Ferramenta online contribui para organização de negócio


 

A partir deste mês, as microempresas do DF contam com uma importante ferramenta para organizar os negócios. O software Acompanha-ME foi desenvolvido pelo Sebrae no Distrito Federal em parceria com empresas de tecnologia locais e permite que o empreendedor efetue um controle básico de gestão. Com o programa, o empresário passa a conhecer o resultado financeiro da empresa, avaliar ganhos e ter suporte para tomar decisões importantes.

O Acompanha-ME é um instrumento desenvolvido para auxiliar o empresário a entender as diversas etapas de gestão financeira do negócio. A ferramenta apoia o planejamento da empresa, por meio de informações financeiras como faturamento e despesas. O software permite que se faça o acompanhamento de receitas e despesas pagas e previstas, além de relatórios de consultas de informações.

O gestor da iniciativa Ricardo Robson conta que o Acompanha-ME foi desenvolvido para apoiar os empresários na gestão de receita, despesas e fluxo de caixa. “O programa é extremamente simplificado e pode ser baixado gratuitamente na página da instituição. Muitos empresários ainda não têm o hábito de gerir as informações e não utilizam planilhas, cadernetas ou mesmo controles manuais”, disse. Para ter acesso, o empreendedor precisa preencher uma ficha cadastral no site da instituição.

O gestor conta que o sistema possibilita o controle mês a mês das contas de água, energia, condomínio, pagamento de fornecedores e das taxas de juros bancários. “As informações ficam armazenadas de maneira mais estruturada e ágil”. Ricardo completa que o arquivo é executável em qualquer computador.

 

Fonte: Revista PEGN

Feira do Empreendedor 2012: Palestras espaço do Conhecimento e Inovação


Data e Hora Tema Consultor palestrante
Qua. 17 11h – 13h – Design e inovação Luciene Torres
15h – 17h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
17h – 19h – Inovação – A porta para um novo posicionamento de mercado. Fernanda Muniz
19h – 21h – Estratégias empresariais Silvio Oliveira
Qui. 18 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Flammarion Cysneiros
17h – 19h – Por que Inovar? Fernanda Muniz
19h – 21h – Venda e Inovação Aloísio Dias
Sex.19 11h – 13h – Inovar para competir Eugênia Miranda
15h – 17h – Como sua empresa pode inovar nas redes sociais Celso Perez
19h – 21h – Tecnologia e gestão da inovação Celso Perez
Sab. 20 11h – 13h – Estratégias Empresariais Silvio Oliveira
15h – 17h – Internacionalização de empresas e inovação Erica Piros Kovacs
19h – 21h – Design e Inovação Luciene Torres

Mais informações: http://www.feiradoempreendedorpe.com.br

Mundial de 2014 e oportunidades para Pernambuco


 

O Programa Sebrae 2014 recebe o Encontro Sebrae de Negócios, no próximo dia 12 de setembro, quarta-feira, no Mar Hotel.

O Programa apóia micro e pequenas empresas, além dos empreendedores individuais a tornarem-se mais competitivos para os grandes eventos esportivos no país.

“No Recife, as oportunidades mapeadas são referentes às áreas de Tecnologia da Informação; Têxtil e Vestuário; Turismo; Produção Associada ao Turismo; Comércio Varejista; Agronegócios; Construção Civil; e Serviços.”.

http://migre.me/aDOWx

Sua Empresa na Economia Digital!


O Ciclo MPE.net é um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

A cidade de Macapá faz parte deste ciclo e quer ajudar os empresários locais a aumentar a participação na economia digital. Confira a programação e participe!

MANHÃ
9h30 às 12h15

•09h30 Credenciamento
•9h45 Abertura: CORREIOS e SEBRAE

Infraestrutura e Conectividade

•10h00 Soluções de Publicidade Online – Terra
•10h45 Bolsa de Negócios do Sebrae
•11h30 Provedor de Serviços de Pagamento -CobreBem

12h15/ 13h30 – Intervalo Almoço

TARDE
13h30 às 15h30

Meios de Pagamento On-line, Logística e Controle de Riscos

•13h30 Gestão de riscos e vendas com Cartão de Crédito – ClearSale
•14h15 Logística Global para o Comércio Eletrônico – Correios
•15h00 Vendas pela Internet – Marketing Digital – Finisart/Agiste

15h30 – PERGUNTAS E ENCERRAMENTO

Endereço: Av. Ernestino Borges, 740, Julião Ramos, CEP 68908-198 Macapá – Amapá

Faça aqui sua inscrição

Sócio: parceiro ou inimigo?


Sócios

Cada dia mais pessoas decidem pela independência e pelo rompimento das amarras do mundo corporativo e para isso proclamam a liberdade constituindo um negócio próprio. Nem sempre, porém, o negócio é iniciado de forma totalmente independente.

Para suportar a pressão e responder com qualidade a tantas exigências, muitos empresários optam por criar parcerias a fim de dividir o ônus da carga horária estendida e do investimento necessário para a constituição e consolidação de uma empresa.

Ou seja, ocorre a instituição de acionistas no caso das grandes corporações e dos sócios nas pequenas e médias empresas.

Mas o dia-a-dia das organizações mostra que essa união nem sempre resulta em facilitação dos processos, ganho financeiro ou incremento de qualidade de vida. Normalmente nos negócios de pequeno e médio porte, a figura do sócio, surge no intuito de suprir uma carência do empreendedor e não da empresa. Eis aqui o início do equívoco e de um possível e previsível problema futuro.

Já não acontece o mesmo, quando a sociedade ocorre pela necessidade de experiências distintas dentro de um ambiente empresarial, nesse caso os sócios contribuem de forma consistente em prol da empresa, como por exemplo, em uma sociedade onde um empreendedor tem o know-how produtivo e outro o comercial.

De qualquer forma, por melhor que sejam os planos da nova sociedade, as oportunidades de mercado e por mais afinados que estejam os sócios, as turbulências aparecerão com o passar do tempo, elas são inevitáveis, só não é possível prever a intensidade delas.

Histórias de golpe, roubos e de má fé deliberada circundam o meio empresarial e tornam-se um trauma permanente na cabeça das pessoas envolvidas em um negócio.

O estresse, o medo e a insegurança somados as histórias do mercado, transformam o parceiro em inimigo e a sociedade estável em terreno minado permanente.

O tempo e esforços antes dedicados aos clientes, desenvolvimento de fornecedores, financeiro e marketing podem se reverter à vigília e a investigação das ações do sócio.

Em algumas situações, a paranoia pode tomar conta das partes e o mal-estar está criado.

Ambiente corporativo hostil, desatenção às necessidades da empresa e falta de comunicação entre os sócios resultam em enfraquecimento do negócio e por vezes a falência total.

Amizade e negócios nem sempre caminham juntos. As semelhanças e preferências que unem os amigos em uma mesa de bar ou na vida social, nem sempre são as mesmas necessárias para a constituição de uma sociedade. Família e negócios é a combinação mais delicada dentro de uma empresa. Quem tem autoridade sobre quem?

As tarefas estarão suficientemente divididas a fim de evitar conflitos? As partes envolvidas na sociedade terão maturidade profissional suficiente para separar o ambiente corporativo do familiar?

Pensar no produto, no mercado, no cliente, na demanda e no preço final é necessário para o planejamento do negócio, agora “acertar” o sócio é fundamental para manter o equilíbrio, a paz e a consistência da empresa em busca do sucesso.

Sociedade é como o casamento na vida pessoal: quando não está bem é necessário conversar, expor e entender as dificuldades, exigir e ao mesmo tempo ceder e por fim, na falta de um acordo comum, a separação se torna necessária para evitar o litígio prolongado e a provável falência do negócio. Referências como confiança e lealdade devem reger uma sociedade. Se houver a perda da referência, o melhor é perder o sócio também.

Cresce empreendedorismo por oportunidade


empreendedorismo por oportunidade

Para especialistas, motivação para o setor indica qualificação.

Empreendimentos brasileiros motivados por oportunidades, pela primeira vez, superaram a criação de novos negócios por necessidade. A mudança da motivação ao empreendedorismo no Brasil ficou comprovada na nona edição do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) desenvolvida pelo IBPQ (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade) em parceria com o SEBRAE (Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas). O estudo mostrou que, em 2008, de cada brasileiro que abriu sua empresa por necessidade, dois fizeram por oportunidade.

Com cerca de 9,78 milhões de pessoas apostando no setor por vislumbrar uma brecha no mercado, a taxa de empreendimentos por oportunidade alcançou 8,03%. Já o índice das pessoas que empreendem para sobreviver, que mobiliza no País 4,81 milhões de brasileiros, atingiu 3,95%. Os dados rompem com a tradição que já perdurava mais de oito anos. “Em 2001, a proporção era de 8,5 empreendimentos por necessidade, contra 5,7 negócios por oportunidades”, compara o gerente do SEBRAE, Enio Pinto.

Apesar de o índice ainda estar muito aquém do registrado em países desenvolvidos, Pinto assegura um avanço significativo no desenvolvimento do empreendedorismo brasileiro. “Nos Estados Unidos, há 6,86 empreendedores por oportunidade para cada um por necessidade”, cita ele. Na França, a proporção é ainda maior: há 8,35 franceses que abrem um negócio pela oportunidade para um que o faz por necessidade.

Na opinião do gerente do SEBRAE, essa mudança demonstra um amadurecimento dos empreendedores brasileiros. “Há também um reconhecimento do setor, como uma alternativa produtiva e rentável ao tradicional emprego de carteira assinada”, acredita. Para Pinto, esse prestígio também está sendo incorporado nas teorias econômicas. “Muitos especialistas, inclusive, já apontam o empreendedor como força motora da propriedade econômica”, completa.

O aumento da abertura de negócios por oportunidade, segundo o economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Marcelo Néri, é reflexo de uma possível melhora na qualidade do empreendedorismo no Brasil. “Essa motivação favorece a prática de empreendimentos mais planejados e consistentes”, enfatiza.

Assim como Neri, o diretor técnico do SEBRAE, Luiz Carlos Barboza, também aposta na melhora do setor e relaciona essa tendência à situação favorável da macroeconomia e, ainda, ao aumento de políticas públicas e privadas voltadas à capacitação dos futuros empreendedores brasileiros. “Mas há ainda muito que se fazer para que alcancemos os índices internacionais”, acredita.

Ranking mundial

Apesar dos resultados positivos do setor, a abertura de novos negócios no Brasil sofreu leve queda em 2008. A taxa de empresas iniciais no País, segundo GEM 2008, caiu de 12,72%, em 2007, para 12,02%, em 2008. O panorama brasileiro rendeu ainda a queda de quatro posições no ranking mundial de empreendedorismo. Saltou da nona para a 13ª colocação.

Pela primeira vez desde que a pesquisa foi iniciada no Brasil, em 2001, o País ficou fora do grupo das nações com maiores taxas de empreendedores. “O fato não está necessariamente relacionado à piora do desenvolvimento do setor brasileiro”, enfatiza o analista GEM/IBQP, Paulo Bastos Jr.. De acordo com ele, a mudança se deve principalmente à inclusão de sete países no conjunto de participantes da pesquisa GEM 2008. “Entre os novos pesquisados estão Angola, Macedônia e Egito, que estão entre os dez primeiros lugares da lista”, completa.

as, a posição da atividade empreendedora brasileira se analisada sob a ótica dos países que integram o G-20 – grupo das 20 maiores economias do mundo – é mais significativa. Com o recorte comparativo, o Brasil fica na terceira colocação, perdendo apenas da Argentina e do México. Entre os argentinos a taxa de empresas iniciais é de 16,5%, contra o índice de 13,1% conquistado pelos mexicanos. A Rússia registrou o menor rendimento, com 3,49% da população realizando alguma atividade empreendedora.

De cada 100 brasileiros em idade adulta, 12 realizam alguma atividade empreendedora. Essa proporção, segundo Pinto, é próxima à média histórica que o Brasil alcançou nos últimos oito anos. De 2001 a 2008, a taxa de empreendedores em estágio inicial média brasileira foi de 12,72%, que de acordo com a pesquisa foi 75% mais alta do que a média de todos os outros países participantes do estudo. “Isso demonstra a estabilidade que o setor vem conquistando. Além do mais, comprova que o empreendedorismo já faz parte do perfil do país”, diz o gerente do SEBRAE.

Qualidade x quantidade

A relação quantitativa, no entanto, ainda gera muitas polêmicas em relação a sua verdadeira contribuição. “Nem sempre, os índices de crescimento quantitativo do setor se refere a uma qualidade”, alerta Néri. Segundo ele, a grande maioria dos países que possuem grandes índices de pobreza chefia os rankings de empreendedorismo. “A Bolívia, por exemplo, além da liderança na pesquisa, assume a mesma posição nos estudos sobre informalidade”, cita.

Na opinião do economista, na maioria das vezes, o empreendedorismo é uma alternativa à pobreza. “Quando há a opção, os brasileiros ainda escolhem o caminho da carteira assinada”, acredita. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil está na 52ª colocação entre os países que possuem o maior número de pessoas que pretendem abrir um negócio nos próximos 12 meses. “Nessa pesquisa foram consideradas 100 nações”, alerta Néri.

A relação da pobreza com o empreendedorismo também pode ser vista no cenário nacional. “O estado que mais empreende é o Piauí. São Paulo e o Distrito Federal – mais desenvolvidos – aparecem no fim lista”, aponta Néri. “O empreendedorismo é um bom recurso para o combate da pobreza de um país”, acrescenta.

A proporção de novos negócios no país, segundo ele, deve ser ainda maior com a crise. “Com o aumento do desemprego, muitas pessoas vão acabar demandando nessa direção”, acredita Néri, que afirma não ser uma solução boa para o setor. “Não que o vínculo do empreendedorismo com a pobreza seja ruim. Isso porque o crescimento quantitativo por si só não é bom, ele precisa estar acompanhado do desenvolvimento qualitativo.”

Para que haja a combinação entre qualitativo e quantitativo, o economista recomenda três estratégias: “Não é preciso proteger o pobre do mercado, mas dar acesso a eles aos mercados. É preciso ainda ter boas condições de financiamento para microempreendimentos e, por fim, investir na educação dos futuros empreendedores brasileiros”, pontua Néri. “Esse é o passaporte para a entrada no mercado”, completa.

Dados preocupantes

O empreendedorismo, que está em fase de desenvolvimento no país, ainda precisa enfrentar alguns desafios para conseguir crescer mais e conquistar os patamares esperados. Dentre esses desafios, o GEM 2008 aponta a inovação, que parece estar longe de se tornar uma realidade nas empresas brasileiras.

Apesar de 68% dos empreendedores acreditarem na importância de lançamentos inovadores, apenas 3,3% dos entrevistados dizem que seus produtos trazem alguma novidade para seus potenciais consumidores. “O que comprova que os brasileiros querem inovação, mas que as empresas não conseguem atendê-lo”, diz Pinto.

Entre os países que participaram da pesquisa em 2008, o Brasil possui uma das mais baixas taxas de lançamentos novos e de uso de tecnologias disponíveis há menos de um ano no mercado. Considerando os empreendimentos iniciais, o Brasil ocupa o 42º lugar, ou seja, a penúltima colocação no ranking. Quando avaliados os negócios estabelecidos, o Brasil pula para a 38ª colocação.

A situação brasileira é bastante precária, inclusive se comprada à dos países vizinhos. No Chile, 36,4% dos empreendimentos iniciais lançam produtos. A Argentina e o Uruguai mantêm o índice de 30%, enquanto o Peru atinge 29%. Para os empreendimentos já estabelecidos, as posições se alteram, mas todas essas nações permanecem à frente do Brasil. O Chile ocupa a primeira posição da pesquisa, com 37% de empreendedores lançando produtos novos. A Argentina tem 28% e o Peru, 21%.

O intra-empreendedorismo – conceito relacionado aos funcionários que adotam atitudes empreendedoras na empresa em que atuam – também é outro fator preocupante. A característica, já valorizada pelo mercado de trabalho, ainda é muito incipiente no Brasil. Segundo a pesquisa, apenas 0,6% dos brasileiros afirmam ter uma atitude intra-empreendedora.

De acordo com o presidente do SEBRAE, Paulo Okamotto, esse é um dos principais objetivos da pesquisa. “Precisamos, sim, traçar um Raio-X do empreendedorismo no Brasil. Só assim será possível traçar políticas públicas que favoreçam o real desenvolvimento do setor”, afirma. O próximo passo, segundo ele, é que os diversos agentes do universo empreendedor se unam para atacar todas as deficiências constatadas. “Tanto o SEBRAE, como o governo e as instituições que atuam com micro e pequenas empresas precisam trabalhar para disseminar a cultura da inovação para os empreendedores e empregados”, orienta.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, a inovação gera capital intelectual e tecnológico, e é o catalizador dos países emergentes na economia mundial .

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, e capacita empresas a investirem cada vez mais em projetos inovadores e de alto valor competitivo.
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Empresas e Mercado


Resultado da HTC

taiwanesa HTCA taiwanesa HTC, quarta maior fabricante de smartphones do mundo, anunciou ontem um lucro melhor que o esperado no segundo trimestre, em parte por causa de uma linha de novos produtos que ajudou a protegê-la da crise econômica.

A HTC informou que obteve um lucro líquido de 6,49 bilhões de dólares taiwaneses (US$ 197,1 milhões) no trimestre encerrado em junho, quantia 2% menor em relação ao mesmo período de 2008, mas superior às expectativas de analistas de 5,74 bilhões de dólares taiwaneses.

A HTC foi a primeira companhia a lançar um smartphone que utiliza o sistema operacional Android, do Google, iniciativa que alguns analistas dizem ter dado à empresa uma vantagem frente às concorrentes em um setor altamente competitivo. As informações são da Reuters.

Aplicativos on-line

Research In Motion RIMA Research In Motion (RIM) duplicou o número de programas disponíveis on-line para seus telefones BlackBerry e vai abrir sua loja virtual a mais clientes estrangeiros, em sua luta para atrair os usuários dos modelos concorrentes, como o iPhone, da Apple.

A App World, da RIM, tem atualmente 2 mil aplicativos, que estarão disponíveis este mês aos usuários de Itália, França, Alemanha e Espanha, disse Jeff McDonwell, vice- presidente de alianças mundiais. A empresa também oferecerá acesso em países como Brasil e Índia nos próximos meses.

A RIM abriu a App World em abril para clientes canadenses, americanos e britânicos com cerca de mil aplicativos, a fim de aumentar sua atratividade diante dos consumidores e de competir com o iPhone. As informações são da Bloomberg.

Carrefour e IBM

Carrefour e IBMO Carrefour assinou um contrato de € 180 milhões com a IBM , válido por cinco anos.

A empresa vai assumir a gestão, atualização e manutenção da infraestrutura de tecnologia da informação (TI) do Carrefour na França. Todo o sistema de TI da varejista ficará hospedado no centro de dados da IBM na cidade de Montpellier, segundo informou a Bloomberg.

Fornecedores para grandes projetos


suape estaleiro e refinaria

Empresas pernambucanas ja estabeleceram negócios com o estaleiro e agora se preparam para atender a refinaria.

Há dois ou três anos, garantir a participação de empresas pernambucanas como fornecedoras das cadeias de petróleo, gás, naval e offshore que estavam surgindo em Suape era uma drama. Os grandes empreendimentos, como o Estaleiro Atlântico Sul, estavam apenas começando a se implantar, mas já se falava de capacitação como algo urgente, sob pena de perdermos as encomendas de produtos e serviços para outros estados. Agora, estamos navegando em águas mais calmas. Mais de 500 empresas pernambucanas já fornecem para o estaleiro e muitas começam a se preparar para fornecer também para a Refinaria Abreu e Lima.

O esforço que se fez e ainda se faz tem muitos pais e mães. Foram muitas reuniões, muitos diagnósticos, muito treinamento, envolvendo diversos sindicatos e instituições como a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) – e seus órgãos Senai, IEL e Ciepe – e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Como reforço, foi instituído em Pernambuco um fórum regional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).

“É preciso somar esforços. Tanto de instituições como de empresas, pois sozinhas, na maioria das vezes, elas não conseguem atender à demanda desses empreendimentos”, diz o superintendente do Sebrae-PE, Nilo Simões. Como exemplo ele cita os milhões de blocos de cimento que a Petrobras vai precisar comprar para a refinaria. “Por isso os consórcios. São milhões de blocos. Não existe nenhuma empresa em Pernambuco que possa atender sozinha a uma demanda como essa”, completa.

Se é difícil para as grandes, imagine para as pequenas. O Sebrae-PE encomendou um levantamento para identificar as oportunidades de negócios e assim facilitar a inserção das micro e pequenas. Acabou de ficar pronto. Até o início de agosto, a partir desse diagnóstico, serão publicados 23 volumes, cada um dedicado a um segmento diferente, como terraplenagem, construção civil, montagem, manutenção. Quem ainda tem dificuldade de enquadramento encontrará ali algumas dicas para se aperfeiçoar.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simmepe), Sebastião Pontes, afirma que esse esforço incluiu a participação em feiras nacionais e internacionais de eletro-metal-mecânica e do setor naval. “Hoje, cerca de 70 associados já estão fornecendo para o estaleiro”, comemora. Ele é diretor comercial da Polifrio, indústria de equipamentos de refrigeração sediada em Abreu e Lima, que forneceu câmaras frigoríficas para o refeitório do estaleiro.

Opinião da Cysneiros Consultores:

Flammarion Cysneiros - CEO - ICOMUNI ConsultoriaPara Flammarion Cysneiros, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos da ICOMUNI Consultoria, as micro empresas pernambucanas estão se planejando para atender as novas demandas de Suape.

A ICOMUNI Consultoria empresa há mais de 5 anos no mercado, presta consultoria em empreendedorismo e inovação, vê um cenário otimista para pernambuco. As micro empresas pernambucanas destacam-se no cenário nacional, como empresas de alto valor competitivo.

Novos negócios em ascensão


Novos negócios em ascensão

Incentivos fiscais e redução da carga tributária estimularam muitos a abrir empresas na crise.

Em um país onde pequenas e médias empresas respondem por nada menos que 20% do Produto Interno Bruto (PIB), a crise trouxe obstáculos, mas também oportunidades para quem planejava ou planeja começar o próprio negócio. O número de novos negócios no Brasil nos primeiros dois meses foi 80% maior que o registrado no último bimestre do ano passado, e quatro vezes maior que no mesmo período de 2009, mostrou um levantamento do centro de estudos empresariais DBM Consultoria.

– O empreendedorismo naturalmente encontra condições mais favoráveis em um momento de crescimento vigoroso da economia, mas a atual crise acabou ocasionando diversos incentivos fiscais e a redução da carga tributária por parte do governo – pondera o diretor de Administração e Finanças do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Alberto dos Santos.

Uma pesquisa do grupo acadêmico Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que monitora a atividade empreendedora internacional, classificou o Brasil como o 13º em um ranking de 43 países. Segundo o estudo, os empreendedores agora são mais motivados pela oportunidade do que pela necessidade, e planejam o negócio com mais cuidado.

Foi o caso do jornalista Alexandre Fontoura. Ao deixar o jornal onde trabalhava, o profissional investiu em duas frentes: abriu uma agência de comunicação voltada especificamente para empresas de tecnologia – um nicho que já havia identificado como carente de serviços adequados ao trabalhar em um provedor de internet – e levou adiante a ideia de um “plano de saúde para computadores”, com a ajuda de um sócio.

– Eu sempre tive essa vontade de montar um negócio, mas não me sentia seguro, achava que não tinha tempo ou espaço para dar conta – diz Alexandre, fundador da Infoplano e da AFontoura Comunicação.

Bom momento para tecnologia

O setor no qual Alexandre apostou parece de fato estar atravessando um momento favorável no país. Um estudo realizado pela divisão de consultoria da IBM e pela unidade de inteligência da revista britânica The Economist considerou o Brasil um dos países com melhor cenário macroeconômico e oportunidades de negócios do planeta, com o melhor ambiente para o crescimento do comércio eletrônico entre os Brics – grupo das maiores economias emergentes que também inclui Rússia, Índia e China.

Segundo o estudo, que levou em consideração educação, política governamental, inovação, consumo de mercadorias e serviços digitais, o Brasil é um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, embora apresente problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de modo geral. Na comparação com outros países latino-americanos, o Brasil aparece abaixo do Chile e do México.

Importância do planejamento

Apesar do momento até certo ponto favorável a novos negócios, especialistas e pessoas com a experiência de iniciar o próprio negócio são enfáticos em dizer que uma preparação cuidadosa é fundamental, e que não se deve subestimar a severidade da turbulência financeira.

– Empresas iniciantes têm dificuldades mesmo durante períodos de boom econômico.

Durante uma crise, ineficiências estruturais que normalmente podem passar despercebidas tornam-se evidentes, o que pode ser fatal para os negócios em um momento de acirramento do concorrência – diz Carlos Alberto dos Santos.

Em uma enquete realizada pela Endeavor Global entre abril e maio com 65 empreendedores de 11 países, 75% dos entrevistados afirmaram ter sentido ou estar sentindo impactos negativos da crise nos negócios. O principal reflexo foi na queda no volume de vendas (59%), seguido de dificuldades de acesso a financiamentos (37%) e o aumento dos custos de investimento (10%).

Por outro lado, quando perguntados se sentiram algum tipo de influência positiva no mesmo espaço de tempo, 45% responderam que sim. Entre os efeitos citados, 48% foram relacionados à contratação de mão de obra especializada, 41% às oportunidades de investimentos e 28% à menor concorrência de mercado.

– O lado positivo é que este cenário tem levado os empreendedores a reavaliarem suas estratégias de negócios e suas operações – disse Rodrigo Teles, diretor-geral da Endeavor. – Como resultado, estão emergindo empresas mais enxutas, eficientes e competitivas.

Opinião da Cysneiros Consultores:

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Crise deve ser enfrentada com inovação


Segib

O uruguaio Enrique Iglesias, titular da Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib), afirmou hoje (29) à Agência Brasil que a inovação tecnológica deve ser a ferramenta dos países da região para enfrentar a crise financeira internacional. A secretaria é o órgão permanente de apoio institucional à Conferência Ibero-Americana, constituída de países de língua espanhola e portuguesa da América e da Europa.

Iglesias destacou que a inovação tem sido sempre um instrumento da modernização e da competitividade no mundo e, não apenas na área econômica, mas também nas áreas social e institucional. “Agora, nós temos uma crise muito séria e nós vamos chegar a um ponto que não vai ser o da partida da crise. É outra sociedade, é outra economia. Nesse contexto, temos grandes riscos, mas também grandes oportunidades”, observou.

Segundo ele, a posição ocupada pela América Latina no mundo atualmente faz com que a região se aproprie das oportunidades geradas pela crise. “Graças à entrada da Ásia na demanda de alimentos, energéticos e metais, que oferece grande oportunidade aos países produtores”. Ele acrescentou que os países devem ampliar de forma radical sua produtividade e competitividade para usufruir ao máximo das oportunidades.

“E isso tem que ser feito a partir da inovação. A inovação é o instrumento que pode nos colocar na globalização de um novo estilo com pé firme e maior competitividade. Por isso, eu acho que, hoje, a inovação é o instrumento de resposta à crise.”

Para o secretário, as políticas públicas devem estimular a inovação entre as empresas e essa responsabilidade deve ser compartilhada entre o setor público e a iniciativa privada. “É outro desafio, em que nós temos também que inovar. Temos que aprender a trabalhar juntos, os dois setores, de forma mais eficiente do que foi até agora. Portanto, a cooperação público-privada nessa área é fundamental”, disse Iglesias.

Ele lembrou que os países que mais avançaram no campo da inovação foram justamente aqueles que fizeram uma boa coordenação de esforços. No Brasil, no Chile e no México, isso já está acontecendo de forma clara, segundo Iglesias. Ele sugeriu que o modelo que tem sido tão bem sucedido nos países asiáticos, como a Coreia e a China, tem que ser reproduzido na América Latina.

Opinião da Cysneiros Consultores:

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