Palestra sobre redes sociais e e-commerce oferecida pelo Sebrae em Pernambuco


Acontece amanhã, no Sebrae em Pernambuco (sede), dia 15/04, palestra-piloto gratuita sobre Mídias Sociais e E-commerce ministrada por Flammarion Cysneiros, diretor da INCUBATIC Incubadora de Base Tecnológica de Inovação e Conhecimento/Sócio e diretor da Cysneiros e Consultores Associados e diretor da ICOMUNI Comunicação e Mídias Interativas.

O evento será de 08h às 12h com foco nas redes sociais e 13h às 17h com foco em e-commerce, no CEE do Sebrae.

Os interessados devem mandar e-mail para redessociais@pe.sebrae.com.br com nome, telefone, CPF e e-mail para contato.

// <![CDATA[
bb_bid = "1618303";
bb_lang = "pt-BR";
bb_keywords = " ‘names’))); ?>”;
bb_name = “custom”;
bb_limit = “4”;
bb_format = “bbl”;
// ]]>

Anúncios

Outsourcing: afinal, o que é isso?


Por Augusto Gomes

Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de “outsourcing” costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como “terceirização”. Convém então, e antes de tudo – diferenciar uma coisa e outra.

Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do “core business” (a “vocação” da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.

O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o “core business”, muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.

Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um “boom” do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.

Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por “aventureiros do mundo do outsourcing”? Considerar os seguintes aspectos:

– Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso. Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente “fazem bem feito”), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.

– Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem “terceirização” de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.

– Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.

– Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.

Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.

E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:

– Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;
– Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?
– Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.

Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece!

Augusto Gomes é diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e TI

Regras para a nova bolha de investimento em startups


Creio que nem toda catástrofe gere polêmica, nem toda polêmica gere catástrofe. Mas ainda não achei uma conjugação satisfatória em toda essa conversa de “nova bolha de investimentos” em startups.

Gostei dos fatos apresentados recentemente por Paul Carr e Sarah Lacy, na Techcrunch TV. Para eles, o aumento da valorização de algumas startups – o assunto que virou alvo de especulações pela mídia – não chega a ser perto do que aconteceu na virada do milênio. Clique na imagem e assista.

Afinal, bolha foi quando se jogou – e gastou – montes de dinheiro indiscriminadamente na Bolsa de Valores. Agora, as startups super valorizadas (Facebook, Zynga, Twitter, LinkedIn, GroupOn, etc) nem chegaram a fazer seus IPOs (oferta pública inicial, abertura de capital na bolsa). Além disso, essas startups apresentam faturamento crescente.

Em todo caso, achei um ponto de vista defensável. Aliás, é defensável porque é uma perspectiva, apresentada pelo ex-empreendedor, agora professor universitário, autor e mentor de “lean startups” Steve Blank.

Para Blank, há uma nova fase no mundo das startups. Ele mesmo chama de bolha, mas o fato é que ele apresenta um framework para uma abordagem interessante de novos negócios. Em post recente, Blank explica os sinais de que há uma bolha e esclarece alguns cenários. Abaixo, faço uma tradução livre e resumida.

Caminhos para a liquidez: uma breve história dos investimentos em startups

  • Anos Dourados (1970 – 1995): construa um negócio crescente com lucro consistente comprovado (no mínimo um ano) e abra na Bolsa quando chegar a hora;
  • Bolha Ponto.com (1995-2000): “qualquer coisa serve”, já que os mercados clamam por ideias, promessas vagas de crescimento futuro, e as IPOs acontecem independentemente de lucratividade ou história consistente;
  • Lean Startups/De volta ao básico (2000-2010): venture capital limitado, falta de confiança e de fundos: poucas aquisições, fusões e IPOs;
  • A nova bolha (2011 – 2014): E lá vamos nós outra vez…

Clique na imagem e assista.

Regras para a Nova Bolha: 2011-2014

  • Sinais: desde o ano passado, as avaliações para capital semente e crescimento estão inflando rapidamente; e contratar talentos no Vale do Silício está cada vez mais difícil desde a bolha de 2000; investidores estão perguntando abertamente onde isso vai parar.
  • Escala de tirar o fôlego: nunca antes na história do comércio houve forças de mercado tão grandes: startups já podem pensar em um Mercado Disponível Total de bilhões de usuários (smart phones, tablets, PDs, etc);
  • As novas saídas: em 1998 ou mesmo 2008, as regras para se criar uma empresa são diferentes. As saídas (retiradas de capital) nos próximos três anos vão incluir IPOs e aquisições. Diferente da bolha anterior, as startupsde agora tem faturamento real, mas mesmo assim esse movimento vai atrair startups com números menos estelares, a qualidade dos IPOs vai diminuir rapidamente e as startups vão estourar, explodir. Ao mesmo tempo, as oportunidades de aquisição vão aumentar, enquanto grandes companhias que não conseguirem manter  o ritmo da inovação nos mercados emergentes da Internet, vão fazer inovação aberta comprando startups. Finalmente, novas formas de liquidez estão emergindo, como “private-market stock exchanges for buying and selling illiquid assets” (tipo SecondMarketSharesPost, etc).
Ferramentas na nova bolha:

As startups de hoje tem as ferramentas necessárias para um curto ciclo de desenvolvimento e rápida adoção de consumidores – – Agile and Customer Development + Business Model Design.
Quatro passos para a Epifania (Four Steps to the Epiphany), Geração de Modelos de Negócios (Business Model Generation) e o movimento de Lean Startup tornaram-se o be-a-bá das startups. A recompensa: nesta bolha, uma startup pode ativamente se construir para ser adquirida. Veja como:
  • Ordem da batalha: cada mercado tem um número finito de aquisidores, proponentes, negociantes. Cada um procura preencher buracos específicos em seus produtos ou mercados. Então, não é um problema incalculável determinar com quem você vai falar.
  • Larga adoção: as startups a vencerem a bolha serão as que conquistarem larga adoção (seja com freemium, crescimento viral, custos baixos, etc) e distribuição massiva (marketplace do Facebook, Android, Apple, etc). Elas vão focar primeiro em bases de usuários massivas, e deixar o faturamento seguir depois.
  • Visibilidade: durante a era das lean startups, o conselho foi claro – foque em construir a empresa e evite o hype. Agora o conselho mudou. Como toda bolha, esta é uma dança das cadeiras. Enquanto você ainda precisa de foco em clientes para seu produto, precisa também estar em todo lugar e parecer maior do que na vida real. Apareça e fale em conferências, esteja em vários blogs, use redes sociais e construa uma marca. Na nova bolha, Relaçõs Públicas pode ser seu novo melhor amigo, então invista nisso.

O que aprendemos: diferente da última bolha, esta não é sobre conceitos e visões; você precisa entregar, e isso requer construir uma empresa.

FONTE: Startupi

XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação


O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação nacional e internacional. Desde sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante local para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, tanto de cunho puramente acadêmico e científico quanto social.

Nas últimas décadas, os impactos da Computação estão levando a uma contínua quebra de paradigmas sociais, econômicos, científicos, educacionais e culturais. A mobilidade, a disseminação e a ubiquidade da informação, assim como os mecanismos de cooperação proporcionados pela Computação, estão revolucionando a vida em sociedade de formas inesperadas e surpreendentes. A SBC definiu, em 2006, os Grandes Desafios Científicos da Computação para a próxima década, que exigirão esforços de pesquisa de longo prazo, por grandes equipes interdisciplinares, na solução de problemas de significativa relevância para o Brasil e para a humanidade.

Em 2011, o tema do XXXI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será Computação para todos: No caminho da evolução social. Durante o período de 19 a 22 de julho, a cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, será palco de um fórum privilegiado para a ampla discussão e análise da revolução científica associada aos Grandes Desafios, à luz dos impactos que as suas soluções trarão para a sociedade em todas as suas dimensões. Nesse período, os debates e discussões sobre os avanços na área da Computação vão reunir cientistas, técnicos, profissionais, além de estudantes, com o objetivo de trocar informações e experiências entre as comunidades científicas de todo o país.

O CSBC 2011 está sendo organizado pelo Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e será realizado no Centro de Convenções de Natal, localizado nas proximidades dos principais hotéis e atrativos turísticos da cidade, contando com excelente acesso e infraestrutura para a realização de eventos de grande porte, como o CSBC.

Faça sua inscrição aqui

Plataform Contact Center estrutura sede no Porto Digital em Recife


A Plataform Contact Center, reconhecida nacionalmente como fornecedora de soluções de qualidade voltadas para CRM, contact centers e integração com telefonia CTI e marketing multicanal através de redes sociais, intensifica sua presença nacional com a reestruturação de sua sede no Porto Digital no Recife.

Com alto investimento na operação de expansão, tem expectativa de crescimento de 35% dos negócios até o final do ano. Com o escritório no Porto Digital em Recife, a empresa espera dobrar o volume de negócios na região e iniciar uma linha de produção local. O objetivo é fortalecer a base de negócios nos dois Estados, estabelecer novos canais e atender de forma plena os clientes dessas regiões, em suas soluções\de marketing multicanal, redes sociais, voip, pesquisa de mercado, cobrança extra judicial e fidelização de clientes.

A Plataform Contact Center tem como foco a inovação e atendimento de clientes nos novos meios de comunicação através das redes sociais, que tem sido uma grande oportunidade de  interação com o cliente em tempo real, especialmente para a nova gereção.

Segundo estudo da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group, de 2010, a grande maioria dos funcionários e consumidores prefere utilizar redes sociais para a comunicação. O estudo mostrou que a satisfação dos clientes com as atuais interações de negócios via mídia social era, em meados de 2010, de apenas 65%.

Em 2011, este cenário já vem se configurando de uma nova maneira. Cada vez mais empresas veem neste nas redes sociais uma oportunidade para atingir metas por meio da inovação. “As metas que traçamos este ano para a Plataform Contact Center são bem desafiadoras. Com o lançamento do Redes Sociais e a consolidação de nossos produtos de CRM e CTI no mercado, aliados ao crescimento e estruturação de toda a equipe, temos tido excelente desempenho, o que aponta para um resultado bastante animador e ampliação do marketshare no Nordeste para 2011”, afirma Flammarion Cysneiros, diretor de negócios da Plataform.

Plataform Contact Center

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Serviços contact center | call center | atendimento ao cliente

Redes Sociais | Social Media I Network | Fidelização

marketing multicanal | SMS | MMS | mail marketing | VoIP,
pesquisas de mercado e opinião | soluções em cobrança

telemarketing ativo e receptivo | webchat | CRM | tecnologia

Twitter: @plataform
Skype: plataform
Fone: 55 (81) 3052-1775
Brasil | Pernambuco | Recife | Porto Digital

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

Porto Digital


O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas. Em uma região atrativa para inovação, instituições, empresas, universidades e governos fomentaram mudanças econômicas e sociais que estão gerando riqueza, emprego e renda.

O marco zero dessa nova economia é o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software, que está situado no Recife, capital de Pernambuco, no nordeste brasileiro.

Evento Social Media Week – São Paulo


Começou nesta segunda-feira (7) o Social Media Week (SMW), um dos maiores eventos de mídia social do mundo, que acontece em São Paulo até sexta-feira. O evento reúne profissionais e personalidades influentes da área para debater e pensar o futuro das mídias sociais através de palestras, workshops, bate-papos e apresentações de cases. Ainda são discutidos assuntos ligados ao universo das mídias sociais, bem como a proposta para uma reflexão mais profunda deste universo e, por outro lado, navegando também pelas áreas mais divertidas das mídias sociais.
A Social Media Week acontece simultaneamente em vários países, em cidades como Nova Iorque, Roma, Londres, Paris, Toronto, Hong Kong e Istambul.

A capital paulista abriu os debates com uma discussão sobre o poder dos indivíduos e coletivo nas redes sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos).

A primeira versão da programação já está no ar e conta com nomes internacionais como o Daniel Kafie da Vostu, o Santiago Ortiz da Bestiário.org e o Ethan Zuckermann (MIT/TED), além do pocket-show da turma do MemeFactory na NY University.

Confira a programação completa:

07/02 –  Segunda-feira

15h00 às 16h00 – Empowerd or Not?
Um debate sobre o poder dos indivíduos e do coletivo a partir da explosão das mídias sociais, com Caio Túlio Costa (MVLcom), Fabio Kadow (Jogo de Negócios) e Bruno Natal e Tiago Lins (Queremos) com a moderação/participação de Helder Araújo (Busk/TEDxSP).

16h00 às 17h00 – O Social nas Mídias Sociais
As mídias sociais também podem ter um papel social? Um bate-papo com quem está à frente de iniciativas sem fins lucrativos. Com Paulo Farine (Inst. Elos), Maurício Curi (Educartis), Felipe Fonseca (MetaReciclagem), Jorge Carcavallo Picho (REUNAMOS.com), e a moderação/participação de Fernando Barreto (Webcitizen).

17h00 às 18h00 – A Trend-Topicalização da Internet
Quem é capaz de colocar algo nos Trending-Topics? Qual o valor disso, já que muitos resultados são manipulados? Essas e outras perguntas serão tema deste debate com Rogério Bonfim (Virtualnet), Pedro Ivo (Riot), Marco Gomes (boo-box) com a moderação/participação do Gustavo Jreige (Pólvora!)

18h30 às 19h00 – Bestiário.org/Barcelona – Conhecimento em um mundo 2.0
O que é o novo saber em tempos de mídias sociais? Com Santiago Ortiz da Bestiário.org, empresa/coletivo de Barcelona (também presente em Lisboa) especializada na geração e nas novas formas de se visualizar conhecimento, guiada por Bruno Tozzini (DM9DDB).

19h00 às 20h00 – As Mídias Sociais e o Brasileiro
Muito além de um e-mail gratuito, que iniciou esse processo, as mídias sociais estão abrindo um universo novo de conteúdo, conhecimento, informação e cidadania para os brasileiros. Qual o poder, o bem e os males dessa incrível transformação que vem acontecendo no país, é o que conversarão Tim Lucas (TWRAmericas), Claudia Tavares (SenadoFederal), Maurício Moreira (TV1.com), Fábio Ribeiro (Band Outernet), e convidados com a moderação da Rosana Hermann (QueridoLeitor/R7).

20h00 às 21h00 – Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais
Como alguns dos principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais, a sua gestão nas empresas e nas agências, o tratamento que as marcas devem ter (ou não) neste universo. ComBeto Aloureiro (Tecnisa), Hugo Rodrigues (Publicis), Ricardo Guimarães (Thymus), Edmar Bulla (PepsiCo) e Marcelo Trípoli (iThink), com a moderação de Jackson Fullen (Sixpix).

21h00 às 21h30 – SMW/SP Pocket Show Opening
Nada melhor do que celebrar o início oficial dos trabalhos da SMW/SP com um pocket-show da banda Nevilton, que recentemente se destacou em várias premiações, entre elas uma da MTV, onde foi escolhida para abrir o show do Green Day em SP. Após o pocket-show, Drinks&Snacks para todos os participantes.

08/02 – Terça-feira

15h00 às 15h30 – Mídias Sociais em Giro pelo Mundo
Juliana Constantino e Rosana Fortes (AgênciaClickIsobar) em um bate-papo/provocação, destacando o que elas tem visto de mais interessante e inovador em termos de ações, projetos e campanhas de mídias sociais pelo mundo.

15h30 às 16h00 – Mídias Sociais Somos Nós, Pessoas
Sempre existem pessoas na frente do monitor e do visor do celular. As mídias sociais nada mais são do que o social, ou seja, pessoas se relacionando. Com a moderação do Diego Remus (Startupi/SMW/SP), e Renata Lemos (ThinkTank) e Mayra França (Follow Digital) como convidadas , eles navegarão pelo lado mais humano, se é que existe algum menos humano, das mídias sociais.

16h00 às 17h00 – Valores da Web – Já quebramos os Paradigmas de Mudança?
Transparência, share, colaboração, democracia, liberdade total, etc., etc… O mundo digital, em especial as mídias sociais, é repleto de novos valores, atitudes, comportamentos e práticas. O quanto de todas essas mudanças já começamos a absorver de fato. Com Ana Erthal (UERJ/ESPM), Pablo Handl (Hub), Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Jovem Nerd) com a participação/moderação do Rafael Sbarai (VEJA ON_LINE).

17h00 às 18h00 – JWT – Verdades, Mentiras & Mídias Sociais
Um olhar clínico, crítico e questionador sobre mídias sociais, a partir da pesquisa feita pela JWT Brasil, com exclusividade para o SMW/SP. Cris Dias, Ken Fujioka e Patrice Lamiral da JWT conduzirão o papo.

18h30 às 19h00 – Don’t feed the Trolls (or Do It)
Wagner Martins (Mr. Manson/Espalhe) irá conversar/moderar (se não o trollarem) um papo sobre um dos fenômenos mais típicos das mídias sociais em todo o mundo: a trollagem, o que é, qual o outro lado da história, causos, histórias e, claro, as melhores trolladas. Nada melhor do que um time de personagens que sabem do que falam – Nando Pax (NerdsKamikaze), IzzyNobre (HBdia) via Skype, Vinicius Kmax (hacker) – para responder se, afinal, devemos ou não (e porque) “feed the trolls”! =)

19h00 às 20h00 – Canal Direto: Empresa x Consumidores
Já imaginou um diretor de marketing frente a frente com 3 consumidores? Sem intermediários nem filtros, num bate-papo aberto sobre mídias sociais? É isso que João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, responsável por vários projetos interativos da marca, entre eles o case Fiat Mio, um dos maiores sucessos do marketing em mídias sociais em todo o mundo, encarará neste encontro. Sem intermediários, agências ou especialistas em mídias para se meter no papo. Pedro Porto (FischerFala) conduzirá a conversa.

20h00 às 21h00 – Um olho no globo, outro na twittada
Se o digital trouxe uma onda de globalização para empresas e pessoas, qual a visão de quem acompanha esse contexto globalmente? B. Bonin Bough, Diretor Global da Área Digital e de Mídias Sociais da Pepsico vai nos trazer seu olhar sobre o que está acontecendo mundo afora, e sobre as diversas experiências puxadas pelas marcas da Pepsico, num papo guiado por Carolina Terra (Agência Ideal). *Evento em inglês, com intérprete

21h00 às 22h00 – MemeFactory Show – What We Know So Far
Mike Rugnetta, Patrick Davison e Stephen Bruckert fazem parte da MemeFactory, um espetáculo criado pela What We Know So Far, que estuda os memes e faz apresentações em formato de pocket shows mundo afora, e que preparou uma apresentação especial para fazer no SMW/SP, com show exclusivo sobre memes, virais, mídias sociais e como eles interpretam esses fenômenos todos.*Evento em inglês

09/02 – Quarta-feira

15h00 às 16h00 – Isolamento Digital x Inclusão Social?
A discussão não é nova, mas as respostas continuam não satisfazendo e, com a chegada das mídias sociais, novamente vale a pena parar para pensar se, no final das contas, esse incrível universo de ferramentas sociais está criando mais exclusão, mais segregação ou se, por outro lado, elas têm tido um papel de inclusão social de verdade. Para conversar conosco teremos Tiago Dória (IG), Luciana Annunziata (Dobra Learning) com a participação/moderação de Luciano Palma (Consultor).

16h00 às 17h00 – Mídias Sociais e o Mundo Mobile – Real x Mito
Apps, smartphones, geo-localização, realidade aumentada, etc. “O mundo é mobile” disse Eric Schmitt do Google em 2010. O que é, para onde vai, quais as tendências, os cases, os sucessos e os fracassos das mídias sociais no universo móbile no Brasil e no mundo. Estarão conosco Marcelo Castelo (F.biz), Gustavo Ziller (Aorta), Breno Masi (Fingertips), Leo Xavier (PontoMobi), Fernanda Magalhães (Mobext) com a moderação/participação do Neto (Bullet).

17h00 às 18h00 – Mitos & Verdades das Métricas e do ROI em Mídias Sociais
Como analisar a performance de uma campanha em um universo tão novo como o das mídias sociais? Leads, impressões, seguidores, amigos, RT’s, etc… Afinal, como se mede relacionamento, que é o que acontece, em última análise, nas mídias sociais? Para nos ajudar nesses dilemas todos teremos o Edney Souza (BlogContent), Renato Shirakashi (Scup), Fábia Juliasz (Ibope) e Ricardo Almeida (I-Group), mediados por Thomaz Gomes (ResultsON/Sixpix).

18h30 às 19h00 – Entrevista ao vivo
Rafa Losso, da MTV, irá entrevistar ao vivo os jovens Lucas e Arthur do Vagazoids e o Cid do Não Salvo, exemplos de produtores de conteúdo mais influentes das mídias sociais brasileira.

19h00 às 20h00 – Social Games – Quem Está Jogando Esse Jogo?
O que nasceu como uma brincadeira se tornou uma febre mundial e, por consequência, está criando uma nova área de oportunidade e negócios para o mundo da comunicação. Qual o real potencial e impacto dos social games? Quais os DOs e os DON’Ts deste mercado? Como medir ROI? Como jogar esse jogo e ser vencedor? Para responder a essas e várias outras perguntas, convidamos Andrew de Andrade (Social Games Specialist), Heloísa Lima (Dentsu Latin America), Cauã Taborda (Info), com moderação/participação da Renata Honorato (Expert Games/VEJA).

20h00 às 21h00 – Games, Grana e Gente
Daniel Kafie, CEO da Vostu, maior desenvolvedora de social games do Brasil, empresa baseada nos EUA, cuja equipe de desenvolvimento fica integralmente na Argentina e que recentemente recebeu investimento de 30 milhões, será entrevistados por Michel Lent (PontoMobi) e Pyr Marcondes (PróXXIma).

21h00 às 22h00 – Social E-commerce – Comprando e se conectando
Uma conversa sobre os rumos do e-commerce, com seu crescimento contínuo, misturado ao poder das mídias sociais. O modo como nos relacionamos interfere no modo como consumimos? Onde entram nessa história os sites de comparação, os aplicativos mobile, e as lojas físicas? Pra falar sobre tudo isso, Rodrigo Borges (Buscapé), Andrea Dietrich (Grupo Pão de Açucar), Rodrigo Waissman (Frugar), com moderação de Lucas Couto (SMW/SP).

10/02 – Quinta-feira

15h00 às 16h00 – O Eu Digital
O quanto nós indivíduos somos impactados pelas mudanças culturais e psicológicas geradas pela disseminação das mídias sociais? O que significa ter uma vida on-line pública? O que é a webcelebridização de cada um de nós no universo digital? Gisele Beiguelman (Artista Digital/PUC) e Luiz Algarra (Papagallis) farão um dueto para tentar desvendar um pouco do que é esse novo “eu digital”.

16h00 às 17h00 – Humor.com – do que, por que, com quem rimos?
Rafinha Bastos (CQC), Antonio Tabet (Kibeloco), Mederijohn Corumbá (Galo Frito), e Xico Sá (escritor/colunista) juntos você nunca viu em lugar nenhum. E por que fizemos questão de juntamos todos? Para falar (e rir) um pouco do conteúdo humorístico e divertido que se produz na web e nas mídias sociais e que vem conquistando um legião enorme de seguidores e admiradores no Brasil e no mundo.

17h00 às 18h00 – Quantos, quem, onde, por que somos? Sonho x Realidade
Um bate-papo entre Renê de Paula (Locaweb) e Gil Giardelli (ESPM/Gaia), em torno da visão de cada um deles sobre as mídias sociais, as verdades, os exageros, os números over-dimensionados e a dura realidade de quem trabalha e pensa esse universo. Como mediador, Pedro Doria (Estadão). Quem sairá vitorioso? Você!

18h30 às 19h00 – Bia Granja Entrevista – Desvendando @s
@BiaGranja (+12k followers), uma das personalidades mais influentes das mídias sociais segundo o iG, terá o desafio de entrevistar/conversar alguns dos @s mais conhecidos do Brasil como @MussumAlive (+99k followers), @NairBello (+76k followers) e a @HebeCamargo (+34k followers) e entender o que essas “personalidades” pensam das mídias sociais, do poder de influência, dos fakes, etc. Se você está esperando descobrir quem está por trás destes @s famosos, terá uma surpresa.

19h00 às 20h00 – Voz e visão do presidente
Como as mídias sociais são observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial, e começou sua carreira em uma época completamente diferente da atual? Esse será apenas o começo da nossa conversa com Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander.

20h00 às 21h00 – O Futuro das Mídias Sociais
A revolução começou. O poder está nas mãos dos consumidores. Tudo mudou. Já não se faz mais comunicação como se fazia até poucos anos. Até aqui, consenso geral. O que não se sabe é para onde as coisas irão e, como tudo isso irá afetar a maneira como as empresas se comunicam com seus públicos… E para nos ajudar a ter dicas valiosas, reflexões interessantes e insights bacanas, chamamos grandes nomes da comunicação, especialistas e pensadores, que, juntos, nos levarão por uma viagem futurista mas com muito pé no chão. Abel Reis (AgenciaClickIsobar), Edney Souza (BlogContent), Martha Gabriel (ESPM), Gustavo Fortes (Espalhe), Ricardo Cavallini (WMcCann), Roberto Grosman (FBiz), com a participação/moderação do Eric Messa (FAAP).

21h00 às 22h00 – Marketing que – DE FATO – fala com o jovem
Em um mundo com tantas mudanças, tantas novidades e que se move na velocidade do click, como pensar em uma comunicação publicitária efetiva, eficiente, envolvente e que consiga criar engajamento de verdade neste público? Eduardo Fraga (Talk Inc.), Yentl Delanhesi (Cubocc) e Tatiana Schibuola (Capricho), com moderação/participação do Keid Sammour (Wunderman), debaterão o assunto, tão em pauta atualmente.

11/02 – Sexta-feira

15h00 às 16h00 – Geo-localização: charme ou realidade, gadget ou business?
O quanto a geo-localização somada às mídias sociais já se tornou um catalisador de resultados? Para entender, organizamos um bate-papo com Juliana Lima (Apontador), Patrick Estrabom (It’s Digital), João Carvalho (PontoMobi), com a participação/moderação do Gabriel Jacob (EBP/FischerFala), que irá discutir o quanto o “geo-marketing” já é um fato, um negócio de verdade, ou ainda apenas potencial, a modinha da vez, mas que ninguém consegue ainda explorar de verdade e bem.

16h00 às 17h00 – Conexões de ideias
Bruno Mastrocolla (Santander) e participantes do Conexões de Ideias ao longo do SMW conversam sobre cases, ideias e insights colaborativos.

17h00 às 18h00 – Mídias Sociais Como Negócio
Naturalmente a propaganda/comunicação tem sido um alavancador de grana das mídias sociais em todo o mundo e, claro, muito do dinheiro que circula pelas mídias sociais é de comunicação. Neste bate-papo, convidados algumas pessoas que vivem de mídias sociais ou cujos negócios são fortemente influenciados por elas, para nos provocarem a refletir como as mídias sociais são (e podem ser) negócios interessantes. Estarão conosco Alexandre Inagaki (Consultor), João Pedro Motta (@OficialJoao/Zuugy), Fabio Seixas (Camiseteria), Marcus Andrade (Guidu), Vivianne Rodrigues (Financial Times), e Rodrigo Junco (Lomadee) com a participação/moderação da Lalai (Remix).

18h30 às 19h00 – Local vs Global
O quanto a globalização, a alegada conectividade mundial e termos nos tornados uma verdadeira aldeia global são mais blábláblá do que realidade de fato? Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do MIT e que recentemente se apresentou no TED discutindo o assunto, onde usou o famoso case de trollagem Cala Boca Galvão, responderá nossas perguntas em vídeo e entrará no papo por Skype, para nos ajudar a entender melhor se as mídias sociais podem criar um mundo melhor, menor, mais próximo ou, se por outro lado, acabará por nos segregar ainda mais. Bob Wollheim (Sixpix), Raphael Vasconcelos (Agência ClickIsobar / TEDxAmazônia) e Caique Severo (IG) terão o desafio de coordenar o papo.(Sixpix) terá o desafio de coordenar o papo.

19h00 às 20h00 – #fail #epic – O Que Bombou e o Que foi #Fail em 2010
Tudo mundo diz que é com os erros que mais aprendemos. Mas, por outro lado, no Brasil, falar de erros é algo que se pratica pouco. Temos um certo preconceito e receio de ofender ou chatear. As mídias sociais acabaram com isso, tanto que o #fail é uma das hashtags mais populares por aqui. Assim sendo, convidamos o pessoal do Brainstorm9, para gravar um Braincast ao vivo, justamente falando do que foi #epic e, claro, dos #fails das mídias sociais no Brasil em 2010.

20h00 às 21h00 – Hall da Fama – entrevista ao vivo
Para encerrar nossa SMW/SP com chave de ouro, reservamos uma atividade que promete se divertida, picante e, claro, muito interessante: uma entrevista ao vivo imperdível do Luli Radfahrer (ECA) com 2 das mais famosas webcelebridades brasileiras: @twittess (Tessália Serighelii – uma das participantes do BBB) e @Mbottan (Miriam Bottan – capa da Pix e mais recentemente capa de ensaio sensual na Trip).

Artista plástica adotou e-commerce para divulgar arte amazônica


O que uma empresa pode esperar do futuro de suas vendas? Certamente essa questão é feita por grande parte dos empresários que querem aprimorar e expandir seu negócio nos próximos anos. Porém, prever os rumos de suas vendas não é algo tão difícil assim, basta casar as tendências do mercado e os passos de seus concorrentes com bom senso e know-how de seus produtos.

Que as redes sociais caíram nas graças dos consumidores já não é nenhuma novidade. Elas são utilizadas constantemente para consultar preços, procurar melhores e diferentes produtos, boas oportunidades e trocar experiência com outros consumidores. Dessa forma não é difícil entender que a empresa precisa estar com seu produto na Internet e isso é feito através do e-commerce. Institutos de pesquisa revelam que 2011 será o ano do mercado virtual em âmbito nacional e internacional e o empreendedor que não tem um site de vendas vai ser passado para trás.

Um negócio chamado arte

Os grandes sites vendem de chocolate à geladeira, tudo sem ver a cara do consumidor e na maioria das vezes sem problemas no processo de venda / compra / entrega. Mas imagine vender obras de arte e souvenires direto do Mato Grosso para o Brasil e para o mundo? Recentemente a artista plástica Mari Bueno adotou o e-commerce como ferramenta para divulgar seu trabalho e vender suas obras, todas feitas com cunho ambiental e social. A profissional, formada em letras e pós-graduada em Arte na Educação e Arte Sacra e Espaço Litúrgico Celebrativo mudou-se para o Mato Grosso há 30 anos, exatamente na época da divisão entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

 

“Há 15 anos as pessoas não estavam tão integradas ao meio ambiente como estão hoje. Dá para sentir isso no mercado a nível nacional e local. A valorização da Amazônia que temos hoje ajuda não só a preservação, mas também à divulgação do meu trabalho”, conta Mari Bueno. O processo criativo de suas telas é baseado na fauna e flora amazônica e no dia-a-dia da região.

O envolvimento com a arte fez com Mari fosse convidada para pintar a Catedral do Sagrado Coração de Jesus de Sinop, cidade onde mora. “Faço uma coisa chamada enculturação, ou seja, mesclo elementos da arte sacra com elementos regionais. Tudo que pinto tem um pouco da minha infância e principalmente a vida nessa região”, afirma a artista plástica.

Amazônia e e-commerce

Há 10 anos Mari Bueno abriu sua galeria onde expõe e vende seus trabalhos. Porém ela percebeu que muitos turistas queriam levar suas obras para casa e pelo tamanho da tela não conseguiam. A partir de uma dificuldade ela encontrou um diferencial: vender suas obras pela internet. O site que já existia e funcionava como mostruário foi totalmente reformulado e passou a abrigar parte de suas obras para venda, contendo descrição, preço, tamanho, peso e todas as informações necessárias para que o usuário estivesse seguro de sua compra. “Quanto mais detalhes do produto colocamos mais temos compras fechadas. O internauta precisa se sentir seguro de que está comprando exatamente o que precisa. Para que chegássemos ao site atual passamos fizemos pesquisas de mercado eletrônico e regional, planejamento, escolha de design, logística, etc”, conta.

Além de suas telas, a empresária vende também souvenirs como canecas, roupas e artigos domésticos. Esses produtos são estampados com imagens das obras da artista plástica e tem dois tipos de acabamento: laca e rústico. “Os souvenirs são uma forma de trazer mais do meu trabalho para perto das pessoas. Algumas vezes o cliente gosta do quadro, mas não pode pagar. Transportando a imagem para uma almofada, por exemplo, ele consome da mesma forma a cultura e é isso que importa”, complementa Mari.

 


Para abrir o e-commerce a artista plástica contou com a ajuda de uma equipe de profissionais indicada pela Karen, da Papinha da Vovó, que já esteve aqui na Voz do Empreendedor do Pensando Grande. Depois de pronto, o mercado é monitorado por uma única pessoa, a mesma que cuida da galeria física. “É tudo muito fácil. O cliente seleciona o produto, escolhe a forma de pagamento e insere o CEP para que o frete seja calculado. Recebemos todos esses dados automaticamente, separamos o produto e o enviamos pelos Correios. Esta é a forma mais rápida, segura e barata de se enviar, seja por Sedex ou PAC”, finaliza Mari Bueno que voltou há pouco tempo do Museu do Louvre, em Paris, onde expôs três de suas obras em uma exposição coletiva brasileira.

Dicas e motivação

“Sempre há muito o que explorar. Tenho sorte de estar numa área que estimula sempre a gente. A arte motiva nossa cabeça e faz com que tenhamos várias ideias novas que funcionam como uma turbina de otimismo. Respiro arte e tenho um papel artístico e social grande para desempenhar. O site está me ajudando a ter mais negócios e oportunidades e o que falta é elaborar um plano de marketing mais avançado”, conta a profissional que assim como todos os empresários já pensou em desistir.

 

Fonte: Pensando Grande