Google lança ferramenta gratuita para pequenas empresas


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São Paulo – O Google anunciou o lançamento do Google Meu Negócio, uma plataforma gratuita voltada para donos de pequenas e médias empresas. “É possível cadastrar sua empresa no mundo online em cinco minutos”, afirma Alessandro Andrade, diretor de PMEs do Google.

A plataforma utiliza o Google Maps e o Google+ para gerar uma interface com os dados da pequena empresa. Com a ferramenta, o empreendedor também poderá monitorar quantas pessoas clicaram na sua página e aumentar o nível de engajamento com os consumidores.

O objetivo da solução é democratizar a presença online dos pequenos negócios de uma forma simples e barata. Empreendedores podem acessar a ferramenta por meio do computador ou do smartphone.

Nome da empresa, endereço, CEP, telefone e horário de funcionamento são as informações necessárias para se cadastrar.

De acordo com Andrade, um dos diferenciais do Google Meu Negócio é que o pequeno empresário poderá contar com uma equipe de consultores para tirar suas dúvidas por meio do telefone, e-mail, chat ou vídeoconferência. “Temos uma equipe de 60 pessoas que atua como consultores de marketing para ajudar os empreendedores”, conta.

Em um ano, a expectativa é de que a solução possa ajudar os 6 milhões de pequenos negócios brasileiros.

 

*Fonte: Exame-PME

Interessado?

Serviço: http:www.cysneiros.com.br (formulário de contato)

Fone: (81) 3445-2956
claudia@icomuni.com.br

A nova e difícil fronteira das empresas de TI


A consolidação do mercado de tecnologia da informação no País, que resultou na criação de várias gigantes locais com faturamento acima de R$ 1 bilhão, permitiu que empresas nacionais dessem nos últimos anos os primeiros passos rumo ao mercado internacional. Nesse cenário, as companhias especializadas em prestação de serviços concorrem com um sem-número de empresas indianas, enquanto as desenvolvedoras de soluções de hardware e software disputam com grupos internacionais como Microsoft e Oracle.

Em dezembro, a prestadora de serviços Stefanini adquiriu a americana TechTeam por US$ 94 milhões e tomou a dianteira da expansão internacional entre as companhias de TI brasileiras. Segundo o sócio-fundador da empresa, Marco Antonio Stefanini, o negócio ampliou a atuação da companhia de 17 para 27 países. O empresário espera que 40% do faturamento de R$ 1 bilhão previsto para este ano venha do exterior. Das receitas externas, a metade vem nos Estados Unidos.

Com 12 mil funcionários, um terço deles fora do País, a Stefanini ainda luta contra a falta de tradição no exterior – algo que os prestadores de serviço em TI indianos têm de sobra.

Para convencer grandes clientes a trocar a Índia pelo Brasil, o empresário investe na contratação de profissionais com perfil mais sênior e na oferta de serviços customizados às empresas. Outra estratégia é apostar nos mercados onde as indianas não têm a vantagem do idioma. “Eles são muito fortes nos países de língua inglesa”, explica.

Com a compra da TechTeam, a Stefanini também reforçou seu portfólio de clientes globais, uma poderosa carta de apresentação na hora de disputar novos negócios. “Temos hoje 30 clientes mundiais. Um dos mais recentes é a Johnson & Johnson, fechado há três meses”, conta o empresário. De acordo com Stefanini, o fato de o mercado internacional crescer abaixo da média brasileira também pode ser um celeiro de oportunidades: “A Stefanini ainda pode fazer aquisições no exterior, além de enxergar um crescimento orgânico significativo.”

Mercado interno. Enquanto a Stefanini navega o mercado externo a todo o vapor, outras companhias do setor testam a temperatura das águas internacionais, preocupadas em não negligenciar o Brasil em um momento de rápido crescimento interno. O diretor de fusões, aquisições e planejamento estratégico da Tivit, André Frederico, diz que a situação das prestadoras de serviço brasileiras é diferente da realidade indiana: “Aqui, o mercado interno é bastante atraente, enquanto lá o foco está muito mais no exterior.”

Por isso, a estratégia internacional da empresa ainda está restrita a duas filiais, nos Estados Unidos e na França. Essas duas operações atendem clientes de 16 países, mas a participação internacional na receita é pequena, de 10% do faturamento anual de R$ 1 bilhão. Apesar de estar atenta a negócios no exterior, a companhia diz que a prioridade ainda é aproveitar as oportunidades de aquisições no Brasil. “Existem diversas oportunidades para a Tivit adquirir uma tecnologia específica ou entrar em um segmento em que não atua. O mercado (brasileiro) ainda continua bastante pulverizado”, diz Frederico.

Serviços integrados. Conhecida principalmente pelas soluções e pela produção de equipamentos bancários e PCs, a Itautec também tem uma forte área de serviços, que movimenta mais de R$ 400 milhões por ano, ou cerca de 30% do faturamento total. De acordo com Silvio Passos, vice-presidente da área de serviços, embora a empresa tenda a vender um pacote de soluções – equipamentos, mais manutenção e consultoria -, as chances de expansão no exterior são maiores para a oferta isolada de serviços.

Segundo ele, ao contrário do hardware e do software, que podem ser fabricados em qualquer lugar e distribuídos para todo o mundo, o serviço exige maior conformidade com as especificidades locais. E é nesse aspecto que aumentam as chances das companhias brasileiras de concorrer com os rivais indianos. “A Índia avançou mais em serviços remotos, como call centers, e tem mão de obra qualificada e relativamente barata, além da vantagem em mercados de língua inglesa. Mas eles têm dificuldades em outros locais, o que pode ser uma oportunidade para o Brasil.”

Conhecida pelo desenvolvimento de soluções, a Totvs se prepara para dar passos mais firmes em direção ao mercado externo. Ao contrário das empresas de serviços, a companhia – um símbolo da consolidação do mercado de TI no País, tendo participado de 40 processos de fusões e aquisições nos últimos oito anos – tem o desafio de enfrentar a concorrência de pesos pesados como Microsoft e Oracle.

Segundo José Rogério Luiz, vice-presidente da Totvs, a empresa é a sétima maior produtora de software do mundo e tem faturamento superior a R$ 1 bilhão. A companhia tem subsidiárias na Argentina, México e em Portugal, que respondem por 5% de seu faturamento. Sem revelar detalhes, Luiz diz que a empresa pretende “botar uma energia mais forte” em sua atuação externa nos próximos dois anos. Ele adianta, porém, que a base da expansão será inicialmente o mercado latino-americano.

Incubadoras reduzem risco de mortalidade entre startups


Reproduzido do EXAME.com

O ambiente de uma incubadora, como o nome sugere, é ideal para ajudar um empreendedor a amadurecer sua ideia e ser capaz, depois de um tempo, de caminhar com as próprias pernas. Há 28 anos no Brasil, o movimento de incubação de empresas evoluiu, mas ainda é menor do que em outros países, como Estados Unidos.

Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. (Anprotec), o Brasil tem mais de 400 incubadoras distribuídas em 25 estados. Para a vice-presidente da instituição, Francilene Procópio Ferreira, “nos últimos 25 anos, o Brasil tem assimilado cada vez mais que as incubadoras são um viés importante para o desenvolvimento do empreendedorismo inovador”. Já o diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Risola, acredita que “o momento não é de expansão, o compasso é de manutenção”.

Mais de 6300 empresas participam desse ambiente e geram um faturamento médio anual de 2,5 bilhões de reais e, sem benefícios tributários, as empresas pagam 500 milhões de reais em impostos. As incubadoras mais conhecidas são as de base tecnológica, que exigem algum tipo de inovação envolvendo tecnologia. Há também incubadoras tradicionais, mistas, sociais e culturais.

Quem pode entrar
De acordo com a Anprotec, 10 mil negócios inovadores devem ser graduados até 2020. O Ningo, site que agrega comparação e compra online, é um delas. “A incubadora traz visibilidade e transfere credibilidade para a empresa, porque são projetos que já passaram por um crivo, foram avaliados por analistas em uma pré-seleção”, diz Paulo Rogério Vieira, cofundador do Ningo e que faz parte do Cietec. Além do espaço físico, as incubadoras oferecem cursos para capacitar os empreendedores que têm um projeto inovador

Estudantes, cientistas e empreendedores que tenham uma ideia e queiram fazer parte de uma incubadora precisam certificar-se de que seu projeto é inovador antes de participar do edital. “Entra quem tem um projeto inovador, já que a incubadora acaba sendo um elo entre a empresa e a instituição de conhecimento para ajudar a desenvolver o produto”, explica Evelin Astolpho, consultora do Sebrae/SP.

Entre os pré-requisitos está a demanda por um plano de negócios. Além disso, existe a necessidade de analisar as condições econômicas para o negócio surgir e crescer. “O ponto de entrada passa pela identificação do plano de negócios”, diz Francilene. Cada incubadora abre o edital para a seleção de empresas em uma data própria. Para participar, os empreendedores pagam uma taxa mensal que varia conforme a região e o local de incubação. No Cietec, em São Paulo, por exemplo, a taxa custa entre 950 e 1760 reais.

As áreas mais buscadas em incubadoras de base tecnológica são biomedicina, biotecnologia, multimídia, educação à distância, energias alternativas, tecnologia da informação, internet, instrumentação, automação, laser, mecânica de precisão, fitoterápicos, meio ambiente, novos materiais, química fina, softwares especialistas, telecomunicação e aplicações técnicas nucleares.

O processo tem dado bons resultados nos últimos anos. “O objetivo é investir em inovação e aumentar a longevidade dessas empresas, diminuindo o risco de uma morte súbita. Nas incubadoras, a mortalidade está abaixo de 30%”, diz a representante da Anprotec.

Desafios
As incubadoras são mantidas com o apoio de políticas públicas e outros parceiros, como o Sebrae, a FIESP e associações comerciais. Mesmo tendo atingido uma maturidade, as incubadoras ainda têm dois grandes desafios para ultrapassar.

Um deles é a sustentabilidade. “As incubadoras ainda são muito dependentes de recursos públicos. O que falta acontecer é uma revisão do modelo de gestão da incubadora, um processo interno, que envolve o entorno de onde ela está instalada”, diz Francilene.

Outro desafio é a criação de mais parcerias na rede de empresas. “Como elas estão se relacionando? Precisamos atuar em rede, aprendendo e trocando ideias para maximizar a capacidade desses negócios no mercado interno e externo”, explica.

O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital – Bairro do Recife


O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital - Bairro do Recife

O primeiro Contact Center com foco 100% em Redes sociais será lançado ainda este ano no Porto Digital - Bairro do Recife

Será lançado ainda este ano no Porto Digital, o primeiro Contact Center, com atendimento e relacionamento com o cliente, 100% baseado na redes sociais.

A estratégia é gerenciar os atendimentos aos clientes, através das redes sociais, que se tornaram os principais canais de relacionamentos das empresas.  E que projetam um aumento de 50% ao ano.

 

Contact Center Social Media  Porto Digital Recife ICOMUNI Consultoria Redes Sociais

 

A ICOMUNI Consultoria está projetando uma expansão em 50% ainda no primeiro trimestre de 2011. Os clientes já adiantaram as demandas, o que ajudou no planejamento e antecipação do lançamento aida para dezembro de 2010.

Contact Center Social Media

Informações acesse: www.icomuni.com.br / (81) 3052-1775

As novas apostas do Porto Digital


O Porto Digital apresentou, na manhã de ontem, as primeiras empresas escolhidas para desenvolverem suas atividades na nova incubadora Cais do Porto. Dos 62 projetos inscritos para incubação, treze foram selecionados. Um 14º nome ainda será indicado através do prêmio Pernambuco Inovador. Eles terão como objetivo elaborar soluções para os principais desafios dos setores produtivos primários de Pernambuco, economia criativa, cultura e entretenimento. Além de incentivos fiscais, as empresas poderão utilizar toda a estrutura do local, como pontos de trabalho, notebooks, internet banda larga, data center, salas de reunião, vídeo conferência e suporte gerencial.

O responsável pela elaboração do projeto Redu, André Diniz, um dos selecionados para a nova incubadora, aproveitará a ação do Porto Digital para aprimorar as soluções. “Vamos utilizar ao máximo a estrutura local e lançar a versão definitiva do nosso aplicativo até setembro”, diz André, que desenvolveu a solução para ensino à distância baseada em redes sociais. Já Eduardo Cruz, responsável pela elaboração do projeto Rise, focou as atividades no aumento da produção da Tecnologia da Informação local. “A solução tem como objetivo a reutilização do software, proporcionando a redução de custos”, afirma.

Segundo o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, a intenção não é oferecer apenas o espaço. “Hoje, mais da metade das empresas brasileiras oferecem somente a infraestrutura para a incubação. O diferencial do Cais do Porto está na ênfase que será dada a formação dos negócios”, diz Saboya, sobre o direcionamento dos projetos. “Os candidatos passaram por um processo rigoroso de seleção e nos apresentaram ideias que poderão ser transformadas em soluções, em cima dos problemas do Estado de Pernambuco e da sociedade”, completa.

Os setores priorizados no processo de seleção, de acordo com o gerente da incubadora, Eiran Simis, são as áreas de saúde, energia e economia criativa, que também suportam soluções para eventos de grande porte. “Durante um ano e meio, as empresas passarão por uma capacitação teórica, depois haverá o design do negócio, o desenvolvimento das soluções e, por último, a saída da incubadora, que é a fase mais importante”, afirma Simis.

Conheça os projetos:

1. Opará (Gustavo Monteiro)

Solução focada na modernização do ciclo de frutas do Vale do São Francisco.

2. Rise (Eduardo Cruz)

Projeto que visa a reutilização do software, possibilitando a redução de gastos com licenças.

3. Bid Corp (Ricardo Farias)

Solução para leilões corporativos online.

4. Tocaê (Daniela Talmon)

Plataforma para a venda de músicas digitais, voltada ao público que não pode adquirir músicas através da operadora.

5. Bluwhee (André Britto)

Dispositivo criado para o envio de conteúdo via bluetooth.

6. In Mídia (Silvio Oliveira)

Aplicativo focado na utilização de mídias interativas.

7. Carnaval Digital (Juliano Dubeux)

Serviço que facilita a comunicação em grandes eventos. O aplicativo fornecerá informações de controle fluxo, por exemplo, via celular.

8. Seu Ticket (Antônio Inocêncio)

Plataforma para a compra e venda de ingressos. A solução será disponibilizada via SMS e pela internet.

9. Redu (André Diniz)

Ferramenta baseada em redes sociais, que permite a integração entre alunos de ensino à distância.

10. Mobiclub (Tiago Leite)

Solução de pagamentos que tem como ojetivo a eliminação de filas em restaurantes, por exemplo. O prótotipo já foi desenvolvido.

11. Ahimsa (Edmilson Rodrigues)

Serviço de negócio social para pagamentos. Segundo o responsável pelo projeto, a solução ainda é segredo.

12. Retriever (Lúcio Ribeiro)

Ferramenta que visa a automatização da logística entre distribuidores de proteses ortopédicas

13. Portal da Locação (Ronaldo Barros)

Solução que tem como objetivo ligar as empresas de construção civil e as empresas de locação de equipamento.

Tire suas dúvidas sobre o Projeto Lan House do Futuro do Sebrae


Inclusão digital, promoção da gestão, divulgação do empreendedorismo e impactos na vida de comunidades do Brasil inteiro. Resultado de parceria entre o Sebrae e o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o projeto terá entre suas ações um mapeamento das lan houses no país.

O gerente de Atendimento Individual do Sebrae, Enio Pinto, explica que a iniciativa se desenvolverá por três eixos. “Primeiro, faremos um mapeamento das lan houses, para saber onde elas estão e que necessidades apresentam”, explica o gerente.
Segundo o CDI, existem aproximadamente 110 mil lan houses no Brasil. Esse tipo de negócio atinge um público em torno de 30 milhões de pessoas. Apenas na região Nordeste, conforme dados do comitê, 70% das pessoas que navegam pela internet o fazem por meio das lan houses.

Enio Pinto conta que, em uma segunda etapa, a partir do levantamento, o Sebrae levará capacitações sobre gestão empresarial e formalização aos proprietários das lan houses. A terceira fase vai envolver inclusão digital das comunidades onde os empreendimentos se localizam. “Isso será importante até para que muitas pessoas possam ter acesso às nossas soluções digitais, como o Desafio Sebrae e a Educação a Distância”, diz Enio.

Programas educativos

A coordenadora nacional do projeto pelo Sebrae, Márcia Matos, revela que o programa acontecerá, em um primeiro momento, em caráter piloto por quatro meses em três cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, onde será lançado no dia 30 de março, e Marabá (PA) – a partir de 6 de abril.

“Este primeiro momento será de adequações. Depois, por mais quatro meses, o projeto estará aberto a cidades que queiram participar. Esta será uma fase de refinamento das ações”, diz Márcia Matos. A terceira e última etapa de implementação do projeto prevê que ele se estenda pelo Brasil inteiro.
Bernardo Faria, gestor do projeto pelo CDI, aponta que a iniciativa pode causar um grande impacto na vida de milhões de pessoas por conta da inclusão digital. “Esses empreendimentos também têm condições de se tornar centros de capacitação, para programas educativos de instituições como o Sebrae e órgãos de governo”, diz Faria.

Estudo empresarial

No final de 2009, o Sebrae realizou um estudo de atividade empresarial, abrangendo 35 lan houses de três estados – Paraná, Sergipe e Mato Grosso do Sul. O objetivo foi conhecer as características e as peculiaridades do negócio, os parâmetros de como são utilizados os recursos existentes e a sua operacionalização. O documento serve de referência para as ações no projeto Sebrae-CDI-Lan.

Para troca de informações sobre o projeto, o Sebrae colocou em sua blogosfera, o Mundo Sebrae, um endereço destinado ao projeto das lan houses, que pode ser acessado pelo endereço http//lanhousedofuturo.wordpress.com.

Fonte: Sebrae

Mais informações, serviço:


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Projeto Lan House 2010
ICOMUNI Consultoria
Fone/Fax: (81) 3445-2956
E-mail: lanhouse@icomuni.com.br
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Acesse:
https://flammarion.wordpress.com/2010/03/26/tire-suas-duvidas-sobre-o-projeto-lan-house-do-futuro-do-sebrae/

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, este Projeto Lan House do Futuro, será o catalizador da inclusão e educação digital no País.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacitará empresas e dará assessoria à proprietários de Lan Houses a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.

” A formalização do empreendimento é fundamental. A categoria de Empreendedor Individual é aconselhada como ponto de partida no processo. Vale a pena investir  nesta idéia.” Ressalta Flammarion Cysneiros

Empreendedorismo e Inovação

Tendências para o mercado de e-commerce em 2010


Quem apostava no fracasso da venda de mercadorias diversas pela internet, lá no seu comecinho, no final da década de 90, apostou errado. A força do comércio eletrônico cresce em progressão geométrica, e o mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais.

Mas o que explica esse sucesso? Vários fatores: praticidade, confiança do consumidor, possibilidade de aquisição de produtos não encontrados em determinadas regiões, comodidade, facilidade de pagamento… a credibilidade dos grandes primeiros shoppings virtuais deram à nossa geração uma forma atraente de fazer compras: de madrugada, sem sair de casa, sem pressão de vendedores e com calma para analisar as qualidades do produto a ser adquirido. Qualidades estas imprescindíveis em nossa movimentada sociedade moderna.

Os números não mentem: segundo dados da E-bit, o faturamento total em e-commerce no Brasil no primeiro semestre de 2009 foi de cerca de R$ 4,8 bilhões de reais (27% a mais que em 2008), e esta tendência nem parece querer diminuir, mesmo em tempos de recuperação de crise econômica. Neste panorama, as micro e pequenas empresas emergem rapidamente: segundo dados da Associação Comercial de São Paulo, em 2010 o comércio eletrônico destas empresas corresponderá a cerca de 30% do total, com faturamento de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Serão 150 milhões de internautas no Brasil ano que vem, graças aos programas de inclusão digital do governo. O melhor de tudo, 150 milhões de consumidores em potencial!

O momento é agora! Se você estava em dúvida sobre criar o seu negócio on line, tenha certeza de que a hora propícia é agora. E se você já possui uma loja na internet, atente-se às tendências da web 2.0. Uma tecnologia não pode ficar parada no tempo, ela precisa evoluir, assim como seus clientes evoluem e os métodos de abordagem também.

MPE deve representar 30% do e-commerce até 2010

“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.

A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.

O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.