Lifestreaming: Será que os blogs estão com os dias contados?


lifestreaming

O especialista em marketing e comunicação digital, Steve Rubel, decidiu abandonar seu blog Micro Persuation e publicar seus diferentes tipos de conteúdos em um serviço de ‘lifestreaming’ com a página Steve Rubel Lifestreaming.

“Blogar parece antiquado. Publicar conteúdos hoje tem tudo a ver com o fluxo. O (serviço) Posterous, minha nova casa, se assemelha mais a esse fluxo e é para onde a web está indo”, comentou Rubel, em seu post de despedida na quinta-feira (25/6).

O executivo, que atua como vice-presidente sênior da divisão Insights, especializada em novas mídias, na agência Edelman, será um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0, promovido pelo Now! Digital nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Rubel conta que tomou a decisão de deixar o blog para voltar a ter um ritmo diário de publicação de conteúdos de forma mais prática, direcionando suas energias a um único lugar, além de manter seus perfis no Twitter e nas redes sociais Friendfeed e Facebook.

O Posterous se define como um serviço online que facilita a publicação de textos, vídeos, fotos e arquivos de áudio em um único lugar. O serviço lançado em julho de 2008 segue a linha do lifestream Thumblr, que inspirou o Yahoo a desenvolver o Yahoo Meme, em testes desde maio pelo Yahoo Brasil.

Evoluir do blog para o lifestream “parece ser a coisa certa a fazer” disse Rubel ao se despedir de seu blog. Os arquivos, segundo ele, poderão ser acessados por meio de buscadores e o endereço do blog vai redirecionar os internautas para sua “nova casa” na internet.

Fonte: IDG

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo. Os blogs são ferramentas estratégicas de marketing para divulgação de informações no modelo de uma assessoria de imprensa digital. O lifestreaming é uma evolução desta plataforma e inova com as integração das mídias. É um fato novo que vale a pena conferir.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”

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Twitter vira ferramenta no mundo empresarial


twitter gun

Microblog que alcançou 32 milhões de visitas em abril pode ajudar na divulgação de marcas e notícias institucionais.

O Twitter, serviço de microblog, pode ajudar no contato com clientes e na divulgação de marcas de empresas. O potencial é grande. Apesar de ter sido criado em 2006, atingiu a popularidade apenas há alguns meses.

O número de acessos ao site triplicou entre fevereiro e abril, fechando o mês com 32 milhões de visitas. Para se ter uma ideia, o New York Times, um dos jornais mais lidos do mundo, teve 17,5 milhões de acesso. É uma nuvem de pessoas, a maioria usuários comuns, mas também de celebridades e políticos. E de empresas, por que não?

A revista americana Fortune, que mensalmente divulga um ranking com as 500 maiores empresas do mundo, dá algumas pistas sobre esse novo filão. Em fevereiro, das 100 primeiras empresas da lista, 36 usavam o Twitter. Coisa de gringo? De jeito nenhum. Dados do Ibope Nielsen Online revelam que o número de internautas residenciais brasileiros que visitou o serviço pulou de 344 mil em fevereiro para 677 mil em março – umaumento de quase 97%.

Mas então, o que uma empresa pode fazer no Twitter? Bem, isso ainda não está muito claro. A Jynx Playware, empresa pernambucana de jogos eletrônicos baseada no Porto Digital, usa o Twitter como um canal institucional, para exposição de marca e veiculação de notícias sobre a empresa e a área de tecnologia e jogos eletrônicos. “Colocamos o Joy, nosso mascote, para ‘falar’ com as pessoas que nos seguem. Também utilizamos o Twitter para divulgar vagas de trabalho. Recebemos muitos currículos”, conta o diretor executivo Fred Vasconcelos.

Para Fred, os resultados obtidos com o Twitter são para lá de positivos. E ele já considera o serviço de microblog mais importante que Orkut e MSN. “Nas redes sociais você pode interagir com amigos. No Twitter, tem a oportunidade de seguir pessoas que você admira, não necessariamente amigos, e receber atualizações desses perfis”, defende o diretor executivo. Para as empresas, segundo ele, a grande vantagem é o retorno de mídia e a possibilidade de utilizar oTwitter como ferramenta de negócios, comunicando oferta e demanda.

Um dos usos que a Jynx Playware faz do Twitter, o de divugação de vagas de trabalho, está se tornando comum entre empresas brasileiras. Principalmente as que atuam nos ramos de tecnologia e informática, mas isso deve se expandir em pouco tempo para outros setores. Em São Paulo, a agência de publicidade digital Digitas divulga vagas pelo Twitter há mais de um ano e recebe de 100 a 300 currículos por semana. A Conquest One, da área de tecnologia da informação, já efetivou contratações de pessoas pelo Twitter. Além de páginas específicas de empresas, há perfis que divulgam vagas de várias companhias, como por exemplo a comunidade Trabalhando.com.br, que tem mais de mil seguidores, e a Trampos.

Fonte: DP

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais tais como twitter, youtube, orkut, facebook, etc, já são realidade e têm despertado cada vez mais a atenção do mundo corporativo.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em marketing social 2.0, tem observado um crescente aumento da demanda do mundo corporativo interessado nessas novas estratégias de MKT 2.0”

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Nova lei eleitoral permite blogs e redes sociais, mas restringe publicidade


Partidos

Reforma eleitoral propõe uso de blogs, redes sociais e Twitter para campanhas online, mas restringe anúncios e prevê direito de resposta.

A proposta de reforma eleitoral, que entrará na pauta da Câmara dos Deputados na próxima semana, permitirá que candidatos usem blogs, contas em serviços de vídeo, grupos em redes sociais e perfis no Twitter para fazer campanha,  mas restringirá a compra de publicidade online.

A informação foi divulgada pelo coordenador do grupo de trabalho responsável pelas alterações do projeto, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) em entrevista ao IDG Now!.

O novo texto das leis 9.504/97 e 9.096/95 derruba a restrição imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que candidatos das Eleições 2008 poderiam atuar apenas sob uma página oficial, identificada pelo domínio “can.br“, que era cancelado após o pleito, inviabilizando a manutenção do conteúdo da campanha.

Ainda segundo a resolução 22.718/2008 do TSE, o site oficial do candidato teria de ser retirado do ar dois dias antes da eleição.

Segundo o deputado, o novo texto permite que candidatos divulguem informações sobre suas campanhas além do próprio site oficial, que não exigirá mais o sufixo “can.br” – campanhas poderão ser feitas em endereços de sites que contenham as terminação “.com.br” ou “.com”, por exemplo.

“Blogs, Twitter, Facebook, MSN Messenger, torpedo, vale tudo”, afirmou Dino. A liberação significa que candidatos poderão criar perfis no Twitter, promover encontros de correligionários em redes sociais como o Orkut ou Facebook, informar eleitores por mensagens de SMS e promover blogs próprios.

As doações online também serão permitidas, restritas a 10% da renda pessoal do eleitor. O valor foi alterado por Dino após o texto original da reforma eleitoral ser criticado por permitir doações máximas de mil reais por eleitor.

Entre as restrições de atuação, a nova lei eleitoral obriga candidatos a bloquearem o envio de mensagens para eleitores que expressarem o desejo de não recebê-las e proíbe o que Dino chamou de “propaganda paga” – a compra de publicidade, seja ela em forma de banners, links patrocinados ou posts pagos, como parte da campanha eleitoral.

A medida difere da legislação norte-americana, que permitiu, por exemplo, que o então candidato do Partido Democrata, Barack Obama, comprasse links patrocinados atrelados a buscas sobre o boato de ser mulçumano. A estratégia foi usada para oferecer links a conteúdos que esclareciam a religião e a história pessoal do candidato.

A reforma eleitoral também prevê direito de resposta em veículos que sejam considerados culpados pelo TSE dos crimes de calúnia, injúria ou difamação. A medida, afirma Dino, valerá tanto para sites grandes como para blogs.

A punição para o desrespeito a alguma das restrições prevê multas que variam entre 5 mil reais e 30 mil reais e, em casos mais graves, a impugnação da candidatura do postulante.

Dino afirmou que as alterações estarão presentes no texto final das 9.504/97 e 9.096/95, que serão apresentadas na próxima semana e entrarão na pauta da Câmara dos Deputados para votação.

Caso seja aprovado na Câmara, o texto vai para o Senado. Em outro caso de aprovação, a lei pode ser promulgada, editada ou negada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para que guie a campanha online nas eleições presidenciais de 2010, a lei tem de  ser aprovada até o começo de outubro, calcula o deputado.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as Redes Sociais serão a grande arma da disputa eleitoral em 2010.

“A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria para partidos políticos e para os candidatos das eleições. As assessorias de imprensa são capacitadas para potencializar os benefícios da rede nas campanhas partidárias.”

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Twitter: veja 15 dicas para usar o serviço com elegância e bom senso


twitter gun

Dar crédito, respeitar o limite de caracteres, oferecer bons links e não ser egocêntrico estão entre as boas atitudes no serviço.

Embora pareça simples responder à questão “O que você está fazendo?”, muitos perdem a postura ao compartilhar um link ou observação pessoal pelo Twitter.

A questão parece ser tão importante que este mês entrou no ar o perfil @Twittiqueta, de onde vieram muitas destas dicas de elegância para o serviço de microblogging.

Quer evitar constrangimentos em 140 caracteres? Siga 14 dicas básicas e tenha um perfil querido por quem te segue.

1) Não use o Twitter como blog
Se o espaço tem 140 caracteres, é para ser respeitado. Não divida uma mensagem em 2 tweets ou mais.

2) Siga só quem quiser
Além disso, você pode deixar de seguir uma pessoa caso não esteja feliz em ler seus ‘tweets’. E não implore para ser seguido, a mecânica é diferente do “me adicione” de uma rede social como o Orkut.

3) Não leve a público o particular
Se quiser apenas se comunicar diretamente com alguém use @nomedousuário. Caso o assunto seja particular, use mensagens diretas.

4) Responda
Sempre confira se alguém te enviou uma mensagem direta e a responda – conversar faz parte do Twitter, inclusive para fazer perguntas como “Alguém sabe se aparelho X é compatível com o processador Y?”.

5) Diminua a frequência de posts
Menos é mais, e você irritará seus seguidores se quiser atualizá-los a todo instante sobre qualquer tópico que seja. Escolha qualidade, não quantidade.

6) Cuidado ao divulgar blogs e afins
É muito fácil parecer spammer e perder seguidores por usar seu perfil como ferramenta de marketing, a não ser que isto esteja claro e definido desde o início.

7) Evite ser tedioso e egocêntrico
Nem todos querem ler “Bom dia Twitters” ou “Estou visitando um lindo museu”. Tenha conteúdo e, se for falar sobre si, recomenda-se contextualizar o seguidor, com uma foto ou link.

8) Compartilhe coisas incríveis
Bons links, músicas, dicas culturais, frases interessantes e curiosidades são sempre vistos com bons olhos.

9) Dê crédito
Quando for twittar algo que alguém disse, use ‘RT @nomedeusuário’, mencionando apenas a fonte original do texto. No final da mensagem, mostre o perfil que te trouxe a mensagem, colocando ‘(via @nomedeusuário)’.

10) Seja discreto
Ao falar sobre eventos sociais particulares – como uma festa de aniversário ou encontro no bar -, é melhor ser vago. Nem todos querem que a informação seja compartilhada.

11) Use gramática apropriada
Um guia não oficial do site Grammar Girl aponta pequenas dicas, como evitar abreviaturas estranhas e usar pontuação corretamente.

12) Cuidado com o que escreve
Caso o seu perfil seja público, lembre-se que a vítima de uma reclamação ou xingamento via Twitter poderá ler. Consequências mais trágicas incluem ser demitido por algo que foi mecionado no serviço.

13) Com álcool, sem ‘tweets’
Após (ou durante) um happy hour ou festa onde você já perdeu as contas de quanto bebeu, não invente de conectar e escrever o que lhe vier à cabeça. Esta dica complementa a anterior.

14) Use a busca
Você não precisa ler todos os tweets. “Use o http://search.twitter.com para encontrar mensagens sobre assuntos específicos que lhe interessam”, diz o @Twittiqueta .

15) Indique bons perfis
Se quiser sugerir que seus seguidores sigam alguém com posts interessantes, use a famosíssima hashtag ‘#FollowFriday’ e, em seguida, ‘@nomedousuário’.

 

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HTML 5 ameaça padrões web como Flash e Silverlight, dizem especialistas


HTML5-logo

Evolução da linguagem padrão para web pode eliminar necessidade de plug-ins para aplicações multimídia em navegadores

O HTML 5, evolução da linguagem padrão da web, pode mudar o jogo do desenvolvimento de aplicações multimídia e tornar obsoletos padrões estabelecidos no mercado como as tecnologias Flash, da Adobe, Silverlight, da Microsoft, e JavaFX, da Sun.

A nova versão da linguagem proposta pelo consórcio World Wide Web (W3C), responsável por desenvolver tecnologias compatíveis para a evolução da web, se volta ao desenvolvimento de aplicações online que não foram bem resolvida nas encarnações anteriores do HTML, reconhece o W3C. Agora, o HTML 5 volta para preencher as lacunas que ficaram a cargo de linguagens como Flash, Silverlight e JavaFX.

“O HTML 5 é a segunda onda da web” afirma Dion Almaer, co-diretor de ferramentas de desenvolvimento da Mozilla, criadora do browser Firefox. A nova especificação, segundo ele, inclui funções para atender a oferta de vídeos e gráficos na web, além de um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs na sigla em inglês).

Na avaliação de Ben Galbraith, co-diretor de ferramentas da Mozilla e co-fundador do site Ajaxian ao lado de Almaer, tecnologias viabilizadas pelo HTML 5 como o Canvas – para desenhos 2D -, o armazenamento de conteúdos no desktop permitirão que “usemos mais o browser do que nunca”.

As aplicações web ficarão mais divertidas, opina o gerente de projetos do browser Chrome, do Google, Ian Fette. “Elas serão mais rápidas e vão oferecer uma experiência melhor ao usuário, fazendo com que não exista uma diferença entre aplicações online e offline.”

Após cinco anos de trabalho, uma versão de testes do HTML 5 foi finalizada no início deste ano, mas a versão final está prometida para 2012.

A especificação já é compatível com browsers como Chrome, Safari, da Apple, e Internet Explorer 8, da Microsoft, e em versões que estão por vir, como o Firefox 3.5, da Mozilla, e Opera 10, da Opera.

Fim dos add-ons
Enquanto Adobe, Microsoft, e Sun disputam a oferta de suas tecnologias para o desenvolvimento de aplicações multimídia na web, o HTML 5 tem potencial para arrasar os concorrentes por oferecer experiências de web baseadas em um padrão da indústria.

Uma das vantagens do HTML 5 é deixar de lado tecnologias proprietárias na web como Flash, Silverlight e JavaFX, afirma Ian Hickson, co-editor da especificação HTML 5 e funcionário do Google – o co-editor do HTML 5 trabalha na Apple.

“É sempre um problema quando você fica preso a um único fornecedor de software – especialmente se eles decidem abandonar o produto que você está usando, ou cobrar por ele. Com uma plataforma aberta não há tal risco” afirma Hickson.

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MySpace e iG fecham parceria de conteúdo e publicidade


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Rede social e portal de conteúdo criarão comunidades onde irão compartilhar publicidade. Primeira é a iG Futebol

A rede social MySpace Brasil e o portal de conteúdo iG anunciaram nesta quarta-feira (17/06) um acordo para compartilhar conteúdo, publicidade e tecnologias. A parceria entre a rede social e um portal de internet é inédita no mundo e oferecerá um link direto para acesso ao MySpace aos internautas e assinantes do iG.

Por meio deste canal, será facilitado o acesso a perfis de artistas, vídeos e comunidades. Do outro lado, os usuários do MySpace poderão acessar conteúdos do iG dentro da rede social. “Nosso conteúdo tem que ir onde as pessoas estão. É mais que clicar na página do iG pelo MySpace, e vice-versa”, explica o diretor de conteúdo do iG, Caique Severo.

O primeiro fruto da parceria é a comunidade iG Futebol no MySpace, que oferece as notícias do iG Esporte e o aplicativo  inédito Top Craques, que os usuários podem adicionar ao seu perfil na rede social e mostrarem seus jogadores preferidos. As empresas prometem colocar no ar uma comunidade sobre música em breve e, em seguida, com outros temas.

Nestas comunidades, o iG e o MySpace poderão vender publicidade de acordo com os temas dos canais.

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HTML 5: conheça a linguagem que vai revolucionar sua navegação na web


html5

Há 10 anos sem atualização, HTML evolui e abre caminho para browsers auto-suficientes com avanços em multimídia e aplicações offline

Quebrar as barreiras de compatibilidade na exibição de vídeos via internet, aprimorar o uso offline de aplicações web e exibir gráficos interativos com facilidade no browser estão entre os avanços permitidos pela evolução de uma linguagem que ficou uma década sem atualização, o HTML 5.

A quinta versão da linguagem de desenvolvimento HyperText Markup Language (HTML), responsável por organizar e formatar as primeiras páginas que visitamos na internet, é a grande aposta de empresas como Google, Mozilla, Apple e Opera para levar as aplicações à web. A versão final mais recente da linguagem é o HTML 4.0.1, aprovado em 1999.

“Por isso o frisson em relação ao HTML 5. A linguagem ficou muito tempo sem evoluir e as pessoas adotaram maneiras alternativas de resolver os problemas de programação na web”, afirma o professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), Marco Aurélio Gerosa.

A evolução do HTML influi na forma como os navegadores fazem a leitura dos códigos de programação e montam as páginas web para o internauta.

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Dell afirma ter faturado US$ 3 milhões com conta no Twitter


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Os fundadores do Twitter podem não estar com pressa para apresentar um plano de negócios para o site que mistura microblog com rede social. Mas a Dell já descobriu como ganhar dinheiro com o serviço: segundo a companhia, graças ao Twitter @DellOutlet a empresa faturou cerca de 3 milhões de dólares com vendas de computadores.

A empresa explicou em seu blog que as vendas diretas a partir das mensagens postadas “já ultrapassaram os 2 milhões de dólares e as mensagens enviadas pela rede social também estão despertando interesse em outros produtos da empresa”. No total, a conta da empresa no Twitter pode ter ajudado a gerar vendas de 3 milhões de dólares.

A conta @DellOutlet é a versão no microblog da loja Dell Outlet, que vende computadores recondicionados por preços mais baixos. Um dos problemas é que o estoque dessa loja é variável – portanto o Twitter cai com uma luva para avisar sobre novidades, promoções e até para dar cupons de desconto virtuais para os seguidores.

Claro, 3 milhões de dólares é apenas uma gota no oceano no faturamento da Dell, que é de bilhões de dólares ao ano. Ainda assim, o Twitter se mostrou eficiente e, por ser uma ferramenta nova, outras oportunidades podem surgir a partir do microblog/rede social.

Twitter é usado como “arma” Social


twitter gun

Os cidadãos de São Francisco, nos Estados Unidos, sempre consideraram a resposta a seus problemas urbanos muito lerda. Para tentar tornar o canal de comunicação entre cidadão e poder público menos burocrático, o prefeito Gavin Newsom e o co-fundador do Twitter, Biz Stone, anunciaram um serviço especial no Twitter, no qual as pessoas poderão mandar qualquer tipo de mensagem, de reclamações a sugestões, além de dúvidas.

Veículos abandonados, pixações, limpeza de ruas, buracos, problemas com lixo, barulho e outros. Segundo o site TechCrunch, basta seguir o usuário do Twitter de nome @SF311, pois ele agora é o canal oficial na internet dos cidadãos com sua administração pública. O número 311 é para onde ligam os cidadãos para esclarecer os mesmos tipos de casos.

A parte prática do serviço é a possibilidade de enviar vídeos e imagens dos problemas. Ao enviar uma mensagem direta para o @SF311, este retornará instantaneamente um número de serviço, já que há um membro da equipe da prefeitura dedicado em sanar os problemas vindos desse canal.

E para organizar todas essas informações, rastreando e arquivando todos os chamados, a prefeitura de São Francisco está utilizando a ferramenta CoTweet, que age como um CRM, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente. Essa plataforma suporta tanto a comunicação de marketing como atendimento ao consumidor, utilizando o Twitter.

O blog da plataforma CoTweet informa que, segundo o prefeito Gavin Newsom, São Francisco está “mudando o jeito com que as cidades se conectam com seus moradores”.

Era ‘pontocom’ faz 20 anos


ponto com

ClariNet.com, 1º provedor de conteúdo, foi criado nos EUA em 8 de junho de 1989
A era das empresas ‘pontocom’ completa 20 anos nesta segunda-feira (08/06), quando foi criado o Clarinet.com, primeiro provedor de conteúdo online, em 1989, por Brad Templeton, nos Estados Unidos.

“O ClariNet foi a primeira companhia criada para usar a internet como plataforma de negócios”, diz Templeton em um artigo publicado hoje no site do ClariNet.

Criado antes da invenção da HyperText Markup Language (HTML) – Linguagem de Marcação de Hipertexto – em 1990, por Tim Berners-Lee, o Clarinet.com oferecia notícias de agências e outros conteúdos usando o protocolo USENET (junção das palavras ‘user’ e ‘network’) – sistema distribuído de discussão na internet.

“Naqueles dias, a internet consistia em redes regionais formadas, em sua maioria, por cooperativas sem fins lucrativos, e o governo (norte-americano) fundou o backbone (centro da rede) chamado NSFNet que ligou todas elas”, relembra Templeton em seu artigo.

O empreendedor conta que conseguiu contornar a política de uso não comercial da rede NSFNet e lembra que, paralelamente, uma internet comercial começava a surgir por meio de empresas de acesso à internet como UUNet e PSINet. “A base dos negócios na internet estava nascendo, mas não havia web ainda.” afirma o criador do ClariNet, que também presidiu a associação Electronic Frontier Foundation (EFF).

“A comunidade de internet vivia de e-mails e do USENET, que junto com a transferência de arquivos via FTP, eram os meios de publicação de notícias”, afirma Templeton.

Brad Templeton é um dos pioneiros na oferta de conteúdo em uma época em que as conexões à internet estavam bem longe da banda larga que muitos acessam atualmente.