Compras coletivas podem faturar R$ 1 bi em 2011


Fonte: EXAME.com

Em não mais de 20 minutos na internet você vai acabar esbarrando em alguma das já populares ofertas de compras coletivas.

Pode ser pelo Twitter, Facebook, links patrocinados, banners em portais ou até por spam, mas estará lá uma oportunidade quase irrecusável de restaurante, clínica estética, hospedagem, espetáculo teatral, entre os mais diversos produtos e serviços. Conseguindo juntar um grande grupo de interessados em determinada oferta, esses sites fecham parceria com diferentes empresas para comercializar, em formato de varejo, oportunidades em preço de atacado, no chamado modelo “ganha-ganha” – o investidor atrai novos clientes, o consumidor paga mais barato e o site fica com uma parte da transação.

Antes de completar um ano de Brasil, a prática já virou febre entre consumidores, investidores e principalmente entre aqueles que passaram a oferecer a opção. Em dezembro, já eram encontrados mais de 400 sites oferecendo cupons de desconto por valores que variam normalmente entre 50% e 70% a menos que o valor original. Segundo métricas dos próprios players do mercado, em 10 meses de operação, o segmento chegou a um faturamento de aproximadamente R$ 170 milhões, tendo um verdadeiro boom nos três últimos meses de 2010.

“Em setembro foram cerca de R$ 7,5 milhões, número que pulou para R$ 40 milhões em outubro, R$ 58 milhões em novembro e ficou próximo a R$ 48 milhões em dezembro”, destaca Marcelo Macedo, cofundador e ceo do ClickOn. O site teve sua primeira oferta no ar em maio e hoje é uma das opções mais requisitadas entre anunciantes e consumidores.

O pioneiro no mercado brasileiro foi o Peixe Urbano, que em março oferecia seu primeiro cupom de desconto. Começando no Rio de Janeiro com três sócios, hoje está presente em 33 cidades brasileiras e chegou à incrível marca de dois milhões de cupons vendidos em 2010. “Para nossa surpresa, o mercado aceitou o modelo muito rapidamente”, comemora Leticia Leite, diretora de comunicação do Peixe Urbano. “Brasileiro adora desconto. Foi um apelo que pegou na veia”, acrescenta Macedo.

O que também auxiliou o sucesso quase imediato do modelo foi a presença maciça do público-alvo em redes sociais, principal forma de divulgação entre os players. “O público gosta de espalhar novidades, recomendar bons produtos ou serviços. Hoje, mais da metade de nossas compras acontecem por causa de alguma recomendação”, revela Daniel Funis, diretor de marketing do GroupOn – único entre os principais sites presentes no Brasil que vem de um grupo internacional. Iniciando operações no País em maio, com o nome Clube Urbano, passou a adotar a identidade global entre outubro e dezembro. “A filial brasileira apresentou o maior crescimento em todo o mundo”, ressalta Funis.

Quantidade

O boom de novos sites não assusta os líderes de mercado. Todos acreditam que, acompanhado de novas oportunidades, 2011 trará maturidade e consolidação para o segmento de compras coletivas. “O aparecimento e crescimento de outros sites acabou por validar o modelo, provando que o formato era confiável e positivo, mas são poucos que têm uma estrutura sólida e abrangência nacional. Os clientes serão cada vez mais exigentes e os consumidores optarão pelas melhores ofertas. Haverá uma seleção natural”, acredita Leticia. “É um setor fácil de entender e iniciar um negócio, mas com a consolidação, haverá um controle. É possível que vejamos algumas fusões e segmentações em categorias ou regiões, mas os maiores continuarão com as melhores ofertas e ampliando sua abrangência”, analisa Funis.

Futuro

Provando o potencial da ferramenta ao redor do mundo, o Google ofereceu, no final de 2010, nada menos que US$ 6 bilhões pelo GroupOn, que faturou globalmente US$ 500 milhões no ano passado e rejeitou a proposta. Grandes conglomerados brasileiros de mídia, como os grupos Abril e RBS, adquiriram ou lançaram seus próprios sites de compras coletivas – respectivamente Bananarama e Desejomania –, da mesma forma que o apresentador Luciano Huck tornou-se sócio-investidor do Peixe Urbano nos últimos meses. “Esses movimentos mostram que esta é uma direção natural que o comércio está tomando. Esse tipo de modalidade permite que empresas que tinham dificuldade de investir no e-commerce, passem a explorá-lo”, enfatiza o diretor do GroupOn.

Tais fatos levam os participantes desse segmento a previsões das mais otimistas. “Conseguimos bater nossa meta de cinco milhões de usuários cadastrados no ano passado e oferecemos uma economia que já ultrapassa os R$ 120 milhões. Para este ano trabalharemos para conectar o maior número de empresas e clientes, investindo especialmente na expansão geográfica”, detalha Leticia, do Peixe Urbano. “Vamos de três a sete ou nove milhões de usuários, de 18 para 40 ou 50 praças e de 165 a aproximadamente 300 colaboradores”, prevê Macedo, do ClickOn. “Por cálculos internos, acreditávamos no final do ano passado que, em 2011, o segmento de compras coletivas teria um faturamento variando entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões. Hoje já pensamos em R$ 800 milhões e, como teremos um ano completo, não duvido que podemos bater a casa de R$ 1 bilhão”, completa.

Pernambucanos apostam na internet para alavancar candidaturas


Mídias e redes sociais representam um importante meio para conquistar eleitores, principalmente os mais jovens.

Nestas eleições, vários candidatos brasileiros apostam na internet e, particularmente, nas mídias sociais, para se aproximar dos eleitores. Os atrativos passam pela transparência, pelo contato direto com o eleitor, principalmente do mais jovem. É um território ainda pouco explorado pela classe política e um importante meio para alavancar a candidatura e para baratear a campanha, mas brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores.

“Através das mídias os candidatos ficam numa mesma hierarquia, pois utilizam as mesmas ferramentas para lançar suas opiniões, ouvir e reclamar” afirmou o candidato ao senado do PPS, Raul Jungmman, que cultiva uma participação ativa nas redes sociais.

Tudo começou com o sucesso na eleição para presidente dos Estados Unidos, com o sucesso virtual da campanha de Barack Obama, impulsionada principalmente pela participação dos mais jovens e pioneira em usar recursos da Internet para tornar o candidato visível e simpático. Foi utilizada uma estratégia eficaz de comunicação virtual, com o uso de blogs e redes sociais, que permitiram a interação de pessoas com objetivos parecidos.

Segundo o consultor de mídias sociais, Murilo Lima, mais que aparecer, é preciso ter presença digital inteligente. “Todos os adversários de Obama possuíam sites complexos e de difícil interação. John McCain, John Edwards e Hillary Clinton também estavam presentes nas redes sociais e nos canais 2.0, mas foi Obama que segmentou ao máximo sua mensagem, trabalhando os nichos e ouvindo o que todos tinham a dizer”. É preciso, porém, agir com muita transparência, alerta Lima. “Se uma pessoa ou empresa não é transparente na hora de transmitir algum fato, invariavelmente será descoberta hoje ou amanhã e nas mídias sociais esta atitude pode ter proporções gigantescas”, conclui.

Os candidatos brasileiros, em sua maioria, não julgam que a internet, como nos EUA, poderá decidir as eleições. Todavia, esperam, principalmente, das mídias e redes sociais (Blogs, Twitter, Orkut, Youtube e Facebook) um importante meio para conquistar eleitores. Jungmann acredita que essas eleições ainda não serão decididas pela internet, mas este é o caminho. “A blogosfera será a maneira mais rápida e transparente de se mostrar. Através dela os candidatos apresentam suas opiniões não apenas para as pessoas coligadas, mas para seus adversários”, conclui.

O presidente do Instituto Teotônio Vilela, e candidato a deputado estadual pelo PSDB, André Regis, vê a internet como um papel fundamental neste novo processo eleitoral. Regis, que lançou sua candidatura com uma entrevista ao vivo na web, e posteriormente disponibilizada no Youtube, também afirma que para a inserção na mídia social o candidato precisa de conteúdo. “A internet é um meio que depende, necessariamente da credibilidade, não adianta você lançar um perfil, e não ter conteúdo para divulgar aos seus seguidores. É o mesmo que nada”, diz.

Segundo o candidato ao Senado pelo PT, Humberto Costa, as redes sociais são muito importantes. “Hoje existem muitas formas de buscar informação, deste jeito, temos que participar das mais importantes redes, procurando agir de forma séria”. Contudo, o candidato acha que a televisão, o rádio e a participação presencial em comícios e tribunas serão instrumentos de grande relevância nessas eleições. “Precisamos agir de diversas maneiras, sabemos que as redes têm crescido, porém, acredito que nesse momento, a televisão e o rádio serão instrumentos muito importantes. Essas mídias alcançam um maior número de pessoas das mais diversas classes sociais”, conclui.

Você tem um plano tático de presença na internet?


Sua empresa pode estar desconectada do seu cliente e do mundo, e para resolver este problema basta ações bem simples. Conheça o programa do SEBRAE, Internet: Aplicações para pequenos negócios, ligue gratuitamente: 0800 570 0800.

Todo web site já nasce com uma poderosa estratégia. Basta bem utilizá-la.

Web sites estão em um ambiente virtual, eletrônico, onde somente a percepção com base no leiaute, composição gráfica, organização e atualidade de conteúdo, qualidade das informações, objetividade, usabilidade, facilidade de utilização, serviços oferecidos e obtenção de informações podem ser avaliados.

Logo, a presença de sua empresa na internet está em pé de igualdade com os seus maiores concorrentes, com os maiores player, sejam eles nacionais ou multinacionais.

Não importa se sua empresa ocupa uma sala de poucos metros ou um imenso complexo empresarial. Na internet isso é irrelevante. O que conta é a credibilidade percebida pelos clientes e consumidores.

Quanto o web site de sua empresa tem utilizado isso como estratégia para aumentar sua competitividade?

Responda a estas perguntas:

  • Quem tem cuidado da imagem de sua empresa na internet?
  • Que vivência empresarial e que visão sistêmica, de processos, de marketing e comunicação tem as pessoas que cuidam da imagem da sua empresa na internet?
  • Até onde elas buscaram compreender e entender seu negócio, suas expectativas e seus planos, para colocar “no ar” um web site que reflita fielmente sua empresa, seus produtos e seu negócio, alinhado com suas expectativas, desejos e necessidades?
  • Qual o cuidado com o planejamento, tratamento e organização é despendido com as informações, serviços e facilidades oferecido no web site?
  • Que metodologia é ou foi utilizada na criação e composição e organização do web site?
  • Que resultados concretos o web site de sua empresa tem proporcionado?
  • O que de facilidades, suporte e informações ele oferece para seus clientes e consumidores?
  • Quantos e-mails, por mês, sua empresa recebe solicitando maiores informações de seus produtos e serviços?
  • O web site de sua empresa está preparado para fazer negócio?
  • O web site de sua empresa “vende seu peixe”?

Planejamento tático e operacional

Se você não é um “profissional de planejamento”, deve ter dúvidas sobre o que é realmente um planejamento estratégico, ou tático ou, ainda, operacional.

Genericamente, podemos dizer que o plano estratégico é inerente à organização como um todo, enquanto os planos táticos são relacionados às diversas áreas da organização (plano de marketing, plano financeiro…). Os planos operacionais, por sua vez, são criados para operacionalizar o que está definido no plano tático.

As verbas de comunicação, por exemplo, normalmente fazem parte de um planejamento de marketing, logo, são definidas a partir da visão tática e não necessariamente estratégica.

Presença digital

Para o ambiente corporativo e de negócios a internet é tudo de bom: interativa, visual, multimídia (suporta vários formatos), integradora e tem alta capilaridade (chega a qualquer lugar).

Mas acima de tudo é um meio de distribuição de informação a custo baixo, razão suficiente para, na busca de competitividade, todas as grandes empresas inexoravelmente migrarem suas bases de informação para esse ambiente.

Essa “migração” tem nome e apelido: chamamos isso de construção de “internet corporativa” ou de “presença digital”, e isso inclui os projetos de comunicação, mas não se restringe a eles.

A presença digital deve ser concebida a partir de uma visão de necessidades de utilização do ambiente digital por todas as áreas da cadeia de valor do negócio. Estas estratégias terão sempre o objetivo de atender a todos os públicos que a empresa se relaciona a partir de dois possíves enfoques: a estratégia de serviços, que compreende todo tipo de automação de processo interno ou externo da empresa e a estratégia de comunicação. Logo, caberá a empresa definir, de acordo com os seus objetivos estratégicos, qual o nível de esforços a serem dispensados em cada enfoque e para cada público. Desta forma, a empresa poderá conceber e construir uma grande teia da corporação no ciberespaço, um ambiente colaborativo, desenvolvido a partir vários projetos com padrões pré-definidos e que devem se misturar trocando muita informação de forma a facilitar a vida e os negócios.

Planejamento de Presença Digital

A internet pegou todos os planejamentos estratégicos de calça curta. Em geral, as empresas não sabem ainda como incluir nos seus planejamentos as infinitas possibilidades que esse poderoso “conjunto de ferramentas”, essa nova “tecnologia habilitadora”, pode trazer para os seus negócios.

Na prática, a maioria das empresas já entendeu que a internet pode ser usada de duas formas:

  1. Para melhorar a eficiência operacional – fazer melhor a mesma coisa que os concorrentes já fazem.
  2. Para construir um melhor posicionamento estratégico – fazer coisas diferentes em relação aos concorrentes.

Nada mal, e o próximo passo é criar um “planejamento de presença digital” funcionando como adendo ao planejamento tático das empresas e totalmente alinhado com as orientações estratégicas.

Para isso, urge trazer para dentro das equipes de planejamento (gestores e consultores) dessas corporações cultura e entendimento do meio digital e de seu potencial transformador. Isso seria o passo mais importante e efetivo na criação dessa cultura digital em toda a organização, em especial nos gestores que identificam necessidades e oportunidades específicas em suas áreas.

Em outras palavras, o planejamento de presença digital pode encaminhar, de forma lógica e organizada, todo o processo de transformação (que já está ocorrendo) da sua empresa de “tijolo e cimento” para uma “empresa digital”. Lógico, … digital, mas também inteligente, competitiva e responsável.

Mas a palavra de ordem é NEGÓCIO.

Sua empresa está na internet com o propósito e objetivo de fazer negócio!

É para isso o web site de sua empresa deve estar preparado e equipado para competir no mundo virtual, para encantar seu cliente ou consumidor esteja ele onde estiver. Preparado para oferecer serviços e informações úteis, necessários, de qualidade, de valor. Possuir diferencial competitivo.

Gerar negócio. É para isso que seu web site existe!

Se o web site de sua empresa, não gera negócio, se não gera pelo menos um e-mail de consulta por semana sobre seus produtos e serviços, acredite, ele não cumpre sua razão de ser.

Se você investiu tempo e dinheiro para colocar um web site na internet só para contar ao mundo a história de sua empresa e para onde sua empresa está indo, sentimos em informá-lo, sua audiência é mínima e provavelmente não irá gerar qualquer negócio.

É importante se preocupar com todos os detalhes de sua Unidade Virtual de Negócios. Da aparência, da organização do conteúdo, do oferecimento de serviços, dos processos de negócio à estratégia de seu web site.

Mas como planejar um web site? Como entender o que sua empresa realmente necessita e como avaliar o seu atual web site.

Para isso criamos os modelos:

MODELO DE ESTRATÉGIA EM 4 DIMENSÕES PARA NEGÓCIOS ONLINE

Cada uma destas 5 dimensões, aponta para um elemento-chave para fazer negócios na Internet:

  1. Comunicação com clientes atuais
  2. Prestação de serviço e apoio
  3. Comunicação com clientes em potencial
  4. Ampliação da comunicação empresarial tradicional

Avaliar estas áreas estratégicas revelará, especificamente, como sua presença na internet pode ter impacto em seus lucros. Elas fornecerão diretrizes para você desenvolver a estratégia de negócios on-line que melhor se adapte às necessidades de sua empresa.

Pequenas empresas usam o Twitter para se comunicar


twitterTrês semanas após Curtis Kimball inaugurar seu carrinho de sobremesas em San Francisco, notou que na fila, entre seus amigos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar um doce. E como o novo freguês o descobriu? Lendo no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até então não havia “realmente compreendido o propósito do Twitter”, a beleza da divulgação digital de freguês para freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta e hoje tem mais de 5.400 seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará e o cardápio de cada dia.

“Eu adoraria dizer que tive uma excelente ideia e estratégia, mas na verdade o Twitter foi essencial para o sucesso do meu negócio”, afirma.

Muito se disse sobre a maneira pela qual grandes empresas como Dell e Starbucks usam o Twitter para promover seus produtos e se comunicar com os clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias entre os usuários do serviço de microblogs.

Para muitas empresas de varejo desprovidas de orçamento publicitário, o Twitter se tornou o único recurso de marketing. É muito mais fácil estabelecer e atualizar uma conta do Twitter do que manter um site. E, porque os donos de pequenas empresas tendem a trabalhar diretamente com o consumidor, a intimidade propiciada pelo Twitter serve bem a eles.

As pequenas empresas tipicamente conquistam mais de metade de seus clientes por meio de divulgação feita espontaneamente por outros consumidores, diz Greg Sterling, analista que estuda a influência da web no consumo e nas empresas locais. E o Twitter é uma manifestação digital disso. Os usuários do Twitter escrevem mensagens de no máximo 140 caracteres, e a cultura do serviço encoraja as pessoas a difundir informações entre os amigos que formam suas redes.

twitter_birdO Umi, um restaurante de sushi em San Francisco, chega a receber cinco novos fregueses por noite devido a informações que os consumidores encontram no Twitter, disse Shamus Booth, um dos proprietários. Ele anuncia no Twitter o peixe fresco do dia -“O O-Toro [atum azul] de hoje é um dos mais saborosos e suaves que já servimos”, escreveu Booth em post recente- e oferece saladas de algas gratuitas aos clientes que mencionarem o Twitter.

Mas o serviço não atende apenas a empresas que desejam atrair clientes descrevendo alimentos que dão água na boca. Para Cynthia Sutton-Stolle, coproprietária de um antiquário em uma pequena cidade do Estado do Texas, o Twitter tem servido como forma de encontrar tanto fornecedores quanto clientes, em todo o país.

Desde que ela começou a usar o Twitter, em fevereiro, conectou-se a pessoas que produzem luminárias e velas, que posteriormente vieram a encomendar em sua loja, e vendeu alguns milhares de dólares em mercadorias a clientes de fora da cidade de Columbus. “Nós ainda nem criamos um site e não estávamos tentando começar coisa alguma no ramo do comércio eletrônico”, disse. “O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha.”

Chris Mann, dono do Wood -house Day Spa, em Cincinnati, usa o Twitter para divulgar descontos em massagens e serviços de manicure. Promover esses serviços pelo Twitter é mais efetivo do que usar o e-mail. Ele pode fazer atualizações de seu telefone celular, enquanto “todas as outras empresas enviam e-mails”, afirma Mann.

Mesmo que os clientes de uma loja não sejam usuários do Twitter, o serviço pode se provar útil para os empresários, diz Becky McCray, que opera uma loja de bebidas em Oklahoma.

Em cidades como a dela, com apenas 5.000 habitantes, os proprietários de empresas de pequeno porte podem se sentir isolados, diz. Mas, por meio do Twitter, ela recebeu dicas sobre impostos de um contador, informações de marketing de um consultor e conselhos sobre como gerir uma empresa iniciante do fundador de diversas companhias de tecnologia.

twitter_tAnamitra Banerji, gerente de produtos comerciais no Twitter, diz que, quando começou a trabalhar para a empresa, vindo do Yahoo!, em março, “imaginava que aqui fosse o lugar em que as grandes empresas estão. Mas o que constato mais e mais, para minha surpresa maior a cada dia, é que temos empresas de todos os tipos”.

O Twitter, que por enquanto ainda não está faturando, no momento concentra esforços em ensinar às empresas como aderir e aproveitar seus recursos, disse Banerji, e a companhia planeja publicar estudos sobre casos bem sucedidos.. Ele também está envolvido no desenvolvimento de produtos que o Twitter possa vender a companhias de todos os portes, entre os quais recursos que permitem confirmar contas empresariais e analisar o tráfego em seus perfis.

De acordo com Banerji, os proprietários de pequenas empresas gostam do Twitter porque podem conversar diretamente com os clientes de uma maneira que, no passado, só poderiam fazer em pessoa. “Estamos constatando que a distância emocional entre empresas e consumidores está se encurtando consideravelmente.”

Mundo atual permite difundir inovação por meio de redes sociais


redes_sociais

A utilização e disseminação de ferramentas colaborativas, como a Web 2.0, é uma tendência nas organizações. As redes sociais influenciam tanto a difusão de inovações quanto a propagação da informação e do conhecimento. De acordo com Cláudio Terra, CEO da Terraforum, a mudança de paradigma das empresas para a denominada Inovação Aberta traz benefícios significativos para empresas que a utilizam de forma estruturada. Terra foi o palestrante do encontro quinzenal realizado pela FNQ, no dia 25 de junho, transmitido via webcast.

O conceito de Inovação Aberta foi criado por Henry Chesbrough, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos. O acadêmico propõe uma nova abordagem para a organização da pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas, que não deve se limitar a usar apenas recursos internos como fontes de inovação, mas também aproveitar redes de cooperação entre parceiros para partilhar recursos e conhecimento.

De acordo com Terra, este conceito entende o processo de inovação como uma atividade difusa, que pode envolver e integrar, por meio de redes sociais, uma ou mais empresas, universidades e institutos de pesquisa. “A Web 2.0 vem desempenhando um papel significativo neste novo contexto. No Brasil, a Inovação Aberta ainda começa a se tornar um conceito aceito. Ela, potencializada pela Web 2.0, demonstra uma grande capacidade para aumentar o entendimento das oportunidades, diminuir os custos de desenvolvimento e aumentar a probabilidade de sucesso e aceitação pelos usuários finais”, disse Terra.

Gestão

De acordo com o executivo, a inovação não é necessariamente o produto, ela extrapola a tecnologia e está associada ao resultado. “É muito importante a empresa estar aberta a processos alternativos de produção e ideias inovadoras, independentemente da posição hierárquica do funcionário. As ideias podem vir de qualquer lugar”, afirmou. “É necessário tornar a inovação uma missão permanente e alavancar todos os tipos de conhecimentos disponíveis, sejam eles tácitos ou explícitos, internos ou externos, tangíveis ou intangíveis”, completou.

Informação, conhecimento e processos são, segundo Terra, essenciais para a inovação. “Inovar é fundamental para a sustentabilidade do negócio. É preciso suportar os passos que levam à inovação contínua. É preciso gestão”. Para ele, há muitos desafios, mas somente uma visão sistêmica gera o resultado esperado. “É preciso um processo de gestão eficaz que gere, capture, organize, avalie, desenvolva, implemente, comercialize, reconheça e mensure a inovação”.

O executivo salientou que se não houver processos estruturados e transparentes não existe inovação. “As ideias não caminham sem processos. Eles estimulam, facilitam e apoiam a inovação”, declarou. Terra ressaltou que os processos não são burocracia e podem estimular a criatividade e inovação, especialmente quando facilitam o alinhamento organizacional; trazem disciplina e métricas associadas; ajudam a criar um ambiente mais seguro para o novo; alavancam o conhecimento organizacional e institucionalizam valores.  “A intenção é inovar de maneira recorrente e, por isso, os processos não aliados da inovação, não inimigos. Gestão da inovação é o futuro das empresas”, concluiu.

Clique aqui para acessar a apresentação completa feita por Cláudio Terra.

MPEs do setor metalmecânico alcançam interação online


interação online

Websites são novas ferramentas de gestão do Fundi RS e Valemetalsinos.

Empresas de dois grupos setoriais ligados ao Pólo Metalmecânico do Vale dos Sinos podem contar com uma nova ferramenta de comunicação. O grupo Empresas de Fundição do Rio Grande do Sul (Fundi RS) e o Valemetalsinos colocaram no ar websites que possibilitam a rápida disseminação de informações, gerando interação entre as empresas. Os projetos contam com o incentivo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS).

Em busca de uma ferramenta de baixo custo e com fácil acessibilidade, a escolha pela utilização da internet mostrou-se uma solução viável. Para o assistente técnico do Sebrae/RS, Saulo Roberto Henrich Morschel, “os sites objetivam a divulgação dos grupos e das empresas participantes do projeto, bem como a interação entre elas; divulgação de seus contatos, agenda das reuniões e notícias de interesse do setor”. Além dos benefícios de divulgação, espera-se que novas empresas demonstrem interesse em aderir aos grupos. Para participar, basta ser uma pequena ou micro empresa, sediada em algum município da região, e preencher o termo de adesão.

Para o presidente do Valemetalsinos, Marcelino Barth, “a facilidade de comunicação pelo site possibilitará mais empresas agregadas. Como futuras ações, temos programado missões técnicas, capacitação, prospecção de mercado e a participação em feiras, incluindo a Mercopar”. Maiores informações acesse www.valemetalsinos.com.br e www.fundi-rs.com.br.

Sobre os projetos
O grupo empresas de Fundição do Rio Grande do Sul (Fundi RS) iniciou suas atividades em 2003 e reúne 30 empreendimentos. No Valemetalsinos são 24 empresas da região e o principal objetivo é promover o desenvolvimento dos pequenos negócios através de ações conjuntas.

Ambos integram o Polo Setorial Metalmecânico do Vale do Sinos, ação impulsionada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal).

Case de Inovação em Design Web

logomarca Web360GrausA empresa pernambucana WEB360Graus é case de inovação em design web, assim como no desenvolvimento de sistema de business inteligence .

DESAFIO BRASIL 2009: Inovação, Visibilidade e Networking!


Desafio brasil

Um catalisador de negócios para investidores e empreendedores da América Latina!

O Desafio Brasil é uma competição coordenada pelo GVcepe (Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas de São Paulo) e apoiada pela INTEL.

A competição acontece anualmente desde 2006, contando com mais de 350 inscrições de equipes brasileiras que, durante a competição (voltada para a criação de novos negócios baseados em tecnologia e inovação), concorrem entre si por mais de R$30.000 em prêmios e a chance de ser uma das oito equipes participantes do Desafio América Latina e das duas participantes da competição internacional IBTEC (Intel+UC Berkeley Technology Entrepreneurship Challenge).

Em 2009 o Desafio Brasil será uma competição ainda mais focada na geração de novos negócios. O Plano de Negócios continua sendo um importante fator na avaliação das equipes, mas haverá um crescente interesse por protótipos e por equipes com empreendedores fora-de-série e com perfis complementares.

A mudança de posicionamento da competição baseou-se no reconhecimento de que a maior contribuição da competição (o processo de aprendizagem relativo à elaboração do plano de negócios e negociação com investidores de venture capital) é válida para todo e qualquer empreendedor, não só para estudantes (público-alvo das competições passadas).

Serão aceitos projetos e/ou empresas já constituídas desde que atendam, simultaneamente, aos seguintes requisitos:

  • Sejam projetos com foco em inovação;
  • Apresentem produtos ou serviços escaláveis e com demanda mundial;
  • Tenham recebido investimento máximo de R$250.000,00 de fontes privadas (venture capital, investidores anjo, etc.);
  • Tenham recebido investimento máximo de R$500.000,00 de instituições públicas ou privadas de fomento à pesquisa;
  • Possuam faturamento bruto inferior a R$250.000,00 por ano;
  • Possuam menos de 3 anos de operação como empresa constituída;

O Desafio Brasil e Desafio América Latina apresentam grandes benefícios para os empreendedores, investidores e empresas envolvidas.
Para os empreendedores as competições são uma plataforma de lançamento. Elas oferecem a oportunidade de competir por mais de R$60.000 em prêmios e duas vagas na competição internacional IBTEC. Porém, mais importante do que a premiação em dinheiro, é o processo do qual eles participam. Desde a primeira fase da competição os seus projetos passam pelo crivo de profissionais da indústria de private equity e venture capital no Brasil (investidores, empreendedores e acadêmicos), que lêem seus planos de negócios, sumários executivos e apresentações, oferecendo suas sugestões e críticas. Além disso, trata-se de uma excelente oportunidade para a formação de uma rede de contatos valiosíssima.
Para os investidores a competição apresenta a oportunidade de conhecer projetos e empreendedores diferenciados. Participar do evento permite que eles tenham contato, em primeira mão, com os novos negócios com potencial para se tornarem as grandes empresas brasileiras de tecnologia nos próximos anos, abrindo uma gama de oportunidades para seus investimentos.
Explore as nossas páginas para saber mais sobre a competição.

Informações: http://desafio.ning.com/page/desafio-brasil

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundia .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
Veja também
Mais informações sobre Empreendedorismo e Inovação:
  1. Cresce empreendedorismo por oportunidade
  2. Projeto ALI – Agente Local de Inovação
  3. ALI – Agentes Locais de Inovação
  4. Sebrae vai liberar R$ 300 milhões para inovação
  5. Empresário encontra caminhos de apoio à inovação
  6. União Europeia investe em PMEs da América Latina
  7. Diretor-geral da PROTEC faz balanço da Lei de Inovação
  8. PPPs da saúde gerarão economia anual de R$ 160 milhões
  9. Propriedade industrial: Universidade inova mais
  10. Mais de 490 empresas gaúchas inscrevem-se no Inova RS
  11. Laboratório de nanotecnologia pesquisa plásticos biodegradáveis
  12. Tecpar investe R$ 14 milhões em reestruturação tecnológica
  13. Fundação Certi recebe R$ 6 mi para montar Centro de Referência
  14. Santa Catarina bate o martelo para a Inovação
  15. Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
  16. Inovação tecnológica terá linha de crédito com juro de 1% ao ano
  17. PROTEC lança livro que ensina a elaborar projetos de inovação
  18. Financiamento de R$ 200 mil a empresas inovadoras
  19. Sem inovação, Brasil corre risco de “apagão tecnológico”
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

TopoBlog_ Flammarion

TI na Web: PayPal, Expo GPS, Web 2.0, Imagine Cup 2009, Chrome


paypal-big

PayPal abrirá plataforma para desenvolvedores criarem aplicativos

Com as APIs do sistema de pagamentos online, será possível transferir dinheiro pela web por meio de transações personalizadas.

O sistema de pagamentos online PayPal abrirá sua plataforma para desenvolvedores, permitindo que eles criem aplicativos com várias opções para transferir dinheiro pela web, informou o eBay, dono do serviço, nesta quarta-feira (8/7).

O PayPal está desenvolvendo o que chama de Adaptive Payments Service, um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs) que permite a troca de informações entre programas.

No dia 23 de julho, as APIs serão apresentadas na sede do PayPal, na Califórnia, Estados Unidos. “Acreditamos que a oferta de uma plataforma global de pagamentos abrirá possibilidades para os desenvolvedores inovarem e criarem receita”, diz o diretor de desenvolvimento de produtos do PayPal, Damon Houghland.

Um documento apresentado pelo blog TechCrunch aponta recursos como o pagamento paralelo. Com ele, um comprador envia apenas um pagamento, que pode ser dividido entre duas ou até seis pessoas. É diferente do pagamento em “corrente”, onde o contato é feito apenas com o primeiro receptor do dinheiro.

expogps

Expo GPS apresenta tendências das tecnologias de rastreamento em São Paulo

Congresso acontecerá entre os dias 21 e 23 de julho reunindo especialistas da área de localização, além de novos produtos e serviços.

As vantagens do uso de serviços ligados à geomobilidade serão apresentadas na segunda edição do Expo GPS,  congresso latino-americano de localização e rastreamento, realizado no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

O evento é voltado para profissionais que atuam no mercado de mobilidade em geral e desejam se atualizar sobre as principais tendências em produtos e serviços da área.

O evento reunirá mais de 70 palestrantes e debatedores que vão trazer palestras como “soluções e proposições das tecnologias de rastreamento e monitoramento” e “trânsito e as novas soluções para navegação”. A programação completa está disponível no site do Expo GPS.

Os interessados em participar devem fazer as inscrições no site do Expo GPS. Quem se credenciar até o dia 17/7 pagará 600 reais – após esta data o valor será de 650 reais.

O Expo GPS acontece entre os dias 21 e 23 de julho, das 12h às 19h, no Centro de Convenções Imigrantes que fica na Rodovia dos Imigrantes, km.1,5, São Paulo – SP.

beta Web 2.0

A era do “beta” acabou

O termo “beta” é um ícone da era Web 2.0.

Tim O’Relly, que cunhou a expressão Web 2.0, escreveu que a nova fase da internet era um “eterno beta”.

Para quem não sabe, beta é uma palavra usado por profissionais de tecnologia para designar um produto que ainda não está pronto ou está em fase de testes pelos usuários.

Ouvi de uma executiva do Google, durante um evento de Web 2.0 em São Paulo, uma definição curiosa do termo. “A gente tem o privilégio de fazer as coisas mais ou menos”, disse ela, definindo “beta”.

O anúncio do Google de que está entrando na área de sistemas operacionais para competir com a Microsoft é mais um sinal de que não dá mais para fazer “as coisas mais ou menos”.

O próprio Google já está revendo a sua política. O status de beta foi retirado de seus principais serviços, como Gmail, Google Calendar, Google Docs, Google Talk, e Google Video for Business.

Antes, pressionado pelos fabricantes de computadores, foi obrigado a remover o beta do navegador de internet Chrome, que se recusam a instalar um browser considerado inacabado.

A aventura do Google na arena dos sistemas operacionais não é só o fim da era do beta. É o mais forte desafio contra a rival Microsoft.

Pouco a pouco, o Google foi lançando alternativas aos produtos da Microsoft. Primeiro foram aplicativos online, que competem contra o pacote de automação de escritório Office.

Depois, foi a vez de um sistema para celulares, batizado de Android. Em seguida, entrou no segmento de browsers com o Chrome.

Agora, quer roubar uma fatia do ainda lucrativo mercado de sistemas operacionais da Microsoft. Com isso, enterra de vez a era do beta e começa uma nova fase de competição no mercado de internet.

Será que o Google é a nova Microsoft?

Imagine Cup 2009

PE duas vezes campeão na Imagine Cup 2009

Equipes venceram competição, no Egito, em Desenvolvimento de Jogos e Interoperabilidade

Comemoração é o que não vai faltar no setor pernambucano de TI. As duas equipes que viajaram para o Egito para representar o Estado na final mundial da copa de softwares da Microsoft Imagine Cup 2009 venceram em suas categorias. O resultado da competição, cujo tema são as oito metas do milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), saiu ontem.

O grupo Levv IT, de Edgar Figueiredo (UFPE), Victor Nascimento (Unibratec), Vinícius Ottoni (IFPE, antigo Cefet-PE) e Luciano Firmino (Unicap) levou o primeiro lugar na categoria Desenvolvimento de Jogos, com o game Choice. O jogo mistura raciocínio e desafios com o dinamismo do estilo arcade, e foi construído tendo como mentor o ganhador da Imagine Cup 2007 Diogo Burgos.

A outra taça é da equipe Proativa – que tem incubada de mesmo nome no Centro de Inovação Microsoft, da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (Etepam). O grupo é composto pelos alunos Lucas Mello, João Paulo Oliveira, Amirton Chagas e Flávio Almeida, todos do Centro de Informática (CIn) da UFPE, na categoria Interoperalidade, com a solução ProLearning. A plataforma vencedora busca evitar que seus usuários não se sintam sozinhos no ensino a distância, através da interação em redes de relacionamento durante os cursos.

google10

Google já fechou acordo com fabricantes para uso do sistema Chrome

Em lista similar à dos colaboradores do Android, Google planeja anunciar fabricantes que desenvolverão novo sistema operacional.

O Google planeja anunciar dentro dos próximos dias os nomes dos fabricantes de Taiwan e China que já se comprometeram a trabalhar com seu novo sistema operacional Chrome, afirmou uma porta-voz da companhia nesta quarta-feira (7/7).

A lista será similar à feita para o Open Handset Alliance, com os colaboradores de seu sistema operacional móvel Android.

O novo Chrome OS competirá com o Windows em netbooks, notebooks e desktops. Ele será baseado em Linux e chegará aos ultraportáteis na segunda metade de 2010 – a demonstração da interface de usuário será feita no final de 2009.

O Chrome OS rodará em computadores com diferentes microprocessadores, incluindo os de arquitetura x86 usados pela Intel e AMD, e de arquitetura ARM, comumente encontrada em dispositivos móveis.

O porta-voz da Intel na Ásia-Pacífico, Nick Jacobs, declarou que o novo sistema operacional do Google também valida a categoria de netbooks como dispositivos móveis. Ele aponta o Chrome como exemplo de inovação, criando oportunidades na indústria de tecnologia da informação e oferecendo mais escolhas para os consumidores.

A Acer, terceira maior fabricante de PCs do mundo, e a Asus, foram procuradas pelo IDG News Service, mas não comentaram o assunto.

As eleições serão decididas na Internet


barack-obama

Projeto de lei 5984/09 libera redes sociais e blogs em campanhas, mas restringe publicidade, regula direito de resposta e spam.

A regulamentação do uso da internet em campanhas eleitorais, prevista no Projeto de Lei 5984/09 sobre a reforma eleitoral aprovado na quarta-feira (8/7) pela Câmara dos Deputados,  abre espaço para candidatos de pequenos partidos por permitir o uso de redes sociais, por exemplo, mas estabelece uma série de restrições que exigirão monitoramento redobrado da grande rede pelos candidatos, caso o texto seja aprovado.

O projeto, que altera os textos da Lei 9.504/97 (envolvendo as normas para as eleições) e da Lei 9.069/95 (que estabelece normas para os partidos políticos), agora será encaminhado para o Senado Federal e, se aprovado e promulgado até o início de outubro, entra em vigor nas eleições de 2010.

“O candidato com menos recursos tem uma ferramenta maravilhosa nas mãos. Se antes ele tinha apenas um minuto no rádio, sua exposição se multiplica na internet. Mas ele precisa seguir regras e o eleitor também”, afirma o advogado especialista em direito digital, Helio Augusto Camargo de Abreu, do escritório Mariani & Santos Advogados Associados.


Para o advogado, a criação de uma lei eleitoral envolvendo a internet é uma medida positiva. “A internet não tinha regras definidas para campanhas eleitorais. É muito importante que exista esse regulamento. Desta vez há uma forma de o candidato ser punido pelo envio de spam, por exemplo”, aponta.

Veja os principais pontos do projeto de lei eleitoral envolvendo o uso da internet:

Sites, blogs, redes sociais e cabos eleitorais online
Se antes os candidatos podiam criar apenas um site com o endereço terminado em ‘can.br’, o novo projeto libera a criação de páginas com domínios diversos (incluindo ‘com.br’ ou ‘com’), além de blogs, perfis em redes sociais, no microblog Twitter e em sites de vídeo como o YouTube.

Conforme nota Abreu, a proposta não cita a criação de sites de terceiros para a campanha, e abre espaço para a criação de  A lei não aborda a criação de sites por eleitores podem criar sites (cabo eleitoral online).

Publicidade
O projeto da nova lei eleitoral restringe a propaganda eleitoral apenas aos sites do candidato, do partido ou da coligação. A medida impede a propaganda em portais e sites de buscas por meio de links patrocinados, por exemplo.

“Na internet é vedada qualquer veiculação de propaganda eleitoral paga através de pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, com destinação profissional, oficial ou em sites hospedados por órgãos da administração pública” determina um trecho do Artigo 57 C do projeto. A violação prevê multa de 5 mil reais a 30 mil reais.

Além disso, em cada anúncio deverá constar de forma visível o valor pago pela publicidade, destaca o advogado.

Cadastro com dados de eleitores
De acordo com o artigo Artigo 57 da nova proposta, o candidato poderá enviar mensagens (incluindo e-mails, mensagens instantâneas ou de texto) aos eleitores usando contatos do seu próprio cadastro, não de cadastros públicos ou privados. “Se for comprovada a compra de cadastros de endereços eletrônicos pelo candidato ele também pode receber uma multa no valor de 5 mil a 30 mil reais”, destaca Abreu.

Spam
A nova proposta de lei eleitoral define o procedimento ‘opt-out’ para o envio de mensagens eletrônicas do candidato aos internautas desde que elas contenham um dispositivo de cancelamento.

O projeto de lei obriga os candidatos a bloquearem o envio de mensagens (incluindo  e-mail, SMS e  instant messaging) a eleitores que expressarem o desejo de não recebê-las em um prazo de até 48 horas após o pedido de cancelamento. Caso a medida não seja cumprida, o candidato está sujeito a uma multa de 100 reais por mensagem excedente enviada. Em caso de reincidência, o candidato também está sujeito a uma multa que pode variar de 5 mil a 30 mil reais.

Boca de urna
O prazo para a exibição de qualquer conteúdo de campanha na internet (incluindo sites do candidato, de eleitores, blogs e perfis em redes sociais) é de até 48 horas antes do início da votação
segue a mesma regra da veiculação eleitoral para TV, rádio ou veículos impressos.

De acordo com a lei atual, segundo a resolução 22.718/2008do Tribunal Superior Eleitoral, o site oficial do candidato teria de ser retirado do ar dois dias antes da eleição.

O Artigo 43, da nova proposta, também determina que seja permitida até a antevéspera das eleições a divulgação paga do candidato na imprensa escrita e a reprodução do conteúdo na internet, no mesmo formato. A definição, segundo o Abreu, é confusa já que os formatos de anúncios online diferem dos impressos.

Doações
As doações online – destinadas aos partidos e coligações, não aos candidatos – também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor (com base na renda declarada no imposto de renda do exercício anterior à campanha). A permissão também é válida para empresas, afirma Abreu. “Como a nova proposta não altera as doações e contribuições de pessoas jurídicas – relativas a até 2% do faturamento bruto de empresas com base no exercício fiscal declarado anteriormente – definidas pela Lei 9504/97(artigo 81 parágrafo 1º), pessoas jurídicas também poderão colaborar com campanhas online”, explica o advogado.

Direito de resposta
Na internet, um candidato garante o direito de resposta sobre um comentário considerado ofensivo, calunioso ou difamatório – tanto por seu concorrente como por um internauta – publicado em qualquer site, blog ou rede social. “Aí entra o poder de monitoramento da internet pelos candidatos. E muitos podem não ter poder aquisitivo para sustentar equipes monitorando redes sociais e blogs em busca de comentários ofensivos à campanha” comenta o advogado.

O Artigo 58 (inciso 4) do projeto de lei define que  o direito de resposta “dar-se-á no mesmo veículo, espaço, local, horário e página eletrônica, tamanho, caracteres e outros elementos de realce (aspas, letras maiúsculas ou grafadas) em até 48 horas após a entrega da mídia com a resposta do ofendido.”

A resposta deve ficar disponível online pelo menos o dobro do período em que a mensagem considerada ofensiva esteve no ar. Além disso, os custos de veiculação da resposta ficarão a cargo do responsável pelo site autor da informação original.

Caso não cumpra a determinação da Justiça Eleitoral, o candidato pode ser obrigado a retirar todos os conteúdos referentes à sua campanha do ar por 24 horas. “E a cada reiteração será duplicado o período de suspensão. Se o candidato não se comportar pode ficar um mês fora do ar”, observa o advogado.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a internet já está desmistificada e os serviços online crescem em ritmo mais acelerado. E o melhor com aprovação e adesão dos usuários.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria online através do blog Empreendedorismo e Inovação, basta acessar Consultoria Online.

“Nossa agência já tem recebido diversas demandas de políticos para as campanhas eleitorais de 2010. As eleições daqui para frente se decidirão na internet. A internet foi decisiva nas eleições americanas, elegendo o atual Presidente dos EUA Barack Obama. ”

Veja também

Mais informações sobre Redes Sociais:
  1. Saiba quem são as 10 pessoas mais importantes da internet
  2. Quase 29% dos brasileiros acessaram a internet em 2008, diz estudo
  3. Virtual Target integra Twitter as ações de email marketing
  4. Bing adiciona posts do Twitter em buscas
  5. Redes sociais invadem o mundo corporativo
  6. Redes sociais no mundo
  7. Lifestreaming: Será que os blogs estão com os dias contados?
  8. Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade
  9. Redes sociais são estratégicas na busca de clientes
  10. Dell afirma ter faturado US$ 3 milhões com conta no Twitter
  11. Twitter é usado como “arma” Social
  12. Era ‘pontocom’ faz 20 anos
  13. Inovação: Construtora vende por R$ 500 mil 1º apartamento pelo Twitter
  14. Wave quer agregar dados na web
  15. Tempo gasto em redes sociais nos EUA quase dobra em um ano
  16. Qual melhor tipo de Blog para sua empresa?
  17. Internet2 via satélite
  18. Como ganhar dinheiro com o Twitter?
  19. A Web 2.0 somos nós
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

Redes sociais e Blogs: Microsoft, Razorfish, facebook, power.com, MySpace, EBP 2009, Twitter


razorfish-microsoft-rackspace

Microsoft seleciona cinco grandes agências para vender a Razorfish

Entre as empresas selecionadas estão WPP, Omnicom Group, Publicis Group, Interpublic Group e Dentsu, informa o jornal Wall Street Journal.

A Microsoft está selecionando cinco das maiores agências de publicidade do mundo para vender a Razorfish, agência especializada em mídia digital que foi adquirida pela gigante de software em 2007, informa uma reportagem do jornal The Wall Street Journal nesta segunda-feira (13/7).

Entre as empresas selecionadas pela Microsoft, que também teriam interesse em usar a plataforma de publicidade da empresa de software, estão WPP, Omnicom Group, Publicis Group, Interpublic Group e Dentsu, informam fontes ligadas à negociação, nos Estados Unidos.

O banco Morgan Stanley foi contratado para administrar a negociação da Razorfish. A agência conta com 2 mil funcionários e registrou uma receita de 400 milhões de dólares em 2008 contando com clientes como Best Buy, Mercedes-Benz Estados Unidos e Mattel.

O acordo também pode envolver o uso da plataforma de publicidade digital da Microsoft, bem como compra de espaço publicitário em produtos da empresa como o novo buscador Bing, web sites da Microsoft, o tocador de músicas digitais Zune e o console de games Xbox.

Hoje, a Microsoft é um dos maiores clientes das agências Interpublic Group e WPP.

As fontes ligadas à estratégia afirmam que as negociações com as agências são preliminares e ainda devem levar alguns meses.

A Microsoft comprou a Razorfish em 2007, junto com a aquisição da aQuantive, por 6 bilhões de dólares. Estima-se que o valor de mercado da Razorfish esteja entre 600 milhões e 700 milhões de dólares.

Na avaliação de executivos da indústria de publicidade digital, a venda da Razorfish era apenas uma questão de tempo, já que a aquisição da aQuantive tinha como foco a tecnologia do grupo usada para interligar anunciantes, empresas de mídia e redes de anúncios online.

power_vs_facebook

Power.com processa Facebook por monopolizar mercado de redes sociais

Agregador de redes sociais, que foi bloqueado pelo Facebook, alega que usuários têm direito de controlar seus dados online.

O agregador de redes sociais Power.com entrou com um processo contra o Facebook na sexta-feira (10/7), nos Estados Unidos. O site alega que o Facebook proíbe seus usuários de acessar o conteúdo publicado na rede social por meio do serviço da Power.com e acusa o Facebook de tentar monopolizar o mercado de redes sociais.

A Power.com quer provar na justiça que o usuário possui completo e total direito de controlar o conteúdo que colocou na web e protege-lo de outros usuários ou qualquer entidade.

A Power.com é uma empresa brasileira que abriu suas operações nos Estados Unidos em dezembro de 2008. A ideia do serviço é criar um portal onde as pessoas podem incluir, de uma só vez, dados em redes sociais com MySpace, Twitter, LinkedIn, Hi5 e Orkut, reunindo suas atualizações em todas as redes, bem como as de seus contatos.

Depois de ter sido processada pelo Facebook, em janeiro, a Power.com teve o acesso bloqueado à rede social norte-americana.

Segundo o jornal The New York Times, a Power.com afirma ter registrado 250 mil visitantes no mês passado nos EUA, embora dados da consultoria que mede o tráfego de sites Compete apontem que foram apenas 14 mil visitas em junho.

No processo, a Power.com argumenta que o Facebook está oprimindo a competição ao restringir seus usuários e bloquear o acesso pelo agregador. Para eles, o Facebook construiu bilhões de dólares em valor de mercado causando danos irreparáveis aos usuários, aos negócios da Power e a muitas outras companhias que sofreram ameaças similares. A lista de acusações ainda inclui competição desleal, contenção de comércio e monopólio.

Em comunicado, o Facebook disse que já fez muitas tentativas de trabalhar com a Power.com, mas o site continuava a colocar os dados de seus usuários em risco, pois se recusava a seguir as regras estabelecidas para proteger a privacidade de segurança dos usuários. O Facebook também citou o serviço Facebook Connect, que permite compartilhamento de dados com outros sites e, com ele, as acusações da Power.com perdem o mérito.

myspace

MySpace será reposicionado como portal de entretenimento

Rede social será restruturada nos próximos meses, afirma Rupert Murdoch, proprietário do grupo de mídia News Corp., que controla o MySpace.

A gigante de mídia News Corp. planeja reposicionar sua rede social MySpace como um portal de entretenimento, informou o jornal The Wall Street Journal (WSJ) na sexta-feira (10/7).

O anúncio do principal executivo da empresa, Rupert Murdoch, ocorre no momento em que o MySpace perde cada vez mais espaço para a rede social rival, o Facebook – hoje a mais popular nos Estados Unidos, segundo a empresa de pesquisas de marketing comScore.

Murdoch diz ao jornal que vê o MySpace como um local onde as pessoas buscam por interesses comuns entre si. Embora o executivo não tenha descrito os planos detalhadamente, fontes do WSJ dizem que os comentários são consistentes.

As pessoas ouvidas pelo jornal dizem que, nos próximos meses, a News Corp. implementará, silenciosamente, novos recursos no MySpace. Dessa forma, a rede social se transformará em um destino de entretenimento online.

No mês passado, o MySpace anunciou que cortaria 30% de sua equipe nos Estados Unidos e dois terços dos funcionários pelo mundo. No Brasil, a empresa manteve apenas o principal executivo, Emerson Calegaretti.

Encontro de Blogueiros Publicitários EBP2009

Blogueiros publicitários discutem redes sociais em São Paulo

Encontro fala sobre as tendências do mercado publicitário nos blogs e as características do novo consumidor nas redes sociais.

Integrar a internet, principalmente os blogs, ao futuro da profissão publicitária e entender o consumidor na era das redes sociais são os objetivos do Encontro de Blogueiros Publicitários (EBP), que acontecerá em 8 de agosto, em São Paulo.

Entre os participantes dos painéis estão profissionais como jornalista e apresentador Marcelo Tas, e executivos de publicidade, como Mentor Muniz Neto, da agência de marketing promocional Bullet, Andre Matarazzo, da agência digital Gringo, Fernando Campos, da agência de publicidade Santa Clara, e Leonardo Carbonell, da agência de comunicação por conteúdo Selulloid. O Yahoo também estará no local para anunciar o prêmio Big Idea Chair que vai destacar ideias inovadoras na internet e no mercado publicitário do País.

As inscrições podem ser feitas no site do EBP 2009. Foram abertas 200 vagas e o preço para participar é de 100 reais.

O encontro acontecerá no dia 8 de agosto, das 9h às 19h, na Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) que fica na Rua Itatiara, 150, no bairro Consolação, em São Paulo (SP).

Blog

O segredo por trás dos blogs

Páginas de Dirceu, Protógenes e José Serra estão entre as mais populares

Em época de escândalos, CPIs e sucessão presidencial, os blogs de políticos estão sendo bastante acessados pelos brasileiros. A democracia do espaço, a liberdade de opiniões e a interatividade atraem cada vez mais usuários. E, para estar entre os mais lidos, não é essencial ter mandato. Entre os diários online mais acessados no país, estão os de pessoas que não ocupam cargo público, mas que estão com a popularidade em alta.

Com mais de 5.000 acessos por dia, o blog do ex-ministro José Dirceu (PT) está entre os mais procurados. Diariamente, ele usa a página para comentar assuntos de diversas áreas, como política, economia e até meio ambiente. Segundo Aristeu Moreira, responsável pelo blog, a audiência é garantida. “A pessoa que ele é e a história que ele tem acabam despertando o interesse das pessoas”, justificou.

Segundo Moreira, manter o blog de uma personalidade como José Dirceu é trabalhoso devido à necessidade de atualização diária. “José Dirceu começa a mandar os textos já às sete da manhã e eu vou editando e publicando”, conta o editor, garantindo que todos textos do blog são escritos pelo próprio Dirceu.

Embora esteja fora do governo Lula desde junho de 2005, o ministro continua sendo uma referência tanto para os debates da política brasileira quanto para o Partido dos Trabalhadores. De acordo com Moreira, esses são os assuntos que mais chamam a atenção dos leitores.

“O que mais gera interesse e comentários é quando ele fala da oposição. Depois, curiosamente, é quando ele fala de questões internas do PT. Os militantes participam muito e querem debater com ele o futuro do partido.”

Pioneiro. Com um blog e um site desde 2003, o senador Cristovam Buarque (PDT) diz que não dá mais para ignorar o meio eletrônico. “Agora, o povo não espera mais quatro anos para se pronunciar. Ele se manifesta constantemente”, disse. Depois de tomar conta do noticiário nacional, a crise do Senado é o assunto da vez. “Hoje, é a crise do Senado. Às vezes, chega alguma crítica grosseira, mas eu respondo.”

Cristovam Buarque também acredita que a interação com o eleitor é um dos motivos para ter tantos acessos. “Respondo uns 50 por dia. Quando não dá, levo para casa, respondo à mão e entrego para a minha assessoria digitar e enviar.”

O blog do delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz também é um dos mais acessados na web. Nele, o ex-comandante da operação Satiagraha divulga suas andanças pelo país, críticas ao governo federal e àqueles que foram investigados. Há espaço ainda para textos de outras pessoas, como os da ex-ministra Marina Silva. Mesmo de férias, seu blog vem sendo atualizado pela equipe responsável.

Já o presidente do PTB e deputado federal cassado Roberto Jefferson, que também é sucesso na rede, prefere um visual mais despojado. Jefferson se expressa por textos mais curtos e, na maioria das vezes, com informações de bastidores.

Projeto libera uso da Internet

O projeto de minirreforma política, que libera a utilização de sites e blogs em campanhas eleitorais, já foi aprovado na Câmara e segue agora para a apreciação do Senado.

Atualmente, os candidatos podem apenas ter páginas pessoais, cujo endereço precisa seguir o padrão definido pela Justiça. Agora, se aprovada a nova regra, eles poderão usar a rede com mais liberdade.

O senador Cristovam Buarque (PDT) se mostra descrente em relação à regulamentação. “A Internet é um instrumento anárquico. Como controlar um blog que faça denúncias falsas contra um candidato? Vai ser muito difícil.”

O senador também vê com preocupação a possibilidade de o eleitor fazer doações em dinheiro pela Internet. “Pode surgir muita gente pedindo dinheiro como se fosse para candidato”, analisa. (RG)

Crescimento

Pesquisa. Segundo estudo da Universidade do Legislativo (Unilegis) – instituição vinculada ao Senado -, entre de 2006 e 2009, o número de registros de perfis pessoais de políticos teve aumento de 193%.

TwitterLogoBird_twitter_logo_bird

Twitter suspende contas de usuários afetados pelo vírus Koobface

Vírus que se espalhou pelo Facebook e MySpace está enviando link malicioso por meio de perfis do Twitter para infectar mais PCs.

O Twitter está suspendendo a conta dos usuários de computadores que foram vítimas do software malicioso Koobface, que atingiu sites como o Facebook e MySpace, afirmou o consultor da companhia de segurança Sophos, Graham Cluley.

O vírus Koobface foi criado para se disseminar sozinho quando detecta que a pessoa está logada em alguma rede social. Então, ele divulga uma mensagem falsa no Twitter, levando os seguidores daquela conta a clicarem em um link que conduz a um site que tenta infectar o PC.

O Twitter tem bloqueado rapidamente as contas de usuários que tiveram seus PCs infectados e está zerando o login e senha dos perfis, disse Cluley.

Ao menos duzentas contas no Twitter já foram infectadas pelo Koobface em sua última onda de ataques. Quando fez sua primeira aparição no microblog, há duas semanas, o vírus apenas enviava três links reduzidos (URLs curtas) diferentes, que levavam a um site fraudulento. Os pesquisadores agora afirmam que o Koobface já começou a enviar um maior número de links maliciosos via URLs reduzidas nos últimos dias.

A praga virtual também se disseminou no Twitter por meio de contas falsas que têm sido registradas por ferramentas automáticas. O especialista disse que o Twitter poderia evitar esse problema enviando e-mails com um link para a verificação do registro, tornando mais difícil a criação dos chamados “perfis fantasmas”.