jump to navigation

Sebrae/SC lança versão 2.0 de sistema de inteligência 26 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Casos de Sucesso, Gestão do Conhecimento, Tecnologia da Informação.
Tags: , , , , ,
add a comment

sis

Projeto atende micro e pequenos negócios de mel, móveis seriados de madeira, confecções e calçados femininos; dentre as novidades estão a Sala de Imprensa e uma Biblioteca.

O prêmio que consagrou o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae/SC como um dos melhores projetos de IC do País, em abril, motivou o aperfeiçoamento ainda maior do portal SIS (www.sebrae-sc.com.br/sis), ambiente online de disseminação de informações do projeto gratuito de inteligência competitiva que atende micro e pequenos empresários de Santa Catarina.

A premiação foi entregue em São Paulo pela Associação Nacional dos Analistas em Inteligência Competitiva (Abraic). Planejada especialmente para beneficiar os empresários participantes do projeto, a versão 2.0 do portal foi lançada no dia 15 de junho.

Navegar pelas páginas do projeto na internet ficou mais fácil e prático para os participantes. Especialistas em usabilidade na web providenciaram mudanças para deixar o portal mais atrativo, organizado e, ao mesmo tempo, mais simples para os usuários.

Além disso, o conteúdo do portal foi enriquecido com a criação de novos espaços para informações estratégicas, matérias-primas da inteligência competitiva. “O incremento do portal é uma resposta do Sebrae/SC aos empresários, pela seriedade que demonstraram desde o início do projeto. Eles apostaram numa tecnologia inovadora e criaram condições para que o SIS fosse reconhecido nacionalmente”, lembrou o gestor estadual do projeto, Douglas Luís Três.

Mudanças

Logo que acessar o portal, o usuário vai se deparar com o novo visual da página principal do SIS. No canto direito, os visitantes poderão se cadastrar para receber por e-mail o informativo do setor que escolherem e votar nas enquetes elaboradas pela equipe do portal. Na parte superior da página, foi acrescentado o link Sala de Imprensa, destinado a jornalistas.

Já nas páginas internas de cada um dos setores foco do projeto – Calçados Femininos, Confecções, Móveis Seriados de Madeira e Mel – a alteração mais significativa foi a criação de uma Biblioteca, onde serão guardados, dentre outros documentos estratégicos, artigos técnicos. Ao lado da Biblioteca foi inserida outra novidade: o link Cotações, que manterá dados relativos a câmbio de moedas, bolsas de valores e indicadores diversos. E ao lado direito da página, um quadro dinâmico vai mostrar a previsão do tempo para as cidades onde o projeto atua.

Níveis de Acesso

O portal tem agora três níveis de acesso, que variam de acordo com o tipo de cadastro do usuário. Os assinantes, empresários que fazem parte de um dos arranjos produtivos locais (APL) atendidos pelo SIS, têm acesso a todas as informações e podem solicitar relatórios específicos (os chamados ad hocs).

Os convidados, empresários de outros APL, mas que trabalham no mesmo ramo de um dos APL foco, têm acesso a alguns relatórios publicados no portal e a todas as demais informações. E, por último, os visitantes, internautas que não possuem nenhum tipo de cadastro no portal, têm acesso às notícias, à agenda e podem se cadastrar para receber o informativo.

“A versão 2.0 do portal SIS representa o compromisso da equipe do Sebrae/SC em levar informação cada vez mais qualificada e de fácil acesso a empresários que visam a vanguarda da competitividade”, concluiu o assessor de planejamento do Sebrae/SC, Marcondes da Silva Cândido.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae é um exemplo de caso de sucesso da Gestão do Conhecimento Empresarial.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria de Gestão da Informação e do Conhecimento Empresarial

Veja também

Mais informações sobre o SEBRAE:
  1. Convênio entre Petrobras e Sebrae estimula projetos
  2. Gestão eficiente faz a diferença para sobrevivência de empresas
  3. Inscrições abertas para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios
  4. Programa Ferramentas de Gestão Avançada
  5. Sebrae e IEL firmam parceira para capacitar fornecedores
Empreendedorismo e Inovação
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados
Consultoria Online

TopoBlog_ Flammarion

KM 2009 será organizado com ajuda do FOLLOW 19 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Gestão do Conhecimento.
Tags:
add a comment

A Empresa Techbusiness disponibilizará a ferramenta FOLLOW para a organização do KM 2009 na Bahia.

A SBGC Sociedade Brasileira para Gestão do Conheciemento terá a oportunidade de garantir a gestão da informação de todo processo durante a organzação do evento até a sua conclusão.

A ICOMUNI Consultoria atuará como parceira em Pernambuco para viabilizar a gestão descentralizada junto à SBGC PE.

Projetos de Tecnologia E-Gov 16 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Arranjo Produtivo Local, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Gerência de Projetos, Gestão do Conhecimento, Inovação, Legislação, Pequenas e médias empresas, Tecnologia da Informação.
Tags: , ,
7 comments

projetos de Tecnologia

Servidores de Tecnologia da Informação de ambos os órgãos unem-se para estudar demandas do tema no Estado.

O Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP), que surgiu da parceria firmada entre o Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas (Itec) e a Universidade Estadual de Ciências da Saúde (Uncisal) se reuniu nesta segunda-feira, 15, para discutir a metodologia de trabalho e a construção de uma proposta de portal para o EGP, que adotará o padrão da Fábrica de Sítios do Governo de Alagoas.

A ideia do EGP é montar uma sistemática para gerenciamento dos projetos de Tecnologia da Informação (TI) do governo de Alagoas. De início, o EGP enviou ofícios para os órgãos estaduais solicitando que enviassem as demandas em Tecnologia da Informação. “As demandas são extremamente importantes, pois passaremos a ter um horizonte e poderemos diagnosticar melhor a situação da TI no governo”, afirma o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos do Itec, Lucius Clay.

Ainda segundo Lucius, o EGP é uma poderosa ferramenta que trata mais estrategicamente dos projetos de governo e constrói um novo cenário para o governo do Estado. “O EGP gera conhecimento através de um repositório de lições aprendidas que permanecem de posse do governo com ferramentas de TI atualizadas”, explica o gerente.

Através deste conhecimento, diz Lucius Clay, será possível gerar conhecimento em gestão de projetos, gestão por processo, padronização de metodologias, além de fomentar a capacitação e o treinamento, tratando de modo mais ágil e adequado os projetos que devem ser implantados pelos diversos órgãos de governo.

Composto por oito membros distribuídos igualmente entre o Itec e a Uncisal, o EGP já possui dois projetos-piloto desenvolvidos; o atual Sistema de Protocolos do Estado, Sipanet, e o Sistema de Almoxarifado, Siapnet. Atualmente o EGP é formado pelos servidores do Itec; Lucius Clay, Ricardo Buenos Ayres, Carlos Francisco e Thiago Ávila, e os servidores da Uncisal; Eraldo Alves, Byron Lanverly, Rodrigo Mota e Flaudízio Barbosa.

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaO Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria Flammarion Cysneiros, reforça a importância das micro e pequenas empresas de TI trabalharem em forma de consórcio para suprirem as demandas governamentais. Já que isto é um projeto de lei e de políticas públicas para as Micro e Pequenas Emrpesas.

“Já temos iniciativas parecidas como esta sendo executadas, e micro e pequenas empresas formalizadas e/ou incubadas têm expertise técnico para suprir tais demandas. A idéia é a substituição das importações, a geração de empregos e renda, absorçaõ da mão de obra assim como a capitalização das empresas locais”, destaca Flammarion.

ICOMUNI Comunicação Mídias SociaisA ICOMUNI Consultoria é especialista em Gestão do conhecimento, em gerenciamento de projetos (PMI), gestão de processos, padronização de metodologias, capacitação e o treinamento, e na metodologia de desenvolvimento ágil de Projetos (SCRUM).

A Empresa Pernambucana ICOMUNI Consultoria sinalizou o interesse em suprir a demanda de projetos de TI desenvolvimento web na região. Para tanto as demandas de projetos de TI, para consultoria, gerenciamento, parcerias, orçamento e consócio de empresas podem ser enviadas através do e-mail: icomuni@icomuni.com.br.
 
Veja também
Mais informações sobre a empresa inovadora ICOMUNI Consultoria:
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados
 

Alunos do Projeto Cria Web têm aula inaugural no centro de convenções 16 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Arranjo Produtivo Local, Casos de Sucesso, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Gestão do Conhecimento, Inovação, Redes sociais, Tecnologia da Informação.
Tags: , , , , ,
add a comment

Cria Web
A primeira aula presencial do curso de capacitação em web design, dentro do Projeto Cria Web, reuniu nesta segunda-feira (15) cerca de 400 alunos da capital e do interior, no Teatro Gustavo Leite. Além da aula proferida pelo professor Adriano Giannini, o encontro contou com palestras, apresentação da performance teatral “Ensino à Distância” e uma exposição do artista gráfico Pedro Lucena. Os presentes foram saudados pelo secretário de Estado do Planejamento e do Orçamento, Sérgio Moreira, e pelo diretor presidente Companhia de Empreendimentos, Intermediação e Parcerias do Estado de Alagoas (Cepal), Marcos Kümmer.

O projeto é uma iniciativa do Programa Cepal Social, ação promovida por diretores e funcionários da entidade que tem como objetivo compartilhar conhecimento técnico com a sociedade. “Sentimos necessidade desse intercâmbio de informações com a população. Não adianta represar a experiência de nossos profissionais, temos que colaborar com a capacitação profissional dos alagoanos e elevar o grau de especialização das pessoas, fazendo com que elas desenvolvam seus próprios projetos”, afirma Marcos Kümmer. A Cepal conta com o apoio do governo de Alagoas, através das secretarias do Planejamento e Orçamento e da Gestão Pública, além do Itec.

Cerca de 1.900 pessoas se inscreveram no curso e já estão fazendo os dois primeiros módulos, de um total de 13. “A última etapa será a apresentação de um trabalho prático, resultante do conhecimento adquirido”, lembra o diretor. Apesar dos encontros presenciais periódicos, o Cria Web utiliza ferramentas do ensino à distância, possibilitando a inclusão de alunos em todos os municípios de Alagoas e até de outros estados.

“O importante é que cursos dessa natureza estimulam o empreendedorismo e a possibilidade de emprego à distância. Ou seja, ou o futuro web designer cria seu próprio negócio, com o incentivo de bancos públicos e do próprio governo, ou busca oportunidades de trabalho on line. Com essa capacitação e algum conhecimento em idioma, esse aluno pode trabalhar para empresas localizadas em outros estados e até no exterior”, diz o secretário Sérgio Moreira, entusiasta dos programas de inclusão produtiva.

O primeiro curso de web design tem um total de 272 horas/aula. Os 13 módulos são disponibilizados por download, mediante a digitação de uma senha pessoal que cada aluno recebeu no ato da inscrição. Inicialmente o curso seria destinado apenas a jovens de 13 a 21 anos, mas o interesse de uma faixa etária maior fez com que o escopo se ampliasse. “Muitos pais fizeram a inscrição junto com os filhos, demonstrando que todos querem ter acesso às novas tecnologias”, afirma Marcos Kümmer.

Para o estudante de Administração Marcos Eduardo Vasconcelos, de 18 anos, morador do bairro da Pajuçara, o curso surgiu como oportunidade de aprofundar conhecimentos básicos já adquiridos na área. “Eu sempre quis trabalhar com informática e o Cria Web me dá a possibilidade de continuar minha faculdade e estudar web design nas horas vagas”, diz.

Para Valmênia Santos, estudante de curso pré-universitário, as aulas modulares à distância são um incentivo a mais para entrar em contato com as novas tecnologias. “Foi uma professora da minha irmã que falou sobre o curso em sala de aula. Acabei fazendo, além da minha, mais quatro inscrições de pessoas da família”, conta.

Para Fernando Pacheco, de 40 anos, o curso vai auxiliar no seu trabalho como gerente de Polícia Comunitária da Secretária de Estado de Defesa Social. “A informática sempre esteve nos meus planos, mas a falta de tempo me afastava de um curso convencional. O Cria Web é uma ótima oportunidade de unir o útil ao agradável, já que meu objetivo é criar um site sobre o nosso trabalho, ampliando a interação da polícia com a comunidade”, explica.

A data da próxima aula presencial do projeto será anunciada oportunamente, no site www.cepalsocial.com.br, onde também os alunos fazem o download dos módulos e contam com um blog criado especialmente para um maior contato com os instrutores da Cepal. “Nossa página está no ar para tirar qualquer dúvida dos inscritos e também para promover um maior intercâmbio entre eles”, afirma o professor Adriano Giannini, idealizador do Cria Web.

webBannerA Empresa Pernambucana WEB360Graus sinalizou o interesse em absorver os alunos para projetos de desenvolvimento web na região. Para tanto os interessados e coordenadores do projeto devem entrar em contato através do e-mail: inovacao@web360graus.com.br
 
Veja também
Mais informações sobre a empresa inovadora WEB360Graus:
  1. Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
  2. Programa de Pré Incubação INCUBATIC
  3. Ferramenta para prefeito novo
  4. Sebrae lança Cidade do Futuro
  5. Municípios ganham um “guia” para administrar
Empreendedorismo e Inovação
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados
 
Consultoria Online

Saiba quais são as certificações que garantem destaque no mercado 12 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Gestão do Conhecimento.
Tags:
4 comments

certificacoes

As certificações são muito importantes para o profissional brasileiro de tecnologia. Além de serem o primeiro filtro de muitas das organizações que contratam, elas podem garantir postos melhores e prestígio no mercado de trabalho. No entanto, não é qualquer tipo de certificado que garante tais predicados, mas aquelas que exigem bastante do candidato e que realmente atestam a sua capacidade profissional.

Segundo Robert Andrade, especialista em recrutamento da Robert Half, quanto mais difícil e restrita for a certificação, no que diz respeito à exigência de experiência profissional, mais alto será seu padrão e reconhecimento. “Muitas pessoas nem terminaram a faculdade, mas já tiverem uma trajetória profissional e assumem bons postos por conta dessas certificações”, diz.


Para Nilson Ramalho, gerente de tecnologia da informação da Impacta Tecnologia, as certificações de alto nível, como as da linha Master da Microsoft e as principais da Cisco são muito importantes para quem já tem uma certa trajetória profissional. “Muitas delas exigem experiência e mostram que os candidatos estão prontos para os melhores cargos”, afirma.

A busca autônoma por certificações, no entanto, não é o único caminho. Na hora de escolher o lugar onde vai trabalhar, o profissional pode priorizar os locais que oferecem treinamentos e certificações como benefício. Fazer um curso e obter uma certificação individual custa caro (em média, 5 mil reais por treinamento, mais 150 dólares para fazer a prova), mas as empresas costumam firmar parcerias com fabricantes e conseguem preços menores.

É o caso da IP Connection, que tem uma política de formação de força de trabalho para certificá-la nos principais níveis da Cisco. “Como a empresa é integradora, consegue subsídios e tem maiores condições de formar os profissionais”, afirma Alexandre Otto, CEO da organização. Como contrapartida, os profissionais assinam um acordo de permanência, no qual têm de reembolsar a companhia caso deixem a empresa antes de um determinado prazo.

A escolha do profissional que vai se certificar, no entanto, é baseada na competência, no seu desempenho e na avaliação de metas atingidas. “Cada treinamento custa em torno de 5 mil reais e são muitos treinamentos para se chegar ao nível ideal. Temos de realizar uma escolha adequada”.

A FDM, consultoria em redes, também aposta na qualificação dos profissionais para se tornar uma empresa com diferencial no mercado. É a Systimax Tier 2, que habilita para a instalação de produtos Avaya. “São apenas 10 empresas no mercado que possuem pessoas com essa certificação. Os profissionais que estão aqui e as obtêm com certeza ganham muitos diferencias no mercado, ainda que não estejam aqui”, atesta Fábio Sidney, CEO da FDM.

César Gabardo, engenheiro da Sofhar, resolveu investir os próprios recursos para obter a certificação MCM (Microsoft Certified Master) em Exchange 2007. César é o único profissional brasileiro a obter tal título e percebeu que ganhou uma grande valorização no mercado e dentro da própria empresa. “Além do aprendizado, ganhei uma exposição que vale a pena o investimento e pode levar a outras oportunidade”, comemora.

Conheça algumas das qualificações de alto nível do mercado

CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) – Certificação Cisco que sempre é uma das mais cotadas e é das mais difíceis. Somente 26% das pessoas que prestam a prova passam. Quem a possui ganha salários acima dos 10 mil reais.

MCSD (Microsoft Certified Solution Developer) – Certificação .NET obtidas pelos principais desenvolvedores do Mercado.

PMP (Project Management Professional) – Uma das principais certificações para gerentes de projeto. Quem a obtém, conquista um grande valor no mercado.

RHCE (Red Hat Certified Enginner) – É concedida após um teste baseado em desempenho após mais de 5 horas de testes e qualifica o profissional a assumir os mais altos cargos técnicos em ambientes Linux.

CISSP (Certified Information Systems Security Professional) – Certificações de segurança estão em alta. A CISSP habilita o profissional a lidar com os mais complexos ambientes de sistemas de informação.

Fonte: PMI

Como as organizações podem e devem se preparar para novos riscos sistêmicos 11 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Gestão do Conhecimento.
Tags:
1 comment so far

riscos sistemicos

A globalização dos anos 90 definitivamente se consolidou no século 21, com gigantescas oportunidades de crescimento aos novos exploradores do planeta Terra. A busca de processos mais eficientes, com maior volume de produção e menor custo operacional, transferiu tecnologia e riqueza para países em desenvolvimento, providos com a infraestrutura mínima necessária aos negócios e donos de uma abundante diversidade em recursos culturais, humanos e naturais. O encontro destes mundos gera inovações impensadas nos modelos convencionais de pesquisa e desenvolvimento. Inesperadas demandas são criadas a partir da inserção de novos produtos e serviços em mercados locais, cujos consumidores, em contínua ascensão social, rapidamente tornam-se ávidos por novidades.

Este mercantilismo torna acirrada a concorrência e exige a conquista rápida desta massa de consumidores. Muitas organizações, ofuscadas pela perspectiva de lucro fácil, optam por um crescimento imediato sem a devida análise completa dos riscos envolvidos no processo e a implantação dos respectivos controles. Tais etapas são vitais à perenidade do negócio na nova realidade, mas acabam constantemente sendo traduzidas por morosidade e indesejáveis custos operacionais.

Neste contexto, a análise de risco enfrenta dificuldades e deve passar a considerar fatores inexistentes ou de baixa relevância no cenário original das empresas. As novas formas de transação comercial, a inserção de costumes em sociedades com valores distintos, o contato com desconhecidos riscos biológicos ou mesmo a falta de preparo dos profissionais locais na implantação de controles sobre todas as fases do processo, representam ameaças críticas para o sucesso do empreendimento. Com a mesma velocidade em que a marca de uma empresa é conhecida pelos consumidores, sua reputação e imagem podem estar expostas a danos por vezes irreparáveis. Existe maior oferta de produtos e serviços, o que diminui a fidelidade dos consumidores com uma marca específica. Erros ou omissões na interlocução com a sociedade local pode amplificar problemas e envolver toda a instituição numa crise de grandes proporções. O atual cenário mundial reduziu as margens de lucro e a capacidade das empresas em absorver perdas. A sociedade e as regras de mercado tornam obrigatório o cumprimento de boas práticas de governança corporativa, principalmente na transparência dos negócios.

A centenária engenharia de risco deve atravessar as fronteiras e avançar para sistemas de gestão que contemplem a integração de culturas e tecnologias. Danos causados por atos ou declarações de alto executivos da organização, por exemplo, podem significar um prejuízo maior que aqueles decorrentes de falhas operacionais. Portanto, não se trata mais de projetar ferramentas para conter danos isolados, mas de garantir a credibilidade dos produtos e serviços da instituição no mercado mundial. O nível de controle exigido pela sociedade caminha para um nivelamento mundial e práticas inapropriadas, mas anteriormente aceitas em determinados lugares, subitamente passam a ser consideradas abominadas em todo o mundo. Esta é uma reação em cadeia que pode levar ao repúdio de uma determinada marca pelos consumidores. Analogicamente, a competência na identificação dos riscos emergentes e a implantação de controles integrais nas dinâmicas facetas dos negócios de uma empresa causam o respeito do consumidor pela marca e a projetam para uma presença sólida na sociedade. Atitudes proativas de comunicação de risco, fundamentadas em verdades éticas, são demonstrações claras de responsabilidade social e empresarial e aumentam a confiança por parte do mercado.

Esta pode ser a chave do sucesso para a sustentabilidade de uma marca, mas representa um grande desafio aos especialistas em gestão de risco. Como prever ameaças em cenários anteriormente considerados normais? Como antever crises decorrentes de questões culturais? Como desenhar controles sem a presença de normativas credenciadas? As soluções para estes problemas sofrem constantes mutações e requerem monitoramento atento por parte dos responsáveis pela gestão de risco. Apesar da aparente complexidade, pode-se afirmar que nenhuma resposta será satisfatória sem a total interação com a sociedade, que, de forma simples e extraordinária, pode oferecer os subsídios tão almejados pela corporação na busca de uma equação vencedora para todas as partes envolvidas.

Esta é a chance que temos para a transformação em um planeta mais rico, justo e limpo, em que as pessoas e as empresas sobreviventes compartilharão os recursos e as responsabilidades. Esta época significará harmonia e suavização dos conflitos.

Fonte: FNQ

Visão sistêmica é essencial para lidar com riscos 11 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Gestão do Conhecimento.
Tags:
1 comment so far

Visão sistêmica

O segundo dia do 17º Seminário Internacional e Busca da Excelência, promovido pela FNQ nos dias 20 e 21 de maio, foi aberto pelo presidente do Conselho Curador da FNQ, Luiz Ernesto Gemiganani. Ele afirmou que, no começo de 2008, ao definir o Pensamento Sistêmico como assunto do ano, a FNQ já discutia um tema que estaria subjacente, que eclodiria nos meses seguintes: a crise econômica mundial. “A crise revelou a incapacidade dos sistemas atuais de planejar jornadas com um grau de interdependência social, econômica, política e ecológica. É necessário ter uma visão sistêmica”, afirmou Gemignani.

De acordo com o presidente, as organizações, pessoas, entidades e governos ainda estão despreparados para lidar com os riscos e enfrentar os desafios e oportunidades que existem diante de uma crise. “Ações isoladas não são suficientes, é preciso pensar e agir de maneira integrada, levando em consideração a realidade e necessidade de todos”. Para Gemignani, a interdependência deve ser ampla, geral e irrestrita.

“É relevante a percepção nítida e urgente dos riscos emergentes, além da consciência de nossa responsabilidade como pessoa e do importante papel que nossas organizações podem desempenhar nesse cenário”, disse o presidente. Segundo ele, todos esses elementos levaram a FNQ a definir o tema do 17º Seminário Internacional em Busca da Excelência. “Isso revela que o posicionamento estratégico da FNQ, de reconhecer as organizações como sistemas vivos, integrantes de ecossistemas complexos com os quais interage, de quais depende e pelos quais é responsável, vai de encontro com a atualidade, com a essência do momento”, finalizou Gemignani.

Ações do Portal do Software Público Brasileiro 10 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Gerência de Projetos, Gestão do Conhecimento.
Tags:
add a comment

Portal do Software Público Brasileiro

Durante o mês de junho estamos preparando o III Prêmio Ação Coletiva que nesta edição será organizado pela ONG Associação de Tecnologias Abertas-ATA, com o patrocínio da Intel.

A comunidade do Portal do Software Público Brasileiro vai escolher os critérios para premiar os colaboradores dos softwares existentes no Portal. A partir de hoje fica disponibilizada durante 15 dias uma enquete na página principal do Portal [www.softwarepublico.gov.br] para que cada participante defina qual o tipo de colaboração deverá ser premiada.

As contribuições serão acompanhadas entre os meses de julho, agosto e setembro. As melhores contribuições dentro destes três meses serão aquelas escolhidas para avaliação técnica e da posterior votação direta nas comunidades.

A terceira edição do Prêmio Ação Coletiva será lançada no 10º Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre, no dia 24 de junho e o prêmio será entregue no I Encontro Nacional do Software Público, previsto para outubro em Brasília.

O III Prêmio Ação Coletiva vai entregar notebooks, TV tela plana – LCD, câmera digital e vai arcar com os custos da viagem para o recebimento do prêmio.

Notícias do Portal:

Revista Espírito Livre tem coluna dedicada ao Software Público
http://www.softwarepublico.gov.br/news-item31

Notícias das Comunidades:

AMADEUS: Disponibilizado o guia de instalação v0.3
http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/amadeus/lars-blogger/one-entry?entry_id=11557943

i-EDUCAR: i-Educar 1.0.2 lançado com correção de segurança
http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ieducar/lars-blogger/one-entry?entry_id=11391373

KyaPanel: nova versão 2.22 é considerada a mais testada até hoje
http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/jeguepanel/lars-blogger/one-entry?entry_id=11508279

CACIC: versão Curumim é lançada no dia do Índio
http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/cacic/lars-blogger/one-entry?entry_id=10749852

Erros e Acertos dos novos Empreendedores pós crise 8 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Gestão do Conhecimento, Incubadoras, Pequenas e médias empresas.
Tags:
1 comment so far

Balança

Dos computadores para os grelhados

O economista João Böer, 44 anos, desesperou-se quando soube que perderia seu emprego como diretor de vendas da Oracle, multinacional de tecnologia em que trabalhava havia uma década. “Só conseguia pensar em arranjar um emprego parecido, mas o telefone da minha casa não tocava”, conta. Em meio à crise e sem enxergar uma saída a curto prazo, Böer tomou uma difícil decisão: ele, que jamais havia pensado em ter o próprio negócio, resolveu investir algo como 500 000 reais num restaurante de grelhados em São Paulo. Isso depois de analisar dezenas de possibilidades. “Comida está dando dinheiro”, diz o economista, que já entendia o suficiente de finanças para montar uma empresa – mas nada de comida. “Fiz um curso para aprender, literalmente, o feijão com arroz.”

Onde ele acertou: optou por abrir sua empresa num dos setores que mais crescem no país – o de alimentação.

Onde ele errou: dispensou um processo seletivo mais demorado e já precisou trocar três dos 22 funcionários.

A crise fez surgir no Brasil um novo tipo de empreendedor. É gente que jamais havia pensado em ter o próprio negócio até perder recentemente o emprego e se ver sem perspectiva de arranjar outro. Eles ocupavam bons cargos em grandes corporações e, juntando o fundo de garantia à rescisão de contrato, receberam, ao sair, dinheiro suficiente para começar uma empresa. Um novo estudo da consultoria DBM, uma das maiores em recolocação de executivos do mundo, dimensiona o fenômeno no Brasil – que repete, numa escala menor, o cenário nos Estados Unidos. O levantamento mostra que, desde outubro passado, o momento mais agudo da crise, cresceu em 60% o número de brasileiros que, uma vez demitidos, decidiram partir para um negócio próprio. Até agora, são algo como 100 000 pessoas. Eles não têm perfil aventureiro: 90% procuram alguma espécie de assessoria antes de montar sua empresa. Ainda que suas experiências no antigo emprego possam ser de grande valia, reconhecem que muitas das situações que se apresentam agora são inteiramente novas – não apenas porque se tornaram donos de um negócio pela primeira vez, mas também porque a maioria mudou de área. É o caso do engenheiro Raul Bonan, 38 anos, e de sua mulher, a advogada Christiane Magalhães, 35, hoje à frente de duas lanchonetes especializadas em servir chá-mate no Rio de Janeiro. Diz a ex-executiva de banco: “É um desafio começar uma nova carreira a esta altura da vida”.

O surgimento dessa nova geração de empreendedores ajuda a explicar por que o número de pequenas empresas no país já subiu tanto neste ano – o crescimento foi da ordem de 20%, de acordo com um relatório recém-consolidado pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio. Os negócios tocados por esses novatos, no entanto, têm indicadores bastante diferentes daqueles que marcam, tipicamente, o empreendedorismo no Brasil. A começar pelo capital investido de saída, até 500 000 reais, bem mais do que os 20 000 reais com os quais se inicia, em média, um negócio no país. Com diploma de ensino superior e, em muitos casos, até com MBA no currículo, os novatos também contribuem para o aumento na escolaridade dos empresários brasileiros – em geral, muito baixa. Para se ter uma ideia, apenas 17% dos donos de empresa no país pisaram numa universidade. “Esses ex-executivos têm um perfil bem raro entre os empreendedores no Brasil”, diz Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae. Eles estão, sem dúvida, em melhores condições para vingar num cenário em que um terço das empresas abertas no país fecha antes de completar um ano. “Com mais dinheiro para investir e preparo para levar um negócio adiante, têm infinitamente mais chances de prosperar”, afirma o economista Maílson da Nóbrega.

Ainda que iniciem o negócio em vantagem, a curta experiência dos novos empreendedores aponta para algumas dificuldades. Não é fácil para eles, antes de tudo, desistir de procurar trabalho em empresas. Até chegar a esse ponto, João Böer, 44 anos, ex-diretor de vendas da Oracle, uma das gigantes da internet, passou três meses esperando o telefone tocar, depois de espalhar currículos no mercado. “Foi complicado aceitar a ideia de que o mais sensato era iniciar um negócio, coisa que jamais havia cogitado”, diz Böer, que, apesar da assumida inaptidão para a cozinha, se tornou dono de um restaurante de grelhados em São Paulo. Justamente a segunda dificuldade para ele e os outros foi escolher em que investir. A lição nesse campo é simples, embora pouco aplicada no país: para a empresa dar certo, ela deve atender a uma demanda real da economia, ainda que seja numa área nova para o dono. Os empreendedores da crise, apesar de algum sofrimento para enfrentar mudança tão radical, demonstram pragmatismo. Estima-se que pelo menos a metade deles foi parar no ramo de alimentação, um setor que cresce. Resta, porém, um obstáculo que pode atrapalhar os novatos. “Como não escolheram esse caminho, talvez lhes falte o espírito de liderança e a obstinação necessária”, pondera Rodrigo Teles, diretor da Endeavor, instituto que incentiva a cultura empreendedora. “Só vão dar certo os que não pensarem apenas na sobrevivência – mas em crescer.”

A essas dificuldades somam-se aquelas que qualquer brasileiro enfrenta ao abrir um negócio. O processo é dolorosamente lento e burocrático. Um ranking de 181 países organizado pelo Banco Mundial traz o Brasil entre aqueles onde é mais penoso montar uma empresa, na 127ª posição. Para abrir um negócio, é preciso esperar, em média, 152 dias e ainda ter paciência para cumprir dezoito procedimentos burocráticos. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos a empresa sai do papel em seis dias e a burocracia tem um terço do tamanho. O crédito também é mais caro e escasso no Brasil, o que obriga as pessoas a fazer uso da poupança – ela fornece em torno de 70% do capital inicial investido em uma empresa no país. Por fim, pesa contra os profissionais uma alta carga de impostos, que chega a abocanhar 52% do lucro das empresas. Mais de dois terços dos empreendedores brasileiros são informais – outro ponto em que os novatos decidiram agir de forma diferente. Entre eles, praticamente inexiste a informalidade.

Foi depois de passar por todos esses entraves que o engenheiro químico Marcio Bastos, 60 anos, recém-demitido de uma multinacional petrolífera, tomou a decisão de criar um negócio voltado para prestar assessoria a iniciantes como ele: “É um aprendizado. Vi logo que não dava para replicar os processos de uma multinacional numa empresa pequena”. Um alto grau de empreendedorismo é vantajoso para qualquer país. O economista Joseph Schumpeter (1883-1950) dizia que, sem isso, não haveria inovação tecnológica e os países estariam fadados a uma posição de equilíbrio estático, em que o crescimento da economia seria nulo. O Brasil é o 13º país mais empreendedor do mundo, mas o que se vê ainda é distante daquele cenário pintado por Schumpeter: predominam aqui negócios minúsculos, sem grande inovação, que são varridos do mapa na mesma velocidade com que surgem. “Esses negócios não se traduzem em aumento de vagas no mercado de trabalho, maior oferta de serviços ou preços mais competitivos, como ocorre quando o empreendedorismo é de alto nível”, avalia Valentino Carlotti, presidente no Brasil do banco Goldman Sachs. Daí a relevância do aparecimento desse novo grupo de empreendedores, do qual faz parte a administradora de empresas Clara Barreiros, 54 anos, dona de um MBA e de longa experiência no laboratório francês Sanofi-Aventis. Lá, ela gerenciava toda a logística envolvida na manutenção do prédio da multinacional. A empresa que acaba de abrir é da mesma área. Diz a administradora, que pensa de forma parecida à dos demais novatos: “Sofri muito com a demissão, mas agora já não me vejo em outra vida”. Bom para ela – e para a economia do país.

Aposta na inovação

O engenheiro eletrônico Antonio Gutierrez, 34 anos, anda ansioso. Desde que abriu sua empresa, em março, ainda não viu nenhum dinheiro entrar. Só teve gastos. “O começo é muito difícil, mas estou apostando alto”, diz. Depois de ser demitido de uma empresa especializada em licenciamento de softwares, na qual trabalhou por cinco anos, Gutierrez resolveu aproveitar seu conhecimento para tentar avançar numa área bem específica: a de criação de quiosques eletrônicos de autoatendimento (aqueles utilizados em aeroportos e supermercados). Sabe que há mercado para isso: “Enquanto no Brasil existem quatro fabricantes desse produto, nos Estados Unidos são mais de 100″.

Onde ele acertou: está investindo em inovação. Custa caro, mas as chances de retorno são altas.

Onde ele errou: não procurou um especialista para se informar sobre o processo de abertura de uma empresa – e a sua levou mais de seis meses para sair do papel.

Velhos contatos na vida nova

A administradora de empresas Clara Barreiros, 54 anos, precisou passar por dezenas de processos seletivos até se conformar com a dura realidade: apesar do currículo impecável e de sua longa experiência no laboratório francês Sanofi-Aventis, arranjar emprego em meio à crise parecia improvável. Foi aí que ela teve a ideia de abrir uma empresa na mesma área em que trabalhava. Como gerente de facilities, Clara cuidava dos equipamentos e da infraestrutura da multinacional – das cadeiras dos funcionários à fachada do prédio. Entendia tudo disso, mas nada de negócios. “O jeito foi fazer cursos para aprender o básico”, diz ela, que tem a seu favor uma extensa rede de contatos. “Eu me sinto segura.”

Onde ela acertou: fez cursos específicos sobre empreendedorismo antes de se arriscar na carreira-solo.

Onde ela errou: firmou parcerias para executar serviços aos clientes sem se certificar da idoneidade dos sócios – e precisou voltar atrás.

Peter Senge participa de webcast do Grupo Santander Brasil 1 junho, 2009

Posted by Flammarion Cysneiros in Capacitação, Dicas, Empreendedorismo e Gestão Empresarial, Estratégias, Gestão do Conhecimento, Inovação, Pequenas e médias empresas.
Tags: , , ,
2 comments

peter-senge

A Liderança Necessária para a Sustentabilidade
Pensamento sistêmico

No dia 01 de junho, Peter Senge, um dos maiores especialistas do mundo em aprendizagem organizacional e autor do livro A Quinta Disciplina, participará do Encontro de Sustentabilidade, promovido pelo grupo Santander Brasil, com o apoio da FNQ. O tema da palestra de Senge será: Liderança Necessária para a Sustentabilidade.

Pela primeira vez o evento será transmitido ao vivo, via webcast, das 19h30 às 21h. A condução dos trabalhos ficará por conta de Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, e contará com a participação de Fabio Barbosa, presidente do Grupo Santander Brasil.

Peter Senge ministrou palestra durante o 6º Fórum Empresarial, promovido pela FNQ em junho de 2008, em Campinas/SP. Para ele, a liderança em alta performance está ligada à satisfação pessoal e ao envolvimento intenso com o ambiente em que se vive. Assim, o líder passa a ser não apenas um cargo, mas um estilo de vida capaz de gerar profundas mudanças na sociedade.

Realizados desde 2003, os Encontros de Sustentabilidade visam promover a reflexão e o debate entre especialistas e a sociedade acerca da construção de um mundo sustentável. Entre os palestrantes que já passaram pelos eventoss estão John Elkington (consultoria Sustainability), Karl Henrik Robert, (organização The Natural Step) e Muhammad Yunus, (Banco Grameen e Prêmio Nobel da Paz em 2006).

Para acompanhar a transmissão em português, clique aqui. 
Para acompanhar a transmissão em inglês, clique aqui.

Em Pernambuco a Presidente da SBGC – PE, Maria de Fátima Torres, em parceria com o IEL-PE.  viabilizará a transmissão no auditório da FIEPE – primeiro andar .

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.004 outros seguidores