O imperativo de inovação: design ágil na indústria automotiva


O software só continuará a crescer em importância à medida que a sociedade avança para veículos totalmente autônomos. Na verdade, é uma razão chave porque o design do carro está se tornando muito mais complexo do que era antes.

Design ágil

À medida que a indústria entra em um período de intenso investimento e concorrência, como nós não vimos antes, carteiras de inovação inteligente podem ajudar as equipes automotivas a projetar, engenharia, fabricação e, o mais importante, alcançar a inovação.

O setor automotivo é uma das indústrias mais importantes do mundo. Ele gasta mais de £ 66 bilhões anualmente em pesquisa e desenvolvimento, emprega cerca de 12,9 milhões de pessoas na Europa e, em mais de £ 1,3 trilhões por ano, seu valor é superado por apenas quatro economias.

Apesar do seu sucesso, o setor enfrenta desafios. O comportamento do consumidor está levando a demandas de veículos conectados, inteligentes e autônomos. Um carro moderno é uma máquina de alta tecnologia e as empresas automotivas estão ocupadas tentando reinventar nossa experiência de condução.

O software só continuará a crescer em importância à medida que avançamos para veículos totalmente autônomos. Na verdade, é uma razão chave porque o design do carro está se tornando muito mais complexo do que era antes.

> Ver também:  Conectividade: o combustível para o futuro da indústria automobilística

A corrida de armamentos tecnológicos

A indústria automotiva se encontra em uma corrida para desenvolver veículos inteligentes e, em última instância, autônomos. Na verdade, é uma razão chave porque o design do carro está se tornando muito mais complexo do que era antes.

Novas formas de trabalhar necessárias

À medida que mais veículos da próxima geração atingem as estradas, é um lembrete de que as empresas de automóveis devem simplificar os processos de desenvolvimento de veículos e encurtar os ciclos de desenvolvimento através da prototipagem de maneiras mais ágeis e eficientes.

Esta agilidade pode ser conseguida criando clones digitais de novos modelos. Esses modelos permitem que grande parte do desenvolvimento e testes ocorram no mundo virtual, acelerando assim o ciclo de design, teste e aprovação.

> Veja também: a  telemática é o futuro do seguro automóvel?

Para avançar para um ambiente de design digital, o Siemens PLM Software recomenda cinco etapas:

Criar o gêmeo digital do carro é apenas o primeiro passo. Para alcançar o melhor desenvolvimento de produtos, é importante criar uma empresa digital projetada para promover a inovação.

Mais design de folha limpa

O design de folhas limpas é uma abordagem amplamente utilizada no setor aeroespacial. As empresas aeroespaciais hospedam projetos, equipes e fornecedores em um conjunto de ferramentas modular mas integrado para reinventar todos os aspectos do avião.

Embora softwares específicos sejam usados ​​extensivamente na indústria automobilística, acreditamos que o escopo e as capacidades destes precisam ser alteradas. A razão para isso é que, com cada área de design sendo analisada, é essencial coordenar a mudança entre diferentes áreas funcionais para facilitar a complexidade.

As ferramentas devem facilitar a união de pacotes de desenvolvimento em um único projeto de produto e ambiente de simulação; criar e atualizar a documentação técnica; configurar e gerenciar contas de materiais; e coordenar pessoas e processos em direção a objetivos compartilhados.

> Veja também:  Dirigindo para frente: usando dados para salvar uma indústria automobilística sob assalto

A era do software

A sociedade está progredindo em direção a veículos totalmente autônomos e, à medida que avançamos por esse caminho, o milhão de linhas de código de software que temos agora explodirão. A segurança é uma área especialmente interessante. Desde o alerta e os sistemas de cruzamento de pistas, a indústria está se movendo em direção a aplicativos de observação de condutores mais avançados.

Por exemplo, a tecnologia portátil pode se conectar ao sistema do carro para observar os níveis de estresse e cansaço, com o veículo assumindo mais tarefas – incluindo a condução se a consciência do motorista estiver comprometida.

Além disso, no caso de um acidente, os sensores comunicarão a localização, gravidade e possíveis lesões dos ocupantes em serviços de luz azul. Esta é uma ferramenta complexa de automação e escrita, teste, modificação e monitoramento de software é uma tarefa que exige muito tempo, que deve ser simplificada para facilitar o gerenciamento de mudanças e compactar ciclos de desenvolvimento.

Integração de engenharia auxiliada por computador e design assistido por computador (CAD):  há uma necessidade crescente de alinhar atividades de análise de projeto e engenharia, além de integrar isso com testes e simulação de veículos.

Ao usar modelos digitais 1D e 3D, o tempo de prototipagem do veículo pode ser significativamente reduzido porque é impossível validar fisicamente todos os componentes, projetos e peças quando a validação do projeto acontece de forma iterativa. Ao integrar o mundo virtual e físico, podemos entender o desempenho dos componentes antes da assinatura na fabricação para ajudar a reduzir os custos de desenvolvimento de produtos e cronogramas.

> Veja também:  O presente eo futuro dos dados do carro conectado

Modelar o software: Dada a importância do software no setor automotivo, é imperativo tornar muito mais fácil criar, documentar, armazenar e executar testes em códigos.

Um ambiente de software integrado torna mais fácil o desenvolvimento e gerenciamento de software incorporado desde o início do projeto até o fim da vida e torna este processo integral ao plano geral de desenvolvimento de veículos. Isso permite o gerenciamento de implantações de software em larga escala, garantindo rastreabilidade e verificação de erros.

Execute a mudança: com a enorme quantidade de pedidos de mudança que ocorrem em um lançamento global do programa, é vital para conectar melhor os sistemas de engenharia e fabricação.
A engenharia e a fabricação devem trabalhar em conjunto para determinar qual tipo de mudanças de ferramentas e operações são necessárias para lidar com diferentes configurações de veículos.

Uma plataforma de gerenciamento de projetos digitais facilita a combinação de engenharia de produtos, engenharia de fabricação e execução de piso de loja em sistemas integrados. A visibilidade e o controle fornecidos pela união desses recursos em uma interface ajudam a reduzir a complexidade para chegar ao mercado mais rápido e garantir que, quando o produto seja lançado, os processos certos – e os controles do processo – estejam no lugar.

Complexidade e controle

Não há dúvida de que o design automotivo e a produção estão se tornando muito mais complexas. E enquanto a tecnologia, na forma de interações de software complicadas, é uma causa raiz desse desafio, tem potencial para fornecer a resposta.

> Veja também:  Gartner diz que 8,4 bilhões de “coisas” conectadas estarão em uso em 2017

Um conjunto de ferramentas coeso em todo o projeto, teste, simulação, produção e análise de execução, significa que é muito mais fácil gerenciar equipes virtuais, conter custos e automatizar e validar processos de desenvolvimento.

À medida que a indústria entra em um período de intenso investimento e concorrência, como nós não vimos antes, as carteiras de inovação inteligente podem ajudar as equipes automotivas a projetar, engenharia, fabricação e, o mais importante, alcançar a inovação.

Fonte: http://www.information-age.com/

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DESIGN THINKING PARA NEGÓCIOS


design-thinking-Cysneiros-E-Consultores-Associados-006Infográfico mostra os processos e as abordagens de como aplicar os conceitos no nosso dia a dia.

 

O design thinking ajuda na imersão e no entendimento de parâmetros e padrões essenciais para criar projetos de melhor qualidade.

Veja alguns casos práticos no infográfico abaixo.

 

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Fazer escolhas e resolver problemas. Esse é um dos principais desafios na vida de um empreendedor. Para facilitar essa tomada de decisões, muitos estão buscando a ajuda do design thinking, um conjunto de métodos e processos para lidar com obstáculos e analisar soluções. “A abordagem é focada no ser humano. Isso significa que partimos sempre do que é ‘desejado’ pela pessoa”, afirma Mônica Puoli, especialista no assunto e responsável pela Escola Design Thinking. “Procuramos descobrir as reais necessidades em vez de criar soluções ou produtos a partir de pressuposições.”

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Você também pode aplicar algumas dessas práticas à sua startup. Veja como:

Crie um ambiente adaptável
Um ambiente de trabalho baseado no modelo mental de design thinking deve se adaptar às necessidades do time no momento e não o oposto. ‘’Hoje nós nos adaptamos aos ambientes, quando o que deveria acontecer é o contrário: os ambiente deveriam facilitar os processos que acontecem ou acontecerão nele’’, diz a Mônica.

Pense com empatia
Isso significa refletir sobre suas decisões levando em consideração as perspectivas dos outros. “A maior dica aqui é despir-se dos seus pressupostos e estar disponível para o outro, para o inesperado e o acaso”, afirma Mônica. Ao gerar empatia abrimos as portas para insights poderosos, que possibilitam a criação de soluções, produtos e serviços que realmente façam sentido e impactem a vida das pessoas.

Trabalhe em conjunto
Inteligências somadas têm uma força muito maior do que cada uma delas individualmente. “Um dos pilares do design thinking é estar em uma equipe multidisciplinar que possa gerar trazer perspectivas diferentes, para depois chegar a uma solução comum”, diz Mônica.

Vá para a prática
Os adeptos do design thinking acreditam no aprendizado pela prática, ou seja, experimente transformar as suas ideias em soluções o quanto antes. ‘’Ao transpor o papel para o mundo real, evitamos os grandes erros, cometendo pequenos erros constantemente’, afirma Mônica.

People in a Meeting and Think Concepts

People in a Meeting and Think Concepts

Assim, um processo de design thinking pode ser dividido, mas não sequenciado, em:

Imersão Dividida em duas parte, preliminar e em profundidade, é quando uma equipe se aproxima de um problema, a partir das mais diversas perspectivas e pontos de vistas. A imersão preliminar é quando o problema é entendido, a partir de um enquadramento e de pesquisas, tanto de campo inicial (pesquisa exploratória) quanto de referências, locais e globais (pesquisa desk). Nessa fase, os mais diversos atores do processo são identificados, além do escopos e limites de um projeto, fornecendo insumos para a fase seguinte, a de imersão em profundidade[10] .

A imersão em profundidade inicia-se com um Projeto de Pesquisa, seguindo de uma exploração do contexto do problema, muitas vezes, utilizado técnicas emprestadas da antropologia, como entrevistas, trabalho de campo, etc. A partir dos dados coletados, cria-se cartões de insights com reflexões e conclusões geradas durante a fase de imersão, de forma a facilitar a consulta e o manuseio. Dessa formas, é possível criar insumos para a etapa de análise e síntese.

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Análise e síntese Os dados coletados na fase de imersão, organizados em cartões de insights, devem ser submetidos a uma fase de análise e síntese, de forma a serem organizadas e criar padrões identificáveis, dentro de uma lógica que permita a compreensão do problema em questão[11] . Nessa etapa, várias ferramentas podem ser usadas como cartões de insight, diagramas de afinidades (organização e agrupamento de cartões de insight com base em afinidades, similaridades, dependências ou proximidades, gerando um organograma),mapas de conceitual (visualização gráfica, construída para organizar dados coletados em trabalho de campo), critérios norteadores (diretrizes balizadores do projeto), etc.

Ideação ou ideation É a fase onde o perfil de um público alvo é definido, daqueles que serão “servidos” pelas soluções criadas, a partir de ideias inovadoras para um tema do projeto em questão. Para tal, utiliza-se como insumo a síntese criadas a partir das fases anteriores. Nessa fase, além da equipe multidisciplinar envolvida em todo o projeto, outro sujeitos são incluídos como usuários (público) e profissionais da área em questão, de forma a obter várias perspectivas e um resultado mais rico e diverso[12] .

Nessa fase, brainstormings são realizadas, além de sessões de co-criação com o público e profissionais da área, gerando ideias que serão capturadas. Aqui ideias ousadas são bem-vindas, de forma que se evita qualquer julgamento de valores. Por isso o senso crítico não pode inibir os sujeitos envolvidos, sendo promovido apenas para o debate de ideias.

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Prototipação ou prototipagem É o momento que ideias abstratas ganham conteúdo formal e material, de forma a representar a realidade capturada e propiciar a validação de todo o conteúdo apreendido. E apesar de ser apresentado como fase final do processo de design thinking, ele pode permear todo projeto, de forma a acontecer simultaneamente com a imersão, análise e síntese, e ideação[13] . Nessa fase que as soluções inovadoras devem ser criadas, criando oportunidades de negócios, no caso de uma empresa

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De acordo com Marcos Hashimoto (professor de empreendedorismo da ESPM)

Insight: Aprender com a vida alheia. Quando nos deparamos com um problema, devemos nos livrar das amarras impostas pelas soluções baseadas na forma tradicional de pensar. Os insights são descobertas que surgem repentinamente depois de um momento de reflexão e contemplação sobre a situação que queremos resolver. O insight é decorrente de muita observação do comportamento das pessoas e da forma como elas lidam com a situação problema, como improvisam, como reduzem o impacto, como contornam de diversas formas as limitações impostas. Para transformar essas observações em insights, é preciso também se colocar na pele do outro e tentar “viver” o mesmo problema. Essa empatia ajuda o design thinker a explorar as perspectivas de quem está “dentro” do problema, suas interações com o ambiente e suas limitações na visualização de caminhos inovadores.

● Mapa mental: O paradoxo entre o pensamento convergente e divergente. O design thinking é uma jornada por diferentes estados mentais. Nela, é preciso desenvolver o pensamento divergente, um modelo mental de busca de alternativas, caminhos, soluções, respostas, possibilidades que sejam, sempre que possível, criativas, lógicas, estruturadas, estranhas, factíveis, duvidosas, de todo tipo, para então explorar o pensamento convergente, no qual se usam critérios práticos para decidir entre as alternativas, comparando-as umas com as outras e testando algumas delas. Os modelos mentais são muito diferentes, e o maior desafio é considerar os dois lados do cérebro para pensar, ora de forma analítica, ora de forma sintética.

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● Prototipagem: Construindo para pensar. Um protótipo é uma versão física de um produto antes de ser fabricado. Ao fazer um protótipo, estamos pensando com as mãos, explorando fisicamente o abstrato, abrindo a mente para novas possibilidades e comparando pontos de vistas diferentes. Muitas coisas surgem a partir de um protótipo, mas não apareceriam numa versão em duas dimensões, no papel. O protótipo pode ser algo malfeito, barato, terminado rapidamente e até improvisado – o que importa é a sua capacidade de aprimorar uma ideia. Coisas intangíveis podem ser prototipadas também. O storytelling da indústria cinematográfica, as experiências simuladas nos ramos de serviços ou as maquetes de projeções do futuro para o desenvolvimento de estratégias organizacionais são bons exemplos.

● Pensamento integrativo: Tirando a ordem do meio do caos. É uma habilidade típica de pessoas que exploram ideias opostas para construir uma nova solução, ao contrário da maioria, que só leva em consideração um modelo por vez. Os pensadores integradores sabem como ampliar o escopo das questões relevantes ao problema e resistem à lógica do “isso ou aquilo” para favorecer a lógica do “isso E aquilo” e veem relações não lineares e multidirecionais como uma fonte de inspiração, não de contradição. Quem se destaca como “pensador integrativo” recebe a desordem de braços abertos, admite bem a existência da complexidade, pois consegue identificar padrões no meio da complexidade e sintetiza novas ideias a partir de fragmentos. Para isso, ele às vezes dá alguns passos atrás para conseguir ver o todo de forma contemplativa, na esperança de que seu cérebro identifique algo que se sobressaia diante da complexidade e do excesso de variáveis que compõe esse todo.
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● Pensamento visual: A ciência do guardanapo. Algumas pessoas só conseguem se expressar ou entender a partir de desenhos, gráficos, imagens ou qualquer representação visual que vá além de palavras e números. Muitas grandes ideias de hoje começaram com um esboço de um modelo em um guardanapo de papel numa conversa entre duas pessoas, regada a cerveja ou vinho. Nem é preciso saber desenhar, o importante é conceber uma imagem mental da ideia. É como se fosse uma etapa anterior à do protótipo, só que em duas dimensões apenas.

Através desse conceito e das ferramentas associadas a ele, a Ideo vem ajudando empresas a encontrar soluções para negócios, como formas de aumentar a retenção de clientes, proporcionar experiências inesquecíveis ao saborear um prato ou minimizar o risco de uma excessiva exposição de imagem corporativa. Sempre são situações e desafios que exigem que a solução vá além do óbvio e, de certa forma, surpreenda a ponto de transformar algo extremamente negativo em algo extremamente positivo. Para isso, a Ideo reúne toda a sua capacidade criativa, antes usada para desenhar novos produtos, para agora desenhar novas soluções de negócios, entre elas a forma como esses produtos são usados ou que valor representam.

Quer saber mais e desenvolver um produto ou serviço inovador utilizando o Design Thinking? Entre em contato com a Cysneiros e Consultores Associados

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Nesta reunião, será feito um diagnóstico inicial da sua empresa onde serão mapeados os principais pontos para inovar em seu negócio.

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Sebraetec apóia design de comunicação e embalagem.


Veja como uma fábrica de biscoitos e alimentos integrais no Pará soube se beneficiar do design de comunicação e embalagem.

Assista ao vídeo

Conheça a história de sucesso de Ina Pantoja, diretora geral da Vegano Vegetariano, de Belém do Pará, que foi atendida pelo programa Sebraetec.

http://tv.sebrae.com.br/media/player/2255

Embalagens e organização

Sebraetec é um programa do Sebrae criado para levar soluções de tecnologia, inovação e design para os pequenos negócios, como foi o caso da Vegano Vegetariano.

Ina Pantoja é uma empreendedora que iniciou com vendas de porta em porta, antes de ser convidada a trabalhar em um restaurante vegetariano em Belém do Pará. A partir daí, comecou a se interessar pela alimentação saudável e decidiu fabricar biscoitos.

Ela foi muito bem e melhorou ainda mais. A consultoria do Sebrae no design de comunicação no planejamento da embalagem fez o negócio iniciado pela Ina entrar em nova fase, como relata:

– “A gente recebeu a consultoria do Sebraetec. Veio um designer até aqui e conversamos bastante, fomos ajustando, trabalhando também com o custo da embalagem, procurando um design muito bom e usando materiais que puderam diminuir estes custos”.

“Como resultado, nossas embalagens transmitem uma aparência de produto bom, com produção organizada, contendo informações. Hoje temos uma marca que está sendo reconhecida, criada pelo Sebraetec”.

“Também mudamos as embalagens das caixas para transporte e conseguimos muito maior produtividade no manuseio dos produtos e no preparo para a entrega. Havia também muita perda com produtos chegando danificados ao cliente – e hoje não há mais nenhuma perda”, conta Ina.

Fonte: Sebrae Nacional

Sua empresa precisa de consultoria tecnológica?

Flammarion CysneirosEmpresas de qualquer segmento podem se beneficiar do programa.

Ao receber uma demanda da micro e pequena empresa, o Sebrae solicita aos prestadores de serviços cadastrados propostas de plano de trabalho para realizar projetos de inovação e incremento tecnológico desta empresa.

Cadastre-se: www.cysneiros.com.br

Melhore o Design do seu negócio! O Sebraetec pode apoiar sua empresa!


Conheça as áreas de Design contempladas pelo Sebraetec.

Melhorar a aparência do seu produto ou o ambiente da sua loja não tem apenas o objetivo de deixá-los mais bonitos.

No universo dos negócios, tudo, inclusive a aparência, deve estar voltado a melhorar os resultados financeiros.

O Sebraetec Design te auxilia a pensar na aparência, funcionalidade e atratividade do seu produto ou da sua empresa.

É com esse objetivo que o Sebraetec disponibiliza:

  • Adequação da fachada e ambiente interno das lojas;
  • Consultoria para desenvolvimento de marcas;
  • Desenvolvimento das embalagens;
  • Orientação para o design dos produtos ou serviços
  • Projetos de webdesign.

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Anim!Arte 2009: Festival Brasileiro de animações digitais chega a São Paulo


animarteO Anim!Arte começa no dia 16 de julho e traz 31 filmes de animação digital com aproximadamente 50 minutos de duração cada.

A escola de animações digitais, Cadritech, vai ser palco do circuito de curtas-metragens do Festival Brasileiro Estudantil de Animação, Anim!Arte. Os filmes serão exibidos a partir do dia 16 de julho.

As animações estão divididas em categorias estudantis que vão desde o nível fundamental até o superior. Trabalhos internacionais também estão inscritos na mostra cultural. Entre os curtas em destaque, estão ‘Como comer um elefante’, ‘O povo atrás do muro’ e ‘Voltage’, vencedores da categoria universitários de 2008.

O Anim!Arte também traz oficinas de animação para quem é fã dos personagens mais divertidos dos desenhos de animação 3d. A lista completa de todas as sessões está disponível no site da Cadritech.

O Anim!Arte Itinerante 2009 começa no próximo dia 16 de julho, e as inscrições são gratuitas. A sede da Cadritech fica na Rua Afonso Celso, 552, 3º andar, Vila Mariana, São Paulo.

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