Evento Social Media Week – São Paulo


Começou nesta segunda-feira (7) o Social Media Week (SMW), um dos maiores eventos de mídia social do mundo, que acontece em São Paulo até sexta-feira. O evento reúne profissionais e personalidades influentes da área para debater e pensar o futuro das mídias sociais através de palestras, workshops, bate-papos e apresentações de cases. Ainda são discutidos assuntos ligados ao universo das mídias sociais, bem como a proposta para uma reflexão mais profunda deste universo e, por outro lado, navegando também pelas áreas mais divertidas das mídias sociais.
A Social Media Week acontece simultaneamente em vários países, em cidades como Nova Iorque, Roma, Londres, Paris, Toronto, Hong Kong e Istambul.

A capital paulista abriu os debates com uma discussão sobre o poder dos indivíduos e coletivo nas redes sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos).

A primeira versão da programação já está no ar e conta com nomes internacionais como o Daniel Kafie da Vostu, o Santiago Ortiz da Bestiário.org e o Ethan Zuckermann (MIT/TED), além do pocket-show da turma do MemeFactory na NY University.

Confira a programação completa:

07/02 –  Segunda-feira

15h00 às 16h00 – Empowerd or Not?
Um debate sobre o poder dos indivíduos e do coletivo a partir da explosão das mídias sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos) com a moderação/participação de Helder Araújo (Busk/TEDxSP).

16h00 às 17h00 – O Social nas Mídias Sociais
As mídias sociais também podem ter um papel social? Um bate-papo com quem está à frente de iniciativas sem fins lucrativos. Com Paulo Farine (Inst. Elos), Maurício Curi (Educartis), Felipe Fonseca (MetaReciclagem), Jorge Carcavallo Picho (REUNAMOS.com), e a moderação/participação de Fernando Barreto (Webcitizen).

17h00 às 18h00 – A Trend-Topicalização da Internet
Quem é capaz de colocar algo nos Trending-Topics? Qual o valor disso, já que muitos resultados são manipulados? Essas e outras perguntas serão tema deste debate com Rogério Bonfim (Virtualnet), Pedro Ivo (Riot), Marco Gomes (boo-box) com a moderação/participação do Gustavo Jreige (Pólvora!)

18h30 às 19h00 – Bestiário.org/Barcelona – Conhecimento em um mundo 2.0
O que é o novo saber em tempos de mídias sociais? Com Santiago Ortiz da Bestiário.org, empresa/coletivo de Barcelona (também presente em Lisboa) especializada na geração e nas novas formas de se visualizar conhecimento, guiada por Bruno Tozzini (DM9DDB).

19h00 às 20h00 – As Mídias Sociais e o Brasileiro
Muito além de um e-mail gratuito, que iniciou esse processo, as mídias sociais estão abrindo um universo novo de conteúdo, conhecimento, informação e cidadania para os brasileiros. Qual o poder, o bem e os males dessa incrível transformação que vem acontecendo no país, é o que conversarão Tim Lucas (TWRAmericas), Claudia Tavares (SenadoFederal), Maurício Moreira (TV1.com), Fábio Ribeiro (Band Outernet), e convidados com a moderação da Rosana Hermann (QueridoLeitor/R7).

20h00 às 21h00 – Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais
Como alguns dos principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais, a sua gestão nas empresas e nas agências, o tratamento que as marcas devem ter (ou não) neste universo. ComBeto Aloureiro (Tecnisa), Hugo Rodrigues (Publicis), Ricardo Guimarães (Thymus), Edmar Bulla (PepsiCo) e Marcelo Trípoli (iThink), com a moderação de Jackson Fullen (Sixpix).

21h00 às 21h30 – SMW/SP Pocket Show Opening
Nada melhor do que celebrar o início oficial dos trabalhos da SMW/SP com um pocket-show da banda Nevilton, que recentemente se destacou em várias premiações, entre elas uma da MTV, onde foi escolhida para abrir o show do Green Day em SP. Após o pocket-show, Drinks&Snacks para todos os participantes.

08/02 – Terça-feira

15h00 às 15h30 – Mídias Sociais em Giro pelo Mundo
Juliana Constantino e Rosana Fortes (AgênciaClickIsobar) em um bate-papo/provocação, destacando o que elas tem visto de mais interessante e inovador em termos de ações, projetos e campanhas de mídias sociais pelo mundo.

15h30 às 16h00 – Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas
Sempre existem pessoas na frente do monitor e do visor do celular. As mídias sociais nada mais são do que o social, ou seja, pessoas se relacionando. Com a moderação do Diego Remus (Startupi/SMW/SP), e Renata Lemos (ThinkTank) e Mayra França (Follow Digital) como convidadas , eles navegarão pelo lado mais humano, se é que existe algum menos humano, das mídias sociais.

16h00 às 17h00 – Valores da Web – Já quebramos os Paradigmas de Mudança?
Transparência, share, colaboração, democracia, liberdade total, etc., etc… O mundo digital, em especial as mídias sociais, é repleto de novos valores, atitudes, comportamentos e práticas. O quanto de todas essas mudanças já começamos a absorver de fato. Com Ana Erthal (UERJ/ESPM), Pablo Handl (Hub), Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Jovem Nerd) com a participação/moderação do Rafael Sbarai (VEJA ON_LINE).

17h00 às 18h00 – JWT – Verdades, Mentiras & Mídias Sociais
Um olhar clínico, crítico e questionador sobre mídias sociais, a partir da pesquisa feita pela JWT Brasil, com exclusividade para o SMW/SP. Cris Dias, Ken Fujioka e Patrice Lamiral da JWT conduzirão o papo.

18h30 às 19h00 – Don’t feed the Trolls (or Do It)
Wagner Martins (Mr. Manson/Espalhe) irá conversar/moderar (se não o trollarem) um papo sobre um dos fenômenos mais típicos das mídias sociais em todo o mundo: a trollagem, o que é, qual o outro lado da história, causos, histórias e, claro, as melhores trolladas. Nada melhor do que um time de personagens que sabem do que falam – Nando Pax (NerdsKamikaze), IzzyNobre (HBdia) via Skype, Vinicius Kmax (hacker) – para responder se, afinal, devemos ou não (e porque) “feed the trolls”! =)

19h00 às 20h00 – Canal Direto: Empresa x Consumidores
Já imaginou um diretor de marketing frente a frente com 3 consumidores? Sem intermediários nem filtros, num bate-papo aberto sobre mídias sociais? É isso que João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, responsável por vários projetos interativos da marca, entre eles o case Fiat Mio, um dos maiores sucessos do marketing em mídias sociais em todo o mundo, encarará neste encontro. Sem intermediários, agências ou especialistas em mídias para se meter no papo. Pedro Porto (FischerFala) conduzirá a conversa.

20h00 às 21h00 – Um olho no globo, outro na twittada
Se o digital trouxe uma onda de globalização para empresas e pessoas, qual a visão de quem acompanha esse contexto globalmente? B. Bonin Bough, Diretor Global da Área Digital e de Mídias Sociais da Pepsico vai nos trazer seu olhar sobre o que está acontecendo mundo afora, e sobre as diversas experiências puxadas pelas marcas da Pepsico, num papo guiado por Carolina Terra (Agência Ideal). *Evento em inglês, com intérprete

21h00 às 22h00 – MemeFactory Show – What We Know So Far
Mike Rugnetta, Patrick Davison e Stephen Bruckert fazem parte da MemeFactory, um espetáculo criado pela What We Know So Far, que estuda os memes e faz apresentações em formato de pocket shows mundo afora, e que preparou uma apresentação especial para fazer no SMW/SP, com show exclusivo sobre memes, virais, mídias sociais e como eles interpretam esses fenômenos todos.*Evento em inglês

09/02 – Quarta-feira

15h00 às 16h00 – Isolamento Digital x Inclusão Social?
A discussão não é nova, mas as respostas continuam não satisfazendo e, com a chegada das mídias sociais, novamente vale a pena parar para pensar se, no final das contas, esse incrível universo de ferramentas sociais está criando mais exclusão, mais segregação ou se, por outro lado, elas têm tido um papel de inclusão social de verdade. Para conversar conosco teremos Tiago Dória (IG), Luciana Annunziata (Dobra Learning) com a participação/moderação de Luciano Palma (Consultor).

16h00 às 17h00 – Mídias Sociais e o Mundo Mobile – Real x Mito
Apps, smartphones, geo-localização, realidade aumentada, etc. “O mundo é mobile” disse Eric Schmitt do Google em 2010. O que é, para onde vai, quais as tendências, os cases, os sucessos e os fracassos das mídias sociais no universo móbile no Brasil e no mundo. Estarão conosco Marcelo Castelo (F.biz), Gustavo Ziller (Aorta), Breno Masi (Fingertips), Leo Xavier (PontoMobi), Fernanda Magalhães (Mobext) com a moderação/participação do Neto (Bullet).

17h00 às 18h00 – Mitos & Verdades das Métricas e do ROI em Mídias Sociais
Como analisar a performance de uma campanha em um universo tão novo como o das mídias sociais? Leads, impressões, seguidores, amigos, RT’s, etc… Afinal, como se mede relacionamento, que é o que acontece, em última análise, nas mídias sociais? Para nos ajudar nesses dilemas todos teremos o Edney Souza (BlogContent), Renato Shirakashi (Scup), Fábia Juliasz (Ibope) e Ricardo Almeida (I-Group), mediados por Thomaz Gomes (ResultsON/Sixpix).

18h30 às 19h00 – Entrevista ao vivo
Rafa Losso, da MTV, irá entrevistar ao vivo os jovens Lucas e Arthur do Vagazoids e o Cid do Não Salvo, exemplos de produtores de conteúdo mais influentes das mídias sociais brasileira.

19h00 às 20h00 – Social Games – Quem Está Jogando Esse Jogo?
O que nasceu como uma brincadeira se tornou uma febre mundial e, por consequência, está criando uma nova área de oportunidade e negócios para o mundo da comunicação. Qual o real potencial e impacto dos social games? Quais os DOs e os DON’Ts deste mercado? Como medir ROI? Como jogar esse jogo e ser vencedor? Para responder a essas e várias outras perguntas, convidamos Andrew de Andrade (Social Games Specialist), Heloísa Lima (Dentsu Latin America), Cauã Taborda (Info), com moderação/participação da Renata Honorato (Expert Games/VEJA).

20h00 às 21h00 – Games, Grana e Gente
Daniel Kafie, CEO da Vostu, maior desenvolvedora de social games do Brasil, empresa baseada nos EUA, cuja equipe de desenvolvimento fica integralmente na Argentina e que recentemente recebeu investimento de 30 milhões, será entrevistados por Michel Lent (PontoMobi) e Pyr Marcondes (PróXXIma).

21h00 às 22h00 – Social E-commerce – Comprando e se conectando
Uma conversa sobre os rumos do e-commerce, com seu crescimento contínuo, misturado ao poder das mídias sociais. O modo como nos relacionamos interfere no modo como consumimos? Onde entram nessa história os sites de comparação, os aplicativos mobile, e as lojas físicas? Pra falar sobre tudo isso, Rodrigo Borges (Buscapé), Andrea Dietrich (Grupo Pão de Açucar), Rodrigo Waissman (Frugar), com moderação de Lucas Couto (SMW/SP).

10/02 – Quinta-feira

15h00 às 16h00 – O Eu Digital
O quanto nós indivíduos somos impactados pelas mudanças culturais e psicológicas geradas pela disseminação das mídias sociais? O que significa ter uma vida on-line pública? O que é a webcelebridização de cada um de nós no universo digital? Gisele Beiguelman (Artista Digital/PUC) e Luiz Algarra (Papagallis) farão um dueto para tentar desvendar um pouco do que é esse novo “eu digital”.

16h00 às 17h00 – Humor.com – do que, por que, com quem rimos?
Rafinha Bastos (CQC), Antonio Tabet (Kibeloco), Mederijohn Corumbá (Galo Frito), e Xico Sá (escritor/colunista) juntos você nunca viu em lugar nenhum. E por que fizemos questão de juntamos todos? Para falar (e rir) um pouco do conteúdo humorístico e divertido que se produz na web e nas mídias sociais e que vem conquistando um legião enorme de seguidores e admiradores no Brasil e no mundo.

17h00 às 18h00 – Quantos, quem, onde, por que somos? Sonho x Realidade
Um bate-papo entre Renê de Paula (Locaweb) e Gil Giardelli (ESPM/Gaia), em torno da visão de cada um deles sobre as mídias sociais, as verdades, os exageros, os números over-dimensionados e a dura realidade de quem trabalha e pensa esse universo. Como mediador, Pedro Doria (Estadão). Quem sairá vitorioso? Você!

18h30 às 19h00 – Bia Granja Entrevista – Desvendando @s
@BiaGranja (+12k followers), uma das personalidades mais influentes das mídias sociais segundo o iG, terá o desafio de entrevistar/conversar alguns dos @s mais conhecidos do Brasil como @MussumAlive (+99k followers), @NairBello (+76k followers) e a @HebeCamargo (+34k followers) e entender o que essas “personalidades” pensam das mídias sociais, do poder de influência, dos fakes, etc. Se você está esperando descobrir quem está por trás destes @s famosos, terá uma surpresa.

19h00 às 20h00 – Voz e visão do presidente
Como as mídias sociais são observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial, e começou sua carreira em uma época completamente diferente da atual? Esse será apenas o começo da nossa conversa com Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander.

20h00 às 21h00 – O Futuro das Mídias Sociais
A revolução começou. O poder está nas mãos dos consumidores. Tudo mudou. Já não se faz mais comunicação como se fazia até poucos anos. Até aqui, consenso geral. O que não se sabe é para onde as coisas irão e, como tudo isso irá afetar a maneira como as empresas se comunicam com seus públicos… E para nos ajudar a ter dicas valiosas, reflexões interessantes e insights bacanas, chamamos grandes nomes da comunicação, especialistas e pensadores, que, juntos, nos levarão por uma viagem futurista mas com muito pé no chão. Abel Reis (AgenciaClickIsobar), Edney Souza (BlogContent), Martha Gabriel (ESPM), Gustavo Fortes (Espalhe), Ricardo Cavallini (WMcCann), Roberto Grosman (FBiz), com a participação/moderação do Eric Messa (FAAP).

21h00 às 22h00 – Marketing que – DE FATO – fala com o jovem
Em um mundo com tantas mudanças, tantas novidades e que se move na velocidade do click, como pensar em uma comunicação publicitária efetiva, eficiente, envolvente e que consiga criar engajamento de verdade neste público? Eduardo Fraga (Talk Inc.), Yentl Delanhesi (Cubocc) e Tatiana Schibuola (Capricho), com moderação/participação do Keid Sammour (Wunderman), debaterão o assunto, tão em pauta atualmente.

11/02 – Sexta-feira

15h00 às 16h00 – Geo-localização: charme ou realidade, gadget ou business?
O quanto a geo-localização somada às mídias sociais já se tornou um catalisador de resultados? Para entender, organizamos um bate-papo com Juliana Lima (Apontador), Patrick Estrabom (It’s Digital), João Carvalho (PontoMobi), com a participação/moderação do Gabriel Jacob (EBP/FischerFala), que irá discutir o quanto o “geo-marketing” já é um fato, um negócio de verdade, ou ainda apenas potencial, a modinha da vez, mas que ninguém consegue ainda explorar de verdade e bem.

16h00 às 17h00 – Conexões de ideias
Bruno Mastrocolla (Santander) e participantes do Conexões de Ideias ao longo do SMW conversam sobre cases, ideias e insights colaborativos.

17h00 às 18h00 – Mídias Sociais Como Negócio
Naturalmente a propaganda/comunicação tem sido um alavancador de grana das mídias sociais em todo o mundo e, claro, muito do dinheiro que circula pelas mídias sociais é de comunicação. Neste bate-papo, convidados algumas pessoas que vivem de mídias sociais ou cujos negócios são fortemente influenciados por elas, para nos provocarem a refletir como as mídias sociais são (e podem ser) negócios interessantes. Estarão conosco Alexandre Inagaki (Consultor), João Pedro Motta (@OficialJoao/Zuugy), Fabio Seixas (Camiseteria), Marcus Andrade (Guidu), Vivianne Rodrigues (Financial Times), e Rodrigo Junco (Lomadee) com a participação/moderação da Lalai (Remix).

18h30 às 19h00 – Local vs Global
O quanto a globalização, a alegada conectividade mundial e termos nos tornados uma verdadeira aldeia global são mais blábláblá do que realidade de fato? Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do MIT e que recentemente se apresentou no TED discutindo o assunto, onde usou o famoso case de trollagem Cala Boca Galvão, responderá nossas perguntas em vídeo e entrará no papo por Skype, para nos ajudar a entender melhor se as mídias sociais podem criar um mundo melhor, menor, mais próximo ou, se por outro lado, acabará por nos segregar ainda mais. Bob Wollheim (Sixpix), Raphael Vasconcelos (Agência ClickIsobar / TEDxAmazônia) e Caique Severo (IG) terão o desafio de coordenar o papo.(Sixpix) terá o desafio de coordenar o papo.

19h00 às 20h00 – #fail #epic – O Que Bombou e o Que foi #Fail em 2010
Tudo mundo diz que é com os erros que mais aprendemos. Mas, por outro lado, no Brasil, falar de erros é algo que se pratica pouco. Temos um certo preconceito e receio de ofender ou chatear. As mídias sociais acabaram com isso, tanto que o #fail é uma das hashtags mais populares por aqui. Assim sendo, convidamos o pessoal do Brainstorm9, para gravar um Braincast ao vivo, justamente falando do que foi #epic e, claro, dos #fails das mídias sociais no Brasil em 2010.

20h00 às 21h00 – Hall da Fama – entrevista ao vivo
Para encerrar nossa SMW/SP com chave de ouro, reservamos uma atividade que promete se divertida, picante e, claro, muito interessante: uma entrevista ao vivo imperdível do Luli Radfahrer (ECA) com 2 das mais famosas webcelebridades brasileiras: @twittess (Tessália Serighelii – uma das participantes do BBB) e @Mbottan (Miriam Bottan – capa da Pix e mais recentemente capa de ensaio sensual na Trip).

Artista plástica adotou e-commerce para divulgar arte amazônica


O que uma empresa pode esperar do futuro de suas vendas? Certamente essa questão é feita por grande parte dos empresários que querem aprimorar e expandir seu negócio nos próximos anos. Porém, prever os rumos de suas vendas não é algo tão difícil assim, basta casar as tendências do mercado e os passos de seus concorrentes com bom senso e know-how de seus produtos.

Que as redes sociais caíram nas graças dos consumidores já não é nenhuma novidade. Elas são utilizadas constantemente para consultar preços, procurar melhores e diferentes produtos, boas oportunidades e trocar experiência com outros consumidores. Dessa forma não é difícil entender que a empresa precisa estar com seu produto na Internet e isso é feito através do e-commerce. Institutos de pesquisa revelam que 2011 será o ano do mercado virtual em âmbito nacional e internacional e o empreendedor que não tem um site de vendas vai ser passado para trás.

Um negócio chamado arte

Os grandes sites vendem de chocolate à geladeira, tudo sem ver a cara do consumidor e na maioria das vezes sem problemas no processo de venda / compra / entrega. Mas imagine vender obras de arte e souvenires direto do Mato Grosso para o Brasil e para o mundo? Recentemente a artista plástica Mari Bueno adotou o e-commerce como ferramenta para divulgar seu trabalho e vender suas obras, todas feitas com cunho ambiental e social. A profissional, formada em letras e pós-graduada em Arte na Educação e Arte Sacra e Espaço Litúrgico Celebrativo mudou-se para o Mato Grosso há 30 anos, exatamente na época da divisão entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

 

“Há 15 anos as pessoas não estavam tão integradas ao meio ambiente como estão hoje. Dá para sentir isso no mercado a nível nacional e local. A valorização da Amazônia que temos hoje ajuda não só a preservação, mas também à divulgação do meu trabalho”, conta Mari Bueno. O processo criativo de suas telas é baseado na fauna e flora amazônica e no dia-a-dia da região.

O envolvimento com a arte fez com Mari fosse convidada para pintar a Catedral do Sagrado Coração de Jesus de Sinop, cidade onde mora. “Faço uma coisa chamada enculturação, ou seja, mesclo elementos da arte sacra com elementos regionais. Tudo que pinto tem um pouco da minha infância e principalmente a vida nessa região”, afirma a artista plástica.

Amazônia e e-commerce

Há 10 anos Mari Bueno abriu sua galeria onde expõe e vende seus trabalhos. Porém ela percebeu que muitos turistas queriam levar suas obras para casa e pelo tamanho da tela não conseguiam. A partir de uma dificuldade ela encontrou um diferencial: vender suas obras pela internet. O site que já existia e funcionava como mostruário foi totalmente reformulado e passou a abrigar parte de suas obras para venda, contendo descrição, preço, tamanho, peso e todas as informações necessárias para que o usuário estivesse seguro de sua compra. “Quanto mais detalhes do produto colocamos mais temos compras fechadas. O internauta precisa se sentir seguro de que está comprando exatamente o que precisa. Para que chegássemos ao site atual passamos fizemos pesquisas de mercado eletrônico e regional, planejamento, escolha de design, logística, etc”, conta.

Além de suas telas, a empresária vende também souvenirs como canecas, roupas e artigos domésticos. Esses produtos são estampados com imagens das obras da artista plástica e tem dois tipos de acabamento: laca e rústico. “Os souvenirs são uma forma de trazer mais do meu trabalho para perto das pessoas. Algumas vezes o cliente gosta do quadro, mas não pode pagar. Transportando a imagem para uma almofada, por exemplo, ele consome da mesma forma a cultura e é isso que importa”, complementa Mari.

 


Para abrir o e-commerce a artista plástica contou com a ajuda de uma equipe de profissionais indicada pela Karen, da Papinha da Vovó, que já esteve aqui na Voz do Empreendedor do Pensando Grande. Depois de pronto, o mercado é monitorado por uma única pessoa, a mesma que cuida da galeria física. “É tudo muito fácil. O cliente seleciona o produto, escolhe a forma de pagamento e insere o CEP para que o frete seja calculado. Recebemos todos esses dados automaticamente, separamos o produto e o enviamos pelos Correios. Esta é a forma mais rápida, segura e barata de se enviar, seja por Sedex ou PAC”, finaliza Mari Bueno que voltou há pouco tempo do Museu do Louvre, em Paris, onde expôs três de suas obras em uma exposição coletiva brasileira.

Dicas e motivação

“Sempre há muito o que explorar. Tenho sorte de estar numa área que estimula sempre a gente. A arte motiva nossa cabeça e faz com que tenhamos várias ideias novas que funcionam como uma turbina de otimismo. Respiro arte e tenho um papel artístico e social grande para desempenhar. O site está me ajudando a ter mais negócios e oportunidades e o que falta é elaborar um plano de marketing mais avançado”, conta a profissional que assim como todos os empresários já pensou em desistir.

 

Fonte: Pensando Grande

Wikipedia quer chegar a 1 bilhão de usuários em 2015


Fonte: EXAME.com

O novo objetivo do Wikipedia é chegar a 1 bilhão de usuários até o ano de 2015, disponibilizando o acesso em outros idiomas e países, como Índia e Brasil, revelou o co-fundador da enciclopédia virtual, Jimmy Wales.

“Uma enciclopédia gratuita para cada cidadão do planeta em seu próprio idioma sempre foi nossa missão desde o primeiro dia. E é um objetivo que perseguimos de modo obsessivo”, sustentou Wales, em declarações ao jornal “Financial Times” por causa do 10º aniversário de criação do Wikipedia.

Com visitas de mais de 400 milhões de usuários ao mês, o Wikipedia, que é uma organização sem fins lucrativos, presume já ser o quinto site mais popular do mundo, e projeta abrir um escritório na Índia este ano e em breve outro no Brasil.

Quase a metade dos US$ 16 milhões que a enciclopédia virtual arrecadou no mês passado será como destino investimentos em tecnologias como a criação de um segundo banco de dados para facilitar o acesso fora dos Estados Unidos e na Europa.

Wales é otimista sobre o potencial dos computadores com telas táteis, que possibilitarão maiores contribuições de países em desenvolvimento, onde os telefones celulares, às vezes a única forma de acesso à internet, são pequenos e frágeis.

Nos Estados Unidos, alguns colaboradores veteranos do Wikipedia expressam seus desejos para atrair jovens: um deles disse ao “Financial Times” que suas ferramentas de edição, que eram revolucionárias em 2001, “atualmente já são arcaicas”.

Wales reconhece a necessidade de melhorias, mas não se diz preocupado pelo débil crescimento do número de contribuintes: “acho que vamos bem. Temos uma comunidade bastante robusta”.

Mas sua prioridade neste momento, acrescenta, é aumentar a diversidade de seus contribuintes.

Wikipedia está desenvolvendo agora uma interface chamada WYSIWYG, que é o acrônimo da expressão em inglês “What you see is what you get”, cuja tradução remete a algo como “O que você vê é o que você obtem”.

Um problema persistente, diz a publicação, é o fato de decidir quem pode redigir as páginas mais polêmicas como os perfis de políticos importantes, sobre os quais divergem opiniões.

Wales, ex-operador de mercados de futuros e de opções, de 44 anos, não se diz preocupado pelo futuro do Wikipedia: “Não está em minha natureza pensar nos concorrentes. Não me importa o que fazem outros”.

Compras coletivas podem faturar R$ 1 bi em 2011


Fonte: EXAME.com

Em não mais de 20 minutos na internet você vai acabar esbarrando em alguma das já populares ofertas de compras coletivas.

Pode ser pelo Twitter, Facebook, links patrocinados, banners em portais ou até por spam, mas estará lá uma oportunidade quase irrecusável de restaurante, clínica estética, hospedagem, espetáculo teatral, entre os mais diversos produtos e serviços. Conseguindo juntar um grande grupo de interessados em determinada oferta, esses sites fecham parceria com diferentes empresas para comercializar, em formato de varejo, oportunidades em preço de atacado, no chamado modelo “ganha-ganha” – o investidor atrai novos clientes, o consumidor paga mais barato e o site fica com uma parte da transação.

Antes de completar um ano de Brasil, a prática já virou febre entre consumidores, investidores e principalmente entre aqueles que passaram a oferecer a opção. Em dezembro, já eram encontrados mais de 400 sites oferecendo cupons de desconto por valores que variam normalmente entre 50% e 70% a menos que o valor original. Segundo métricas dos próprios players do mercado, em 10 meses de operação, o segmento chegou a um faturamento de aproximadamente R$ 170 milhões, tendo um verdadeiro boom nos três últimos meses de 2010.

“Em setembro foram cerca de R$ 7,5 milhões, número que pulou para R$ 40 milhões em outubro, R$ 58 milhões em novembro e ficou próximo a R$ 48 milhões em dezembro”, destaca Marcelo Macedo, cofundador e ceo do ClickOn. O site teve sua primeira oferta no ar em maio e hoje é uma das opções mais requisitadas entre anunciantes e consumidores.

O pioneiro no mercado brasileiro foi o Peixe Urbano, que em março oferecia seu primeiro cupom de desconto. Começando no Rio de Janeiro com três sócios, hoje está presente em 33 cidades brasileiras e chegou à incrível marca de dois milhões de cupons vendidos em 2010. “Para nossa surpresa, o mercado aceitou o modelo muito rapidamente”, comemora Leticia Leite, diretora de comunicação do Peixe Urbano. “Brasileiro adora desconto. Foi um apelo que pegou na veia”, acrescenta Macedo.

O que também auxiliou o sucesso quase imediato do modelo foi a presença maciça do público-alvo em redes sociais, principal forma de divulgação entre os players. “O público gosta de espalhar novidades, recomendar bons produtos ou serviços. Hoje, mais da metade de nossas compras acontecem por causa de alguma recomendação”, revela Daniel Funis, diretor de marketing do GroupOn – único entre os principais sites presentes no Brasil que vem de um grupo internacional. Iniciando operações no País em maio, com o nome Clube Urbano, passou a adotar a identidade global entre outubro e dezembro. “A filial brasileira apresentou o maior crescimento em todo o mundo”, ressalta Funis.

Quantidade

O boom de novos sites não assusta os líderes de mercado. Todos acreditam que, acompanhado de novas oportunidades, 2011 trará maturidade e consolidação para o segmento de compras coletivas. “O aparecimento e crescimento de outros sites acabou por validar o modelo, provando que o formato era confiável e positivo, mas são poucos que têm uma estrutura sólida e abrangência nacional. Os clientes serão cada vez mais exigentes e os consumidores optarão pelas melhores ofertas. Haverá uma seleção natural”, acredita Leticia. “É um setor fácil de entender e iniciar um negócio, mas com a consolidação, haverá um controle. É possível que vejamos algumas fusões e segmentações em categorias ou regiões, mas os maiores continuarão com as melhores ofertas e ampliando sua abrangência”, analisa Funis.

Futuro

Provando o potencial da ferramenta ao redor do mundo, o Google ofereceu, no final de 2010, nada menos que US$ 6 bilhões pelo GroupOn, que faturou globalmente US$ 500 milhões no ano passado e rejeitou a proposta. Grandes conglomerados brasileiros de mídia, como os grupos Abril e RBS, adquiriram ou lançaram seus próprios sites de compras coletivas – respectivamente Bananarama e Desejomania –, da mesma forma que o apresentador Luciano Huck tornou-se sócio-investidor do Peixe Urbano nos últimos meses. “Esses movimentos mostram que esta é uma direção natural que o comércio está tomando. Esse tipo de modalidade permite que empresas que tinham dificuldade de investir no e-commerce, passem a explorá-lo”, enfatiza o diretor do GroupOn.

Tais fatos levam os participantes desse segmento a previsões das mais otimistas. “Conseguimos bater nossa meta de cinco milhões de usuários cadastrados no ano passado e oferecemos uma economia que já ultrapassa os R$ 120 milhões. Para este ano trabalharemos para conectar o maior número de empresas e clientes, investindo especialmente na expansão geográfica”, detalha Leticia, do Peixe Urbano. “Vamos de três a sete ou nove milhões de usuários, de 18 para 40 ou 50 praças e de 165 a aproximadamente 300 colaboradores”, prevê Macedo, do ClickOn. “Por cálculos internos, acreditávamos no final do ano passado que, em 2011, o segmento de compras coletivas teria um faturamento variando entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões. Hoje já pensamos em R$ 800 milhões e, como teremos um ano completo, não duvido que podemos bater a casa de R$ 1 bilhão”, completa.

Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas


Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.

Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.

“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.

Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.

Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.

Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.

Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.

Você tem um plano tático de presença na internet?


Sua empresa pode estar desconectada do seu cliente e do mundo, e para resolver este problema basta ações bem simples. Conheça o programa do SEBRAE, Internet: Aplicações para pequenos negócios, ligue gratuitamente: 0800 570 0800.

Todo web site já nasce com uma poderosa estratégia. Basta bem utilizá-la.

Web sites estão em um ambiente virtual, eletrônico, onde somente a percepção com base no leiaute, composição gráfica, organização e atualidade de conteúdo, qualidade das informações, objetividade, usabilidade, facilidade de utilização, serviços oferecidos e obtenção de informações podem ser avaliados.

Logo, a presença de sua empresa na internet está em pé de igualdade com os seus maiores concorrentes, com os maiores player, sejam eles nacionais ou multinacionais.

Não importa se sua empresa ocupa uma sala de poucos metros ou um imenso complexo empresarial. Na internet isso é irrelevante. O que conta é a credibilidade percebida pelos clientes e consumidores.

Quanto o web site de sua empresa tem utilizado isso como estratégia para aumentar sua competitividade?

Responda a estas perguntas:

  • Quem tem cuidado da imagem de sua empresa na internet?
  • Que vivência empresarial e que visão sistêmica, de processos, de marketing e comunicação tem as pessoas que cuidam da imagem da sua empresa na internet?
  • Até onde elas buscaram compreender e entender seu negócio, suas expectativas e seus planos, para colocar “no ar” um web site que reflita fielmente sua empresa, seus produtos e seu negócio, alinhado com suas expectativas, desejos e necessidades?
  • Qual o cuidado com o planejamento, tratamento e organização é despendido com as informações, serviços e facilidades oferecido no web site?
  • Que metodologia é ou foi utilizada na criação e composição e organização do web site?
  • Que resultados concretos o web site de sua empresa tem proporcionado?
  • O que de facilidades, suporte e informações ele oferece para seus clientes e consumidores?
  • Quantos e-mails, por mês, sua empresa recebe solicitando maiores informações de seus produtos e serviços?
  • O web site de sua empresa está preparado para fazer negócio?
  • O web site de sua empresa “vende seu peixe”?

Planejamento tático e operacional

Se você não é um “profissional de planejamento”, deve ter dúvidas sobre o que é realmente um planejamento estratégico, ou tático ou, ainda, operacional.

Genericamente, podemos dizer que o plano estratégico é inerente à organização como um todo, enquanto os planos táticos são relacionados às diversas áreas da organização (plano de marketing, plano financeiro…). Os planos operacionais, por sua vez, são criados para operacionalizar o que está definido no plano tático.

As verbas de comunicação, por exemplo, normalmente fazem parte de um planejamento de marketing, logo, são definidas a partir da visão tática e não necessariamente estratégica.

Presença digital

Para o ambiente corporativo e de negócios a internet é tudo de bom: interativa, visual, multimídia (suporta vários formatos), integradora e tem alta capilaridade (chega a qualquer lugar).

Mas acima de tudo é um meio de distribuição de informação a custo baixo, razão suficiente para, na busca de competitividade, todas as grandes empresas inexoravelmente migrarem suas bases de informação para esse ambiente.

Essa “migração” tem nome e apelido: chamamos isso de construção de “internet corporativa” ou de “presença digital”, e isso inclui os projetos de comunicação, mas não se restringe a eles.

A presença digital deve ser concebida a partir de uma visão de necessidades de utilização do ambiente digital por todas as áreas da cadeia de valor do negócio. Estas estratégias terão sempre o objetivo de atender a todos os públicos que a empresa se relaciona a partir de dois possíves enfoques: a estratégia de serviços, que compreende todo tipo de automação de processo interno ou externo da empresa e a estratégia de comunicação. Logo, caberá a empresa definir, de acordo com os seus objetivos estratégicos, qual o nível de esforços a serem dispensados em cada enfoque e para cada público. Desta forma, a empresa poderá conceber e construir uma grande teia da corporação no ciberespaço, um ambiente colaborativo, desenvolvido a partir vários projetos com padrões pré-definidos e que devem se misturar trocando muita informação de forma a facilitar a vida e os negócios.

Planejamento de Presença Digital

A internet pegou todos os planejamentos estratégicos de calça curta. Em geral, as empresas não sabem ainda como incluir nos seus planejamentos as infinitas possibilidades que esse poderoso “conjunto de ferramentas”, essa nova “tecnologia habilitadora”, pode trazer para os seus negócios.

Na prática, a maioria das empresas já entendeu que a internet pode ser usada de duas formas:

  1. Para melhorar a eficiência operacional – fazer melhor a mesma coisa que os concorrentes já fazem.
  2. Para construir um melhor posicionamento estratégico – fazer coisas diferentes em relação aos concorrentes.

Nada mal, e o próximo passo é criar um “planejamento de presença digital” funcionando como adendo ao planejamento tático das empresas e totalmente alinhado com as orientações estratégicas.

Para isso, urge trazer para dentro das equipes de planejamento (gestores e consultores) dessas corporações cultura e entendimento do meio digital e de seu potencial transformador. Isso seria o passo mais importante e efetivo na criação dessa cultura digital em toda a organização, em especial nos gestores que identificam necessidades e oportunidades específicas em suas áreas.

Em outras palavras, o planejamento de presença digital pode encaminhar, de forma lógica e organizada, todo o processo de transformação (que já está ocorrendo) da sua empresa de “tijolo e cimento” para uma “empresa digital”. Lógico, … digital, mas também inteligente, competitiva e responsável.

Mas a palavra de ordem é NEGÓCIO.

Sua empresa está na internet com o propósito e objetivo de fazer negócio!

É para isso o web site de sua empresa deve estar preparado e equipado para competir no mundo virtual, para encantar seu cliente ou consumidor esteja ele onde estiver. Preparado para oferecer serviços e informações úteis, necessários, de qualidade, de valor. Possuir diferencial competitivo.

Gerar negócio. É para isso que seu web site existe!

Se o web site de sua empresa, não gera negócio, se não gera pelo menos um e-mail de consulta por semana sobre seus produtos e serviços, acredite, ele não cumpre sua razão de ser.

Se você investiu tempo e dinheiro para colocar um web site na internet só para contar ao mundo a história de sua empresa e para onde sua empresa está indo, sentimos em informá-lo, sua audiência é mínima e provavelmente não irá gerar qualquer negócio.

É importante se preocupar com todos os detalhes de sua Unidade Virtual de Negócios. Da aparência, da organização do conteúdo, do oferecimento de serviços, dos processos de negócio à estratégia de seu web site.

Mas como planejar um web site? Como entender o que sua empresa realmente necessita e como avaliar o seu atual web site.

Para isso criamos os modelos:

MODELO DE ESTRATÉGIA EM 4 DIMENSÕES PARA NEGÓCIOS ONLINE

Cada uma destas 5 dimensões, aponta para um elemento-chave para fazer negócios na Internet:

  1. Comunicação com clientes atuais
  2. Prestação de serviço e apoio
  3. Comunicação com clientes em potencial
  4. Ampliação da comunicação empresarial tradicional

Avaliar estas áreas estratégicas revelará, especificamente, como sua presença na internet pode ter impacto em seus lucros. Elas fornecerão diretrizes para você desenvolver a estratégia de negócios on-line que melhor se adapte às necessidades de sua empresa.

Pequenas empresas usam o Twitter para se comunicar


twitterTrês semanas após Curtis Kimball inaugurar seu carrinho de sobremesas em San Francisco, notou que na fila, entre seus amigos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar um doce. E como o novo freguês o descobriu? Lendo no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até então não havia “realmente compreendido o propósito do Twitter”, a beleza da divulgação digital de freguês para freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta e hoje tem mais de 5.400 seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará e o cardápio de cada dia.

“Eu adoraria dizer que tive uma excelente ideia e estratégia, mas na verdade o Twitter foi essencial para o sucesso do meu negócio”, afirma.

Muito se disse sobre a maneira pela qual grandes empresas como Dell e Starbucks usam o Twitter para promover seus produtos e se comunicar com os clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias entre os usuários do serviço de microblogs.

Para muitas empresas de varejo desprovidas de orçamento publicitário, o Twitter se tornou o único recurso de marketing. É muito mais fácil estabelecer e atualizar uma conta do Twitter do que manter um site. E, porque os donos de pequenas empresas tendem a trabalhar diretamente com o consumidor, a intimidade propiciada pelo Twitter serve bem a eles.

As pequenas empresas tipicamente conquistam mais de metade de seus clientes por meio de divulgação feita espontaneamente por outros consumidores, diz Greg Sterling, analista que estuda a influência da web no consumo e nas empresas locais. E o Twitter é uma manifestação digital disso. Os usuários do Twitter escrevem mensagens de no máximo 140 caracteres, e a cultura do serviço encoraja as pessoas a difundir informações entre os amigos que formam suas redes.

twitter_birdO Umi, um restaurante de sushi em San Francisco, chega a receber cinco novos fregueses por noite devido a informações que os consumidores encontram no Twitter, disse Shamus Booth, um dos proprietários. Ele anuncia no Twitter o peixe fresco do dia -“O O-Toro [atum azul] de hoje é um dos mais saborosos e suaves que já servimos”, escreveu Booth em post recente- e oferece saladas de algas gratuitas aos clientes que mencionarem o Twitter.

Mas o serviço não atende apenas a empresas que desejam atrair clientes descrevendo alimentos que dão água na boca. Para Cynthia Sutton-Stolle, coproprietária de um antiquário em uma pequena cidade do Estado do Texas, o Twitter tem servido como forma de encontrar tanto fornecedores quanto clientes, em todo o país.

Desde que ela começou a usar o Twitter, em fevereiro, conectou-se a pessoas que produzem luminárias e velas, que posteriormente vieram a encomendar em sua loja, e vendeu alguns milhares de dólares em mercadorias a clientes de fora da cidade de Columbus. “Nós ainda nem criamos um site e não estávamos tentando começar coisa alguma no ramo do comércio eletrônico”, disse. “O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha.”

Chris Mann, dono do Wood -house Day Spa, em Cincinnati, usa o Twitter para divulgar descontos em massagens e serviços de manicure. Promover esses serviços pelo Twitter é mais efetivo do que usar o e-mail. Ele pode fazer atualizações de seu telefone celular, enquanto “todas as outras empresas enviam e-mails”, afirma Mann.

Mesmo que os clientes de uma loja não sejam usuários do Twitter, o serviço pode se provar útil para os empresários, diz Becky McCray, que opera uma loja de bebidas em Oklahoma.

Em cidades como a dela, com apenas 5.000 habitantes, os proprietários de empresas de pequeno porte podem se sentir isolados, diz. Mas, por meio do Twitter, ela recebeu dicas sobre impostos de um contador, informações de marketing de um consultor e conselhos sobre como gerir uma empresa iniciante do fundador de diversas companhias de tecnologia.

twitter_tAnamitra Banerji, gerente de produtos comerciais no Twitter, diz que, quando começou a trabalhar para a empresa, vindo do Yahoo!, em março, “imaginava que aqui fosse o lugar em que as grandes empresas estão. Mas o que constato mais e mais, para minha surpresa maior a cada dia, é que temos empresas de todos os tipos”.

O Twitter, que por enquanto ainda não está faturando, no momento concentra esforços em ensinar às empresas como aderir e aproveitar seus recursos, disse Banerji, e a companhia planeja publicar estudos sobre casos bem sucedidos.. Ele também está envolvido no desenvolvimento de produtos que o Twitter possa vender a companhias de todos os portes, entre os quais recursos que permitem confirmar contas empresariais e analisar o tráfego em seus perfis.

De acordo com Banerji, os proprietários de pequenas empresas gostam do Twitter porque podem conversar diretamente com os clientes de uma maneira que, no passado, só poderiam fazer em pessoa. “Estamos constatando que a distância emocional entre empresas e consumidores está se encurtando consideravelmente.”