Melhore a qualidade dos seus produtos e serviços com ajuda do Sebraetec


Saiba em que as áreas da melhoria de qualidade de produtos e serviços o Sebraetec pode ajudar a sua empresa.

Você acredita que entrega um bom produto para o seu cliente? Mas o que é bom para o seu cliente? As empresas não podem mais se satisfazer com o que elas acreditam ser bom, e sim com o que seus clientes esperam receber.

Seguir os padrões de qualidade exigidos pela sua clientela e estabelecidos em lei é o segredo para dar ao seu produto a confiabilidade exigida pelo mercado.

Nos novos episódios do Curta Sebrae, há bons exemplos de empreendedores do ramo gastronômico que investiram na qualidade e na inovação de seus produtos e serviços e, com orientação de profissionais do Sebrae, só obtiveram excelentes resultados com isso. Confira as experiências do Esquina Mineira, em Brasília, e do Via Imperatore, em Porto Alegre.

Por isso, o Sebrae oferece o Sebraetec Qualidade.

Veja as soluções ofertadas pelo Sebraetec nessa temática:

  • Consultoria para avaliação da conformidade de produtos/serviços;
  • Adequação às Normas Técnicas;
  • Análise laboratorial, ensaios metrológicos e testes para calibração;
  • Capacitação para boas práticas na manipulação dos produtos, em especial alimentos.

http://tv.sebrae.com.br/media/player/2249/

Sua empresa precisa de consultoria tecnológica?

Flammarion CysneirosEmpresas de qualquer segmento podem se beneficiar do programa.

Ao receber uma demanda da micro e pequena empresa, o Sebrae solicita aos prestadores de serviços cadastrados propostas de plano de trabalho para realizar projetos de inovação e incremento tecnológico desta empresa.

Cadastre-se: www.cysneiros.com.br

Programa Sebrae de Gestão da Qualidade (PSGQ)


PSGQ SEBRAE MAIS - CYSNEIROS

Programa Sebrae de Gestão da Qualidade (PSGQ)
Oportunidade para empresários promoverem a qualidade nas empresas

A excelência da qualidade na gestão em todos os setores de uma pequena empresa é fator fundamental para que ela se mantenha e possa crescer no mercado. Para auxiliar empresários a inserir a qualidade na prática da gestão empresarial, o Sebrae desenvolveu o Programa Sebrae de Gestão da Qualidade (PSGQ).

O PSGQ tem como objetivo principal levar os empresários a refletirem sobre como obter melhores perspectivas de negócios e aumento da produtividade, comprometendo os funcionários.

Flammarion CysneirosO programa trabalha conceitos e práticas da qualidade, os fundamentos e o modelo de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade. Ao participar, os empresários têm acesso a conteúdos sobre o fortalecimento das relações de parceria interna e externa. O PSGQ também propõe a estruturação de um sistema baseado em processos para avaliação de resultados; formula e desenvolve ações estratégicas, por meio da análise do ambiente interno e externo; apresenta metodologia de implantação, gerenciamento de processos e monitoramento de seus resultados.

O PSGQ é dividido cinco partes: “Fundamento da Excelência”, “D´Olho na Qualidade”, “Parcerias Eficazes”, “Processos” e “Visão Estratégica”. No módulo “D´Olho na Qualidade”, por exemplo, o empresário aprende a combater o desperdício. Já na última parte do curso, ele desenvolve competências para pensar e agir no negócio alinhadas à visão de futuro.

Vantagens
Confira quais são as principais vantagens do Programa Sebrae de Gestão da Qualidade em sua empresa.

Maior garantia de mercado – A empresa que pratica a qualidade mantém e amplia sua relação de clientes, conquista força e poder para fazer frente à concorrência, garante bons negócios hoje e sempre.

Abertura de novas frentes – A terceirização no Brasil é um importante elemento moderno da economia, sendo um processo em franca expansão nos países desenvolvidos.

Redução de custos – Qualidade significa redução de custos, em decorrência de racionalização de processos, redução de desperdício, eliminação do retrabalho, bem como do fim da burocracia e dos controles desnecessários.

Criação de novos negócios – O Programa, além de capacitar e de qualificar a empresa, amplia sua percepção para outros negócios, até mesmo para novas oportunidades.

Clima de incentivo e de participação – Qualidade requer delegação de competências, gerência participativa, contínuo aperfeiçoamento, valorização do ser humano e busca do conhecimento. Assim, os colaboradores sentem-se comprometidos com o futuro da empresa, assumindo responsabilidades, o que proporciona um ambiente de trabalho altamente positivo e produtivo para a empresa.

Redirecionamento do Marketing – O compromisso com a satisfação total dos clientes estreita os laços da empresa com sua clientela, em permanente troca de informações. Interessa a empresa conhecer de maneira mais profunda como é aceita sua linha de produtos e serviços.

Retorno mais compensador
– O resultado final do Programa Sebrae de Gestão da Qualidade é a ampliação da lucratividade da empresa, sem que isso signifique necessariamente preços mais elevados ou maiores encargos para a sociedade. Qualidade traduz-se em acréscimo no faturamento, em função de: maior demanda por produtos e serviços que provocam a satisfação total dos clientes; redução de custos decorrentes dos ganhos de produtividade nos processos e da motivação dos colaboradores. Isso é muito bom para a economia e ótimo para o empresário de visão.

Etapas da Metodologia: 

O conteúdo da metodologia “DETERMINAÇÃO EMPREENDEDORA” está dividido em 5 MÓDULOS:

 

MÓDULO I: FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA

Visa desenvolver competências no sentido de compreender aspectos importantes para uma mudança empresarial e pessoal na busca da excelência, utilizando conceitos e práticas da qualidade, os fundamentos da excelência e o modelo de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade como ferramentas para organizar e medir os resultados na empresa.                                                                           .

Encontro 01 – Compromisso com as mudanças.
Encontro 02 – Conceitos, métodos e evolução da qualidade.
Encontro 03 – Fundamentos da Excelência.
Encontro 04 – Medindo os resultados para gerar conhecimento.
Encontro 05 – O ciclo PDCA e sua interação com o modelo de gestão de excelência.
Encontro 06 – Diretrizes estratégicas: valores, negócio e missão.

MÓDULO II: D-OLHO NA QUALIDADE

Visa desenvolver competências para conhecer e praticar o método D-OLHO (descarte, organização, limpeza, higiene e ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, bem como respeitando a relação com o meio ambiente.                                   .

Encontro 01 – Preparando o ambiente e praticando o descarte.
Encontro 02 – Praticando a organização e limpeza.
Encontro 03 – Praticando a higiene e a ordem mantida.
Encontro 04 – Auditoria e a prática do D-OLHO.

MÓDULO III: PARCERIAS EFICAZES

Visa desenvolver competências para definir e estabelecer relações de parceria, de forma clara, objetiva e harmônica, entre as partes interessadas da empresa, visando maior profissionalização na gestão e obtenção de resultados desejáveis para todos os envolvidos.                     .
Encontro 01 – A postura da liderança empresarial.
Encontro 02 – A organização do sistema de trabalho na empresa.
Encontro 03 – Capacitação, desenvolvimento e qualidade de vida.
Encontro 04 – Responsabilidade socioambiental.
Encontro 05 – Parceria entre fornecedores e sócios-proprietários.
Encontro 06 – Relacionamento e fidelização com o cliente.

MÓDULO IV: OS PROCESSOS

Visa desenvolver competências para estruturar um sistema baseado em processos bem como desenvolver, implementar e avaliar resultados de soluções simples e eficazes, visando a melhoria contínua e a busca da excelência da empresa.
Encontro 01 – Modelo de gestão baseado em processos.
Encontro 02 – Identificação e mapeamento de processos.
Encontro 03 – Gerenciamento dos processos.
Encontro 04 – Análise e melhoria dos processos.
Encontro 05 – Padronização

MÓDULO V: VISÃO ESTRATÉGICA

Visa desenvolver competências para pensar e agir, estrategicamente, formulando e desenvolvendo ações,analisando o ambiente interno e externo, planejando e executando um sistema de medição coerente com as estratégias, no sentido de obter resultados focados e alinhados à visão de futuro.

Encontro 01 – Criando o verdadeiro sonho.
Encontro 02 – Os objetivos e análise do caminho.
Encontro 03 – Análise de ambiente e ações estratégicas.
Encontro 04 – Garantia da gestão estratégica.
Encontro 05 – Medição e desempenho da empresa.

Como participar?
Interessados em participar devem ligar para a Central de Relacionamento do Sebrae no 0800 570 0800.

Fonte: Sebrae

Outsourcing: afinal, o que é isso?


Por Augusto Gomes

Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de “outsourcing” costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como “terceirização”. Convém então, e antes de tudo – diferenciar uma coisa e outra.

Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do “core business” (a “vocação” da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.

O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o “core business”, muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.

Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um “boom” do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.

Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por “aventureiros do mundo do outsourcing”? Considerar os seguintes aspectos:

– Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso. Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente “fazem bem feito”), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.

– Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem “terceirização” de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.

– Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.

– Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.

Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.

E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:

– Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;
– Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?
– Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.

Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece!

Augusto Gomes é diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e TI

Abertas as inscrições para o Selo de Qualidade em Serviços em Sergipe


Selo de Qualidade entra na 11ª edição sempre estimulando a qualidade dos serviços e produtos do setor turístico.

Betania Teixeira

Aracaju – Os empresários sergipanos já podem se inscrever no concurso “Selo de Qualidade em Serviços para Hotéis, Pousadas, Bares e Restaurantes de Sergipe”. O empreendedor que quiser participar deve comparecer ao Seminário de Adesão, que será realizado no dia 1º de fevereiro, às 15h, na sede do Sebrae em Sergipe. A entrada é gratuita.

A proposta do Selo é de buscar o reconhecimento e a valorização pública das empresas que investem em qualidade e no bom atendimento, explica Julia Vasconcelos, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo-Comércio e Serviços do Sebrae/SE. “Os estabelecimentos recebem consultoria e orientações para fazer ajustes de modo a atender sempre melhor as expectativas de seus clientes. O projeto é aberto a todos os estabelecimentos desses segmentos localizados no Estado”, informa ela.

As empresas que participam do processo têm à sua disposição um modelo de auto-avaliação de gestão que possibilita a reavaliação constante de suas práticas. E um dos detalhes mais importantes é a continuidade do processo. “O Selo tem validade de um ano, e depois desse período uma nova avaliação é realizada. A proposta é fazer com que as empresas permaneçam atentas às melhorias da gestão organizacional e dos processos e invistam permanentemente na qualificação de seus profissionais”, diz Júlia Vasconcelos.

Outro detalhe é que o custo para as empresas é mínimo – mas as vagas são limitadas. O Selo de Qualidade é uma ação do Sebrae/SE em parceria com as instituições ligadas ao trade turístico de Sergipe, como Abav, Abeoc, Abih, Abrajet, Abrasel, Funcaju, Senac, Senar, Singtur e Secretaria de Estado do Turismo. Mais informações podem ser obtidas na Unidade de Atendimento Coletivo do Sebrae/SE – (79) 2106-7762, 2106-7711 e 2106-7720. O Sebrae em Sergipe está localizado em Aracaju, na Avenida Tancredo Neves, 5.500, Bairro América.

Como funciona

A metodologia do Selo é simples. Primeiro o empresário participa de Seminário de Adesão, onde são apresentados todos os passos do processo de avaliação e análise para a obtenção do Selo, com as regras de participação. Em seguida são realizados seminários de sensibilização para funcionários e colaboradores. O terceiro passo consiste na visita ao estabelecimento – feita por um analista técnico credenciado pelo Sebrae/SE – para aplicação de check-list com itens relacionados à qualidade no atendimento, produtos e serviços. Esse diagnóstico revela itens não atendidos e propõe melhorias.

A empresa recebe um prazo de 30 dias para executar as melhorias, com as adequações sendo checadas posteriormente pelos analistas técnicos. Depois são emitidos os relatórios finais que são encaminhados ao Comitê Gestor, formado por representantes das instituições parceiras ligadas ao trade turístico. É o Comitê Gestor que analisa e avalia o empreendimento e decide pela outorga ou não, do Selo de Qualidade. Os empreendimentos que conquistarem o direito de utilizar o Selo durante um ano recebem troféus e placa indicativa da conquista durante evento solene que acontece no mês de julho.

 

PNQ 2009 conta com 39 inscritas


PNQ 2009

A equipe responsável pelo Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) está realizando, em São Paulo, constantes reuniões para discutir o ciclo 2009, que conta com 49 organizações elegíveis e 39 inscritas, a maioria da região Sudeste do País. Até o dia 3 de julho os examinadores receberam o Relatório de Gestão (RG) das empresas elegíveis e, em seguida, entre os dias 14 de setembro e 16 de outubro, visitarão aquelas que passarem para a próxima etapa, quando verificarão in loco como são feitas as práticas descritas nos seus relatórios.

As organizações que se candidatam ao PNQ encaram uma maratona de quase quatro meses. Durante este período, precisam preencher relatórios, entregar dezenas de documentos detalhados sobre cada processo da gestão e receber uma série de visitas de especialistas em busca de cada detalhe das atividades mencionadas nos relatórios. Neste ano, mais de 146 mil pessoas integram a força de trabalho descrito na elegibilidade das organizações. De acordo com Gustavo Utesher, coordenador do prêmio, mais uma vez a FNQ está indo na contramão das tendências mundiais e nacionais. “Existem pesquisas que indicam perda de interesse no modelo de gestão pelo mundo afora, mas e não é isso que observamos no Brasil”, explica.

O PNQ não é um processo com começo, meio e fim, apesar de ser dividido em ciclos. É um processo contínuo, pois cada ciclo toma o anterior como base para melhorias. As organizações encaminham à FNQ uma série de documentos que são examinados pela área técnica da instituição, que determina a elegibilidade ou não de cada candidata. Aquelas que forem elegíveis devem fazer sua inscrição, mediante a apresentação do Relatório da Gestão, elaborado com base nos oitos Critérios de Excelência que fazem parte do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG).

Avaliação

Entre julho e outubro acontecem as três etapas do processo de avaliação. A primeira, de Análise Crítica Individual, é eliminatória; a segunda é a de Análise Crítica de Consenso e a terceira é conhecida por Etapa de Visitação.  A Análise Crítica Individual é a etapa em que os examinadores fazem a avaliação dos questionários preenchidos pelas candidatas, os Relatórios de Gestão. Eles analisam se as organizações atendem ou não os Critérios de Excelência do MEG. Na sequência acontece a primeira reunião de juízes, que são examinadores com grande experiência no PNQ. Eles definem quais candidatas passarão para a segunda e terceira etapa, a de Visitação às Instalações.

É nesse momento que os juízes avaliam os Relatórios da Gestão e as pontuações para verificar quem atingiu a nota mínima para prosseguir no processo. As eliminadas são informadas e recebem seus respectivos Relatórios de Avaliação, mesmo sem serem submetidas às verificações in loco previstas na fase final.

As organizações que chegam à última etapa são submetidas a três dias de visitas, na qual seis a oito examinadores conferem tudo o que foi anteriormente descrito, avaliando se a teoria e a prática caminham juntas. Ao final do período é fechada a pontuação total de cada empresa, o que gera um material para outra reunião de juízes. Em seguida, os examinadores seniores se reúnem na FNQ para apresentar e defender o parecer da sua equipe referente às candidatas que estão na reta final do processo.

Práticas de governança da CPFL Energia é tema do webcast desta quinta-feira


FNQ

A FNQ realiza no dia 18 de junho, das 9h às 11h, o webcast com a participação especial de Wilson Ferreira Jr, presidente da holding CPFL Energia, uma das vencedoras do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) 2008. Ele abordará práticas de boa governança corporativa, baseadas nos princípios de transparência, eqüidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa, alinhadas com as melhores práticas existentes no Brasil e no exterior.
(evento gratuito e com vagas limitadas)

Faça a sua inscrição para assistir presencialmente
Atenção: Para assistir pela internet, basta clicar no banner do evento, no portal FNQ, no dia e hora divulgados.
Portal FNQ: http://www.fnq.org.br/

Próximos eventos FNQ:

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, os eventos promovidos pela FNQ contribuem para o aumento da excelência das empresas, e impulsionam a economia do País.

As vagas são limitadas, inscreva-se!

 

Veja também
Mais informações sobre eventos da FNQ:
  1. Pernambuco recebe seminário da FNQ  
  2. Últimas vagas para o Seminário Regional Em Busca da Excelência
  3. Como as organizações podem e devem se preparar para novos riscos sistêmicos
  4. Como a CPFL e Suzano enfrentam os riscos sistêmicos
  5. Visão sistêmica é essencial para lidar com riscos
  6. Pensamento Sistêmico pauta negócios da Natura
  7. Sustentabilidade é vetor de inovação para o Santander
  8. AES dissemina boas práticas de gestão
  9. Volvo estrutura seus processos com base no MEG
  10. Seminário: Clientes e pessoas são o foco da gestão da Brasal
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados
 

Últimas vagas para o Seminário Regional Em Busca da Excelência


FNQ

Empresários, gestores, acadêmicos e profissionais interessados em participar do Seminário Regional Em Busca da Excelência (Sebe), na próxima quarta-feira (17), devem se apressar para garantir lugar no evento. Até agora, mais de 110 pessoas já efetuaram inscrição gratuita através do site www.fnq.org.br e, ao que tudo indica, as últimas vagas disponíveis – das 200 oferecidas – deverão se esgotar rapidamente. O Seminário, promovido pela Fundação Nacional da Qualidade em parceria com o Propeq e o Sebrae, acontece das 8h30 às 12h30, no auditório do Sebrae, na Ilha do Retiro.

Leia mais

www.propeq.org.br

Lançamento da Revista InfoBrasil exclusiva para o Software Público


No dia 19 de junho, às 16:00 horas, será lançada e entregue a Revista InfoBrasil em edição especial dedicada ao Software Público. Veja a capa da revista no endereço da inscrição.

A presença no evento garante a retirada gratuita da Revista InfoBrasil – Software Público, que é considerada pela jornalista Marluce Aires, editora da revista, uma edição histórica.

A inscrição deve ser feita no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/eventos/event-info?event%5fid=11715081 Ela é automática para os cadastrados no Portal. As pessoas que ainda não fazem parte do Portal SPB precisam fazer o seu cadastramento no endereço www.softwarepublico.gov.br.

O lançamento é aberto ao público mediante apresentação deste convite e o evento conta com a presença do coordenador do Portal do Software Público Brasileiro, Corinto Meffe. O lançamento ocorre após a palestra que será organizada na Universidade Federal de Pernambuco.

A Revista faz parte da política de disseminação do conhecimento do projeto do Modelo de Qualidade do Software Público coordenado pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Como a CPFL e Suzano enfrentam os riscos sistêmicos


CPFL%202

As vencedoras do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) 2008, CPFL Paulista e Suzano Papel e Celulose, foram as participantes do primeiro painel do 17º Seminário Internacional em Busca da Excelência, promovido pela FNQ no dia 21 de maio. Os respectivos presidentes das premiadas, Wilson Ferreira Júnior e Antonio Maciel Neto, participaram do painel sobre  liderança e estratégia em um ambiente de incertezas, mediado pelo jornalista Carlos Mello.

Ferreira e Maciel vêem no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) uma importante ferramenta para que as empresas passem pela crise econômica mundial e superem suas possíveis consequências. Para eles, organizações que focam na excelência da gestão atravessam momentos turbulentos de uma maneira menos impactante negativamente. “Essas empresas estão mais bem preparadas para enfrentar a crise. Acredito que as organizações que adotam o MEG sairão em melhores condições desta crise, perante aquelas que não o utilizam”, afirmou Maciel.

Para Ferreira, a crise é gigantesca e com um poder de contaminação global. “O sistema de gestão disseminado pela FNQ prepara melhor as organizações para encarar esta realidade. Elas se fundamentam muito mais em fatos e dados e aprendem a ver, na crise, oportunidades importantes”, disse o executivo da CPFL. De acordo com ele, vivemos num mundo em transformação, no qual a busca por resultados não pode acontecer a qualquer preço.

“Nos últimos anos, por não considerarem o equilíbrio dos interesses de todos os stakeholders e os impactos de suas atividades, muitas empresas sucumbiram às transformações na sociedade e no planeta”, afirmou Ferreira, citando como exemplos de busca desenfreada por resultados os escândalos financeiros, casos de corrupção, danos ambientais e trabalho infantil, entre outros.  “Algumas empresas simplesmente desapareceram. Outras, tiveram seus negócios seriamente afetados”.

O MEG

Maciel salientou que os fundamentos de excelência, bem como os critérios da FNQ, compõem um conglomerado de estratégias consistentes e capazes de fazer as organizações ultrapassarem situações como a atual. “O modelo da FNQ, com sua excelência operacional, nos proporciona focar nos fundamentos para enfrentar cenários de incerteza”.

O executivo da Suzano disse que sua empresa e a CPFL são exemplos importantes de que o trabalho da FNQ é fundamental para o sucesso das organizações. “Somos empresas robustas, do ponto de vista financeiro, e ganhadoras do PNQ. Se o MEG não fosse eficaz, não estaríamos aqui para contar nossas experiências”, disse Maciel. 

“O MEG é o nosso principal direcionador estratégico. Somos bons de gestão e disseminamos isso para todos os nossos stakeholders”, afirmou Ferreira. “A crise tem seus aspectos negativos, mas também tem seu lado positivo, pois coloca todo mundo pensando na sociedade, de maneira sustentável e igual”, completou ele.

Futuro

Questionados sobre qual o olhar que têm para o futuro, Wilson Ferreira e Antonio Maciel disseram que os próximos anos evidenciarão grandes desafios, alguns riscos e oportunidades imensas. “Retomar o crescimento econômico; ampliar a eficiência de consumo; reduzir desigualdades sociais; gerar energia inteligente, a partir de fontes limpas e renováveis; mitigar os impactos do aquecimento global; e adaptar-se a um mundo mais regulado e com maior controle são alguns desses desafios que nos esperam pela frente”, afirmou o presidente da CPFL. 

Ferreira afirmou que estamos assistindo a revolta do meio ambiente, em decorrência do que fizemos no passado. “Um desafio é descobrirmos como reverter isso. É preciso fazermos uma gestão ambiental adequada, termos um consumo consciente”.  O executivo ressaltou que a desigualdade social é outro aspecto que o preocupa, em relação ao futuro. “O Brasil melhorou muito, mas há muito o que evoluir, ainda existe muita injustiça social, que também gera instrumentos de revolta. Precisamos trabalhar para que possamos resguardar e incorporar mais justiça social”.

Para o executivo da Suzano, um fator de extrema relevância para encarar positivamente o futuro é trabalhar preventivamente, com visão a longo prazo.  “O Brasil tem jeito. Temos muitos exemplos do que é a capacidade brasileira de realização. O que precisamos é adaptar e evoluir na agenda”, afirmou Maciel.

Para ele, além das questões citadas por Ferreira, outros dois aspectos são fundamentais para o futuro das organizações e do País. “É preciso replicar e aperfeiçoar modelos de gestão de sucesso. A FNQ faz isso de maneira espetacular, mas há a necessidade de outras instituições fazerem o mesmo”.  Além disso, a educação também é de extrema relevância. “A educação é a base de tudo. Por meio dela podemos mitigar os riscos de desenvolvimento social, ambiental e econômico”, finalizou.

Pensamento Sistêmico pauta negócios da Natura


natura

Roberto Zardo, ex-diretor de Serviços ao Cliente da Natura, foi o primeiro palestrante da Clínica de Gestão do 17º Seminário Internacional em Busca da Excelência, promovido pela FNQ, no dia 20 de maio. Com a apresentação intitulada de ‘Natura.net – tudo é interdependente”, ele mostrou como a empresa, de forma sistêmica, trabalha em rede. “A Natura está alinhada aos princípios de responsabilidade social corporativa e busca contribuir para o desenvolvimento do País e para a promoção do desenvolvimento sustentável”.

Um dos 11 Fundamentos da Excelência disseminados pela FNQ, o pensamento sistêmico, permeia todos os processos da Natura. “Está no DNA das pessoas da empresa. Nada no universo existe por si só. Tudo é interdependente”, afirmou Zardo.  “Acreditamos que resultados sustentáveis são aqueles alcançados por meio de relações de qualidade e, por isso, buscamos manter canais de diálogo abertos com todos os públicos com quem temos contato, em um exercício contínuo de transparência”, completou ele.

O comportamento empresarial da Natura, que é movida por duas paixões – a cosmética e as relações humanas – é focado em três tipos de comunidades, que estão intrinsecamente interconectadas: de consultoras, de fornecedores e sociais. “Buscamos criar valor para a sociedade como um todo, gerando resultados integrados nas dimensões econômica, social e ambiental”, afirmou Zardo.

Essência

O ex-diretor afirmou que os produtos são a maior expressão da essência da Natura. Para desenvolvê-los, ele explicou que são mobilizadas redes sociais capazes de integrar conhecimento científico e sabedoria das comunidades tradicionais. “Isso promove o uso sustentável da rica biodiversidade botânica brasileira”.

De acordo com Zardo, no panorama do triple bottom line, as organizações são os principais núcleos de poder econômico-financeiro. “Elas são reconhecidas como co-autoras e responsáveis por apresentarem mudanças e soluções”. Para ele, o maior desafio da atualidade é como conseguir, ao mesmo tempo, maximizar lucro, recompor os recursos naturais finitos e distribuir riqueza onde ela não chega. 

O modelo de negócios da Natura é baseado na promoção do crescimento econômico compatível com o desenvolvimento social e o uso responsável dos recursos ambientais. “Os resultados econômicos, ambientais e sociais são apresentados, de forma integrada, de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI)”, explicou o diretor.

Zardo ressaltou que a Natura estimula o desenvolvimento pessoal, material e profissional de suas 850mil consultoras. “A empresa as encoraja a se tornarem agentes de transformação, contribuindo para a disseminação do conceito do bem estar bem e para a construção de uma sociedade mais próspera, mais justa e mais solidária”.