Ferramenta online contribui para organização de negócio


 

A partir deste mês, as microempresas do DF contam com uma importante ferramenta para organizar os negócios. O software Acompanha-ME foi desenvolvido pelo Sebrae no Distrito Federal em parceria com empresas de tecnologia locais e permite que o empreendedor efetue um controle básico de gestão. Com o programa, o empresário passa a conhecer o resultado financeiro da empresa, avaliar ganhos e ter suporte para tomar decisões importantes.

O Acompanha-ME é um instrumento desenvolvido para auxiliar o empresário a entender as diversas etapas de gestão financeira do negócio. A ferramenta apoia o planejamento da empresa, por meio de informações financeiras como faturamento e despesas. O software permite que se faça o acompanhamento de receitas e despesas pagas e previstas, além de relatórios de consultas de informações.

O gestor da iniciativa Ricardo Robson conta que o Acompanha-ME foi desenvolvido para apoiar os empresários na gestão de receita, despesas e fluxo de caixa. “O programa é extremamente simplificado e pode ser baixado gratuitamente na página da instituição. Muitos empresários ainda não têm o hábito de gerir as informações e não utilizam planilhas, cadernetas ou mesmo controles manuais”, disse. Para ter acesso, o empreendedor precisa preencher uma ficha cadastral no site da instituição.

O gestor conta que o sistema possibilita o controle mês a mês das contas de água, energia, condomínio, pagamento de fornecedores e das taxas de juros bancários. “As informações ficam armazenadas de maneira mais estruturada e ágil”. Ricardo completa que o arquivo é executável em qualquer computador.

 

Fonte: Revista PEGN

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Feira do Empreendedor 2012: Palestras espaço do Conhecimento e Inovação


Data e Hora Tema Consultor palestrante
Qua. 17 11h – 13h – Design e inovação Luciene Torres
15h – 17h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
17h – 19h – Inovação – A porta para um novo posicionamento de mercado. Fernanda Muniz
19h – 21h – Estratégias empresariais Silvio Oliveira
Qui. 18 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Flammarion Cysneiros
17h – 19h – Por que Inovar? Fernanda Muniz
19h – 21h – Venda e Inovação Aloísio Dias
Sex.19 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Celso Perez
19h – 21h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
Sab. 20 11h – 13h – Estratégias Empresariais Silvio Oliveira
15h – 17h – Internacionalização de empresas e inovação Erica Piros Kovacs
19h – 21h – Design e Inovação Luciene Torres

Mais informações: http://www.feiradoempreendedorpe.com.br

Mundial de 2014 e oportunidades para Pernambuco


 

O Programa Sebrae 2014 recebe o Encontro Sebrae de Negócios, no próximo dia 12 de setembro, quarta-feira, no Mar Hotel.

O Programa apóia micro e pequenas empresas, além dos empreendedores individuais a tornarem-se mais competitivos para os grandes eventos esportivos no país.

“No Recife, as oportunidades mapeadas são referentes às áreas de Tecnologia da Informação; Têxtil e Vestuário; Turismo; Produção Associada ao Turismo; Comércio Varejista; Agronegócios; Construção Civil; e Serviços.”.

http://migre.me/aDOWx

Sua Empresa na Economia Digital!


O Ciclo MPE.net é um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

A cidade de Macapá faz parte deste ciclo e quer ajudar os empresários locais a aumentar a participação na economia digital. Confira a programação e participe!

MANHÃ
9h30 às 12h15

•09h30 Credenciamento
•9h45 Abertura: CORREIOS e SEBRAE

Infraestrutura e Conectividade

•10h00 Soluções de Publicidade Online – Terra
•10h45 Bolsa de Negócios do Sebrae
•11h30 Provedor de Serviços de Pagamento -CobreBem

12h15/ 13h30 – Intervalo Almoço

TARDE
13h30 às 15h30

Meios de Pagamento On-line, Logística e Controle de Riscos

•13h30 Gestão de riscos e vendas com Cartão de Crédito – ClearSale
•14h15 Logística Global para o Comércio Eletrônico – Correios
•15h00 Vendas pela Internet – Marketing Digital – Finisart/Agiste

15h30 – PERGUNTAS E ENCERRAMENTO

Endereço: Av. Ernestino Borges, 740, Julião Ramos, CEP 68908-198 Macapá – Amapá

Faça aqui sua inscrição

Sócio: parceiro ou inimigo?


Sócios

Cada dia mais pessoas decidem pela independência e pelo rompimento das amarras do mundo corporativo e para isso proclamam a liberdade constituindo um negócio próprio. Nem sempre, porém, o negócio é iniciado de forma totalmente independente.

Para suportar a pressão e responder com qualidade a tantas exigências, muitos empresários optam por criar parcerias a fim de dividir o ônus da carga horária estendida e do investimento necessário para a constituição e consolidação de uma empresa.

Ou seja, ocorre a instituição de acionistas no caso das grandes corporações e dos sócios nas pequenas e médias empresas.

Mas o dia-a-dia das organizações mostra que essa união nem sempre resulta em facilitação dos processos, ganho financeiro ou incremento de qualidade de vida. Normalmente nos negócios de pequeno e médio porte, a figura do sócio, surge no intuito de suprir uma carência do empreendedor e não da empresa. Eis aqui o início do equívoco e de um possível e previsível problema futuro.

Já não acontece o mesmo, quando a sociedade ocorre pela necessidade de experiências distintas dentro de um ambiente empresarial, nesse caso os sócios contribuem de forma consistente em prol da empresa, como por exemplo, em uma sociedade onde um empreendedor tem o know-how produtivo e outro o comercial.

De qualquer forma, por melhor que sejam os planos da nova sociedade, as oportunidades de mercado e por mais afinados que estejam os sócios, as turbulências aparecerão com o passar do tempo, elas são inevitáveis, só não é possível prever a intensidade delas.

Histórias de golpe, roubos e de má fé deliberada circundam o meio empresarial e tornam-se um trauma permanente na cabeça das pessoas envolvidas em um negócio.

O estresse, o medo e a insegurança somados as histórias do mercado, transformam o parceiro em inimigo e a sociedade estável em terreno minado permanente.

O tempo e esforços antes dedicados aos clientes, desenvolvimento de fornecedores, financeiro e marketing podem se reverter à vigília e a investigação das ações do sócio.

Em algumas situações, a paranoia pode tomar conta das partes e o mal-estar está criado.

Ambiente corporativo hostil, desatenção às necessidades da empresa e falta de comunicação entre os sócios resultam em enfraquecimento do negócio e por vezes a falência total.

Amizade e negócios nem sempre caminham juntos. As semelhanças e preferências que unem os amigos em uma mesa de bar ou na vida social, nem sempre são as mesmas necessárias para a constituição de uma sociedade. Família e negócios é a combinação mais delicada dentro de uma empresa. Quem tem autoridade sobre quem?

As tarefas estarão suficientemente divididas a fim de evitar conflitos? As partes envolvidas na sociedade terão maturidade profissional suficiente para separar o ambiente corporativo do familiar?

Pensar no produto, no mercado, no cliente, na demanda e no preço final é necessário para o planejamento do negócio, agora “acertar” o sócio é fundamental para manter o equilíbrio, a paz e a consistência da empresa em busca do sucesso.

Sociedade é como o casamento na vida pessoal: quando não está bem é necessário conversar, expor e entender as dificuldades, exigir e ao mesmo tempo ceder e por fim, na falta de um acordo comum, a separação se torna necessária para evitar o litígio prolongado e a provável falência do negócio. Referências como confiança e lealdade devem reger uma sociedade. Se houver a perda da referência, o melhor é perder o sócio também.

Cresce empreendedorismo por oportunidade


empreendedorismo por oportunidade

Para especialistas, motivação para o setor indica qualificação.

Empreendimentos brasileiros motivados por oportunidades, pela primeira vez, superaram a criação de novos negócios por necessidade. A mudança da motivação ao empreendedorismo no Brasil ficou comprovada na nona edição do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) desenvolvida pelo IBPQ (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade) em parceria com o SEBRAE (Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas). O estudo mostrou que, em 2008, de cada brasileiro que abriu sua empresa por necessidade, dois fizeram por oportunidade.

Com cerca de 9,78 milhões de pessoas apostando no setor por vislumbrar uma brecha no mercado, a taxa de empreendimentos por oportunidade alcançou 8,03%. Já o índice das pessoas que empreendem para sobreviver, que mobiliza no País 4,81 milhões de brasileiros, atingiu 3,95%. Os dados rompem com a tradição que já perdurava mais de oito anos. “Em 2001, a proporção era de 8,5 empreendimentos por necessidade, contra 5,7 negócios por oportunidades”, compara o gerente do SEBRAE, Enio Pinto.

Apesar de o índice ainda estar muito aquém do registrado em países desenvolvidos, Pinto assegura um avanço significativo no desenvolvimento do empreendedorismo brasileiro. “Nos Estados Unidos, há 6,86 empreendedores por oportunidade para cada um por necessidade”, cita ele. Na França, a proporção é ainda maior: há 8,35 franceses que abrem um negócio pela oportunidade para um que o faz por necessidade.

Na opinião do gerente do SEBRAE, essa mudança demonstra um amadurecimento dos empreendedores brasileiros. “Há também um reconhecimento do setor, como uma alternativa produtiva e rentável ao tradicional emprego de carteira assinada”, acredita. Para Pinto, esse prestígio também está sendo incorporado nas teorias econômicas. “Muitos especialistas, inclusive, já apontam o empreendedor como força motora da propriedade econômica”, completa.

O aumento da abertura de negócios por oportunidade, segundo o economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Marcelo Néri, é reflexo de uma possível melhora na qualidade do empreendedorismo no Brasil. “Essa motivação favorece a prática de empreendimentos mais planejados e consistentes”, enfatiza.

Assim como Neri, o diretor técnico do SEBRAE, Luiz Carlos Barboza, também aposta na melhora do setor e relaciona essa tendência à situação favorável da macroeconomia e, ainda, ao aumento de políticas públicas e privadas voltadas à capacitação dos futuros empreendedores brasileiros. “Mas há ainda muito que se fazer para que alcancemos os índices internacionais”, acredita.

Ranking mundial

Apesar dos resultados positivos do setor, a abertura de novos negócios no Brasil sofreu leve queda em 2008. A taxa de empresas iniciais no País, segundo GEM 2008, caiu de 12,72%, em 2007, para 12,02%, em 2008. O panorama brasileiro rendeu ainda a queda de quatro posições no ranking mundial de empreendedorismo. Saltou da nona para a 13ª colocação.

Pela primeira vez desde que a pesquisa foi iniciada no Brasil, em 2001, o País ficou fora do grupo das nações com maiores taxas de empreendedores. “O fato não está necessariamente relacionado à piora do desenvolvimento do setor brasileiro”, enfatiza o analista GEM/IBQP, Paulo Bastos Jr.. De acordo com ele, a mudança se deve principalmente à inclusão de sete países no conjunto de participantes da pesquisa GEM 2008. “Entre os novos pesquisados estão Angola, Macedônia e Egito, que estão entre os dez primeiros lugares da lista”, completa.

as, a posição da atividade empreendedora brasileira se analisada sob a ótica dos países que integram o G-20 – grupo das 20 maiores economias do mundo – é mais significativa. Com o recorte comparativo, o Brasil fica na terceira colocação, perdendo apenas da Argentina e do México. Entre os argentinos a taxa de empresas iniciais é de 16,5%, contra o índice de 13,1% conquistado pelos mexicanos. A Rússia registrou o menor rendimento, com 3,49% da população realizando alguma atividade empreendedora.

De cada 100 brasileiros em idade adulta, 12 realizam alguma atividade empreendedora. Essa proporção, segundo Pinto, é próxima à média histórica que o Brasil alcançou nos últimos oito anos. De 2001 a 2008, a taxa de empreendedores em estágio inicial média brasileira foi de 12,72%, que de acordo com a pesquisa foi 75% mais alta do que a média de todos os outros países participantes do estudo. “Isso demonstra a estabilidade que o setor vem conquistando. Além do mais, comprova que o empreendedorismo já faz parte do perfil do país”, diz o gerente do SEBRAE.

Qualidade x quantidade

A relação quantitativa, no entanto, ainda gera muitas polêmicas em relação a sua verdadeira contribuição. “Nem sempre, os índices de crescimento quantitativo do setor se refere a uma qualidade”, alerta Néri. Segundo ele, a grande maioria dos países que possuem grandes índices de pobreza chefia os rankings de empreendedorismo. “A Bolívia, por exemplo, além da liderança na pesquisa, assume a mesma posição nos estudos sobre informalidade”, cita.

Na opinião do economista, na maioria das vezes, o empreendedorismo é uma alternativa à pobreza. “Quando há a opção, os brasileiros ainda escolhem o caminho da carteira assinada”, acredita. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil está na 52ª colocação entre os países que possuem o maior número de pessoas que pretendem abrir um negócio nos próximos 12 meses. “Nessa pesquisa foram consideradas 100 nações”, alerta Néri.

A relação da pobreza com o empreendedorismo também pode ser vista no cenário nacional. “O estado que mais empreende é o Piauí. São Paulo e o Distrito Federal – mais desenvolvidos – aparecem no fim lista”, aponta Néri. “O empreendedorismo é um bom recurso para o combate da pobreza de um país”, acrescenta.

A proporção de novos negócios no país, segundo ele, deve ser ainda maior com a crise. “Com o aumento do desemprego, muitas pessoas vão acabar demandando nessa direção”, acredita Néri, que afirma não ser uma solução boa para o setor. “Não que o vínculo do empreendedorismo com a pobreza seja ruim. Isso porque o crescimento quantitativo por si só não é bom, ele precisa estar acompanhado do desenvolvimento qualitativo.”

Para que haja a combinação entre qualitativo e quantitativo, o economista recomenda três estratégias: “Não é preciso proteger o pobre do mercado, mas dar acesso a eles aos mercados. É preciso ainda ter boas condições de financiamento para microempreendimentos e, por fim, investir na educação dos futuros empreendedores brasileiros”, pontua Néri. “Esse é o passaporte para a entrada no mercado”, completa.

Dados preocupantes

O empreendedorismo, que está em fase de desenvolvimento no país, ainda precisa enfrentar alguns desafios para conseguir crescer mais e conquistar os patamares esperados. Dentre esses desafios, o GEM 2008 aponta a inovação, que parece estar longe de se tornar uma realidade nas empresas brasileiras.

Apesar de 68% dos empreendedores acreditarem na importância de lançamentos inovadores, apenas 3,3% dos entrevistados dizem que seus produtos trazem alguma novidade para seus potenciais consumidores. “O que comprova que os brasileiros querem inovação, mas que as empresas não conseguem atendê-lo”, diz Pinto.

Entre os países que participaram da pesquisa em 2008, o Brasil possui uma das mais baixas taxas de lançamentos novos e de uso de tecnologias disponíveis há menos de um ano no mercado. Considerando os empreendimentos iniciais, o Brasil ocupa o 42º lugar, ou seja, a penúltima colocação no ranking. Quando avaliados os negócios estabelecidos, o Brasil pula para a 38ª colocação.

A situação brasileira é bastante precária, inclusive se comprada à dos países vizinhos. No Chile, 36,4% dos empreendimentos iniciais lançam produtos. A Argentina e o Uruguai mantêm o índice de 30%, enquanto o Peru atinge 29%. Para os empreendimentos já estabelecidos, as posições se alteram, mas todas essas nações permanecem à frente do Brasil. O Chile ocupa a primeira posição da pesquisa, com 37% de empreendedores lançando produtos novos. A Argentina tem 28% e o Peru, 21%.

O intra-empreendedorismo – conceito relacionado aos funcionários que adotam atitudes empreendedoras na empresa em que atuam – também é outro fator preocupante. A característica, já valorizada pelo mercado de trabalho, ainda é muito incipiente no Brasil. Segundo a pesquisa, apenas 0,6% dos brasileiros afirmam ter uma atitude intra-empreendedora.

De acordo com o presidente do SEBRAE, Paulo Okamotto, esse é um dos principais objetivos da pesquisa. “Precisamos, sim, traçar um Raio-X do empreendedorismo no Brasil. Só assim será possível traçar políticas públicas que favoreçam o real desenvolvimento do setor”, afirma. O próximo passo, segundo ele, é que os diversos agentes do universo empreendedor se unam para atacar todas as deficiências constatadas. “Tanto o SEBRAE, como o governo e as instituições que atuam com micro e pequenas empresas precisam trabalhar para disseminar a cultura da inovação para os empreendedores e empregados”, orienta.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
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Empresas e Mercado


Resultado da HTC

taiwanesa HTCA taiwanesa HTC, quarta maior fabricante de smartphones do mundo, anunciou ontem um lucro melhor que o esperado no segundo trimestre, em parte por causa de uma linha de novos produtos que ajudou a protegê-la da crise econômica.

A HTC informou que obteve um lucro líquido de 6,49 bilhões de dólares taiwaneses (US$ 197,1 milhões) no trimestre encerrado em junho, quantia 2% menor em relação ao mesmo período de 2008, mas superior às expectativas de analistas de 5,74 bilhões de dólares taiwaneses.

A HTC foi a primeira companhia a lançar um smartphone que utiliza o sistema operacional Android, do Google, iniciativa que alguns analistas dizem ter dado à empresa uma vantagem frente às concorrentes em um setor altamente competitivo. As informações são da Reuters.

Aplicativos on-line

Research In Motion RIMA Research In Motion (RIM) duplicou o número de programas disponíveis on-line para seus telefones BlackBerry e vai abrir sua loja virtual a mais clientes estrangeiros, em sua luta para atrair os usuários dos modelos concorrentes, como o iPhone, da Apple.

A App World, da RIM, tem atualmente 2 mil aplicativos, que estarão disponíveis este mês aos usuários de Itália, França, Alemanha e Espanha, disse Jeff McDonwell, vice- presidente de alianças mundiais. A empresa também oferecerá acesso em países como Brasil e Índia nos próximos meses.

A RIM abriu a App World em abril para clientes canadenses, americanos e britânicos com cerca de mil aplicativos, a fim de aumentar sua atratividade diante dos consumidores e de competir com o iPhone. As informações são da Bloomberg.

Carrefour e IBM

Carrefour e IBMO Carrefour assinou um contrato de € 180 milhões com a IBM , válido por cinco anos.

A empresa vai assumir a gestão, atualização e manutenção da infraestrutura de tecnologia da informação (TI) do Carrefour na França. Todo o sistema de TI da varejista ficará hospedado no centro de dados da IBM na cidade de Montpellier, segundo informou a Bloomberg.