INOVAÇÃO


Numa escola de desenho industrial Holandesa chamada Design Academy Eindhoven, o genial aluno Jelte van Geest entrega em seu projeto final, um puff móvel. Através de um chip com freqüência de rádio (RFID Chip), o puff segue o seu usuário para qualquer lugar, assim, no momento que a pessoa quiser sentar, está lá o puff para acomodá-lo. Vale dar uma conferida no portfólio deste gênio, que além de designer, está bem atualizado em novas tecnologias.

Assista o vídeo


Case de inovação: SERASA


serasa

Mais de 65% da receita de tecnologia da Serasa vem de projetos de inovação

Programa informal de estímulo à criatividade criado há 3 anos resulta em grande participação nos resultados da área de tecnologia.

Três anos depois da implementação de um programa de open innovation – que reúne funcionários, fornecedores, parceiros e acadêmicos em workshops e fóruns para discutir formas de inovação -, a fornecedora de serviços financeiros Serasa Experian contabiliza que 65% das receitas geradas pela área de TI têm origem nas sugestões dos colaboradores do projeto.

Dorival Dourado, principal executivo de tecnologia – Chief Information Officer (CIO) – da empresa, conta que a área de tecnologia atua na geração de resultados corporativos e é avaliada de forma independente das demais unidades de negócio. “Hoje somos uma provedora de soluções e serviços específicos para os clientes e a TI responde pelo desenvolvimento desses produtos”, diz ele, que lidera a iniciativa de transformar a companhia em um ambiente favorável à inovação e a construção coletiva de conhecimento.

Em vez de estruturar um projeto formal de inovação, Dourado optou por criar um movimento de estímulo à mudança e à criatividade dentro da companhia. “Não temos um nome, uma sede ou uma forma, espalhamos a iniciativa pelos corredores de forma viral”, conta ele, que complementa: “Em um exercício puro de liderança, ando pelos departamentos conversando com os funcionários e identificando oportunidades e seus agentes viabilizadores – que são aqueles que se dão uma ideia e se animam com a possibilidade de sua implementação.”

Depois dessa etapa de relacionamento, os colaboradores que tiveram contato com o CIO ou souberam da iniciativa por terceiros procuram os fóruns de discussão internos e formalizam suas sugestões. “Eu e minha equipe analisamos as ideias e, se a julgarmos pertinentes e viáveis, incumbimos a pessoa que sugeriu a liderar sua implementação”, diz Dourado.

A empresa não bonifica os funcionários financeiramente por isso. “Damos o que eles mais almejam: o reconhecimento profissional. Quando uma ideia se torna projeto, toda a companhia fica sabendo, comenta e reconhece o mérito de seu criador”, conclui ele.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
Veja também
Mais informações sobre INOVAÇÃO:
  1. ALI – Agentes Locais de Inovação
  2. Empresário encontra caminhos de apoio à inovação
  3. União Europeia investe em PMEs da América Latina
  4. Diretor-geral da PROTEC faz balanço da Lei de Inovação
  5. PPPs da saúde gerarão economia anual de R$ 160 milhões
  6. Propriedade industrial: Universidade inova mais
  7. Mais de 490 empresas gaúchas inscrevem-se no Inova RS
  8. Laboratório de nanotecnologia pesquisa plásticos biodegradáveis
  9. Tecpar investe R$ 14 milhões em reestruturação tecnológica
  10. Fundação Certi recebe R$ 6 mi para montar Centro de Referência
  11. Santa Catarina bate o martelo para a Inovação
  12. Resultado da Primeira fase do PRIME Pernambuco seleciona 79 empresas
  13. Inovação tecnológica terá linha de crédito com juro de 1% ao ano
  14. PROTEC lança livro que ensina a elaborar projetos de inovação
  15. Financiamento de R$ 200 mil a empresas inovadoras
  16. Sem inovação, Brasil corre risco de “apagão tecnológico”
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

TopoBlog_ Flammarion

Caso de Sucesso: Sonda Procwork reforça negócio de terceirização


Sonda Procwork

Aposta da companhia é oferecer equipamentos sob demanda.

No filme de 1999 “Piratas do Vale do Silício”, que conta a história da criação da Microsoft e da Apple, uma sequência chama a atenção. Ao oferecer à gigante IBM o sistema operacional que havia desenvolvido na recém-criada Microsoft, Bill Gates escuta de um executivo: tudo bem, afinal o dinheiro não está no software, e sim no equipamento.

Os anos seguintes mostraram o quanto a afirmação estava equivocada, mas não tiraram da venda de equipamentos seu valor. No mercado de tecnologia da informação atual eles podem não ser mais as grandes estrelas, mas se tornaram a porta de entrada para a oferta de software e serviços.

É nesse conceito que a Sonda Procwork está apostando suas fichas. A companhia está investindo US$ 4 milhões no fortalecimento da área responsável pela terceirização de equipamentos de tecnologia, modalidade também conhecida como hardware como serviço, ou HaaS. Em vez de comprar os equipamentos, o cliente paga uma mensalidade pelo seu uso. “É um termo da moda, mas é um conceito sem volta”, diz Carlos Henrique Testolini, executivo-chefe da Sonda Procwork.

Ter uma oferta que começa em equipamentos e pode ser complementada por software e serviços é estratégico pois estimula a assinatura de contratos de longo prazo com os clientes, o que garante um fluxo de receita contínuo. De acordo com Testolini, no Chile a Sonda tem contratos de até 15 anos. No Brasil eles ainda estão na faixa dos três a cinco anos.

Computadores, servidores, impressoras e qualquer outro tipo de equipamento podem ser terceirizados com o pagamento feito apenas pelos recursos usados. Assim como no mundo do software como serviço, o cliente troca um custo fixo por outro variável. A atividade é um dos principais focos da Sonda no Chile. No Brasil, a empresa já terceirizou 3 mil equipamentos – um dos clientes é a rede McDonald’s. Na avaliação de Testolini, metade dos clientes da empresa adotarão o modelo nos próximos dois anos. “Depois vem o movimento de manada”, diz.

O centro da atividade ficará em um andar do prédio que a empresa está construindo no município de Santana de Paranaíba, região metropolitana de São Paulo, mas estoques avançados de equipamentos ficarão disponíveis nas unidades da empresa em 13 Estados.

O passo seguinte, avalia o executivo, é a evolução para a terceirização de processos de negócios como folha de pagamento e gestão de recursos humanos, conhecida como BPO (do inglês “business process outsourcing”). “As empresas estão começando a experimentar o modelo internamente com a criação dos centros de serviços compartilhados. O próximo passo será entregar isso para outra empresa”, diz Testolini.

A Procwork caminhava no sentido de se tornar uma fornecedora de serviços de TI quando foi vendida para a chilena Sonda em 2007. A aquisição, de R$ 230 milhões acelerou, o crescimento das atividades de serviços. De 2006 a 2008, o número de clientes no Brasil passou de 300 para 800 e o faturamento subiu de R$ 257 milhões para R$ 482 milhões. A atividade brasileira foi responsável por 43% do faturamento de US$ 650 milhões da Sonda no ano passado. “Queremos ser uma alternativa regional às grandes companhias de tecnologia e a escala é muito importante nesse processo”, diz Testolini, referindo-se à competição com IBM, Hewlett-Packard (HP) e Accenture.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a Sonda Procwork tem crescido a cada ano com uma inovação de processo e modelo de negócio que vêm dando certo. Cada vez mais a TI tem sido tratada como commodities devido ao alto grau de inovação tecnológica do setor.

”A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, sinaliza o interesse em firmar parceria com Sonda Procwork para prover e disseminar soluções a baixo custo voltada para as  empresas do Nordeste do Brasil”.

Mais informações sobre Tecnologia da Informação
  1. Teclado comum X tela de toque, a inovação tem nome: “touchscreen”
  2. Números, pesquisas e estatísticas do mercado de tecnologia da informação.
  3. Boleto digital: bancos brasileiros investem R$ 77 milhões em projeto
  4. HTML 5 ameaça padrões web como Flash e Silverlight, dizem especialistas
  5. Tecnologia da informação pode acelerar implantação de projetos habitacionais
  6. IBM investirá US$ 100 milhões em pesquisa de tecnologias móveis
  7. Área de risco será foco dos investimentos em TI no setor financeiro
  8. Projetos de Tecnologia E-Gov
Logomarca Cysneiros e Consultores Associados

Inovação: Construtora vende por R$ 500 mil 1º apartamento pelo Twitter


construtora Tecnisa Twitter

A construtora Tecnisa informou que concluiu a venda do primeiro apartamento utilizando o Twitter. O comprador, um gerente de TI que prefere não se identificar, segue a empresa no site desde janeiro deste ano e se interessou por uma promoção da companhia voltada para usuários de redes sociais.

De acordo com a Tecnisa, ao clicar num link promocional, que havia sido enviado aos mais de 500 seguidores da Tecnisa, o cliente tomou conhecimento da promoção que também oferece R$2 mil em vale-compras, além de armários e cozinhas planejados, somente para as compras geradas por meio desta forma de contato.

A oferta levou o consumidor a efetivar a compra de uma unidade de três suítes no empreendimento Verana, localizado no Alto da Lapa, em São Paulo, ao custo de R$ 500 mil.

“Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais”, comemorou o diretor de marketing da Tecnisa, Romeo Busarello.

A Tecnisa usa o Twitter (www.twitter.com/tecnisa) para divulgar lançamentos, promoções e manter contato com seus seguidores interessados em novidades do mercado imobiliário. O Twitter faz parte da estratégia on-line da Tecnisa e é complementar ao site, blog, Facebook, Orkut, Youtube, Slideshare, links patrocinados do Google, entre outros canais.