Saiba como conversar com seu cliente, através das redes sociais


Já percebeu que possuir um perfil corporativo nas redes sociais não significa possuir uma estratégia eficaz de marketing digital?

Para obter a atenção do seu cliente e gerar um bom relacionamento através das possibilidades digitais é preciso personalizar o diálogo. O que eu quero dizer com isso é o seguinte: não adianta massificar nas mídias digitais. Elas tem a característica inerente de se adaptar a cada consumidor e é este o rumo para as marcas na web.

A imagem acima ilustra um destes momentos em que a empresa entra na vida dos clientes por sua própria vontade. A usuária do Twitter @letyciabb tinha dúvidas sobre a empresa e recorreu a esta rede social para solucioná-las. A empresa respondeu alguns dias depois, aumentando a confiança da cliente na marca e o próprio valor da mesma. Vale lembrar que neste caso a empresa Frango assado demorou 8 dias para responder, tempo muito acima dos padrões do Twitter – que exige instantaneidade.

Segundo Alexandra Cojocaru: “Você odeia ser interrompido com ligações telefônicas, banners e mensagens de spam. Não seria mais fácil se você pudesse interagir com pessoas conhecidas sobre assuntos relativos a empresas e negócios? Se você pensa dessa maneira, conversar com seu cliente é sempre a melhor opção.”

Deste pensamento de Alexandra é possível extrair um resumo do novo modelo que vem transformando a Internet nos últimos tempos: páginas como Facebook e iGoogle adaptam o conteúdo a cada consumidor, personalizando a sua experiência. Trata-se de criar um valor muito maior do que os produtos de massa, pois o próprio usuário é um co-criador ativo desta experiência. C.K. Prahalad – falecido este ano e eleito um dos maiores pensadores de gestão de todos os tempos, fundamenta o assunto em seu livro “A Nova Era da Inovação”, sobre o qual comentamos neste post.

Algumas ideias para facilitar o seu trabalho em contatar o consumidor:

  • Não espere o cliente iniciar a conversa. Puxe assunto!
  • Produza conteúdo relevante nas suas mídias sociais. Por exemplo, posts informativos sobre a sua área do mercado. Se for uma plano de saúde, discuta opções saudáveis de vida. Os blogs são excelentes ferramentas para atrair consumidores através da relevância.
  • Se você está disposto a estar nas mídias sociais deve ter consciência dos seguintes fatores: (1) a resposta precisa ser realmente rápida, caso contrário vai gerar frustração, (2) a sua marca não é unanimidade e (3) informação demais pode torná-lo um chato.

Abraços!

Fonte: E-Commerce

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Saiba quem são as 10 pessoas mais importantes da internet


internet

Veja quem são os responsáveis pelo que você lê, assiste, escuta, escreve, compra, vende, se relaciona e tudo o mais na web.

Não fossem as pessoas criadoras dos YouTubes, Orkuts e MySpacess do mundo, muito do potencial da rede se perderia em sites spam e outros detritos online.

Então, quem causou o maior impacto no mundo da internet? Levamos em conta centenas de bloggers, organizadores, idealizadores, empresários e inovadores para descobrir aqueles cujas contribuições lapidaram a forma como usamos e usaremos a web.

A partir dessas contribuições, fizemos uma lista com as 50 pessoas mais importantes. E se conseguir um pouco mais de visitas a seu site, talvez ano que vem você faça parte desta lista também.

Eric Schmidt  Larry Page  Sergey Brin Google1. Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin
Executivos, Google
Quando suas ações chegam ao preço de 500 dólares, você vale coletivamente 33 bilhões de dólares e ainda por cima é dono do mecanismo de busca mais usado na internet, bem, você pode fazer praticamente qualquer coisa. O pequeno projeto que Sergey Brin e Larry Pages elaboraram na faculdade se transformou na casa de máquinas mais comentada de mundo e um dos poucos nomes que se transformaram em verbos (pelo menos nos EUA). Eric Schmidt deixou a Novell para se integrar à mesa diretora do Google em 2001 e logo se tornou o CEO da empresa. Depois de conquistar o mundo dos anúncios online, a empresa foi atrás de um brinquedo novo: a aquisição do YouTube marcou um grande passo na direção da completa dominação da rede.

2. Steve Jobssteve-jobs-Apple
CEO, Apple

Provavelmente todos já estão cheios de ouvir falar do CEO da Apple, mas quando o apelo de um homem em prol dos direitos livres da música digital reverbera no mundo inteiro, fica difícil ignorar seu poder de influência. Jobs popularizou os downloads legais de música, filmes e programas de TV. E apesar do iPhone ainda não ser um produto de massa, ele se encaminha para finalmente popularizar a navegação na internet via aparelho móvel.

BitTorrent3. Bram Cohen

Co-fundador, BitTorrent

Sistemas usuário-usuário como o KaZaA e o eDonkey são coisas do passado. O futuro (até agora) pertence ao BitTorrent, idéia genial do mago da matemática e programador precoce Bram Cohen. O BitTorrente, desenvolvido em 2001, ganhou popularidade como meio de baixar arquivos grandes (como filmes) dividindo o trabalho entre o hardware e a banda larga. A adaptabilidade da tecnologia em lidar com grandes arquivos deixou Cohen com problemas com a Motion Picture Association of America, que ordenou que o BitTorrent retirasse conteúdo protegido de sua rede. Mas esse empecilho pouco atrapalhou: mais de um terço de todo tráfego na web provém de clientes BitTorrent. Desde então, o programa e os pesos pesados do entretenimento mundial juntaram forças. A recentemente lançada BitTorrent Entertainment Network apareceu com milhares de filmes aprovados pela indústria, além de programas de TV, jogos e músicas para venda.

4. Mike Morhaimemichael_morhaime
Presidente, Blizzard Entertainment

No universo dos games online, há o World of Warcraft e o resto. Com oito milhões de jogadores em todo o mundo, a Blizzard fatura cerca de 1,5 bilhão de dólares por ano com o jogo. E cada jogador agradece a Mike Morhaime pela chance (se ela vier) de obter a Lâmina da Justiça Eterna. Assim como o Second Life, um mundo (real) de negócios se constrói com base no game. Entretanto, diferentemente do Second Life, esses negócios (que exploram a economia e a jogabilidade do game) não são totalmente bem-vindos.

Jimmy-Wales-wikipedia5. Jimmy Wales

Fundador, Wikipedia

Muitos internautas fazem da enciclopédia virtual Wikipedia sua primeira e última parada para uma pesquisa; e seu conteúdo gerado pelos usuários se tornou tão confiável que a revista Nature a considerou “próxima à (enciclopédia) Britannica” em precisão. O site foi citado como fonte de informação em mais de 100 decisões dos tribunais americanos desde 2004. Mas a popularidade levou o site a ser alvo de spammers, tanto que a Wikipedia teve de bloquear o Qatar (o país mesmo) inteiro de fazer intervenções temporariamente. Para combater os spammers, Wales decidiu direcionar tags “não-rastreáveis” em links externos, informando aos mecanismos de busca para ignorar os links e assim evitar uma inflação artificial do mecanismo de busca enquanto o mesmo ordena os links procurados. Essa estratégia garante que a proeminência da Wikipedia continue a crescer nos resultados de busca. Mas talvez a Wikipedia seja somente o começo para Wales. Recentemente ele lançou seu próprio mecanismo de busca, o WikiSeek, que procura somente em sites mencionados na Wikipedia.

6. John DoerrJohn Doerr
Investidor, Kleiner, Perkins, Caulfield & Byers

Ex-vendedor da Intel, John Doerr têm sido o rei do capital de investimento do vale do silício há quase três décadas, com “passagens” pela Sun Microsystems, Amazon.com e o Google. Jeff Bezos  (personalidade número 24) descreveu Doerr como o “centro gravitacional da internet”. Ele também colocou seu dinheiro por trás de suas políticas, apoiando controversas iniciativas eleitorais na Califórnia envolvendo energia alternativa e pesquisa com células-tronco.

Craig Newmark7. Craig Newmark

Fundador, Craigslist

Seu site não tem anúncios, cobra absurdamente pouco dos poucos visitantes, possui um domínio “.org” e emprega 23 pessoas. Apesar da aparência pobre, o Craigslist teve 14,1 milhões de pageviews em dezembro de 2006 e foi o 52º site mais visto daquele mês, de acordo com a comScore Media Metrix. A Craigslist de Newmark se tornou um vício para muitos, que impulsivamente atualizam a lista ‘coisas gratuitas’ e anúncios pessoais enquanto matam o tempo no trabalho. E mais importante: a lista nocauteou, sozinha, o negócio de classificados offline. Somente na área da baía de San Francisco (EUA), um estudo descobriu que o site suga até 65 milhões de dólares anuais dos anúncios de “precisa-se” dos jornais locais.

8. Peter LevinsohnPeter Levinsohn
Presidente, Fox Interactive Media

A Fox Interactive Media, da News Corporation de Rupert Murdoch, é uma das entidades mais poderosas da rede, controlando 13 sites super acessados (desde o MySpace até o FoxNews.com). Um complemento às propriedades tradicionais da News Corp, essa divisão de internet ficou entre as dez propriedades mais visitadas no mundo em dezembro de 2006, de acordo com o comScore World Metrix. E provavelmente haverá mais, já que, de acordo com a TechCrunch (ver personalidade número 30), a Fox Interactive ainda tem 2 bilhões de dólares para torrar em aquisições.

Marissa Mayer9. Marissa Mayer

Vice-presidente para pesquisa de produtos e experiência de usuário, Google

A rainha dos produtos Google fiscaliza a lista de serviços e ferramentas cada vez mais diversificadas do gigante de busca, como o Google Maps, Google Desktop e o serviço e-commerce Google Base. A primeira dama do Google se juntou à companhia como primeira engenheira mulher, em 1999 (ela era a empregada #20, mais ou menos) e trabalhou no desenvolvimento da interface amigável e minimalista do Google. Mas não tente acusá-la de viciada no trabalho. De acordo com o site da empresa, é ela quem organiza as noites de cinema dos funcionários.

10. Chad Hurley e Steve ChenChad Hurley e Steve Chen

Fundadores, YouTube

Apesar da aquisição da empresa por parte do Google, os fundadores do YouTube –  Chad Huley (CEO) e Steve Chen (CTO) – parecem que irão agitar o mundo um pouco mais. Os reis dos vídeos na internet anunciam planos de pagar aos usuários pelos vídeos. Também fecharam diversas parcerias com grandes donos de conteúdo de mídia (MTV, NBC, Warner Music e outros). O sócio co-fundador Jawed Karim deixou a empresa para continuar um mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.

Twitter vira ferramenta no mundo empresarial


twitter gun

Microblog que alcançou 32 milhões de visitas em abril pode ajudar na divulgação de marcas e notícias institucionais.

O Twitter, serviço de microblog, pode ajudar no contato com clientes e na divulgação de marcas de empresas. O potencial é grande. Apesar de ter sido criado em 2006, atingiu a popularidade apenas há alguns meses.

O número de acessos ao site triplicou entre fevereiro e abril, fechando o mês com 32 milhões de visitas. Para se ter uma ideia, o New York Times, um dos jornais mais lidos do mundo, teve 17,5 milhões de acesso. É uma nuvem de pessoas, a maioria usuários comuns, mas também de celebridades e políticos. E de empresas, por que não?

A revista americana Fortune, que mensalmente divulga um ranking com as 500 maiores empresas do mundo, dá algumas pistas sobre esse novo filão. Em fevereiro, das 100 primeiras empresas da lista, 36 usavam o Twitter. Coisa de gringo? De jeito nenhum. Dados do Ibope Nielsen Online revelam que o número de internautas residenciais brasileiros que visitou o serviço pulou de 344 mil em fevereiro para 677 mil em março – umaumento de quase 97%.

Mas então, o que uma empresa pode fazer no Twitter? Bem, isso ainda não está muito claro. A Jynx Playware, empresa pernambucana de jogos eletrônicos baseada no Porto Digital, usa o Twitter como um canal institucional, para exposição de marca e veiculação de notícias sobre a empresa e a área de tecnologia e jogos eletrônicos. “Colocamos o Joy, nosso mascote, para ‘falar’ com as pessoas que nos seguem. Também utilizamos o Twitter para divulgar vagas de trabalho. Recebemos muitos currículos”, conta o diretor executivo Fred Vasconcelos.

Para Fred, os resultados obtidos com o Twitter são para lá de positivos. E ele já considera o serviço de microblog mais importante que Orkut e MSN. “Nas redes sociais você pode interagir com amigos. No Twitter, tem a oportunidade de seguir pessoas que você admira, não necessariamente amigos, e receber atualizações desses perfis”, defende o diretor executivo. Para as empresas, segundo ele, a grande vantagem é o retorno de mídia e a possibilidade de utilizar oTwitter como ferramenta de negócios, comunicando oferta e demanda.

Um dos usos que a Jynx Playware faz do Twitter, o de divugação de vagas de trabalho, está se tornando comum entre empresas brasileiras. Principalmente as que atuam nos ramos de tecnologia e informática, mas isso deve se expandir em pouco tempo para outros setores. Em São Paulo, a agência de publicidade digital Digitas divulga vagas pelo Twitter há mais de um ano e recebe de 100 a 300 currículos por semana. A Conquest One, da área de tecnologia da informação, já efetivou contratações de pessoas pelo Twitter. Além de páginas específicas de empresas, há perfis que divulgam vagas de várias companhias, como por exemplo a comunidade Trabalhando.com.br, que tem mais de mil seguidores, e a Trampos.

Fonte: DP

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”

Veja também

Mais informações sobre Redes Sociais:
  1. Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade
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  3. Dell afirma ter faturado US$ 3 milhões com conta no Twitter
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  12. A Web 2.0 somos nós
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Buscadores online procuram por seu futuro na Web


Buscadores online

Usuário também pode filtrar seus resultados por tipo de conteúdo, como vídeos, reviews ou posts em fóruns.

Pode até ser uma coincidência, mas o fato é que, depois de muito tempo num relativo marasmo, o setor de buscas viu várias mudanças acontecerem. Tudo em menos de um mês. Durante o evento Searchology, o Google mostrou ferramentas que ampliam a capacidade do usuário de filtrar os resultados por tipo ou data de publicação do conteúdo, dentro da opções de pesquisa (Search Options). A ferramenta oferece novas maneiras de separar os resultados de busca por meio de gráficos dos termos que guardam alguma relação entre si.

O usuário também pode filtrar seus resultados por tipo de conteúdo, como vídeos, reviews ou posts em fóruns, ou ainda período da procura, como termos digitados durante as últimas 24 horas ou durante o último ano. Dentro da busca por vídeos, é possível selecionar obras pela duração. No mesmo evento, a companhia demonstrou o Google Squared, um projeto do Labs que tenta organizar as informações reproduzidas na busca, dando a elas um contexto. Essa é a primeira tentativado Google na chamada web semântica e tenta colocar ordem em informações que vêm de diferentes fontes online e que acabam sendo formatadas de maneira diferente.

Outra empresa do setor a apresentar mudanças foi o Yahoo!. A principal aposta é na forma como os seus resultados são expostos. A norte-americana detalhou seus planos de diminuir gradualmente a quantidade de links oferecidos após uma busca. Para ela, não adianta oferecer milhões de sites, se o usuário vai atrás dos que têm melhor qualidade. De acordo com a companhia, o objetivo de quem atua no segmento é de cada vez mais tentar adivinhar qual a intenção do internauta. “Está na hora de acabar com a enorme lista de links azuis. Nós queremos deixar de lado a recuperação de documentos como centro da busca e tentar saber o que quer realmente o usuário”, disse o chefe do Yahoo! Labs, Prabhakar Raghavan, ao site Cnet News.

O Yahoo! demonstrou alguns de seus projetos em estudo. Entre eles, uma busca que informa análises críticas, por exemplo, em procura porrestaurantes. Para a empresa, se a pessoa procura por um restaurante está claramente expressando uma intenção de ir a esse lugar, e o Yahoo! deve compreender essa intenção.

BING

Resultados semelhantes – A ferramenta sugere uma lista de resultados possíveis para uma busca semelhante. Se o usuário, por exemplo, quer encontrar informações sobre “diabetes”, aparece ao lado resultados como “sintomas para diabetes”, “alimentos para diabéticos”, entre outras referências.

Filtros – O refinamento é um dos pilares do Bing. Numa busca por foto, por exemplo, a ferramenta oferece a possibilidade de escolher o tamanho, formato, cor, estilo (ilustração ou foto) e até se a imagem deverá ter a presença de pessoas ou não.

Viagens – Na ferramenta viagem, é possível fazer pesquisas por hotéis, destinos, companhias aéreas e mapas. Ao fazer uma busca por “hotéis em NY”, por exemplo, ele gera opções de filtros, como preços, número de estrelas, raio de localização do centro da cidade, entre outros.

Preview – Ao gerar uma lista de links, o Bing possibilita oferecer uma espécie de preview do site antes que o usuário clique. Na busca por vídeos, basta passar o mouse por cima do resultado para começara ver o filmezinho rodanmdo sem ter que entrar no site para carregá-lo.

Compras – Ao fazer uma pesquisa por determinado produto, o site gera uma lista comparativa das lojas que o comercializam e ainda oferece um sistema de classificação, onde o internauta pode avaliar a sua satisfação entre os consumidores.

Google

Compartilhe comentários – Agora, o usuário pode fazer um comentário numa caixinha de diálogo que se abre ao lado da lista de links sobre um determinado site e compartilhá-lo com outras pessoas.

Defina prioridades – O internauta pode subir ou baixar a colocação de um site na página do resultado de uma pesquisa de acordo com a sua preferência. Também é possível compartilhar esse resultado “personalizado” com outras pessoas, já que o site gera um link da página depois das mudanças.

Adicione um resultado – Na parte inferior da página de resultado da pesquisa, pode-se adicionar uma página que você considera relevante para a pesquisa. Basta digitar a URL numa caixa e clicar em adicionar. Quando você fizer a mesma pesquisa no futuro, verá a página sugerida na parte superior.

Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade


Partidos

Reforma eleitoral propõe uso de blogs, redes sociais e Twitter para campanhas online, mas restringe anúncios e prevê direito de resposta.

A proposta de reforma eleitoral, que entrará na pauta da Câmara dos Deputados na próxima semana, permitirá que candidatos usem blogs, contas em serviços de vídeo, grupos em redes sociais e perfis no Twitter para fazer campanha,  mas restringirá a compra de publicidade online.

A informação foi divulgada pelo coordenador do grupo de trabalho responsável pelas alterações do projeto, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) em entrevista ao IDG Now!.

O novo texto das leis 9.504/97 e 9.096/95 derruba a restrição imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que candidatos das Eleições 2008 poderiam atuar apenas sob uma página oficial, identificada pelo domínio “can.br“, que era cancelado após o pleito, inviabilizando a manutenção do conteúdo da campanha.

Ainda segundo a resolução 22.718/2008 do TSE, o site oficial do candidato teria de ser retirado do ar dois dias antes da eleição.

Segundo o deputado, o novo texto permite que candidatos divulguem informações sobre suas campanhas além do próprio site oficial, que não exigirá mais o sufixo “can.br” – campanhas poderão ser feitas em endereços de sites que contenham as terminação “.com.br” ou “.com”, por exemplo.

“Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo”, afirmou Dino. A liberação significa que candidatos poderão criar perfis no Twitter, promover encontros de correligionários em redes sociais como o Orkut ou Facebook, informar eleitores por mensagens de SMS e promover blogs próprios.

As doações online também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor. O valor foi alterado por Dino após o texto original da reforma eleitoral ser criticado por permitir doações máximas de mil reais por eleitor.

Entre as restrições de atuação, a nova lei eleitoral obriga candidatos a bloquearem o envio de mensagens para eleitores que expressarem o desejo de não recebê-las e proíbe o que Dino chamou de “propaganda paga” – a compra de publicidade, seja ela em forma de banners, links patrocinados ou posts pagos, como parte da campanha eleitoral.

A medida difere da legislação norte-americana, que permitiu, por exemplo, que o então candidato do Partido Democrata, Barack Obama, comprasse links patrocinados atrelados a buscas sobre o boato de ser mulçumano. A estratégia foi usada para oferecer links a conteúdos que esclareciam a religião e a história pessoal do candidato.

A reforma eleitoral também prevê direito de resposta em veículos que sejam considerados culpados pelo TSE dos crimes de calúnia, injúria ou difamação. A medida, afirma Dino, valerá tanto para sites grandes como para blogs.

A punição para o desrespeito a alguma das restrições prevê multas que variam entre 5 mil reais e 30 mil reais e, em casos mais graves, a impugnação da candidatura do postulante.

Dino afirmou que as alterações estarão presentes no texto final das 9.504/97 e 9.096/95, que serão apresentadas na próxima semana e entrarão na pauta da Câmara dos Deputados para votação.

Caso seja aprovado na Câmara, o texto vai para o Senado. Em outro caso de aprovação, a lei pode ser promulgada, editada ou negada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para que guie a campanha online nas eleições presidenciais de 2010, a lei tem de  ser aprovada até o começo de outubro, calcula o deputado.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais serão a grande arma da disputa eleitoral em 2010.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria para partidos políticos e para os candidatos das eleições. As assessorias de imprensa são capacitadas para potencializar os benefícios da rede nas campanhas partidárias.”

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Internet é essencial para crescimento das pequenas empresas


internet sem fronteiras

A internet revolucionou a comunicação e isso inclui a forma de se fazer comércio e propaganda. E a inserção das micro e pequenas empresas nesse mundo é fundamental para o crescimento desses negócios. A avaliação é do gerente de suporte para pequenas empresas do Google, Luciano Santos, em palestra para analistas de mercado do Sebrae, em Brasília, nesta quarta-feira (17).

Luciano Santos GoogleLuciano dimensionou a importância da internet: hoje, disse, 1,4 bilhão de pessoas estão online no mundo; a América Latina tem 141 milhões de Internautas e no Brasil eles são 64 milhões, com a banda larga em rápido crescimento. Esse ambiente é reforçado pelo surgimento das chamadas comunidades, ampliando o potencial desse meio de comunicação.

“Hoje, a internet não é só venda, compra ou possibilidade de fazer propaganda; é, também, a possibilidade de se perguntar e dar opiniões para tomar decisões” exemplificou o gerente do Google.

Luciano também lembrou que o comércio eletrônico já é uma realidade no País – o e-comerce é um negócio bilionário estimado, este ano, em R$ 9,2 bilhões. Os anunciantes já perceberam esse potencial. Em 2008, de acordo com ele, o investimento em publicidade online foi de R$ 759 milhões.

A realidade da propaganda nos meios tradicionais, como rádios, jornais, revistas e televisão também mudou, especialmente com o aumento da quantidade e diversidade de veículos. Isso, segundo Luciano, dificulta um alcance extensivo do público-alvo, principalmente para os pequenos empreendimentos com poucos recursos disponíveis para investir nessa pulverização e tendo que optar por um ou outro veículo.

Na sua avaliação, é impossível para uma empresa “atingir um grande público utilizando os meios tradicionais se não for uma multinacional”. A alternativa, acredita, está na internet, acessada diariamente por milhões de pessoas. Os internautas encontram o que procuram de maneira mais rápida.

Entre as vantagens da Internet, Luciano relaciona segmentação, “permitindo a escolha do público que acessará à propaganda ou ao produto oferecido”; flexibilidade, “não havendo necessidade, por exemplo, de esperar a impressão ou publicação de determinado material publicitário; e a possibilidade de mensurar a efetividade da iniciativa.

Educação digital

Luciano admite, porém, que muitas pequenas empresas enfrentam o problema da exclusão digital, não só pela falta de acesso à internet, mas também pela dificuldade em utilizar as ferramentas da web. “Isso tira a possibilidade de a empresa concorrer de maneira justa com outras; quem consegue utilizar o sistema está na frente”.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a internet já é realidade nas Micro e Pequenas Empresas Brasileiras  e cada vez mais as tranzações financeiras e comerciais das mesmas têm se dado atavés da rede.

 “A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com o Google para prover e disseminar soluções a baixo custo para as micro e pequenas empresas do Nordeste do Brasil”.

 

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HTML 5 ameaça padrões web como Flash e Silverlight, dizem especialistas


HTML5-logo

Evolução da linguagem padrão para web pode eliminar necessidade de plug-ins para aplicações multimídia em navegadores

O HTML 5, evolução da linguagem padrão da web, pode mudar o jogo do desenvolvimento de aplicações multimídia e tornar obsoletos padrões estabelecidos no mercado como as tecnologias Flash, da Adobe, Silverlight, da Microsoft, e JavaFX, da Sun.

A nova versão da linguagem proposta pelo consórcio World Wide Web (W3C), responsável por desenvolver tecnologias compatíveis para a evolução da web, se volta ao desenvolvimento de aplicações online que não foram bem resolvida nas encarnações anteriores do HTML, reconhece o W3C. Agora, o HTML 5 volta para preencher as lacunas que ficaram a cargo de linguagens como Flash, Silverlight e JavaFX.

“O HTML 5 é a segunda onda da web” afirma Dion Almaer, co-diretor de ferramentas de desenvolvimento da Mozilla, criadora do browser Firefox. A nova especificação, segundo ele, inclui funções para atender a oferta de vídeos e gráficos na web, além de um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs na sigla em inglês).

Na avaliação de Ben Galbraith, co-diretor de ferramentas da Mozilla e co-fundador do site Ajaxian ao lado de Almaer, tecnologias viabilizadas pelo HTML 5 como o Canvas – para desenhos 2D -, o armazenamento de conteúdos no desktop permitirão que “usemos mais o browser do que nunca”.

As aplicações web ficarão mais divertidas, opina o gerente de projetos do browser Chrome, do Google, Ian Fette. “Elas serão mais rápidas e vão oferecer uma experiência melhor ao usuário, fazendo com que não exista uma diferença entre aplicações online e offline.”

Após cinco anos de trabalho, uma versão de testes do HTML 5 foi finalizada no início deste ano, mas a versão final está prometida para 2012.

A especificação já é compatível com browsers como Chrome, Safari, da Apple, e Internet Explorer 8, da Microsoft, e em versões que estão por vir, como o Firefox 3.5, da Mozilla, e Opera 10, da Opera.

Fim dos add-ons
Enquanto Adobe, Microsoft, e Sun disputam a oferta de suas tecnologias para o desenvolvimento de aplicações multimídia na web, o HTML 5 tem potencial para arrasar os concorrentes por oferecer experiências de web baseadas em um padrão da indústria.

Uma das vantagens do HTML 5 é deixar de lado tecnologias proprietárias na web como Flash, Silverlight e JavaFX, afirma Ian Hickson, co-editor da especificação HTML 5 e funcionário do Google – o co-editor do HTML 5 trabalha na Apple.

“É sempre um problema quando você fica preso a um único fornecedor de software – especialmente se eles decidem abandonar o produto que você está usando, ou cobrar por ele. Com uma plataforma aberta não há tal risco” afirma Hickson.

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