PMI-PE e CEDEPE assinam convênio beneficiando filiados


Paulo Camargo PMI e Emerson Mendes CEDEPE 

Fundado em 1989, o CEDEPE é a primeira BUSINESS SCHOOL do Nordeste com foco no treinamento de empresários e executivos em diversos segmentos de mercado. Contribui, assim, para o desenvolvimento do país através da capacitação de dirigentes públicos e privados que lidam, diariamente, com o movimento da economia globalizada. Desta forma, o CEDEPE se destaca entre as melhores escolas de negócios do país. A instituição já conquistou mais de 10 mil alunos do mais alto nível executivo, em todo Brasil.

O CEDEPE está entre as 10 melhores instituições de ensino de MBA do Brasil, segundo a Revista Você S/A.

O CEDEPE (www.cedepe.com.br) é credenciado pela Portaria do MEC nº 964 de 10 de outubro de 2007

Uma palestra com o tema
 Gerenciamento de Projetos: Transformando Metas de Planejamento Estratégico em Realidade será feita para anunciar mais detalhes/vantagens deste convênio e terá a participação de membros do PMI-PE e outros convidados. 

Evento CEDEPE PMI

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, esta parceria firmada entre o PMI-PE e o CEDEPE trará ganhos para Pernambuco e o aumento da competitividade das empresas por meio da qualificação dos empresários da região.

 

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Convênio entre Petrobras e Sebrae estimula projetos


PETROBRAS-GNL

O principal objetivo é fortalecer a competitividade no setor e trazer impactos positivos aos demais setores da economia, gerando postos de trabalho.

A Petrobras e o Sebrae-RN assinaram ontem convênio da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia no valor de R$ 1,3 milhão. A parceria atinge empresas de micro e pequeno porte do Rio Grande do Norte que estejam inseridas no setor energético.

A ação vai estimular projetos de capacitação de fornecedores, a remoção de obstáculos e o aproveitamento de oportunidades para a inserção competitiva e sustentável de empresas regionais.

O principal objetivo é fortalecer a competitividade no setor e trazer impactos positivos aos demais setores da economia, gerando postos de trabalho.

As empresas da cadeia produtiva serão beneficiadas, principalmente, com diagnóstico de oportunidades de bens e serviços; consultoria para adequação e melhoria de processos e capacitação em desenvolvimento tecnológico.

A Petrobras no RN emprega mais de 12 mil pessoas. Somente no ano passado, a empresa contratou mais de R$ 470 milhões na aquisição de bens e serviços a empresas do Estado.

As empresas interessadas em participar do projeto Cadeia Produtiva do Petróleo e Gás do RN devem procurar o escritório Sebrae ou ligar para o 0800 570 0800, segundo o superintendente Zeca Melo.

A ação está inserida no Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) voltada a participação da indústria nacional de bens e serviços, na implantação de projetos de petróleo e gás natural no Brasil e no exterior. O Prominp conta com a coordenação geral do Ministério de Minas e Energia e com a coordenação executiva da Petrobras.

O RN é o estado da federação líder em projetos de energia eólica, já superando os 1.200 MW em projetos inscritos para o leilão que acontecerá em 25 de novembro.

Ontem, o secretário de Energia e Assuntos Internacionais, Jean-Paul Prates, disse que serão selecionados os projetos que cobrem as tarifas mais baixas. Já são mais 30 projetos de parques eólicos oficialmente confirmados para o certame. O investimento será de R$ 5,4 bilhões caso toda essa capacidade seja acolhida no leilão de novembro.

Jean-Paul Prates disse que a prioridade agora é que o Governo Federal estabeleça um calendário anual de leitos para que empresas privadas possam programar seus investimentos.

Empresas investem em convênios para inovação e pesquisa


brasken fapesp

Convênios entre Fapesp e companhias como Braskem e Microsoft intensificam parcerias tecnológicas entre empresas e universidade e incentivam inserção de pesquisadores no setor produtivo.

A relação entre empresa e universidade costuma ser difícil no Brasil. Algumas iniciativas, no entanto, como a parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e companhias como a Microsoft, a Telefônica e a Braskem, começam a mudar este cenário. “Essas empresas buscam contato com a fronteira do conhecimento”, afirma Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp. “São parcerias benéficas para as empresas e para as universidades”.

A Microsoft apoia projetos como o Borboleta, da Universidade de São Paulo (USP), para uso de tecnologia sem fio por agentes de saúde, e o e-Farms, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para informatização de pequenas fazendas. “Procuramos fomentar a área de TIC (sigla de tecnologias da informação e comunicação)”, diz Rico Malvar, um carioca que é diretor-geral da divisão de pesquisas da Microsoft na sede da empresa em Redmond, nos Estados Unidos. “O desenvolvimento do setor de TIC leva uma melhora geral da condição social do País”.

Malvar trabalha há mais de 10 anos nos laboratórios da Microsoft, em Redmond. Ele ingressou na empresa com pesquisador em 1997. Como diretor-geral, é responsável por 30 grupos de pesquisa, com cerca de 300 pesquisadores. Malvar aponta que acordos como o da Fapesp são importantes para fomentar a colaboração e dar visibilidade internacional ao trabalho feito no Brasil.

O convênio com a Fapesp começou em 2007, quando a empresa disponibilizou US$ 1,5 milhão para projetos de tecnologia nas universidades. Naquele ano, foram selecionados cinco e, no ano seguinte, mais dois. “Vamos continuar investindo”, garante Malvar. Além do dinheiro, o Microsoft doa software para os projetos e coloca os pesquisadores do Brasil em contato com a Microsoft Research, na matriz.

FapespO Projeto Borboleta começou em 2006, como uma iniciativa do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP e do Centro de Saúde Escola do Butantã (CSEB), ligado à Faculdade de Medicina da USP. Seu objetivo foi criar um sistema de software para dar suporte aos programas de atendimento domiciliar do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nos dois primeiros anos, o projeto não tinha financiamento e foi desenvolvido voluntariamente por alunos de graduação”, conta Fabio Kon, professor da USP que está a frente do projeto. “Nesse período, o desenvolvimento foi bem lento”. O apoio da Microsoft permitiu o pagamento de bolsas de pesquisa para alunos de graduação, mestrado e doutorado. Atualmente, seis professores doutores, seis profissionais do centro de saúde e cerca de dez alunos desenvolvem pesquisas relacionadas ao projeto.

Foram desenvolvidos dois módulos de software. O módulo móvel funciona num computador de mão ou telefone celular inteligente, levado pelo profissional de saúde à casa do paciente do SUS. Com o aparelho, é possível coletar informações sobre o usuário na forma de texto, fotografias e relatos de áudio, entre outras formas. O módulo central roda nos servidores do centro de saúde e armazena todo o histórico de saúde dos pacientes, na forma de prontuários eletrônicos multimídia. Os programas estão em teste no centro de saúde.

A propriedade geral gerada pelos projetos apoiados pela Microsoft pertence aos pesquisadores e às universidades. “Todo o software desenvolvido é distribuído como software livre no portal do projeto”, ressalta Kon. Isso quer dizer que as pessoas podem acessar o código-fonte (linhas de programação) do software, modificá-lo e usá-lo sem o pagamento de royalties.

Com a Braskem, a Fapesp tem um convênio de R$ 50 milhões, divididos entre a empresa e a fundação, para incentivar pesquisas em processos industriais para produção de plásticos a partir de matérias-primas renováveis, como açúcar, etanol e biomassa. Com a Telefônica, o acordo prevê o uso de uma rede de fibras ópticas de 3,3 mil quilômetros para interligar instituições de pesquisa e laboratórios. Outras empresas que têm convênio com a Fapesp são a Dedini, a Padtec, a Oxiteno e a CI&T.

Segundo Brito Cruz, da Fapesp, um fator que ajuda a aproximar a empresa da universidade é a contratação de cientistas pelas empresas. No caso da Microsoft, por exemplo, a divisão de pesquisas da companhia é a responsável pelo convênio com a Fapesp.

Kon, da USP, destaca que as empresas precisam deixar de ver a universidade somente como fornecedora de mão de obra qualificada, para enxergá-la como fonte de conhecimento especializado e inovação.