Todas as empresas de Google, Alphabet e produtos da A a Z


alphabet

O Google anunciou que vai se dobrar em uma empresa maior, chamada Alphabet. O novo Google “slimmed”, como o atual CEO Larry Page colocou, agora será dirigido por Sundar Pichai, até agora o chefe de produto da empresa. A Pichai gerenciará os negócios principais do Google, como pesquisa e publicidade. Alphabet será essencialmente uma holding para o Google, bem como todos os projetos, ideias loucas, investimentos de capital e subsidiárias que a Google adquiriu ao longo dos anos. A página continuará como CEO do Alphabet, e o co-fundador do Google, Sergey Brin, será seu presidente.

E é um nome bastante adequado, visto que, de fato, existe um projeto, negócio ou produto do Google: desculpe, alfabeto – por cada letra do alfabeto. (Embora ainda não esteja claro em todos os casos, quais deles serão executados como unidades de negócios Alphabet separadas do Google).

A – Android / AdSense / Analytics / Ara / AdMob / Alerts

B – Blogger / Boston Dynamics / Books

C – Calico / Cardboard / Capital / Contact lenses

D – Drive / DeepMind / Design / DoubleClick

E – Earth / Express

F – Fiber / Fi / Flights / FeedBurner / Firebase / Finance

G – Google (duh) / Gmail / Glass / Groups

H – Hangouts

I – Images / Ingress / Inbox / Invite Media

J – Jump

K – Keep

L – Local / Loon

M – Maps / My Business / Makani

N – Nexus / News / Now / Nest

O – Offers

P – Plus / Play / Photos / Picasa / Pixate / Patents

Q – [Nexus] Q

R – Refine / reCaptcha

S – Search / Self-driving car / Shopping / SageTV / Stackdriver / Skybox / Skia / Scholar

T – Translate / Tango

U – URL shortener

V – Voice / Ventures / VirusTotal / Video

W – Wear / Wallet / Web Toolkit / Wing

X – Google X labs

Y – YouTube

Z – Project Zero / Zagat

And in case you want a visual representation of that:

The above image was taken by OC Always and shared under a CC BY 2.0 Creative Commons license from Flickr.

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Chrome OS: 7 questões importantes sobre o sistema operacional do Google


Chrome OS Google

Novo sistema operacional do Google pode ser uma ameaça maior ao Mac OS do que ao Windows. Confira possíveis impactos do Chrome OS.

O Google anunciou na terça-feira (7/7) o seu sistema operacional Chrome OS, que deverá chegar aos usuários no segundo semestre de 2010. Confira sete questões sobre o que a chegada do sistema ao mercado.

1 – Ameaça à Apple
Enquanto muitas notícias focarão na ameaça do Chrome OS ao Windows da Microsoft, o principal prejudicado pode ser o Mac OS, da Apple.

Usuários que buscam um sistema operacional alternativo ao Windows, normalmente consideram duas opções: o Mac OS X ou o tradicional Linux. O segundo ainda enfrenta reclamações de problemas de rede e drives dos periféricos. Já o Mac OS tem duas desvantagens: menor número de aplicações (o que não chega a ser um problema para muitos consumidores) e hardware caro.

Se houvesse uma versão do Mac OS que rodasse em máquinas que não são da Apple, talvez o Google não encontrasse um mercado tão promissor. Mas o Chrome OS provavelmente atingirá a mesma audiência do Mac OS X – daqueles que buscam alternativas ao Windows – enquanto oferece uma plataforma que roda em hardwares mais acessíveis.

2 – Preço do Windows 7
Pode-se esperar que a Microsoft pense duas vezes em como vai cobrar pelas variadas versões do Windows 7, especialmente se o sistema operacional do Google atrair a atenção do mercado. A companhia deve ficar mais receptiva às reclamações dos usuários do Vista que querem fazer a atualização de maneira mais barata.

3- Netbooks são apenas o ponto de partida
Usuários de desktops mais potentes podem, inicialmente, hesitar em enviar o controle de seus aplicativos “à nuvem”, mas essas mesmas pessoas podem ser menos resistentes a fazer isso com seus netbooks.

Usuários de ultraportáteis esperam – e usam – menos aplicativos. Libertar-se dos pesados softwares antivírus para Windows pode ser uma vantagem se o Google OS for simples, seguro e rápido como promete.

4 – Grandes empresas não serão as primeiras consumidoras
Os departamentos de tecnologia de grandes corporações não vão substituir seus softwares baseados em Windows pelo sistema do Google. Enquanto o Chrome OS tem boas possibilidades de conquistar espaço em pequenas empresas, as grandes corporações só começarão a adotá-lo quando o sistema provar que tem capacidades de gerenciamento corporativo.

Empresas menores, que necessitam de menos aplicações, podem estar mais interessadas, especialmente se os custos e a manutenção forem menores.

5 – Estudantes são mercado potencial
Atualmente os estudantes têm uma mobilidade que não poderia ser imaginada cinco anos atrás. Eles também são menos preocupados se seus aplicativos estão no desktop ou na web.

6 – Flashback
Pode ser que o Google esteja tentando trazer de volta o mantra da Sun Microsystems, de que “a rede é o computador”.

7 – O domínio do Google seria melhor que o da Microsoft?
No curto prazo, o anúncio do Google aumentará a competição no setor de sistemas operacionais e provavelmente vai incentivar a Microsoft a oferecer melhores condições àqueles que optarem pelo Windows 7. Mas o Chrome OS não roubará uma participação muito grande do Windows no mercado, em curto prazo.

Por outro lado, o Google já tem um ótimo negócio dominando o mercado de busca, que se tornou um dos principais fatores da navegação pela web.

Apesar de o Google tomar para si o slogan corporativo de que eles “são do bem”, a ideia de uma única empresa controlar o desktop, as aplicações e os dados armazenados deve ser preocupante. Será interessante ver se a comunidade do código aberto receberá bem o sistema operacional do Google ou se eles estarão atentos às possíveis consequências desta ação.

Google e Fiat oficializam Street View no Brasil para RJ, BH e SP


GOOGLE Street View

São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro serão as primeiras cidades fotografadas para o serviço, que ainda não tem previsão de ser lançado.

O buscador Google e a montadora Fiat oficializaram nesta quinta-feira (2/7) parceria que trará ao Brasil o serviço Street View, que reproduz imagens aproximadas das ruas e avenidas de grandes cidades, dando uma visão de 360 graus do ambiente.

A notícia foi adiantada pelo IDG Now! em 28 de maio, quando fontes próximas à negociação confirmaram que a parceria entre a montadora e o buscador trariam o Street View para São Paulo e Belo Horizonte.

Nesta quinta, a parceria confirmou também que o Rio de Janeiro estará entre as primeiras cidades atendidas.

Pela parceria, 30 carros da montadora adaptados para que carreguem o equipamento fotográfico com nove câmeras serão usados em todas as ruas das regiões metropolitanas das três cidades.

Belo Horizonte começará a ser fotografada nesta sexta-feira (3/7), com os trabalhos em São Paulo e Rio de Janeiro começando quando os veículos chegarem às cidades.

O Google Brasil afirma que ainda não tem estimativa de quando o Street View estará pronto e disponível para usuários brasileiros.

A ideia do buscador é lançar o serviço simultaneamente nas três regiões. Segundo estimativas do Google baseadas em conversas com órgãos municipais de rodagem, as três cidades têm cerca de 1 milhão de quilômetros de ruas.

Segundo o gerente de produtos do Google Maps no Brasil, Marcelo Quintella, o Google pretende registrar todas as cidades e a malha viária do Brasil, sem, contudo, estimar quando ou quais outras cidades serão incluídas nos planos de captura de imagens.

Em negociação há um ano, a parceria com a Fiat, que deverá durar dois anos, representa a primeira do tipo para viabilizar o lançamento de um serviço de mapas no mundo.

O modelo inspirou outras operações do Google que vêm a usando como base para possíveis versões locais do Street View, afirmou o presidente do Google para América Latina, Alexandre Hohagen.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referência e inovação.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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Inovação: Google inicia oferta de serviço Voice, que centraliza linhas telefônicas


Google Voice ICOMUNI

Voice cria um número que toca em celulares ou telefones no trabalho e em casa. Serviço é oferecido três meses após lançamento.

Pouco mais de três meses após anunciar o serviço, o Google afirmou nesta quinta-feira (25/6) que começará a distribuir convites para o Google Voice.

Baseado na tecnologia da Grand Central, comprada em julho de 2007 por preço não esclarecido, o Google Voice permite que usuários utilizem apenas um número de telefone que tocará em celulares ou telefones no trabalho e em casa, além de contar com um serviço de recados online onde usuários podem buscar transcrições de gravações deixadas por amigos ou familiares.

Em março, ao anunciar o serviço, o Google deixou usuários interessados se cadastrarem para quando o serviço fosse aberto gradualmente. O buscador anunciou em seu blog oficial nesta quinta que vem enviando e-mails para os interessados com instruções sobre a inscrição.

O Google não revelou quantos usuários receberão os convites para o Voice.

O Grand Central foi fundado em 2005 propondo apenas um número telefônico para usuários – quando uma ligação era recebida, o aparelho mais cômodo para o usuário tocaria, fosse ele um número corporativo, doméstico ou um celular.

Além da centralização do número telefônico, usuários podem ouvir e buscar mensagens deixadas na caixa postal, além de procurar mensagens de SMS, que também ficam armazenadas online.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referência tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do século XXI.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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O peso de ser Google


Vint Cerf google
Em sua última viagem ao Brasil, o vice-presidente do Google, Vint Cerf, recebeu o Correio/Diario para contar o que pensa sobre a internet atual, quais são os objetivos dos mais recentes projetos da companhia, como o Wave e o Android, e até para fazer o que mais sabe: previsões para o futuro da web.

Vint Cerf é conhecido por ter participado da criação do TCP/IP, protocolo considerado a base de toda a rede, o que lhe valeu o apelido de “pai da internet”. E como todo pai, ele se preocupa com o crescimento saudável de seu filho. “Devemos alertar as pessoas de que se abusarem do sistema (da rede) haverá consequências”, comentou, sobre os atuais projetos que pretendem vigiar o que internauta faz enquanto navega.

Entrevista – Vint Cerf

“Não achamos que toda a criatividade está no Google. Está em vários lugares”

Recentemente vimos algumas instabilidades sofridas pelos serviços do Google. Qual os principais fatores desse tipo de inconstância?

Usualmente, é um problema de configuração. Quando cometemos um erro nesse quesito, o serviço acaba não ficando acessível. Algumas vezes, também é devido à capacidade disponível no computador. Nós nos preocupamos muito com isso, porque sabemos que as pessoas esperam que os nossos serviços funcionem 24h e que respondam bem.

Atualmente, o Google é dono de 64% das buscas feitas na internet. O senhor acha que há lugar para muitos competidores nesse setor?

Eu acho que sim. Na verdade, isso é algo bom para os usuários, porque significa que existe uma competição constante para oferecer melhores serviços de pesquisa. Nós vemos isso como motivação para fazermos mais pesquisas de qualidade nas buscas.

E eu acredito que a razão pela qual as pessoas são atraídas para o Google é que nossa ferramenta de busca parece fazer um trabalho melhor, dirigindo as pessoas às informações que elas procuram.

O que o senhor acha da nova investida da Microsoft no setor de buscas, o Bing?

Acho que eles reconheceram o valor do serviço de buscas, assim como o Wolfram (Alpha), entre outros, e entendo a motivação de tentar entrar nesse setor. A verdadeira questão é como os usuários vão reagir.

O Android, o sistema móvel do Google, é a aposta da empresa para os smartphones.

O senhor acredita que o fato de a plataforma ser aberta faz dele um concorrente para o iPhone?

O Android tem a intenção de ser uma plataforma aberta, o que torna fácil para você fazer o download de novas aplicações. O iPhone tem aplicações mais restritas e a Apple deve decidir sobre quais serviços vão rodar nele. É um ambiente mais restrito.

Nossa filosofia é que se os clientes querem rodar uma aplicação que funcione nessa plataforma devem ser capazes de fazer isso. Então, a verdadeira resposta sobre a competição tem a ver com a criatividade da comunidade do software.

Quais as expectativas em relação ao Wave, considerado o e-mail do futuro?

Na verdade, o Wave é uma dramática integração de diferentes maneiras de se comunicar.

Nós acreditamos que o novo e-mail será poderoso para a colaboração, além de eliminar a separação entre mensagem instantânea, e-mail eletrônico, blog, e outros meios de interação.

O Wave diz: “Bem, estou pensando em um jeito para colocar tudo isso junto”.

Ele entende que cada um de nós procura diferentes maneiras de interagir. Se a ideia do Wave for entendida, isso não será realmente necessário.

O Google Chrome atingiu as expectativas?

O Chrome é uma contribuição muito popular porque é código aberto. Outras pessoas podem acrescentar novas ideias a ele. Isso é parte da filosofia do Google. Não achamos que toda a criatividade do mundo está no Google. Ela está em todos os lugares. Queremos tornar possível que as pessoas contribuam com suas ideias.

Há algum tempo o Google investe na computação nas nuvens (cloud computing).

O senhor acha que, no futuro, poderemos ter um sistema operacional completo naweb?

A resposta geral para sua pergunta é sim. Nós realmente acreditamos nessa noção de cloud computing, em que você pode acessar recursos fora do computador, além de qualquer coisa que você tenha em seu celular. Nós criamos um ambiente operacional onde o seu laptop ou o seu celular é parte de um sistema muito maior e isso é uma forma muito poderosa de trazer capacidade de computação às pessoas.

O senhor é considerado por muitos como o pai da internet, por ter desenvolvido o protocolo TCP/IP, que é a base de toda a rede. Hoje, como vê esse filho?

Antes de tudo, quero deixar bem claro que eu não me considero o único pai da internet.

É importante que todos saibam primeiro que outro homem, chamado Robert Kahn, e eu trabalhamos muito próximos no design original em 1973.

Quanto à sua pergunta, acho que, quando você cria uma infraestrutura como essa, algumas pessoas vão abusar, enquanto outras têm a oportunidade de inventar novas formas de usá-la. Infelizmente, algumas escolhem passar dos limites e colocar todos em risco.

É como um sistema rodoviário.

Infelizmente, algumas pessoas fazem coisas erradas, como beber e dirigir, e colocam todos em risco. Mas nós não paramos de construir rodovias ou fabricar carros quando há acidentes. Em compensação, dizemos: “Olha, se você abusar da estrada e nós pegarmos você, haverá consequências – como suspensão da carteira de motorista ou multas”.

Acho que o abuso na internet é como isso. Devemos alertar as pessoas de que se abusarem do sistema haverá muitas consequências.

Nos últimos anos, quais as novidades que surgiram na internet que chamaram a sua atenção?

Provavelmente, as coisas mais excitantes são os celulares, que se tornaram parte do ambiente da internet. A segunda coisa são ferramentas que estão aparecendo e que fazem parte da internet.

Todas elas estão se tornando parte do nossa rede e, quando isso acontece, elas também se tornam parte de nosso ambiente de informação. É algo extremamente rico e há muito mais coisas chegando.

No Brasil, o Orkut é um serviço de muito sucesso… O que acha da febre de redes sociais?

Acho muito ruim o fato de você entrar no Orkut e não poder se comunicar com alguém que esteja em alguma outra rede social. Estão todos separados.

O Wave foi uma intenção de tornar as coisas mais próximas. Outra coisa que fizemos foi oferecer o que chamamos de open social, com a intenção de permitir as redes sociais de interagirem entre si.

Historicamente, os serviços de e-mail eletrônico não se conectavam, até isso foi resolvido e as pessoas puderam se comunicar.

Atualmente, estamos vivendo a era da web 2.0. Como será a internet do futuro?

Empresas se desenvolvem na capacidade de suas redes de computação. Imagine como seria se todos os processos fossem automatizados# Para isso, nós temos formas de deixar esses processos e essas empresas interagirem entre si.

Acho que o futuro da web 2.0 e 3.0 vai ser um serviço de uma interação muito mais rápida entre as empresas, interagindo pela internet, como as redes sociais.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referêcia tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do sáculo XXI.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com as universidades e centros de pesquisa para prover e disseminar soluções inovadoras e a baixo custo voltada para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

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Google, inovação além do buscador


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Não só de buscas vive o portal. A companhia desenvolveu várias outras maneiras de conquistar usuários e receitas, inclusive com produtos pagos.

Se há uma receita que explique o sucesso do Google é essa: a empresa sabe desvendar os desejos de internautas de todo o mundo. Com suas criações, acabou revolucionando a maneira de as pessoas lerem e-mails, procurarem caminhos e até conhecerem pessoas.

Seja no Brasil, seja na Nova Zelândia, Alemanha ou México, sua ferramenta gratuita de busca é a mais acessada e garante praticamente toda a receita da companhia com a venda de anúncios. Para se ter ideia, 98,5% do seu faturamento é proveniente da publicidade online no site de busca e nas suas outras ferramentas. Mas o Google ainda tem muito que lucrar com suas outras faces, ainda pouco disseminadas. Gratuitas, com exceção dos pacotes para grandes corporações (leia no quadro ao lado), as soluções seguem a filosofia de reunir, organizar, compartilhar e divulgar informações de maneira prática e simples. Aqui reunimos algumas das principais delas, que prometem ajudar os usuários a organizar sua vida virtual.

Gmail

Criado em 2004 com 1GB de espaço de armazenagem, o serviço gratuito de e-mail Gmail modificou o conceito de webmail e forçou o mercado a se reinventar. Seu surgimento forçou o Yahoo e a Microsoft, que ofereciam apenas 6MB e 2MB (1MB equivale a 1 milhão de bytes) respectivamente, a aumentar a capacidade dos seus serviços de mensagens para continuarem competitivas. O mesmo teve de ser feito por outros servidores pagos. Pouco tempo depois, o Gmail aumentou novamente o espaço oferecido e assim sucessivamente a ponto de, hoje, cada usuário poder guardar 315 bytes por segundo em seu endereço virtual.

Gtalk

Para atrair ainda mais usuários, em agosto de 2005, as contas de e-mail do Google ganharam mais uma funcionalidade: um serviço de mensagem instantânea. Com o Google Talk, as pessoas podiam usar gratuitamente o comunicador enquanto estavam na página do Gmail. O produto foi criado para competir diretamente com o MSN, da Microsoft, e o Yahoo Messenger, da Yahoo. De lá para cá, a ferramenta ganhou novas funcionalidades, como envio de documentos e integração do site de relacionamento Orkut. A inclusão da opção de áudio e vídeo também fez com que a empresa entrasse em uma disputa com o comunicador Skype.

Docs

Esta ferramenta permite que pequenas empresas economizem com licenças de softwares para realizar tarefas simples de editor de textos e planilhas. Com o Google Docs o usuário importa documentos, planilhas e apresentações. Como os documentos são armazenados online, o acesso pode ser feito de onde ele estiver. Ou seja, se uma pessoa tiver de modificar algum arquivo durante uma viagem para o Exterior, ela consegue cumprir a tarefa até se estiver em uma lan house. Outra grande sacada da ferramenta é permitir que os arquivos sejam compartilhados e alterados ao mesmo tempo por outras usuários do sistema.

Agenda

Gerenciar tarefas e compartilhar conteúdo com outras pessoas. Essa é a função do Google Agenda, um gerenciador de tarefas que se integra à conta dos usuários de e-mail do Google. Com uma interface simples e organizada, permite acessos a recursos como compartilhar agendas, agregar conteúdo de outras agendas e controlar eventos. Os compromissos podem ser visualizados por dia, semana ou mês. Imagine marcar um encontro com os amigos ou uma reunião com algumas pessoas do trabalho por meio do aplicativo. Para isso, basta incluir o evento na data e permitir a inclusão da informação na agenda por outros usuários.

Desktop

O Desktop Search foi criado com o objetivo de simplificar a organização de informações. É possível fazer buscas de arquivos dentro do computador, em e-mails do Outlook/Outlook Express, arquivos do Word, Excel e PowerPoint e histórico de páginas visitadas na internet. A ferramenta permite ainda que informações sejam inseridas e compartilhadas pelos usuários do sistema e traz uma barra lateral personalizável para acesso a outras seções, como a de notícias, meteorologia, fotos e e-mail.

Chrome

O browser Chrome surgiu, em setembro do ano passado, para competir com o Internet Explorer, da Microsoft, o Firefox, da Mozilla, e o Safári, da Apple. O navegador é capaz de gerenciar vários aplicativos independentes ao mesmo tempo, como acesso à internet, arquivos de música, processador de texto e organizador de fotos. Segundo um recente relatório da NetApplications, até abril deste ano, o navegador do Google possuía 1,8% do mercado mundial. O Explorer ainda lidera de longe o segmento de browser com 65,5%, sendo que o Mozilla detém 22,5% e a Apple, 8,4%.

Maps

Encontrar locais específicos, traçar rotas de tráfego e visualizar mapas: esse é o papel do Google Maps. O serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto do planeta. A versão brasileira traz ainda o Local Business Center, ferramenta que permite o cadastro de empresas que queiram ser encontradas no sistema por qualquer usuário. Algumas empresas petrolíferas, por exemplo, já utilizam a solução para visualizar pontos estratégicos para pesquisas de novas bacias de petróleo.

Earth

Quando surgiu, em 2004, o Google Earth revolucionou a maneira como enxergamos o mundo. Com ele, é possível ver imagens de satélite, mapas, terrenos e construções em 3D. O sistema pode ser adaptado para necessidades corporativas no formato Pró. Nesta versão, é possível realizar pesquisa e inclusão de dados e restringir o acesso a elas. Como exemplo, a Eurodisney criou uma ferramenta interativa que proporciona aos clientes uma viagem tridimensional pelo destino turístico.

De olho nas empresas

Hoje, 98,5% do que o Google fatura vem das vendas de anúncios nas páginas de suas ferramentas. Mas a companhia quer diminuir essa dependência, ampliando as fontes de geração de lucro. Daí surgiu o Google Enterprise. Trata-se de pacotes das ferramentas já existentes adaptadas para as necessidades empresariais, com a vantagem de contar com o suporte técnico e hospedagem de informações nos servidores do Google. Hoje, essas soluções representam apenas 2% do faturamento. “É um número ínfimo perto do potencial que podemos atingir. Estamos mostrando às empresas como elas podem explorar nossos produtos para aumentar a produtividade”, afirma Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google América Latina. A grande vantagem dos pacotes corporativos para as empresas é a facilidade de implementação do sistema por parte dos colaboradores. Como as soluções são baseadas em produtos já disponíveis gratuitamente pelo Google no mercado, muitas pessoas têm familiaridade com algumas das ferramentas e dispensam treinamentos técnicos e apresentações. Entre os produtos do pacote estão o Docs, Desktop, Agenda e Gmail. Um serviço semelhante ao Enterprise é oferecido, gratuitamente, para empresas que tenham menos de 50 acessos a uma única rede. Para esse público, o pacote de aplicativos é o APP e o suporte é online.

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Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, o Google se destaca mundialmente como um centro de referêcia tecnológica para a Sociedade da informação e do Conhecimento do sáculo XXI.

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Google prepara mecanismo de busca para microblogs, afirma blog


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Ferramenta funcionaria como o Blog Search, que faz busca entre conteúdos de blogs pela relevância e não apenas por data.

O Google estaria preparando um mecanismo de busca para serviços de microblog, como o Twitter. Segundo o Google Operating System, blog não-oficial especializado na companhia, a ferramenta seria algo como o Blog Search, a busca do Google apenas para blogs.

A atual busca do Twitter, observa o blog, tem dois pontos negativos: é limitada apenas ao Twitter e mostra os resultados pela data.

Também há mecanismos como o Tweetfind, que tentam apresentar resultados pela relevância e o Twingly, que indexa múltiplos sites de microblog – mas nenhum deles faz um trabalho muito bom.

O Microblogging Search Engine apresentaria os resultados pela relevância e também seria integrado ao mecanismo de busca do Google, usando as palavras-chave frequentemente usadas nos últimos posts.

Em abril, Kara Swisher, colunista do All Things Digital, ligao ao jornal The Wall Street Journal, afirmou que a vice-presidente de buscas do Google, Marissa Mayer, estava conversando com o Twitter sobre buscas em tempo real, mas ainda não haviam negociações nem acordos fechados.