Dois fatores-chave para o empreendedorismo social sustentável


Roger L. Martin, Sally R. Osberg

O empreendedorismo social surgiu nas últimas décadas como uma forma de identificar e promover mudanças potencialmente transformadoras na sociedade. Um híbrido de intervenção governamental e puro empreendedorismo de negócios, o empreendimento social é capaz de tratar problemas cujo âmbito é estreito demais para instigar o ativismo legislativo ou para atrair capital privado.

O sucesso desses empreendimentos depende tanto de uma adoção das metas sociais quanto de restrições financeiras rígidas. Tipicamente, o objetivo é beneficiar um grupo específico de pessoas, transformando suas vidas de modo permanente ao alterar um equilíbrio socioeconômico prevalecente que opera em detrimento de seus interesses. Às vezes, como acontece com o empreendedorismo ambiental, o benefício pode se estender a um grupo mais amplo, uma vez que o projeto tiver fornecido prova de conceito. Porém, na maioria das vezes, o alvo do benefício é um segmento da sociedade marginalizado ou em situação de desvantagem econômica que não conta com os meios para transformar seus prospectos sociais ou econômicos.

A empreitada também tem de ser financeiramente sustentável. Do contrário, o novo equilíbrio socioeconômico exigirá um fluxo constante de subsídios de contribuintes ou filantropos, o que não é fácil garantir indefinidamente. Para conquistar a sustentabilidade, os custos da empresa devem cair à medida que o número de seus beneficiários aumenta, permitindo ao empreendimento reduzir sua dependência de apoio filantrópico ou governamental conforme cresce.

Em alguns casos, um empreendimento social pode até gerar um negócio lucrativo. No final dos anos 1970, por exemplo, Muhammad Yunus assegurou financiamento para realizar um experimento em que se concedia a tomadores de empréstimos muito pobres quantias bem pequenas. O experimento se transformou no famoso Grameen Bank, uma empresa social financeiramente sustentável a serviço de bengaleses em situação de desvantagem econômica. A constatação de que era de fato possível fazer fortuna concedendo empréstimos à população das camadas sociais mais baixas fez com que muitas empresas no mundo adotassem o modelo Grameen, amplificando de modo considerável o impacto da inovação inicial de Yunus.

O que os empreendedores sociais podem fazer para aumentar suas chances de conquistar sustentabilidade — e talvez até mesmo rentabilidade? Acho que temos uma resposta. Nos últimos 15 anos estudamos empreendedores sociais bem-sucedidos de perto por meio de nosso trabalho para a Skoll Foundation, estabelecida em 1999 por Jeffrey Skoll, empreendedor na internet. A cada ano a fundação confere o Prêmio Skoll para Empreendedorismo Social (Sase) a um número pequeno de pessoas. Até hoje, mais de 100 empreendedores sociais representando 91 organizações já receberam o prêmio Skoll.

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Ao estudar esses líderes e seus empreendimentos, descobrimos que todos se concentram em mudar dois aspectos de um sistema existente — os atores envolvidos e a tecnologia instrumental aplicada —, a fim de criar modelos financeiros sustentáveis capazes de permanentemente deslocar o equilíbrio social e econômico em direção aos seus beneficiários-alvo. Nas páginas seguintes descrevemos como empreendedores representativos levaram a cabo essas mudanças.

OS ATORES

Problemas sociais e econômicos geralmente refletem um desequilíbrio de poderes entre os atores econômicos envolvidos. A indústria indiana de tapetes tecidos à mão é um exemplo perfeito dessa dinâmica. No começo dos anos 1980, Kailash Satyarthi, ativista dos direitos da criança, e Malala Yousafzai, juntos, vencedores do Prêmio Nobel das Paz de 2014, viram que as crianças pobres eram presa fácil para corretores de mão de obra que recrutavam trabalhadores para uma infinidade de setores indianos, incluindo a tecelagem de tapetes.

Capturadas por esses intermediários, as crianças eram vendidas a donos de negócios que as forçavam a trabalhar 12 ou mais horas por dia sob condições brutais, suas pequenas mãos produzindo os tapetes refinados, porém baratos, atendendo à demanda dos vendedores varejistas de tapete. Três grupos de atores — proprietários, corretores de mão de obra e vendedores varejistas — dominavam o setor de tecelagem manual do país, seus interesses entrelaçados perpetuando um equilíbrio particularmente vil que os beneficiava por meio da exploração infantil.

Em situações como esta, observamos que os empreendedores sociais buscam transformar o equilíbrio ao acrescentar novos atores a um sistema existente. Esses atores se classificam em duas categorias: clientes, cujo papel é deslocar o equilíbrio de poder; e o governo, cujo papel é alterar a economia.

Clientes e poder. Satyarthi começou sua carreira como ativista inicialmente pela advocacia e organização de blitz em empresas, na esperança de que seria capaz de promover conscientização em relação à exploração infantil. Ele se lembra da ocasião quando foi forçado a admitir que essa abordagem nunca mudaria o sistema.  Após uma blitz tenebrosa, porém bem-sucedida, estava a caminho de casa quando se deparou com um outro punhado de corretores de mão de obra embarcando crianças às dúzias rumo a uma vida de servidão. Ele se deu conta de que libertar dez ou 20 ou 200 crianças, quando outras 200 ou 2 mil viriam logo em seguida, não era a solução.

O que faria a diferença, descobriu, seriam consumidores esclarecidos que se recusassem a comprar tapetes que haviam sido produzidos por mão de obra escrava. Essa percepção de Satyarthi lhe bateu quando uma mulher idosa lhe contou ter comprado um tapete por pura ignorância de como havia sido produzido, mas quando soube que havia sido provavelmente tecido por mão de obra infantil, sentiu que não havia outra coisa a fazer senão jogá-lo fora. “Estou muito velha”, disse a senhora ao ativista, “mas você é muito jovem — tem de fazer algo para que eu possa comprar um novo tapete”.

Satyarthi se deu conta de que essa senhora representava outros que poderiam ser educados a recusar produtos produzidos por exploração de mão de obra optando por aqueles produzidos com responsabilidade. Em meados dos anos 1990, lançou a Rugmark (atualmente GoodWeave International) como primeiro esquema de rótulo voluntário de certificação produzido sem mão de obra infantil na Ásia do Sul.

Hoje a GoodWeave opera globalmente, se concentrando nos mercados varejistas de primeira linha e principais regiões produtoras de tapetes em toda a Ásia. Mais de 130 importadores
e varejistas de tapetes — incluindo Target — subscreveram, comprometendo-se a obter tapetes tecidos à mão que tenham sido certificados pela GoodWeave. Satyarthi compreendeu, assim como muitos outros empreendedores sociais que introduziram os sistemas de certificação em uma infinidade de setores, que os consumidores representam um meio possante e sustentável de se alterar um equilíbrio social insatisfatório. Sendo os rótulos de certificação endossados por esforços bem concebidos e confiáveis, acabam por informar e motivar consumidores pela sua maior transparência. Quando um número suficiente de consumidores vota com suas carteiras, varejistas e fornecedores entendem o recado — e sistemas inteiros são alterados para sempre.

Governo e economia. Uma série de empreendedores sociais bem-sucedidos gerou um equilíbrio melhor ao levar o governo, fora da esfera de ação, para um lugar bem mais produtivo no sistema. Esse novo papel alavanca a eficácia dos impostos pagos pelos contribuintes ou, no caso de economias emergentes, do auxílio ao desenvolvimento por nações prósperas, tornando os serviços prestados pelo governo mais relevantes.

A Equipe de Conservação da Amazônia (ACT), por exemplo, lidou com o problema do desmatamento na bacia do Amazonas ao tornar o governo brasileiro um ator mais efetivo num sistema que anteriormente  jogava os povos indígenas contra madeireiros, fazendeiros e mineradores que exigiam cada vez mais da bacia em nome do desenvolvimento, derrubando milhões de hectares de florestas — ilegalmente, como via de regra — no processo. Embora os povos da Amazônia considerem há gerações amplas extensões da bacia como seu território, sua existência foi se tornando cada vez menos densa, e dispunham de poucos meios para assegurar controle sobre essas terras.

Mas, quando o Brasil acordou para o problema extremo do desmatamento, o governo pouco podia fazer tamanha a magnitude das violações.  Constatou que toda vez que conseguia identificar o uso ilegal de terras indígenas na floresta tropical, o estrago já estava feito.

A inovação principal da ACT foi munir as tribos indígenas com dispositivos portáteis de GPS e treiná-las a mapear suas terras ancestrais.  Os mapas resultantes permitiam que defendessem seus interesses de modo mais efetivo ao fornecer ao governo informações necessárias para a conservação da floresta tropical. Com seus territórios claramente identificados, os povos indígenas poderiam monitorar e proteger a terra da qual dependiam para manter seu modo de vida. Este sistema distribuído de monitoramento e conservação superou de forma significativa o desempenho de qualquer abordagem centralizada. O equilíbrio de poder na luta contra os interesses comerciais se deslocou de modo econômico a favor dos povos indígenas, contribuindo para uma conservação mais eficiente e efetiva.

 

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A TECNOLOGIA

Agentes econômicos e sociais utilizam estruturas, modelos de negócios e ferramentas para alcançar seus fins desejados num equilíbrio existente. Os atores e seus meios de operação — as “engagement technologies” (“tecnologias de  envolvimento”) que utilizam — concorrem para a criação de um equilíbrio injusto e insatisfatório. Uma segunda forma, portanto, para efetuar uma mudança seria melhorar radicalmente a tecnologia de um sistema e ao mesmo tempo deixar os atores atuais em seu lugar.  Há três formas de alcançar esse feito: substituição, criação ou readaptação.

Substituir uma tecnologia principal por uma de baixo custo. Uma série de vencedores do prêmio Sase o mereceu por ter identificado uma tecnologia de custo mais baixo que pudesse substituir um padrão dominante em uma determinada função ou componente de produto.

Bart Weetjens, o fundador da Apopo, percebeu que o maior obstáculo para detecção de minas terrestres era o custo elevado das tecnologias dominantes, que incluíam um equipamento caro e cães treinados.  Para países assolados por minas, equipamentos para sua remoção eram difíceis de encontrar; para piorar, o peso dos cães os tornava vulneráveis, podendo morrer com uma explosão da mina. Consequentemente, os esforços para remoção desses artefatos demoravam a ganhar impulso.  Como na infância os ratos foram seus animais de estimação,  Weetjens sabia que eram espertos e bons aprendizes para farejar minas terrestres. Mostrou que os ratos africanos gigantes da Gâmbia eram perfeitos para a tarefa, pesando tão pouco que não correriam o risco de detonar as minas. Países e organizações podem utilizar os serviços da Apopo para detectar minas a um custo baixíssimo e assim removê-las em maior número de áreas,  mais rápido do que antes era possível. (Weetjens também treinou seus ratos a farejarem a tuberculose em amostras de expectoração. Essa “tecnologia” barata e prontamente disponível permite a clínicas em lugares remotos e isolados identificarem TB e darem início mais rápido ao tratamento).

Em contextos em que os médicos são escassos ou ocupadíssimos, muitos empreendedores sociais descobriram que paraprofissionais podem oferecer resultados que merecem destaque. Na África subsaariana  a carência de médicos e enfermeiras é particularmente aguda, de modo que a organização sem fins lucrativos  Medic Mobile equipa os telefones dos trabalhadores de saúde das comunidades com aplicativos que os ajudam em tudo, desde verificar estoques de medicamentos até registrar novas gestações — tarefas que, do contrário, se destinariam aos profissionais, distraindo-os de suas reponsabilidades mais especializadas e cruciais.

Tomemos outro exemplo, em que mothers2mothers (m2m) treina “mães mentoras” a monitorar gestantes soropositivas para o vírus HIV. Constatou-se que essa medida aumenta a adesão das futuras mães aos regimes rígidos de tratamento a fim de incrementar suas chances de terem bebês saudáveis, soronegativos para o HIV. Soma-se a isso o benefício de as mães mentoras da m2m alavancarem o enorme investimento da comunidade internacional em drogas antirretrovirais  e outros medicamentos para combater a Aids.

Nos Estados Unidos, Health Leads treina estudantes da faculdade a “prescreverem” o que os mé
dicos prescreveriam se tivessem o tempo e as informações necessárias: serviços de apoio social fora da esfera médica aos muitos pacientes pobres ou em dificuldades que utilizam clínicas públicas de saúde ou pronto-atendimentos em hospitais. A organização reconhece que esses pacientes teriam mais chances de se recuperarem da doença se suas necessidades de alimentação, moradia e transportes fossem atendidas. Melhores resultados de saúde reduzem a carga de trabalho de médicos e enfermeiros e o peso dos custos para o sistema público de cuidados de saúde.

Criar uma nova tecnologia capacitadora. Observamos que o sucesso dos empreendedores sociais também vem do fornecimento ou criação de uma nova tecnologia que permite aos usuários fazer coisas que não conseguiam fazer antes.

Por exemplo, antes de Matt Flannery e Jessica Jackley criarem a plataforma Kiva, era praticamente impossível para microfinanciadores em países prósperos concederem empréstimos aos micromutuários em países pobres. Os mutuantes potenciais não tinham meios de gastar fundos por meio de instituições de microfinanças (IMFs), que são em grande parte reguladas como bancos pelos países em que são baseadas. Em vez disso, tinham de manter-se restritos às contribuições filantrópicas ao fazerem doações a ONGs que ofereciam programas de microfinanças em países pobres.

A plataforma  Kiva fornece a tecnologia para romper essas barreiras. Ela permite aos micromutuantes em todo o mundo concederem empréstimos tão pequenos como US$ 25 a microtomadores em países pobres.  Kiva administra a transação, custos legais e exigências com sua rede global de IMFs e autoriza  mutuários por meio de parcerias locais. Os custos de transação em ambos os lados despencaram à medida que mais mutuários e mutuantes começaram a utilizar a plataforma. Kiva está caminhando rumo a facilitar mais de US$ 1 bilhão em microempréstimos nos próximos anos.  Desde sua fundação em 2005, já conta com uma taxa de reembolso de 98% e o “earned-to-contributed revenue ratio” (quociente entre receitas geradas e receitas contribuídas) aumenta a cada ano.

Readaptar uma tecnologia capacitadora existente. O terceiro mecanismo é semelhante ao segundo. Todavia, em vez de criar uma nova tecnologia, o empreendedor social readapta uma já existente a partir de um contexto diferente.

A vencedora do prêmio Sase, Victoria Hale, excientista de uma indústria farmacêutica e funcionária da  U.S. Food and Drug Administration (Departamento de Administração de Alimentos e Fármacos), criou o Institute for OneWorld Health (iOWH) a fim de fazer uma varredura nas prateleiras das empresas farmacêuticas em busca de drogas consideradas inadequadas aos mercados do mundo desenvolvido e incapazes de gerar lucros na esfera dos países em desenvolvimento. Ela concluiu que parte dessa propriedade intelectual latente poderia ser readaptada para combater doenças endêmicas nas partes mais pobres do mundo. Um primeiro alvo para a  iOWH, que subsequentemente se fundiu à organização de saúde global PATH, era a leishmaniose visceral (febre negra), uma doença transmitida por mosquito que infecta um milhão de pessoas e é responsável pela morte de 30 mil a cada ano, principalmente na Índia e África Oriental. A taxa de fatalidade da febre negra existia não devido à doença ser incurável, mas porque o custo do tratamento era proibitivo.

Hale identificou uma droga que tinha sido totalmente desenvolvida, mas que não se produzia mais,  a paromomicina, cuja utilização para a cura da febre negra se mostrava promissora.  Os testes clínicos provaram que a cientista estava certa.   A eliminação dos elevados custos para o desenvolvimento da droga permitiu à iOWH convencer o governo indiano a disponibilizar a paromomicina, passando de tratamento com  “custo proibitivo” para  droga  “capaz de salvar vida” para aqueles acometidos pela doença.

Enquanto isso, na bacia amazônica novamente, a vencedora do prêmio Sase, Imazon, antecipou em aproximadamente uma década a readaptação de infraestrutura por satélite para o público, do Google Earth. O governo americano e outros colaboradores construíram a infraestrutura e arcaram com todos os custos de pesquisa, desenvolvimento e demais custos de capital. O  Google a adquiriu e  readaptou a fim de fornecer um serviço popular.

Imazon readaptou a mesma infraestrutura para rastrear mudanças em tempo real na bacia amazônica —voltando uma atenção especial para a construção de novas estradas na floresta tropical. Historicamente, em vista da extensão e distância dessa área, madeireiros ilegais conseguiam construir uma estrada e utilizá-la para o corte ilícito durante anos até que fossem descobertas e fechadas. A aplicação da Imazon de tecnologia por satélite e sua parceria tanto com o governo quanto com a mídia expõem as operações dos madeireiros e outras incursões de modo que os perpetradores possam ser identificados, impedidos e processados.

UMA ABORDAGEM MISTA

As estratégias que descrevemos para o sucesso no empreendedorismo social não são mutuamente exclusivas. Muitos vencedores do Sase se baseiam em uma série delas para alcançar um novo equilíbrio, sustentável, para seus interessados-alvo. Por exemplo, Debbie Aung Din Taylor e Jim Taylor, da Proximity Designs, compreenderam que para transformar o setor agrícola de pequenos produtores rurais em Myanmar era preciso operar com força total:  teriam de reduzir os custos tradicionalmente associados a startups, diminuir os custos de operação de design e desenvolvimento de produtos, cultivar clientes, mudar o papel do governo e incrementar constantemente suas soluções de tecnologia.

Em Myanmar, onde os dois trabalhavam desde 2004, pequenos produtores rurais eram a espinha dorsal do país: mais de 70% da população depende da agricultura e a maioria dos lavradores cultiva culturas de subsistência em áreas rurais. Acabando de emergir de décadas de ditadura, o governo se vê desprovido de recursos financeiros e de capacidade para sustentar sua população. Os negócios do setor privado ingressando na região se concentram nos produtores de arroz de maior porte e mais sofisticados, cuja produção pode ser agregada para atender às necessidades do mercado, e os programas de saúde e educação tendem a atrair mais os doadores do que as necessidades dos pequenos produtores.  Os agricultores acabam tendo de lutar pela própria subsistência, vendo-se definitivamente privados de informação, ferramentas e treinamento que os tornariam menos vulneráveis e mais produtivos.

Os Taylors estavam determinados a transformar esse equilíbrio parco.  Uma organização empreendedora enxuta e focada desde o início, a Proximity, começou como uma agência nacional para a  International Development Enterprises, uma ONG para produtos agrícolas bem estabelecida, que cortou seus custos de start-up de forma significativa. À medida que se desenvolveu e se tornou uma entidade independente, sua tarefa seguinte foi encontrar uma maneira de reduzir de modo considerável os custos com pesquisa e desenvolvimento. Conseguiu esse feito combinando duas medidas: selando parceria com Stanford’s Hasso Plattner Institute of Design e ativamente recrutando “bolsistas” e estagiários de design de baixo custo, talentosos e altamente motivados.

Compreender seus clientes rurais pobres possibilita que a Proximity atenda a suas necessidades em todos os níveis. A organizaç
ão projeta suas bombas e outros produtos para que sejam eficazes,  duráveis e acessíveis, e testa suas sementes para garantir plantações saudáveis. Mas um número substancial dos produtores agrícolas de Myanmar não consegue comprar novo estoque de sementes ou mesmo o dispositivo mais barato, então Proximity acrescentou microcrédito ao seu pacote de serviços. Além disso, suplementa seus produtos e serviços financeiros com apoio de consultores, fornecendo a assistência técnica que de outra forma seria oferecida pelo serviço nacional de extensão agrícola. Finalmente, a organização funciona de forma azeitada com o governo, que a considera um consultor confiável em questões de segurança alimentar e um recurso para o treinamento de funcionários agrícolas.

A reestruturação dos custos de operação da Proximity permitiu que a organização melhorasse constantemente e incrementasse sua linha de produtos e serviços. Isso, por sua vez, ampliou a demanda do mercado, expandiu a base de clientes e aumentou radicalmente a receita,  e — mais importante —substancialmente representou uma melhoria na segurança alimentar e subsistência de milhões de pessoas.

Os representantes do governo, ativistas sociais e empreendedores de negócios associados às grandes transformações sociais que tornaram nosso mundo melhor podem não ter imaginado o efeito que suas inovações engendrariam; muitos não tiveram a chance de testemunhá-lo. Martin Luther King Jr. é um exemplo pungente. O mesmo pode se aplicar aos empreendedores sociais atuais. Mas seu método híbrido está contribuindo para criar mudanças que governos ou negócios teriam dificuldades em realizar.

Sem qualquer grau de dúvida, é difícil buscar uma meta social estando inibidos pelas exigências de sustentabilidade financeira. Mesmo assim, as evidências em nosso trabalho na Skoll Foundation mostram que muitos empreendedores estão conseguindo, em contextos por todo o mundo, criar empreendimentos sociais escaláveis, transformando circunstâncias desfavoráveis para um grande número de pessoas. O padrão que se mostra claro em seu sucesso pode servir como um guia valioso para outros, acelerando o caminho da sociedade rumo a um futuro melhor, mais justo.

Roger L. Martin, ex-diretor da Rotman School of Management na Toronto University, é um coautor de “Playing to win” (Harvard Business Review Press, 2013) e diretor da Skoll Foundation. Sally R. Osberg é presidente e CEO da Skoll Foundation.

In: http://hbrbr.uol.com.br/dois-fatores-chave-para-o-empreendedorismo-social-sustentavel/

A Metodologia CERNE


LOGO CERNE

O Conceito

O Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne) é uma plataforma que visa promover a melhoria expressiva nos resultados das incubadoras de diferentes setores de atuação. Para isso, determina boas práticas a serem adotadas em diversos processos-chave, que estão associados a níveis de maturidade (Cerne 1, Cerne 2, Cerne 3 e Cerne 4). Cada nível de maturidade representa um passo da incubadora em direção à melhoria contínua.

O objetivo do Cerne é oferecer uma plataforma de soluções, de forma a ampliar a capacidade da incubadora em gerar, sistematicamente, empreendimentos inovadores bem sucedidos. Dessa forma, cria-se uma base de referência para que as incubadoras de diferentes áreas e portes possam reduzir o nível de variabilidade na obtenção de sucesso das empresas apoiadas.

O MODELO CERNE

Princípios

A definição e o detalhamento dos sistemas relativos aos processos-chave a serem implantados são muito importantes para que as incubadoras obtenham melhorias significativas na geração de empreendimentos inovadores e de sucesso. Antes disso, entretanto, é importante compreender o conjunto de princípios sobre os quais os processos e práticas estão estruturados.

Foco nos empreendimentos:  a ação da incubadora deve ser focada na agregação de valor para os empreendimentos apoiados. Assim, toda a atenção da equipe de gestão da incubadora deve ser no sentido de identificar dificuldades e oportunidades, de forma a acelerar e ampliar o sucesso dos empreendimentos.

Foco nos processos:  os processos utilizados pela incubadora influenciam os resultados obtidos. Dessa forma, para melhorar os resultados finais (número de empresas graduadas, taxa de sucesso, entre outros) a incubadora deve focar nos processos que definem esses resultados.

Ética: as ações da incubadora e das empresas incubadas devem estar em sintonia com os valores da sociedade.

Sustentabilidade:  a incubadora deve ser economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta.

Responsabilidade:  a incubadora deve responder por suas ações e omissões, agindo de maneira ativa para melhorar a sociedade da qual faz parte.

Melhoria contínua: este princípio implica que a incubadora deve aprimorar, continuamente, seus processos e resultados.

Desenvolvimento humano:  a incubadora deve dar prioridade à evolução pessoal e profissional dos membros da equipe de gestão, enfatizando a autogestão e o autocontrole.

Gestão transparente e participativa:  as ações da incubadora devem ser realizadas de forma colaborativa. Adicionalmente, todos os processos e resultados devem ser informados de forma transparente aos diferentes atores do processo de inovação.

A estrutura

O modelo Cerne está estruturado em três níveis de abrangência:

1. Empreendimento:  inclui os sistemas relacionados diretamente com a operacionalização do empreendimento, tendo como foco os sistemas que possibilitam às empresas apoiadas desenvolverem seus produtos e serviços, acessarem capital e mercado, realizarem a gestão do negócio e promoverem o desenvolvimento pessoal dos empreendedores.

2. Processo: tem como foco os sistemas de prospecção, geração, desenvolvimento e graduação de empreendimentos inovadores, ou seja, sistemas que viabilizam a transformação de ideias em negócios.

3. Incubadora: a gestão da incubadora como um empreendimento é o principal foco desse nível, com destaque para sistemas referentes a finanças, pessoas e ao relacionamento da incubadora com o entorno.

Níveis

Em função da complexidade e do número de processos-chave a serem implantados, o Cerne foi estruturado como um Modelo de Maturidade da Capacidade da incubadora em gerar, sistematicamente, empreendimentos de sucesso. Para isso, foram criados quatro níveis crescentes de maturidade.

A lógica escolhida para estruturar os níveis de maturidade foi organizá-los a partir de “Eixos Norteadores”: empreendimento, incubadora, rede de parceiros e melhoria contínua (inovação).

Cerne 1: neste primeiro nível, todos os sistemas implantados pelos processos-chave estão diretamente relacionados ao desenvolvimento dos empreendimentos. Nesse sentido, além de sistemas como qualificação, assessoria e seleção, foram incluídos aspectos relacionados à gestão da incubadora, os quais, por sua vez, mantêm uma relação muito estreita com o desenvolvimento dos empreendimentos, a exemplo da gestão financeira e a gestão da infraestrutura física e tecnológica. Ao atingir esse nível, a incubadora demonstra que tem capacidade para prospectar e selecionar boas ideais e transformá-las em negócios inovadores bem sucedidos, sistemática e repetidamente.

Cerne 2: o foco deste nível é garantir uma gestão efetiva da incubadora como uma organização. Assim, além de garantir a geração sistemática de empreendimentos inovadores (foco do Cerne 1), a incubadora utiliza todos os sistemas (implantados pelos processos-chave) para uma gestão focada em resultados.

Cerne 3: o objetivo deste nível é consolidar uma rede de parceiros, com vistas a ampliar a probabilidade de sucesso dos empreendimentos apoiados. Assim, nesse nível, a incubadora reforça sua atuação como um dos “elos” da rede de atores envolvidos no processo de inovação.

Cerne 4: neste nível, a partir da estrutura implantada nos níveis anteriores, a incubadora possui maturidade suficiente para consolidar seu sistema de gestão da inovação. Com isso, além de gerar empreendimentos inovadores, gerir de forma efetiva a incubadora como organização e participar ativamente da rede de atores envolvidos no processo de inovação, a incubadora passa a gerar, sistematicamente, inovações em seus próprios processos.

Cada nível de maturidade (Cerne 1, Cerne 2, Cerne 3 e Cerne 4) representa um passo da incubadora em direção à melhoria contínua, ampliando sua capacidade em gerar empreendimentos de sucesso.

Cada nível de maturidade contém um conjunto de processos-chave que procuram garantir que a incubadora esteja utilizando todas as boas práticas relacionadas àquele nível de maturidade.

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Workshop de Nivelamento

Ementa: revisão de conteúdo do termo de referência para fixação de conceitos e abordagem sucinta sobre a metodologia de implantação dos níveis de maturidade Cerne, bem como dos requisitos para obtenção e manutenção do credenciamento.

Conteúdo: vocabulário Cerne, princípios e estrutura do modelo, lógica de organização, processos-chave referentes a cada nível de maturidade, práticas-chave relativas a cada sistema; ciclo PDCA; etapas do processo de credenciamento; Autoavaliação e ferramentas disponíveis.

Fonte: Anprotec/Cerne

Mais informações:

Consultoria de Apoio à Implantação
Cysneiros e Consultores Asssociados
www.cysneiros.com.br
E
-mail: contato@cysneiros.com.br
Fone: (81) 3445-2956

 

Como selecionar o grau de impacto de uma inovação utilizando o Método de Mudge


Método de Mudge – conceito

Uma determinada empresa tem uma carteira de possíveis projetos a serem executados. Evidentemente, como os recursos são finitos, deverá ser feita uma escolha dentre os diversos projetos, de acordo com critérios de importância.

A empresa tem uma relação de critérios para a seleção, tais como:

A – Contribuição para a marca

B – Retorno financeiro

C – Menor CAPEX (investimento de capital requerido)

D – Integração com unidades existentes

E – Menor OPEX (despesas operacionais)

F – Menor efetivo (pessoal) requerido para operar a nova planta

Cada um dos projetos será avaliado com relação a todos estes requisitos. No entanto, fica a dúvida: como compará-los? Dentre estes atributos, quais os de maior relevância?

Método de Mudge – aplicação

O método de Mudge consiste em construir uma matriz triangular, como abaixo, e comparar cada elemento da diagonal com o elemento de cada coluna. A letra correspondente ao elemento de maior importância será reproduzida na célula de interseção, acompanhada de um número, que representa:

1 – moderadamente mais importante

3 – medianamente mais importante

5 – muito mais importante

Desta forma, a Matriz abaixo indica que o atributo C é medianamente mais importante que o atributo A, o atributo B é muito mais importante que o atributo E, e o atributo D é um pouco mais importante do que o atributo F.

 

Método de Mudge - critério de preenchimento

Completando toda a Matriz, poderíamos ter algo como segue:

Método de Mudge - matriz preenchida

Agora, iremos fazer a totalização de pontos, somando os valores associados a cada letra da diagonal. Por exemplo, a pontuação do atributo C será correspondente à soma de todos os números associados à letra C da diagonal, na linha e coluna correspondentes, como ilustra a figura:

Método de Mudge - cálculo da pontuação do atributo

Completando toda a Matriz, e fazendo a ponderação de cada total em relação ao total geral, teremos:

Método de Mudge - atributos priorizados

Isto significa que o atributo mais importante para avaliar o projeto é o B, Retorno Financeiro, seguido bem de perto do E, OPEX – Despesas Operacionais, e depois do C, CAPEX, Investimento requerido.

Por Stoner
Fone: Blogtek

Educar para o Futuro: 16 Dicas de Atividades Educativas para o Professor Criativo


Muito falamos em Tecnologia na Educação recentemente, e maneiras de aplicá-la. Porém sabemos que o professor moderno tem que desenvolver competências que vão além do ensinar. Atualmente é exigido muita criatividade para que o professor desenvolva atividades educativas que sejam ao mesmo tempo lúdicas, atraentes e principalmente criativas. Pensando nisso preparamos o Guia do Professor Criativo com 16 sugestões de atividades educativas para explorar a criatividade.

Atividades Educativas

16 Dicas de Atividades Educativas

Muitos educadores e mesmo os alunos consideram as atividades atuais ultrapassadas e não acompanham mais os alunos online. Por isso o professor deve adaptar as atividades em sala de aula, assim como metodologias de ensino que utilizam a Tecnologia.

Entendemos que o professor tem diversas atividades além da aula. São várias turmas, atividades, provas, etc. Os conteúdos precisam ser desenvolvidos e trabalhados. Tudo exigindo do professor atenção, solução e crescimento.

Confira a seguir 16 dicas de atividades em sala de aula que são simples de desenvolver e irão despertar a atenção dos alunos. Procure colocá-las em prática, fazendo as devidas adaptações, conforme a sua realidade:

1. Use jogos educativos: Jogos normalmente são envolventes. Você pode usar, desde um simples jogo de memória como FlashCards ou uma competição entre times usando um Quiz online.

2. Estimule a criatividade do aluno: Proponha atividades que estimulam o aluno a criar algo, o Mapa Mental é uma ótima ferramenta para isso.

atividades educativas

3. Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem: As pessoas naturalmente gostam de desafios. Estudos de caso com problemas a serem resolvidos são uma ótima atividade principalmente para matérias de ciências e exatas. Saiba como aplicar essa metodologia de ensino aqui.

4. Desenvolva atividades fora da sala de aula: Pode ser dentro da própria escola, mas mude o ambiente. Use o pátio, biblioteca ou um laboratório. Isso desperta o interesse e motivação dos alunos.

5. Envolva os alunos: Dê responsabilidade a eles. A técnica de Sala de Aula Invertida funciona bastante. Cada aluno ou grupo fica responsável por apresentar um tema e trazer a sala de aula. O conteúdo é apresentado por eles, o professor atua como um mentor no processo.

6. Crie atividades em Grupos: Crie grupos de estudo online por afinidades ou interesses, proponha atividades dentro da sala de aula, sugira que eles desenvolvam um projeto que perdurará o período do curso.

7. Introduza cada conteúdo de forma diferente: Hora inicie a aula com um Quiz, outra vez envie FlashCards com os principais temas como dever de casa. Proponha uma leitura, ou uma pequena discussão. Atividades diferentes fazem com que o aluno memorize o momento e relacione o conteúdo à atividade.

8. Mude o formato da sala de aula: Altere a disposição das mesas e cadeiras. Use o formato de grupos, auditório, etc. Isso quebra a rotina e os alunos se sentem mais confortáveis.

9. Use a Tecnologia: Utilizar computadores e celulares é positivo pois aproxima o aluno da rotina dele. Desenvolva atividades com computadores ou tablets por exemplo, usando as ferramentas de estudo gratuitas de GoConqr. A atividade deve ser bem estruturada para que não se perca o foco. Conheça mais metodologias de ensino que utilizam a Tecnologia de forma simples e funcional aqui.

atividades educativas

10. Transforme os alunos em Co-autores: Estimule com os alunos preparem as aulas, o professor atua como mentor orientando no processo. Cada aluno apresenta um tema. Isso ajudará não só no envolvimento com a matéria mas o prepara para outras situações.

11.Utilize Redes Sociais: Atividades com blog ou twitter são dinâmicas. Sugira que a classe crie um Blog como se fosse um personagem da história. Ou use o twitter para corrigir o português dos famosos!

atividades educativas

12. Sinergia entre as matérias: Como a geografia pode casar com história. Isso pode ajudar os alunos a melhorar compreensão dos fatos e torna o assunto mais interessante.

13. Traga Jornais e Revistas: Mantenha-os atualizados e conecte notícias diárias com o tema da aula.

14. Introduza novas técnicas de didática: Desenvolva atividades educativas de acordo com o aproveitamento da turma. Faça uma pesquisa com eles.

15. Explore Recursos com áudio e Imagem: Utilize vídeos, músicas, além da própria internet como já citamos. Isso desperta a atenção dos alunos e trabalha vários sentidos no processo de aprendizagem.

16. Desafie os alunos: Coloque atividades e problemas sempre um grau mais difícil. Mostre para eles como são capazes de ir sempre além!

Ao unir a pedagogia tradicional com atividades mais próximas da vivência diária dos alunos, o professor provoca maior interesse nos estudantes pela aprendizagem.

Atualmente temos nossa atenção desviada para outras atividades, por isso o professor precisa buscar alternativas atraentes para que os jovens sintam prazer em aprender. E não tenha receio de introduzir a tecnologia no processo de educação, afinal a tecnologia faz parte da rotina dos estudantes fora da sala e eles se sentirão confortáveis com a proposta. Leia mais matérias sobre TIC no nosso blog.

Confira o Mapa Mental que criamos para te ajudar:

Atividades Educativas

Como conseguir tudo isso? Usando a sua criatividade e as ferramentas gratuitas e online de GoConqr. Basta realizar seu cadastro, também gratuito, e começar e utilizar as ferramentas de estudo digitais e interativas. Convide seu alunos a fazer parte também! Cadastre-se aqui.

Fonte: goconqr.com

Programa Nacional Conexão Startup Indústria – ABDI


Estão abertas as inscrições para o Programa Nacional Conexão Startup Indústria, programa da @ABDI que tem como objetivo ampliar a competitividade e a capacidade de inovação das empresas industriais brasileiras por meio do relacionamento com startups. As startups selecionadas terão a oportunidade de realizar provas de conceito e pilotos com indústrias. Ao longo do programa as startups receberão recursos financeiros (até R$ 700k do .gov + aportes externos), conteúdo e mentoria oferecidos pelo programa em parceira com instituições de apoio ao desenvolvimento de negócios. As inscrições para startups, indústrias e instituições de apoio ao desenvolvimento de negócios vão até 12 de abril em https://lnkd.in/e7Qw-tx!

Ferramentas úteis para empresas e startups


Existem muitas ferramentas de inicialização para ajudá-lo com a construção, concepção, comercialização, operação e venda de seu produto / empresa. A abundância é uma bênção e uma maldição, mas estamos aqui para tornar as coisas mais fáceis com esta lista final de ferramentas e recursos que irão tornar a sua vida empresarial melhor.

Colaboração / Comunicação:

Prêmio Best in Class:

Slack – Se você ainda estiver usando o e-mail para se comunicar com sua equipe, pare com isso. Slack é a melhor maneira de se comunicar rapidamente em grupos ou 1: 1, organizar discussões por tópico (ou seja, canais), e ter tudo em um só lugar por isso é fácil de encontrar. É inacreditável quanto tempo é liberado quando você não tem que elaborar um e-mail para cada frase rápida trocada com sua equipe. E, claro, ele vem com um aplicativo para celular e se integra com um monte de outros aplicativos que você provavelmente já está usando. Ele também lançou chamadas de voz e vídeo para seus usuários premium.

Você tem que pagar por essa mágica? Não. Slack oferece um modelo freemium, mas a camada livre provavelmente concederá todos os seus desejos.

Melhor para videoconferência de equipe:

Hangouts do Google – quando se trata de videoconferência, este é um acéfalo se você estiver usando o Google Suite. É gratuito e super fácil de configurar no Gmail. Você ainda precisa verificar com terceiros antes de agendar uma sessão do Hangouts, uma vez que pode não funcionar em computadores que não possuem o G Suite ativado.

Vale a pena olhar para:

Join.me para conferência fácil e compartilhamento de tela que funciona para a maioria das pessoas / laptops; Google Drive ,Dropbox e Caixa para todas as suas necessidades de armazenamento e compartilhamento de documentos .

Gerenciamento de Projetos:

Escolha do pessoal:

Trello – Use Trello e seus programadores vão te amar. Ele oferece a maneira mais fácil e mais colaborativa para organizar, visualizar, atribuir e monitorar tarefas como uma equipe. Segue a estrutura da lista Kaban, permitindo organizar projetos e tarefas em placas (tópicos), que são feitas de listas (task-lists), que por sua vez são feitas de cartões (tarefas). Embora seja ótimo para gerenciamento de projetos, o Trello multi-purpose: ele também trabalha para brainstorming, planejamento de agenda e qualquer outra lista de atividades baseadas. Para tornar as coisas ainda melhores, ele opera em um modelo freemium onde o nível livre fornece todas as funcionalidades que uma pequena equipe precisaria. Bônus: ele se integra com Slack. O que mais você precisa de uma ferramenta de gerenciamento de projetos?

Vice-campeão:

Asana – Há um acampamento de Trello e um acampamento de Asana. Enquanto nós já lançamos nossa votação, os méritos de Asana são definitivamente dignos de reconhecimento. Como Trello, Asana é uma ferramenta muito robusta e também oferece um modelo freemium. A estrutura, no entanto, não é imediatamente tão intuitiva, então há um pouco de uma curva de aprendizado. No lado positivo, Asana oferece algumas funcionalidades organizacionais mais avançadas do que Trello, tornando-se uma boa escolha para projetos complexos onde você pode precisar de um rastreamento mais rigoroso.

Menções honrosas:

Wunderlist para planejamento pessoal; Basecamp para uma alternativa bem projetada para Trello / Asana.

Ferramentas da Web:

Melhor para Bootstrappers:

Balsamiq : Se você é um fundador de startup, scrappy é o seu nome do meio, e é isso que Balsamiq é. Se você ainda está no início do processo de construção de seu MVP ou gráficos de novos recursos do produto, Balsamiq permite que você faça wireframes muito rápido e obter feedback. É basicamente como whiteboarding, mas em seu laptop, tão mais rápido e mais fácil de compartilhar. Não é livre, mas o preço é flexível e startup-friendly.

Melhor para pessoas de produto:

Sketch : O Sketch é uma ferramenta de wireframing intuitiva, baseada em vetores, que pode ser usada para qualquer coisa, desde projetar um site para um aplicativo até um deck para um currículo. Ele oferece uma rica biblioteca de recursos com wireframes e ícones para que você não tem que reinventar a roda. Aproveite o teste gratuito e, se quiser, pegue a sua licença com um preço de US $ 99.Só funciona no Mac, então, se você está no acampamento do Windows você está fora de sorte.

Outras opções muito decente:

Adobe Illustrator como a verdadeira ferramenta de design gráfico; InVision ou Marvel para trazer seus wireframes à vida e para testar o UX e UI de seus projetos.

Apresentações:

O Prêmio Showstopper:

Prezi : Prezi dá movimento de apresentações, e não estamos falando sobre Powerpoint-como efeitos de animação que lembrá-lo do final dos anos 90. Você tem que vê-lo em ação para obtê-lo totalmente, mas basicamente permite que você crie verdadeiramente dinâmico, filme-como apresentações. A desvantagem é que o formato de apresentação Prezi não funciona com cada estrutura de conteúdo que você pode ter em mente para a sua apresentação. Um tipo de estrutura onde ele prospera é aquele que começa com o retrato completo primeiro e, em seguida, indo mais profundamente em cada peça desse quebra-cabeça. Dê-lhe um giro com sua versão livre.

Escolha mais prático:

Keynote : Keynote é a irmã mais fresca, mais jovem do PowerPoint. Como a maioria das coisas da Apple, é superior em design. Ele também tem muitos bons temas disponíveis, e suporta multimídia e animações melhor. Se você tem um Mac, vala PowerPoint (desculpe, velho amigo!)

Para acompanhar suas apresentações:

Torne o conteúdo de suas apresentações pop com GIPHY ; Substituir antigas imagens de ações com grandes imagens de domínio público , o que significa livre para usar.

Agendamento e Calendários:

Prêmio pessoal Fave:

Calendly – Ignorar o e-mail tedioso para trás e para trás para agendar um bom momento para atender. Calendly permite que você compartilhe seu link de calendário com quem você escolher e permite que essas pessoas para reservar tempo diretamente em seu calendário.Ele se sincroniza com todos os seus e-mails e, além de evitar conflitos, você pode configurar regras para o horário que as pessoas podem reservar. Quando uma reunião é reservada, envia um convite automático para os calendários de ambas as pessoas. O que também eu realmente gosto é o recurso para criar um widget do seu calendário e incluí-lo, digamos em seu site, para facilitar a programação de demonstrações de produtos (é o que eu usei na página inicial do day100). Os recursos básicos são gratuitos, tornando-o perfeito para bootstrappers.

Voltar para o Prêmio Futuro:

X.ai Assistentes virtuais estão aqui. E rapaz, eles são bons. Com x.ai, sua assistente pessoal Amy Ingram cuidará de todas as suas reuniões de agendamento. Amy é realmente boa em soar humano e entende contexto em e-mail para que ela vai pegar a discussão e fazer as perguntas certas para a outra pessoa, a fim de configurar os detalhes da reunião. Apenas CC: ela e ela vai saltar para a conversa por e-mail. Você pode não querer envolver Amy com seus clientes de maior perfil, embora – apenas no caso.

Mais coisas boas:

Coschedule para agendar calendários editoriais de marketing; Doodle como a maneira mais fácil de descobrir o melhor momento que almoço de 12 pessoas que você está planejando.

Assistência administrativa:

Melhor para salvar árvores (e tempo):

HelloSign – Adoro qualquer coisa que me permita ignorar aimpressão ea digitalização . Com o HelloSign, você pode preencher, assinar e compartilhar formulários e documentos. Legalmente obrigatório. Como um empreendedor, este pode ser seu ir-para assinar NDA, acordos do conselheiro, contratos do trabalho do freelancer, e tudo mais que seu advogado pode jogar sua maneira. Gratuito para até 3 documentos por mês, o que geralmente é suficiente.

Melhor para uma equipe crescente:

Justworks – folha de pagamento , benefícios , impostos? Se você é qualquer coisa como eu, você encolheu o seu caminho para debaixo de sua mesa. Mas não tenha medo, Justworks está aqui para você. Seu software intuitivo e processo de atendimento ao cliente é projetado especialmente com pequenas empresas em mente (a partir de equipes de 2 pessoas), então eles vão segurar sua mão através de todas as partes menos sexy de construir uma startup.

Ferramentas mais úteis:

Vesper para obter assistência administrativa flexível para o seu pequeno escritório; Expensify para documentar e categorizar suas despesas e gerar relatórios de despesas; Invoicely para gerar faturas em um piscar de olhos.

Mídias sociais:

Escolha do pessoal:

Buffer – Seu jogo de mídia social requer constante nutrição. Interromper outras tarefas, provavelmente mais importantes para publicar um tweet é inaceitável. Buffer vai ajudar. Ele permite definir horários para o conteúdo que você deseja publicar em mídias sociais e, em seguida, fila-lo para que ele posts automaticamente no seu tempo especificado. Ele funciona com o Twitter, Facebook, LinkedIn e Instagram. E é grátis.

Social: tudo deve ter:

Hootsuite – Todas as mídias sociais de seu negócio em um dashboard. Com o Hootsuite, você pode se envolver com seu público-alvo mais facilmente, obter análises em suas plataformas sociais e quantificar seu ROI social. Se o seu negócio depende muito social, isso deve ser um acéfalo. Planos começam de forma gratuita.

Mantenha-se social:

Buzzsumo para analisar conteúdo social de melhor desempenho e influenciadores para qualquer tópico; Brand24 para que você sempre pode estar no topo do que as pessoas estão dizendo sobre sua marca on-line.

Pessoas e contratação:

Early Startup Team & estágios Goldmine:

AngelList – Se o seu negócio é uma tecnologia de arranque, você provavelmente já tem um perfil AngelList. Você sabia que pode encontrar e criar talentos de lá, de graça? Sim. As pessoas que estão interessadas no trabalho de inicialização expressarão o interesse em seu trabalho, e você pode envolvê-los de lá. AngelList também vem com uma placa Trello-like para você acompanhar o status de seus candidatos.

Melhor para contratar Smart:

Day100 – Cada contrato que você faz como uma pequena startup pode fazer ou quebrar sua empresa. Isso é assustador. Day100 dá-lhe ricos, dados de origem humana e ajuda você a conhecer cada potencial contratar como se você conheceu-los por 100 dias, para que você possa contratar as pessoas mais aptas com confiança. Disclaimer: Eu sou um fundador, então eu posso ser parcial, mas não tome a minha palavra para ele: dar-lhe uma rodada de graça.

Melhor para Design Talent:

99designs – Há muito trabalho de design a fazer quando você estabelecer a sua empresa. De um logotipo, para o design do site, cartões de visita e materiais promocionais, 99designs podem ajudar. Ele oferece a qualidade ea criatividade artística de um profissional sem ter que pagar o salário de um designer gráfico em tempo integral. Ele funciona com o seu orçamento (o preço do logotipo começa em US $ 299) e você pode executar um concurso e escolher o seu favorito de mais de uma dúzia de submissões de designers diferentes, ou escolher um designer com quem trabalhar a longo prazo.

Mais recursos de contratação:

HIRED para top-notch talento técnico; Vettery para candidatos pré-aprovados para empresas de tecnologia e finanças; Estufa paraacompanhar seus candidatos quando a contratação atinge um volume elevado; Scripted para profissionais de marketing freelance que vai cuidar de seus blogs e necessidades de mídia social ;.

Conteúdo e Marketing:

Melhor Prêmio Newsletters:

Mailchimp – Newsletters são tão 1999, certo? Não com o Mailchimp. Faz-lhe super fácil criar newsletters agradável-olhando que os povos realmente lêem. Se você estiver executando um negócio B2C, um boletim é uma obrigação para aumentar suas vendas. Para B2B, você ainda pode usar eficazmente boletins de notícias para construir a consciência da marca e para o compartilhamento de conteúdo. Vá em frente.

Formas que não sugam Prêmio:

Typeform – Quem sabia formas poderia ser, ouso dizer, divertido ? Typeform realmente faz o preenchimento de uma forma de se sentir como uma viagem interativa. Seu pode usá-lo para formulários de registro, formas de contato, formulários de ordem, pesquisas e até mesmo aplicações de trabalho. Modelos abundam para todos os cenários, ou você pode criar seu formulário a partir do zero. Há um plano gratuito e planos pagos dependendo do uso e recursos extras.

Teste-o para acreditar Prêmio:

Optimizely permite que você a qualquer coisa A / B. Um mantra de inicialização é “iterar, iterar, iterar” e otimizar permite que você faça exatamente isso, experimentando e tomando decisões baseadas em dados. Você pode usar a ferramenta para testar a cópia do site, os preços, a apresentação e outros elementos da sua presença na web ou produto, tanto na web como no celular.

Mais coisas boas:

Unbounce para páginas de destino de teste A / B sem construir o backend; Biteable para criar um grande vídeo pequeno daintrodução para seu produto; Moz para otimização de mecanismo de pesquisa para que você certifique-se de que os clientes podem encontrá-lo quando eles olhar para você; SurveyMonkey eformulários de Google para alternativas robustas, embora não tão belamente-projetadas a Typeform.

Email:

Melhor para Bootstrappers Award:

Responder – Com Responder você pode enviar para milhares de pessoas, em um clique, um e-mail frio que se sente quente. Bem, se não exatamente quente, um e-mail que tem seu nome, nome da empresa, cidade e outros detalhes personalizados. Use-o para vendas e para manter relacionamentos mornos. Em US $ 70 / mês, é um negócio decente para startups.

Prêmio Smartest Automation:

ZenProspect – O que diferencia o ZenProspect de outras ferramentas de automação de e-mail é sua funcionalidade de geração de leads onde você pode procurar e encontrar novos contatos usando entradas de pesquisa muito específicas, por exemplo, software que eles usam. ZenProspect vem em um preço mais heftier do que a maioria das ferramentas de automação de e-mail, no entanto, bem como requer um compromisso anual, por isso é definitivamente um tipo de financiamento-startup de solução.

Sneakiest Prêmio Plugin:

Boomerang – Você quer impressionar seus colegas de trabalho enviando um e-mail de trabalho às 3 da manhã, enquanto você realmente bateu as horas de feno mais cedo? Boomerang será o seu cúmplice. Ele ajuda você agendar e-mails para que eles sejam enviados no momento que você especificar. Alguns usos mais relevantes do que fingir trabalhar até tarde são a capacidade de agendar e-mails no momento em que você acha que eles são mais propensos a ser lido (por exemplo, primeira coisa na parte da manhã), ou programar acompanhamento automatizado no caso de pessoas não responder. É um plugin do Gmail que o torna super fácil de usar, e é gratuito.

Mais brindes por e-mail:

Rapportive para obter um pequeno cartão limpo sempre que alguém lhe envia um e-mail com informações básicas retiradas de seu LinkedIn e outras mídias sociais; Wisestamp para fazer uma assinatura de e-mail que se destaca; O Bananatag e o Sidekick paraacompanhar e-mails abrem e clica.

Educação:

Escolha do pessoal:

Skillshare – Aprender em Skillshare é divertido. Você já deve ter visto vídeos de Skillshare no seu Facebook, mas você sabia que eles também oferecem aulas on-line em uma variedade de negócios, design, tecnologia e temas artísticos? E que muitos desses vídeos são totalmente gratuitos? Por exemplo, se você optar por prestar atenção aos nossos conselhos acima e verificar Trello, InVision ou MailChimp, você pode ir direto para Skillshare para ter aulas sobre cada um desses softwares e dominá-los em uma hora ou menos. Certifique-se de verificar a nossa 99designs faixa personalizada para os empresários e obter um período de 3 meses de teste gratuito para todas as ofertas Skillshare.

Vice-campeão:

Assembléia Geral – GA revolucionou como as habilidades mais demandadas hoje são aprendidas. Suas ofertas variam de full-time, cursos de transição de carreira para curto-forma, um off workshops. Eles oferecem aulas em pessoa e on-line, sendo as mais populares as classes de codificação, dados e design.

Busy Bookworm Menção Honrosa:

Blinkist – para aqueles que perderam os velhos tempos quando eles tiveram tempo para ler livros reais, Blinkist é tão perto quanto se trata da coisa real em menos de 15 minutos por livro. Seu repertório consiste em mais de 1.500 livros de ficção que você pode acessar por US $ 50 por ano.

Loja e E-Comércio:

Escolha do pessoal:

Shopify – Se você está vendendo um produto físico on-line, Shopify deve ser sua primeira parada. Do storefront ao backend, cobre tudo que você necessita estabelecer um negócio do e-comércio. Com Shopify você pode facilmente construir um site de grande aparência com pré-construído e-commerce recursos como um carrinho de compras, gerenciar clientes e cumprimento da ordem, acompanhar a análise, impulsionar a presença social e SEO, etc

Receba Prémio Pago:

Square – Se você pesquisar sua caixa de entrada de e-mail agora, eu aposto que você pode encontrar um recibo de Square (provavelmente de sua loja de café favorita). Com o Square, as empresas podem aceitar pagamentos com cartão de crédito. É isso, e essa é a beleza disso. Mais popular com lojas físicas, Square envia-lhe um leitor de cartão livre e simplesmente cobra 2.75% de cada transação, sem taxas ocultas. Ele também se integra com algumas plataformas de comércio eletrônico para permitir transações on-line.

Continue vendendo:

Weebly e Squarespace para construir seu site com alguns recursos de e-commerce; Gumroad para recursos de comércio eletrônico tudo-em-um para criadores; Aipo para crowdfunding e pré-ordens.

Moral:

Prêmio Absolute Best Podcast

StartUp Podcast – Este é um podcast sobre como iniciar uma empresa de podcast. Meta muito? Sim, e incrível. A primeira temporada da StartUp detalha o caminho – com todas as suas lutas, dilemas e risos – do fundador da Gimlet, Alex Blumberg, na construção de sua empresa. Ele toca as questões iniciais sobre os riscos e recompensas de construir seu próprio negócio, nomeação da empresa , encontrar um co-fundador, ficando financiado, e ele ainda inclui uma aparição de Chris Sacca. Empreendedorismo se sente como uma viagem solitária às vezes, mas StartUp sabe que você está passando e está lá para lhe dizer que tudo vai ficar bem.

Por Anada Lakra
Fonte: 99designs

InovAtiva Brasil 2017 – Agradecimento


É com enorme satisfação que recebi o agradecimento do Programa #inovativabrasil pela horas dedicadas a avaliação dos projetos inovadores de impacto de Startups que submeteram ao InovAtiva Brasil 🇧🇷 2017. Assim contribuiremos para o desenvolvimento econômico e a competitividade do nosso país.

inovativa 2017

 

É com sentimento de compromisso que recebo o #Certificado de Avaliador de 15 Projetos   inovadores de impacto de Startups que submeteram ao InovAtiva Brasil 🇧🇷 2017. Assim contribuiremos para o desenvolvimento econômico e a competitividade do nosso país.

Certificado Avaliador InovAtiva Brasil MDIC Sebrae CERTI Flammarion Cysneiros - Mentor de Startups