premiação nacional, os primeiros colocados do Desafio Brasil terão a oportunidade de representar o País na etapa América Latina do Desafio Intel. Caso o projeto seja um dos vencedores latinoamericanos, a equipe será classificada para concorrer com todas as despesas pagas ao Intel® Global Challenge 2011 at UC Berkeley – competição mundial da Intel entre startups, que acontece em novembro, na Califórnia, EUA, concorrendo a prêmios em dinheiro, exposição em mídias internacionais e acesso a fundos internacionais de venture capital.
Os interessados devem ler o regulamento disposto no site www.desafiobr.com.br e submeter seus projetos até 20 de maio. Estão aptos a participar, empreendedores e startups que não tenham recebido mais de US$500 mil em subsídios governamentais e não disponham de mais de US$300 mil em recursos aportados por investidores.

Siga no twitter.com/desafiobrasil ou #desafiobr

Para a competição de 2011, o número de estados brasileiros que sediarão as etapas regionais foi expandido para dez – Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Com o apoio dos Centros de Inovação da Microsoft nestas localidades, a expectativa dos organizadores é receber mais de 200 projetos na primeira fase. Todas as empresas que se inscreverem contarão ainda com acesso a software e suporte técnico e de negócios do Microsoft BizSpark, programa mundial de apoio ao empreendedorismo para empresas de base tecnológica.

“O Desafio Brasil é uma competição que oferece a empreendedores, pequenos empresários e estudantes da área de tecnologia a oportunidade de desenvolverem o empreendedorismo estratégico necessário para transformar um projeto de inovação tecnológica em um negócio viável ao mercado. A participação da equipe em todas as fases de mentoring visa prepará-los para a apresentação adequada para um possível investidor e por isso, a participação no Desafio Brasil não se trata apenas de competição, mas de preparação do talento e potencial destes participantes”, explica Rubem Saldanha, gerente de Educação da Intel Brasil.

A etapa nacional da competição é dividida em três fases, nas quais os inscritos apresentam e defendem seus projetos para investidores da indústria de venture capital, professores e empreendedores de sucesso. Os projetos são avaliados de acordo com uma série de fatores, tais como viabilidade do negócio, modelo de receitas, escalabilidade, grau de inovação e aplicação de tecnologia, atratividade para investimentos e, fundamentalmente, viabilidade em tornar-se um negócio global.

“Além do atrativo da premiação em dinheiro, o que os empreendedores mais valorizam nesta experiência é a interação com o mercado de venture capital, a interação com outros empreendedores e a oportunidade de ter acesso às principais empresas da área de tecnologia do Vale do Silício”, afirma Márcio de Oliveira Santos Filho, coordenador do Desafio Brasil 2011.

“A Microsoft apoia a indústria nacional de software e a produção de inovação tecnológica de ponta por meio de programas de apoio a startups, além de realizar investimentos em pesquisa e fomentar a criação nacional de projetos. O Desafio Brasil reforça essa estratégia da companhia ao reconhecer o empreendedorismo brasileiro e contribuir para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas no País”, explica Silvia Valadares, gerente de Desenvolvimento da Economia Local de Software.

“Os pontos mais relevantes da competição são promover o empreendedorismo, colocar empreendedores inovadores do Brasil em contato com experts da área de investimento de empresas do Vale do Silício e também de outros empreendedores de outros países da América Latina” explica Nuno Simões, diretor de Assuntos Corporativos para a América Latina da Intel. “Os participantes do Desafio Brasil poderão se beneficiar diretamente com a experiência de apresentarem projetos para representantes de fundos de private equity e venture capital. Acreditamos que este tipo de iniciativa é vital para formar os empreendedores do futuro”.

Finalistas do Desafio Brasil 2010

Durante a última edição, 162 projetos de todo o País se inscreveram para participar da competição que cresce a cada ano. Entre os projetos participantes, foi possível verificar a presença de iniciativas em desenvolvimento de softwares inteligentes que visam à otimização de processos e o aproveitamento de ferramentas da internet como as mídias sociais para o uso mercadológico. A tecnologia 3D e estações WiMax, Wi-Fi Mesh e LTE também estavam inseridas nos projetos das empresas concorrentes, da mesma forma que foram apresentados alguns projetos de biotecnologia como sistemas automatizados que extinguem os vetores da dengue e podem ser utilizados para a disseminação de inseticidas agrícolas. Confira os projetos finalistas:

1º lugar: Motofog (RJ): O motofog é uma ferramenta que opera no combate à dengue e na aplicação de inseticidas agrícolas. O sistema foi desenvolvido para ser instalado em uma motocicleta, possibilitando o controle e prevenção de vetores em áreas de difícil acesso onde carros fumacê não têm penetração. Na agricultura, o Motofog apresenta grandes vantagens na aplicação de inseticidas, com a possibilidade de transitar entre plantações com passagens estreitas.

Empresa startup: Fumajet Comércio de Equipamentos Ltda.
Premiação do primeiro colocado: R$5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, R$30 mil em consultoria de planejamento estratégico e marketing para startups inovadoras da Helice Consultoria, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

2º lugar: VPl (SP): O projeto apresentado oferece um serviço em que é utilizada a tecnologia de caracterização da água coletada pelo sistema pluvial e feito um estudo para adequar e destinar o volume armazenado para o uso específico de cada cliente, customizando para atender as particularidades de cada caso.
Empresa startup: VPI – Vorsprung Projetos Industriais.
Premiação do segundo colocado: R$2,5 mil em dinheiro, R$30 mil em assessoria jurídica por um ano oferecida pelo Derraik Advogados, software oferecido pela Microsoft, carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

3º lugar: Taw Itech (SC): A equipe apresentou tecnologias para interação e tem como carro-chefe o desenvolvimento de lousas digitais com diferencial de agregar tecnologia a esta solução proveniente de um software para interface e hardware em caneta.
Empresa startup: Taw Itech
Premiação do terceiro colocado: Software oferecido pela Microsoft e carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

4º lugar: Pligus (RJ): O Pligus é um serviço de comunicação e colaboração online em tempo real que roda em qualquer navegador. Nele, todos podem editar colaborativamente imagens, desenhos, textos e mapas – e ainda compartilhar a tela. Tudo isso enquanto os usuários se comunicam via webcams, microfones e mensagens instantâneas.
Empresa startup: Pligus
Premiação da quarta colocada: Carta de recomendação do GVcepe aos principais fundos de Venture Capital e Private Equity e vaga no Desafio Intel América Latina.

Sobre a campanha Apaixonados pelo Futuro

No Brasil, a campanha “Apaixonados pelo Futuro” reflete a visão da Intel de que tão importante quanto desenvolver a tecnologia em si é preparar o mercado e a sociedade para receber e aproveitar essa tecnologia. Por isso, a Intel está profundamente comprometida com todos os mercados onde opera. Desde sua chegada ao Brasil, há 22 anos, a Intel tem ajudado a preparar o País para o futuro – por meio de seu compromisso de levar ao mercado a liderança tecnológica, a inovação, e da contribuição contínua para a adoção da tecnologia, da melhoria na competitividade do mercado e da indústria local e da realização de fortes investimentos para o desenvolvimento do potencial humano por meio dos programas educacionais.

Fonte: Startupi

A Copa do Mundo em 2014 e os bons negócios


O maior evento do futebol vai movimentar vários setores da economia e gerar oportunidades para pequenas empresas. Os preparativos para o evento devem movimentar cerca de 30 bilhões de reais e gerar quatro milhões de empregos, segundo o SEBRAE.

O programa prevê a construção de estádios, hotéis, restaurantes e apoio logístico para receber milhares de turistas que torcem e vibram com o futebol. Um estudo encomendado pelo SEBRAE mostra os benefícios que o evento traz para a economia brasileira. Quase oito mil micros e pequenas empresas devem fechar algum negócio gerado pela Copa do Mundo. As possibilidades são mais fortes em nove setores: construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção, agronegócio, madeira e móveis, têxtil-confecção, comércio varejista e serviços.

Segundo o estudo, as pequenas empresas deverão ficar com 15% do dinheiro investido na Copa. E, segundo informações do novo presidente do SEBRAE, Luiz Barretto,  estão sendo mapeadas as possibilidades de cada setor. Além disso, o SEBRAE vai promover seminários empresariais em cada uma das 12 cidades-sede da Copa: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador. O objetivo é melhorar o nível de gestão das pequenas empresas.

Para isso o SEBRAE vai investir 48 milhões de reais. De acordo com Luiz Barretto, presidente do SEBRAE, o importante é inserir as pequenas empresas nesse contexto, com qualidade e competitividade. Só no ano da Copa, o país espera receber oito milhões de visitantes, sendo 600 mil apenas no mês do mundial. O número de brasileiros que deve viajar pelo país durante o evento esportivo deve chegar a três milhões.

Só o setor hoteleiro pretende investir dois bilhões e meio de reais na construção de noventa e dois estabelecimentos. Um programa vai qualificar mil e trezentos hotéis e pousadas para 2014. É neste ramo que o empresário Francisco Castro Júnior deseja entrar. Ele é dono de uma pequena construtora em Brasília. A empresa dele tem 18 anos de mercado e no momento constrói casas populares. O empresário deve aumentar em 50% o faturamento da empresa com a Copa do Mundo. E para resolver o problema das construtoras com a falta de mão-de-obra qualificada, o SEBRAE, o SENAI e as empresas do setor fizeram uma parceria para capacitar e reciclar os funcionários.

O SEBRAE também vai desenvolver ações para que os estrangeiros visitem várias cidades com atrações turísticas, durante a Copa de 2014.

CONTATOS:

SEBRAE

Central de Relacionamento: 0800-570-0800

www.sebrae.com.br

Consultorias:

ICOMUNI CONSULTORIA.

Tel.: (81) 3445.2956

Rua Helena de Lemos, 330, Sala 103, Empresarial Ilha do Retiro

CEP: 50750-630 – Recife – PE

icomuni@icomuni.com.br

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CYSNEIROS E CONSULTORES ASSOCIADOS LTDA.

Tel.: (81) 3051-1775/ Cel.: (81) 9916-9550

Rua Mauro Borrione, 55, 03

CEP: 50750-000 – Recife – PE

flammarion@cysneiros.com.br

======= Contact  Center =======

PLATAFORM TELECOM CONTACT CENTER

Tel.: (81) 3051-1775

Porto Digital – Recife – PE

comercial@plataform.com.br

======= Incubadora de Empresas =======

INCUBATIC – Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento

Tel.: (81) 3051-1775

Porto Digital – Recife – PE

incubatic@icomuni.com.br

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DRAKAR ENGENHARIA LTDA

Empresário: Francisco Castro Jr.

Tel.: (61) 3361.8099/ Cel.: (61) 9982.1346

SIA Sul Quadra 5 C , número 135 – sala 206

CEP: 71200-055 – Brasília – DF

drakarjr@ig.com.br

Reportagem:

Pequenas Empresas Grandes Negócios

  • Programa 966
  • TV Globo
  • No ar – Inédito – Domingo – Dia 06/03/2011 – 07h30

Reapresentações

Globo News

  • Domingo – 06/03/2011 – 09h05

Canal Futura

  • Segunda-feira – Dia 07/03/2011 – 07h30
  • Terça-feira – Dia 08/03/2011- 04h00

Doze projetos de desenvolvimento operacional


KST é o exemplo de doze projetos de design de funcionamento das PME em fase de desenvolvimento do projecto “Crescimento aprender -. Aprendendo a crescer” Os doze PME diferem na indústria, negócios, etc, e também nas soluções específicas que tenham implementado. Cada uma destas empresas aqui poderia contar sua própria história de sucesso. O que une as histórias que promovam a capacidade de expandir seus negócios de acordo com o conceito de gestão baseada em competências (COM) é:

  • Gestão por competências (COM): O diagnóstico inicial mostrou que dos 124 respondentes representava para as PME inovadoras, a gestão por competências da contribuição mais importante para o crescimento.
    Continue lendo: Os resultados do diagnóstico inicial
  • alavancas de crescimento: Reconhecimento e ponto de referência dos projectos de design operacional são identificados especificamente os desafios do crescimento ter sido. Cada projeto tem um conjunto de alavanca de crescimento específico.
    Continue lendo: O conceito de aconselhamento e da alavanca de crescimento
  • Projeto de Aprendizagem: desafios foram utilizados para desenvolver as habilidades dos empregados e da empresa de forma sistemática. Isto foi feito de acordo com os princípios e métodos de projeto de aprendizagem.
    Leia Mais: O projeto de aprendizagem de apoio à viabilidade de uma PME
  • Consultoria de Processos: As empresas foram acompanhados por consultores RKW que guiaram o processo de desenvolvimento, em conformidade com o princípio de “ajudar as pessoas a ajudarem a si mesmos”
    Leia Mais: Como tirar esse consultor externo para o processo

A fase de desenvolvimento foi concluído em finais de 2009. Nesta fase, o conceito de gestão por competências junto aos decisores das PME participantes, RKW consultores e especialistas da Universidade Tom desenvolvidos e adaptados às necessidades de crescimento das pequenas e médias empresas. Esta abordagem melhorou agora será sistematicamente testados em uma fase de implementação em 15 PME seleccionadas.

Para as empresas que não são acompanhadas de um projeto de design este incluir na presente fase de desenvolvimento, grupos regionais regionais serão realizados. Você está convidado a beneficiar das experiências de empresas que implementaram abordagens baseada em competências para a promoção do crescimento já.

Fonte: http://www.lernend-wachsen.de

 

Gestão do Conhecimento, precisamos dela?


A gestão do conhecimento é uma questão de cultura corporativa

“Impulso” entrevistou o Prof K. Norte

impulso: Como sempre utilizar o conhecimento do chefe da equipe, professor do Norte?

Norte: Há muito em desordem. Estudos mostram que apenas um em cada quatro empregados obter o feedback dos supervisores a respeito de que competências espera dele. Uma vez que é difícil transmitir o sucesso da empresa como um projeto fascinante, toda a equipe – e para motivar os funcionários a compartilhar conhecimentos.

Será que as empresas actualmente outras preocupações como a gestão do conhecimento?

Muitos líderes foco na sobrevivência, de fato, nas operações diárias, aquisição intensiva e redução de custos. Eles reconhecem, no entanto, que eles devem usar seus recursos de forma eficiente. Notadamente, isso se aplica aos recursos de conhecimento. são exemplos interessantes deste abundam, como mostrado, pelo menos não por nossa concorrência.

Quais as indústrias que estão em um sentido muito longe?

Os prestadores de serviços, como consultores ou engenheiros geralmente têm uma boa organização do conhecimento. Muitos, no entanto, difícil pensar sobre o projeto além de aprender com os projetos. Empresas de automóveis e fornecedores de concentrar seus esforços nos processos e melhoria contínua. Empresas I & D orientadas vai combinar seu conhecimento em centros de competência.

Como podemos facilmente identificar-se, quando uma empresa está, em termos de conhecimento?

Isto é o que eu considero a partir do resultado: Saiba o meu negócio de forma rápida e totalmente de clientes e concorrentes? A evolução tecnológica são sistematicamente monitorado? Geramos muitas idéias para novos produtos e melhorar os processos e implementá-las efi cientemente? Todos estes são indicadores para o uso profissional da informação e do conhecimento.

Que conselho você tem chefes que são inclinados para o assunto, mas evitam investimentos dispendiosos de TI?

gestão do conhecimento é sobretudo uma questão de cultura corporativa. A empresa organizou cerca de um ano, quatro cafés da manhã comum para cada 150 funcionários.Isso não custa muito, mas ele pode liberar um enorme potencial. Para discussões pessoal, eu recomendo as seguintes questões: O que você fez no ano passado para melhorar suas próprias habilidades? O que você fez para passar os conhecimentos aos colegas ou a âncora do sistema de informação? O que o senhor tem contribuído para o desenvolvimento de novos produtos e apresentou alguma sugestão?

O que podemos aprender com as pequenas empresas, o Grande?

Sistemática de desenvolvimento de recursos humanos.

E vice-versa?

Para este efeito, uma frase do lendário ex-chefe da General Electric, Jack Welch: “Queremos criar uma empresa com o corpo de uma grande empresa, mas a alma de uma empresa de pequeno porte – com curiosidade, vontade de partilhar e agir mais rápido.

download [458 KB], Wissensmanager_2005.pdf)

 

Aprenda a planejar de três maneiras diferentes


Bem que às vezes tentamos, mas não há como escapar: planejar é a melhor maneira de obter resultados concretos e mensuráveis, de forma que se saiba quando e como obtê-los. Mas como devemos começar a planejar, quais as ferramentas e métodos úteis e necessários para dar início às primeiras linhas de um planejamento bem sucedido, seja ele financeiro, pessoal ou profissional?

O primeiro passo é saber que tipo de planejamento você deve aplicar. Segundo o diretor regional da Business Partners Consulting, Carlos Contar, há 3 tipos de planejamento: o estratégico, o tático e o operacional, e cada um difere do outro por apenas um fator: tempo.

“O estratégico ocupa-se das grandes questões e requer visão de futuro, pois cuida do que se deseja que aconteça nos próximos anos. O tático interpreta as decisões estratégicas e traça planos concretos a serem aplicados nos próximos meses, ou um ano, no máximo. E o operacional desdobra a tática em ações do cotidiano”, explica Contar.
Planejar ou fazer planos?

Apesar de implícita, há uma diferença nos termos. Se você simplesmente almeja algo, seja material ou simbólico, e não dispõe de métodos para atingir os objetivos sonhados, você não está fazendo nada, apenas planos. Mas quando os sonhos e desejos são sucedidos de imediato por ações concretas e direcionadas para realizá-lo, aí sim, há planejamento.

Não que o plano ou sonho não tenha uma importância menor do que o planejamento, na verdade ele é o ponto de partida, embora não represente nada sozinho. Carlos afirma que, para começar a planejar, são necessários dois passos simples:
1. Definição dos objetivos: ‘este ano, quero comprar um carro’ (sonho, desejo)

2. Traçar as metas necessárias para realizar os desejos: ‘para comprar o carro que eu quero, vou economizar R$ 200 por mês da seguinte forma…’ (planejamento tático)
Também não adianta ser ganancioso demais e achar que tudo vai ser resolvido com um planejamento. “O importante é traçar metas arrojadas, porém possíveis de se realizar. A preocupação também deve estar ligada ao prazo estipulado por você mesmo. Se você fez ou irá fazer um planejamento, vale ressaltar que é preciso seguir à risca. Suas ações irão refletir no seu futuro”, conclui Carlos.

Por Eber Freitas , http://www.administradores.com.br

Compras coletivas podem faturar R$ 1 bi em 2011


Fonte: EXAME.com

Em não mais de 20 minutos na internet você vai acabar esbarrando em alguma das já populares ofertas de compras coletivas.

Pode ser pelo Twitter, Facebook, links patrocinados, banners em portais ou até por spam, mas estará lá uma oportunidade quase irrecusável de restaurante, clínica estética, hospedagem, espetáculo teatral, entre os mais diversos produtos e serviços. Conseguindo juntar um grande grupo de interessados em determinada oferta, esses sites fecham parceria com diferentes empresas para comercializar, em formato de varejo, oportunidades em preço de atacado, no chamado modelo “ganha-ganha” – o investidor atrai novos clientes, o consumidor paga mais barato e o site fica com uma parte da transação.

Antes de completar um ano de Brasil, a prática já virou febre entre consumidores, investidores e principalmente entre aqueles que passaram a oferecer a opção. Em dezembro, já eram encontrados mais de 400 sites oferecendo cupons de desconto por valores que variam normalmente entre 50% e 70% a menos que o valor original. Segundo métricas dos próprios players do mercado, em 10 meses de operação, o segmento chegou a um faturamento de aproximadamente R$ 170 milhões, tendo um verdadeiro boom nos três últimos meses de 2010.

“Em setembro foram cerca de R$ 7,5 milhões, número que pulou para R$ 40 milhões em outubro, R$ 58 milhões em novembro e ficou próximo a R$ 48 milhões em dezembro”, destaca Marcelo Macedo, cofundador e ceo do ClickOn. O site teve sua primeira oferta no ar em maio e hoje é uma das opções mais requisitadas entre anunciantes e consumidores.

O pioneiro no mercado brasileiro foi o Peixe Urbano, que em março oferecia seu primeiro cupom de desconto. Começando no Rio de Janeiro com três sócios, hoje está presente em 33 cidades brasileiras e chegou à incrível marca de dois milhões de cupons vendidos em 2010. “Para nossa surpresa, o mercado aceitou o modelo muito rapidamente”, comemora Leticia Leite, diretora de comunicação do Peixe Urbano. “Brasileiro adora desconto. Foi um apelo que pegou na veia”, acrescenta Macedo.

O que também auxiliou o sucesso quase imediato do modelo foi a presença maciça do público-alvo em redes sociais, principal forma de divulgação entre os players. “O público gosta de espalhar novidades, recomendar bons produtos ou serviços. Hoje, mais da metade de nossas compras acontecem por causa de alguma recomendação”, revela Daniel Funis, diretor de marketing do GroupOn – único entre os principais sites presentes no Brasil que vem de um grupo internacional. Iniciando operações no País em maio, com o nome Clube Urbano, passou a adotar a identidade global entre outubro e dezembro. “A filial brasileira apresentou o maior crescimento em todo o mundo”, ressalta Funis.

Quantidade

O boom de novos sites não assusta os líderes de mercado. Todos acreditam que, acompanhado de novas oportunidades, 2011 trará maturidade e consolidação para o segmento de compras coletivas. “O aparecimento e crescimento de outros sites acabou por validar o modelo, provando que o formato era confiável e positivo, mas são poucos que têm uma estrutura sólida e abrangência nacional. Os clientes serão cada vez mais exigentes e os consumidores optarão pelas melhores ofertas. Haverá uma seleção natural”, acredita Leticia. “É um setor fácil de entender e iniciar um negócio, mas com a consolidação, haverá um controle. É possível que vejamos algumas fusões e segmentações em categorias ou regiões, mas os maiores continuarão com as melhores ofertas e ampliando sua abrangência”, analisa Funis.

Futuro

Provando o potencial da ferramenta ao redor do mundo, o Google ofereceu, no final de 2010, nada menos que US$ 6 bilhões pelo GroupOn, que faturou globalmente US$ 500 milhões no ano passado e rejeitou a proposta. Grandes conglomerados brasileiros de mídia, como os grupos Abril e RBS, adquiriram ou lançaram seus próprios sites de compras coletivas – respectivamente Bananarama e Desejomania –, da mesma forma que o apresentador Luciano Huck tornou-se sócio-investidor do Peixe Urbano nos últimos meses. “Esses movimentos mostram que esta é uma direção natural que o comércio está tomando. Esse tipo de modalidade permite que empresas que tinham dificuldade de investir no e-commerce, passem a explorá-lo”, enfatiza o diretor do GroupOn.

Tais fatos levam os participantes desse segmento a previsões das mais otimistas. “Conseguimos bater nossa meta de cinco milhões de usuários cadastrados no ano passado e oferecemos uma economia que já ultrapassa os R$ 120 milhões. Para este ano trabalharemos para conectar o maior número de empresas e clientes, investindo especialmente na expansão geográfica”, detalha Leticia, do Peixe Urbano. “Vamos de três a sete ou nove milhões de usuários, de 18 para 40 ou 50 praças e de 165 a aproximadamente 300 colaboradores”, prevê Macedo, do ClickOn. “Por cálculos internos, acreditávamos no final do ano passado que, em 2011, o segmento de compras coletivas teria um faturamento variando entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões. Hoje já pensamos em R$ 800 milhões e, como teremos um ano completo, não duvido que podemos bater a casa de R$ 1 bilhão”, completa.